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Cidades

Santa Cruz do Sul lança cartões-postais para promover o turismo

Por Jonathan da Silva 15/09/2026
Por Jonathan da Silva

Mais de 20 mil cartões-postais com imagens de Santa Cruz do Sul passaram a integrar as ações de promoção turística do município. O projeto “Santa Cruz em Cartão – Imagens que preservam histórias e promovem o destino” foi lançado na manhã desta terça-feira (15), no Galpão Nilo Barboza, com a presença do prefeito Sérgio Moraes (PL), da secretária municipal de Turismo, Jaqueline Marques da Silva, do fotógrafo Inor Assmann e do produtor do Moto 1000 GP, Orlei Silva. A iniciativa reúne fotografias de diferentes pontos da cidade e será utilizada em ações de divulgação junto a moradores, visitantes e públicos nacionais e internacionais.

Desenvolvido em parceria entre o fotógrafo e a Secretaria Municipal de Turismo (Setur), o projeto reúne 20 fotografias coloridas que retratam pontos turísticos, paisagens e outros locais de Santa Cruz do Sul. Os cartões têm informações em português, inglês e alemão.

Uso em ações de promoção

Os cartões foram produzidos para serem utilizados como instrumentos de promoção turística, hospitalidade, memória e valorização da identidade local. Os materiais poderão ser distribuídos em feiras, eventos, congressos, workshops, missões e outras ações promocionais da Setur.

Também está prevista a inclusão dos cartões em kits destinados a agentes e operadores de turismo, jornalistas, influenciadores, autoridades, delegações e convidados institucionais. Os materiais poderão ainda ser disponibilizados em pontos de atendimento turístico e em iniciativas voltadas à comunidade.

A proposta também busca contribuir para a preservação, por meio da fotografia, de imagens e referências relacionadas à história de Santa Cruz do Sul, além de estimular o sentimento de pertencimento entre moradores.

Parceria com fotógrafo

Com trajetória de décadas dedicada à fotografia, Inor Assmann participou da produção das imagens utilizadas nos cartões. Segundo o fotógrafo, a iniciativa surgiu a partir da percepção da ausência de cartões-postais que retratassem Santa Cruz do Sul. “É um orgulho poder retratar a nossa linda Santa Cruz e levar para todos os lugares as maravilhas que aqui temos”, afirmou Assmann.

O fotógrafo também mencionou a relação familiar com a fotografia. Ele começou a fotografar aos 13 anos, e o filho, Rodrigo Assmann, também atua profissionalmente na área.

Para a secretária municipal de Turismo de Santa Cruz do Sul, Jaqueline Marques da Silva, a iniciativa atende à necessidade de oferecer aos visitantes uma lembrança relacionada à cidade e aos seus atrativos. “Sentíamos a necessidade de um material neste formato para que os turistas pudessem levar como lembrança”, expressou a titular da pasta.

Segundo a secretária, a parceria com o fotógrafo contribui para a divulgação turística do município e amplia o alcance das imagens de Santa Cruz do Sul.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/09/2026 0 Comentários 123 Visualizações
Cultura

MACRS inaugura exposição de Rochelle Costi em Porto Alegre no dia 12

Por Jonathan da Silva 06/09/2026
Por Jonathan da Silva

A exposição “Rochelle Costi: Tudo é rua” será inaugurada no próximo dia 12 de setembro, às 11h, na sede do Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul (MACRS), no 4º Distrito, em Porto Alegre. Gratuita, a mostra reúne obras produzidas pela fotógrafa gaúcha Rochelle Costi entre 2004 e 2022 e apresenta quase duas décadas de sua trajetória artística, com séries que registram fachadas, ruas e marcas deixadas pela passagem do tempo. A exposição tem curadoria de Fernanda Albuquerque e Gabriela Motta e busca apresentar ao público trabalhos voltados à observação de elementos do cotidiano e das relações estabelecidas entre pessoas, objetos e os lugares onde vivem.

A mostra ficará em cartaz até 31 de janeiro de 2027, na sede do MACRS, localizada na Rua Comendador Azevedo, 256, no bairro Floresta. A visitação ocorrerá de terça a sexta-feira, das 12h às 18h, e aos sábados e domingos, das 10h às 18h.

Obras produzidas ao longo de quase duas décadas

Nascida em Caxias do Sul, Rochelle Costi desenvolveu uma produção fotográfica voltada à observação de aspectos do cotidiano e dos territórios por onde passou. Em vez de concentrar o trabalho em registros factuais de personagens ou acontecimentos, a artista investigava detalhes e relações que permanecem nos espaços, utilizando elementos como fachadas, ruas e objetos para abordar questões relacionadas à memória e à passagem do tempo.

