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IBGE

Business

Pesquisa do IBGE mostra crescimento das vendas do varejo gaúcho em outubro

Por Ester Ellwanger 09/12/2021
Por Ester Ellwanger

O mês de outubro apresentou crescimento das vendas do comércio no Rio Grande do Sul, de acordo com a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) divulgada pelo IBGE nesta quarta-feira, 8 de dezembro. O levantamento mostra que o varejo gaúcho em geral teve alta de 1,6% em outubro frente a setembro e que o comércio ampliado, que abrange venda de veículos e de materiais de construção, teve incremento de 2,2%.
O resultado no RS é expressivo tendo em vista que no país o setor varejista teve leve queda, de 0,6% no mesmo confronto e o comércio ampliado, em nível nacional, as vendas caíram 0,9% em nível nacional.


O presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch, considera importante a reação das vendas do comércio gaúcho em outubro. Para o dirigente, esse resultado já demonstra que o último trimestre de 2021 deve se caracterizar por resultados mais animadores para o varejo do estado.

“O avanço da vacinação, a maior circulação de consumidores, o crescimento da geração de novos postos de trabalho e a demanda reprimida de consumo são fatores que colaboraram para a melhoria das vendas em outubro. Soma-se a isso o pagamento do 13º salário em novembro e dezembro e o início do pagamento do Auxílio Brasil neste final de ano e podemos ter a expectativa de que as vendas serão ainda melhores nos dois últimos meses de 2021. Além, é claro, de datas como a Black Friday e o Natal, que impulsionam o consumo. No que diz respeito ao Rio Grande do Sul é fundamental que as vendas cresçam, pois os lojistas gaúchos sofreram muito com as restrições à sua atividade e precisam muito desse incremento para garantir a sustentabilidade de seus negócios”, avalia Vitor Augusto Koch.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/12/2021 0 Comentários 569 Visualizações
Cidades

Estudo da Amlinorte revela que Litoral Norte tem uma população superior a 700 mil pessoas

Por Gabrielle Pacheco 06/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Amlinorte encaminhou ao Governador do Estado um relatório com 600 páginas, demonstrando o aumento populacional que o Litoral Norte vem apresentando nos últimos meses. Os dados foram obtidos levando em consideração o aumento no consumo de energia elétrica na região, além do aumento na produção do lixo e também na cobertura da vacina da gripe da população idosa, que superou a casa dos 100%.

De acordo com o presidente da Amlinorte, prefeito Pierre Emerim da Rosa, de Imbé, somente no levantamento feito junto a CEEE, houve um aumento no consumo de energia elétrica na região na ordem de 25% nos últimos três meses, comparado com o mesmo período do ano passado. Além disso, o volume de resíduos sólidos coletados nos últimos seis meses também demonstra um acréscimo substancial, permitindo calcular, com base nos índices preconizados pelo Ministério do Meio Ambiente, que a população do litoral Norte já está em 716 mil pessoas e não 397 mil como previstos no IBGE 2019.

Os dados foram apresentados ao governador do Estado, através de uma videoconferência, que solicitou o encaminhamento dos estudos feitos pela Associação de Municípios, material compilado pelo escritório Sielichow Advocacia, pelos advogados Cristiano Sielichow e Rui Lang, que auxiliaram na elaboração do pedido administrativo junto ao Governo do Estado. A expectativa agora é de que o governo possa ajustar os cálculos e medidas adotadas para o Litoral Norte, tanto no combate ao coronavírus, quanto a liberação de leitos, imposição de bandeiras e até mesmo nos repasses de programas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/07/2020 0 Comentários 531 Visualizações
Business

Abril registra queda de vendas histórica no varejo gaúcho

Por Gabrielle Pacheco 22/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

O mês de abril registrou a pior queda da história nas vendas do comércio varejista ampliado do Rio Grande do Sul, de acordo com a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na relação com igual período de 2019, a retração foi de 27,69%, e, na comparação com março deste ano o recuo chegou a 17,4%.

O presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul – FCDL-RS, Vitor Augusto Koch, destaca que a gravidade dos indicadores, que apontam que a queda das vendas levou o estado a um patamar de consumo similar ao existente em abril de 2009, ou seja, 11 anos atrás.

