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frango

Business

Granja Móvel leva conhecimento técnico aos polos de produção de suínos no país

Por Ester Ellwanger 27/10/2021
Por Ester Ellwanger

A suinocultura de precisão já é uma realidade no Brasil, considerado o quarto país que mais produz e exporta carne suína no mundo. Atenta às novas tendências, a Roboagro, empresa sediada em Caxias do Sul (RS), tornou-se referência internacional no segmento ao desenvolver uma tecnologia inédita, baseada na robotização da produção – a conhecida Suinocultura 4.0 – por meio do Robô Alimentador de Suínos, com mais de 800 unidades em operacionalização.

Impactados pela pandemia, eventos e feiras presenciais, voltados à divulgação de novos equipamentos e atualização do setor, precisaram ser cancelados ou prorrogados. Foi neste cenário que a Roboagro encontrou uma alternativa para manter o atendimento às necessidades dos principais polos produtores de suínos no Brasil, colocando em prática o projeto da Granja Móvel. Trata-se de um contêiner itinerante estilizado, que contempla o robô alimentador e a participação de uma equipe de profissionais capacitada para esclarecer sobre as especificações técnicas e oportunizar, in loco, o funcionamento da solução com os benefícios proporcionados, sem haver o deslocamento até a granja física. No período de três a quatro dias, a Granja Móvel visita determinada região produtora de suínos, mediante agendamento prévio feito pelas agroindústrias e/ou cooperativas interessadas. Estas contatam a Roboagro, acessando www.roboagro.com.br (menu Contato/Fale com a Roboagro) para solicitar o serviço e definir a localidade, permitindo que os produtores possam ir até a Granja Móvel.

A empresa obedece todos os cuidados e protocolos sanitários, bem como as medidas de biossegurança, relativas à prevenção de riscos que possam comprometer a saúde humana, animal e do meio ambiente. “A iniciativa permite que o Robô Alimentador de Suínos seja testado, independentemente de estar na granja física, evitando aglomerações nesta fase de distanciamento social”, acrescenta Giovani Molin, diretor da Roboagro. Os produtores que visitarem a Granja Móvel podem contar com condições especiais para adquirir o equipamento.

Continuidade da iniciativa

A iniciativa teve boa aceitação nas regiões visitadas, sendo a primeira o município de Toledo (PR), reconhecido como Capital do Agronegócio, ocupando o 1º lugar em rebanho de suínos no Brasil. “Pretendemos mantê-la, mesmo com a retomada dos eventos, pois é um serviço adicional para nossos clientes, que têm acesso facilitado às informações sobre novas tecnologias advindas da suinocultura de precisão”, afirma Molin.

Alimentador automático para suínos, o robô atua na distribuição de ração junto às fases de gestação, maternidade, creche, crescimento e terminação, resultando na redução de desperdícios, menor mão de obra, precisão nos horário do trato animal, controle de estoque, consumo e rastreabilidade do alimento a partir do uso de aplicativo e um software. Único alimentador integrado à plataforma Agriness S4, o equipamento promoveu uma mudança estrutural no segmento, fazendo com que as agroindústrias começassem a adaptar os layouts das granjas. A reprodução de música clássica, durante o processo de distribuição da ração, conferiu eficácia voltada à fase de crescimento dos suínos, comprovada por meio de estudos.

“Mais de 80% dos suinocultores da Região Sul seguem um modelo de produção integrada, onde a cooperativa ou agroindústria fornece todos os insumos para a produção. Muitas delas já adotaram a utilização do robô nas etapas de crescimento e terminação, cabendo ao produtor gerenciar o consumo de ração, o crescimento dos animais que serão enviados para o abate e ainda terem mais tempo para desempenhar outras atividades na granja”, explica o diretor da Roboagro.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/10/2021 0 Comentários 909 Visualizações
carne suína
Business

Exportações gaúchas de carne suína cresceram mais de 50%

Por Eduarda Ferreira 21/01/2021
Por Eduarda Ferreira

O volume de carne suína exportada pelo Rio Grande do Sul cresceu 54,41% em 2020 na comparação com o ano anterior, conforme a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Assim, passou de 169,23 mil toneladas para 261,32 mil toneladas. Na receita, a alta foi de 52,37%. Dessa forma, foram negociados US$ 629,29 milhões no ano passado contra US$ 412,99 milhões em 2019.

