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feira do livro

Cultura

Diretora de Ensino da Unisc é patrona da 26ª Feira do Livro de Sobradinho

Por Amanda Krohn 09/11/2022
Por Amanda Krohn

A 26ª edição da Feira do Livro e 15ª Ferarte de Sobradinho ocorrem entre a quinta-feira, 10 e o sábado, 12.  A programação ocorre na Rua Coberta e, neste ano, tem como patrona a diretora de Ensino da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc), Giana Diesel Sebastiany. Natural de Sobradinho e com grande apego pelo município, local em que ainda moram os pais e diversos parentes, Giana relembra a trajetória dela na educação.

De acordo com a diretora, uma biblioteca foi a responsável pela sua paixão pela leitura. “Eu estudei os meus primeiros anos no Grupo Escolar Lindolfo Silva, que tinha até a quarta série. Lá existia uma biblioteca chamada Monteiro Lobato. Eu li quase tudo que eu podia ler pra minha idade. Eu lia muito, muito mesmo”, relembra. Foi mais ou menos nesta época que ela teve contato com a poesia. “Foi com um livro do Mario Quintana que o meu pai tinha em casa. Li por volta dos 6, 7 anos de idade. A partir dali, eu me apaixonei pelo Mario Quintana, me apaixonei pela poesia, pela leitura. Cada vez que os meus pais viajavam, eles traziam livros pra eu ler”, conta. “Quando eu viajava, também comprava livros. Naquela época não tinha internet e eu viajava para outros universos através da leitura. E essa paixão pela leitura se transformou na minha paixão por escrever”, continua.

Depois da Escola Lindolfo Silva, a partir da quinta série até o final do Ensino Médio, Giana estudou na Escola Estadual Padre Benjamin Copetti onde cursou Magistério para ser professora dos Anos Iniciais. Depois, foi para a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e cursou Educação Especial com habilitação na área de Deficiência Intelectual. Em Florianópolis, Santa Catarina, fez mestrado e começou a dar aula em uma escola municipal, para crianças da primeira série. “Lá fui muito feliz e me senti realizada”, relembra.

Logo depois, fez um concurso na Universidade Federal de Santa Catarina e começou a lecionar na instituição. Foi então que surgiu a oportunidade de fazer um concurso na Unisc. “Como Santa Cruz era mais perto da minha família e sempre tive uma ligação afetiva muito grande com ela, eu quis voltar para perto”, diz ela que já atua há 25 anos na Unisc e concluiu o doutorado em Desenvolvimento Regional na instituição.

Família com trajetória marcante na saúde de Sobradinho

Mas antes disso, ela tem uma trajetória também na área da saúde. A família, em Sobradinho, tinha o Hospital Sebastiany, hoje Hospital São Evangelista. “Meu avô se formou e iniciou a atividade profissional como médico em Sobradinho. Era uma pessoa extremamente querida pela comunidade e também uma pessoa bastante humilde. A minha avó trabalhou também no hospital como enfermeira e fez em torno de mil partos, inclusive eu nasci pelas mãos dela. Meu pai é oftalmologista, meu irmão também é médico, minha irmã é enfermeira, grande parte dos meus primos são da área da saúde.”

Uma das pessoas que ela diz ter feito ser quem ela é hoje, é a avó Hulda. Ela administrava o hospital da família praticamente sozinha, já que ficou viúva cedo. “Mesmo assim continuou uma trajetória como chefe de família, mantendo todos nós sempre muito unidos. Foi vereadora, foi presidente da Câmara, local em que todos os outros vereadores eram homens. Foi uma das primeiras mulheres a dirigir em Sobradinho. Ela pegava o jipe que tinha e ia atender partos no interior. Eu lembro da minha avó muito mais no hospital. Quando eu tinha que conversar com ela eu ia até lá. Esse exemplo de uma mulher forte, ao mesmo tempo carinhosa, ao mesmo tempo preocupada com os outros, fez muito do que eu sou hoje, então eu me espelho muito nela.”

Sonho de transformar a pediatria foi realizado pelos livros

Atualmente, Giana é também diretora de Ensino e Pesquisa do Hospital Santa Cruz (HSC). Quando começou a trabalhar no HSC ela tinha um sonho de transformar a ala da pediatria. E esse sonho ela acabou direcionando para, primeiro, escrever alguns livros. “O primeiro deles foi sobre o anjinho Lino. Depois do anjinho Lino, que virou um mascote, eu escrevi outros cinco livros, todos que falam do Lino, da Laila e da sua turma. Com a venda dos livros e por termos cedido os direitos das obras para o hospital, conseguimos transformar os corredores da pediatria, criar uma identidade para as crianças, com os personagens. Eu fui em escolas, eu contei histórias, as crianças conheceram os mascotes, interagiram com eles e isso me traz uma sensação muito boa de dever cumprido e por ter feito alguma coisa pelas crianças, de tanto que eu aprendi com elas durante a minha formação.”

