Mais vistas
Cidades atendidas pelo Sebrae RS são destaque em ranking nacional...
Empresa de tecnologia de Campo Bom projeta crescer 300% nos...
Evento reunirá contadores em Porto Alegre para debater tendências do...
Ocergs mira em hub de negócios para ampliar a competitividade...
Cenp-Meios: Região Sul concentrou R$ 1,1 bilhão de investimento em...
Trabalhadores da indústria entram no debate da Conicq e estabelecem...
Da fazenda ao mercado premium: mulheres impulsionam a Carne Angus...
Do Brasil para o mundo: o agro brasileiro que exporta...
Cerca de 85% das exportações do RS ao Oriente Médio...
Feevale Portas Abertas reúne comunidade com programação de cultura, serviços...
Expansão
Banner
  • INÍCIO
  • NOIVAS
  • CATEGORIAS
    • Business
    • Cidades
    • Cultura
    • Ensino
    • Gastronomia
    • Moda e beleza
    • Projetos especiais
    • Saúde
    • Variedades
  • EDIÇÕES ONLINE
  • Bicentenário
  • SOBRE
  • ASSINE
  • FALE CONOSCO
Tag:

Geração de empregos

Business

Novo Hamburgo é a terceira cidade que mais gera empregos no Estado

Por Amanda Krohn 29/07/2022
Por Amanda Krohn

Novo Hamburgo segue entre as cidades que mais geram empregos com carteira assinada no Estado. Segundo balanço do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do governo federal divulgado nesta quinta-feira (28), o município criou 609 novos postos de trabalho no mês de junho. É o melhor desempenho em toda a Região Metropolitana depois apenas de Porto Alegre. Em todo o Estado, Novo Hamburgo está na terceira posição (atrás da Capital e de Caxias do Sul, as duas maiores economias gaúchas).

“Este resultado mostra que seguimos no caminho certo, fortalecendo nossa economia. Apesar das adversidades em todo o País e no mundo, estamos gerando emprego e renda, melhorando a vida de nossos cidadãos”, enfatiza a prefeita Fátima Daudt. Novo Hamburgo acumula 2.891 vagas criadas no primeiro semestre deste ano, novamente o terceiro melhor desempenho entre todos os 497 municípios gaúchos, depois de Porto Alegre e Caxias do Sul. Nos últimos 12 meses, são 6.529 novos empregos formais (também somente atrás da capital e de Caxias). “São notícias que nos deixam muito felizes, pois mais hamburguenses estão conseguindo renda para realizar seus sonhos”, completa Fátima.

Desde agosto de 2020, em plena pandemia, quando Novo Hamburgo deu início à retomada do emprego formal, foram 21 meses de saldo positivo (somente nos meses de dezembro de 2020 e dezembro de 2021 houve mais demissões que admissões). Com isso, o Município acumula um estoque de 70.200 empregos, o melhor saldo de sua história.

Destaques

A indústria voltou a liderar a geração de emprego em junho, com 330 vagas criadas, respondendo por mais da metade do saldo. O setor de serviços foi o segundo, com 189 vagas. A construção civil, que vinha apresentando resultados baixos também foi destaque mês passado, ultrapassando o comércio na criação de empregos: foram 51 vagas de trabalho criadas nas obras, e 39 vagas nas lojas.

A secretária municipal de Desenvolvimento Econômico, Paraskevi Bessa- Rodrigues, também reforça o empenho da Adminstração Municipal em manter o clima positivo para empreender em Novo Hamburgo. “Procuramos criar todas as condições para que os negócios sigam seu curso normal”, explica.

Em relação à faixa etária, os dois grupos que mais conseguiram emprego foram as pessoas entre 18 e 24 anos e entre 30 e 39 anos, mostrando também a importância da experiência (pessoas acima de 40 anos também tiveram boa empregabilidade). Já quanto ao grau de instrução, a maioria dos candidatos empregados tinham o ensino médio completo.