De acordo com a , os embarques de carne de frango também aumentaram no acumulado do ano no Estado: 15,82%. Assim, em 2020 foram exportadas 678,53 mil toneladas, enquanto em 2019 o total foi de 585,85 mil toneladas. As vendas totalizaram US$ 920,93 milhões no ano passado, superando em 0,95% o valor de 2019 — quando foram registrados US$ 912,27 milhões.

Embarques de dezembro de 2020

No último mês do ano, o Rio Grande do Sul exportou 22,13 mil toneladas de carne suína. Assim, o número significa uma alta de 22,04% na comparação com o mesmo mês de 2019, quando foram embarcadas 18,13 mil toneladas. As vendas somaram US$ 51,81 milhões em dezembro, o que representa uma leve queda de 1,31% se comparado ao valor do mesmo período do ano anterior (US$ 52,49 milhões).

Já as vendas internacionais de carne de frango caíram 6,84% em volume, passando de 65,05 mil toneladas para 60,60 mil toneladas. A receita também recuou 14,89%. Além disso, foram negociados US$ 101,13 milhões em dezembro de 2019 contra US$ 86,08 milhões em dezembro de 2020.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
21/01/2021 0 Comentários 660 Visualizações
exportações
Business

Exportações de carne de frango seguem em alta em 2020

Por Gabrielle Pacheco 08/10/2020
Por Gabrielle Pacheco

As exportações brasileiras de carne de frango totalizaram 3,178 milhões de toneladas entre janeiro e setembro deste ano. Isso considerando todos os produtos, entre naturais e processados, que somam 1,3% maior do que o registrado no mesmo período de 2019 — quando foram 3,137 milhões de toneladas. As informações são da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Além disso, no mesmo período, a receita acumulada com os embarques alcançou US$ 4,619 bilhões — 12,1% a menos na comparação com os primeiros nove meses de 2019 (US$ 5,253 bilhões).

Além disso, considerando apenas o mês de setembro, as exportações do setor totalizaram 345 mil toneladas. Assim, o resultado significa uma queda de 2,3% em relação ao alcançado em setembro do ano passado (353,2 mil toneladas). Além disso, a receita dos embarques totalizou US$ 479 milhões no mês passado, número 18,4% menor se comparado aos US$ 587,2 milhões obtidos em setembro de 2019. “A média de exportações registradas neste segundo semestre estão acima do obtido no mesmo período em 2019, um indicativo de que as vendas seguirão positivas. Isto, sem impactar na oferta de produtos para o consumidor brasileiro, que também aumentou este ano”, avalia Ricardo Santin, presidente da ABPA.

Destinos das exportações

Principal destino, as importações da China seguem elevadas em 2020, com 514,1 mil toneladas entre janeiro e setembro (+28% em relação à 2019). Também destacam-se as vendas para Líbia, com 46,1 mil toneladas (+79%); Jordânia, com 46,2 mil toneladas (+35%); Rússia, com 63,5 mil toneladas (+47%); Cingapura, com 98,4 mil toneladas (+39%); Vietnã, com 37,3 mil toneladas (+105%); e Coreia do Sul, com 98,5 mil toneladas (+7%).

Considerando apenas as vendas de setembro, cresceram as exportações para a África do Sul, com 23 mil toneladas (+38% em relação a setembro de 2019), Iêmen, com 11 mil toneladas (+73%), Emirados Árabes, com 25,9 mil toneladas (+11%) e União Europeia, com 21,2 mil toneladas (+15%).

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
08/10/2020 0 Comentários 562 Visualizações
Business

ABPA projeta alta na produção de carne de frango e de carne suína em 2020

Por Gabrielle Pacheco 16/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

A produção brasileira de carne de frango deverá crescer entre 3% e 4% em 2020, alcançando o total de 13,7 milhões de toneladas neste ano, projeta a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Os números foram apresentados hoje em coletiva de imprensa virtual, com participação de jornalistas de diversos estados.

As exportações do setor também devem crescer em patamares equivalentes, entre 3% e 5%, alcançando até 4,45 milhões de toneladas, prevê a associação.

No mercado interno, os níveis de consumo também deverão crescer. As projeções indicam elevação de 2,5%, com total de 43,9 quilos per capita ano em 2020.

