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indústria

Gastronomia

El Capitan lança linha oficial da dupla Gre-Nal

Por Jonathan da Silva 29/07/2026
Por Jonathan da Silva

A El Capitan, indústria gaúcha de farofas artesanais, lançou uma linha oficial licenciada da dupla Gre-Nal, com produtos desenvolvidos em parceria com Grêmio e Internacional. A iniciativa une a gastronomia à cultura esportiva e apresenta versões personalizadas de farofa e sal para churrasco, com o objetivo de aproximar os consumidores da marca e dos clubes por meio de produtos voltados aos momentos de confraternização.

A linha especial inclui uma receita inédita de Farofa de Cebola e Alho e o Sal Entrefino para Churrasco, disponíveis nas versões oficiais do Grêmio e do Internacional. As farofas são comercializadas em potes de 370 gramas, enquanto o sal para churrasco é vendido em embalagens de 500 gramas.

Estratégia de expansão

De acordo com o CEO da El Capitan, André Ferrari, o lançamento faz parte da estratégia de crescimento da empresa. “Estamos sempre buscando novas oportunidades para aproximar nossos produtos dos consumidores e ampliar a presença da El Capitan, levando a qualidade das nossas farofas artesanais para diferentes momentos de consumo”, destaca o empresário. Os produtos foram desenvolvidos para acompanhar churrascos e encontros entre amigos, especialmente em ocasiões em que torcedores se reúnem para assistir aos clássicos entre Grêmio e Internacional.

Campanha do mês do amigo

Como parte da divulgação da nova linha, a El Capitan lançou uma campanha voltada ao mês do amigo. A ação convida gremistas e colorados a presentearem amigos que torcem pelo clube rival, reforçando a proposta de valorizar a convivência entre torcedores fora das disputas esportivas.

Disponibilidade

Os produtos da linha oficial da Dupla Gre-Nal já estão disponíveis para compra no site da empresa, com entrega para todo o Brasil.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/07/2026 0 Comentários 73 Visualizações
Variedades

Metal Connect Happy Hour chega à 6ª edição nesta quinta em São Leopoldo

Por Jonathan da Silva 27/07/2026
Por Jonathan da Silva

O Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico e Eletrônico de São Leopoldo (Sindimetal RS) promove a 6ª edição do Metal Connect Happy Hour nesta quinta-feira, 30 de julho, no Centro das Indústrias, em São Leopoldo. Com apoio da Sicredi Pioneira, o evento reunirá empresários, gestores e representantes de empresas associadas e filiadas para fomentar a troca de experiências, o networking e o fortalecimento do relacionamento entre lideranças da indústria metalmecânica.

A programação terá início às 17h30min com um bate-papo sobre a experiência da empresa Ferros Scharlau, associada do Sindimetal RS e participante do ciclo 2025 da Mentoria. O case na área de processos será apresentado pelo gerente de Operações, Felipe Moller Sperb (foto), que compartilhará a experiência da empresa, os aprendizados obtidos e os resultados alcançados.

Na sequência, os participantes poderão participar de um momento de integração voltado à ampliação da rede de contatos e à aproximação entre lideranças do setor.

Objetivo do encontro

De acordo com o presidente do Sindimetal RS, Sergio Galera, o encontro busca incentivar a conexão entre os participantes e criar oportunidades de relacionamento. “Mais do que um evento, é um espaço de conexões, para fortalecer relações e identificar novas parcerias, num ambiente leve e descontraído, que a cada edição vem recebendo mais adeptos, com ótimos resultados para os participantes”, ressalta o empresário.

Inscrições

A participação no evento será mediante a doação de um quilo de alimento não perecível, que será destinado ao Banco de Alimentos – Vale do Sinos. As inscrições são limitadas e mais detalhes podem ser obtidos pelo telefone (51) 3590-7708.

