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governo do estado

Saúde

Nova rodada da pesquisa com testes rápidos para Covid-19 começa neste sábado

Por Gabrielle Pacheco 23/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

A pesquisa que estima a proporção de casos do novo coronavírus na população gaúcha inicia sua sexta rodada de testes rápidos e entrevistas em nove cidades do estado a partir deste sábado (25). O estudo segue com a mesma metodologia das etapas anteriores. Entre os dias 25 e 27 de julho, profissionais voluntários da área de saúde, sob orientação do Instituto de Pesquisa e Opinião (IPO), vão visitar quinhentas residências e convidar os moradores, a fazer o teste rápido para o coronavírus, seguido de uma breve entrevista sobre a ocorrência de sintomas, busca por assistência médica e rotina das famílias em relação às medidas de distanciamento social. A Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc) auxilia a pesquisa no município de Santa Cruz do Sul.

O estudo intitulado Evolução da Prevalência de Infecção por Coronavírus no RS (Epicovid19-RS) é coordenado pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel) e ocorre em parceria com o Governo do Estado, com objetivo de mapear os casos de coronavírus e de avaliar a velocidade de expansão do contágio na população gaúcha. Ao todo, 4,5 mil pessoas serão entrevistas e testadas nessa etapa, nas seguintes cidades participantes: Canoas, Caxias do Sul, Ijuí, Passo Fundo, Pelotas, Porto Alegre, Santa Cruz do Sul, Santa Maria e Uruguaiana. Em cada município, a seleção das residências e dos moradores ocorre por meio de um sorteio aleatório, utilizando os setores censitários do IBGE como base.

Para a realização do exame, os entrevistadores coletam uma gota de sangue da ponta do dedo do participante. A amostra é analisada pelo aparelho de testes em aproximadamente 15 minutos. A pesquisa tem apoio das secretarias de saúde e dos órgãos de segurança dos municípios. Em caso de dúvida, os participantes podem entrar em contato com a Guarda Municipal ou Brigada Militar para obter informações sobre as visitas às casas. Além da etapa deste fim de semana, o cronograma prevê mais duas rodadas: a sétima deve acontecer de 22 a 24 de agosto, e a oitava, de 26 a 28 de setembro, dependendo da prevalência de Covid-19 analisada na fase atual. Os resultados são divulgados pelo Governo do RS em aproximadamente 48 horas após a finalização da coleta.

Os financiadores do projeto são a Unimed Porto Alegre, o Instituto Cultural Floresta, também da capital, e o Instituto Serrapilheira, do Rio de Janeiro. Atuam no projeto, além da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc), as Universidades Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA), do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (UNIJUÍ), Federal de Santa Maria (UFSM), Federal do Pampa (Unipampa/Uruguaiana), de Caxias do Sul (UCS), IMED e Federal da Fronteira Sul (UFFS/Passo Fundo), de Passo Fundo (UPF) e La Salle (Unilasalle).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/07/2020 0 Comentários 529 Visualizações
Business

“Restrições ao comércio destroem a base econômica do RS”, afirma FCDL-RS

Por Gabrielle Pacheco 21/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul – FCDL-RS, reafirmou sua posição crítica em relação às atitudes do governo do Estado sobre o distanciamento controlado. A entidade afirma que as restrições impostas ao comércio não resolvem o problema da contaminação, mas causam um novo problema na economia. A maior preocupação é com a sobrevivência das empresas e dos postos de trabalho.

“Somente entre março e maio deste ano já foram extintos 122 mil empregos no Rio Grande do Sul, sendo 33 mil no comércio. E as projeções para junho e julho são de mais postos de trabalho eliminados. Quem aguardava pelo pior, não precisa mais esperar. O pior já chegou. E só vai piorar ainda mais, se estas medidas equivocadas não forem imediatamente revertidas”, afirma o presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch.

Para o presidente da FCDL-RS, a alternativa está nas ações na ampliação da estrutura de saúde e controle de aglomerações em espaços públicos, seguidos de uma flexibilização nas imposições ao comércio no Rio Grande do Sul, tomando os cuidados com higiene e prevenção necessários.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/07/2020 1 Comentário 672 Visualizações
Business

Reivindicações da CDL NH serão levadas ao Governo do Estado pelo deputado Issur

Por Gabrielle Pacheco 21/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

A CDL NH recebeu o Deputado Estadual Issur Koch para tratar dos desafios econômicos enfrentados pelos empresários durante este período de pandemia. “O comércio está sendo penalizado. Precisamos aumentar a flexibilização para garantir a sobrevivência das empresas”, comentou Jorge Stoffel, presidente da CDL NH, no encontro. O vice-presidente da entidade, Luis Paulo Kayser destaca que todo o comércio que gera emprego, é essencial. “São vidas em jogo. Essas pessoas precisam de renda para manterem o sustento de suas famílias com dignidade”, enfatizou Kayser. O diretor da CDL Jovem, Diovano Klein também reforçou sua preocupação. “A paralisação das atividades econômicas está nos encaminhando a um risco iminente de colapso social e econômico”, destacou Klein. O Deputado Issur se comprometeu em levar as reivindicações ao Governo do Estado.

A entidade lojista entregou um documento ao parlamentar sugerindo ações e clamando por auxílio aos comerciantes hamburguenses. A reunião ocorreu na tarde desta segunda-feira, 20.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/07/2020 0 Comentários 511 Visualizações
Business

FCDL-RS avalia que proposta de reforma tributária vai aumentar a carga de impostos no Rio Grande do Sul

Por Gabrielle Pacheco 20/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Em meio à maior crise econômica da história do Rio Grande do Sul, o governo gaúcho lançou uma proposta de reforma tributária que deve aumentar a carga de impostos a serem pagos aos cofres públicos estaduais.

Após analisar os principais aspectos apresentados pelo governo estadual, a Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul – FCDL-RS recomenda que os lojistas, empresários e especialmente os deputados estaduais se unam contra a aprovação da proposta.