Saldo do emprego

Em Junho/22 I Posição no Vale do Sinos I Posição no RS
+609 vagas criadas I 1ª colocada I 3ª colocada

Em 2022 I Posição no Vale do Sinos I Posição no RS
+2891 vagas criadas I 1ª colocada I 3ª colocada

29/07/2022 0 Comentários 672 Visualizações
Business

Potencial de consumo de Novo Hamburgo atinge R$ 9,5 bilhões

Por Amanda Krohn 19/07/2022
Por Amanda Krohn

Investimentos e ações que possibilitaram um clima altamente positivo para empreender em Novo Hamburgo e que fazem a cidade se destacar na geração de empregos em todo o Estado já começam a aparecer também em outra ponta. Segundo o estudo IPC Maps 2022, especializado há quase 30 anos no cálculo de índices de potencial de consumo nacional, Novo Hamburgo avançou em seu potencial em relação ao ano passado. O município pulou da sétima para a sexta posição entre as cidades de todo o Estado.

Segundo a pesquisa do IPC Maps, o consumo das famílias hamburguenses deve movimentar cerca de R$ 9,5 bilhões na economia do Município ao longo deste ano. O valor representa um crescimento nominal de R$ 1,5 bilhão em relação ao ano passado. “O crescimento real da cidade em relação ao ano anterior foi de 7,0%”, pontua Marcos Pazzini, sócio da IPC Marketing Editora e responsável pela pesquisa. Percentual este bem maior que o Brasil, que teve aumento real de apenas 0,92%.

“Quando avançamos em nosso potencial de consumo, isso significa que mais hamburguenses estão inseridos na economia, ou seja, que temos mais emprego e renda”, destaca a prefeita Fátima Daudt, lembrando que, desde agosto de 2020, em plena pandemia, Novo Hamburgo tem sido destaque na geração de postos de trabalho, segundo balanço do governo federal. “O potencial de consumo também mostra que Novo Hamburgo é um dos lugares mais promissores para receber empresas e investimentos”, acrescenta Fátima.

O IPC Maps mapeia o perfil de consumo das populações urbanas e rurais dos 5.570 municípios brasileiros. O perfil de cada município é detalhado com dados demográficos, número de empresas e potencial de consumo de 22 categorias segmentadas por classe socioeconômica e atualizado ano a ano.

Cidadania

“Tenho dito que gerar emprego é viabilizar o exercício pleno da cidadania. Com trabalho e renda, as pessoas têm condições de realizar seus sonhos”, completa a prefeita. O potencial de consumo de Novo Hamburgo, que estava na sétima posição em 2021, superou o município de Gravataí neste ano, e está próximo de Santa Maria e Pelotas, respectivamente quarto e quinto colocados (atrás de Porto Alegre, Caxias do Sul e Canoas).

O desempenho de Novo Hamburgo fez a cidade saltar oito posições no ranking nacional (de 96ª em 20221 para 88ª em 2022). É o maior crescimento neste ranking entre as sete cidades melhor colocadas no Estado: Porto Alegre permanece em 8º no ranking nacional; Caxias do Sul perdeu duas posições (de 32ª para 34ª); Canoas avançou seis (de 67ª para 61ª); e Pelotas caiu 20 ((de 60ª para 80ª); enquanto Gravataí caiu uma (de 92ª para 93ª).

Em termos de quantidade de empresas, diferentemente do que ocorreu no Brasil, onde todos os setores tiveram queda na quantidade de empresas, com exceção do agronegócio, em Novo Hamburgo, além do agronegócio, o setor de serviços também teve desempenho positivo, com aumento na quantidade de empresas instaladas na cidade.

Marcos Pazzini acrescenta que, em todo o Brasil, o consumo das famílias deve movimentar cerca de R$ 5,6 trilhões ao longo deste ano — um aumento real de apenas 0,92% em relação a 2021, a uma taxa positiva de 0,42% do PIB. “Esse resultado é reflexo da lenta recuperação pós-crise pandêmica agravada pelo atual cenário de confronto entre Rússia e Ucrânia, na Europa”, explica.

Brasil possui cerca de 215 milhões de cidadãos. Destes, 182,2 milhões moram na área urbana e são responsáveis pelo consumo per capita de R$ 28.708, contra R$ 12.614 gastos individualmente pela população rural. Essa edição aponta, ainda, para uma nova tendência no comportamento do consumidor, que passa a gastar mais com veículo próprio em detrimento até das despesas com alimentação. “Como na pandemia muitas indústrias pararam de produzir, principalmente autopeças eletrônicas, as empresas tiveram de prolongar os prazos de entrega e reajustar seus valores. Enquanto isso, crescia a demanda por transportes via aplicativos e deliveries, tanto pelo consumidor — que passou a usar mais esses serviços —, quanto pelos trabalhadores — que viram nesse segmento uma oportunidade de compensar a perda do emprego ou de parte do seu salário, ou ainda, de ter uma renda extra”, avalia o diretor do IPC Maps.