“Esta situação ocorreu exclusivamente em função das determinações do governo estadual e de vários municípios de fechar a maioria dos estabelecimentos comerciais, dentro de uma equivocada estratégia de combater a pandemia do coronavirus no Rio Grande do Sul”, ressalta Vitor Augusto Koch.

O impedimento do funcionamento das lojas em abril levou ao registro de quase 20 mil demissões no varejo gaúcho, número que só não foi maior em função da flexibilização das relações trabalhistas, com a possibilidade da adoção de instrumentos como a interrupção temporária dos contratos de trabalho.

A maior queda em termos de gêneros do comércio varejista gaúcho ocorreu no ramo de livrarias e papelarias, totalizando 85,48% a menos na comparação com abril de 2019. Isso aconteceu muito em função do recuo das vendas de material de escritório, uma vez que o setor de serviços, principal comprador, também ficou impedido de exercer atividades.

O segundo maior desempenho negativo nas vendas em abril ficou com o ramo de vestuário, calçados e tecidos, que registrou queda de 78,4%.

“Esta foi a atividade varejista mais prejudicada pelas medidas de isolamento social. O fechamento das lojas ocorreu bem na época de grande concentração de vendas, em função da aproximação dos meses mais frios no Rio Grande do Sul e de datas comemorativas nos primeiros dias de maio, em especial o Dia das Mães”, avalia Koch.

As lojas de veículos e os estabelecimentos que vendem artigos pessoais e cosméticos tiveram redução de 62% nas vendas em abril, comparando com o mesmo mês de 2019.

Móveis e eletrodomésticos, com queda de 39,88%; material de construção, com 31,79% e produtos de informática e para escritório, com 20,85%, foram outros ramos com recuos expressivos de vendas em abril.

Chama a atenção da FCDL-RS que as vendas de combustíveis caíram 13,74% e de produtos farmacêuticos recuaram 7.26%. Embora esses ramos estivessem com suas lojas abertas no período de isolamento social, a queda nas vendas dos combustíveis se deu em função da própria redução da mobilidade das pessoas, que ficaram em casa.

“Entretanto, o recuo das vendas de produtos farmacêuticos é preocupante na medida em que pode ser o primeiro indicativo da falta de renda das pessoas, decorrente da parada da economia, impossibilitando o consumo de produtos essenciais para elas”, enfatiza o presidente da FCDL-RS.

O único ramo do varejo gaúcho a registrar o crescimento em abril foi o de hiper e supermercados, com alta de 4,9% em relação ao mesmo mês de 2019. Essas lojas ficaram predominantemente abertas, sendo que no caso dos hipermercados houve a possibilidade dos consumidores adquirirem outros produtos além dos gêneros alimentícios. Isso, na avaliação da FCDL-RS foi uma distorção competitiva, uma vez que as lojas de roupas, calçados, linha branca e eletroeletrônicos estavam obrigatoriamente fechadas.

Com relação aos indicadores a serem apurados sobre as vendas em maio deste ano a FCDL-RS acredita que eles deverão ser um pouco melhores. A comercialização de produtos, provavelmente, será maior do que a registrada em abril deste ano, em função da flexibilização do isolamento social em várias cidades gaúchas. Ainda assim, é praticamente certo que estarão em patamares bem inferiores aos registrados em maio de 2019.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/06/2020 0 Comentários 497 Visualizações
Variedades

PIB gaúcho do primeiro trimestre de 2020 será divulgado nesta quarta-feira

Por Gabrielle Pacheco 09/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

Os números do Produto Interno Bruto (PIB) do Rio Grande do Sul do primeiro trimestre de 2020 serão divulgados nesta quarta-feira (10), às 11h. O cálculo é uma referência ao desempenho dos diferentes setores econômicos do Estado e os comparativos com os resultados do país.

Os dados foram elaborados por técnicos do Departamento de Economia e Estatística (DEE), vinculado à Secretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão (Seplag), a partir de informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A apresentação será realizada pelas redes sociais e poderá ser acompanhada por qualquer interessado. Ao final da divulgação, os técnicos do DEE e o titular da Seplag, Claudio Gastal, responderão perguntas da imprensa.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/06/2020 0 Comentários 560 Visualizações
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Unisc produz informações socioespaciais para auxiliar na prevenção e combate à pandemia do Covid-19 na região

Por Gabrielle Pacheco 27/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

O Observatório do Desenvolvimento Regional (ObservaDR), coordenado pelo Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Regional da Unisc -Mestrado e Doutorado (PPGDR), está sistematizando um conjunto de dados e gerando informações e análises sobre variáveis sociais, demográficas, infraestruturais, de saúde e sobre domicílios dos municípios do Vale do Rio Pardo e do Taquari, além de alguns dados estaduais. Os dados servem para auxiliar a tomada de decisões no combate ao avanço do coronavírus.

