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inadimplência

Business

Inadimplência do consumidor cai 1,3% no acumulado em 12 meses

Por Gabrielle Pacheco 08/12/2018
Por Gabrielle Pacheco

A inadimplência do consumidor caiu 1,3% no acumulado em 12 meses (dezembro de 2017 até novembro de 2018 frente aos 12 meses antecedentes), de acordo com dados nacionais da Boa Vista. Na avaliação mensal com ajuste sazonal, novembro apresentou variação negativa de 1,1% frente a outubro. Quando comparado o resultado contra o mesmo mês de 2017, o indicador caiu 4,1%. Regionalmente, na análise acumulada em 12 meses, ocorreu queda nas regiões Centro-Oeste (-3,2%), Norte (-3,9%), Nordeste (-0,5%) e Sudeste (-1,4%). Já na região Sul houve alta de 0,7%.

As adversidades ocorridas na economia ao longo dos últimos anos geraram grande cautela nas famílias, inibindo o consumo e a tomada de crédito, contribuindo para a diminuição do fluxo de inadimplência. Passado o período mais intenso da crise econômica, o indicador demonstra sinais de que caminha para estabilização, após longo período de queda nos registros. Ainda assim, a manutenção de um ritmo estável do estoque de inadimplência está condicionada por uma recuperação mais consistente do mercado de trabalho, diminuição dos juros e evolução da renda.

Metodologia
O indicador de registro de inadimplência é elaborado a partir da quantidade de novos registros de dívidas vencidas e não pagas informados à Boa Vista pelas empresas credoras. As séries têm como ano base a média de 2011 = 100 e passam por ajuste sazonal para avaliação da variação mensal. A partir de janeiro de 2014, houve atualização dos fatores sazonais e reelaboração das séries dessazonalizadas, utilizando o filtro sazonal X-12 ARIMA, disponibilizado pelo US Census Bureau.

A Boa Vista
É uma empresa brasileira que alia inteligência analítica à alta tecnologia para transformar dados em soluções para os desafios de clientes e consumidores. Criada há mais de 60 anos como SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito), tem contribuído significativamente para o desenvolvimento da atividade de crédito no Brasil, ajudando o País a estabelecer uma relação de consumo mais equilibrada entre empresas e consumidores.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
08/12/2018 0 Comentários 431 Visualizações
Business

Boa Vista SCPC desenvolve ferramenta de análise de crédito para tornar as vendas mais ágeis e seguras

Por Gabrielle Pacheco 29/11/2018
Por Gabrielle Pacheco

Para o pequeno e médio empresário, um dos momentos mais delicados de uma venda é saber se está fazendo um bom negócio quando feita no crediário. Por isso, munir-se de informações precisas que possam lhes dar mais segurança no ato de analisar o perfil do cliente é uma das principais recomendações. Do outro lado, o consumidor, ávido por adquirir um bem ou um serviço, pode se tornar um cliente fidelizado, se surpreendido com uma proposta de crédito rápida, personalizada e com taxas e juros e condições de pagamentos diferenciados da média do mercado. Logo, o modo como a relação comercial se estabelece pode determinar, ou não, uma relação de consumo duradoura.

Como explica a diretora de Produtos da Boa Vista SCPC, Lola de Oliveira, mesmo com soluções modernas e eficientes no mercado, que de fato auxiliam o empresário a analisar com mais critério e segurança o perfil do seu cliente na tomada de decisão de conceder ou não o crédito, há os que ainda olham apenas a fotografia do débito, ou seja, se o CPF está ou não negativado, mesmo quando a forma de pagamento solicitada é no crediário.

Em um estudo recente, a Boa Vista constatou que 60,1% das consultas feitas nos últimos seis meses apresentam “nada consta” para restritivos, sendo que 47,4% apresentam alto ou altíssimo risco de se tornarem devedores nos próximos meses. Essa informação não é apresentada quando feita apenas a consulta da fotografia do débito, por isso a necessidade de se analisar, além do restritivo, o hábito de pagamento, e outras informações contidas em soluções inteligentes de análise de crédito.