Foto: Lu Freitas/PMNH/ Divulgação | Fonte: Assessoria
19/07/2022 0 Comentários 1,1K Visualizações
Cidades

Mais de 930 empregos formais são gerados em Novo Hamburgo em fevereiro

Por Stephany Foscarini 30/03/2022
Por Stephany Foscarini

O setor industrial de Novo Hamburgo segue neste ano como o motor da geração de vagas de trabalho no município. De acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do governo federal, o município gerou um total de 939 vagas com carteira assinada em fevereiro, sendo mais da metade, 487 empregos, criados na indústria hamburguense. Em janeiro, o setor também liderou a abertura de postos de trabalho.

Essa notícia do Caged é mais um presente para o aniversário de Novo Hamburgo. Criar empregos é gerar renda, fazer a economia crescer e dar dignidade às pessoas. Além disso, as vagas criadas representam que o mercado está aquecido e que, consequentemente, costuma trazer reflexos no comércio e na área de serviço”.

“Essa notícia do Caged é mais um presente para o aniversário de Novo Hamburgo. Criar empregos é gerar renda, fazer a economia crescer e dar dignidade às pessoas. Além disso, as vagas criadas representam que o mercado está aquecido e que, consequentemente, costuma trazer reflexos no comércio e na área de serviço”, destaca a prefeita Fátima Daudt.

“Mesmo com os resultados positivos dos últimos meses, seguimos trabalhando para deixar o ambiente ainda mais favorável e confiável aos empreendedores, com menos burocracia, gerando ainda mais empregos e renda para os hamburguenses”, complementa a prefeita.

Outros setores

Outras 370 vagas foram criadas em fevereiro no município no setor de serviços, 61 no comércio e 22 na construção. A agropecuária registrou um posto de trabalho fechado no mês. “É preciso destacar que o mercado de trabalho segue contratando em maior número os profissionais com o ensino médio completo e técnico”, analisa os dados o diretor de Trabalho da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Nelson Dietrich Júnior.

O resultado de fevereiro coloca novamente Novo Hamburgo como o município que mais criou postos de trabalho no Vale do Sinos no mês, assim como ocorreu em janeiro deste ano. Na região metropolitana, Novo Hamburgo foi o segundo que mais gerou empregos, atrás apenas de Porto Alegre. Na comparação com o restante do Estado, Novo Hamburgo está no Top 10, ficando com a 6ª posição no mês de fevereiro entre todos os 497 municípios do Rio Grande do Sul.

Saldo do emprego

Em fevereiro/22 I Posição no Vale do Sinos I Posição no RS
+939 vagas criadas I 1ª colocada I 6ª colocada

Em 2022 I Posição no Vale do Sinos I Posição no RS
+1361 vagas criadas I 1ª colocada I 7ª colocada

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/03/2022 0 Comentários 497 Visualizações
Cidades

Campo Bom é o 15º município gaúcho que mais gerou empregos em 2022

Por Stephany Foscarini 29/03/2022
Por Stephany Foscarini

Já faz um tempo que o Caged traz apenas boas notícias para Campo Bom. No relatório divulgado nesta manhã, dia 29, referente a fevereiro de 2022, os dados apontam saldo positivo de 330 admissões no município. O desempenho campo-bonense foi o melhor registrado em um único mês desde fevereiro do ano passado (377). Somados os resultados dos dois primeiros meses do ano, já são 517 novos postos de trabalho criados no período. Os números colocam Campo Bom como o 15º município, entre os 497 do estado, que mais gerou empregos até o momento neste ano.

No último sábado, organizamos um mutirão de empregos com empresas do município; mais de 500 vagas foram ofertadas aos candidatos, o que nos dá uma perspectiva de que março resultará em ainda mais campo-bonenses empregados”.

Para o prefeito Luciano Orsi, os dados indicam que Campo Bom se consolidou como um ambiente favorável à geração de empregos. “No último sábado, organizamos um mutirão de empregos com empresas do município; mais de 500 vagas foram ofertadas aos candidatos, o que nos dá uma perspectiva de que março resultará em ainda mais campo-bonenses empregados”, afirma. “Tanto os números do Caged quanto os do mutirão mostram que nossas ações de desburocratização para a abertura de novos negócios têm sido efetivas e continuam a beneficiar os moradores da cidade”, observa o secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo Henrique Scholz.