“O empenho setorial para a manutenção do abastecimento permitiu manter a produção e as exportações em bons níveis de crescimento.  Apesar dos impactos da pandemia, que restringiu este potencial, os indicadores apontam um horizonte positivo para a avicultura e a suinocultura do Brasil”, celebra Francisco Turra, presidente da ABPA.

Em carne suína, a produção prevista para o ano é 4% a 6,5% maior em relação ao efetivado em 2019, alcançando até 4,25 milhões de toneladas, segundo as projeções da associação.

A entidade antevê um salto expressivo nas exportações do ano, podendo alcançar pela primeira vez 1 milhão de toneladas, 33% a mais que o efetivado em 2019.

Já o consumo per capita de carne suína deverá se manter estável, com total de 15,3 quilos per capita no ano.

“A Ásia é o grande drive das exportações internacionais, não apenas do Brasil.  A lacuna deixada pela Peste Suína Africana na produção dos países asiáticos e no trade global continuará a ditar o comportamento das exportações brasileiras e dos demais exportadores internacionais de aves e de suínos. O bom desempenho das exportações reduz os impactos decorrentes da alta dos insumos e da elevação dos custos decorrentes da situação de pandemia”, ressalta Ricardo Santin, diretor-executivo da ABPA.

Exportações no 1º semestre: Carne suína

As exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 96,1 mil toneladas em junho.  O número supera em 50,4% o volume embarcado no sexto mês de 2019, com total de 63,9 mil toneladas. Em receita, o desempenho mensal registrou alta de 43,4%, com US$ 198 milhões de saldo registrado em junho deste ano, frente a US$ 138,1 milhões em 2019.

No acumulado do ano, as vendas de carne suína seguem 37,01% maior este ano, em comparação com 2019. Foram 479,4 mil toneladas entre janeiro e junho de 2020, contra 349,9 mil toneladas exportadas nos seis primeiros meses do ano passado. Em receita, houve elevação de 52,5% no mesmo período comparativo, com US$ 1,076 bilhão este ano e US$ 705,6 milhões em 2019.

Carro-chefe das exportações brasileiras, as vendas para a Ásia chegaram a 374,5 mil toneladas no primeiro semestre deste ano, saldo 83,1% superior ao registrado em 2019.  A China, maior importadora de carne suína do Brasil, foi destino de 230,7 mil toneladas no período (+150,2%).  Hong Kong, no segundo posto, importou 18,6% a mais, com 92,9 mil toneladas. Outro mercado de destaque foi Singapura, com 27,8 mil toneladas (+51,6%).

Carne de frango

As exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 341,9 mil toneladas em junho, volume 12,4% menor que o registrado no mesmo período do ano passado, com total de 390,5 mil toneladas. Em receita, o saldo de exportações chegou a US$ 446,5 milhões em junho, número 30,95% menor em relação ao registrado no mesmo período de 2019, com US$ 646,2 milhões.

No acumulado do ano, as vendas do setor se mantiveram positiva em 1,7%, com 2,106 milhões de toneladas embarcadas entre janeiro e junho deste ano, contra 2,072 milhões de toneladas em 2019. No mesmo período, as vendas para o mercado externo geraram receita de US$ 3,144 bilhões, número 8,8% menor em relação ao saldo do primeiro semestre de 2019, com US$ 3,448 bilhões.

Como no setor de suínos, o mercado asiático foi o principal destino das exportações brasileiras – chegaram a importar 837,3 mil toneladas no primeiro semestre, número 15% maior que o efetivado no mesmo período de 2019. Principal destino, as vendas para o mercado chinês seguem positivas, com alta de 32% e embarques de 346,3 mil toneladas entre janeiro e junho de 2020.  Singapura, com 67,6 mil toneladas (+49%), Filipinas, com 43,8 mil toneladas (+72%) e Vietnã, com 19,8 mil toneladas (+73%) foram os destaques nas vendas para a região neste ano.

Luta setorial

A ABPA reitera o compromisso setorial de atuar pela preservação da saúde dos colaboradores, com a adoção de estratégias em todo o sistema produtivo – implantadas por iniciativa das próprias empresas já em março.

