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indústria

Business

Indústria gaúcha inicia ano com altas em emprego e intenção de investir

Por Jonathan da Silva 28/02/2025
Por Jonathan da Silva

A indústria do Rio Grande do Sul registrou crescimento no emprego, queda na ociosidade e nos estoques e estabilidade na produção em janeiro de 2025, de acordo com a Sondagem Industrial divulgada nesta quinta-feira (27) pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs). Além disso, o levantamento aponta também que quase 67% das indústrias gaúchas têm intenção de investir nos próximos seis meses.

A pesquisa mensal, realizada pela Unidade de Estudos Econômicos (UEE) da Fiergs, indicou ainda que o índice de produção em janeiro alcançou 50,1 pontos, o maior dado para o mês desde 2021. Para a entidade, o resultado mostra um ritmo de atividade acima do esperado para o início do ano.

O índice de número de empregados ficou em 51,7 pontos, apontando aumento no emprego industrial em relação a dezembro de 2024. Esse valor também superou a média histórica para o período, que é de 50,1 pontos. Nos índices da Sondagem Industrial, valores acima de 50 indicam crescimento em comparação ao mês anterior.

Capacidade instalada e estoques

A Utilização da Capacidade Instalada (UCI) atingiu 71% em janeiro, três pontos percentuais acima do registrado em dezembro e superior à média histórica do mês, de 68,1%.

Mesmo com a estabilidade na produção, os estoques de produtos finais recuaram pela quinta vez consecutiva e pela oitava vez em nove meses. O índice de estoques foi de 47,9 pontos em janeiro. Nesse caso, valores acima de 50 indicam que os estoques estão acima do nível planejado pelas empresas.

Intenção de investir

Com perspectiva de aumento da demanda, das exportações, do emprego e das compras de matérias-primas, a intenção de investir da indústria gaúcha alcançou, em fevereiro, o maior patamar desde setembro de 2022. O índice de intenção de investimento subiu de 57,6 pontos, em janeiro, para 61,5 pontos em fevereiro, quase dez pontos acima da média histórica.

O presidente da Fiergs, Claudio Bier, afirmou que o levantamento retrata o momento atual do setor, mas reforçou a necessidade de ajustes fiscais. “O levantamento é um termômetro do momento atual e traz sinais positivos, mas não afasta a necessidade de uma reforma fiscal, com controle nos gastos públicos que reduza a pressão sobre indicadores como a inflação e os juros”, comentou Bier.

Metodologia da pesquisa

A pesquisa consultou 145 empresas entre os dias 1º e 12 de fevereiro de 2025. Entre as participantes, 30 são pequenas empresas, 50 são médias e 65 são grandes. A íntegra da Sondagem Industrial está disponível no site do Observatório da Indústria do Rio Grande do Sul, em observatoriodaindustriars.org.br/inteligencia-areas/sondagem-industrial.

Foto: Aleksandar Little Wolf/Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
28/02/2025 0 Comentários 436 Visualizações
Projetos especiais

Colecta lança ferramenta para gestão de comodatos

Por Jonathan da Silva 26/02/2025
Por Jonathan da Silva

A empresa Colecta, unidade de negócios do Grupo eSales, lançou uma nova ferramenta para a gestão de comodatos, permitindo que empresas cataloguem e localizem equipamentos distribuídos em pontos de venda ou parceiros. A solução foi testada pela indústria alimentícia, onde uma multinacional rastreou mais de 35 mil equipamentos em diversos estados do Brasil desde o fim do ano passado.

O CEO do Colecta, Guilherme Costa, afirmou que a ferramenta possibilita mapear as posições dos equipamentos, além de fornecer informações detalhadas, como modelos, voltagens e funcionamento. “No caso em teste, a novidade também permite saber se o freezer está sendo usado ou ocioso ao se fazer o cruzamento das datas e quantidades de pedidos feitos em cada um dos PDVs”, explicou Costa.