Dos 330 novos empregos criados por empresas campo-bonenses em fevereiro, 239 são oriundos da indústria – mais de 70% –, setor que mais empregou na cidade. Além da indústria, também registraram saldo positivo de admissões os setores de serviços (83), construção (4), comércio (2) e agropecuária (2).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/03/2022 0 Comentários 685 Visualizações
Cidades

Campo Bom tem aumento de 184% na geração de empregos

Por Milena Costa 02/07/2021
Por Milena Costa

Mais uma vez com saldo positivo registrado no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), Campo Bom segue firme na manutenção do emprego. Com as medidas de retomada da economia, o Município já aumentou em 184% o índice de geração de empregos nos primeiros cinco meses do ano.

“Mostra que nosso esforço tem sido efetivo e inspira a sermos incessantes para ver nosso município no topo”

Crescimento é em relação ao mesmo período de 2020. “Ao todo tivemos saldo positivo de 1.078 novas admissões, do início do ano até o momento. Passamos de 2.360 a mais do que tínhamos no ano passado, nesta mesma época. Mostra que nosso esforço tem sido efetivo e inspira a sermos incessantes para ver nosso município no topo”, avalia o prefeito Luciano Orsi.

“Buscamos desburocratizar os processos e qualificar nossa mão de obra. Tanto para garantir o desenvolvimento sustentável, quanto para atrair novos investidores”

O secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Henrique Scholz, afirma que o empreendedorismo é a marca de Campo Bom. “Buscamos desburocratizar os processos e qualificar nossa mão de obra. Tanto para garantir o desenvolvimento sustentável, quanto para atrair novos investidores”, explica. “Comparar estes dois momentos mostra que Campo Bom vem numa crescente intensa de recuperação”.

Indústria é carro-chefe

Responsável por mais de 620 destas novas contratações, o setor industrial foi o que teve mais admissões neste ano. O quantitativo corresponde a 57% dos novos postos de trabalho.
Os dados são do Caged.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

02/07/2021 0 Comentários 547 Visualizações
Business

Abicalçados comemora criação de 6 mil postos em agosto

Por Gabrielle Pacheco 01/10/2020
Por Gabrielle Pacheco

Depois de gerar 1,14 mil postos em julho, o setor calçadista criou outros 6,3 mil em agosto. Os dados foram divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e apontam para uma recuperação do setor. A melhora vem depois de quatro meses seguidos de perda de postos em função do novo coronavírus e as restrições no mercado doméstico e internacional. Com o resultado de agosto, o setor alcança, no total, 232,4 mil postos diretos. O resultado ainda está muito distante do obtido em dezembro de 2019 (269 mil postos) e uma queda de 17% em relação a agosto de 2019.

Os dados divulgados apontam que o Rio Grande do Sul, estado que mais emprega na atividade, gerou 358 postos em agosto e agora emprega um total de 90,9 mil pessoas. O segundo empregador do Brasil é o Ceará, que gerou 2,2 mil vagas no mês oito e agora emprega 55,23 mil pessoas. No terceiro posto entre empregadores aparece a Bahia, que gerou 859 postos e terminou agosto empregando um total de 29 mil pessoas.

Recuperação depende da desoneração

O presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Haroldo Ferreira, ressalta que existe um processo gradual de recuperação do setor em função da flexibilização do comércio físico em grandes centros. Esse é o caso de São Paulo, que responde por mais de 40% do total de calçados consumidos no País. “O mercado doméstico absorve 85% da produção do setor, então essa retomada das atividades no varejo acaba tendo um impacto muito importante”, avalia.

Por outro lado, Ferreira pondera que a continuidade da recuperação das vagas está atrelada, diretamente, à prorrogação da desoneração na folha de pagamentos, que foi vetada pelo presidente Jair Bolsonaro e está em análise no Congresso Nacional. “A continuidade da desoneração para 2021 é essencial para a recuperação do setor calçadista, que responde rapidamente na geração de empregos”, ressalta o executivo.

Segundo o dirigente, caso a desoneração da folha, a qual permite que o setor substitua o pagamento de 20% sobre folha salarial por 1,5% do faturamento bruto, não prossiga para 2021, não somente a recuperação será abalada como deverão ser perdidas cerca de 15 mil vagas ao longo do ano. O departamento de Inteligência da Abicalçados calcula que a reoneração da folha aumenta em R$ 570 milhões por ano os gastos a carga tributária do setor.