As empresas do setor frigorífico seguem rigidamente a lei brasileira (Portaria Interministerial n° 19) e também o protocolo setorial validado cientificamente pelo Hospital Albert Einstein, que estabelece uma série de medidas protetivas aos colaboradores, como proteção buconasal (máscara cirúrgica), faceshield e outros, além dos habituais uniformes, luvas, máscaras e outras camadas de proteção; barreiras laterais, impedindo contato entre os colaboradores na linha de produção; afastamento de todos os colaboradores identificados como grupo de risco; intensificação das ações de vigilância ativa, o monitoramento da saúde; adoção de medidas contra aglomerações em restaurantes, transportes e outras áreas; e reforço da rotina de higienização de todos os ambientes dentro e fora dos frigoríficos várias vezes ao dia.

A Organização Mundial da Saúde (OMS), a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), e órgãos internacionais como o Instituto Federal Alemão para Avaliação de Riscos e o Departamento de Saúde do governo australiano confirmam que não há risco de contaminação do produto, com base em avaliações científicas.  Isto vale para qualquer tipo de alimento.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/07/2020 0 Comentários 584 Visualizações
Variedades

Exportações brasileiras de carne suína crescem 50,4% em junho

Por Gabrielle Pacheco 08/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

As exportações brasileiras de carne suína totalizaram 96,1 mil toneladas em junho. A informação é da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O número supera em 50,4% o volume embarcado no sexto mês de 2019, com total de 63,9 mil toneladas.

Em receita, o desempenho mensal registrou alta de 43,4%, com US$ 198 milhões de saldo registrado em junho deste ano, frente a US$ 138,1 milhões em 2019.

No acumulado do ano, as vendas de carne suína seguem 37,01% maior este ano, em comparação com 2019.  Foram 479,4 mil toneladas entre janeiro e junho de 2020, contra 349,9 mil toneladas exportadas nos seis primeiros meses do ano passado.

Em receita, houve elevação de 52,5% no mesmo período comparativo, com US$ 1,076 bilhão este ano e US$ 705,6 milhões em 2019.

Carro-chefe das exportações brasileiras, as vendas para a Ásia chegaram a 374,5 mil toneladas no primeiro semestre deste ano, saldo 83,1% superior ao registrado em 2019.  A China, maior importadora de carne suína do Brasil, foi destino de 230,7 mil toneladas no período (+150,2%).  Hong Kong, no segundo posto, importou 18,6% a mais, com 92,9 mil toneladas. Outro mercado de destaque foi Singapura, com 27,8 mil toneladas (+51,6%).

“Os impactos gerados na Ásia pela Peste Suína Africana desde 2018 continuam a ditar o ritmo das importações da região.  O Brasil mantém sua posição como parceiro pela segurança alimentar da China e das demais nações que impulsionaram suas compras neste ano’, destaca Francisco Turra, presidente da ABPA.

Exportações de carne de frango

As exportações brasileiras de carne de frango totalizaram 341,9 mil toneladas em junho, volume 12,4% menor que o registrado no mesmo período do ano passado, com total de 390,5 mil toneladas.

Em receita, o saldo de exportações chegou a US$ 446,5 milhões em junho, número 30,95% menor em relação ao registrado no mesmo período de 2019, com US$ 646,2 milhões.

No acumulado do ano, as vendas do setor se mantiveram positiva em 1,7%, com 2,106 milhões de toneladas embarcadas entre janeiro e junho deste ano, contra 2,072 milhões de toneladas em 2019.

No mesmo período, as vendas para o mercado externo geraram receita de US$ 3,144 bilhões, número 8,8% menor em relação ao saldo do primeiro semestre de 2019, com US$ 3,448 bilhões.

Como no setor de suínos, o mercado asiático foi o principal destino das exportações brasileiras – chegaram a importar 837,3 mil toneladas no primeiro semestre, número 15% maior que o efetivado no mesmo período de 2019. Principal destino, as vendas para o mercado chinês seguem positivas, com alta de 32% e embarques de 346,3 mil toneladas entre janeiro e junho de 2020.  Singapura, com 67,6 mil toneladas (+49%), Filipinas, com 43,8 mil toneladas (+72%) e Vietnã, com 19,8 mil toneladas (+73%) foram os destaques nas vendas para a região neste ano.

