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indústria

Projetos especiais

ACI, Sebrae RS e Sicredi Pioneira lança programa para pequenas indústrias

Por Jonathan da Silva 17/09/2026
Por Jonathan da Silva

A Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom, Estância Velha, Dois Irmãos e Ivoti (ACI-NH/CB/EV/DI/IV), o Sebrae RS e a Sicredi Pioneira desenvolveram juntos o programa “Indústria Forte”, voltado a micro e pequenas empresas industriais da região. A iniciativa busca apoiar as empresas no aumento da produtividade, no fortalecimento da gestão, na geração de novos negócios e na ampliação de mercados.

Podem participar empresas com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões, CNPJ ativo com atividade industrial e sede em Novo Hamburgo ou em outro município da região. Também é necessário ter, no mínimo, cinco funcionários registrados e disponibilidade para participar das atividades previstas no cronograma.

Ações previstas

O programa terá uma série de atividades voltadas à gestão e ao desenvolvimento das empresas participantes. Entre as ações previstas estão um workshop sobre precificação para a indústria, uma palestra sobre gestão financeira para a indústria e uma palestra sobre acesso a crédito.

Também fazem parte da programação uma sessão de negócios, uma visita à Mercopar acompanhada de rodada de negócios, consultoria de diagnóstico em NR-1 e participação no programa Brasil Mais Produtivo.

Participação

A proposta do Indústria Forte é reunir as três instituições em uma iniciativa direcionada às necessidades de micro e pequenas indústrias associadas à ACI e localizadas na região. A participação está condicionada ao atendimento dos critérios estabelecidos e à disponibilidade das empresas para acompanhar as atividades programadas.

As inscrições devem ser realizadas por meio do formulário disponibilizado pelas entidades, em forms.gle/r7Eq1qYEUrmPtHDcA.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/09/2026 0 Comentários 75 Visualizações
Business

Exportações da indústria gaúcha crescem 19% em agosto

Por Jonathan da Silva 17/09/2026
Por Jonathan da Silva

As exportações da indústria de transformação do Rio Grande do Sul somaram US$ 1,5 bilhão em agosto, alta de 19% em relação ao mesmo mês de 2025, segundo dados divulgados pelo Sistema Fiergs nesta terça-feira (15). De acordo com a entidade, o resultado foi influenciado pelo aumento de 9% no volume médio embarcado e pela alta de 5,2% nos preços de exportação. O crescimento ocorreu em 16 dos 23 segmentos industriais analisados.

O presidente do Sistema Fiergs, Claudio Bier, avaliou o resultado e chamou atenção para o comportamento das vendas destinadas aos principais mercados internacionais. Segundo o dirigente, as exportações para o Oriente Médio e a União Europeia cresceram, enquanto houve retração nas vendas para Estados Unidos e China. “As vendas para o Oriente Médio e para a União Europeia cresceram, mas para os Estados Unidos e China caíram. Para que haja um incremento consistente das exportações, é necessária a reversão completa das tarifas norte-americanas sobre produtos brasileiros e condições mais favoráveis ao investimento, com redução dos juros, por exemplo”, comentou Bier.

Alimentos lideram crescimento

Entre os setores industriais, o de alimentos apresentou o maior impacto positivo sobre o resultado. As exportações do segmento alcançaram US$ 542 milhões, crescimento de 31,7% e acréscimo de US$ 130 milhões em relação a agosto de 2025. A atividade contribuiu com 10,2 pontos percentuais para o resultado geral. Na sequência, o segmento do tabaco registrou US$ 244 milhões em exportações, aumento de 35,3% e acréscimo de US$ 63,5 milhões, contribuindo com 5 pontos percentuais. O de veículos automotores somou US$ 97,1 milhões, alta de 15,1%, com aumento de US$ 12,8 milhões e contribuição de 1 ponto percentual.

No segmento de alimentos, o volume médio embarcado cresceu 11,5% e os preços de exportação aumentaram 7,4%. O principal produto foi o de carnes e miudezas de aves congeladas, com US$ 127 milhões em vendas. A Arábia Saudita foi o principal mercado comprador, com US$ 18,2 milhões. Em tabaco, as quantidades embarcadas cresceram 30,7% e os preços subiram 3,5%. As folhas de tabaco destaladas responderam por US$ 218 milhões, com aumento de US$ 52,6 milhões. A Bélgica foi o principal mercado comprador, com US$ 72,8 milhões. Já em veículos automotores, o volume exportado aumentou 7,2% e os preços tiveram alta de 3,4%. Os automóveis de até 1.000 cm³ somaram US$ 36,3 milhões, com crescimento de US$ 14,6 milhões. A Argentina foi o principal mercado comprador, com US$ 21,4 milhões.