Serviço

  • O quê: 6ª edição do Metal Connect Happy Hour
  • Quando: Quinta-feira, 30 de julho, às 17h30min
  • Onde: Centro das Indústrias, em São Leopoldo
  • Quanto: 1 kg de alimento não perecível, destinado ao Banco de Alimentos – Vale do Sinos
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/07/2026 0 Comentários 132 Visualizações
Business

Pesquisa da Fiergs aponta que a confiança do industrial gaúcho se mantém baixa em julho

Por Gabrielle Pacheco 24/07/2026
Por Gabrielle Pacheco

O Índice de Confiança do Empresário Industrial do Rio Grande do Sul (Icei-RS) permaneceu estável em julho de 2026, ao registrar 45,2 pontos. O indicador segue abaixo da linha divisória dos 50 pontos e da média histórica, de 52,8, mantendo o quadro de baixa confiança. Os dados foram divulgados pelo Sistema Fiergs, nesta quinta-feira, 23 de julho.

Segundo o presidente do Sistema Fiergs, Claudio Bier, a combinação de fatores internos e externos mantém a confiança da indústria gaúcha em patamar baixo desde dezembro de 2024. “Persistem as incertezas sobre a política monetária, o equilíbrio das contas públicas e o cenário político-eleitoral de 2026. No exterior, as tensões geopolíticas e a tarifa de 25% imposta pelos Estados Unidos aos produtos brasileiros tendem a reduzir a competitividade de segmentos exportadores e afetar cadeias produtivas com maior exposição ao mercado norte-americano”, afirma.

A estabilidade do índice reflete o comportamento oposto de seus componentes. Enquanto o Índice de Condições Atuais recuou 0,4 ponto em relação a junho, o Índice de Expectativas avançou 0,3 ponto no mesmo período.

 

Condições Atuais

O Índice de Condições Atuais caiu de 41,9 para 41,5 pontos em julho. O resultado manteve o indicador abaixo da linha dos 50, mostrando que os empresários industriais continuam percebendo uma piora nas condições correntes da economia brasileira e de suas próprias empresas em comparação às observadas há seis meses.

O Índice de Condições da Economia Brasileira recuou 0,8 ponto, para 34,2, refletindo a continuidade da percepção negativa em relação ao cenário econômico nacional. Conforme a pesquisa, 55,6% dos empresários da indústria gaúcha avaliaram que as condições da economia brasileira pioraram ou pioraram muito nos últimos seis meses, enquanto apenas 2,3% perceberam alguma melhora no período.

Já o Índice de Condições da Empresa recuou 0,2 ponto em julho, passando de 45,4 para 45,2 pontos. O indicador permaneceu abaixo da linha dos 50 pontos e distante de sua média histórica, de 48,9, indicando que as avaliações negativas sobre as condições das próprias empresas continuam disseminadas entre os industriais gaúchos. Nesse contexto, 25,6% dos empresários afirmaram que as condições de seus negócios pioraram ou pioraram muito nos últimos seis meses, enquanto 65,4% relataram que a situação permaneceu inalterada.

 

Expectativas

O Índice de Expectativas avançou 0,3 ponto em julho, alcançando 47,1. Apesar da melhora, o indicador permaneceu abaixo da linha dos 50 pontos, que separa expectativas otimistas das pessimistas, mantendo um quadro de perspectivas predominantemente desfavoráveis para os próximos seis meses.

O Índice de Expectativas para a Própria Empresa caiu 0,1 ponto, para 51,2 pontos. Apesar da segunda queda consecutiva, o indicador segue acima da linha dos 50, sugerindo um otimismo moderado dos industriais gaúchos em relação aos seus negócios. Entre os entrevistados, 23,3% esperam melhora nas condições de suas empresas nos próximos seis meses, enquanto 57,1% acreditam que a situação permanecerá estável.

