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Cidades

Governo do estado atualiza classificação, mas Nova Petrópolis permanece na Bandeira Laranja

Por Gabrielle Pacheco 29/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

A classificação das regiões do RS de acordo com as bandeiras determinadas pelo Modelo de Distanciamento Controlado foi atualizada pelo Governo do Estado nesta segunda-feira, 29. Nova Petrópolis permaneceu na Bandeira Laranja. Os protocolos da Bandeira Laranja já estão em vigor no Município e seguem até 6 de julho.

A Macrorregião Serra, da qual Nova Petrópolis faz parte, havia sido classificada com a Bandeira Vermelha na atualização do Modelo de Distanciamento Controlado divulgado pelo Governo do Estado na sexta-feira, 26 de junho. As autoridades Municipais se mobilizaram junto aos demais Municípios da Região para recorrer da decisão e pedir a reclassificação para a Bandeira Laranja. Após analisar os recursos, o governador anunciou a permanência da Macrorregião Serra à Bandeira Laranja nesta segunda-feira, 29 de junho.

A Administração Municipal reforça o apelo para que toda comunidade intensifique os cuidados preventivos contra a propagação do novo coronavírus, como uso de máscaras, distanciamento social, etiqueta respiratória e higienização frequente das mãos. A colaboração de todos é responsável para manutenção da Região na Bandeira Laranja.

As determinações das medidas sanitárias instituídas pelo Sistema de Distanciamento Controlado correspondentes à Bandeira Laranja e pelo Decreto Municipal nº 096/2020 seguem em vigor no Município.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/06/2020 0 Comentários 478 Visualizações
Cidades

Pesquisa da UFPel será retomada em Santa Cruz

Por Gabrielle Pacheco 25/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

A UFPel e o Governo do Estado vão retomar a pesquisa sobre Covid-19 no Rio Grande do Sul. As quatro etapas, que já foram concluídas, ocorreram quinzenalmente. A pedido do governador Eduardo Leite, a UFPel, em parceria com universidades dos municípios contemplados, vai retomar as visitas para avaliar a evolução da pandemia. Agora, as ações ocorrerão apenas uma vez por mês.

Santa Cruz está entre os municípios onde será realizado o levantamento. A expectativa é visitar 500 casas entre os dias 27 e 29 de junho. Voluntários da Unisc farão a aplicação de testes rápidos e as entrevistas a partir das 8 horas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/06/2020 0 Comentários 496 Visualizações
Cidades

Nova Petrópolis apresenta recursos recebidos para enfrentamento da Covid-19

Por Gabrielle Pacheco 24/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

A secretária Municipal de Saúde e Assistência Social, Cláudia Silvane Pires, e a adjunta da pasta, Veroni Meyer Fagundes, acompanhadas do contador da Prefeitura Municipal, Dionatan Rodrigo Simm Pradella, participaram da sessão da Câmara de Vereadores, na segunda-feira, 22. Os representantes do Poder Público apresentaram os recursos recebidos para aplicação em ações de enfrentamento à Covid-19 e na mitigação dos efeitos da pandemia.

O Município recebeu, até o momento, o total de R$ 1.116.027,76 para aplicação exclusiva em ações de enfrentamento à pandemia; R$ 250 mil para serem aplicados preferencialmente em ações de enfrentamento e R$ 1.158.087,98 para mitigar as dificuldades financeiras decorrentes do estado de calamidade pública. O Poder Público ainda tem a receber três parcelas do Programa Federativo de Enfrentamento ao Coronavírus, no valor de R$ 618.133,99 cada, e a competência de junho do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) pelo Apoio Financeiro aos Municípios (AFM), com valor indefinido até o momento.

A Administração Municipal já utilizou parte dos recursos para locação de estruturas para o Ambulatório de Campanha, ao custo total de R$ 67.999,60, sendo R$ 64.221,60 com recursos vinculados e R$ 3.778,00 com recursos próprios; aquisição de três ventiladores pulmonares, pelo valor total de R$ 135 mil, sendo R$ 83 mil custeados com recursos provenientes do Poder Judiciário da Comarca de Nova Petrópolis, e R$ 52 mil com recursos próprios; compra de três monitores multiparâmetros (ECG, SPO2, PNI, temperatura e respiração), pelo valor total de R$ 120.000,00, sendo R$ 100 mil custeados com recursos da Sicredi Pioneira RS e R$ 20.000,00 com recursos próprios.

A Secretaria Municipal de Saúde e Assistência Social adquiriu 200 testes rápidos para utilização no monitoramento de casos em Nova Petrópolis. Foi investido R$ 27.700,00 nesta compra, sendo 100 unidades a R$ 149,00 e 100 a R$ 128,00. Além disso, o Executivo Municipal aplicou recursos na estruturação do Ambulatório de Campanha com material elétrico, hidráulico e de higiene; divulgação de ações preventivas, materiais de adequação de acolhimentos e atendimentos, equipamentos de proteção individual (máscaras e macacões), medicamentos, materiais ambulatoriais e de higienização, entre outros.