Mercados internacionais

As exportações para os Estados Unidos totalizaram US$ 126 milhões em agosto, queda de 1,9% na comparação anual. O país respondeu por 8,3% das vendas industriais gaúchas e retirou 0,2 ponto percentual do resultado agregado. O segmento de tabaco teve o maior impacto negativo nesse mercado, com vendas de US$ 6,3 milhões, retração de 56,8%. As exportações de folhas de tabaco destaladas caíram US$ 8,3 milhões, para US$ 5,4 milhões.

Para a Argentina, as vendas chegaram a US$ 127 milhões, redução de 2,1%, representando 8,4% das exportações industriais do estado. Máquinas e equipamentos foi o segmento que mais contribuiu para a retração, com US$ 29 milhões em vendas, queda de 32,2%. As peças e acessórios para tratores agrícolas somaram US$ 11 milhões, redução de US$ 4,3 milhões.

Na China, as exportações industriais do Rio Grande do Sul recuaram 34,2%, para US$ 55 milhões. O mercado representou 3,6% das vendas e retirou 2,3 pontos percentuais do resultado agregado. Alimentos apresentou o maior impacto negativo, com queda de 60%, para US$ 17,2 milhões. As vendas de carnes de bovinos congeladas, que haviam somado US$ 22,7 milhões em agosto de 2025, não registraram embarques em agosto deste ano.

Na União Europeia, as exportações chegaram a US$ 295 milhões, crescimento de 136,2% sobre agosto de 2025. O bloco respondeu por 19,5% das vendas industriais gaúchas e acrescentou 13,4 pontos percentuais ao resultado.

O segmento de Tabaco foi o principal destaque, com US$ 138 milhões em exportações, alta de 187,2%. As folhas de tabaco destaladas representaram US$ 130 milhões desse total, aumento de US$ 84,1 milhões.

No Oriente Médio, as exportações alcançaram US$ 110 milhões, alta de 56,2% na comparação com agosto de 2025. O mercado representou 7,3% das exportações industriais gaúchas e acrescentou 3,1 pontos percentuais ao resultado. Alimentos teve o maior impacto, com US$ 90,3 milhões em vendas, crescimento de 114%.

Importações recuam

As importações gaúchas somaram US$ 1,1 bilhão em agosto, redução de US$ 247 milhões, equivalente a 18%, em relação ao mesmo mês de 2025.

Entre as grandes categorias econômicas, combustíveis e lubrificantes registrou US$ 72,6 milhões em importações, queda de 71,3%. Bens intermediários somou US$ 713 milhões, recuo de 5%, enquanto Bens de consumo alcançou US$ 126 milhões, redução de 16,4%.

Em meio ao contexto

Segundo o presidente do Sistema Fiergs, Claudio Bier, o desempenho das exportações também está relacionado às condições de investimento e ao cenário econômico. “As vendas para o Oriente Médio e para a União Europeia cresceram, mas para os Estados Unidos e China caíram. Para que haja um incremento consistente das exportações, é necessária a reversão completa das tarifas norte-americanas sobre produtos brasileiros e condições mais favoráveis ao investimento, com redução dos juros, por exemplo”, expressou o dirigente.

Foto: Tawatchai07/Magnific/Reprodução | Fonte: Assessoria
17/09/2026 0 Comentários 71 Visualizações
Variedades

Stihl Brasil lança relatório de sustentabilidade com foco na América Latina

Por Jonathan da Silva 01/09/2026
Por Jonathan da Silva

A Stihl Brasil lançou o Relatório de Sustentabilidade 2025, primeiro documento da empresa elaborado sob o escopo do Hub Latam, que reúne a governança das operações da companhia na América Latina. A publicação apresenta resultados ambientais, sociais e de governança registrados no ano passado, além dos investimentos realizados pela empresa em sustentabilidade e expansão regional. A fábrica de São Leopoldo passou a atuar como sede estratégica do Hub, responsável pela governança de cinco subsidiárias e pela coordenação de outros 27 países importadores na América Latina e no Caribe.

O lançamento ocorre no ano em que o Grupo Stihl celebra o centenário da marca no mundo. Em 2025, as operações brasileiras registraram faturamento bruto de R$ 4 bilhões, crescimento de 25% em relação ao período anterior, com exportações para 73 países.

Segundo o presidente da Stihl Latam, Cláudio Guenther, a estratégia da companhia considera ações ambientais, sociais e de governança. “Nossa perspectiva de futuro é pautada pela sustentabilidade responsável em todos os pilares ESG. Trabalhamos para que nossos produtos e processos economizem recursos e gerem menos resíduos”, destaca Guenther.

Transição energética

Entre as ações ambientais apresentadas no relatório está a substituição do gás natural de origem fóssil por biometano nos processos de fusão de alumínio e magnésio da fábrica de São Leopoldo. O gás renovável utilizado é proveniente de um aterro sanitário local. A iniciativa começou em outubro de 2025 e evitou a emissão de 787 toneladas de carbono equivalente somente no último trimestre daquele ano.