A Federação entende que, de forma simplificada, o governo estadual abre mão de arrecadações prestes a serem extintas pela sua inconstitucionalidade e provisoriedade, como é o caso da alta temporária de ICMS ocorrida em 2015 e que obrigatoriamente deve deixar de vigorar a partir de 2021. É preciso compreender que tais contextos não podem ser definidos como renúncia fiscal, mas sim como correção de abusos cometidos pelo fisco.

Por outro lado, para compensar a perda de arrecadação, o Governo do Estado busca formas de aumentar a carga tributária gaúcha. Tal política visa equilibrar as contas estaduais. Para a FCDL, o resultado será o aumento da evasão de empresas e investimentos patrimoniais para outros estados.

A análise completa da proposta pode ser conferida no site da entidade.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/07/2020 0 Comentários 506 Visualizações
Variedades

Mapa preliminar aponta 90% das regiões com bandeira vermelha na 11ª rodada do Distanciamento Controlado

Por Gabrielle Pacheco 17/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

O agravamento da pandemia deixou em vermelho quase todo o Rio Grande do Sul. Das 20 regiões do Distanciamento Controlado, apenas duas foram classificadas com bandeira laranja (risco médio) no mapa preliminar da 11ª rodada, divulgado nesta sexta-feira, 17. Significa que 90% do Estado apresenta alto risco para disseminação de coronavírus e ocupação de leitos. As bandeiras definitivas serão divulgadas na segunda-feira (20).

Nesta semana, o Estado havia ficado dividido: 10 regiões em vermelho e 10 em laranja. Na nova rodada, apenas a região de Pelotas apresentou melhora nos indicadores suficiente para ter regressão na bandeira, passando de vermelha para a laranja. Bagé foi a única que permaneceu no mesmo nível, com cor laranja.

Nove regiões apresentaram piora nos indicadores com relação à semana anterior. Cruz Alta, Erechim, Lajeado, Ijuí, Santa Cruz do Sul, Santa Maria, Santa Rosa, Santo Ângelo e Uruguaiana saíram da bandeira laranja para a vermelha, juntando-se a Porto Alegre, Canoas, Cachoeira do Sul, Capão da Canoa, Caxias do Sul, Novo Hamburgo, Palmeira das Missões, Passo Fundo e Taquara, que já estavam com risco alto.

A região de Pelotas esteve por duas semanas consecutivas em bandeira vermelha, o que a enquadraria na trava de segurança. Porém, a área teve seu recurso da décima semana deferido pelo Gabinete de Crise, o que levou à mudança na regra da trava de segurança para regiões que apresentarem avanços consistentes em seus indicadores.

A melhora deve ser claramente observada tanto no controle sobre o avanço da doença, como na estrutura de atendimento. Sendo assim, ainda que tenha apresentado duas bandeiras vermelhas em um período de 21 dias, a região de Pelotas pode reduzir seu nível de risco para a bandeira laranja.

Com isso, 469 municípios (do total de 497) das 18 regiões estarão preliminarmente classificados em bandeira vermelha, somando 10.273.823 habitantes, ou seja, 91% da população gaúcha (11.329.605 habitantes).

Deste total, 270 cidades e seus 1.735.262 habitantes (15,3% da população) podem adotar protocolos de bandeira laranja, porque cumprem os critérios da Regra 0-0, ou seja, não têm registro de óbito ou hospitalização de moradores nos últimos 14 dias, desde que a prefeitura crie um regulamento local.

Os pedidos de reconsideração serão avaliados pelas equipes técnicas do governo. A decisão será tomada pelo Gabinete de Crise na segunda-feira (20) e, à tarde, o mapa definitivo, vigente a partir de terça (21), será divulgado.

Alerta para bandeira preta

Nestas 11 semanas de Distanciamento Controlado, o RS segue sem registro da bandeira mais grave, de cor preta. No entanto, as equipes do governo alertam para a situação de cinco regiões que ficaram muito próximas de migrarem para o nível de risco altíssimo.

Para atingir a bandeira preta, o arredondamento da média ponderada dos 11 indicadores deve alcançar, no mínimo, 2,5, enquanto a da bandeira vermelha é 1,5. Nesta rodada, Taquara ficou média de 2,40, Porto Alegre (2,36), Capão da Canoa (2,33) e Novo Hamburgo e Canoas (2,25).

Um dos principais agravantes nestas regiões é o número de novos registros de hospitalizações nos últimos sete dias por local de residência do paciente. A capital teve 334 novas hospitalizações; Novo Hamburgo, 99; e Canoas, 47.

Porto Alegre

A região registrou aumento de pacientes de Covid-19 internados em UTI: na quinta-feira (16/7) eram 258, número que há sete dias chegava em 210. Os leitos livres de UTI caíram de 166 para 135, e os casos de graves (UTI) para Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) passou 264 para 312.

Canoas

Na quinta-feira, 16, a região tinha apenas 22 leitos de UTI livres (na semana passada eram 25). Registrou aumento de pacientes de Covid-19 internados em UTI: nesta quinta-feira eram 40, número que há sete dias eram 36. SRAG em UTI passou 47 para 58. Apresentou pequeno recuo nas internações (leitos clínicos) confirmadas por Covid-19: de 69 há sete dias, para 47 agora.

Santa Maria

Chama a atenção o agravamento situação da região de Santa Maria. De uma semana para outra, viu saltar de 10 para 18 os pacientes de Covid-19 em UTI, de 13 para 23 os casos de UTI por SRAG e a queda de leitos de UTI livre recuou de 49 para 36.