Dos recursos, R$ 190.250,00 já foram encaminhados para o Hospital Nova Petrópolis (HNP). Ainda devem ser repassados, conforme aprovação do plano de trabalho, R$ 343.003,40 ao HNP provenientes de emendas específicas para o hospital. O Corpo de Bombeiros Voluntários de Nova Petrópolis também recebeu repasse de R$ 5 mil.

A Prefeitura de Nova Petrópolis recebeu R$ 1.158.087,98 para abrandar as dificuldades financeiras devido à baixa na arrecadação dos Municípios decorrentes do estado de calamidade pública. O apoio financeiro da União aos entes federativos que recebem recursos do Fundo de Participação dos Municípios – FPM utilizou a arrecadação de março a junho de 2019 como base para repassar a diferença do arrecadado em 2020 durante a pandemia.

A Administração Municipal, em conjunto com o Comitê de Crise de Nova Petrópolis, devem estudar ações para apoio à Região que o Município está vinculado para manutenção da Bandeira Laranja no Modelo de Distanciamento Controlado do Governo do Estado do Rio Grande do Sul.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/06/2020 0 Comentários 461 Visualizações
Cidades

Entenda o que muda em Campo Bom com a bandeira vermelha

Por Gabrielle Pacheco 23/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

Campo Bom entrou para a bandeira vermelha no modelo de Distanciamento Controlado do Estado. A informação foi divulgada no último sábado, 20, e o pronunciamento do governo do Rio Grande do Sul apontou que outros 14 municípios da região de Novo Hamburgo sofreram a mudança. Isso significa que se impõem restrições mais severas porque a capacidade de resposta do serviço de saúde está abaixo do nível de propagação do coronavírus.

O prefeito Luciano Orsi reforça que a partir desta terça-feira, o Município amplia o número de leitos de UTI específicos para coronavírus de dois para cinco. Ele reforça que no município o empreendedorismo sempre foi muito forte. “Não podemos ficar sem exercer as atividades, mesmo com restrições. Vamos trabalhar para conseguir, dentro dos critérios, manter algumas atividades com controle, como já estávamos fazendo. Enviamos para a Câmara de Vereadores um projeto de lei que prevê multa a quem desrespeitar o isolamento social. Já que não houve a compreensão de parte da comunidade, a partir de agora será multado quem estiver em um grupo com mais de cinco pessoas”, afirma o prefeito. A multa inicial é de 50 Unidades de Referência Municipal (URMs), o equivalente a R$ 205 e, na reincidência, 100 URMs, R$ 410.

Com as medidas mais rigorosas de enfrentamento à Covid-19, somente estabelecimentos que vendem itens essenciais podem permanecer abertos, mantendo 50% dos trabalhadores, enquanto que os demais locais de comércio devem ficar fechados. As aulas devem ser mantidas de forma remota; restaurantes estão proibidos de servir clientes no local, mas podem atender em sistema de telentrega, drive-thru e pegue e leve; no campo da saúde, vital ao enfrentamento da pandemia, os serviços não são afetados.

Serviços de Campo Bom

A Administração Municipal de Campo Bom segue o protocolo indicado pelo governo do Estado no que diz respeito aos serviços oferecidos para a comunidade. Alguns sofrerão mudanças, enquanto outros permanecem sem alteração. A entrega de cestas básicas às famílias carentes e o funcionamento do abrigo para moradores em situação de rua permanecem, porém, com os cuidados sanitários redobrados. A Estação Saúde suspende suas atividades, enquanto que a Feira do Agricultor funciona com 50% dos expositores.

Protocolos previstos pelo governo do Estado por setor

Redução no teto de operação dos serviços públicos não essenciais, restrito a 25% dos trabalhadores. Serviço de habilitação de condutores com operação restrita a apenas 50% dos trabalhadores. Serviços públicos essenciais, bem como atividades de fiscalização e inspeção sanitária, não têm a operação afetada.

Produção e serviços relacionados à agricultura, pecuária e produção florestal sofrem redução no teto de operação a 50% dos trabalhadores.

Restaurantes, padarias e lanchonetes deixam de operar na modalidade presencial, ofertando serviços apenas por meio de tele-entrega, pegue e leve ou drive-thru. Hotéis passam a operar com apenas 40% dos quartos disponíveis.

O comércio de rua é suspenso. Somente poderão operar estabelecimentos que comercializem itens essenciais, como medicamentos, produtos de higiene, alimentação e transporte. Farmácias, supermercados e postos de gasolina têm operação reduzida a 50% dos trabalhadores. Serviços de manutenção e reparação de veículos automotores passam a operar com 25% dos trabalhadores.

Ao longo da semana, governo do Estado deve anunciar como será o retorno às aulas presenciais, em etapas, mas já adianta que a retomada em 1º de julho não será possível.  Demais atividades de ensino seguem na modalidade remota.

Passam a operar com 75% dos trabalhadores. A orientação inicial da bandeira vermelha era de 50%.

