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feminicídio

Variedades

Cavalgada Para Elas mobiliza Novo Hamburgo contra o feminicídio

Por Jonathan da Silva 16/03/2026
Por Jonathan da Silva

A 1ª Cavalgada Para Elas reuniu homens e mulheres neste domingo (15), em Novo Hamburgo, em um ato público contra o feminicídio e outras formas de violência contra a mulher. A atividade ocorreu por meio de uma cavalgada que percorreu a cidade com o objetivo de chamar a atenção da sociedade para o tema, mobilizando participantes e apoiadores da causa em uma manifestação coletiva de conscientização.

Segundo os organizadores, a iniciativa buscou promover reflexão sobre a violência contra mulheres e reforçar a necessidade de mobilização social diante desses casos. Durante a cavalgada, os participantes destacaram que a ação representa um posicionamento público de homens e mulheres que decidiram se unir para tratar do tema e ampliar o debate sobre o enfrentamento à violência. A proposta foi reunir a comunidade para demonstrar apoio às mulheres e reforçar a mensagem de que a violência não deve ser ignorada. A mobilização também teve como objetivo estimular ações coletivas de proteção, acolhimento e fortalecimento das mulheres.

Participação da comunidade

A cavalgada contou com a presença de participantes que se reuniram para percorrer o trajeto a cavalo, levando mensagens relacionadas ao combate à violência contra a mulher. A organização afirmou que o evento buscou incentivar a união entre diferentes setores da sociedade em torno do tema.

Apoio de entidades

A realização da 1ª Cavalgada Para Elas contou com o apoio de entidades e parceiros, entre eles o Sindilojas Vale Germânico, o Consepro Novo Hamburgo, a psicóloga Aline De Negri, a Casa Íris, a Green Head Beers e a Casa Ciclista NH.

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/03/2026 0 Comentários 156 Visualizações
Projetos especiais

Seminário em Estância Velha debate prevenção à violência contra mulheres

Por Jonathan da Silva 10/03/2026
Por Jonathan da Silva

A Prefeitura de Estância Velha realizou o 2º Seminário Mulheres Protegidas na sede da CDL Estância Velha e Ivoti, no Centro da cidade, reunindo mais de 150 participantes para discutir a prevenção da violência contra mulheres e apresentar resultados do programa municipal Mulheres Protegidas. A iniciativa foi promovida pelas Secretarias de Segurança, Esporte e Bem-Estar (Sesebe) e de Desenvolvimento Social e Trabalho (Sedest), em parceria com a Guarda Civil Municipal (GCM).

Entre os temas abordados durante o seminário esteve o painel “O que está acontecendo afinal? A etiologia do crime de feminicídio”, conduzido pela coordenadora do programa Mulheres Protegidas, Carol Vanzin.

Resultados do programa

Durante a abertura do evento, o prefeito Diego Francisco (PSD) destacou os resultados do programa desde a sua criação. “Criamos o programa em 2021, e, desde então, Estância Velha nunca mais registrou um feminicídio”, informou o chefe do executivo estanciense.

A cerimônia também contou com a presença do vice-prefeito Airton Haag, do titular da Sesebe, Oséias Vieira, da titular da Sedes, Beti Griebeler, e da deputada estadual Eliana Bayer (Republicanos).

De acordo com a coordenadora do programa Mulheres Protegidas, Carol Vanzin, o trabalho envolve diferentes áreas da administração municipal e atua por meio de uma rede de atendimento às mulheres em situação de violência. “É um trabalho de rede, com muitos integrantes e muitas especificidades, pois, para atender casos de violência, precisamos estar inseridos e acompanhando passo a passo cada uma das envolvidas”, destacou Carol.

Segundo dados apresentados durante o seminário, o programa atualmente atende mais de 400 mulheres e, desde a criação, já beneficiou 2.115 pessoas. Ainda de acordo com a coordenação, o município registrou redução de 89% nos casos de violência doméstica e de 87% em conflitos gerais.