Regiões que tiveram piora

Santa Maria: laranja > vermelha
Uruguaiana: laranja > vermelha
Santo ngelo: laranja > vermelha
Cruz Alta: laranja > vermelha
Ijuí: laranja > vermelha
Santa Rosa: laranja > vermelha
Erechim: laranja > vermelha
Santa Cruz do Sul: laranja > vermelha
Lajeado: laranja > vermelha

Região que teve melhora

Pelotas: vermelha > laranja

Principais indicadores

• Número de novos registros de hospitalizações por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) de confirmados Covid-19 aumentou 11% entre as duas últimas semanas (770 para 855);

• Número de internados em UTI por SRAG aumentou 17% no Estado entre as duas últimas quintas-feiras (647 para 754);

• Número de internados em leitos clínicos com Covid-19 no RS aumentou 23% entre as duas últimas quintas-feiras (693 para 853);

• Número de internados em leitos de UTI com Covid-19 no RS aumentou 13% entre as duas últimas quintas-feiras (504 para 572);

• Número de leitos de UTI adulto livres para atender Covid-19 no RS reduziu 8% entre as duas últimas quintas-feiras (de 594 para 547);

• Número de óbitos por Covid-19 aumentou 31% entre as duas últimas quintas-feiras (de 207 para 271);

• As regiões com maior número de novos registros de hospitalizações nos últimos sete dias, por local de residência do paciente, são Porto Alegre (334), Novo Hamburgo (99) Caxias do Sul (81), Passo Fundo (61) e Canoas (47).

Saiba mais

Com base em evidências científicas e análise de dados, o modelo de Distanciamento Controlado – que está oficialmente em vigor desde 10 de maio, com o Decreto 55.240 – tem o objetivo de equilibrar a prioridade de preservação da vida com uma retomada econômica responsável em todo o Rio Grande do Sul.

Para isso, o governo dividiu o Estado em 20 regiões e mapeou 105 atividades econômicas. A partir de um cálculo que leva em conta 11 indicadores, segmentados em dois grupos – propagação do vírus e capacidade de atendimento de saúde –, determinou a aplicação de regras (chamados de protocolos) mais ou menos restritas para cada segmento de acordo com o risco calculado para cada região.

Conforme o resultado do cruzamento de dados divulgados de forma transparente, cada local recebe uma bandeira nas cores amarela (risco baixo), laranja (médio), vermelha (alto) ou preta (altíssimo).O monitoramento dos indicadores de risco é semanal.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/07/2020 0 Comentários 524 Visualizações
Variedades

Governo do Estado busca aproximação de cooperativas para desenvolvimento de projetos

Por Gabrielle Pacheco 10/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Com o objetivo de apresentar ações de cunho social e educacional desenvolvidas pelo Governo do Estado, o secretário de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos, Mauro Luciano Hauschild, iniciou um roteiro de visitas pelo interior do Rio Grande do Sul nesta semana. A primeira reunião ocorreu na Cooperativa Languiru, em Teutônia, onde foi recebido pelo presidente Dirceu Bayer.

“O intuito é fazer com que o Rio Grande do Sul vá para frente. Conhecendo as empresas, buscamos o apoio e podemos alinhar parcerias no desenvolvimento de diferentes projetos para a juventude do Vale do Taquari”, justificou Hauschild. Entre as atividades, destacou a concessão de bolsas para a realização de estágios. “Precisamos formar novos talentos e novas lideranças. Temos muitos desafios e os jovens são vistos como ‘porta’ da transformação”, disse.

Sucessão

Bayer mencionou o Programa de Sucessão Familiar desenvolvido pela cooperativa, valorizando a qualificação proposta também pelo Governo do Estado. “Historicamente as cooperativas possuem um grande envolvimento com as comunidades, e a Languiru sabe da importância da formação de novos líderes e sucessores no campo. Paralelamente a isso, a inovação é essencial para motivarmos esses jovens a darem continuidade às atividades na propriedade, criando novas expectativas. É um trabalho que traz benefícios à toda região”, afirmou.

O diretor de operações da Sicredi Ouro Branco, Diogo Aschebrock, também participou da reunião e falou do projeto de cooperativas escolares. “É uma maneira de estimularmos a educação cooperativa já nas escolas, desde cedo, num trabalho que complementa as ações desenvolvidas pela Languiru com seus associados”, valorizou.

Região diferenciada

O secretário enalteceu o desenvolvimento do Vale do Taquari. “É uma região diferenciada, de potencial muito grande em diferentes setores da economia. Precisamos fazer ecoar as boas experiências locais e este trabalho com os jovens para retenção de talentos”, frisou.

Hauschild vislumbra cooperativas de cunho social com prestação de serviços à comunidade, aproveitando as experiências bem-sucedidas de Languiru e Sicredi. Novos encontros são previstos.

“Temos muito a construir juntos, começando com iniciativas simples. Tendo essa perspectiva, tenho certeza que projetos maiores virão”, concluiu o secretário, que ainda aproveitou a visita para solicitar o apoio com doações de máscaras, cestas básicas, álcool gel e itens de higiene para iniciativas do Estado de prevenção ao Covid-19 e auxílio a famílias em situação de vulnerabilidade social.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/07/2020 0 Comentários 553 Visualizações
Cidades

Estudo da Amlinorte revela que Litoral Norte tem uma população superior a 700 mil pessoas

Por Gabrielle Pacheco 06/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Amlinorte encaminhou ao Governador do Estado um relatório com 600 páginas, demonstrando o aumento populacional que o Litoral Norte vem apresentando nos últimos meses. Os dados foram obtidos levando em consideração o aumento no consumo de energia elétrica na região, além do aumento na produção do lixo e também na cobertura da vacina da gripe da população idosa, que superou a casa dos 100%.

De acordo com o presidente da Amlinorte, prefeito Pierre Emerim da Rosa, de Imbé, somente no levantamento feito junto a CEEE, houve um aumento no consumo de energia elétrica na região na ordem de 25% nos últimos três meses, comparado com o mesmo período do ano passado. Além disso, o volume de resíduos sólidos coletados nos últimos seis meses também demonstra um acréscimo substancial, permitindo calcular, com base nos índices preconizados pelo Ministério do Meio Ambiente, que a população do litoral Norte já está em 716 mil pessoas e não 397 mil como previstos no IBGE 2019.