No campo da saúde, vital ao enfrentamento da pandemia, os serviços não são afetados. No entanto, recomenda-se a postergação de consultas eletivas. Serviços de veterinária têm a atividade reduzida para 50% dos trabalhadores.

Academias poderão atender somente um aluno por vez; missas e serviços religiosos devem receber até 30 pessoas; clubes esportivos terão atendimento individual de atletas, sem permissão para treinos coletivos; serviços de higiene pessoal – como cabeleireiro e barbeiro – são vedadas. Ficam vedadas também as atividades de captação de áudio e vídeo em teatros e casas de espetáculo, de empréstimo e consulta de itens em museus, bibliotecas e acervos, bem como os ateliês de arte. Parques, jardins botânicos e zoológicos são fechados para atendimento ao público, sendo permitida a operação de 50% dos trabalhadores. Serviços imobiliários, de consultoria e administrativos passam a ser somente via teleatendimento, com no máximo 25% dos trabalhadores presentes no estabelecimento. Serviços bancários e de advocacia permanecem com atendimento presencial restrito, com no máximo 50% dos trabalhadores.

Serviços de utilidade pública não sofrem alteração na operação com a vigência da bandeira vermelha, dado sua essencialidade. Mesmo com 100% de operação permitida, esses estabelecimentos devem respeitar o número máximo de pessoas por ambiente permitido com o distanciamento mínimo obrigatório entre pessoas.

O transporte de passageiros passa a operar com apenas 50% dos assentos da janela disponíveis.

Todas as regiões, independente da bandeira em que se encontram, devem seguir os protocolos de prevenção, que incluem uso de máscara, distanciamento entre as pessoas, higienização dos ambientes e das mãos, uso de equipamento de proteção individual (EPI), afastamento de casos positivos ou suspeitos, teto de ocupação e atendimento diferenciado para grupos de risco.

Outros 14 municípios sofrem alteração da bandeira

A Região de Novo Hamburgo apresentou piora em um oito dos 11 indicadores que calculam o risco de cada região. Araricá, Campo Bom, Dois Irmãos, Estância Velha, Ivoti, Lindolfo Collor, Morro Reuter, Nova Hartz, Novo Hamburgo, Portão, Presidente Lucena, Santa Maria do Herval, São José do Hortêncio, São Leopoldo e Sapiranga são os municípios da Região de Novo Hamburgo que entraram na bandeira vermelha no modelo de Distanciamento Controlado.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/06/2020 0 Comentários 477 Visualizações
Cidades

Nova Petrópolis passa a ser classificada com a bandeira laranja a partir desta segunda-feira

Por Gabrielle Pacheco 22/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Bandeira Laranja está em vigor em Nova Petrópolis já nesta segunda-feira, 22. A antecipação da vigência da Bandeira foi publicada pelo governador do Estado, Eduardo Leite, neste domingo, 21 de junho, no Decreto Estadual nº 55.321.

Segundo o Decreto Estadual, “ressalvadas as hipóteses previstas no § 2º do art. 6º do Decreto nº 55.240, de 10 de maio de 2020, se os resultados da mensuração dos indicadores de que trata o inciso I deste artigo apontarem para modificação da Bandeira Final de determinada Região para uma menos restritiva, esta terá vigência inicial de que trata o inciso V do art. 7º do Decreto nº 55.240, de 10 de maio de 2020, antecipada para a zero hora de segunda-feira, dia 22 de junho de 2020.”

Apenas as Regiões que mudarem sua Bandeira para uma classificação mais restritiva passam a valer na terça-feira. O Decreto Estadual nº 55.321 também prevê que, nas próximas atualizações de Bandeira, quando uma bandeira final migrar da mais restritiva para a menos restritiva, a troca entra em vigor à zero hora de sábado.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/06/2020 0 Comentários 647 Visualizações
Cidades

Nova Petrópolis participa de reunião virtual sobre Protocolos de Distanciamento Controlado

Por Gabrielle Pacheco 19/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

s prefeitos das cidades da Macrorregião Serra se reuniram em uma live na manhã de quarta-feira, 17, para deliberar sobre os protocolos de Distanciamento Controlado do Governo do RS. O prefeito de Nova Petrópolis, Regis Luiz Hahn e a secretária Municipal de Saúde e Assistência Social, Cláudia Pires, participaram da reunião virtual, que contou também com a presença de representantes da 5ª Coordenadoria Regional de Saúde, da Universidade de Caxias do Sul e também do secretariado de Saúde Municipais.

A pauta principal do encontro, que contou com 47 participantes, foi a discussão sobre os aspectos técnicos do sistema de bandeiras adotado pelo Governo do RS, que analisa 11 indicadores para definir as cores das bandeiras em cada região. As autoridades municipais conversaram sobre a natureza do sistema de Distanciamento Controlado, que é baseado em modelos matemáticos de projeção que objetivam diminuir os riscos de contágio e fornecer um panorama da situação do sistema de Saúde de cada região. Também foram discutidas ações de ordem Municipal que podem contribuir para melhorar a situação da região de forma geral nos indicadores.