As obras reunidas na exposição foram produzidas entre 2004 e 2022 e apresentam diferentes momentos dessa investigação. As fotografias registram transformações dos espaços e marcas deixadas pela ação do tempo, estabelecendo relações entre os ambientes e as histórias associadas a eles.

Além da exposição no MACRS, outra mostra com trabalhos de Rochelle Costi está em cartaz na Luciana Brito Galeria, em São Paulo, desde 22 de agosto. A exposição “Flores e Vasos – Rochelle Costi, Gaspar Gasparian, Robert Mapplethorpe” poderá ser visitada até 17 de outubro de 2026.

Encontro reúne educadores antes da abertura

Nos dias 10 e 11 de setembro, antes da abertura da exposição em Porto Alegre, o Educativo do MACRS promove um Encontro de Educadores relacionado à mostra. A atividade será realizada na Sala do Educativo do MACRS 4º Distrito e terá participação das curadoras Gabriela Motta e Fernanda Albuquerque.

O encontro será voltado a estudantes, professores, educadores e mediadores interessados em discutir estratégias de mediação, possibilidades de leitura da produção de Rochelle Costi e práticas educativas relacionadas à arte contemporânea. A proposta também inclui troca e formação sobre as relações entre arte, público e território.

Serão disponibilizadas 40 vagas, com participação gratuita. A atividade poderá ser realizada em 10 de setembro, das 10h30min às 12h30min, ou em 11 de setembro, das 14h às 16h.

A escolha do 4º Distrito como espaço para as atividades também estabelece relação com a produção da artista. A região de Porto Alegre passa por transformações urbanas e por processos de reutilização de espaços. Ao longo de sua trajetória, Rochelle Costi realizou trabalhos relacionados a territórios específicos, direcionando a atenção para as histórias associadas a cada local.

Acervo em Foco apresenta obra de 2000

Além da exposição no MACRS, o projeto Acervo em Foco, realizado na Casa de Cultura Mario Quintana (CCMQ), apresenta a obra “Mudanças (ascensão econômica)”, de 2000, pertencente ao acervo do MACRS.

O trabalho utiliza um quarto como elemento para abordar modos de vida, identidade e condição social. Em dois registros, a reorganização dos móveis altera a configuração do ambiente e modifica os elementos que ficam visíveis ou ocultos. A obra integra a investigação da artista sobre a possibilidade de objetos e espaços cotidianos registrarem histórias sem a presença direta dos indivíduos retratados.

Serviço

  • O quê: Exposição “Rochelle Costi: Tudo é rua”
  • Quando: abertura em 12 de setembro, às 11h; visitação até 31 de janeiro de 2027, de terça a sexta-feira, das 12h às 18h, e aos sábados e domingos, das 10h às 18h
  • Onde: MACRS (Rua Comendador Azevedo, 256, bairro Floresta, Porto Alegre)
  • Quanto: gratuito
Foto: MACRS/Divulgação | Fonte: Assessoria
06/09/2026 0 Comentários 92 Visualizações
Cultura

Hotel Swan Novo Hamburgo recebe exposição fotográfica sobre o Pampa

Por Jonathan da Silva 01/09/2026
Por Jonathan da Silva

O Hotel Swan Novo Hamburgo recebe, até 23 de setembro, a exposição fotográfica “Huachu”, do fotógrafo documental Guto Oliveira. A mostra reúne 15 imagens produzidas a partir de registros realizados no bioma Pampa, no Uruguai e nas cidades gaúchas de São Gabriel, Quaraí e Santana do Livramento. Com entrada gratuita, a exposição apresenta cenários, pessoas, atividades da lida campeira e símbolos relacionados ao Rio Grande do Sul.

O projeto Huachu é desenvolvido por Oliveira há quatro anos e surgiu a partir de incursões pelo Pampa para registrar aspectos humanos e as transformações do território. O bioma é considerado um dos mais ameaçados do Brasil. O trabalho busca documentar as relações estabelecidas entre as pessoas que vivem na região e o ambiente ao redor.

A proposta do projeto não se limita aos elementos relacionados à cultura gaúcha ou à estética tradicionalista. O trabalho aborda questões ligadas a território, identidade, memória e transformação do Pampa, a partir da fotografia documental.

Quem é Guto Oliveira

Natural de Novo Hamburgo, Guto Oliveira, de 47 anos, atua como fotógrafo documental independente, empreendedor e ativista social. É integrante do Everyday Brasil, dos Observadores Urbanos e do Moments Collective.