Os dados foram apresentados ao governador do Estado, através de uma videoconferência, que solicitou o encaminhamento dos estudos feitos pela Associação de Municípios, material compilado pelo escritório Sielichow Advocacia, pelos advogados Cristiano Sielichow e Rui Lang, que auxiliaram na elaboração do pedido administrativo junto ao Governo do Estado. A expectativa agora é de que o governo possa ajustar os cálculos e medidas adotadas para o Litoral Norte, tanto no combate ao coronavírus, quanto a liberação de leitos, imposição de bandeiras e até mesmo nos repasses de programas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/07/2020 0 Comentários 534 Visualizações
Variedades

Metade das regiões fica em vermelho no mapa preliminar da 9ª rodada do Distanciamento Controlado

Por Gabrielle Pacheco 03/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Com a piora nos indicadores de propagação da Covid-19 e da ocupação de leitos, o mapa do Rio Grande do Sul pode ficar ainda mais vermelho. A atualização preliminar da 9ª rodada do Distanciamento Controlado indica que 10 regiões estão com risco alto, por isso, receberam bandeira vermelha. Embora representem metade das 20 regiões usadas no modelo, somam 73,4% da população gaúcha (8.310.854 habitantes). Na rodada anterior, eram seis regiões, que representavam 46,1% dos gaúchos. As bandeiras definitivas serão divulgadas na segunda-feira (6).

As outras 10 regiões ficaram com laranja (risco médio). O Estado segue sem registro de bandeira preta (risco altíssimo), mas, pela primeira vez, nenhuma região foi classificada em amarelo (risco baixo).

O mapa preliminar da 9ª rodada foi divulgado pelo governo no fim da tarde desta sexta-feira, 3. No prazo de 36 horas após a publicação do mapa preliminar, que se encerra às 6h de domingo (5), os municípios que quiserem apresentar recursos sobre as classificações podem preencher o formulário neste link. Aqueles que se enquadrarem na Regra 0-0 e podem adotar protocolos de bandeira laranja não precisam protocolar recurso.

Na segunda-feira (6), o Gabinete de Crise analisará os dados enviados e rodará o mapa novamente e, à tarde, divulgará as bandeiras definitivas, que serão vigentes de 7 a 13 de julho.

Conforme a análise preliminar, seis regiões tiveram piora na classificação final e, portanto, terão maiores restrições de suas atividades.Taquara registrou a mudança mais drástica: a região estava com bandeira amarela e passou direto para vermelho. Palmeira das Missões, Pelotas, Erechim e Caxias do Sul, que estavam com bandeira laranja, também migraram para vermelha. Bagé, que estavam em amarelo, foi para laranja.

Cinco regiões permaneceram sem alteração. Porto Alegre, Capão da Canoa, Novo Hamburgo e Canoas, por terem sido classificadas em vermelho pelo menos duas vezes no período de 21 dias, mesmo que apresentassem melhora nos dados, não poderiam ter regressão no nível de restrição, com isso, seguem com bandeira vermelha. Passo Fundo não apresentou melhora nem piora no cálculo dos indicadores e permanece com vermelha.

A única região que apresentou redução de risco foi Santo Ângelo, passando de vermelho para laranja. As demais regiões não tiveram alteração na sua bandeira final e permanecem com bandeira laranja.

Dos 307 municípios que compõem as áreas com bandeira vermelha, 177 cidades não tiveram registro de hospitalização e óbito por Covid-19 de morador nos 14 dias anteriores ao levantamento. Por isso, eles se adequam à chamada “Regra 0-0” e podem adotar protocolos previstos na bandeira laranja por meio de regulamento próprio.

Basta que mantenham atualizados os registros nos sistemas oficiais e adotem, por meio de decreto, regulamento próprio, com protocolos para as atividades previstas na bandeira laranja. São 998.869 pessoas (8,8% do total do RS) que estão nesta condição.

A região de Passo Fundo, se mantida com bandeira vermelha após o período de recursos da 9ª rodada, estará inserida na trava de segurança prevista no Distanciamento Controlado, que tem objetivo de garantir a segurança da população da região.

A regra determina que regiões classificadas em vermelho por dois períodos consecutivos ou alternados dentro do prazo de 21 dias tenham de ficar duas semanas consecutivas com bandeira vermelha mesmo que os indicadores regionais apontem para restrições menos severas.

Para que as regiões de Porto Alegre, Canoas, Novo Hamburgo e Capão da Canoa, que já estão cumprindo a determinação nesta rodada, e Passo Fundo, caso se enquadre na trava, recebam bandeira menos restritiva, elas deverão ficar pelo menos duas rodadas com redução de cor para sair da bandeira vermelha.

Dados

• O número de novos registros de hospitalizações Síndrome Respiratório Aguda Grave (SRAG) de confirmados Covid-19 aumentou 19% entre as duas últimas semanas (611 para 729);
• O número de internados em UTI por SRAG aumentou 27% no Estado entre as duas últimas quintas-feiras (459 para 582);
• O número de internados em leitos clínicos com Covid-19 no RS aumentou 16% entre as duas últimas quintas-feiras (478 para 554);
• O número de internados em leitos de UTI com Covid-19 no RS aumentou 36% entre as duas últimas quintas-feiras (307 para 418);
• O número de leitos de UTI adulto livres para atender Covid-19 no RS aumentou 5% entre as duas últimas quintas-feiras (de 624 para 653);
• O número de óbitos por Covid-19 aumentou 15% entre as duas últimas quintas-feiras (de 120 para 138);
• As regiões com maior número de novos registros de hospitalizações nos últimos sete dias, por local de residência do paciente, são Porto Alegre (227), Novo Hamburgo (91) Caxias do Sul (83), Passo Fundo (69) e Canoas (64).