Consumidores negativados voltam a dever
Um outro dado da Boa Vista, que corrobora a necessidade de análises de crédito mais completas, é que 41,3% dos consumidores negativados no SCPC voltaram a apresentar algum débito no mercado em até 12 meses. Em casos como esses, se o empresário tem a informação na mão, pode fazer uma análise mais criteriosa e oferecer um crédito e um meio de pagamento mais adequados, que minimizem a probabilidade de uma futura inadimplência.

Outro estudo da Boa Vista identificou ainda que análises completas do comportamento do consumidor evitam perdas de até 38,7% com clientes que apresentam “nada consta” na consulta convencional de CPF. Assim, além de tornar mais assertiva a análise creditícia, o empresário pode reduzir os custos com cobranças de débitos futuros, para consumidores que têm alto risco de inadimplência.

“Ferramentas de análise de crédito cada vez mais tecnológicas, inovadoras e eficientes são capazes de apresentar, em poucos segundos, um histórico completo do comportamento do cliente. Logo, ajuda o empresário a prever, com mais objetividade, a probabilidade de pagamento da compra que está sendo solicitada. Por tudo isso, não basta saber se há ou não uma restrição, mas sim qual é a sua severidade, como o valor dos débitos, o segmento em que foi feito e o tipo do débito”, explica Lola.

Família Acerta
Pensando em oferecer todos esses benefícios ao pequeno e médio empresário, a Boa Vista desenvolveu o Família Acerta, uma solução composta por três relatórios de consulta com informações cadastrais, restritivas, comportamentais e de inteligência que analisam o comportamento creditício do consumidor, seu potencial de pagamento e a recomendação da parcela ideal.

“Empresários que já fizeram um teste e aplicaram essas soluções, identificaram seus benefícios, e optaram por incluí-la em suas análises. Fazer uma pesquisa completa, com informação de credibilidade, representa um bom investimento, já que ajuda a prevenir possíveis prejuízos com a inadimplência e, num segundo momento, a minimizar ações de cobrança”, completa Lola.

A Boa Vista SCPC
É uma empresa brasileira que alia inteligência analítica à alta tecnologia para transformar dados em soluções para os desafios de clientes e consumidores. Criada há mais de 60 anos como SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito), tem contribuído significativamente para o desenvolvimento da atividade de crédito no Brasil, ajudando o País a estabelecer uma relação de consumo mais equilibrada entre empresas e consumidores.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
29/11/2018 0 Comentários 523 Visualizações
Business

Com alta de 7,3% em outubro, inadimplência das empresas tem menor crescimento em oito meses

Por Gabrielle Pacheco 28/11/2018
Por Gabrielle Pacheco

A inadimplência das empresas voltou a crescer no mês de outubro, mas em ritmo menor do que o observado ao longo deste ano. Dados apurados pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) revelam que o volume de empresas com o CNPJ inscrito nos cadastros de devedores cresceu 7,3% no último mês de outubro na comparação com igual mês do ano passado. Trata-se da menor expansão desde fevereiro de 2018, quando o avanço havia sido de 6,8%. Em setembro, na base anual de comparação, o crescimento de empresas que não pagaram suas contas fora de 9,4%.

A alta foi puxada principalmente pela região Sudeste, com crescimento do número de empresas inadimplentes de 15,2% na comparação anual. Nas demais regiões também houve crescimento, mas em patamares menores: 2,5% no Sul; 1,8% no Centro-Oeste e 1,0% no Nordeste. A única região a apresentar queda foi o Norte, cuja variação foi de -0,3%.

Já o número de empresas que conseguiram quitar suas dívidas no acumulado de um ano apresentou alta de 7,95%, número maior do que os 3,0% observado em setembro deste ano.