Ao longo da carreira, o fotógrafo passou por mais de 40 países. Entre 2015 e 2018, percorreu as Américas de carro com a esposa, Jane, e os filhos, Caio e Sophia, em uma viagem entre Ushuaia, no extremo sul do continente, e Prudhoe Bay, no Alasca. A trajetória também inclui viagens pela Europa e pela África.

Após esses registros em diferentes culturas e territórios, Oliveira voltou sua atenção para o Rio Grande do Sul e passou a dedicar os últimos quatro anos ao Pampa. As 15 fotografias expostas no Hotel Swan Novo Hamburgo fazem parte de um acervo maior produzido ao longo do projeto.

Reconhecimento ao projeto

O projeto Huachu foi pré-selecionado no Paraty em Foco, ficou entre os finalistas do Lucie Foundation Scholarship Program, na categoria Photojournalism/Documentary Emerging, e recebeu menção honrosa no Paris International Street Photo Awards.

As fotografias apresentadas na exposição foram impressas em papel francês Canson, com pigmentos minerais, em laboratório especializado em fine art. O fotógrafo acompanhou pessoalmente as provas e o processo de impressão para verificar o resultado final de cada imagem.

As obras podem ser adquiridas no formato 60×40 centímetros, além dos 4 centímetros de moldura. Outros formatos também podem ser encomendados. A comercialização das fotografias contribui para os custos das expedições realizadas pelo fotógrafo para dar continuidade ao projeto Huachu.

Participação em eventos

Entre os destaques da trajetória profissional de Guto Oliveira estão participações na Bienal Calanca, na Suíça; no Xposure, nos Emirados Árabes; no Foto BSB, em Brasília; no Festival de Fotografia de Tiradentes; e no Fotocanímar, em Cuba. Trabalhos do fotógrafo também foram publicados em veículos e projetos editoriais internacionais.

Serviço

  • O quê: Exposição fotográfica Huachu, de Guto Oliveira, com 15 imagens sobre o Pampa e a lida campeira no Uruguai e nas cidades gaúchas de São Gabriel, Quaraí e Santana do Livramento
  • Quando: até 23 de setembro
  • Onde: Hotel Swan Novo Hamburgo (Avenida Dr. Maurício Cardoso, 303, bairro Hamburgo Velho, Novo Hamburgo)
  • Quanto: Entrada gratuita
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/09/2026 0 Comentários 99 Visualizações
Cultura

Exposição reúne 70 fotografias de estudantes de escolas públicas em Porto Alegre

Por Jonathan da Silva 04/08/2026
Por Jonathan da Silva

Setenta fotografias produzidas por mais de 100 estudantes de escolas públicas de Porto Alegre estarão em exposição a partir desta quarta-feira, 5 de agosto, no Shopping Total. A mostra marca o encerramento do projeto “Nas Trilhas”, desenvolvido pelo Programa Tribos nas Trilhas da Cidadania, da ONG Parceiros Voluntários, e poderá ser visitada gratuitamente até o dia 10 de agosto. A iniciativa apresenta registros feitos pelos alunos durante oficinas de educação para a cidadania e fotografia, com o objetivo de estimular o protagonismo juvenil e a reflexão sobre a realidade das comunidades escolares.

A abertura da exposição está marcada para as 15h e contará com a presença de estudantes, professores, representantes das escolas participantes e integrantes da Parceiros Voluntários. As imagens retratam experiências vividas ao longo do projeto e abordam temas como educação para a cidadania, protagonismo juvenil, educação para a paz, cultura e meio ambiente.

Olhar dos estudantes

Participaram da iniciativa alunos do 8º ano das escolas municipais Timbaúva e José Mariano Beck e da Escola Estadual Otávio de Souza; do 9º ano do Instituto Estadual Rio Branco; e dos 8º e 9º anos da Escola Estadual de Ensino Fundamental Visconde de Pelotas.

Durante as atividades, os estudantes foram incentivados a observar o ambiente em que vivem, identificar desafios e registrar suas percepções por meio da fotografia. O resultado desse processo está reunido nas 70 imagens que compõem a exposição.

O presidente da Parceiros Voluntários, José Paulo Soares Martins, afirma que o projeto busca estimular a participação dos jovens na comunidade. “Cada fotografia representa mais do que um registro. Ela revela o olhar de um jovem que passou a perceber sua comunidade, reconhecer desafios e compreender que também pode fazer parte das soluções. Tribos estimula justamente esse protagonismo e mostra que a cidadania começa nas atitudes que transformam o lugar onde vivemos”, ressalta Soares Martins.