Já o Índice de Expectativas da Economia Brasileira cresceu 1,1 ponto, passando de 37,7 para 38,8 pontos em julho. Apesar da leve alta, o indicador permanece distante da linha dos 50, evidenciando expectativas pessimistas disseminadas em relação ao cenário nacional. Nesse contexto, 41,4% dos empresários projetam uma deterioração das condições da economia brasileira nos próximos seis meses.

A pesquisa foi realizada entre os dias 1º e 10 de julho com 134 empresas, sendo 30 pequenas, 41 médias e 63 grandes.

Foto:  Divulgação | Fonte: Assessoria

 

24/07/2026 0 Comentários 67 Visualizações
Política

Sistema Fiergs lança cartilha com orientações para as eleições de 2026

Por Jonathan da Silva 22/07/2026
Por Jonathan da Silva

O Sistema Fiergs lançou uma cartilha com orientações voltadas às eleições de 2026 nesta terça-feira (21), em Porto Alegre, com o objetivo de auxiliar indústrias, lideranças e entidades sindicais na compreensão das regras, cuidados e condutas previstos pela legislação eleitoral. Disponível em versões física e digital, o documento reúne informações sobre propaganda eleitoral, participação em eventos, relações de trabalho, doações, assédio eleitoral e outros temas que impactam a atuação institucional durante o período de campanha.

Durante a abertura do evento, o presidente do Sistema Fiergs, Claudio Bier, afirmou que o período eleitoral exige atenção, equilíbrio e responsabilidade de toda a sociedade e que a publicação foi elaborada para oferecer informações claras e segurança diante de situações presentes na rotina das empresas. Segundo o dirigente, a iniciativa também reforça o trabalho da entidade em conjunto com sindicatos e indústrias do Rio Grande do Sul. “Trata-se de um instrumento para orientar, esclarecer dúvidas e oferecer segurança em um momento tão importante para a democracia brasileira. Esperamos que essa publicação seja útil às nossas empresas e às nossas lideranças sindicais. E que, unidos, possamos continuar trabalhando pelo desenvolvimento da indústria e pela construção do Rio Grande do Sul que queremos”, ressaltou Bier.

Elaboração da cartilha

O lançamento foi promovido pelo Conselho de Articulação Política (Coap) e pelo Conselho de Relações do Trabalho (Contrab) do Sistema Fiergs, em parceria com a Unidade de Desenvolvimento Sindical (Unisind). O evento contou com a participação do advogado especialista em Direito Eleitoral Antônio Augusto Mayer dos Santos, responsável pelas informações da cartilha, e da diretora do Instituto Pesquisas de Opinião (IPO), cientista social e política Elis Radmann.

Antes da palestra “Eleições 2026: Informações e Aspectos Jurídicos”, Antônio Augusto Mayer dos Santos destacou o empenho do presidente Claudio Bier e do Sistema FIERGS na orientação às indústrias e aos seus dirigentes sobre as regras eleitorais. O advogado afirmou ainda que a cartilha é resultado de um trabalho coletivo e observou que “as informações são necessárias porque ainda se ouve e se lê um grande número de dúvidas, que imaginava já dissipadas ao longo do tempo, mas não”.

Durante a apresentação, Santos abordou temas presentes no guia, como calendário eleitoral, propaganda, participação em eventos, limitações previstas na legislação para empresas e empresários, utilização de espaços privados, doações e financiamentos eleitorais, exemplos de assédio eleitoral, medidas permitidas e situações que exigem cautela.

Cenário eleitoral

Na palestra “Eleitor 360°: Panorama Brasil e Rio Grande do Sul”, a diretora do Instituto Pesquisas de Opinião (IPO), Elis Radmann, apresentou dados sobre o cenário eleitoral e o comportamento do eleitorado. Segundo ela, o nível de confiança da população influencia diretamente as tendências do pleito. “Não dá para discutir a tendência das eleições sem olhar para o humor do eleitor. E esse humor vai trazer muitas oscilações durante o pleito. Por isso, hoje é mais difícil fazer prognósticos. Nós nunca vivemos um momento de tanta desconfiança: os índices de desconfiança são muito maiores que outrora”, apontou Radmann.