Situação Geral

O número de novos registros de hospitalizações por Covid-19, nos últimos sete dias, comparado com a semana anterior, apresentou aumento de 19%, passando de 611 para 729. O número de internados em UTI por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) cresceu 27%, passando de 459 para 582. O mesmo se observa com o número de internados em leitos clínicos para Covid-19, que passou de 478 para 554 internações – crescimento de 16%. Para as internações em UTI confirmadas para Covid-19, o aumento foi de 36%, passando de 307 para 418.

O agravamento também é observado no número de casos ativos na última semana, que chegou a 4.281, frente aos 3.340 da semana anterior. Por fim, com relação ao número de leitos de UTI livres no último dia, o número subiu de 624 para 653, com a abertura de 80 leitos ao longo da semana.

O agravamento do indicador de capacidade de atendimento (número de leitos de UTI livres para cada ocupado por pacientes Covid-19), mensurada no Estado como um todo, segue em ritmo acelerado, sinalizando elevada preocupação. Na rodada anterior o indicador obteve bandeira vermelha e, nesta semana, a mensuração ficou próxima de ser definida como bandeira preta.

Este indicador nos permite acompanhar a capacidade de resposta da rede hospitalar para atender a população que necessita de atendimento neste nível de atenção. No entanto, é um indicador que também está diretamente relacionado ao avanço da doença no Estado, uma vez que quanto maior o número de casos ativos, maior o número de pacientes que necessitarão de atendimento hospitalar e maior o risco de pressão no sistema de saúde.

Mesmo com todas as ações de ampliação de leitos de UTI no Estado, o avanço na evolução da Covid-19 sinaliza risco alto de pressão ao sistema de saúde e a necessidade de se ampliar ainda mais a conscientização da população em seguir os protocolos de distanciamento, a fim de que seja possível seguir nas ações de ampliação da rede e, principalmente, para continuar garantindo o acesso adequado do paciente aos leitos hospitalares e de UTI no tempo oportuno.

Macrorregião Metropolitana

Após a definição de bandeira vermelha na última rodada para quatro das cinco regiões Covid da Macrorregião Metropolitana, a situação de agravamento permaneceu, reflexo do tempo necessário entre ações de maiores restrições à circulação e a diminuição das hospitalizações. Nesta semana, a região de Taquara, que era beneficiada com a trava de até três hospitalizações nos últimos 14 dias, apresentou situação de bandeira vermelha, pois além da pressão advinda do agravamento na macrorregião, apresentou piora em seus indicadores regionais. Assim, toda a macrorregião metropolitana obteve apuração de bandeira vermelha.

Com as hospitalizações e ocupação de leitos clínicos e de UTI para confirmados Covid-19 aumentando, a macrorregião metropolitana atingiu a totalidade em bandeira vermelha. Os números de internados por SRAG em UTI, de pacientes Covid-19 em leitos clínicos (confirmados) e de pacientes Covid-19 em leitos de UTI (confirmados) tiveram aumentos entre as duas semanas.

Com relação a SRAG, enquanto há sete dias atrás havia 250 internados, a quantidade de pacientes subiu 36% passando para 339. No caso de leitos clínicos, o número de pacientes passou de 284 para 333, um aumento de 17%. E com relação aos internados por Covid-19 em leitos de UTI, o aumento foi de 39%, passando de 179 para 248 pacientes.

Além dos indicadores que mensuram a velocidade do avanço na macrorregião, os relacionados a capacidade de atendimento também se agravaram. Enquanto na semana passada havia 1,46 leito de UTI livres para cada leito de UTI ocupado por paciente Covid-19, nesta semana o indicador passou para 1,05.

No comparativo do número de leitos livres de UTI no último dia para atender Covid-19 entre as duas quintas-feiras, verifica-se uma pequena redução no número de leitos de UTI livres para atender Covid-19, passando de 262 para 260.

Com isso, enquanto o indicador de internados por SRAG obteve bandeira vermelha, a de pacientes Covid-19 em leitos de UTI e de capacidade de atendimento, mensuradas pela macrorregião, obtiveram bandeira preta.

Porto Alegre

Além da situação agravada pelos indicadores mensurados pela macrorregião, o número de hospitalizações confirmadas para Covid-19 registrado nos últimos sete dias apresentou crescimento de 11% entre as duas semanas, passando de 204 para 227. Com isso, o indicador apresentou melhora entre as duas análises, passando de bandeira preta para laranja. Porém, destaca-se que a quantidade de novas hospitalizações em proporção da população ainda é elevada, refletindo na bandeira preta para o indicador de incidência na região.

Ainda se observa crescimento em outros três indicadores de avanço da doença. O número de internados em UTI por SRAG no último dia variou de 163 para 225 entre as duas semanas. O indicador de internados em UTI confirmados para Covid-19 cresceu 37%, passando de 124 para 170. Por último, o indicador de internados em leitos clínicos Covid-19 variou de 196 para 219.

O indicador que mede o Estágio da Evolução, resultante da razão entre ativos e recuperados obteve leve melhora, passando para avaliação de risco médio (laranja). O de Projeções de Óbitos e de hospitalizações em relação a 100 mil habitantes, na última semana, se manteve em avaliação de risco máximo (preta).

Canoas

A região de Canoas é a que obteve a maior média ponderada entre todas regiões Covid, em valor de 2,14. Os registros de hospitalizações confirmadas para Covid-19 cresceram 56% entre as duas semanas, passando de 41 para 64 hospitalizações. O avanço acompanha a tendência que levou a região à bandeira vermelha há duas semanas, pois se trata da velocidade do avanço da pandemia e dos efeitos que podem permanecer por mais semanas.

Da mesma forma, na região o número de internados em UTI por SRAG no último dia passou de 31 para 42 entre as duas semanas. Para o indicador de internados em UTI confirmados para Covid-19, o crescimento foi de 68%, variando de 19 para 32 Com relação ao número de pacientes Covid-19 em leitos clínicos, o aumento foi de 9,5%, (de 42 para 46 internados).