Homenagem durante o evento

A programação do seminário também incluiu uma homenagem ao ex-secretário de Segurança e atual vereador José Dresch (PSD). Ele foi responsável por propor a criação do programa em 2021, após procurar a assistente social Carol Vanzin para discutir a implantação da iniciativa. “Foi um momento muito importante e inovador, pois não existia nada parecido para que pudessemos nos amparar”, comentou Dresch.

Trabalho integrado

O comandante da Guarda Municipal, Éder Castro, destacou que a atuação conjunta entre diferentes órgãos contribui para os resultados apresentados pelo município. Segundo ele, dois guardas municipais atuam diretamente nos atendimentos relacionados ao programa, realizando visitas, monitoramentos e outras ações junto às mulheres cadastradas. Além disso, equipes das secretarias municipais participam de atividades de capacitação contínua voltadas à manutenção das estratégias de atendimento e acompanhamento dos casos.

Foto: Robson Nunes/Decom/PMEV/Divulgação | Fonte: Assessoria
10/03/2026 0 Comentários 75 Visualizações
Cidades

Banco vermelho contra feminicídio é instalado na Estação São Leopoldo

Por Jonathan da Silva 26/03/2025
Por Jonathan da Silva

A Trensurb inaugurou, na manhã desta terça-feira (25), um banco vermelho na Estação São Leopoldo como parte da campanha “Trensurb nos trilhos pelo feminicídio zero”. O projeto busca conscientizar a população sobre a violência contra a mulher e fornecer informações sobre serviços de apoio. A cerimônia contou com a presença do prefeito de São Leopoldo, Heliomar Franco (PL), da vice-prefeita, Regina Caetano, e do diretor-presidente da Trensurb, Nazur Garcia.

O prefeito Heliomar Franco, destacou a relevância da iniciativa para a segurança das mulheres em situação de violência. “Por aqui passam milhares de pessoas por estas portas e entram nestas catracas e são estas pessoas que compõem a sociedade, que muitas vezes estão assombradas, estão com medo, intimidadas por alguma atitude de alguém que as está perseguindo, as está ameaçando, e às vezes elas não sabem onde buscar o amparo, onde buscar o apoio, a segurança. Então a iniciativa de colocar as informações neste lugar de grande trânsito de pessoas é importantíssima para até mesmo para a sobrevivência de algumas mulheres que por aqui passam completamente atordoadas pelo meio em que vivem”, afirmou o chefe do executivo leopoldense.

O gestor também ressaltou que a Prefeitura atua em parceria na prevenção, com ações de combate à violência e na busca pela punição dos responsáveis, reforçando a atuação do estado no enfrentamento ao feminicídio.

Expansão do projeto

A Trensurb prevê a instalação de bancos vermelhos em outras estações, pelo menos uma em cada município atendido. O projeto tem o apoio do Instituto Banco Vermelho, da Univale, da Secretaria de Políticas para Mulheres (Sepom) e do Centro Jacobina.

A campanha segue a proposta nacional do Instituto Banco Vermelho, que busca estimular a reflexão e ação contra a violência de gênero. O banco vermelho traz informações sobre índices de violência e canais de atendimento para mulheres em situação de risco. Entre os contatos disponibilizados estão o telefone da Ronda Lilás de São Leopoldo (153), o WhatsApp do Centro Jacobina ((51) 99788-3212), o Disque 180 para denúncias, o telefone 190 para emergências e o WhatsApp da Polícia Civil do Rio Grande do Sul ((51) 98444-0606).

Dados sobre violência contra a mulher

O Brasil ocupa a quinta posição no ranking mundial de países com maior índice de feminicídios. A cada seis horas, uma mulher é assassinada no país. A cada seis minutos, uma mulher ou menina é vítima de estupro. Em 90% dos casos, os agressores são homens.

Presenças na cerimônia

O evento também contou com a participação do diretor de Administração e Finanças da Trensurb, Ronald Kruger Sarubbi, da ouvidora da empresa, Márcia Alexandra Zorn, e da chefe do Setor de Responsabilidade Social da Trensurb, Aline Homem Nunes, além de representantes da rede de enfrentamento à violência contra a mulher em São Leopoldo.