A rastreabilidade dos equipamentos e sua movimentação são verificadas por meio de notas fiscais registradas nas secretarias da Fazenda de cada localidade. Outro recurso passível de implementação envolve a catalogação dos pontos de venda conforme a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE), permitindo uma análise mais detalhada da distribuição dos comodatos.

Aplicação para outros setores

De acordo com Costa, a solução foi desenvolvida para ser um codificador versátil, capaz de operar com qualquer item devidamente classificado. “Embora o teste do recurso de gestão de comodato tenha sido realizado junto à indústria alimentícia, temos um amplo mercado que necessita desse tipo de acompanhamento, como o de saúde, em especial o farmacêutico, por exemplo”, destacou o CEO.

A Colecta, que integra o Grupo eSales, oferece, além da gestão de comodato, uma plataforma completa de previsão de demanda, forecast de vendas e integração de dados. O software conecta distribuidores, key accounts e varejistas, automatizando a captura e a comparação de diferentes indicadores internos e externos que impactam preço, estoque e vendas em tempo real.

Foto: Colecta by eSales/Divulgação | Fonte: Assessoria
26/02/2025 0 Comentários 481 Visualizações
Business

Empresas calçadistas gaúchas iniciam internacionalização em feira na Colômbia

Por Jonathan da Silva 26/02/2025
Por Jonathan da Silva

Dez pequenas e médias indústrias calçadistas do Rio Grande do Sul participarão da feira IFLS+EICI, em Bogotá, na Colômbia, entre 1º e 4 de julho. A iniciativa faz parte do “Projeto de Internacionalização para Empresas do Setor Calçadista do Rio Grande do Sul”, promovido pelo Sindicato da Indústria de Calçados do Estado do RS (Sicergs). As empresas contarão com suporte para apresentar seus produtos no evento, considerado o mais importante do setor de calçados, componentes e máquinas do país.

O presidente do Sicergs, Renato Klein, destacou a relevância da participação na feira para a expansão internacional das empresas. “Vamos levar nossas empresas para a Colômbia, um mercado importante. Sexto principal destino de exportações de calçados brasileiros em dólar, e quinto lugar em número de pares. Vamos trabalhar juntos para melhorar ainda mais esse ranqueamento”, comentou Klein.

Empresas estreantes e consolidadas

Entre as participantes está a N Maria, nova marca da Usitec Matrizes, de Novo Hamburgo. Depois de 14 anos atuando no setor de matrizaria, os proprietários decidiram criar sua própria linha de calçados, bolsas e acessórios. “Nossos produtos estão saindo do forno, será uma estreia em grande estilo. Participar deste projeto vai nos agregar muito conhecimento e impulsionar nosso negócio. Estamos muito esperançosos”, afirmou a sócia Simone Sperb da Silva.

Outras empresas veem a iniciativa como oportunidade para retomar ou expandir exportações. A Paraonda, de Feliz, especializada em calçados femininos de couro, já teve experiência internacional nos primeiros anos de atuação, mas há 24 anos dedica-se exclusivamente ao mercado interno. “Estamos atentos a essa oportunidade e vamos nos dedicar para voltar a exportar a partir do projeto do Sicergs”, declarou o proprietário Roberto Antonio Lucas.

A Conceito Bartzen, de Sapiranga, também busca ampliar sua presença internacional. “Já realizamos cerca de três exportações pontuais, mas queremos muito avançar, estar cada vez mais presente no mercado internacional. Estamos bem confiantes no projeto e curiosas para saber como será a aceitação do produto lá na Colômbia também”, pontuou a proprietária Carolina Bartzen.

Capacitação e suporte

O Projeto de Internacionalização conta com apoio do Sistema Fiergs, por meio do Programa de Apoio a Projetos Sindicais (Prosind), e tem parceria do Sebrae-RS na execução das capacitações. O Sicergs financiará a contrapartida necessária para a participação das empresas.