Com o funcionamento integral do sistema em 2026, a projeção da empresa é evitar entre 3.100 e 4.100 toneladas de carbono equivalente por ano. A medida também deve permitir que a unidade brasileira antecipe para 2026 a meta global de redução de 40% no consumo de energia fóssil, prevista originalmente pela matriz alemã para 2030.

Segundo a empresa, os resultados obtidos na unidade brasileira possibilitam ainda uma futura transferência de créditos de carbono para a matriz na Alemanha.

Resiliência climática

Após os eventos climáticos extremos registrados no Rio Grande do Sul em 2024, a Stihl investiu R$ 3,5 milhões em obras de infraestrutura e medidas de resiliência na planta industrial de São Leopoldo. Entre as estruturas instaladas estão muros de contenção de 1,80 metro e comportas automatizadas importadas da Alemanha.

Os equipamentos foram instalados para vedar a área de cromagem e impedir que substâncias químicas atinjam o Arroio Kruze e o Rio dos Sinos em situações críticas de inundação.

Na gestão dos recursos hídricos, o projeto de Reúso de Efluentes da fábrica reduziu em 32% o consumo de água potável utilizado no processo produtivo. A iniciativa foi selecionada pela Amcham Brasil para ser apresentada na COP30, realizada em novembro de 2025, em Belém, no Pará. Ao longo de 2025, a empresa registrou a economia de 33 milhões de litros de água.

A fábrica também concluiu a instalação de uma tecnologia de eletrocoagulação para o tratamento de efluentes industriais. O sistema utiliza energia limpa e eletrodos de ferro em substituição a processos químicos convencionais. De acordo com a empresa, a tecnologia elimina mais de 20 toneladas mensais de insumos químicos e deve gerar uma economia anual de R$ 1,6 milhão a partir de 2026.

Destinação de resíduos

No eixo de circularidade de materiais, a Stihl Brasil destinou 98% dos resíduos industriais gerados para processos de reaproveitamento, reciclagem, coprocessamento ou refusão.

A empresa também mantém, há dez anos, uma parceria com seis cooperativas de reciclagem de São Leopoldo e municípios da região. Em 2025, foram destinadas às cooperativas 474,72 toneladas de papelão e plástico provenientes da unidade fabril.

Segundo a empresa, a iniciativa beneficia diretamente mais de 120 famílias em situação de vulnerabilidade. Os materiais fornecidos pela fábrica representam 85% da renda anual dessas famílias.

A atuação ambiental também foi incorporada à relação com fornecedores. Em 2024 e 2025, 100% dos novos fornecedores foram avaliados e selecionados com base em critérios sociais e ambientais obrigatórios. Os critérios incluem conformidade trabalhista e gestão ambiental no processo de liberação técnica.

Expansão do quadro de colaboradores

O relatório também apresenta dados relacionados ao quadro funcional e à diversidade. O Hub Latam encerrou 2025 com 3.504 colaboradores, número relacionado ao volume de 934 novas contratações realizadas no Brasil durante o ano.

Na unidade brasileira, a participação feminina chegou a 21,4% do quadro geral de funcionários. Além disso, indicadores de ESG, como as taxas de turnover, passaram a integrar formalmente os critérios de avaliação de desempenho e remuneração variável das lideranças corporativas.

Na área de saúde, o Programa Cuidar ofereceu assistência médica, odontológica, nutricional e psicológica para aproximadamente 6,8 mil pessoas, entre colaboradores e dependentes. O complexo de atendimento em São Leopoldo conta com serviço ambulatorial 24 horas e oferece telessaúde aos centros de distribuição de Jundiaí, em São Paulo, e Benevides, no Pará. O programa recebeu o Prêmio ESG 2025.

Na área de educação corporativa, a fábrica brasileira registrou média estimada de 46,3 horas de capacitação por empregado em 2025. A plataforma interna Qualifica+ recebeu o prêmio Top Ser Humano 2025, concedido pela Associação Brasileira de Recursos Humanos do Rio Grande do Sul (ABRH-RS).

O Relatório de Sustentabilidade 2025 da Stihl Brasil reúne os indicadores e iniciativas da companhia relacionados às operações brasileiras e ao Hub Latam. O documento completo está disponível no site da empresa.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/09/2026 0 Comentários 78 Visualizações
Variedades

Icehot inaugura nova sede em Bento Gonçalves e amplia capacidade produtiva

Por Jonathan da Silva 01/09/2026
Por Jonathan da Silva

A Icehot, empresa de Bento Gonçalves especializada em soluções de hidratação para espaços públicos, inaugurou uma nova sede industrial e administrativa na cidade após registrar crescimento de 48,5% no primeiro semestre de 2026 em comparação com o mesmo período de 2025. A nova estrutura amplia em 167% a capacidade de fabricação da empresa, que passa de 30 para 80 equipamentos por mês. O espaço foi planejado para sustentar a expansão no mercado brasileiro e preparar a internacionalização da marca, inicialmente com foco em países da América Latina.