A iniciativa faz parte do projeto ObservaDR-Covid-19 e tem como objetivo contribuir com a produção de informações científicas de interesse público para a gestão em saúde e assistência social durante a pandemia. O material produzido está sendo disponibilizado de forma aberta no portal do Observatório e pode ser acessado e utilizado pelo poder público e comitês de gestão relacionados ao combate ao Coronavírus e pela sociedade em geral. São planilhas e mapas temáticos com análises.

O material está sendo organizado por uma equipe de professores e estudantes de pós-graduação e graduação da Unisc, e técnicos da Secretaria Municipal de Planejamento de Santa Cruz do Sul, a partir de dados oficiais do IBGE, DATASUS, Prefeitura Municipal de Santa Cruz do Sul, entre outros. São aproximadamente 20 pessoas atuando no projeto ObservaDR-Covid-19. Parte dos dados já está disponível no portal e parte será colocada nas próximas semanas.

Para o diretor de Pesquisa e Pós-graduação da Unisc, Adilson Ben da Costa, essa iniciativa é muito importante pois reúne informações científicas fundamentais para auxiliar os gestores na seleção das melhores estratégias de combate à pandemia da Covid-19. A coordenação do projeto está com o professor Rogério Leandro Lima da Silveira, que explica que a iniciativa é resultado de um trabalho colaborativo, voluntário e interdisciplinar, que visa produzir informações científicas sociodemográficas e espaciais sobre os territórios e a população das sociedades de Santa Cruz do Sul e do Vale do Rio Pardo. Silveira explica que o projeto é uma das contribuições da Unisc, como Universidade comprometida com a comunidade, para as prefeituras, comitês de crise e demais organizações envolvidas no controle da pandemia, assim como para a sociedade em geral.

A iniciativa reúne o ObservaDR, o Mestrado e Doutorado em Desenvolvimento Regional, as graduações em Geografia, Arquitetura e Urbanismo e Comunicação Social, e tem o apoio da Sociedade de Engenheiros e Arquitetos de Santa Cruz do Sul (Seasc) e da Secretaria Municipal de Planejamento, Orçamento e Gestão da prefeitura de Santa Cruz do Sul (Sepog).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/04/2020 0 Comentários 483 Visualizações
Saúde

Expectativa de vida no Brasil sobre para 76,3 anos

Por Gabrielle Pacheco 02/12/2019
Por Gabrielle Pacheco

A expectativa de vida ao nascer no Brasil subiu para 76,3 anos em 2018, segundo informou nesta quinta-feira (28) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IBGE. O resultado é baseado em informações sobre a média de idade em que as pessoas morreram no ano anterior no país. Para os brasileiros que nasceram em 1940, por exemplo, a expectativa de vida era apenas de 45 anos e meio. Ou seja, quase 31 anos a menos do que agora. De acordo com o pesquisador do IBGE Márcio Minamiguchi, uma série de fatores contribuiu para que esse período aumentasse tanto de lá para cá.

“O Brasil é outro de 1940 em relação à atualidade. Era um país majoritariamente rural, com a população ainda, na maior parte, analfabeta, com pouco acesso tanto a medicamentos quanto ao acesso à saúde, de modo geral. O maior conhecimento a respeito de saúde e doença contribuiu bastante para que os níveis de mortalidade diminuíssem”, conta.

“O maior conhecimento a respeito de saúde e doença contribuiu bastante para que os níveis de mortalidade diminuíssem.”

O levantamento mostra, ainda, que, para ambos os sexos a maior expectativa de vida ao nascer foi observada em Santa Catarina: 79,7 anos. Outros estados com valores elevados, acima dos 78 anos, são o Espírito Santo, São Paulo, Distrito Federal e Rio Grande do Sul. No outro extremo está o Maranhão, com a expectativa um pouco acima de 71 anos, e o Piauí, em 71,4 anos. Ou seja, uma criança nascida no estado maranhense, conforme a taxa de mortalidade observada em 2018, viveria, em média, 8,6 anos a menos que uma criança nascida em Santa Catarina.