Na razão entre os casos ativos na semana e recuperados nos 50 dias anteriores ao início da semana, o indicador se manteve em bandeira preta. No caso do número de hospitalizações confirmadas para Covid-19 nos últimos sete dias para cada 100 mil habitantes, o indicador se manteve em bandeira preta, com a razão passando de 5,17 para 8,07.

Novo Hamburgo

A manutenção de bandeira vermelha também é observada na região de Novo Hamburgo. Comparativamente às outras semanas, verificou-se uma aceleração no registro de hospitalizações confirmadas para Covid-19 nos últimos sete dias. Enquanto na semana anterior havia ocorrido 71 registros, nesta semana foram 91 (aumento de 28%). A dimensão das hospitalizações, quando comparada por 100 mil habitantes, é bastante elevada, sendo a de maior valor entre todas as regiões Covid-19, indicando alta prevalência na região. Com isso, os indicadores de Estágio da Evolução e de Incidência de Novos Casos sobre a População, que são mensurados com base na região, todos apresentam bandeira preta.

A ocupação de leitos clínicos e de UTI, para SRAG ou confirmados para Covid-19, tiveram aumentos entre as duas semanas, contribuindo com o agravamento dos indicadores da macrorregião. O indicador de internados em leitos clínicos cresceu 86% (de 28 para 52), apontando para um possível aumento em ocupação de leitos de UTI nos próximos dias.

Capão da Canoa

Também sobre efeito do agravamento na Macrorregião Metropolitana, a região de Capão da Canoa apresentou crescimento em três variáveis utilizadas para mensurar o avanço da doença. As hospitalizações confirmadas para Covid-19 registradas nos últimos sete dias na região passou de 21 para 23 entre as duas semanas.

Apesar da redução na ocupação de leitos clínicos em 23,5% (de 17 para 13), ocorreram aumentos no número de internados em UTI confirmados para Covid-19 e por SRAG.
Os três indicadores de Estágio da Evolução e de Incidência de Novos Casos sobre a População apresentaram situação de bandeira preta, demonstrando a gravidade tanto da macro quanto da região em si.

Taquara

Pressionada pela situação da Macrorregião Metropolitana, a região de Taquara obteve bandeira vermelha nesta rodada. O salto de situação de bandeira amarela para vermelha se deve, principalmente, pelo fato de a região ter tido aumento nas hospitalizações confirmadas para Covid-19.

Esta elevação fez com que três indicadores da região, de hospitalizações registradas, hospitalizações a cada 100 mil habitantes e de projeção de óbitos passassem de bandeiras amarelas para preta, laranja e vermelha, respectivamente. Além disso, nas últimas atualizações, a região já alcançava classificações de risco alto (laranja), mas tinha o benefício de retroceder para a bandeira amarela por não registrar mais de três hospitalizações registradas confirmadas para Covid-19 nos 14 dias anteriores ao levantamento.

O aumento no número de hospitalizações confirmadas para Covid-19 variou de 2 para 6 hospitalizações. Apesar de que os indicadores de avanço da doença não sejam tão expressivos como nas demais regiões metropolitanas, a situação é deteriorada pela macrorregião a que está inserida.

Por fim, os indicadores de Estágio da Evolução na Região e de Incidência de Novos Casos sobre a População apresentaram agravamento entre as duas semanas. Observando o indicador da razão entre casos ativos na última semana e recuperados no início da semana (50 dias anteriores), verifica-se um elevado crescimento – com a região de Taquara obtendo o maior valor entre todas as regiões.

Norte

A macrorregião norte manteve a situação de piora nos indicadores que vinha sinalizando desde a última semana. Com o agravamento da Capacidade de Atendimento no Estado, que avalia o quantitativo de leitos de UTI livres sobre leitos de UTI ocupados por pacientes Covid-19, dos indicadores de internados em leitos clínicos e UTI por Covid-19 e da Capacidade de Atendimento na macrorregião, as regiões de Palmeira das Missões, Erechim e Passo Fundo obtiveram bandeira final vermelha.

Na última rodada de avaliação, as três regiões já haviam obtido situação de bandeira vermelha. Entretanto, após as análises de recursos, o Gabinete de Crise reverteu a situação de bandeira vermelha para as regiões de Erechim e de Palmeira das Missões, pois a média ponderada estava muito próxima do ponto de corte que define entre bandeiras laranja ou vermelha e os indicadores não apontavam ainda para situações de risco mais elevado.

Com relação as variáveis mensuradas para os indicadores de propagação da doença e da capacidade de atendimento, verifica-se a deterioração na região. As hospitalizações e as ocupações de leitos clínicos e de UTI para confirmados Covid-19 seguem aumentando.

O número de hospitalizações confirmadas para Covid-19, registradas nos últimos sete dias, passou de 76 para 112 entre as duas semanas, crescimento de 47,4%. Para os internados em leitos clínicos e internados em UTI, confirmados para Covid-19, os aumentos foram de 29% e 22%, respectivamente (de 59 para 76 e de 36 para 44). No caso de internados por SRAG em UTI, ocorreu uma redução no quantitativo, variando de 60 para 59.

Nas três regiões Covid-19 da macrorregião Norte, o aumento das hospitalizações afetou diretamente os indicadores de Estágio da Evolução na Região e de Incidência de Novos Casos Sobre a População. As três regiões obtiveram bandeira preta nos dois indicadores de Incidência.

O indicador relacionado à capacidade do sistema de saúde apresentou uma melhora. Enquanto na semana passada havia 1,78 leito de UTI livres para cada leito de UTI ocupado por paciente Covid-19, nesta semana o indicador passou para 2,09, mesmo que a bandeira do indicador tenha se mantido a mesma entre as duas semanas – vermelha. Também favorável, a mudança da capacidade de atendimento teve redução no indicador, com a bandeira alterada de laranja para amarela. No comparativo do número de leitos livres de UTI no último dia para atender Covid-19 entre as duas quintas-feiras, verificou-se o aumento dos leitos livres, passando de 64 para 92.