Na avaliação do presidente da CNDL, José Cesar da Costa, o abrandamento da inadimplência das empresas deve ser visto com ressalvas, uma vez que o crescimento dos atrasos ainda está em patamar elevado. “Mesmo com a desaceleração, o número de empresas negativadas hoje é maior do que há um ano. Esse quadro de dificuldades, observado entre empresas e consumidores só poderá ser revertido com um avanço no ritmo da atividade econômica que faça recuperar a renda do consumidor e o faturamento das empresas”, disse o presidente.

Volume de dívidas cresce 4,70% em outubro
Além do aumento no número de empresas inadimplentes, houve também um crescimento na variação da quantidade de dívidas em atraso em nome de pessoas jurídicas: 4,7% a mais em outubro frente a igual mês de 2017. Já na passagem de setembro de 2018 para outubro, houve uma queda de 1,80% no volume de dívidas.

O número de empresas devedoras por ramo da economia mostra que setor de serviços teve a maior alta em outubro, de 11,1%. Em seguida, destaca-se o segmento de comércio (5,0%), seguido pela indústria (3,6%). Já a agricultura registrou queda de 1,5%. Em termos de participação, 46% do total de empresas devedoras atuam no comércio, enquanto 40% são do segmento de serviços e 9% figuram entre as indústrias.

Já análise por setor credor – ou seja, para quem as empresas estão devendo – revela que o número de pendências devidas ao setor de serviços foi o que mais cresceu na comparação anual, com alta de 6,3%. Em seguida, destaca-se a alta das dívidas ligadas à indústria (3,8%) e ao comércio (1,3%). As dívidas com o setor de agricultura caíram -1,0% na variação anual. No total, 70% das pendências são devidas a empresas do setor de serviços e 17% a empresas do comércio.

Metodologia
O Indicador de Inadimplência das Empresas sumariza todas as informações disponíveis nas bases de dados da CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) e do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito). As informações disponíveis referem-se a capitais e interior das 27 unidades da federação.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
28/11/2018 0 Comentários 447 Visualizações
Business

Região Sul registra, em outubro, crescimento no total de consumidores inadimplentes

Por Gabrielle Pacheco 20/11/2018
Por Gabrielle Pacheco

O levantamento mensal da inadimplência realizado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) trouxe uma notícia não muito boa para a Região Sul do país. Ao final do mês de outubro, o número de moradores do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná com alguma restrição no CPF totalizou 8,48 milhões, número levemente superior aos 8,46 milhões registrados em setembro passado. Houve um crescimento de 0,9% na comparação mensal, enquanto que na comparação anual a elevação chegou a 4,11%.

Atualmente, 37,3% da população adulta dos três estados possui débitos que não conseguiram quitar e, por isso, estão registrados em lista de devedores. Na avaliação do presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul (FCDL-RS), Vitor Augusto Koch, o quadro mostra que, mesmo com o fim da recessão e a gradual retomada da economia, os consumidores ainda não conseguiram recuperar a capacidade de quitarem seus compromissos de forma integral.

“O mercado de trabalho ainda não conseguiu ter um crescimento expressivo no número de empregos gerados. Diante disso, o orçamento da maioria das famílias continua curto, o que se reflete de forma negativa no pagamento das pendências e na propensão de consumo da população”, disse Vitor Augusto Koch.

A expectativa do presidente da FCDL-RS é que 2019 traga um novo ciclo virtuoso para a economia brasileira e que isso se reflita na geração de mais emprego e renda. Para tanto, de acordo com Vitor Augusto Koch, serão necessárias a adoção de medidas governamentais que favoreçam o empreendedorismo e a retomada da confiança dos investidores no Brasil.

Sempre é importante lembrar que as pessoas com débitos procuram fazer um esforço para quitá-los, uma vez que as restrições ao CPF impedem que os clientes negativados possam obter financiamentos ou realizar compras parceladas. Nesse sentido, Vitor Augusto Koch destaca que os consumidores inadimplentes priorizem o pagamento das dívidas que possuem juros mais elevados, uma vez que elas crescem de forma vigorosa caso o débito não seja quitado.