Exposição será o diferencial na feira

Giana, que também é membro correspondente da Academia Centro-serra de Letras, já foi homenageada em edições anteriores da feira. Agora, como patrona, ela quis levar algo diferente para a feira, mais do que as crônicas, os livros que escreveu. Terá uma exposição que faz parte da pesquisa desenvolvida por ela no pós-doutorado sobre as práticas, os artefatos de cura utilizados pelas famílias na Zona Rural e na Zona Urbana de Sobradinho.

Levar a exposição como diferencial, para ela, também é uma maneira de agradecer. “As lembranças que eu tenho do que os meus professores ensinaram ficarão para sempre e me marcaram muito”, afirma. “Eu sou muito grata ao município e sou muito grata por ainda ter minha família lá. Certamente quando eu vou para lá eu me sinto voltando para o ninho”, finaliza.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/11/2022 0 Comentários 815 Visualizações
Cultura

68ª Feira do Livro de Porto Alegre inclui discussões sobre representatividade negra e diversidade

Por Amanda Krohn 04/11/2022
Por Amanda Krohn

A diversidade tem sido um dos temas centrais da 68ª Feira do Livro de Porto Alegre. Autores negros, indígenas e LGBTQIAP+ integram a programação, oferecendo importantes discussões à sociedade. Uma delas foi destaque nesta quinta-feira (3) – a mesa “A urgência da representatividade negra na literatura infantil: Reflexões e referências” recebeu a escritora Sonia Rosa. O dia foi marcado, também, pela concorrida sessão de autógrafos com o patrono da feira, Carlos Nejar, e pela discussão sobre o luto, com o filósofo, professor, dramaturgo e roteirista Renato Noguera.

Pedagoga e escritora, Sonia Rosa ressaltou a importância da escola como um espaço para o incentivo à leitura e à difusão de saberes ligados à racialidade – colocando o letramento racial como uma saída necessária por meio da educação — na intenção de diminuir o preconceito racial enfrentado desde a primeira infância nas escolas. “A dor do racismo é muito grande para a criança e para a família. É uma dor cruel e covarde”, enfatizou Sonia, que também é orientadora em escola e procura compartilhar com o público algumas de suas experiências e conhecimentos na prática de uma educação plural e afetiva.

Luto em debate

O escritor Fabricio Carpinejar conduziu a conversa com Renato Noguera na mesa “O que é o luto? Depois é nunca”. Autor de uma obra sobre o tema, na qual apresenta maneiras de lidar com o luto, além de mostrar que a vida é feita de ciclos e que o fim chega para todos, Noguera fala sobre a perda, sobre como as pessoas passam e podem ser preparadas para esse momento e coloca em pauta a importância de saber estar só e acolher as emoções. “A solitude é uma forma de solidão que a gente consegue conversar com as nossas emoções. Solitude é quando eu consigo ter um encontro comigo mesmo sem ter vergonha”, afirmou Noguera.

Monja Coen é uma das atrações nesta sexta-feira (4)

A programação desta sexta-feira reserva um momento dedicado à espiritualidade e à reflexão. Monja Coen realiza a palestra aberta ao público “Como viver o presente a partir de princípios zen”, no Teatro Carlos Urbim, às 18h. Ela também vai autografar a obra “Que sementes você está regando”, a partir das 19h, na Praça de Autógrafos Gerdau. A sexta ainda contará com a presença de autores indígenas no ciclo O Autor no Palco. Daniel Mundukuru, Auritha Tabajara e Olívio Jekupé integram a programação no Circo dos Mafagafos.