Ao final do evento, Antônio Augusto Mayer dos Santos e Elis Radmann responderam a perguntas do público sobre os temas tratados nas palestras e sobre as orientações reunidas na cartilha.

Foto: Dudu Leal/Divulgação | Fonte: Assessoria
22/07/2026 0 Comentários 65 Visualizações
Business

Fiergs manifesta preocupação com possível tarifa da China sobre carne bovina brasileira

Por Jonathan da Silva 22/07/2026
Por Jonathan da Silva

A Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs) manifestou preocupação com a iminente aplicação de tarifas adicionais pela China sobre as importações de carne bovina brasileira em razão do esgotamento da cota anual destinada ao Brasil. Na prática, o limite de exportações já está comprometido pelos embarques realizados e em trânsito, o que poderá elevar a tributação para 67% sobre os volumes excedentes. Segundo a entidade, a medida pode reduzir a competitividade da carne bovina brasileira, afetar a indústria frigorífica e provocar impactos na cadeia produtiva do Rio Grande do Sul.

De acordo com a Fiergs, a restrição poderá exigir o redirecionamento de parte da produção para outros mercados em um cenário internacional de maior concorrência. A entidade avalia que o aumento da tributação cria um ambiente de incerteza para o setor e pode afetar diretamente a atividade industrial ligada à carne bovina.

Impactos para o Rio Grande do Sul

Dados apresentados pela Fiergs mostram que, em 2025, o Rio Grande do Sul exportou US$ 309,7 milhões em carne bovina para o mercado internacional. A China foi o principal destino dessas exportações, respondendo por 41,9% do total embarcado pelo estado.

Segundo a federação, a nova restrição poderá atingir a indústria frigorífica, os produtores rurais, além de gerar reflexos sobre o emprego e a geração de renda no Rio Grande do Sul.

Pedido de diálogo

Para o presidente da Fiergs, Claudio Bier, é necessário ampliar as negociações entre os governos brasileiro e chinês para buscar uma solução para a questão das cotas. “O Brasil consolidou-se como um fornecedor estratégico e confiável para atender à crescente demanda chinesa por alimentos. Esperamos que prevaleça o diálogo para a renegociação dos volumes das cotas, adequando-as à atual capacidade exportadora brasileira e às necessidades do mercado asiático. Uma solução negociada preserva a competitividade da indústria, garante segurança ao abastecimento e fortalece uma relação comercial de interesse mútuo”, expressou Bier.

Acompanhamento das negociações

A Fiergs informou ainda que acompanhará a evolução das negociações entre os dois países e defende uma atuação coordenada entre o governo brasileiro e o setor produtivo para preservar a competitividade das exportações e minimizar os impactos da medida sobre a indústria do Rio Grande do Sul.

Foto: Magnific/Reprodução | Fonte: Assessoria
22/07/2026 0 Comentários 85 Visualizações
Business

35ª Mercopar será realizada em outubro com foco em internacionalização

Por Jonathan da Silva 17/07/2026
Por Jonathan da Silva

A 35ª edição da Mercopar será realizada entre os dias 20 e 23 de outubro, em Caxias do Sul, reunindo empresas, startups, compradores e instituições nacionais e internacionais em uma programação voltada à geração de negócios, inovação e fortalecimento da competitividade industrial. Promovida pelo Sebrae RS e pelo Sistema Fiergs, a feira terá como foco ampliar a presença internacional da indústria brasileira e fortalecer as conexões entre empresas de diferentes segmentos e portes.

Na edição de 2025, o evento reuniu 528 expositores, incluindo 60 startups, com representantes de 12 estados brasileiros e da China. O público ultrapassou 44 mil visitantes, e a expectativa de negócios alcançou R$ 1,014 bilhão.