A nova unidade reúne fábrica, engenharia, pesquisa e desenvolvimento, setores administrativos e atendimento. O complexo possui quase 2 mil metros quadrados, substituindo a estrutura anterior, de aproximadamente 400 metros quadrados.

Com a mudança, a Icehot passou a verticalizar praticamente todo o processo produtivo. A empresa incorporou à unidade as etapas de corte, dobra, solda, refrigeração, montagem, engenharia, pesquisa e desenvolvimento e fabricação dos painéis de LED utilizados nas estações de hidratação.

Também foram criados espaços destinados à personalização dos equipamentos, estoque de componentes, manutenção, embalagem e desenvolvimento de novos produtos. A estrutura atual permite uma produção futura superior a 200 equipamentos mensais sem a necessidade de uma nova expansão física.

Segundo o sócio-fundador da Icehot, Alex Sander da Rosa, a nova sede faz parte do planejamento para a próxima fase da empresa. “Este investimento prepara a Icehot para uma nova fase de crescimento. Com a nova estrutura, ampliamos nossa capacidade produtiva, aceleramos a inovação e controlamos todo o processo de fabricação. Queremos construir um legado de saúde e sustentabilidade por meio do acesso à água de qualidade”, comenta da Rosa.

A verticalização, conforme a empresa, deve contribuir para a eficiência operacional, redução dos prazos de entrega, ampliação das possibilidades de personalização e implementação de melhorias tecnológicas nos equipamentos.

Expansão nacional e internacional

Fundada em 2018 pelos empreendedores Alex Sander da Rosa e Samuel Panta, a Icehot iniciou suas atividades com a proposta de desenvolver o conceito de estações de hidratação urbana no Brasil e ampliar o acesso gratuito à água potável em espaços públicos.

A primeira estação foi instalada em abril de 2018, em Venâncio Aires, depois que a empresa apresentou o projeto a 43 municípios até conquistar o primeiro cliente. Atualmente, a companhia possui mais de 1.300 estações instaladas em mais de 600 municípios de 22 estados brasileiros.

Os próximos objetivos incluem ampliar a presença para os 26 estados e iniciar a operação em mercados latino-americanos, levando a tecnologia desenvolvida em Bento Gonçalves para outros países da região.

Mudanças no modelo de negócios

A trajetória da empresa também passou por mudanças durante a pandemia, quando o faturamento caiu mais de 50% em razão da paralisação das instalações já contratadas.

Em 2023, ao completar cinco anos, a Icehot ampliou o portfólio e deixou de trabalhar exclusivamente com locação das estações, passando também a comercializá-las. Em 2025, iniciou a primeira linha própria de montagem e, com a nova sede, completou o processo de verticalização da produção.

A empresa também dobrou o número de colaboradores em relação ao ano anterior e ampliou as equipes de engenharia, comercial, marketing, atendimento e gestão.

Uso das estações

As soluções da Icehot são utilizadas por cooperativas de crédito, companhias de saneamento, empresas, órgãos públicos e grandes eventos. Atualmente, os equipamentos registram cerca de 6,5 milhões de utilizações por mês e distribuem aproximadamente 3,25 milhões de litros de água mensalmente.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/09/2026 0 Comentários 89 Visualizações
Variedades

Stihl recebe homenagem na Câmara de São Leopoldo pelos 100 anos

Por Jonathan da Silva 27/08/2026
Por Jonathan da Silva

A Stihl foi homenageada pelo centenário do grupo durante sessão solene da Câmara de Vereadores de São Leopoldo na noite desta quarta-feira (26). A iniciativa foi proposta pelo vereador Marcelo Pitol (PSD) e reconhece a trajetória da empresa e sua atuação no desenvolvimento econômico e social de São Leopoldo e da região. Sediada no município desde 1973, a organização foi fundada em 1926 por Andreas Stihl, na Alemanha.

A cerimônia contou com a presença da vice-prefeita de São Leopoldo, Regina Caetano; do vereador Marcelo Pitol; do superintendente da Defesa Civil de São Leopoldo, coronel Márcio Uberti Moreira; do presidente da Stihl Latam, Cláudio Guenther; do vice-presidente de Operações da Stihl Brasil, Arno Tomasini; do vice-presidente de Marketing e Vendas da Stihl Brasil, Romário Britto; e do vice-presidente de Recursos Humanos, Segurança do Trabalho, Saúde e Meio Ambiente Latam, Carlos Lienstadt, além de outras lideranças da empresa e autoridades.

Homenagem na Câmara

Segundo o vereador Marcelo Pitol, a homenagem reconhece a participação da empresa na geração de empregos e no desenvolvimento do município e da região. “Que este centenário não seja apenas uma celebração do passado, mas também o início de um novo capítulo repleto de inovação, crescimento, oportunidade e conquistas. Que a Stihl continue olhando para o futuro com a mesma determinação que marcou sua trajetória até aqui”, pontuou o parlamentar.