Palmeira das Missões

A região de Palmeira das Missões volta a ter classificação de alto risco. O número de casos ativos pela doença na última semana seguiu em crescimento, passando de 193 registros para 237 entre as duas semanas. Esse critério, comparado com os casos recuperados nos 50 dias anteriores, recebeu novamente a bandeira preta.

A região registrou aumento de 80% nas hospitalizações confirmadas para Covid-19 nos últimos sete dias entre as duas semanas, passando de 15 para 27. Os casos de internação em UTI por SRAG tiveram crescimento de 67%, já que agora são 10 pacientes, ao passo que há uma semana eram seis. No caso das internações confirmadas para Covid-19 em leitos clínicos e de UTI, se observou crescimento em ambas, principalmente para UTI, com o número de internados passando de um para oito pacientes.

O aumento das hospitalizações afetou diretamente os indicadores de Estágio da Evolução na Região e de Incidência de Novos Casos Sobre a População, com os três obtendo bandeira preta.

No indicador que apura o número de internados por Covid-19 no último dia do levantamento, Palmeira das Missões teve um salto de seis para nove pacientes. Com o aumento das ocupações em leitos de UTI, a região reduziu o número de leitos de UTI livres para atender Covid-19 de 23 para 17 leitos.

Erechim

Sem conseguir reduzir o número de internados por Covid-19 em UTI de uma semana para outra (continuou com seis pacientes), os municípios que integram a região de Erechim tiveram redução de oito para seis casos por SRAG em leitos de tratamento intensivo.

Além disso, a região teve 11 pessoas internadas por Covid-19 no último dia do levantamento, aumento de um paciente em relação à semana anterior. Porém, no caso de hospitalizações registradas para Covid-19 nos últimos sete dias, entre as duas semanas, a região teve aumento de 60%, passando de 10 para 16 na semana.

No caso dos indicadores de incidência de novos casos sobre a população, a região obteve ambos com bandeira preta, com aumento em seus valores. O acréscimo nas hospitalizações impactou diretamente o indicador sobre 100 mil habitantes, atingindo situação de bandeira preta.

Ao mesmo tempo, Erechim aumentou de 14 para 27 a disponibilidade de leitos de UTI livres, objetivando ter capacidade para atendimento à saúde.

Passo Fundo

Com o quadro se agravando, embora em velocidade não tão intensa, a região de Passo Fundo permanece na bandeira vermelha ao atingir 69 registros de hospitalizações Covid-19 na última semana – aumento de 35% em relação à semana anterior. A mesma situação se verificou para o número de internados em leitos clínicos com Covid-19, que passou de 40 para 55 pessoas.

Embora tenha aumentado o número de leitos de UTI livres, que subiu de 27 para 48 unidades, a razão do número de leitos de UTI livres para cada leito de UTI ocupado por pacientes Covid-19 apresentou o patamar de 2,09, o que coloca a região em bandeira vermelha nesse indicador.

Passo Fundo e municípios próximos somaram 457 casos ativos na última semana frente a 771 casos recuperados nos 50 dias antes do início da semana, colocando a região em bandeira vermelha nesse indicador.

Aliado a isso, no quesito de óbitos a região apresentou bandeira preta, uma vez que as 12 mortes apresentadas ao longo da semana, quando projetadas, apontam o valor de 17,9.

Caxias do Sul

A região de Caxias do Sul retorna para situação de bandeira vermelha. Dos indicadores de velocidade do avanço, o de hospitalizações confirmadas para Covid-19 entre as duas semanas e o de pacientes Covid-19 em leitos de UTI no último dia tiveram deterioração do quadro, obtendo bandeiras laranja e preta, respectivamente.

A região segue agravada pelos dois indicadores de Incidência de Novos Casos sobre a População, pela Capacidade de Atendimento da macrorregião e, assim como as demais regiões Covid-19, pelo impacto da bandeira vermelha no indicador de Capacidade de Atendimento mensurada pelo Estado como um todo.

Conforme destacado, o indicador de hospitalizações confirmadas para Covid-19 registradas nos últimos sete dias aumentou 9% entre as duas semanas, passando de 76 na semana anterior para 83 na atual. Porém, mesmo que o avanço da doença tenha reduzido na velocidade, o número de internados por SRAG em UTI (de 62 para 78), o número de internados em leitos clínicos Covid-19 (de 57 para 59) e de internados em leitos de UTI Covid-19 (de 40 para 59) cresceram.

Os indicadores de incidência de novos casos sobre a população – “hospitalizações confirmadas para Covid-19 em relação à população” e “Projeção de óbitos em relação à população” mantiveram situação de maior risco: bandeira preta em ambos, com elevação nos dois valores.

Por fim, o indicador de leitos de UTI livres dividido pelo de leitos de UTI ocupados por pacientes Covid-19, mensurado para a macrorregião, atingiu situação de bandeira preta (com 1,42 leito de UTI adulto livre para cada leito de UTI adulto ocupado por Covid-19 na região). Esse indicador sinaliza para um aumento na ocupação de leitos de UTI por pacientes Covid-19, mesmo que a região tenha aumentado o número de leitos de UTI livres no último dia entre as duas semanas (de 75 para 84).

Pelotas

A região de Pelotas atinge pela primeira vez a situação de bandeira vermelha. Dos indicadores de velocidade do avanço da macrorregião, o de hospitalizações confirmadas para Covid-19 entre as duas semanas e o de pacientes Covid-19 em leitos de UTI no último dia obtiveram bandeira preta nesta semana.

A quantidade de hospitalizações confirmadas para Covid-19 registradas nos últimos sete dias, na região, aumentou 144% entre as duas semanas, passando de nove, na semana anterior, para 22 na atual. O número de internados por SRAG em UTI (de 13 para 17), o número de internados em leitos clínicos Covid-19 (de 8 para 12) e de internados em leitos de UTI Covid-19 (de 9 para 15) cresceram na macrorregião.