A preparação inclui seis workshops ministrados pela empresa VL Sul Projetos e Negócios, abordando temas como boas práticas no exterior, precificação e estratégias digitais. Também serão oferecidas 25 horas de consultoria para adequação de produtos ao mercado colombiano. Durante a feira, um Relações Públicas trabalhará para aproximar lojistas previamente identificados ao estande brasileiro.

A coordenadora de projetos do Sicergs, Fabiane Seewald Sudekum, participou da edição de fevereiro da feira para conhecer o evento e estabelecer contatos estratégicos.

Empresas participantes

  • Bozzolo (Roca Sales)
  • Conceito Bartzen (Sapiranga)
  • Conforto Calçados (Estância Velha)
  • Diavolo (Santa Cruz do Sul)
  • Fillon (Novo Hamburgo)
  • N Maria (Novo Hamburgo)
  • Petit Cheval (Teutônia)
  • Paraonda (Feliz)
  • Tabita Calçados (Igrejinha)
  • Três Marias Shoes (Igrejinha)
Foto: Daniele Seade/Divulgação | Fonte: Assessoria
26/02/2025 0 Comentários 345 Visualizações
Business

Exportações da Indústria de Transformação gaúcha crescem 8,3% em janeiro

Por Jonathan da Silva 20/02/2025
Por Jonathan da Silva

As exportações da Indústria de Transformação do Rio Grande do Sul registraram receita de US$ 1,36 bilhão em janeiro de 2025, um aumento de 8,3% em relação ao mesmo período de 2024. Apesar da queda de 4,8% na quantidade exportada, os preços médios subiram 13,8%, impulsionando o crescimento da receita. Os três principais parceiros comerciais do estado – China, Estados Unidos e Argentina – aumentaram suas compras, com destaque para a Argentina, que elevou suas importações em mais de 62%. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

Entre os 23 segmentos da Indústria de Transformação, 14 registraram crescimento. O setor de Tabaco superou Alimentos e liderou as exportações do estado, com receita de US$ 405,1 milhões, um aumento de 42,5% em relação a janeiro de 2024. O crescimento foi impulsionado por aumentos de 21,8% na quantidade exportada e de 17% nos preços médios. Os principais destinos do tabaco gaúcho foram China, Tunísia e Vietnã.

O segmento de Alimentos caiu para a segunda posição, com receita de US$ 325,9 milhões, uma queda de 11,7% em relação ao mesmo mês do ano anterior. A redução de 25,6% na quantidade exportada foi um dos principais fatores para essa queda, apesar da alta de 18,7% nos preços médios. O setor de Químicos ocupou o terceiro lugar, com vendas de US$ 110,3 milhões, um crescimento de 2,5%. Nesse segmento, a quantidade exportada aumentou 16,1%, enquanto os preços caíram 11,7%.

Outros setores também tiveram desempenhos positivos. As exportações de Veículos Automotores somaram US$ 75 milhões, um crescimento de 48,1%. O setor de Máquinas e Materiais Elétricos alcançou US$ 33,6 milhões, um aumento de 105,5% em relação ao mesmo período de 2024.

Importações também crescem

As importações do Rio Grande do Sul alcançaram US$ 1 bilhão em janeiro, um crescimento de 17,8% em relação ao mesmo período do ano anterior. O setor de Químicos se destacou com US$ 206,6 milhões em compras, um aumento de 77,9%.

Disponibilização de dados detalhados

A Unidade de Estudos Econômicos (UEE) da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs) anunciou a ampliação da metodologia de divulgação dos dados do comércio exterior gaúcho. As informações serão disponibilizadas mensalmente desde janeiro de 1997, incluindo a Pauta de Produtos Exportados (PPE) e a Pauta de Produtos Importados (PPI), além de dados detalhados por setor da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE). O objetivo é oferecer um acompanhamento mais preciso dos segmentos econômicos do estado, com destaque para a Agroindústria.