 “Houve também fortalecimento nas vendas para nações da África, como Egito, Líbia e Angola, além de nações árabes como Kuwait, Iêmen e Catar, que deram sustentabilidade aos embarques do setor no ano em médias mensais superiores às realizadas no primeiro semestre de 2019”, avalia Ricardo Santin, diretor-executivo da ABPA.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/07/2020 0 Comentários 505 Visualizações
Carne de frango
Business

Exportações de carne de frango mantém alta de 5,1% em 2020

Por Gabrielle Pacheco 11/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

As exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 1,365 milhão de toneladas no primeiro quadrimestre de 2020, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O resultado é 5,1% superior ao registrado no mesmo período de 2019, quando foram exportadas 1,299 milhão de toneladas.

Em receita cambial, o saldo total das vendas internacionais de carne de frango neste ano acumula elevação de 0,5%, com US$ 2,151 bilhões entre janeiro e abril de 2020, contra US$ 2,141 bilhões no ano anterior.

Considerando apenas o mês de abril, houve retração de 4,7% nas exportações do setor, com total de 343,3 mil toneladas em abril deste ano e 360,1 mil toneladas no ano anterior.

Neste quadro, com total de US$ 515,9 milhões, o saldo das vendas de abril foi 13,9% menor que o obtido no quarto mês de 2019, com US$ 599,1 milhões.

“Além da já esperada alta das vendas para a China, houve considerável aumento das exportações para destinos da África, Ásia e Oriente Médio.   O setor está empenhado para manter o fluxo de exportações neste período de pandemia, fortalecendo seu apoio pela segurança alimentar das nações parceiras”, avalia Francisco Turra, presidente da ABPA.

Sobre a ABPA

A ABPA é a representação político-institucional da avicultura e da suinocultura do Brasil. Congrega mais de 140 empresas e entidades dos vários elos da avicultura e da suinocultura do Brasil, responsáveis por uma pauta exportadora superior a US$ 8 bilhões.

Sob a tutela da ABPA está a gestão, em parceria com a Apex-Brasil, das quatro marcas setoriais das exportações brasileiras de aves, ovos e suínos: Brazilian Chicken, Brazilian Egg, Brazilian Breeders e Brazilian Pork.

Por meio de suas marcas setoriais, a ABPA promove ações especiais em mercados-alvo e divulga os diferenciais dos produtos avícolas e suinícolas do Brasil – como a qualidade, o status sanitário e a sustentabilidade da produção – e fomenta novos negócios para a cadeia exportadora de ovos, de material genético, de carne de frangos e de suínos.

Foto: Édi Pereira/Divulgação | Fonte: Assessoria
11/05/2020 0 Comentários 501 Visualizações
Business

Exportações de frango crescem 14,9% em janeiro

Por Gabrielle Pacheco 07/02/2020
Por Gabrielle Pacheco

As exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 323,8 mil toneladas em janeiro, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O número é 14,9% superior ao registrado no mesmo período de 2019, quando foram embarcadas 281,7 mil toneladas. No mesmo período comparativo, o saldo das exportações em dólares cresceu 16,5%, alcançando US$ 529,1 milhões – contra US$ 454 milhões em janeiro de 2019.

“O mercado internacional segue pressionado, o que se reflete em preços maiores em relação ao registrado em 2019. O mix de produtos enviados para mercados com maior valor agregado como Japão, China e União Europeia também favoreceram o desempenho mensal”, analisa Francisco Turra, presidente da ABPA. Principal destino das exportações brasileiras (com 19,8% do total), a China importou 62,7 mil toneladas apenas no primeiro mês do ano, volume 87% superior ao alcançado no mesmo período de 2019, quando foram exportadas 33,6 mil toneladas.

Entre os principais destinos das exportações brasileiras, o Japão (com participação de 10,1% nas exportações) importou 31,9 mil toneladas, volume 17% maior na comparação com janeiro de 2019. Outro mercado com bom desempenho no mês foi a União Europeia, cujas importações cresceram 22% segundo o mesmo comparativo, totalizando 18,1 mil toneladas. “A variedade de mercados que encerraram o mês com fluxo em crescimento é um importante indicativo, em um ano que acena para resultados positivos nas exportações de carne de aves”, ressalta Ricardo Santin, diretor-executivo da ABPA.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
07/02/2020 0 Comentários 918 Visualizações
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