Vagas no setor (saldo Caged)

  • Janeiro: + 6,8 mil postos
  • Fevereiro:+ 8,4 mil postos
  • Março: – 8,2 mil postos
  • Abril: -29,46 mil postos
  • Maio: -16,64 mil postos
  • Junho: – 5,4 mil postos
  • Julho: + 1,14 mil postos
  • Agosto: + 6,3 mil postos
  • No ano: -37 mil postos
  • Empregos diretos: 232,4 mil postos
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/10/2020 0 Comentários 474 Visualizações
Cidades

Maior Usina de Reciclagem de RCC muda a realidade de Canoas e gera empregos

Por Gabrielle Pacheco 10/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Usina de Reciclagem de Resíduos da Construção Civil (RCC), implantada há pouco mais de um ano, beneficia o município de Canoas como alternativa de sustentabilidade ambiental e econômica. Construída em uma área de 21 hectares do Parque Industrial Jorge Lanner, no bairro Niterói, a maior usina de reciclagem da construção civil brasileira garante carteira assinada, assistência social e emprego digno a mais de 100 trabalhadores. São eles que recolhem, separam e beneficiam diversos tipos de resíduos descartados na cidade e que chegam todos os dias ao local. 

Além do reconhecimento da comunidade canoense e de instituições sustentáveis, a usina gera nova perspectiva de vida aos trabalhadores da reciclagem, que há duas décadas viviam em condições insalubres. Montanhas que acumulavam materiais de construção, pneus, entulhos, restos de móveis, carcaças de produtos eletrônicos, lixo doméstico e até animais mortos formavam o cenário de completo abandono no distrito. Porém, graças aos esforços da Prefeitura de Canoas nos últimos anos, a realidade de funcionários, como o ajudante Valdemir Silva, é outra. “Naquela época, não tínhamos direito, trabalhávamos por conta e nada aqui era legalizado. Hoje, estou empregado e, em setembro, vou tirar minhas primeiras férias em 19 anos para curtir uma pescaria com meu neto”, revela. 

A lembrança é compartilhada entre os colaboradores com mais tempo de serviço, sobretudo por aqueles que chegaram à cidade em busca de uma vida melhor. Natural de Campos Sales, município cearense, Orlando Francisco da Silva trabalha na reciclagem dos resíduos há 14 anos e diz-se seguro com a regularização do trabalho. “Nós todos contribuímos com o INSS e, se por acaso eu ficar doente, sei que receberei auxílio. Fico mais tranquilo porque tenho filhos para criar, compromissos para correr atrás e aluguel para pagar”, explica o auxiliar que sonha em assumir cargos maiores no futuro graças às possibilidades de carreira na Usina. 

Já o funcionário Manoel Messias, nascido na Bahia, sente-se realizado ao contribuir para a limpeza e o desenvolvimento da cidade que lhe acolhe tão bem há quase dez anos. “Estava desempregado, fazendo uns bicos no interior do estado quando me chamaram. Hoje, sou grato pela oportunidade e por saber que Canoas está cada dia mais limpa”, diz. 

Mesmo antes do pleno funcionamento, a estrutura da usina já traz economia para a cidade com a geração de matéria-prima para obras de Canoas. “Todo o material que antes chegava aqui como lixo, sem serventia, a partir de agora é revertido em insumos para obras do município. Além disso, esse grande empreendimento vai nos trazer ganhos sociais, ecológicos e sustentáveis”, destaca o prefeito Luiz Carlos Busato.

Para ele, a instalação da usina é um sonho realizado, uma meta projetada desde o começo do governo. “Foram quase quatro anos de muito trabalho para que, hoje, possamos ver esta usina se tornar realidade. O que estamos vendo é uma oportunidade de mudar, de uma vez por todas, a cultura de descarte de resíduos na cidade. Além disso, conseguimos transformar o parque Joge Lanner, que era um marco do desprezo com o meio ambiente por décadas, nesta referência de reciclagem organizada e de economia de recursos públicos. É o exemplo de um problema que foi convertido em solução”, comemora. 

A vice-prefeita Gisele Uequed celebra a mudança de paradigma que a usina significa para a cidade. “Esta usina mostra que é perfeitamente possível aliar o cuidado com o meio ambiente à responsabilidade com os recursos públicos. Estamos entregando para os canoenses uma cidade muito mais sustentável e temos a felicidade de ver o quanto esta usina já impacta positivamente na vida das pessoas”, diz.   