“As festas de final de ano podem servir de incentivo para que os moradores da Região Sul inadimplentes recuperem crédito no mercado. Quem se encontra nessa situação deve aproveitar a renda extra do período natalino, como 13º salário e bônus, para procurar o credor e renegociar a dívida, com condições mais vantajosas e, quem sabe, juros menores –afirma o presidente da FCDL-RS.

No que diz respeito ao número de dívidas em atraso em nome de pessoas físicas, houve avanço de 0,70% na Região Sul na comparação entre outubro e setembro de 2018. A média no RS, SC e PR é de 2,2 dívidas em aberto por pessoa inadimplente. Em todo o Brasil o levantamento da CNDL e do SPC apontou que o total de negativados chegou a 62,89 milhões ao final de outubro, o que representa 40,9% da população adulta brasileira.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/11/2018 0 Comentários 423 Visualizações
Business

Recuperação de crédito cai 0,8% no acumulado em 12 meses

Por Gabrielle Pacheco 18/08/2018
Por Gabrielle Pacheco

O indicador de recuperação de crédito obtido a partir da quantidade de exclusões dos registros de inadimplentes da base da Boa Vista SCPC, apontou queda de 0,8% no acumulado em 12 meses, agosto de 2017 até julho de 2018 frente aos 12 meses antecedentes. Na comparação mensal dessazonalizada, houve queda de 0,9% em julho contra o mês anterior. Em relação ao mesmo mês de 2017 houve alta de 0,4%.

Em termos regionais, na comparação acumulada em 12 meses, observou-se alta na região Sul (2,4%) e Sudeste (0,9%). Em sentido oposto, a região Nordeste foi o destaque negativo (-6,0%), seguido do Centro Oeste (-4,1%) e Norte (-2,7%).

O movimento de queda na recuperação resulta das dificuldades enfrentadas pelos consumidores, com lenta retomada da atividade e mercado de trabalho ainda fragilizado. Espera-se que com a diminuição da desocupação e melhora na renda, as famílias encontrem situação financeira mais favorável, que permitirá uma evolução mais consistente na recuperação de crédito.

Esse indicador de recuperação de crédito é elaborado a partir da quantidade de exclusões dos registros de dívidas vencidas e não pagas informados anteriormente à Boa Vista pelas empresas credoras. As séries têm como ano base a média de 2011 = 100 e passam por ajuste sazonal para avaliação da variação mensal. Em janeiro de 2014 houve atualização dos fatores sazonais e reelaboração das séries dessazonalizadas, utilizando o filtro sazonal X-12 ARIMA, disponibilizado pelo US Census Bureau.

A Boa Vista é uma empresa brasileira que alia inteligência analítica à alta tecnologia para transformar dados em soluções para os desafios de clientes e consumidores. Criada há mais de 60 anos como Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC), tem contribuído para o desenvolvimento da atividade de crédito no Brasil, ajudando o país a estabelecer uma relação de consumo mais equilibrada entre empresas e consumidores.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/08/2018 0 Comentários 439 Visualizações
Business

Julho registra 8,16 milhões de inadimplentes na Região Sul

Por Gabrielle Pacheco 10/08/2018
Por Gabrielle Pacheco

O mês de julho trouxe uma pequena redução no total de consumidores inadimplentes na Região Sul do país, passando de 8,19 milhões para 8,16 milhões de pessoas com alguma restrição no CPF. Isso corresponde a 35,99% da população adulta do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, de acordo com estudo realizado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).

Na comparação entre julho de 2018 e o mesmo mês de 2017, foi registrada elevação de 2,64% no número de pessoas físicas com CPF restrito para fazer compras a prazo ou contratar crédito. A variação mensal, isto é, entre julho e junho deste ano, apresentou recuo de 0,34%, demonstrando que alguns consumidores conseguiram quitar suas pendências.

Na avaliação da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul (FCDL-RS), a atual situação econômica do país representa um grande desafio para as famílias brasileiras. Ao não conseguirem equilibrar seus orçamentos, muitas pessoas acumulam contas em atraso e acabam por ingressar no cadastro de devedores.