O superintendente da Defesa Civil de São Leopoldo, coronel Márcio Uberti Moreira, destacou o apoio da empresa às atividades do órgão. “Sou testemunha de como a Stihl sempre apoiou a estrutura pública como um todo. A prioridade sempre foi promover o bem da comunidade e contribuir para que a cidade seja um símbolo de fortalecimento, avanço e tecnologia”, ressaltou Moreira.

Atuação em São Leopoldo

O presidente da Stihl Latam, Cláudio Guenther, ressaltou a trajetória da empresa no município e a formação de profissionais locais. “Completar 100 anos de história global e 53 anos em São Leopoldo é um orgulho. A região foi escolhida pela força de sua gente e de suas universidades, provando a importância do investimento em educação. Priorizamos o desenvolvimento de talentos locais, o que permitiu à nossa planta assumir a gestão da América Latina, além de desenvolver 17 profissionais que assumiram cargos de liderança no exterior”, afirmou o dirigente.

Guenther também falou sobre a continuidade dos investimentos na região. “Apesar dos desafios de competitividade no país, nossa resposta é continuar investindo aqui, tanto para expandir o negócio como para cuidar da comunidade local”, complementou o presidente da empresa.

O vice-presidente de Operações da Stihl Brasil, Arno Tomasini, que atua há quatro décadas na empresa, mencionou a relação da organização com o Brasil e a presença internacional da unidade de São Leopoldo. “Trabalhar há quatro décadas nessa empresa me dá uma visão clara do respeito que a família Stihl tem pelo Brasil. Nossa atuação ultrapassa o mercado local: levamos o nome de São Leopoldo para mais de 160 países, entregando exatamente o mesmo padrão internacional de qualidade e atendimento oferecido na Alemanha”, expressou Tomasini.

Stihl no Brasil

A Stihl Brasil possui fábrica em São Leopoldo, onde também está localizado um dos três centros de distribuição da empresa no país. Os outros dois ficam em Jundiaí-SP e Benevides-PA. Ao todo, são aproximadamente 3,4 mil colaboradores.

A empresa atua nos mercados florestal, agropecuário, de construção civil, conservação e jardinagem profissional e doméstica. Seus produtos são comercializados em mais de 5 mil pontos de venda no Brasil e também por meio de loja online.

A matriz do Grupo Stihl fica em Waiblingen, na Alemanha. A empresa está presente em mais de 160 países por meio de canais de distribuição formados por mais de 55 mil revendedores especializados. Para atender ao mercado global, mantém unidades produtivas na Alemanha, no Brasil, nos Estados Unidos, na Áustria, na Suíça, na China, nas Filipinas e na Romênia.

A Stihl Brasil possui certificações ISO 14001, ISO 9001 e ISO 45001.

Foto: William Otto/Divulgação | Fonte: Assessoria
27/08/2026 0 Comentários 91 Visualizações
Business

Produção industrial gaúcha cresce pelo segundo mês seguido

Por Jonathan da Silva 27/08/2026
Por Jonathan da Silva

A produção da indústria do Rio Grande do Sul cresceu pelo segundo mês consecutivo em julho, atingindo 50,8 pontos, de acordo com a a Sondagem Industrial divulgada pelo Sistema Fiergs nesta quinta-feira (27). Apesar do avanço, os estoques aumentaram e chegaram a 54,1 pontos, enquanto o emprego industrial completou 14 meses seguidos de queda. A pesquisa também apontou piora nas expectativas dos empresários para os próximos seis meses e redução, pelo terceiro mês consecutivo, da intenção de investir.

O índice de produção acima de 50 pontos indica crescimento da atividade. Já o resultado de 54,1 pontos nos estoques elevou o indicador de evolução dos estoques ao maior nível desde maio de 2018, período marcado pela greve dos caminhoneiros.

Segundo o presidente do Sistema Fiergs, Claudio Bier, o resultado positivo da produção deve ser analisado com cautela diante do cenário econômico. “O avanço da produção demonstra a capacidade de resiliência da indústria gaúcha, que segue enfrentando um cenário desafiador. Para que esse movimento se consolide em uma retomada mais consistente, é fundamental avançar em políticas fiscais responsáveis, garantir estabilidade política e buscar a reversão das tarifas impostas pelos Estados Unidos”, avaliou o dirigente.

Emprego segue em queda

O emprego industrial recuou de 48,9 para 48 pontos em julho, permanecendo abaixo da linha de 50 pontos pelo 14º mês consecutivo. O resultado indica continuidade da redução no número de empregados do setor.

A indústria gaúcha operou com 72% de sua capacidade instalada no mês, maior patamar desde novembro de 2024. Apesar do aumento da utilização da capacidade instalada (UCI), os empresários consideraram o nível inferior ao habitual para o período. O índice que compara a utilização ao nível usual caiu 1,1 ponto, para 43,8.