Conheça a Usina de Reciclagem de Resíduos da Construção Civil (RCC) 

Através das secretarias municipais de Serviços Urbanos (SMSU) e de Obras (SMO), a usina tem desempenhado a importante função de conter a poluição nas ruas, impedir alagamentos e conduzir cada vez mais lixo ao destino correto. Em média, são 150 caminhões que chegam todos os dias com resíduos coletados pela empresa gestora, seja dos Pontos de Entrega Voluntária (PEVs), dos 5 Ecopontos espalhados pelo município ou dos materiais descartados clandestinamente em algumas áreas da cidade. 

Após passarem por um processo de triagem manual e mecânica, britagem e peneiramento, blocos, argamassa, concreto, terra e areia são reutilizados pelo município em forma de agregados recicláveis (areia, pedrisco e britas) como matéria-prima para pavimentação e obras em espaços públicos. A atual capacidade de processamento da usina é de 15 mil m³ de material em apenas um mês, o que gera a economia de R$ 600 mil mensais aos cofres públicos de Canoas. Estes valores economizados podem ser destinados a outros investimentos, como, por exemplo, reformas e equipamentos necessários para a saúde. 

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/07/2020 0 Comentários 981 Visualizações
Cidades

Zé Pneus está se instalando em Campo Bom e vai gerar 25 vagas de emprego

Por Gabrielle Pacheco 28/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

Campo Bom comemorou a notícia de que a rede de lojas Zé Pneus está se instalando na cidade e vai gerar 25 vagas de emprego. O diretor administrativo Vilmar Borges e o responsável pela Regional Vale do Sinos, Lucas Vieira Borges, estiveram reunidos com o prefeito Luciano Orsi nesta quarta-feira, 27, para agradecer a agilidade da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo (Sedetur) em resolver as questões burocráticas e informar que estarão inaugurando em julho.

Participaram do encontro o secretário Henrique Scholz, e o assessor da Sedetur Aírton Schäfer. “A Zé Pneus é uma empresa consolidada em nível estadual na área automotiva e vem somar positivamente nesse momento de crise fortalecendo as opções de soluções no segmento de pneus, gerando mais negócios, renda e empregos para a cidade de Campo Bom”, afirma Scholz. A Zé Pneus atenderá na esquina das avenidas Brasil e Emílio Vetter.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/05/2020 0 Comentários 791 Visualizações
Cultura

Pesquisa inédita revela potencial de impacto da cadeia da música na economia do RS

Por Gabrielle Pacheco 27/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

Artistas e produção, mas também engenharia, transporte, hotelaria, contabilidade e tecnologia da informação são alguns dos setores impactados diretamente pelos investimentos em projetos relacionados à música no Rio Grande do Sul. Um estudo inédito elaborado pela Secretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão (Seplag) mostrou que a cada R$ 100 destinados a eventos musicais, R$ 44,50 são utilizados para pagamentos de artistas e de pessoal diretamente envolvidos na produção, enquanto R$ 55,50 movimentam setores de outras áreas da economia, como comércio, indústria e serviços.

A divulgação nesta quarta-feira, 27, do estudo sobre o potencial de impacto da cadeia da música na economia do Rio Grande do Sul, elaborado por pesquisadores do Departamento de Economia e Estatística (DEE/Seplag), a partir de uma parceria com a Secretaria da Cultura (Sedac), dá sequência aos trabalhos que visam subsidiar a implementação do RS Criativo – programa da Sedac para fortalecer a economia criativa do Estado.

Nesta etapa de desenvolvimento, o objetivo é analisar o impacto das atividades musicais na geração de postos de trabalho e seus reflexos em outros setores. Para chegar aos dados finais da pesquisa, foram utilizadas informações das prestações de contas de projetos de eventos musicais beneficiados pela Lei de Incentivo à Cultura (LIC) entre 2014 e 2019. Dos 288 projetos realizados no período no Estado, foi selecionada uma amostra aleatória de 97.

“O estudo mostrou que os recursos dos eventos musicais não são alocados apenas em empresas especializadas na prestação de serviços para atividades culturais, mas transbordam para outros setores, o que contribui para dinamizar as economias locais”, destaca o pesquisador do DEE Tarson Nuñez, um dos responsáveis pelo estudo.