Segundo o presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae RS, Luiz Carlos Bohn, os resultados da última edição refletem a abrangência da feira. “O desempenho da última edição também evidencia o alcance da Mercopar enquanto vitrine de inovação industrial, com a participação de empresas dos segmentos metalmecânico, automação, borracha, plástico, tecnologia da informação, energia e meio ambiente, entre outros setores estratégicos”, afirma Bohn.

Internacionalização em destaque

Para a edição de 2026, a organização projeta ampliar a participação de compradores nacionais e internacionais, buscando expandir as conexões comerciais e facilitar a inserção de empresas brasileiras em novos mercados.

As Rodadas de Negócios permanecerão entre as principais iniciativas da programação. Em 2025, foram realizadas 8.799 agendas entre empresas compradoras e fornecedoras, movimentando aproximadamente R$ 260 milhões em negócios.

De acordo com o diretor técnico do Sebrae RS, Ariel Berti, o formato aproxima empresas de diferentes portes. “O formato conecta micro e pequenas empresas a grandes indústrias nacionais e internacionais, ampliando o acesso a cadeias produtivas e mercados diversos”, destaca Berti.

Compromisso com a competitividade

A edição de 2026 também dará continuidade às ações de articulação institucional e de internacionalização da indústria desenvolvidas pelo Sebrae RS e pelo Sistema Fiergs, em parceria com entidades nacionais e internacionais, incluindo iniciativas do programa Juntos pela Indústria.

Para Luiz Carlos Bohn, os resultados obtidos nas edições anteriores reforçam o papel estratégico da feira. “Os resultados alcançados na edição de 2025 demonstram a relevância da Mercopar como ambiente de negócios e de conexão entre empresas. Ao chegar à sua 35ª edição, a feira amplia seu alcance internacional e reforça seu compromisso com a competitividade, a inovação e o fortalecimento das cadeias produtivas”, reforça o dirigente.

Serviço

  • O quê: Mercopar 2026 – 35ª Feira de Inovação Industrial
  • Quando: 20 a 23 de outubro
  • Onde: Caxias do Sul
Foto: Zé Carlos de Andrade/Divulgação | Fonte: Assessoria
17/07/2026 0 Comentários 101 Visualizações
Business

Missão aponta oportunidades para calçado brasileiro no mercado canadense

Por Jonathan da Silva 16/07/2026
Por Jonathan da Silva

O Canadá pode ampliar sua participação como destino para o calçado brasileiro, especialmente diante da diversificação de mercados buscada pelo setor após o anúncio de uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros pelos Estados Unidos, prevista para entrar em vigor em 22 de julho. As oportunidades identificadas foram apresentadas nesta quarta-feira (15), na Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom, Estância Velha, Dois Irmãos e Ivoti (ACI), durante a devolutiva da Missão Canadá, promovida pelo movimento The South Base em junho.

Os conselheiros do The South Base, Armando Farina e Eduardo von Reisswitz, relataram os resultados da missão, que teve como objetivo conhecer o mercado canadense, abrir canais de relacionamento e posicionar o Brasil como fornecedor de calçados, e não realizar vendas imediatas.

Durante dez dias de imersão, a comitiva visitou cinco distribuidores e importadores, mais de 20 redes de lojas nas cidades de Toronto, Montreal e Vancouver, além de empresas, centros comerciais e mais de dez shopping centers. Também foram analisadas 12 marcas e estabelecidos mais de 15 novos contatos qualificados.

Segundo Armando Farina, a missão identificou possibilidades de negócios para empresas brasileiras. “Conseguimos abrir diversas oportunidades para negociações e parcerias futuras”, enfatizou  o conselheiro.

De acordo com Farina, o mercado canadense apresenta características distintas do norte-americano. “O mercado canadense não é igual ao americano: é mais aberto, receptivo e organizado, além de possuir forte presença de private label e busca por conforto e diferenciação”, afirmou o conselheiro.