Projeto alcança sete cidades

O projeto Tribos nas Trilhas da Cidadania teve início em 2025, com atividades em escolas públicas de Catalão-GO, Balsa Nova-PR e Porto Alegre. Em 2026, o ciclo foi ampliado para Mogi Guaçu-SP, Cabo de Santo Agostinho-PE, Eldorado do Sul e Porto Alegre.

Ao todo, a iniciativa contempla 27 escolas públicas e deve envolver mais de 700 estudantes em oficinas de educação para a cidadania e fotografia artística e documental, além de ações sociais desenvolvidas nas próprias comunidades escolares.

O projeto também promoveu formações para mais de 100 professores sobre Aprendizagem Baseada em Projetos e protagonismo juvenil. As fotografias produzidas pelos alunos integram exposições itinerantes realizadas em cada uma das cidades participantes, conforme o cronograma de conclusão das oficinas. Em Eldorado do Sul e Cabo de Santo Agostinho, as mostras foram abertas em julho. Já Mogi Guaçu e Porto Alegre recebem as exposições na primeira semana de agosto.

O que é o Programa Tribos nas Trilhas da Cidadania

Desenvolvido pela ONG Parceiros Voluntários há 23 anos, o Programa Tribos nas Trilhas da Cidadania incentiva estudantes a desenvolverem ações sociais a partir de desafios identificados em suas próprias comunidades, com mediação de professores.

A metodologia trabalha as áreas de Educação para a Paz, Meio Ambiente e Cultura, buscando fortalecer o papel social da escola e desenvolver competências como liderança, empatia, colaboração, trabalho em equipe, respeito às diferenças e capacidade de solucionar problemas.

Segundo a organização, ao longo de sua trajetória o programa já mobilizou mais de 200 mil jovens para a prática social, integrou mais de 3,5 mil instituições de ensino, contou com mais de 170 mil participantes em ações práticas, capacitou mais de 18 mil estudantes e qualificou mais de 3,6 mil educadores.

A realização do projeto é da Parceiros Voluntários, com patrocínio de Ingredion, Aliança e WEG e parceria institucional do Shopping Total.

Serviço

  • O quê: Exposição de encerramento do projeto “Nas Trilhas”
  • Quando: Abertura em 5 de agosto, às 15h; visitação até 10 de agosto
  • Onde: Shopping Total (Avenida Cristóvão Colombo, 545, Porto Alegre)
  • Quanto: Entrada gratuita
Foto: Suzane de Oliveira Tavares/Escola Mariano Beck/Divulgação | Fonte: Assessoria
04/08/2026 0 Comentários 179 Visualizações
Cultura

Exposição “50mm em Poesia” é atração no Espaço Cultural Dr. Liberato em Campo Bom

Por Jonathan da Silva 05/02/2026
Por Jonathan da Silva

O Espaço Cultural Dr. Liberato abriu a exposição “50mm em Poesia”, da fotógrafa e artista plástica Ana Carolina Bauer, nesta quarta-feira (4), em Campo Bom. A mostra segue com visitação gratuita até 28 de fevereiro, reunindo fotografias produzidas com lente 50mm e poemas distribuídos ao longo do espaço, com a proposta de apresentar registros do cotidiano por meio da relação entre imagem e texto.

De acordo com a organização, o título da exposição faz referência à lente 50mm utilizada pela artista para fotografar. A proposta é destacar detalhes do cotidiano a partir de enquadramentos mais fechados, associando essa aproximação visual à construção da poesia em situações e instantes do dia a dia.

Ao longo do percurso expositivo, os visitantes encontram poemas da própria artista dispostos em folhas diferentes. Os textos aparecem em grafias que, segundo a proposta apresentada, podem se assemelhar a rabiscos, como forma de registrar a escrita no momento em que surge a inspiração.

Produção artística

A mostra reúne trabalhos que combinam fotografia e poesia, apresentados como registros espontâneos. A organização informa que os textos foram produzidos sem a intenção de padronização estética, priorizando o registro imediato da escrita.

Oficina para o público

No dia 28 de fevereiro, das 9h às 12h, será realizada uma oficina aberta ao público. A atividade propõe a criação de poesia a partir de uma fotografia feita com o celular, com foco na observação de cenas do cotidiano.