De acordo com a secretária de Saúde e Assistência Social de Nova Petrópolis, Cláudia Pires, a reunião foi essencial para a definição de estratégias de forma conjunta. “Foi muito bem observada pelos gestores municipais a importância de pleitearmos mais leitos de UTI a nível regional, ação que estamos praticando em conjunto com outros Municípios junto ao Governo do Estado. Também foi percebida a importância de um entendimento mais apurado dos indicadores dos protocolos de Distanciamento Social. Nesse sentido, vamos intensificar nossos estudos para aprimorar ainda mais nossa compreensão sobre esses dados. Por fim, estamos em fase final de planejamento para uma nova testagem em massa para COVID-19 em grupos de risco no Município. A testagem é fundamental para, por exemplo, conseguirmos conter possíveis surtos”, destacou a secretária.

Para o prefeito Regis Luiz Hahn, a união e a troca de informações dos Municípios é fundamental, especialmente no cenário da pandemia. “Muito se falou sobre a questão da taxa de contaminação do coronavírus na reunião. Sabemos que, se Nova Petrópolis possui poucos casos confirmados de coronavírus e não temos ativos detectados, é porque nos cuidamos lá no início. Hoje, com um entendimento mais apurado dos protocolos do Governo do RS, fica mais clara a importância de mantermos os cuidados de higiene, o distanciamento social e o uso de máscara. Estamos lidando com um vírus, não podemos pensar que não seremos infectados, precisamos nos cuidar e cuidar do próximo”, enfatizou o prefeito.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/06/2020 0 Comentários 468 Visualizações
Variedades

Governador debate distanciamento social e atividade econômica na pandemia

Por Gabrielle Pacheco 12/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

Com o tema Isolamento e atividade econômica em tempos de pandemia da Covid-19, o webinar Diálogos Cbic, promovido pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic), desta quarta-feira (10), teve o governador Eduardo Leite como convidado especial.

Leite apresentou a representantes nacionais do setor de construção o modelo de Distanciamento Controlado, que completa hoje um mês de vigência no Rio Grande do Sul, e que se utiliza de evidências científicas e análise de dados para aplicar restrições na medida e onde forem necessárias.

“Tem quem defenda o ‘fecha tudo’, porque é mais eficiente do ponto de vista epidemiológico, e também quem queira o ‘abre tudo’, alegando que, para a economia, é o melhor. Nenhum e ambos têm razão por diferentes motivos. Aqui, a nossa compreensão é de que o equilíbrio entre a preservação à vida, sempre priorizada, e a retomada econômica é o melhor caminho”, afirmou o governador.

Por isso, o Distanciamento Controlado dividiu o Estado em 20 regiões e mapeou 105 atividades econômicas. A partir de um cálculo que leva em conta 11 indicadores, segmentados em dois grupos – propagação do vírus e capacidade de atendimento de saúde –, determina a aplicação de regras (chamados de protocolos) mais ou menos restritas para cada segmento de acordo com o risco calculado para cada região.

Conforme o resultado do cruzamento de dados divulgados de forma transparente, cada local recebe uma bandeira nas cores amarela (risco baixo), laranja (risco médio), vermelha (risco alto) ou preta (risco altíssimo). O monitoramento dos indicadores de risco é semanal, e a divulgação das bandeiras ocorre aos sábados, com validade a partir da semana seguinte.

Além das medidas relacionadas diretamente à pandemia, o governador conversou com o presidente da Cbic, José Carlos Martins, o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Pesada (Sicepot-RS), Ricardo Portella, e representantes setoriais da Câmara Brasileira da Indústria da Construção sobre reformas e projetos para o futuro do Rio Grande do Sul.

Foto: Gustavo Mansur/Divulgação | Fonte: Assessoria
12/06/2020 0 Comentários 450 Visualizações
Variedades

Feminicídios têm queda de 45,5% no RS

Por Gabrielle Pacheco 10/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

Após quatro meses de alta ou estabilidade, os assassinatos de mulheres por motivação de gênero no Rio Grande do Sul voltaram a registrar queda. Em maio, houve seis feminicídios no Estado – 45,5% a menos do que os 11 registros no mesmo mês do ano passado. O resultado é verificado após a implantação de uma série de iniciativas pelas instituições vinculadas à Secretaria da Segurança Pública (SSP) para intensificar o combate à violência contra a mulher e reforçar a importância das denúncias, em especial neste momento em que enfrentamos a pandemia da Covid-19.

Em maio, a SSP lançou campanha para ampliar a divulgação dos canais de alertas de violência contra a mulher. O objetivo é incentivar entre mulheres, familiares, amigos, vizinhos e até desconhecidos a realização das denúncias anônimas, que podem fazer a diferença para salvar vidas. Nenhuma das seis vítimas de feminicídio no RS no mês passado tinha qualquer registro de ocorrência anterior contra o agressor – em cinco dos casos, havia relação íntima entre a mulher e o autor do crime.