A pesquisa revela que as taxas no Brasil melhoraram gradativamente, mas ainda estão longe das registradas nos países mais desenvolvidos, mesmo nos estados do Espírito Santo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e São Paulo, com índices abaixo de 10 por mil. Japão e Finlândia, por exemplo, tem taxas abaixo de 2 por mil.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
02/12/2019 0 Comentários 465 Visualizações
Variedades

Índice de atividade turística cresce 4,8% em setembro

Por Gabrielle Pacheco 16/11/2019
Por Gabrielle Pacheco

O índice de atividades turísticas no país apresentou um crescimento de 4,8% em setembro em relação ao mês de agosto. O percentual, divulgado nesta terça-feira (12), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é quatro vezes maior do que foi registrado por todo o setor de serviços no mesmo período (1,2%). Destaque para os estados de São Paulo, que teve alta de 10,5%; Distrito Federal, com avanço de 4,8%; e o Rio de Janeiro, que expandiu em 2,1% suas atividades.

O ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, celebrou os dados positivos apresentados e ressaltou a importância do setor para o país. “Estamos trabalhando para conseguir resultados como estes, que mostram a relevância deste segmento para ajudar no desenvolvimento econômico do país. Ainda temos muito a crescer e vamos continuar atuando nisso, para gerar mais emprego e renda para os brasileiros”, comentou Álvaro Antônio.

“Ainda temos muito a crescer e vamos continuar atuando nisso, para gerar mais emprego e renda para os brasileiros.”

No acumulado do ano, de janeiro a setembro, o índice teve alta de 2,2% quando comparado com o mesmo período do ano passado. Segundo a pesquisa, o número foi impulsionado pelos ramos de locação de automóveis, de hotéis e de serviços de catering, bufê e comida preparada. Neste comparativo, os destaques vão para os estados do Ceará (5,9%), seguido por São Paulo (5,1%), Minas Gerais (2%) e Rio de Janeiro (1,2%).

Realizada pelo IBGE, a Pesquisa Mensal de Serviços produz indicadores que permitem acompanhar o comportamento conjuntural do setor de serviços no País. O levantamento traz a receita bruta de serviços nas empresas formalmente constituídas, com 20 ou mais pessoas ocupadas, que desempenham como principal atividade um serviço não financeiro, excluídas as áreas de saúde e educação.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
16/11/2019 0 Comentários 553 Visualizações
Variedades

Preço das passagens aéreas cai 16,85% em 2019

Por Gabrielle Pacheco 12/10/2019
Por Gabrielle Pacheco

As passagens aéreas no Brasil ficaram mais baratas em 2019. A constatação é da Pesquisa Mensal do Comércio, divulgada nesta quinta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No acumulado de janeiro a setembro deste ano, o preço do bilhete teve uma queda de 16,85%, item não-alimentício com a maior redução para o consumidor brasileiro.

A diminuição no valor das passagens aéreas é uma das frentes que o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, busca trabalhar para o desenvolvimento do setor no Brasil. Segundo ele, o índice é uma resposta de algumas das ações que a Pasta vem realizando para estimular as viagens domésticas.

“Isso é resultado de um trabalho importante que estamos realizando para tornar o turismo mais acessível. Com a atração de novas empresas e destravando legislações que emperram o setor, poderemos proporcionar aos brasileiros mais oportunidades de conhecer o país”, comemorou.

“Isso é resultado de um trabalho importante que estamos realizando para tornar o turismo mais acessível.”

No final de setembro, durante agenda em São Paulo, Álvaro Antônio propôs a criação de um grupo de trabalho que buscará reduzir o preço das passagens aéreas, além de aumentar o número de rotas para atender diversos destinos turísticos do país.

Um dos objetivos será buscar o equilíbrio entre oferta e demanda com políticas públicas mais eficazes para tornar os modais de transporte mais integrados e estruturados. Melhorias de infraestrutura dos aeroportos, conectividade e atração de investimentos são algumas das iniciativas a serem desenvolvidas.