Expectativas ficam pessimistas

As expectativas dos empresários industriais para os próximos seis meses pioraram em agosto. Os quatro indicadores pesquisados ficaram abaixo dos 50 pontos e recuaram em relação ao mês anterior, sinalizando perspectivas de queda para demanda, emprego, compras de matérias-primas e exportações.

O índice de expectativa de demanda caiu 1,1 ponto, para 49,5, interrompendo dois meses consecutivos acima da linha de 50 pontos. Com o resultado, voltou a indicar expectativa de redução da demanda nos próximos seis meses.

A expectativa para o emprego recuou 1,3 ponto, para 47, menor nível desde dezembro de 2025. O resultado reforça a perspectiva de redução do número de trabalhadores na indústria.

Também houve queda nos índices de expectativa de compras de matérias-primas e de exportações. O primeiro recuou 1,3 ponto, para 47,9, enquanto o segundo caiu 0,9 ponto, para 48,2. Ambos permaneceram abaixo dos 50 pontos, indicando expectativa de redução nas compras e nas quantidades exportadas.

Intenção de investir recua

A intenção de investir caiu pelo terceiro mês consecutivo em agosto e chegou a 51,3 pontos, abaixo da média histórica de 52,1. No período, 54,3% dos industriais declararam intenção de realizar investimentos nos seis meses seguintes, ante 54,9% em julho.

A Sondagem Industrial foi realizada entre 3 e 12 de agosto com 139 empresas do Rio Grande do Sul. Participaram 32 empresas de pequeno porte, 42 de médio porte e 65 de grande porte. A pesquisa completa pode ser conferida no Observatório da Indústria do Rio Grande do Sul.

Foto: Aleksandar Little Wolf/Magnific/Reprodução | Fonte: Assessoria
27/08/2026 0 Comentários 86 Visualizações
Variedades

Presidente executivo do IBTeC participa de painel sobre calçado sustentável em SP

Por Jonathan da Silva 25/08/2026
Por Jonathan da Silva

O presidente executivo do Instituto Brasileiro de Tecnologia do Couro, Calçado e Artefatos (IBTeC), Dr. Valdir Soldi, participará do Painel Calçadista da Feiplar & Feipur 2026 – Feira e Congresso Internacionais de Materiais Avançados nesta quarta-feira, 26 de agosto, em São Paulo. O evento ocorre no Pavilhão 5 da São Paulo Expo e reúne empresas, profissionais e especialistas para discutir o desenvolvimento e a aplicação de materiais avançados em diferentes setores industriais.

Soldi participa da programação na manhã desta quarta-feira para abordar o tema “Tecnologia e materiais sustentáveis: como será o calçado do futuro?”. A discussão tratará da evolução dos materiais e das tecnologias utilizadas na indústria calçadista, com foco em sustentabilidade, conforto, eficiência produtiva e redução do impacto ambiental.

Feiplar & Feipur

O Painel Calçadista integra a programação oficial da Feiplar & Feipur 2026, realizada de 25 a 27 de agosto. A atividade tem como proposta apresentar soluções para a indústria calçadista, considerando aspectos relacionados a conforto, desempenho e sustentabilidade.

A programação também aborda o uso e as novas tecnologias de poliuretano e plásticos de engenharia na fabricação de componentes para calçados. Os conteúdos tratam de avanços em aplicações voltadas ao aumento do conforto, à melhoria dos processos produtivos e à redução dos impactos ambientais.

A feira reúne empresas, profissionais e especialistas ligados ao desenvolvimento e à aplicação de materiais avançados em diferentes segmentos industriais. A programação ocorre no Pavilhão 5 da São Paulo Expo, em São Paulo.

Serviço

  • O quê: Painel Calçadista, com participação do presidente executivo do IBTeC, Dr. Valdir Soldi
  • Quando: quarta-feira, 26 de agosto, pela manhã
  • Onde: Pavilhão 5 da São Paulo Expo, São Paulo
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/08/2026 0 Comentários 87 Visualizações
Política

Entidades lançam manifesto pelo fortalecimento da indústria

Por Jonathan da Silva 24/08/2026
Por Jonathan da Silva

O Sindicato da Indústria de Máquinas e Implementos Industriais e Agrícolas de Novo Hamburgo e Região (SinmaqSinos), a Associação Brasileira das Indústrias de Máquinas e Equipamentos para os Setores do Couro, Calçados e Afins (Abrameq) e a Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom, Estância Velha, Dois Irmãos e Ivoti (ACI) divulgaram um manifesto em defesa do fortalecimento da indústria e de medidas voltadas ao desenvolvimento econômico. O documento aborda temas como responsabilidade fiscal, segurança jurídica, simplificação tributária, incentivo às exportações, acesso a crédito e abertura de mercados.