Nós vemos, mês a mês, um grande esforço dos consumidores em buscar a quitação de seus débitos. São pessoas que querem regularizar seus CPFs, mas enfrentam um quadro desfavorável na economia do país, que ainda não voltou a crescer no ritmo que todos nós gostaríamos. O desemprego e a renda reduzida dos brasileiros contribuem para esse ritmo da inadimplência”, ressalta o presidente da federação, Vitor Koch.

Ele reitera que os consumidores inadimplentes devem priorizar o pagamento das dívidas que possuem juros mais elevados, pois estas acabam crescendo de forma gigantesca em caso de não quitação do débito. Além disso, a falta de pagamento não permite a realização de compras a prazos e a contratação de crédito.

No que diz respeito ao volume de dívidas em nome de pessoas físicas, a Região Sul apresenta queda de 2,90% na comparação entre julho de 2018 e o mesmo mês do ano passado. O número de débitos mostra recuo ininterrupto na região desde agosto de 2016. A média no RS, SC e PR é de 2,1 dívidas em aberto por pessoa inadimplente.

O levantamento do SPC Brasil e CNDL mostra que no país o total de consumidores inadimplentes ao final de julho foi de 63,4 milhões de pessoas, cerca de 41,1% da população com idade acima dos 18 anos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/08/2018 0 Comentários 430 Visualizações
Variedades

Inadimplência do consumidor cai 1,7% no primeiro semestre

Por Gabrielle Pacheco 06/07/2018
Por Gabrielle Pacheco

A inadimplência do consumidor caiu 1,7% no acumulado do primeiro semestre de 2018, de acordo com dados nacionais da Boa Vista SCPC. Na comparação mensal com ajuste sazonal, junho apresentou variação negativa de 4,5% frente a maio. Quando comparado o resultado contra o mesmo mês de 2017, o indicador evoluiu 4,5%. No acumulado em 12 meses (julho de 2017 até junho de 2018 frente aos 12 meses antecedentes), houve redução de 3,8%.

Regionalmente, na análise acumulada do semestre, ocorreu queda nas regiões Norte (-6,0%), Centro-Oeste (-4,5%), Nordeste (-1,9%), Sudeste (-1,8%). Apenas a região Sul registrou evolução no período (2,4%).

As adversidades ocorridas na economia ao longo dos últimos anos geraram grande cautela nas famílias, inibindo o consumo e a tomada de crédito, contribuindo para a diminuição do fluxo de inadimplência. Dado o ritmo lento da recuperação da atividade econômica e do mercado de trabalho, a queda nos registros persiste. Espera-se que com a diminuição da desocupação e juros menores ocorra uma evolução mais consistente na demanda por crédito, que deverá colaborar para a manutenção de um ritmo estável do estoque de inadimplência.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
06/07/2018 0 Comentários 430 Visualizações
BusinessVariedades

Inadimplência do consumidor cai 4,5% no acumulado em 12 meses, diz Boa Vista SCPC

Por Gabrielle Pacheco 07/06/2018
Por Gabrielle Pacheco

A inadimplência do consumidor caiu 4,5% no acumulado 12 meses, de acordo com dados nacionais da Boa Vista SCPC. Na comparação mensal com ajuste sazonal, maio apresentou aumento de 5,3% frente a abril. Quando comparado o resultado contra o mesmo mês de 2017, o indicador evoluiu 5,4%. Na avaliação acumulada no ano a inadimplência caiu 2,8%.

As adversidades ocorridas na economia ao longo dos últimos anos geraram grande cautela nas famílias, inibindo o consumo e a tomada de crédito, contribuindo para a diminuição do fluxo de inadimplência. Dado o ritmo lento da recuperação da atividade econômica e do mercado de trabalho, a queda nos registros persiste no acumulado em 12 meses. Espera-se que com a diminuição da desocupação e juros menores ocorra uma evolução mais consistente na demanda por crédito, que deverá colaborar para a manutenção de um ritmo estável do estoque de inadimplência.

Foto: divulgação | Fonte: Assessoria
07/06/2018 0 Comentários 380 Visualizações
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