Foto: Pedro H. Tesch/Divulgação | Fonte: Assessoria
26/03/2025 0 Comentários 436 Visualizações
Variedades

Sala das Margaridas torna-se realidade no Dia da Mulher

Por Caren Souza 09/03/2021
Por Caren Souza

Uma data emblemática para a luta feminina por respeito e direitos iguais foi escolhida pela Polícia Civil para iniciar o funcionamento de nove Salas das Margaridas em todo o Estado. A inauguração realizada de modo virtual nesta segunda-feira (8), às 14 horas, abrangeu o espaço de acolhimento em Novo Hamburgo, no qual as vítimas poderão buscar atendimento na Delegacia de Polícia de Pronto-Atendimento (DPPA), e outros quatro também na Região Metropolitana (São Leopoldo, Canoas, Gravataí e Alvorada).

 

somente em 2021, 15 mulheres foram vítimas de feminicídio.

As demais cidades são Rio Grande, Santana do Livramento, Parobé e Marau. De modo remoto, o ato oficial reuniu 90 participantes. Em número expressivo, fez-se presente na solenidade a Rede Integrada Laço Lilás, que reúne as entidades hamburguenses que promovem atendimento e amparo às cidadãs da cidade e região. O grupo, há cerca de um ano, dedica-se a viabilizar esse momento tão esperado, por meio de trabalho voluntário e arrecadação de doações para pintura, móveis, brinquedos e equipamentos.

A urgência do começo dos atendimentos foi ilustrada na fala da Chefe da Polícia Civil, Nadine Farias Anflor. “Somente em 2021, 15 mulheres foram vítimas de feminicídio. Uma violência que muitas vezes é perpetrada por companheiros, amigos e pessoas próximas. Nós não queremos mais isso no Estado do Rio Grande do Sul”, declarou Nadine. Em 2020, os números já tinham sido preocupantes: 78 vítimas.

Em seu pronunciamento, ela agradeceu o apoio dos municípios e nominou os prefeitos da região Fátima Daudt, de Novo Hamburgo, e Ary Vanazzi, de São Leopoldo, além da vereadora Tita, Procuradora Especial da Mulher do Legislativo hamburguense que acompanhavam o momento virtual da inauguração, assim como o presidente do Legislativo, Raizer Ferreira. “Agradeço de maneira ímpar o apoio que temos recebido do Executivo municipal, e que a Polícia Civil recebe, principalmente, nessa área de violência doméstica e familiar”, acrescentou.

“Hoje é um dia de festa para a Polícia Civil, é especialmente alegre para mim, confesso. Nós temos que comemorar esses nove espaços de acolhimento. Quando assumi aqui a Chefia de Polícia, tive a preocupação de trazer a bandeira desse enfrentamento à violência contra a mulher para patamares de gestão, de administração, e como prioridade”, finalizou Nadine.

Tarcísio Kaltbach, responsável DPPA de Novo Hamburgo, será o coordenador da Sala das Margaridas do Município. Em entrevista, fez uma série de agradecimentos pela conquista desse espaço. “Não poderia deixar de externar meu profundo agradecimento à prefeita de Novo Hamburgo, Fátima Daudt, e sua equipe, que prontamente viabilizou nosso pleito, à Rede de Apoio Integrada Laço Lilás, e demais lideranças que buscaram junto à comunidade as doações, em prol desta justa e legítima causa”, disse.

Demanda antiga

 

Pleiteada há um bom tempo, a proposta tomou forma após a aproximação da Rede Integrada Laço Lilás, Executivo e Polícia Civil. A demanda era antiga pelo fato de a Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam) não funcionar 24 horas. Com a ajuda de voluntários e esforços de várias entidades, o ambiente foi equipado e em condições de uso.

A Rede Lilás é formada por órgãos e entidades que funcionam como serviços de atendimento fortalecedores das ações de enfrentamento à violência contra a mulher.

Fonte: Assessoria
09/03/2021 0 Comentários 640 Visualizações
CidadesCulturaVariedades

Legislativo lança campanha contra violência doméstica no Dia dos Namorados

Por Gabrielle Pacheco 13/06/2018
Por Gabrielle Pacheco

Novo Hamburgo é o quinto município com mais tentativas de feminicídio no Estado entre 2013 e 2017, somando 46 casos. Quando analisados números de homicídios consumados contra mulheres, no período de 2012 a 2017, a cidade ocupa a sexta posição, totalizando 12 ocorrências, conforme dados da Secretaria da Segurança Pública do Rio Grande do Sul. Grande parte desses crimes ocorre no ambiente familiar.