Perfil do consumidor

A missão identificou que produtos voltados ao conforto têm maior aceitação entre os consumidores canadenses. Os participantes observaram que o modelo mocassim mantém forte presença nas lojas, enquanto o mule registra crescimento nas vendas.

Também foram apontados fatores considerados relevantes para o mercado local, como a importância do preço competitivo, a valorização do couro e a existência de espaço para marcas brasileiras. Conforme os integrantes da missão, os compradores canadenses priorizam relações comerciais de longo prazo com fornecedores.

Inteligência de mercado

Entre as conclusões da missão, os representantes destacaram a forte presença de fornecedores europeus, o domínio da marca alemã Birkenstock nas ruas canadenses e a participação ainda reduzida dos calçados brasileiros no país, cenário que, segundo eles, abre possibilidades de expansão.

Para o conselheiro do The South Base, Eduardo von Reisswitz, o principal resultado da iniciativa foi o conhecimento obtido sobre o mercado. “Mais do visitas e contatos, voltamos com inteligência de mercado, isto é, sabendo exatamente onde estão as oportunidades no Canadá”, destacou von Reisswitz.

Segundo o movimento, as informações coletadas servirão de base para orientar empresas brasileiras na aproximação com clientes, no desenvolvimento de produtos e no planejamento de novas ações, incluindo a participação em eventos estratégicos e a organização de uma nova missão comercial ao Canadá.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/07/2026 0 Comentários 70 Visualizações
Business

Pesquisa da Fiergs aponta queda na atividade industrial do RS em maio

Por Jonathan da Silva 10/07/2026
Por Jonathan da Silva

O Índice de Desempenho Industrial do Rio Grande do Sul (IDI-RS) registrou queda de 0,8% em maio na comparação com abril, considerando a série com ajuste sazonal, segundo pesquisa divulgada pelo Sistema Fiergs nesta quinta-feira (9). O resultado interrompe parte da recuperação observada no mês anterior, quando o índice havia avançado 1,4%, e mantém o desempenho acumulado de 2026 em retração de 5,3%.

De acordo com o levantamento, a desaceleração da atividade industrial foi influenciada principalmente pela redução de 1,6% nas compras industriais. Em contrapartida, o faturamento real cresceu 1,1%, enquanto as horas trabalhadas na produção e o emprego registraram alta de 0,2% cada. A massa salarial avançou 0,1%, e a utilização da capacidade instalada aumentou 0,1 ponto percentual, chegando a 78,7%.

Cenário da indústria

O presidente do Sistema Fiergs, Claudio Bier, afirma que os indicadores ainda não apontam uma recuperação consolidada da indústria gaúcha. “A atividade industrial passou a oscilar em torno de um patamar relativamente estável, mas as incertezas relacionadas à inflação, aos juros elevados e às expectativas ainda pessimistas para a economia seguem limitando uma recuperação mais consistente da indústria”, afirma o dirigente.

Comparação com 2025

Na comparação com maio de 2025, o IDI-RS apresentou retração de 6,7%, refletindo resultados negativos em todos os indicadores que compõem o índice. As compras industriais tiveram a maior queda, de 11,4%, voltando a registrar retração de dois dígitos após dois meses de recuos menos intensos.

Também houve redução de 10,3% no faturamento real, de 8,4% nas horas trabalhadas na produção, de 3,9% na massa salarial e de 2,5% no emprego. A utilização da capacidade instalada recuou 1,2 ponto percentual na comparação anual.

Acumulado do ano

Nos cinco primeiros meses de 2026, o IDI-RS acumula queda de 5,3%, completando oito meses consecutivos de resultados negativos na comparação interanual.

Entre os componentes do índice, as compras industriais registram a maior retração do período, com queda de 13%, seguidas pelas horas trabalhadas na produção (-6,5%) e pelo faturamento real (-6,3%). Emprego e massa salarial recuaram 1,4% cada, enquanto a utilização da capacidade instalada diminuiu 0,7 ponto percentual.