No manifesto, as entidades afirmam que o Brasil atravessa um momento decisivo e atribuem a redução da confiança de investidores, produtores e empregadores, nos últimos anos, a “escolhas econômicas equivocadas, aumento do gasto público sem responsabilidade e insegurança jurídica”.

Segundo o documento, a priorização de soluções de curto prazo em detrimento da produtividade e da responsabilidade fiscal produz efeitos como inflação, juros elevados, redução do crédito e menos oportunidades. As entidades também afirmam que a indústria é uma das primeiras áreas a sentir esses impactos por concentrar investimentos em inovação, tecnologia e qualificação.

Propostas para a indústria

O manifesto defende um país que valorize a produção, o empreendedorismo e a geração de oportunidades. Entre as medidas citadas estão responsabilidade fiscal, segurança jurídica, simplificação tributária, incentivo à exportação, acesso a crédito competitivo e abertura de mercados.

SinmaqSinos, Abrameq e ACI afirmam que o desenvolvimento sustentável depende de escolhas responsáveis, planejamento e liberdade para empreender. O documento também relaciona o fortalecimento da indústria ao processo eleitoral e recomenda que os eleitores avaliem propostas, históricos e compromissos com o desenvolvimento do país.

O manifesto é assinado pelo Sindicato da Indústria de Máquinas e Implementos Industriais e Agrícolas de Novo Hamburgo e Região (SinmaqSinos), pela Associação Brasileira das Indústrias de Máquinas e Equipamentos para os Setores do Couro, Calçados e Afins (Abrameq) e pela Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom, Estância Velha, Dois Irmãos e Ivoti (ACI).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/08/2026 0 Comentários 90 Visualizações
Variedades

Move Talks reunirá lideranças empresariais em Santa Cruz no dia 1º de setembro

Por Jonathan da Silva 24/08/2026
Por Jonathan da Silva

O 1º Move Talks será realizado no próximo dia 1º de setembro, das 17h às 22h, no Antigo Bistrô, em Santa Cruz do Sul, reunindo seis lideranças empresariais dos setores de Indústria, Comércio e Varejo e Serviços. Promovido pelo Grupo Move – Mulheres em Movimento, o encontro terá conversas sobre decisões empresariais, desafios profissionais e aprendizados construídos ao longo das trajetórias das participantes.

Criado em 2025, o Grupo Move tem como objetivo aproximar mulheres que empreendem, lideram equipes e estão à frente de negócios. Desde o lançamento, a iniciativa promoveu encontros, experiências, imersões e momentos de integração, alcançando mais de 400 mulheres. Em 2026, a programação passou a contar com novos formatos, mantendo a proposta de conexão entre mulheres e compartilhamento de diferentes perspectivas sobre liderança e empreendedorismo.

Lideranças da indústria

No segmento da Indústria, participam a diretora da Venax Eletrodomésticos, Fabiana Bergamaschi, e a CEO da Solled Energia e coordenadora regional da Associação Brasileira de Energia Solar (ABSolar), Mara Schwengber.

Fabiana atua na direção da Venax Eletrodomésticos, empresa que completa 41 anos, possui atuação no mercado brasileiro e exporta para 43 países. Ela também tem trajetória de liderança empresarial e participação na representação do setor.

Mara atua há 15 anos no segmento de energia e lidera negócios relacionados à geração distribuída, armazenamento de energia e mobilidade elétrica. Sua atuação inclui projetos de expansão no Mercosul e participação na ABSolar.

Representantes do comércio e varejo

Representando Comércio e Varejo, participam a presidente da Rede Tischler de Supermercados e vice-presidente da Associação Gaúcha de Supermercados (Agas), Mari Labres, e a empresária à frente de cinco unidades das Óticas Diniz no Rio Grande do Sul, Solange Calderon.

Mari possui experiência na gestão de uma rede varejista em crescimento, com atuação nas áreas de inovação, operação e desenvolvimento de equipes. Solange tem formação em Jornalismo e Visagismo e atua no empreendedorismo e na construção de relacionamentos com clientes e equipes.

Participantes do setor de serviços

O setor de Serviços será representado pela diretora administrativa do Grupo Cindapa, Fabiane Schütz, e pela empresária da Pratika Arquitetura e Engenharia Civil, Patricia Kuester.

Psicóloga, Fabiane atua na gestão empresarial com foco em pessoas, relações e processos organizacionais. Patricia é arquiteta e engenheira civil e lidera há 11 anos uma empresa do setor. Sua trajetória inclui a gestão de equipes, obras, fornecedores e projetos, além da atuação em um segmento tradicionalmente masculino.