Visitação

O Espaço Cultural Dr. Liberato está localizado na Rua dos Andradas, 67, em Campo Bom. A visitação ocorre de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h às 18h, e aos sábados, das 9h às 12h. A entrada é gratuita.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/02/2026 0 Comentários 258 Visualizações
Cultura

Exposição fotográfica na Câmara de Gramado destaca identidade gaúcha

Por Jonathan da Silva 21/11/2025
Por Jonathan da Silva

A exposição “Olhares por Leonid Streliaev” será atração na Câmara de Vereadores de Gramado até o dia 28 de novembro, na Galeria de Artes Maria Helena Drechsler, no saguão do legislativo gramadense. Aberta nesta quarta-feira (19), a mostra reúne imagens produzidas pelo fotógrafo gramadense Leonid Streliaev em diferentes regiões do Rio Grande do Sul, registrando paisagens e aspectos culturais do estado como forma de valorizar sua diversidade.

Streliaev percorreu o estado de extremo a extremo para compor o acervo exibido. As fotografias mostram cenários que vão do litoral aos pampas, passando por localidades rurais e urbanas que evidenciam elementos culturais e históricos do Rio Grande do Sul. As imagens destacam características geográficas e sociais do território.

Diversidade representada

A exposição apresenta registros relacionados às diferentes correntes migratórias que compõem a formação do estado, entre povos originários, população negra e grupos europeus e pampeanos. As fotos buscam ilustrar a pluralidade humana, cultural e ambiental que caracteriza o Rio Grande do Sul.

Visitação aberta ao público

A mostra pode ser visitada entre 19 e 28 de novembro, de segunda a sexta-feira, das 7h50min às 11h50min e das 13h às 17h, no saguão da Câmara de Gramado. A instituição afirma que iniciativas do gênero integram sua proposta de promover projetos culturais voltados à memória e à identidade regional.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/11/2025 0 Comentários 282 Visualizações
Cultura

Exposição “T E M P O” é aberta e permanece até novembro em Novo Hamburgo

Por Jonathan da Silva 14/10/2025
Por Jonathan da Silva

A abertura da exposição “T E M P O”, criada pelos arquitetos Airton Cattani e Ana Cattani, foi realizada na noite de quinta-feira (9), na Casa CDL, em Novo Hamburgo. Disponível para visitação gratuita até o dia 6 de novembro, a mostra reúne 101 fotografias de mãos de pessoas com idades entre 0 e 100 anos, em uma reflexão sobre a passagem da vida e as marcas deixadas pelo tempo.

A curadora da exposição, Maristela Salvatori, descreve a proposta como uma representação da trajetória humana. “Nas imagens de mãos, toda uma vida, da vida que inicia à vida que finda, passando por seus múltiplos meios”, define Maristela. As fotografias, sem identificação além das iniciais e idades, revelam gestos, histórias e singularidades: unhas pintadas, anéis, pulseiras, tatuagens e cicatrizes que traduzem, na pele, o tempo vivido.

Airton Cattani explica que o tema busca provocar uma percepção sensível sobre o passar dos dias. “Esta sucessão de acontecimentos que chamamos tempo pode ser percebida de inúmeras maneiras: pelas folhas que caem, pelas nuvens que passam, pelos rios que correm. Mas as marcas da passagem do tempo também podem estar muito próximas, em nosso próprio corpo”, reflete o arquiteto e autor da obra.

Para Ana Cattani, a proposta da mostra é apresentar o tempo de forma autêntica e sem intervenções. “É uma exposição com fotos, não de fotos. Não há edição, não há aprimoramento. Fotografamos as duas mãos e escolhemos a mais adequada”, afirma a também autora da mostra.

Espaço de arte e memória

A abertura contou com a presença do diretor de Cultura da Câmara de Dirigentes Lojistas de Novo Hamburgo (CDL-NH), Rodrigo Duarte, que destacou o simbolismo do evento. “É uma honra receber uma exposição tão significativa, que une sensibilidade e reflexão, e reforça o papel da Casa como espaço de arte e memória”, expressou Duarte. O presidente da CDL-NH, Leonardo Lessa, também acompanhou o evento.

Airton Cattani agradeceu a oportunidade de expor no local, ressaltando a relevância do espaço cultural para a cidade.