Foto: The Creative Exchange/Freepik/Reprodução e Fiergs/Divulgação | Fonte: Assessoria
20/02/2025 0 Comentários 274 Visualizações
Variedades

Sinborsul realiza primeira reunião de diretoria de 2025

Por Jonathan da Silva 17/02/2025
Por Jonathan da Silva

O Sindicato das Indústrias de Artefatos de Borracha no Estado do Rio Grande do Sul (Sinborsul) realiza, nesta terça-feira, 18 de fevereiro, a primeira reunião de sua diretoria em 2025. O encontro será conduzido pelo presidente da entidade, Sergio Patzlaff, em formato híbrido, a partir das 10h30min, na sede do sindicato, localizada no Centro das Indústrias, em São Leopoldo.

Durante a reunião, serão abordados temas relacionados às atividades da entidade e ao setor de borracha. Entre os assuntos, está o detalhamento sobre as Jornadas Caucho 2025, que ocorrerão em Bogotá, e a Feira K 2025. Também será tratado o Seminário de Atualidades em Elastômeros.

Novas associadas e eventos

O encontro também incluirá informações sobre a entrada de novas empresas associadas ao Sinborsul. Serão discutidas, ainda, as oportunidades oferecidas pelo evento Saga Senai de Inovcação, marcado para 24 de fevereiro, e cursos à distância disponibilizados pelo Senai para o setor.

Para a obtenção de mais detalhes, o sindicato disponibiliza atendimento pelo telefone (51) 3590-7733.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/02/2025 0 Comentários 364 Visualizações
Variedades

Diretoria da ACI de Santa Cruz se reúne com presidente da Fiergs em Porto Alegre

Por Jonathan da Silva 11/02/2025
Por Jonathan da Silva

A diretoria da Associação Comercial e Industrial de Santa Cruz do Sul (ACI) esteve reunida, nesta segunda-feira (10), com o presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), Claudio Bier, em Porto Alegre. Durante o encontro, foi formalizado o convite para que Bier participe como painelista da próxima edição do evento “Tá na Hora”, reunião-almoço organizada pela ACI, prevista para abril.

O presidente da ACI, Ario Sabbi, destacou a importância da reunião, ressaltando que a entidade e a Fiergs possuem pautas em comum, principalmente no que se refere às exportações. “É muito importante que possamos sempre estreitar estes laços de parcerias entre a nossa associação e a federação, porque representamos um forte segmento econômico em comum, que é a indústria local, cujo papel no contexto econômico gaúcho é muito relevante”, afirmou Sabbi.

Presenças na reunião

Além do presidente da ACI, participaram da agenda o vice-presidente da entidade, Tironi Paz Ortiz; o vice-presidente de Indústria, Luiz Carlos Motta Nunes; o diretor financeiro, Marcelo Francesquet; e o diretor executivo, Cassiano Steinhaus.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/02/2025 0 Comentários 351 Visualizações
Business

Indústria gaúcha cresce 0,6% em 2024, mas não recupera perdas de 2023

Por Jonathan da Silva 10/02/2025
Por Jonathan da Silva

O Índice de Desempenho Industrial (IDI-RS) registrou crescimento de 0,6% em 2024 em comparação com o ano anterior, conforme pesquisa divulgada nesta segunda-feira (10) pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs). Apesar da alta, o setor ainda não recuperou a queda de 5,6% registrada em 2023. A tragédia climática que atingiu o estado no ano passado impactou a produção industrial, com interrupção de fábricas e dificuldades na entrega de insumos.

Na comparação mensal, o índice apresentou queda de 0,9% em dezembro em relação a novembro, mas subiu 5,2% quando comparado a dezembro de 2023. Segundo o presidente da Fiergs, Claudio Bier, o resultado poderia ter sido melhor sem os efeitos da enchente. “Apesar de positivo diante das adversidades que o Estado enfrentou, o resultado nem de longe recompõe a enorme queda de 5,6% de 2023. Sem a tragédia climática do ano passado, que obrigou muitas fábricas a interromperem a produção e também prejudicou a entrega de insumos, o crescimento esperado surpreenderia positivamente”, afirmou Bier.