Desempenho por setores

A pesquisa aponta que apenas três dos 16 segmentos industriais pesquisados apresentaram crescimento no acumulado de 2026: Alimentos (5,8%), Móveis (3,3%) e Têxteis (0,5%).

As principais contribuições negativas vieram dos setores de Máquinas e equipamentos (-12%), Veículos automotores (-9,4%) e Equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (-14,6%).

Foto: Senivpetro/Magnific/Reprodução | Fonte: Assessoria
10/07/2026 0 Comentários 109 Visualizações
Política

Sistema Fiergs apresenta 118 propostas para o desenvolvimento do Rio Grande do Sul

Por Jonathan da Silva 08/07/2026
Por Jonathan da Silva

O Sistema Fiergs lançou, nesta terça-feira (7), em Porto Alegre, o documento Propostas Indústria do RS, que reúne 118 proposições voltadas às esferas estadual e federal para fortalecer a competitividade da indústria e o desenvolvimento do Rio Grande do Sul. Elaborado pelos conselhos temáticos, comitês, sindicatos industriais e áreas técnicas da federação, o material será entregue aos pré-candidatos ao Governo do Estado com o objetivo de contribuir para a formulação de políticas públicas e para o ambiente de negócios.

Segundo a entidade, as propostas abrangem temas como infraestrutura, inovação, sustentabilidade, segurança jurídica, relações do trabalho, atração de investimentos e desenvolvimento industrial. O documento também apresenta uma pauta considerada prioritária para os governos estadual e federal.

Objetivo é contribuir com a próxima gestão estadual

De acordo com o presidente do Sistema Fiergs, Claudio Bier, o documento foi elaborado com foco no desenvolvimento de longo prazo do estado. “Não é um conjunto de reivindicações, é um conjunto de propostas. É uma parceria que a indústria oferece ao futuro governador para construirmos, juntos, um estado mais competitivo, mais desenvolvido e com mais oportunidades para os gaúchos. A indústria acredita que este é o momento de discutir o futuro do Rio Grande do Sul e queremos contribuir para este debate de forma técnica, responsável e propositiva”, afirmou Bier.

O presidente da entidade acrescenta que as propostas buscam melhorar o ambiente de negócios, estimular investimentos e ampliar a geração de empregos.

Entre os temas destacados por Bier está a criação de fundos constitucionais para as regiões sul e sudeste. De acordo com o dirigente, atualmente, de cada R$ 100 arrecadados pela União no Rio Grande do Sul, cerca de R$ 26 retornam ao estado na forma de investimentos e transferências federais. “Esse desequilíbrio histórico precisa ser enfrentado. O que esperamos do futuro governador é que assuma a liderança política dessa agenda, defenda sua implantação e mobilize a bancada federal, os demais estados da região Sul e toda a sociedade em favor dessa proposta”, expressou Bier.

Estrutura do documento

Das 118 propostas, 72 estão organizadas em oito eixos temáticos: relações do trabalho e desenvolvimento do capital humano; segurança jurídica; ambiente de negócios, desburocratização e redução do Custo Brasil; promoção de negócios, atração de investimentos e internacionalização; inovação e inteligência estratégica; infraestrutura e logística multimodal; sustentabilidade e transição energética; e representatividade, articulação institucional e parcerias estratégicas.

O documento também reúne 27 conjuntos de demandas específicas para diferentes setores industriais e outras 19 propostas relacionadas às áreas de educação, tecnologia, saúde e cultura.

Além de apresentar um diagnóstico do ambiente de negócios, o material defende políticas públicas e reformas voltadas ao equilíbrio fiscal, à modernização do estado, à segurança jurídica, à redução do chamado Custo Brasil, ao aumento da produtividade e ao desenvolvimento sustentável.