Serviço

  • O quê: Exposição fotográfica “T E M P O”, de Ana e Airton Cattani, com 101 fotografias em preto e branco de mãos humanas de pessoas de 0 a 100 anos, organizadas cronologicamente, propondo uma reflexão sobre a passagem do tempo e suas marcas
  • Quando: Abertura na quarta-feira, 9 de outubro, às 19h; visitação até 6 de novembro, de segunda a sexta-feira, durante o horário de funcionamento da Casa CDL
  • Onde: Casa CDL — Rua Domingos de Almeida, 708, Centro, Novo Hamburgo
  • Quanto: Entrada gratuita
Foto: Stephany Foscarini/Divulgação | Fonte: Assessoria
14/10/2025 0 Comentários 387 Visualizações
Cultura

Exposição “T E M P O” tem abertura nesta quinta na Casa CDL em Novo Hamburgo

Por Jonathan da Silva 09/10/2025
Por Jonathan da Silva

A exposição fotográfica “T E M P O”, dos arquitetos Ana Cattani e Airton Cattani, tem sua abertura oficial na Casa CDL de Novo Hamburgo nesta quinta-feira, 9 de outubro, às 19h, por onde permanece até 6 de novembro, com entrada gratuita. A mostra reúne 101 fotografias em preto e branco de mãos humanas de pessoas de zero a cem anos de idade, organizadas em ordem cronológica. A proposta é convidar o visitante a refletir sobre a passagem do tempo a partir do corpo e das marcas que a vida imprime.

Iniciado em 2022, o projeto levou os autores a fotografar centenas de mãos em diferentes idades, gêneros e contextos. As imagens foram captadas sob as mesmas condições de luz e ambiente, revelando detalhes como cicatrizes, tatuagens, joias e marcas de trabalho, e incluídas em um livro publicado pelo casal. “São 101 fotografias, e elas mostram fotografias de mãos de pessoas, desde um recém-nascido até uma pessoa com 100 anos. E com isso a gente consegue ver a passagem do tempo. Por isso que a exposição não se chama Mãos, pois, na verdade é uma reflexão sobre o tempo, sobre o que o tempo faz com a mão das pessoas”, explica o professor Airton Cattani.

Segundo o organizador da mostra, a ideia surgiu em uma conversa com a esposa e parceira de trabalho, a arquiteta Ana Cattani. “A ideia surgiu de uma conversa que a gente estava tendo sobre o tempo. O tempo passa. Depois de uma certa idade, o tempo adquire outra relevância na vida das pessoas. Os jovens estão um pouco ligando para o tempo. Tempo para a festa, trabalho, educação e tudo mais. E em uma certa idade, o tempo começa a adquirir um caráter um pouco diferente”, pondera o arquiteto.

Por que as mãos?

De acordo com Cattani, o ponto de partida para a obra foi buscar uma forma de representar visualmente a passagem do tempo. “Nós começamos a pensar como é que a gente poderia representar o tempo. Ah, o tempo é representado pelos relógios, calendários, pelas estações do ano… Enfim, vários recursos são usados geralmente para mostrar essa passagem do tempo. E nos ocorreu que as mãos estão sempre expostas, são muito registradas nessa passagem”, conta o organizador da mostra.

A partir disso, o casal montou um pequeno estúdio fotográfico transportável para garantir uniformidade entre as fotografias realizadas. “Ele tinha sempre o mesmo fundo, sempre as mesmas condições de iluminação, onde eram fotografadas as mãos escolhidas. Sem muitos critérios, além do critério tecnológico. Enfim, tem homens, tem mulheres, tem pessoas brancas, pessoas pretas. Enfim, tem de tudo um pouco”, detalha Cattani.

O organizador observa ainda como o tempo atua sobre a aparência das mãos de forma sutil e simbólica. “É engraçado também que a expressão das mãos é muito homogênea nos primeiros anos da vida. Eu não consigo dizer se é um menino ou uma menina em um, dois, três anos. Aí, a partir de uma certa idade, não. Você quer uma mão de uma menina, de um menino, de um homem, de uma mulher. E no final da vida, também, elas ficam indistintas. Não se percebe muito bem as diferenças”, pondera o artista.

Viagem no tempo

As fotografias, todas em preto e branco, foram organizadas de forma a criar uma narrativa contínua. “No dia da primeira montagem, elas aconteceram na sequência que a gente imagina. Foi emocionante. A gente passa a perceber ou tentar se encontrar nesse conjunto de 101 mãos, onde é que estaria a minha mão. Está nos 10, nos 20, nos 30, nos 40. A gente vê como uma espécie de cronograma da vida”, conta o artista.

A gente vê como uma espécie de cronograma da vida”, enfatiza Airton Cattani.

O artista vê sentido também na relação entre a sequência das imagens e o número de fotografias. “Estabelecemos 100 anos por ser uma data redonda. Teria que ter um limite. 101 é um número primo. Ela se adapta, digamos assim, a vários lugares”, pontua Cattani.