A chegada das empresas “low cost” devem representar ainda uma importante ferramenta para melhorar o preço das passagens aéreas para os brasileiros. Ao todo, cinco empresas já demonstraram interesse em operar no país: a Air Europa, que mostrou interesse em atuar no mercado doméstico; a Sky e a Norwegian, que já estão realizando voos internacionais; a Flybondi, que começou a operar nesta sexta-feira (11), e a JetSmart, que voará no país a partir de dezembro.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
12/10/2019 0 Comentários 492 Visualizações
Variedades

CadÚnico será integrado à Pnad Contínua

Por Gabrielle Pacheco 30/08/2019
Por Gabrielle Pacheco

Uma parceria firmada nesta quinta-feira (29), em Brasília, entre o Ministério da Cidadania e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) vai ampliar o banco de dados com informações sobre a situação das famílias de baixa renda no País e tornar mais eficaz a identificação de suas demandas.

O Cadastro Único (CadÚnico), coordenado pelo Ministério da Cidadania, será integrado à Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), realizada pelo IBGE. Desta forma, o governo federal poderá desenhar políticas públicas mais específicas e assertivas voltadas à população em situação de vulnerabilidade social.

O CadÚnico reúne informações de mais de 76 milhões de brasileiros de baixa renda, tais como características da residência, identificação de cada pessoa da família, escolaridade e situação de trabalho e renda.

A Pnad Contínua produz indicadores trimestrais que apontam as flutuações e a evolução, no curto, médio e longo prazos, da força de trabalho, e outras informações necessárias para o estudo do desenvolvimento socioeconômico do País, como educação, acesso à televisão e à internet, posse de telefone celular, se realiza trabalho voluntário ou se há trabalhadores jovens e crianças.

O ministro da Cidadania, Osmar Terra, afirma que a integração entre dois dos maiores bancos de dados do País permitirá uma visão ampla sobre a população vulnerável, gerando subsídios para que o governo federal elabore e implemente políticas que atendam esse público de maneira mais efetiva.

“Vamos criar o maior banco de dados da história do Brasil sobre pessoas em situação de vulnerabilidade social. Nossos dados são atualizados diariamente por dezenas de miliares de assistentes sociais em todo o Brasil, e essa parceria com o IBGE vai formar um quadro gigante, e muito próximo da realidade, sobre a situação social do Brasil e como podemos agir com maior impacto”, comentou.

Também participaram da cerimônia de assinatura do documento técnicos do IBGE e os diretores de Gestão da Informação, Davi Lopes; de Monitoramento, Caio Nakashima; de Avaliação, Ronaldo Souza; e o Diretor do Cadastro Único, Walter Emura.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
30/08/2019 0 Comentários 786 Visualizações
Saúde

IBGE realiza a Pesquisa Nacional de Saúde

Por Gabrielle Pacheco 22/07/2019
Por Gabrielle Pacheco

A partir de agosto deste ano, pesquisadores do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), terão a missão de levantar dados sobre as condições de vida e de saúde da população brasileira.

Essa é a Pesquisa Nacional de Saúde, que vai ajudar o Ministério da Saúde com informações que colaborem no aperfeiçoamento e formulação de políticas públicas eficientes. É o que explica a coordenadora Geral de Vigilância de Doenças e Agravos não Transmissíveis do Ministério da Saúde, Luciana Sardinha.

“O objetivo da pesquisa é produzir dados para todo o território nacional sobre as condições de vida e de saúde de toda a população. E isso vai ajudar a fazer todas as políticas na área de saúde e os programas para população, para agirmos nas áreas de atenção à saúde, principalmente, em programas como o tabagismo, a estratégia saúde da família, Farmácia Popular e tantos outros programas que a gente tem dentro do Ministério da Saúde”.

As visitas dos pesquisadores do IBGE vão percorrer todo o país e entrevistar mais de 108 mil residências em mais de três mil municípios, pelas regiões urbanas e rurais.

“Eles estarão uniformizados com colete e crachá de identificação do IBGE. Por isso, é importante a população colaborar”, afirma Luciana Sardinha.

“Os entrevistadores têm uma conduta de abordagem nos domicílios. E a população pode nos ajudar muito recebendo essas pessoas e informando com a maior veracidade as informações que serão solicitadas. Isso vai nos ajudar muito com esses resultados para depois trazer as melhores políticas e programas para atender a população”.

A Pesquisa Nacional de Saúde é realizada a cada cinco anos pelo Ministério da Saúde em parceria com o IBGE, e os resultados deste levantamento devem ficar prontos em 2020.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
22/07/2019 0 Comentários 546 Visualizações
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