Os números alarmantes motivaram a Procuradoria Especial da Mulher de Novo Hamburgo a lançar campanha contra a violência doméstica intitulada “Fale agora ou podem te calar para sempre”. O material gráfico, divulgado nesta terça-feira, 12 de junho, em coletiva de imprensa realizada na sede da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL NH), mostra uma jovem noiva com o rosto com vários ferimentos e os telefones 3594 0560 e o Disque 180.

Conforme a procuradora Patricia Beck (PPS), o Dia dos Namorados foi escolhido para o lançamento porque simboliza o sonho de uma futura união, além de marcar os 14 anos de um dos crimes mais brutais de Novo Hamburgo: o assassinato de Beatriz de Oliveira Rodrigues, carbonizada por seu marido Luiz Henrique Sanfelice próximo ao Santuário das Mães.

O presidente do Legislativo, Felipe Kuhn Braun (PDT), abriu o evento reforçando a importância da adesão da Câmara à luta pelo fim da violência contra a mulher. Ele trouxe dados que mostram a terrível realidade da Capital e das cidades do entorno.

“Embora compreenda 38,2% da população de mulheres do Rio Grande do Sul, a Região Metropolitana foi palco de 51,55% das tentativas de feminicídio no ano de 2017 e de 46,35%, entre 2013 e 2017”, afirma Felipe.

De acordo com ele, os números reforçam a necessidade de políticas públicas que combatam a impunidade e o ciclo de violência que atinge famílias de diferentes classes sociais. “Este é um momento bem importante, no qual nos colocamos ao lado desse trabalho forte e intenso que as forças de segurança realizam para diminuirmos esses números”, ressaltou.

Elaborada por servidores e estagiários que compõem a equipe de Comunicação da Casa Legislativa, a campanha não teve custos de criação e produção. As fotos foram feitas gratuitamente pelo fotógrafo Jackson Freitas. Tanto a modelo Bruna Luana dos Reis, representante do Município no concurso Garota Verão de 2011, quanto a maquiadora Quiliane Prass também abriram mão de seus cachês.

Ao todo, foram apresentadas oito peças, que irão compor a campanha ao longo dos próximos meses: dois modelos de cartazes, flyer, painel, marcador de página, outdoor, busdoor e a arte que será divulgada nas redes sociais da Casa Legislativa. Além desses materiais, a Procuradoria Especial da Mulher criou um site especialpara que as vítimas possam encontrar as informações necessárias para realizar suas denúncias, assim como localizar as redes de apoio.

“Precisávamos contribuir de alguma forma no combate à violência contra a mulher. Esta é uma campanha que foi inteiramente pensada e elaborada dentro da Câmara de Novo Hamburgo, focando o mês de maio, o mês das noivas. Sabemos o quanto as mulheres sonham com seu casamento, mas, infelizmente, também sabemos como seu grande sonho pode vir a se tornar um pesadelo. E é isso que queremos evitar, facilitando o acesso à rede de apoio e oferecendo um novo espaço de acolhimento”, salientou Patricia. “Temos no novo site todas as portas disponíveis para as mulheres dentro do município de Novo Hamburgo”, emendou.

Parceria com a Trensurb

Carolyne Andersson, servidora da Procuradoria Especial da Mulher, apresentou o calendário das próximas atividades envolvendo a divulgação da campanha Fale Agora. Estão previstas ações nas escolas municipais, em postos de saúde e nas redes de atendimento do Município. Em reunião na última sexta-feira, dia 8, com a direção da Trensurb, também ficou acertada uma parceria que ampliará o alcance do projeto. Além da circulação de um vídeo na TV Minuto, canal de comunicação presente no interior dos trens que percorrem a região metropolitana, a Trensurb cederá gratuitamente espaço nas quatro estações hamburguenses para a colocação de outdoor, bem como a adesivagem de um vagão. Unidades dos marcadores de página também serão oferecidos aos passageiros leitores.