Superando desafios

O autor recorda ainda que as primeiras etapas do trabalho foram realizadas ainda sob os efeitos da pandemia de Covid-19, o que trouxe dificuldades específicas. “Eu tinha que ir com máscara, era o finalzinho da pandemia, e eu tive algumas recusas em função disso. Quando faltavam as pessoas mais idosas, fui ao Asilo Padre Cacique, um um lugar que várias pessoas iam. E aí me recomendaram: ‘olha, não é muito bom, porque a gente está evitando contato’”, relembra Cattani.

Em outros casos, o artista precisou lidar com resistência e desconfiança. “Eu estive em contato com um colégio de freiras, e tive uma recusa, porque de repente chega um maluco no local que vai querer pegar a nossa alma ou pegar a nossa senha bancária”, brinca o artista ao recordar a passagem.

Mesmo com os desafios, a sequência com fotografias de todas as idades entre 0 a 100 foi completada. “Algumas fotos foram tomadas em condições muito tensas. Por exemplo, um bebê recém-nascido: os pais todos cuidadosos e a criança se mexe, não tem como segurar muito a mão. E a pessoa de 100 anos também. Foi muito tenso porque ela já não estava mais no domínio das suas faculdades mentais, então ela não estava entendendo o que estava acontecendo. Eu sei que eu suava em bicas”, conta Cattani.

Emoção com o resultado final

Para o artista, o resultado final do trabalho superou a expectativa inicial. “É muito bom de ver o resultado. Nós tínhamos uma percepção das fotos separadas. A foto de um, a foto de outro. No dia da primeira montagem, elas aconteceram na sequência que a gente imagina. Foi emocionante”, conta Cattani.

A montagem, segundo o arquiteto, desperta uma reação emocional e reflexiva no público. “Algumas pessoas ficaram emocionadas com as fotos. A gente passa a perceber a velocidade da vida. As mãos vão trocando de uma maneira relativamente lenta. Daí a ideia começa a acelerar. É a própria vida. Velocidade total. E ao final, volta a ficar mais lenta”, analisa o autor.

Entre o pessoal e o coletivo

Airton Cattani

Para Airton Cattani, o projeto é também um registro de memórias afetivas. “Minhas filhas e minha neta estão na exposição. Minha neta Antônia, que nasceu no ano passado, está lá na primeira foto, ela com os pais e a pulseirinha do hospital”, conta o autor.

No entanto, as fotografias não identificam os retratados. “Elas são apresentadas de forma anônima, apenas com as iniciais acompanhadas do numeral da idade. XY39, por exemplo. É uma questão de direito autoral, privacidade”, pondera o artista.

Cattani conta ainda que as pessoas retratadas vêm de cidades como Porto Alegre, Osório e Garibaldi. “Por uma questão de acessibilidade, fizemos em Porto Alegre, onde moramos, em Osório, onde temos parentes, e Garibaldi, onde eu tenho parentes também. Essas três cidades, praticamente”, detalha o autor.

A jornada da obra

A mostra “T E M P O” já foi exibida em Porto Alegre, Caxias do Sul, Bento Gonçalves, Pelotas e Maringá, e chega agora a Novo Hamburgo. “Ela tem um caráter itinerante. Não é qualquer espaço que comporta, porque é uma exposição longa, precisa de 30 metros de parede. A Casa CDL tem um espaço compartimentado, mas permite dividir o percurso e manter o caminho cronológico. Tem um caminho recomendado, um caminho cronológico, porque daí tu entende mais facilmente o processo todo”, explica Cattani.

Essa exposição procura sensibilizar para um determinado aspecto da vida: A passagem do tempo – o aspecto das mãos e a vida que se revela nelas”, conclui Airton Cattani.

Inclusão e acessibilidade

Além das fotografias e de um vídeo especial preparado, a mostra busca incluir diferentes públicos. “Tem um vídeo em Libras também que nós vamos colocar, que é uma pessoa que faz leitura, intérprete de Libras, e ela lê o texto da curadora, que é a Maristela Salvatori. E a obra vai ser acompanhada também de moldes em gesso de mãos para pessoas que eventualmente não enxergam e possam tocar as mãos de uma criança, de um jovem, de um adulto”, detalha Cattani.

Serviço

A exposição “T E M P O” pode ser visitada na Casa CDL, na Rua Domingos de Almeida, 708, no Centro de Novo Hamburgo, até 6 de novembro, com entrada gratuita. Mais detalhes e vídeos sobre o projeto estão disponíveis em marcavisual.com.br/tempo e vimeo.com/765067284.