A 68ª Feira do Livro de Porto Alegre conta com o Patrocínio Master de Gerdau, Zaffari, CEEE Grupo Equatorial, Sulgás, Vero, a maquininha que resolve de verdade, Petrobras — patrocinadora do Espaço Jovem Petrobras, Apoio Especial da Prefeitura de Porto Alegre, Sebrae e SZ Working. Apoio Cultural da Kodex, Voco, Tramontina, Assembléia Legislativa do RS, Câmara de Vereadores de Porto Alegre, Aços Favorit e Senado Federal. Espaço cedido: Espaço Cultural Correios e Memorial do RS e tem o financiamento da Lei de Incentivo à Cultura (LIC) – Secretaria de Estado da Cultura (Sedac), por meio do Pró-cultura RS.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/11/2022 0 Comentários 542 Visualizações
Cultura

68ª Feira do Livro de Porto Alegre promove painel sobre independência do Brasil no feriado

Por Amanda Krohn 03/11/2022
Por Amanda Krohn

Com o objetivo de desmistificar os eventos do dia 7 de setembro de 1822, a Feira do Livro de Porto Alegre promoveu, neste feriado de Finados (02/11), um painel para tratar dos duzentos anos da independência do Brasil. No Auditório Barbosa Lessa do Espaço Força e Luz, o evento, mediado pelo historiador e professor Rafael Bassi, contou com a participação de Paulo Rezzuti (Independência: A História Não Contada: A Construção do Brasil: 1500-1825) e Rodrigo Trespach (Às Margens do Ipiranga). Na pauta, estavam os simbolismos da data, e bastidores da Declaração de Independência do Brasil.

Bassi trouxe para a roda de conversas assuntos como a consolidação da independência, identidade nacional e o pouco entendimento do brasileiro sobre o processo de ruptura dos laços coloniais do país em que se vive. Trespach contou que tenta trazer em sua obra um passeio narrativo no processo histórico, mas com foco na viagem final que definiu o futuro do Brasil. “Dom Pedro faz uma importante viagem do Rio de Janeiro para São Paulo e depois para Santos. Tento trazer, sempre com base nos jornais e relatos da época, a construção desse processo”, disse.

No quesito dificuldade de entendimento da independência nacional por parte da população, os autores entendem que se deve, em parte, aos estudos das universidades. “A academia traz consigo a linguagem técnica. Passar o que é produzido na academia para o público comum é fundamentalmente o que falta”, analisou Rezzuti. Já Rodrigo destacou que a pesquisa e os fatos devem tornar-se conhecimento, e, para isso, é necessário um processo de universalização dos conteúdos básicos de entendimento. “A finalidade da academia é pesquisar, mas se ela não tornar isso público, se torna algo inútil. As universidades falham em aproximar o público não acadêmico”, criticou.

Oficina e os clichês

Ainda nesta quarta-feira, foi ministrada a oficina “Tudo contra os Clichês!”, por Cíntia Moscovich, na sala O Retrato, no Espaço Força e Luz. O evento, que contou com alta adesão do público, abordou questões sobre o como melhorar a escrita e fugir dos clichês. Cintia iniciou sua explanação desconstruindo os clichês não só nas redações, como também na vida. “O clichê desvaloriza automaticamente o texto”, disse a autora. Ao final do evento, foi distribuída uma atividade de escrita ao público. A oficina ocorre em dois dias, sendo a segunda parte realizada no próximo sábado (05/11).

Programação para esta quinta-feira

Realizada pela Câmara Rio-Grandense do Livro, a feira terá painel sobre a representatividade negra na Literatura Infantil e bate-papo sobre o luto com Fabrício Carpinejar nesta quinta-feira. Confira abaixo alguns destaques da programação de amanhã:

13h30min, na sala O Retrato no Espaço Força e Luz: A urgência da representatividade negra na Literatura Infantil, com Sonia Rosa.

15h, na sala O Retrato no Espaço Força e Luz: Oficina de escrita e escuta feminiSta (1/2), com Mariam Pessah. As inscrições são prévias e podem ser realizadas neste link.

16h, no Auditório Barbosa Lessa no Espaço Força e Luz: Memórias que se transformam em livro, com Fernanda Moro e Diego Dorneles Gonçalves.

17h30min, no Auditório Barbosa Lessa no Espaço Força e Luz: O que é o luto? Depois é nunca!, com Renato Noguera e Fabrício Carpinejar.

18h, no Teatro Carlos Urbim, na Praça da Alfândega: Entre prosas e versos, com Mário Terres e Fabio Malcorra.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/11/2022 0 Comentários 783 Visualizações
Cultura

David Coimbra recebe homenagem de colegas na 68ª Edição da Feira do Livro de Porto Alegre

Por Amanda Krohn 01/11/2022
Por Amanda Krohn

A Feira do Livro de Porto Alegre homenageou o jornalista David Coimbra nesta segunda-feira (31/10). No Auditório Barbosa Lessa, no Espaço Força e Luz, Luciano Potter, Juremir Machado da Silva e Ivan Pinheiro Machado protagonizaram um painel rememorando o legado do colega escritor. O painel, pautado na obra recente de Ivan, “Crônicas dos anos da peste & outras histórias”, que seleciona crônicas publicadas no jornal Zero Hora pelo colunista e que visa trazer a tona o legado que David Coimbra deixa à literatura brasileira, teve a presença da esposa e do filho de David.