Patricia destacou ainda que a direção da empresa colocou à disposição uma sala dentro da Estação Novo Hamburgo para acolhimento à mulher. Cabe agora aos órgãos competentes elaborar e apresentar um projeto para o aproveitamento do novo espaço. “A Trensurb está muito disposta a construir alternativas conosco. Eles colocaram uma de suas salas à disposição e nos disponibilizaram gratuitamente a plotagem de um vagão, transitando entre Novo Hamburgo e Porto Alegre e atingindo milhares de mulheres diariamente. Precisávamos fazer muito com pouco, e podemos dizer que conseguimos”, comemorou a procuradora.

Feminicídio

O feminicídio foi incluído no Código Penal pela Lei Federal nº 13.104/2015 como circunstância qualificadora do crime de homicídio, sendo caracterizado como o ato cometido contra a mulher em razão de seu gênero. Estatísticas divulgadas em 2015 pelo DataSenado apontam que uma em cada cinco mulheres declara já ter sofrido algum tipo de violência. Dessas vítimas, 26% ainda convivem com o agressor. Patricia Beck destacou que é justamente de encontro a essas estatísticas que foi lançada a campanha, em um esforço para alterar a realidade e auxiliar as vítimas a quebrarem o silêncio.

A vereadora reforçou que os números diminuíram em Novo Hamburgo no último ano, sem nenhum registro de feminicídio, o que credita ao trabalho das forças de segurança e órgãos judiciários envolvidos, ao qual a Procuradoria pretende somar esforços. “Queremos criar a cultura da denúncia. Para isso, apresentamos todos os canais que as mulheres hamburguenses possuem e, principalmente, buscamos instruir sobre os sinais de agressão, para que elas saibam quando devem procurar ajuda”, completou. Apenas nos últimos seis anos, 188 assassinatos de mulheres tiveram como cenário a Região Metropolitana de Porto Alegre.

Proposições legislativas

A vereadora Patricia Beck fez questão de ressaltar que atualizações legislativas são necessárias para garantir os direitos das mulheres. Ela lembrou dois projetos de lei apresentados por colegas seus que permeiam justamente essa discussão. O PL nº 17/2018, assinado por Enio Brizola (PT), institui ações de valorização de mulheres e meninas e de prevenção e combate ao machismo junto à rede municipal de ensino. Seu proponente, presente ao lançamento da campanha, defendeu o papel fundamental da educação na alteração de comportamentos discriminatórios.

Queremos quebrar a cultura do machismo. Os meninos não nascem machistas, eles se tornam. A cultura da agressão, muitas vezes incentivada pelos próprios familiares, acaba refletindo em nossas relações. Quanto mais cedo os meninos começarem a trabalhar o combate a esse pensamento, mais eles poderão evoluir”, justificou.

O projeto está previsto para ser votado em primeiro turno já nesta quarta-feira, (13).

A outra matéria que tramita na Casa é proposta por Enfermeiro Vilmar (PDT). O PL nº 36/2018 propõe a instituição de auxílio aluguel para mulheres vítimas de violência doméstica. A ideia é que o benefício ajude a transpor o obstáculo da dependência financeira, existente em algumas relações conjugais.

Patricia, que também é presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Redação da Câmara, informou que o projeto tende a passar por uma nova construção, alterando disposições na Lei Municipal nº 2.383/2011 – que concede o benefício para famílias em áreas de regularização fundiária –, evadindo, assim, de vícios de inconstitucionalidade, mas sem alterar seu mérito. “Precisamos trabalhar a questão da implantação de mecanismos legais para que as pautas das mulheres possam sair do papel”, concluiu a vereadora.

Além dos veículos de comunicação, compareceram ao lançamento da campanha a juíza de Direito do Juizado de Violência Doméstica de Novo Hamburgo, Andrea Hoch Cenne, a escrivã da Delegacia Especializada para a Mulher de Novo Hamburgo, Roberta Larini, o sargento Gladimir de Araujo Azambuja, do 3º BPM, e a soldado Mônica Saueressig.

Foto: divulgação | Fonte: Assessoria
13/06/2018 0 Comentários 613 Visualizações

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