  • O quê: Exposição fotográfica “T E M P O”, de Ana e Airton Cattani, com 101 fotografias em preto e branco de mãos humanas de pessoas de 0 a 100 anos, organizadas cronologicamente, propondo uma reflexão sobre a passagem do tempo e suas marcas
  • Quando: Abertura na quarta-feira, 9 de outubro, às 19h; visitação até 6 de novembro, de segunda a sexta-feira, durante o horário de funcionamento da Casa CDL
  • Onde: Casa CDL — Rua Domingos de Almeida, 708, Centro, Novo Hamburgo
  • Quanto: Entrada gratuita
Fotos: CDL-NH/Divulgação e Jonathan da Silva/Expansão
09/10/2025 1 Comentário 392 Visualizações
Cultura

Exposição fotográfica “T E M P O” chega à Casa CDL, em Novo Hamburgo

Por Jonathan da Silva 24/09/2025
Por Jonathan da Silva

A exposição fotográfica “T E M P O”, dos arquitetos Ana Cattani e Airton Cattani, será atração a partir do próximo dia 9 de outubro, às 19h, na Casa CDL, em Novo Hamburgo, onde ficará disponível até 6 de novembro, com entrada gratuita. A mostra reúne 101 imagens em preto e branco e propõe uma reflexão sobre a passagem do tempo a partir do registro de mãos de pessoas de 0 a 100 anos de idade.

Iniciado em 2022, o projeto levou os autores a fotografar centenas de mãos, contemplando diferentes idades, gêneros, etnias e realidades sociais. A seleção final exposta apresenta as imagens sob as mesmas condições de luz e ambiente, destacando joias, tatuagens, cicatrizes e marcas de trabalho que carregam histórias individuais.

A disposição das fotografias em ordem cronológica convida o visitante a construir o próprio percurso de observação. Entre os registros, chamam a atenção três pares de gêmeos e o encontro entre gerações, simbolizado pela mão de um bebê de um ano ao lado da mão de sua bisavó de 99 anos.

O corpo humano com o tempo

Segundo a curadora da mostra, Maristela Salvatori, a sequência linear das imagens evidencia transformações provocadas pelo tempo no corpo humano. “Observadas individualmente, as fotos têm atributos estéticos próprios; já em conjunto, formam um retrato amplo da diversidade da vida, tornando a mostra sensível, humana e atemporal”, afirmou Maristela.

Trajetória da mostra

A exposição já passou por Porto Alegre, Bento Gonçalves, Caxias do Sul, Maringá e Pelotas. O projeto também deu origem ao livro homônimo, que reúne todas as fotografias e textos dos autores, além da colaboração de Aline Sanches. A publicação traz recursos gráficos que reforçam o conceito do tempo, como a capa impressa apenas em verniz e a progressão da palavra “T E M P O” nas páginas iniciais.

Serviço

A visitação pode ser feita na Casa CDL, na Rua Domingos de Almeida, 708, Centro, Novo Hamburgo. Mais detalhes e vídeos sobre a mostra estão disponíveis em marcavisual.com.br/tempo e vimeo.com/765067284.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/09/2025 0 Comentários 404 Visualizações
Cidades

Igrejinha premia vencedores do concurso fotográfico Eco Clic

Por Jonathan da Silva 17/09/2025
Por Jonathan da Silva

A Prefeitura de Igrejinha anunciou os vencedores do IX Eco Clic – “Retratos de uma Nova Paisagem”, concurso fotográfico voltado a fotógrafos amadores e profissionais residentes no município. O resultado foi divulgado nesta semana, e a cerimônia oficial de entrega da premiação está marcada para o próximo dia 25 de setembro, no Centro Administrativo Prefeito Lauri Auri Krause. De acordo com a administração igrejiense, a edição deste ano teve como propósito incentivar um novo olhar para a natureza de Igrejinha após os eventos climáticos de 2024, valorizando a resistência do território e promovendo a educação ambiental por meio da arte fotográfica.

O concurso contou com três categorias: Amador, Profissional e Voto Popular, com premiação em dinheiro para os três primeiros colocados nas categorias Amador e Profissional, além de prêmio especial para o Voto Popular. Na categoria Amador, o primeiro lugar ficou com Rosana Regina Dienstmann, seguida por Maiquel Augusto Wagner em segundo e Maria Santos Rolim em terceiro.

Na categoria Profissional, a vencedora foi Sabrina Ferreira Vargas, que também obteve o terceiro lugar, além do segundo lugar conquistado por Lucas de Moraes Silva. Já a categoria Voto Popular teve apenas um inscrito, que foi realocado para competir entre os participantes da categoria Amadora, garantindo maior competitividade.

Foto: Sabrina Ferreira Vargas/Divulgação | Fonte: Assessoria
17/09/2025 0 Comentários 341 Visualizações
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