Descentralização

Dos projetos do setor musical selecionados na amostra com apoio da LIC entre 2014 e 2019, 71,2% foram desenvolvidos em cidades do interior do Rio Grande do Sul e 28,8% na região metropolitana de Porto Alegre. Quanto à porcentagem dos recursos alocados nestes eventos, 59,5% ficaram no interior gaúcho e 40,5% na capital e Região Metropolitana.

Os dados mostram ainda que o interior concentrou um número maior de eventos realizados (69), mas com dimensões menores, com média de R$ 202,2 mil por projeto. Na Capital e Região Metropolitana foram menos projetos (28), mas com uma média mais alta de gastos (R$ 339,95 mil).

Empregos na música

A pesquisa do DEE/Seplag ressalta ainda as dificuldades para o estudo do emprego na cadeia da música, caracterizada pela alta informalidade, ausência de uma base de dados estatísticos, heterogeneidade e complexidade. A natureza dos postos de trabalho gerados por eventos musicais é mais precária do que a dos empregos formais permanentes, limitados ao tempo de duração do projeto. Ainda assim, considerando artistas e equipes de produção, são 64 as ocupações profissionais envolvidas na realização desses eventos no Estado.

No setor de serviços, entre os diretamente relacionados a shows – como som, luz, estrutura e comunicação – e os adicionais – como transporte, hospedagem e alimentação – são 46 diferentes tipos de empreendimentos movimentados com a realização de um projeto, o que beneficia, em especial, as micro e pequenas empresas locais.

“O que os dados mostram é que os eventos da cadeia da música impactam de forma importante as economias locais e proporcionam a profissionalização dos setores envolvidos. E quanto mais desenvolvida e diversificada é uma economia, mais uma sociedade avança”, afirma Nuñez.

“A divulgação da pesquisa vem num momento muito oportuno, em que se faz necessário enaltecer a importância do setor, especialmente nesse período em que muitos trabalhadores da área estão com as atividades suspensas, em função da pandemia. O setor cultural ajuda a engrenagem a funcionar, injeta dinheiro e movimenta a economia”, destaca a assessora especial de Artes e Economia Criativa da Sedac, Ana Fagundes.

Políticas públicas

A Lei de Incentivo à Cultura (LIC) é um mecanismo de incentivo fiscal pelo qual projetos de diversas áreas culturais, após avaliação e aprovação pelo Conselho Estadual de Cultura, podem receber financiamento de empresas. Ao apoiar os projetos, as empresas recebem um desconto relativo ao Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) devido.

Aos produtores que recebem valores por meio da LIC é obrigatória a prestação de contas, em que são informados os valores destinados ao pagamento de pessoal, contratações de serviços e os demais gastos relacionados ao projeto. De acordo com Nuñez, a partir da interpretação dos dados, o estudo permite ainda uma análise sobre a eficácia da própria lei como política pública.

RS Criativo

O RS Criativo é um programa da Sedac que busca potencializar a economia criativa no Estado, segmento que inclui setores nos quais a criação de valor tem como base dimensões imateriais como criatividade, cultura, conhecimento e inovação. As características e potencialidades do segmento estão na pauta dos estudos do DEE/Seplag para auxiliar na implementação das políticas no Rio Grande do Sul.

A primeira pesquisa desta análise foi divulgada em dezembro de 2019 e apontou os indicadores de empregos na economia criativa no Estado, no período entre 2006 e 2017. O documento mostrou que são mais de 130 mil os empregos formais no segmento, contingente superior ao da indústria calçadista e do setor automobilístico no Estado.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/05/2020 0 Comentários 546 Visualizações
Business

Entidades do varejo criam plataforma inédita de geração de empregos

Por Gabrielle Pacheco 08/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

Em um movimento pioneiro no país, 29 entidades ligadas ao varejo uniram-se para desenvolver uma plataforma online de geração de empregos no setor. Com a iniciativa, intitulada Vagas no Varejo, o segmento espera minimizar os impactos provocados pelo novo coronavírus, ao garantir a recolocação de profissionais no mercado de trabalho e preservar a atividade empresarial.

O lançamento oficial aconteceu em uma data emblemática: 1º de maio, Dia do Trabalho. Segundo indicadores do Ibre/FGV, a crise pode deixar até 12,6 milhões de pessoas desempregadas e contrair em cerca de 15% a renda dos trabalhadores. O projeto foi idealizado pela Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma), Associação Brasileira de Prevenção de Perdas (Abrappe) e Associação Brasileira de Supermercados (Abras). A ação recebeu ainda o apoio voluntário da Tegra Sistemas, responsável pela concepção da plataforma; e da Advance, que elaborou o projeto de marketing e comunicação visual.