Pautas prioritárias

Na esfera estadual, a Fiergs aponta como prioridades a instituição do Fundo Constitucional das regiões sul e sudeste; a criação do Conselho de Competitividade do Rio Grande do Sul; o investimento anual de R$ 1,5 bilhão para recuperação e ampliação das rodovias estaduais; a criação de um Plano Estadual de Irrigação; a reestruturação do piso regional; a manutenção dos incentivos fiscais e medidas para reduzir os impactos da reforma tributária do consumo; a criação de um Plano Estadual de Mineração; a implementação de um Plano de Adaptação Climática; a ampliação da capacidade de investimento do Estado por meio de privatizações, responsabilidade fiscal e da prorrogação da suspensão do pagamento da dívida com a União; e o fortalecimento de cadeias produtivas consolidadas e de novos setores industriais estratégicos.

Entre as prioridades apresentadas para a esfera federal estão a criação do Fundo Constitucional das regiões Sul e Sudeste; a promoção do equilíbrio fiscal por meio da reforma administrativa e do aperfeiçoamento das regras fiscais; a manutenção da jornada de trabalho de 44 horas semanais e da escala 6×1; a modernização da legislação da aprendizagem industrial; medidas para garantir segurança jurídica na transição da tributação de lucros e dividendos; a ampliação dos investimentos em infraestrutura com recursos da Cide-Combustíveis; a revogação do piso mínimo do frete; a criação de um programa especial de parcelamento de débitos fiscais; a implantação de um Plano Nacional de Crédito Industrial; e a formulação de uma política industrial, tecnológica e de comércio exterior.

Importância da indústria

Segundo a Fiergs, a indústria representa 27% do Produto Interno Bruto (PIB) do Rio Grande do Sul, responde por 55% da arrecadação do ICMS e emprega cerca de 900 mil pessoas diretamente. O estado reúne mais de 52 mil indústrias e ocupa a quarta posição entre os estados mais industrializados do país.

O documento destaca, porém, que a participação do Rio Grande do Sul na indústria nacional caiu de 8,4%, no período entre 1992 e 2001, para 6,5% entre 2014 e 2023, cenário que, segundo a entidade, reforça a necessidade de medidas voltadas à recuperação da competitividade e da capacidade de crescimento do setor.

Foto: Dudu Leal/Divulgação | Fonte: Assessoria
08/07/2026 0 Comentários 119 Visualizações
Variedades

Universidade Feevale renova convênio com o Sindimetal

Por Jonathan da Silva 07/07/2026
Por Jonathan da Silva

A Universidade Feevale renovou o convênio com o Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico e Eletrônico de São Leopoldo (Sindimetal). A renovação foi formalizada durante uma visita institucional realizada na quarta-feira (1º), na sede da entidade, em São Leopoldo, e mantém benefícios para associados e seus dependentes em cursos oferecidos pela instituição de ensino.

A parceria, conduzida por meio do setor Comercial da Universidade Feevale, busca ampliar o acesso à educação e fortalecer o relacionamento entre a universidade e as entidades representativas da região.

Benefícios aos associados

O convênio garante desconto de 10% para associados do Sindimetal e seus dependentes em cursos de graduação nas modalidades presencial, semipresencial e de educação a distância (EAD). O benefício também contempla cursos de pós-graduação, idiomas e extensão oferecidos pela Universidade Feevale.

Fortalecimento da parceria

Além da renovação do convênio, a visita institucional serviu para aproximar as duas instituições e reafirmar o interesse em desenvolver ações conjuntas voltadas à qualificação profissional e educacional da comunidade atendida pelo Sindimetal.

Segundo as instituições, a parceria tem como objetivo ampliar as oportunidades de formação para associados e seus familiares, por meio do acesso a diferentes modalidades de ensino oferecidas pela Universidade Feevale.

Foto: Universidade Feevale/Divulgação | Fonte: Assessoria
07/07/2026 0 Comentários 116 Visualizações
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