Componentes do índice

Entre os seis componentes do IDI-RS, quatro registraram crescimento em 2024: faturamento real (0,7%), massa salarial real (3,4%), utilização da capacidade instalada (1,6 ponto percentual, de 78,8% em 2023 para 80,4% em 2024) e compras industriais (0,9%). Por outro lado, as horas trabalhadas na produção (-0,9%) e o emprego (-0,7%) encerraram o ano com queda, embora apresentem sinais de recuperação.

Setores em destaque

A atividade industrial cresceu em dez dos 16 segmentos pesquisados no Rio Grande do Sul. O setor de veículos automotores teve a maior contribuição positiva, com alta de 13,2%. O crescimento também foi impulsionado pelos segmentos de móveis (8,7%) e equipamentos de informática e produtos eletrônicos (10,3%).

No entanto, a retração na produção de máquinas e equipamentos (-9,1%) teve forte impacto no resultado geral, especialmente no segmento de máquinas e implementos agrícolas, que caiu 15,9%. O setor de couros e calçados também apresentou queda de 2,4%, influenciando negativamente o índice.

Fatores econômicos e climáticos

Além das enchentes, incertezas econômicas ligadas às questões fiscais do país afetaram o desempenho da indústria em 2024. A taxa de câmbio elevada foi apontada pelos empresários como um dos principais desafios do setor. A inflação e as políticas do Banco Central, que manteve taxas de juros elevadas, também impactaram a atividade industrial.

Outro fator que influenciou negativamente foi a crise no segmento de máquinas e implementos agrícolas, afetado tanto pelas enchentes no Rio Grande do Sul quanto pelas secas e incêndios florestais em outras regiões do país. A menor safra e a baixa nos preços das commodities agrícolas contribuíram para a retração no setor.

A pesquisa completa pode ser acessada no site Observatório da Indústria do RS.

Foto: Azerbaijan Stockers/Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
10/02/2025 0 Comentários 425 Visualizações
Business

Exportações brasileiras de calçados somam 11,46 milhões de pares em janeiro

Por Jonathan da Silva 10/02/2025
Por Jonathan da Silva

As exportações de calçados brasileiros totalizaram 11,46 milhões de pares em janeiro de 2025, gerando US$ 88,3 milhões. Os dados, divulgados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), indicam um aumento de 11,4% no volume exportado e uma queda de 2,7% na receita em relação ao mesmo período de 2024. A desvalorização do real frente ao dólar e o crescimento das exportações de chinelos foram fatores que contribuíram para o desempenho no mês. O valor médio do calçado exportado foi de US$ 7,71, uma redução de 12,6% em relação a janeiro do ano passado.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, afirmou que o cenário internacional segue incerto, com desafios econômicos e uma possível guerra comercial entre Estados Unidos e China. “O cenário, ao longo de 2025, é uma incógnita. Ao mesmo tempo em que a tarifa imposta por Trump aos calçados chineses pode ajudar o Brasil no mercado norte-americano, esses calçados produzidos na China tendem a inundar mercados cativos para o nosso produto no exterior, principalmente na América Latina”, pontuou o dirigente.

Segundo Ferreira, mesmo com o crescimento em volume, as exportações permaneceram abaixo da média anual dos últimos cinco anos, que foi de 12,23 milhões de pares, o que aponta para uma demanda internacional ainda enfraquecida.

Principais destinos das exportações

Os Estados Unidos foram o principal destino dos calçados brasileiros em janeiro, com 1,13 milhão de pares exportados, gerando US$ 19 milhões. O volume cresceu 4,2% em comparação com o ano anterior, mas a receita caiu 11,5%. A Argentina foi o segundo maior mercado, com 635,6 mil pares exportados e US$ 10,36 milhões em receita, representando um crescimento de 14,2% no volume e uma queda de 6,3% no faturamento. A França ficou na terceira posição, com 380,6 mil pares e US$ 4,9 milhões, registrando aumentos de 14,7% e 54,3%, respectivamente.