Proposta do encontro

A proposta do Move Talks é substituir o formato de palestras tradicionais por conversas centradas nas experiências das participantes. O encontro pretende abordar decisões, desafios e oportunidades relacionados à liderança de empresas de diferentes setores. “Mais do que apresentar histórias de sucesso, o Move Talks pretende revelar os caminhos percorridos até elas — incluindo decisões, mudanças, aprendizados e desafios. A ideia é mostrar que não existe uma única forma de liderar ou empreender e que experiências diferentes podem gerar novas perspectivas para quem está construindo a própria trajetória”, afirma a advogada e empresária Ana Paula Medina Konzen, uma das fundadoras do Move.

Além de Ana Paula, são fundadoras do grupo Ana Cristina dos Santos, da Four Comunicação; Giulia Tolotti, da GT Participações; Letícia Lima, da Rede Coconut; e Roberta Pereira, diretora executiva da ACI e responsável pelo Branding O Boticário Santa Cruz.

Os ingressos para o Move Talks estão disponíveis pela plataforma Sympla. Mais detalhes estão disponíveis no site do Grupo Move.

Foto: Eugênio Barreto Fotografia/Divulgação | Fonte: Assessoria
24/08/2026 0 Comentários 120 Visualizações
Business

Exportações da indústria gaúcha crescem 2% em julho

Por Jonathan da Silva 21/08/2026
Por Jonathan da Silva

As exportações da indústria do Rio Grande do Sul cresceram 2% em julho, na comparação com o mesmo mês de 2025, e alcançaram US$ 1,5 bilhão, segundo levantamento divulgado pelo Sistema Fiergs na terça-feira (18). O resultado foi impulsionado principalmente pelo segmento de alimentos, cujas vendas externas aumentaram 33,4%, chegando a US$ 545 milhões. O levantamento também aponta recuos em setores como tabaco e máquinas e materiais elétricos, além de queda nas vendas para os Estados Unidos no período de 12 meses desde a imposição de tarifas.

Para o presidente do Sistema Fiergs, Claudio Bier, os dados de julho mostram a reação da indústria gaúcha e os efeitos das barreiras comerciais sobre as exportações. “O resultado mostra a força e a competitividade da indústria gaúcha, mas também evidencia os impactos que as barreiras comerciais podem causar sobre as nossas exportações. No caso dos Estados Unidos, a queda nas vendas é expressiva e reforça a necessidade de reverter as tarifas impostas aos produtos brasileiros. Precisamos trabalhar para restabelecer condições mais favoráveis de acesso ao mercado norte-americano. A indústria precisa de previsibilidade e de condições de competitividade para ampliar sua inserção internacional”, avalia o dirigente.

Entre os segmentos que registraram queda, as exportações de tabaco somaram US$ 212 milhões em julho, redução de US$ 115 milhões, ou 35,2%, em relação ao mesmo mês de 2025. As vendas externas de máquinas e materiais elétricos totalizaram US$ 24,5 milhões, recuo de US$ 25,6 milhões, equivalente a 51%.

Principais mercados

A Argentina aumentou as compras de produtos industriais gaúchos em julho. As exportações para o país chegaram a US$ 130 milhões, alta de US$ 8,3 milhões, ou 6,8%, na comparação anual.

Na China, as vendas externas da indústria gaúcha somaram US$ 60,2 milhões, queda de US$ 20,9 milhões, ou 25,8%, em relação a julho de 2025.

Para a União Europeia, as exportações industriais do Estado alcançaram US$ 323 milhões no mês, crescimento de 3,3% sobre julho do ano anterior. Na comparação com a média registrada para julho entre 2021 e 2025, o aumento foi de US$ 63,4 milhões, ou 24,4%.

Considerando os três últimos meses, as exportações de produtos industriais gaúchos para a União Europeia totalizaram US$ 815 milhões. O montante foi 3,6% superior ao registrado no mesmo período de 2025 e ficou US$ 96,4 milhões, ou 13,4%, acima da média.

O resultado trimestral foi impulsionado principalmente pelas exportações de carnes e miudezas de aves, que chegaram a US$ 57,4 milhões, aumento de US$ 45,3 milhões, e de farelos de soja, que somaram US$ 132,7 milhões, crescimento de US$ 28,4 milhões.

Exportações para os EUA

As exportações da indústria de transformação gaúcha para os Estados Unidos totalizaram US$ 129,4 milhões em julho, queda de 33,4% na comparação com julho de 2025.

No período de agosto a dezembro de 2025 e de janeiro a julho de 2026, correspondente aos 12 meses desde a imposição das tarifas norte-americanas, o Rio Grande do Sul exportou US$ 1,4 bilhão para os Estados Unidos. O valor representa uma redução de aproximadamente US$ 561,4 milhões em relação aos 12 meses anteriores à adoção das tarifas, queda de 29,1%.

Importações

As importações do Rio Grande do Sul chegaram a US$ 1,3 bilhão em julho de 2026. O valor representa crescimento de US$ 105 milhões, ou 8,8%, em relação ao mesmo mês de 2025.

Foto: JComp/Magnific/Reprodução | Fonte: Assessoria
21/08/2026 0 Comentários 86 Visualizações
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