“A campanha fomenta que não apenas as mulheres vítimas, mas também as pessoas que estão na sua volta, vizinhos, amigos, familiares, que ao tomarem conhecimento de qualquer situação de violência doméstica, assumam o dever moral de comunicar às instituições. É preciso romper o silêncio e denunciar”, disse a major Karine Brum, coordenadora das Patrulhas Maria da Penhas da Brigada Militar.

A campanha “Rompa o Silêncio” é composta por seis cards e dois vídeos, em arquivos pequenos para facilitar o download, disponibilizados em todas as redes sociais da SSP e do Governo do Estado. Os vídeos, criados com foco especial no compartilhamento via WhatsApp, foram propositalmente produzidos sem som. Esse formato possibilita que sejam assistidos a qualquer momento, evitando o constrangimento de mulheres que se sintam de alguma maneira ameaçadas nesse momento de quarentena doméstica em razão da Covid-19. A ausência de áudio ainda instiga a reflexão sobre a urgência de romper o silêncio.

Enquanto na soma dos quatro primeiros meses do ano o WhatsApp da Polícia Civil havia recebido apenas 13 denúncias, com a campanha, só nas últimas duas semanas de maio houve 19 alertas. 

Os casos podem, e devem, ser comunicados pelos seguintes canais:

– Disque Denúncia 181

– WhatsApp (51) 9.8444.0606

– Denúncia Digital 181, no site da SSP (clique aqui)

– Emergências pelo 190

– Disque 180

No início de maio, a Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (DEAM) de Porto Alegre, em parceria com o Instituto-Geral de Perícias (IGP), inaugurou o serviço de plantão psicológico online para vítimas diretas e indiretas de violência doméstica. O atendimento, que tem o objetivo de ouvir a mulher, auxiliar no preenchimento do questionário de avaliação de risco e facilitar sua organização mental para o depoimento, será implantado em todas as 23 DEAMs do Estado até o final deste mês.

Após a recepção na DEAM da Capital, com a anuência da vítima, seu número de telefone é repassado para a psicóloga responsável do Departamento Médico-Legal. Em seguida, em sala reservada ao acolhimento psicossocial, enquanto a vítima aguarda para prestar depoimento, a profissional de saúde faz contato por videochamada para uma conversa que dura de 20 a 25 minutos.

O serviço é realizado na segunda-feira, das 9h às 17h, e no sábado, das 10h às 15h. Para as vítimas que procuram a DEAM entre terça e sexta-feira, é possível combinar um horário para a realização do atendimento remoto.

As 23 Delegacias Especializadas ainda reforçaram o trabalho proativo de prisão de agressores e de busca em locais onde há suspeita da presença de armas e outros instrumentos que possam oferecer risco a vítimas que registraram ocorrências. Só a DEAM da Capital, prendeu 11 suspeitos, recolheu seis armas e cumpriu 51 mandados de busca e apreensão.

Uma ação da Brigada Militar (BM) no último dia de abril também contribuiu para o resultado positivo no mês seguinte. A Operação Jerônyma Mesquita, deflagrada pelas Patrulhas Maria da Penha (PMPs) para intensificar a fiscalização de medidas protetivas de urgência (MPUs), ocorreu de forma simultânea em 62 municípios e efetuou sete prisões, além de 527 visitas a residências de mulheres vítimas. A operação levou o nome da enfermeira que liderou lutas pela garantia de direitos, como o voto, e cujo aniversário foi escolhido para marcar o Dia Nacional da Mulher, em 30 de abril. Em março, as PMPs ampliaram em 82% o número de municípios atendidos no Rio Grande do Sul, de 46 para 84.

Esse conjunto de iniciativas, além da redução de feminicídios, também se refletiu na retração de outros três indicadores de violência contra a mulher no RS em maio, comparado com o mesmo mês de 2019. As ocorrências de ameaças diminuíram 21,3% (de 2.893 para 2.276), as lesões corporais baixaram 19,5% (de 1.499 para 1.207), e os estupros caíram 11,5% (de 104 para 92). A exceção foram as tentativas de feminicídio, que passaram de 31 para 37 (19,4%).

A redução nos assassinatos de mulheres no quinto mês de 2020 contribuiu para frear a tendência de alta verificada no ano. Entre janeiro e maio, a soma de 43 feminicídios é 34,4% maior que os 32 do mesmo período de 2019 – até abril, a alta nesse comparativo era de 71,4%.

Nos outros quatro indicadores, a leitura do acumulado aponta queda. O total de tentativas de feminicídio no RS baixou 13,8%, de 160 entre janeiro e maio do passado para 138 em igual intervalo deste ano. As ameaças caíram 12,6% (de 16.414 para 14.342), as lesões diminuíram 7,3% (de 9.103 para 8.434) e os estupros reduziram 1,4% (de 653 para 644). Ainda assim, o monitoramento não descarta a possibilidade de subnotificação nas situações de menor gravidade (ameaça e lesão), em razão de maior receio pela convivência com os agressores durante o isolamento contra o coronavírus. Por isso, as autoridades reforçam a importância das denúncias.