Estados exportadores

O Rio Grande do Sul liderou as exportações brasileiras de calçados no mês, embarcando 2,62 milhões de pares e arrecadando US$ 37,6 milhões. Os números representam quedas de 12,1% em volume e 17,5% em receita em relação a janeiro de 2024. O Ceará foi o segundo maior exportador, com 5 milhões de pares enviados e US$ 27,42 milhões em faturamento, registrando aumentos de 34,8% e 30,3%, respectivamente. Em terceiro lugar, São Paulo exportou 514,1 mil pares, gerando US$ 7,2 milhões, um crescimento de 23,5% no volume e uma redução de 2,7% na receita.

Importações continuam em alta

As importações de calçados seguiram em crescimento em janeiro, mantendo a tendência de 2024, quando houve alta de mais de 26% no volume importado. No primeiro mês de 2025, o Brasil importou 3,32 milhões de pares, totalizando US$ 47,96 milhões. O volume cresceu 18,1% e a receita aumentou 29% na comparação com o mesmo período do ano anterior.

Os países asiáticos responderam por 90% das importações. O Vietnã foi o principal fornecedor, com 1,24 milhão de pares exportados ao Brasil por US$ 22,47 milhões, um crescimento de 55% no volume e 31% na receita. A Indonésia ficou em segundo lugar, com 742,5 mil pares e US$ 12 milhões, apresentando altas de 113,5% e 111,6%, respectivamente. Já a China exportou 719,8 mil pares ao Brasil, gerando US$ 5 milhões. O volume caiu 34,7%, mas a receita aumentou 16,6%.

As importações de partes de calçados, como palmilhas, solas e saltos, somaram US$ 5,53 milhões em janeiro, um crescimento de 47% em relação ao mesmo período de 2024. As principais origens foram China, Paraguai e Vietnã.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
10/02/2025 0 Comentários 462 Visualizações
Variedades

Ramarim recebe recertificação no nível máximo do Origem Sustentável

Por Jonathan da Silva 06/02/2025
Por Jonathan da Silva

A Ramarim, empresa do setor calçadista com sede em Nova Hartz e unidades em Sapiranga e Jequié-BA, recebeu nesta quinta-feira (6) a recertificação no nível Diamante do programa Origem Sustentável. A certificação, concedida a empresas que atendem a mais de 80% dos 104 indicadores de ESG, foi entregue na matriz da companhia com a presença da diretoria da Ramarim e do presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Haroldo Ferreira.

O CEO da Ramarim, Marçal Müller, destacou o envolvimento de uma equipe multidisciplinar no processo de recertificação e a relevância do selo para a empresa. Atualmente, a indústria reaproveita quase toda a matéria-prima utilizada na fabricação de calçados, cuja capacidade produtiva é de 55 mil pares por dia.

Segundo o supervisor de SESMT da Ramarim, Gerson Luis Wirth, os materiais descartados no processo produtivo são reciclados ou enviados para coprocessamento, onde são transformados em cimento. “Hoje, 100% da borracha, da espuma e do EVA utilizados na produção retornam para o parque fabril e dão origem a componentes para montagem de novos calçados”, afirmou Wirth.

O supervisor ressaltou que o principal desafio da empresa atualmente é aumentar o índice de reciclagem de laminados sintéticos, que está em torno de 20%. “Nosso objetivo é aumentar esse índice nos próximos anos”, acrescentou Wirth.

Práticas sustentáveis

Além da reutilização de materiais, a Ramarim também investe na gestão de recursos hídricos, com adaptações nas unidades para economizar água e uma estação de tratamento de esgoto na planta de Nova Hartz. Outro destaque é o uso de energia limpa adquirida no Mercado Livre em todas as unidades fabris.