Com o aumento no número de casos e de hospitalizações, a região segue agravada pelos indicadores de estágio da evolução na região e de Incidência de Novos Casos sobre a População. A Capacidade de Atendimento da macrorregião e, assim como as demais regiões Covid-19, pelo impacto da bandeira vermelha no indicador de Capacidade de Atendimento mensurada pelo Estado como um todo, foram fatores que contribuíram para a elevação de risco na região.

Portanto, o indicador de leitos de UTI livres dividido pelos leitos de UTI ocupados por pacientes Covid-19, medido para a macrorregião, atingiu situação de bandeira laranja (com 2,71 leitos de UTI adulto livre para cada leito de UTI adulto ocupado por Covid-19 na região).

Bagé tem situação pior

Agravada pela piora nos indicadores da macrorregião, a região de Bagé atinge novamente situação de bandeira laranja. Apesar de que os indicadores da região de hospitalizações registradas confirmadas para Covid-19, de estágio da evolução na região e de incidência sobre novos casos sobre a população não tenham nenhuma atingido bandeira vermelha, observou-se também uma alteração de bandeiras de amarela para laranja entre as semanas.

A região apresentou um aumento no número de casos ativos na última semana, passando de 5 para 16 casos. O número de internados em UTI por SRAG aumentou de 2 pacientes para 5. Nos indicadores de internados Covid-19 em leitos clínicos e UTI, a situação foi de pequena alteração.

Santo Ângelo apresenta melhora

Após uma semana em situação de bandeira vermelha, a região de Santo Ângelo teve seu grau de risco diminuído, voltando a classificação de bandeira laranja, uma vez que melhoraram os indicadores em termos de ocupação e de leitos de UTI livre por pacientes Covid-19.

Pelos números da última sexta-feira, a região reduziu o número de hospitalizações registradas para Covid-19 nos últimos 7 dias em 21%, passando de 19 para 15 entre as duas semanas. A ocupação de UTIs por pacientes SRAG aumentou de 6 para 8 pacientes, mas o número de internados em leitos clínicos e em UTI, confirmados para Covid-19, reduziram (de 11 para 9 e de 4 para 1, respectivamente). A capacidade de atendimento da macrorregião é também um dos fatores positivos, apresentando bandeira amarela nos indicadores de Capacidade de Atendimento e de Mudança da Capacidade de Atendimento.

Entenda o distanciamento controlado

Com base em evidências científicas e análise de dados, o modelo de Distanciamento Controlado – que está oficialmente em vigor desde 10 de maio, com o Decreto 55.240 – tem o objetivo de equilibrar a prioridade de preservação da vida com uma retomada econômica responsável em todo o Rio Grande do Sul.

Para isso, o governo dividiu o Estado em 20 regiões e mapeou 105 atividades econômicas. A partir de um cálculo que leva em conta 11 indicadores, segmentados em dois grupos – propagação do vírus e capacidade de atendimento de saúde –, determinou a aplicação de regras (chamados de protocolos) mais ou menos restritas para cada segmento de acordo com o risco calculado para cada região.

Conforme o resultado do cruzamento de dados divulgados de forma transparente, cada local recebe uma bandeira nas cores amarela (risco baixo), laranja (médio), vermelha (alto) ou preta (altíssimo).O monitoramento dos indicadores de risco é semanal.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/07/2020 0 Comentários 554 Visualizações
CidadesSaúde

Canoas recebe 20 respiradores para utilização em novos leitos de UTI

Por Gabrielle Pacheco 03/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Com um aumento considerável da demanda no sistema de saúde e a curva ascendente de contaminação pelo novo coronavírus, Canoas ganhou um reforço no combate à pandemia. Nesta semana, a cidade recebeu 20 respiradores, entregues pelo governo do estado. Os aparelhos serão alocados em novas Unidades de Terapia Intensiva (UTI) do município e contribuirão para o tratamento de casos graves da covid-19. 

A remessa de respiradores chega pouco depois de a Prefeitura de Canoas entregar ações que dão mais fôlego sistema de saúde municipal. Em junho, foram abertos 200 novos leitos no Hospital Universitário (HU), neste momento, exclusivos para tratamentos de casos suspeitos ou confirmados de coronavírus, mas que depois ficarão de legado para a comunidade. Além disso, também passaram a funcionar 10 novos leitos de UTI no Hospital de Pronto Socorro de Canoas (HPSC). 

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/07/2020 0 Comentários 472 Visualizações
CidadesSaúde

Região Metropolitana e Vale dos Sinos pedem ao Estado insumos e medicamentos contra a Covid-19

Por Gabrielle Pacheco 02/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

As associações de municípios da Região Metropolitana (Granpal) e do Vale do Rio dos Sinos (AMVARS) encaminharam ofício ao governador do Estado, Eduardo Leite, pedindo apoio do Executivo em insumos e medicamentos para tratamento da covid-19. O documento foi assinado pelas duas entidades após reunião entre prefeitos, ocorrida nesta terça-feira. 30.

As cidades justificam o pedido pela ocorrência de falta de insumos para o combate à doença nas UTIs da Região Metropolitana, das baixas ocorridas no quadro de servidores municipais e das dificuldades na realização de licitação própria para a aquisição desses itens. Diversas instituições hospitalares têm relatado problemas de abastecimento, como falta de medicamentos para a sedação dos pacientes.

“É uma situação muito preocupante, sobretudo nesse momento em que há um avanço do coronavírus no Estado e aumento de internações em leitos de UTI exclusivos para a doença”, alerta a presidente da Granpal, Margarete Ferretti, prefeita de Nova Santa Rita, que assina o ofício com a presidente da AMVARS e prefeita de Dois Irmãos, Tânia Terezinha da Silva.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/07/2020 0 Comentários 551 Visualizações
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