O aplicativo Vagas no Varejo estará disponível em todas as plataformas móveis, exigindo inicialmente a conexão com a rede social ou e-mail. A ideia é estabelecer uma conexão simples e autodidática, sem as dificuldades impostas por canais tradicionais de empregos. Ao ter a conta criada, o profissional precisa somente destacar sua área de atuação, experiências anteriores e disponibilidade de horários, podendo também inserir seu currículo. As entrevistas e avaliações serão realizadas online.

As empresas interessadas em recrutar profissionais também terão uma área exclusiva no portal, no qual poderão cadastrar suas oportunidades. Elas serão responsáveis por excluir as vagas que forem preenchidas e assinarão um termo no qual se comprometem a não utilizar as informações dos candidatos para qualquer outra finalidade, como venda de produtos ou serviços.

Da ideia às adesões

As primeiras reuniões para discutir o movimento tiveram início no fim de março e, em apenas 15 dias, ganharam a adesão de mais 17 entidades (veja a relação abaixo). “A redução do ritmo da economia e o desemprego são consequências inevitáveis da crise, e a retomada tende a ser muito lenta em alguns setores. Com essa estratégia, empresários e dirigentes da iniciativa privada somam esforços e competências para reverter mais rapidamente esse quadro e manter o nível de emprego e renda para muitas famílias”, ressalta Sergio Mena Barreto, CEO da Abrafarma.

“A perda do capital humano é a maior perda que uma empresa pode ter. Não poderíamos ficar estáticos somente olhando tudo acontecer. Essa união do varejo é um compromisso com a sociedade para que juntos possamos superar essa fase. E a iniciativa começa agora e fica aberta a todas as empresas e candidatos para sempre”, afirma Carlos Eduardo Santos, presidente da Abrappe.

“O Brasil está passando por um momento sem precedentes, que tem trazido muitos desafios para os empresários e trabalhadores. O Vagas no Varejo é um importante projeto que resulta da soma de forças do empresariado brasileiro na geração de oportunidades para a população. Juntos, queremos ajudar o país a passar por essa pandemia com menos danos econômicos possíveis”, comenta João Sanzovo Neto, presidente da Abras.

“O franchising é transversal e engloba vários setores. A intensidade da crise foi distinta em cada um deles. É muito importante colaborar com iniciativas como essa, que ajudam a minimizar o impacto da pandemia na sociedade”, afirma André Friedheim, presidente da ABF.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/05/2020 0 Comentários 506 Visualizações
Notícias mais recentes
Notícias mais antigas

Edição 302 | Dez 2025 - Jan 2026

Entrevista | Duda Cansi explica como transformar caos em clareza nos negócios

Economia | Corecon-RS, FCCS-RS e Fecomércio projetam a economia gaúcha para 2026

Educação | Fundação Projeto Pescar completa 50 anos

Saúde | A invisibilidade da pressão psicológica enfrentada por líderes e empreendedores

Acompanhe a Expansão

Facebook Twitter Instagram Linkedin Youtube

Notícias mais populares

  • 1

    Cidades atendidas pelo Sebrae RS são destaque em ranking nacional de desburocratização

  • 2

    Empresa de tecnologia de Campo Bom projeta crescer 300% nos próximos cinco anos

  • 3

    Evento reunirá contadores em Porto Alegre para debater tendências do setor

  • 4

    Ocergs mira em hub de negócios para ampliar a competitividade das cooperativas gaúchas

  • 5

    Cenp-Meios: Região Sul concentrou R$ 1,1 bilhão de investimento em propaganda em 2025

  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Linkedin
  • Youtube
  • Email

© Editora Pacheco Ltda. 1999-2022. Todos os direitos reservados.


De volta ao topo
Expansão
  • INÍCIO
  • NOIVAS
  • CATEGORIAS
    • Business
    • Cidades
    • Cultura
    • Ensino
    • Gastronomia
    • Moda e beleza
    • Projetos especiais
    • Saúde
    • Variedades
  • EDIÇÕES ONLINE
  • Bicentenário
  • SOBRE
  • ASSINE
  • FALE CONOSCO