Diferencial competitivo

Durante a cerimônia de entrega da certificação, Haroldo Ferreira afirmou que o Origem Sustentável não apenas contribui para a preservação ambiental e dos direitos humanos, mas também agrega valor competitivo para as empresas. “A certificação pelo programa, como todos sabem, é uma ferramenta importante para competir internacionalmente, principalmente diante da produção asiática, que não conta com práticas de ESG”, declarou.

A certificação

O Origem Sustentável é a única certificação de ESG voltada para empresas da cadeia calçadista no mundo. Baseado em práticas internacionais de sustentabilidade, avalia 104 indicadores distribuídos em cinco dimensões: econômica, ambiental, social, cultural e gestão da sustentabilidade. A certificação tem quatro categorias: Diamante (+80% dos indicadores alcançados), Ouro (+60%), Prata (+40%) e Bronze (+20%). As auditorias são conduzidas por instituições independentes como Senai, SGS, ABNT, Intertek e Bureau Veritas. Mais detalhes estão disponíveis no site origemsustentavel.org.br.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
06/02/2025 0 Comentários 460 Visualizações
Variedades

Nova diretoria da Acinp toma posse em evento de celebração aos 39 anos da entidade

Por Jonathan da Silva 04/02/2025
Por Jonathan da Silva

A Associação Comercial e Industrial de Nova Petrópolis (Acinp) realizou, no dia 31 de janeiro, sua assembleia geral ordinária para a eleição e posse da nova diretoria e do Conselho Fiscal para o biênio 2025-2026. O evento, que reuniu mais de 100 pessoas, entre associados e autoridades, também marcou a celebração dos 39 anos da entidade.

Durante a assembleia, foi confirmada a reeleição de Neander Wilrich Port como presidente da Acinp. Em seu discurso, Port ressaltou a importância da entidade para o desenvolvimento econômico da cidade. “Nosso papel é ser o ponto de conexão que une forças para o desenvolvimento econômico, social e sustentável de Nova Petrópolis. Nossa trajetória é construída com colaboração, e é junto de vocês que seguiremos fortalecendo a Acinp, ampliando sua representatividade e criando novas oportunidades para todos”, afirmou o presidente reeleito.

Além da eleição, a prestação de contas da gestão 2022-2024 foi apresentada, seguida da leitura do parecer do Conselho Fiscal e da votação das contas pelos associados. O tesoureiro da Acinp, Eloi Wissmann, destacou a importância da transparência na gestão da entidade. “Esse momento reafirma nosso compromisso com a transparência e a boa gestão dos recursos que impulsionam as ações e atividades da entidade”, pontuou Wissmann.

Diretoria eleita para o biênio 2025-2026

  • Presidente: Neander Wilrich Port
  • Vice-presidente: Gerson Holz
  • Vice-presidente do Comércio: Alvaro Pedo Fernandes da Silva
  • Vice-presidente da Indústria: Vanessa Seibt Ciocca
  • Vice-presidente de Serviços: Daniel José Hillebrand
  • 1º Secretário: Marcelo Becker
  • 2º Secretária: Melissa Boff Alves
  • 1º Tesoureiro: Eloi Wissmann
  • 2º Tesoureiro: Fábio Neumann

O Conselho Fiscal terá como titulares Roni Leonardo Michaelsen, Marcos Alexandre Streck e Paula Rayol Polastri. Os suplentes serão Carla Maria Gomes, Simone de Azevedo Ignácio e Luiza Figueiredo Endler.

Celebração pelos 39 anos da Acinp

Além da posse da nova diretoria, a noite foi marcada pela celebração dos 39 anos da Acinp. O evento foi realizado no Salão Xadrez, no Centro de Eventos, e contou com um coquetel de recepção para os convidados. Associados, parceiros e autoridades estiveram presentes na confraternização, que destacou as conquistas da entidade ao longo de quase quatro décadas de atuação em Nova Petrópolis.

Foto: Darlan Silva/Acinp/Divulgação | Fonte: Assessoria
04/02/2025 0 Comentários 312 Visualizações
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