“São muito raros os casos em que o feminicídio é resultado da primeira agressão. Em geral, as mortes por motivação de gênero são o ponto final de um longo ciclo de violência que, quanto antes for rompido, tem mais chances de preservar as vítimas. Por isso, nesse período de maior recolhimento domiciliar em razão da Covid-19, é ainda mais fundamental que toda e qualquer suspeita seja levada ao conhecimento das forças de segurança, que estão prontas para ajudar”, ressaltou o vice-governador e secretário da Segurança Pública, delegado Ranolfo Vieira Júnior.

Outras duas iniciativas formalizadas na última semana de maio devem auxiliar o trabalho das forças de segurança no combate aos crimes contra as mulheres. A Polícia Civil lançou a Cartilha da Delegacia Online (DOL) para fatos envolvendo violência doméstica. O documento apresenta o passo a passo para que as mulheres vítimas utilizem o padrão simplificado, dentro da DOL, por meio do botão “Registre sua ocorrência”. Este padrão oferece mais segurança para a mulher fazer seu relato sem precisar comparecer a uma delegacia.

No final de maio, o Conselho Nacional de Chefes de Polícia Civil (CONCPC) aprovou seis resoluções que padronizam procedimentos e fomentam boas práticas no atendimento aos crimes de gênero. As medidas foram idealizadas pelo Fórum Permanente de Enfrentamento à Violência contra Mulher, coordenado pela vice-presidente do CONCPC na Região Sul, a delegada Nadine Anflor.

Além de orientar a capacitação continuada dos agentes para atendimento especializado às mulheres vítimas e a criação de grupos reflexivos focados nos autores dos crimes, para evitar a reincidência, as resoluções estabelecem o Protocolo Nacional Integrado para Investigação Criminal das Mortes Violentas de Mulheres com Perspectiva de Gênero (feminicídios). O protocolo será aplicado na apuração de óbitos femininos, de tentativas – incluindo casos de suicídio –, de mortes aparentemente acidentais, do desaparecimento de mulheres e de abortos sem o consentimento da gestante.

“O protocolo será muito importante para aprimorar a investigação na medida em que estabelece como padrão o olhar especializado para todos os crimes em que haja mortes de mulheres. Dessa forma, o primeiro contato em todos os casos desse tipo terá esse cuidado para analisar possíveis características marcantes dos delitos motivados por gênero, só partindo para outras hipóteses por meio da exclusão. Essa atenção vai proporcionar apurações mais robustas e dados melhores para estudarmos e combatermos esses atos criminosos”, explica Nadine.

Ataques a transporte coletivo no RS têm queda de 64,9% em maio

A manutenção integral do trabalho das forças de segurança, aliada à movimentação ainda abaixo do normal nas ruas, resultou em novas quedas expressivas nos crimes patrimoniais no RS em maio. O destaque foi a redução de 64,9% nos roubos a transporte coletivo, somando as ocorrências envolvendo passageiros e motoristas de ônibus e lotações.

O Estado adotou no início de maio o distanciamento controlado, que liberou a retomada parcial de diversos setores. Ainda assim, a redução das ações criminosas contra transporte coletivo foi maior do que a verificada em abril, quando havia mais restrições. No quinto mês de 2020, houve 98 casos, menos da metade dos 279 registrados no mesmo mês de 2019. É o menor total desde que esse tipo de delito passou a ser contabilizado em separado, em 2012. Só a Capital teve redução de 82 ocorrências (-66%), passando de 125 em maio do ano passado para 43 em igual intervalo deste ano.

Na leitura acumulada, a queda nos roubos a passageiros e motoristas de ônibus em todo o Estado chegou a 531 registros a menos – foram 1.070 ocorrências entre janeiro e maio do ano passado contra 539 no mesmo período de 2020 (-49,6%). O total atual representa a menor soma para o intervalo entre o primeiro e o quinto mês de cada ano em toda a série histórica, iniciada em 2012.

Os roubos e furtos a estabelecimentos bancários mantiveram a tendência de queda verificada ao longo de 2019 e que se aprofundou neste ano. Em maio, houve oito ocorrências em todo o Estado, uma queda de 27,3% em relação às 11 registradas no mesmo período do ano anterior. O número atual é o menor total para o mês desde 2017, que teve sete casos.

O resultado no acumulado desde janeiro é mais expressivo. Enquanto em 2019 o Rio Grande do Sul contabilizava 49 ataques a banco até maio, neste ano a soma caiu mais do que a metade, para 23 ocorrências (-53,1%). O dado, além de ser o menor total para o período desde que esse tipo de crime passou a ser tabulado em separado, em 2012, representa também a maior redução percentual de um ano para o outro em toda a série histórica.

A marca reflete em parte a menor circulação nas ruas, embora as agências bancárias sigam com movimento considerável em razão da busca pelo auxílio emergencial, mas também teve influência do trabalho direcionado das forças de segurança para evitar esse tipo de delito. Entre as principais ações, está a Operação Angico, desenvolvida pela Brigada Militar com na análise de dados de inteligência para antecipar e reprimir a ação de criminosos e quadrilhas especializadas em ataques a banco. A ofensiva está estruturada em três estratégias: fiscalização ativa para evitar desvios, furtos e roubos de explosivos; mobilizações focadas em prisões de assaltantes e utilização de efetivo especializado com suporte da inteligência.

Queda geral dos crimes patrimoniais no Estado

Além da ampla retração nos roubos a transporte coletivo e nos ataques a banco, maio também encerrou com queda nos demais delitos que completam a lista dos principais indicadores sobre crimes contra o patrimônio no Rio Grande do Sul. Em todos os casos, apesar da retomada parcial de atividades com a adoção do distanciamento controlado, é perceptível a influência das restrições impostas pela pandemia da Covid-19.

Na comparação com o mesmo mês de 2019, o roubo de veículos teve redução de 21,2%, passando de 905 casos para 713. Entre os furtos de veículos, a baixa foi de 33,4%, com 1.172 ocorrências em maio do ano passado e 781 neste ano.

A diminuição foi ainda mais expressiva nos roubos em geral, com 3 mil registros a menos. Enquanto no quinto mês de 2019 foram contabilizados 6.273 casos, maio passado teve 3.202 roubos,
o que representa uma queda 49%. Entre os furtos, na mesma comparação, a redução foi de 46%, com 5 mil registros a menos – de 10.708 para 5.782. Naturalmente, por se tratar de um crime de menor potencial ofensivo, o monitoramento não descarta a hipótese de subnotificação. Por isso, as autoridades alertam sobre a importância de efetuar os registros, que podem ser realizados sem a necessidade de deslocamento, por meio da Delegacia Online da Polícia Civil (clique aqui).

Latrocínios no RS caem 40% em maio

Com menos crimes patrimoniais, menores as chances de ocorrerem roubos com morte. A baixa nos delitos que visam bens das vítimas também se refletiu na redução de 40% nos latrocínios no RS – foram cinco casos em maio de 2019 e três no mesmo período deste ano. É o menor total para o mês em 18 anos, desde que a SSP deu início à contabilização de crime no Estado, em 2002.

O recorde também se repete na análise dos dados acumulados desde janeiro. A soma de 26 ocorrências é a menor de toda a série histórica e representa queda de 23,5% sobre os 34 registros do mesmo período de 2019.

Em Porto Alegre, o mês de maio encerrou com 24 vítimas de homicídio, uma a mais (4,3%) que as 23 registradas no mesmo intervalo no ano passado. Apesar da alta, o número atual ainda é o segundo menor desde 2010.

Na leitura acumulada, em razão das reduções verificadas desde o início de 2020, o índice permanece em baixa, com queda de 14,8%. Entre janeiro e maio do ano passado, foram 149 vítimas de homicídio na Capital. Em igual período deste ano, a soma foi de 127 óbitos. É o menor total em Porto Alegre para os cinco primeiros meses em 11 anos.

A consolidação dos indicadores criminais de maio confirma a ausência de influência das restrições impostas pela pandemia da Covid-19 sobre as ocorrências de homicídio no RS. Mesmo com a circulação de pessoas ainda abaixo do normal, o mês teve nove vítimas a mais este ano do que em 2019, passado de 145 óbitos para 154 (6,2%).

No acumulado, porém, com as reduções verificadas entre janeiro e março, o indicador segue em baixa. Na comparação entre os cinco primeiros meses de 2019 e de 2020, a queda no número de vítimas de assassinato foi de 6,9%, com 57 mortes a menos – de 827 para 770. É a menor soma para o período desde 2011, quando foram contabilizados 739 óbitos.

Entre os possíveis fatores para os homicídios no RS em maio não terem sofrido o mesmo efeito que as medidas de distanciamento social provocaram nos delitos contra o patrimônio, as autoridades apontam o acirramento das disputas do tráfico pelo encolhimento do mercado. Além da menor circulação de pessoas, que naturalmente reduz o comércio ilegal de entorpecentes, o volume de apreensões de drogas pelas forças de segurança teve aumento de 188%. Entre janeiro e abril de 2019, a Brigada Militar e a Polícia Civil recolheram 2,97 toneladas de drogas somando maconha, cocaína e crack. No mesmo período deste ano, o total de apreensões se multiplicou para 8,57 toneladas.

Esse grande prejuízo econômico, além de acertos de contas por dívidas ligadas à responsabilização pela perda do material apreendido, acirra disputas por novos pontos de tráfico, o que leva a assassinatos entre grupos rivais. O monitoramento de dados realizado pelo corpo técnico da Gestão de Estatística em Segurança (GESEG), ligado ao programa RS Seguro, aponta que mais de 80% dos homicídios registrados no Estado têm alguma relação com disputas e desavenças inseridas no contexto do tráfico de drogas.

Homicídios de detentos soltos representam 8,4% do total em maio

Além do encolhimento no comércio ilegal de drogas, levantamento do Departamento de Inteligência da Segurança Pública (Disp) da SSP aponta que contribuiu para o aumento no número de homicídios a soltura de criminosos que estavam presos. As libertações ocorrem durante a vigência da recomendação nº 62 do Conselho Nacional de Justiça, que “recomenda aos tribunais e magistrados a adoção de medidas preventivas à propagação da infecção pelo novo coronavírus (Covid-19) no âmbito dos sistemas de justiça penal e socioeducativo”.

Somados os meses de março, abril e maio, o número de detentos beneficiados com concessões de liberdade aumentou de 10.112 no ano passado para 15.334 neste ano. A saída de criminosos, muitas vezes, mobiliza rivalidades entre grupos, abre disputas na hierarquia dos bandos e desencadeia ataques encomendados para acerto de contas.

Entre as 154 vítimas de homicídio no RS em maio, 13 eram indivíduos que estavam presos e ganharam liberdade, o que representa 8,4% do total de assassinatos no Estado. Caso essas mortes não tivessem ocorrido, o número de homicídios no mês teria sido de 141, o que representaria queda de 2,8% sobre os 145 registrados em maio do ano passado.

Desde a chegada da pandemia no Rio Grande do Sul, em março, até o final de maio, 40 presos que ganharam liberdade foram assassinados. O número representa alta de 90% sobre os 21 presos que tiveram liberdade concedida e foram mortos no mesmo período do ano anterior.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

10/06/2020 0 Comentários 694 Visualizações
Variedades

RS registrou recorde de solicitações de seguro-desemprego em maio

Por Gabrielle Pacheco 10/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

O Rio Grande do Sul contabilizou 66.820 solicitações do benefício do seguro-desemprego em maio. O índice representa um recorde na série histórica iniciada em 2011. Os recordes anteriores foram registrados em abril deste ano (53.056) e em julho de 2014 (51.441).

Do total de 66.820 solicitações do benefício, 37.527 foram recebidas pela internet e 29.293, presencialmente nos postos de atendimento, sendo 97,5% nas agências FGTAS/Sine. O número total de requerimentos representa aumento de 70,3% em comparação a maio de 2019 e de 25,9% em relação a abril de 2020.

No ranking nacional de solicitações do benefício, o Rio Grande do Sul ocupava a quarta posição em maio, atrás apenas dos estados de São Paulo (281.360), Minas Gerais (103.329) e Rio de Janeiro (82.584), conforme dados divulgados pelo Ministério da Economia. No mês passado, foram contabilizados 960.258 pedidos de seguro-desemprego no Brasil. O número representa um aumento de 53% na comparação com maio de 2020 (627.779) e de 28,3% em relação a abril deste ano (748.540).

Perfil do trabalhador desempregado no RS

Do total de trabalhadores que solicitaram o seguro-desemprego em maio no Rio Grande do Sul, 56,2% eram homens e 43,8%, mulheres. Com relação à faixa etária, 30% tinham de 30 a 39 anos; 21,1%, de 40 a 49 anos; 18,5%, de 18 a 24 anos; 17,3%, de 25 a 29 anos; 12,4%, de 50 a 64 anos; e 0,2%, mais de 65 anos.

Sobre a escolaridade dos solicitantes, a maioria (51,2%) tinha Ensino Médio completo; 13,9%, Ensino Fundamental incompleto; 12,7%, Ensino Fundamental incompleto; 10,4%, Ensino Médio incompleto; 6%, Ensino Superior completo; e 5,4%, Ensino Superior incompleto.

No que tange ao setor econômico em que atuavam os requerentes, 33% trabalhavam no setor de serviços; 31,2%, na indústria; 25,9%, no comércio; 6,6%, na construção e 3,3%, na agropecuária.

A faixa salarial em que se enquadrava a maior parte dos solicitantes (69,2%) variava de 1,5 a 3 salários mínimos. Ao todo, foram concedidos 57.567 benefícios, o que representa 86,2% dos trabalhadores que estavam habilitados a receber o seguro.

Acumulado do ano

Os pedidos do benefício do seguro-desemprego no Rio Grande do Sul aumentaram 27,7% de janeiro a maio, em comparação ao mesmo período do ano anterior: foram recebidas 211.236 solicitações do benefício em 2020, enquanto em 2019 foram 165.389 pedidos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/06/2020 0 Comentários 507 Visualizações
Variedades

PIB gaúcho do primeiro trimestre de 2020 será divulgado nesta quarta-feira

Por Gabrielle Pacheco 09/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

Os números do Produto Interno Bruto (PIB) do Rio Grande do Sul do primeiro trimestre de 2020 serão divulgados nesta quarta-feira (10), às 11h. O cálculo é uma referência ao desempenho dos diferentes setores econômicos do Estado e os comparativos com os resultados do país.

Os dados foram elaborados por técnicos do Departamento de Economia e Estatística (DEE), vinculado à Secretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão (Seplag), a partir de informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A apresentação será realizada pelas redes sociais e poderá ser acompanhada por qualquer interessado. Ao final da divulgação, os técnicos do DEE e o titular da Seplag, Claudio Gastal, responderão perguntas da imprensa.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/06/2020 0 Comentários 563 Visualizações
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