Potter, em certo momento, ao rememorar momentos com o amigo tentou dimensionar a ausência de David: “O que a gente mais sente falta, para além da convivência, é saber a opinião dele sobre as coisas. Como queria saber a opinião dele sobre política, sobre o mundo agora. O que ele escreveria?”, questionou. Juremir contou o cerne da amizade com o jornalista. “3 de agosto de 1980. Primeiro dia de aula na faculdade de jornalismo. Ali começou uma amizade. Um dos maiores que conheci”, disse. Ele ainda ressaltou o empenho técnico e pessoal de David ao detalhar sua batalha contra o câncer em suas crônicas: “David teve uma grande dignidade, capacidade de falar da doença. Coisa dos grandes, eu não teria essa força, coragem e capacidade. A despedida dele foi uma despedida de grande literatura”, categorizou.

David, que já recebeu diversos prêmios de jornalismo, entre eles o Prêmio Ari, foi o personagem da obra de Ivan. “Ele tratou da doença, nos textos, de uma forma não dramática. O homem vai, a obra fica”, explicou o autor. Ivan detalhou que dividiu a obra de crônicas em três fases: o tratamento em Boston, a pandemia e a reta final de vida de David. Juremir, no bate-papo, trouxe uma análise técnica dos textos do colega: “Regularidade. A pessoa saia de um texto e ia para outro e era uma coisa impressionante, o nível alto se mantinha. Regularidade. Uma qualidade muito grande”, explanou o professor.

Ainda na programação da 68ª Edição da Feira do Livro de Porto Alegre está prevista outra homenagem ao jornalista, que faleceu em maio. No dia 14 de novembro, às 18h, no Teatro Carlos Urbim, na Praça da Alfândega, um sarau será realizado para tratar do legado literário de David. Participam os jornalistas Diogo Olivier, Paulo Germano, Luciano Potter e Tulio Milman, com a mediação de Kelly Matos. Com o título A Vida É Boa — Crônicas e Causos para Lembrar David Coimbra, eles irão compartilhar memórias e trechos da obra do colega escritor.

O quarto dia de Feira, além da homenagem teve como atração a oficina “O jogo da criação poética tem regras ou não?”, no espaço Força e Luz. Conduzida pelo escritor e poeta gaúcho Ronald Augusto, a oficina contou com dezenas de participantes e teve como objetivo trazer dicas e métodos de como começar a escrever e elaborar poemas. Ronald iniciou a conversa com a pergunta “poesia se faz com o quê?”. Na sequência, detalhou: “O poema não se faz apenas com sentimentos e emoções, mas, principalmente, com palavras”. A oficina, que será realizada em dois dias, tem sua segunda etapa agendada para essa terça-feira (01), no mesmo local, às 15h.

MV Bill é atração nesta terça-feira

Realizada pela Câmara Rio-Grandense do Livro, a feira recebe, nesta terça-feira, 1/11, um painel sobre literatura, vida e realidade com o rapper MV Bill e a parte dois da oficina de crônicas. Confira abaixo alguns destaques da programação:

15h, na Sala O Retrato no Espaço Força e Luz: Oficina O jogo da criação poética tem regras ou não? (2/2), com o poeta e ensaísta Ronald Augusto. As inscrições prévias podem ser realizadas no link https://forms.gle/AGwpbuySFKRmPWRy9.

16h, no Auditório Barbosa Lessa no Espaço Força e Luz: O país do futuro e seu destino, Com Juremir Machado da Silva, Luís Augusto Fischer e João Carlos Brum Torres.

17h30min, no Auditório Barbosa Lessa no Espaço Força e Luz: Vitrine de lançamentos – Saindo do prelo!, com Ana Emília Cardoso,Gabriela Leal,Tatiana Sabadini e Priscila Pasko.

18h, no Teatro Carlos Urbim, na Praça da Alfândega: Literatura, vida e realidade, com MV Bill e Domício Grillo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/11/2022 0 Comentários 635 Visualizações
Cultura

2º dia da 68ª Feira do Livro de Porto Alegre conta com bate-papo com patrono e sobre protagonismo feminino

Por Amanda Krohn 31/10/2022
Por Amanda Krohn

Tradicional feira literária e uma das maiores a céu aberto da América Latina, a Feira do Livro de Porto Alegre movimentou, no sábado (29), centenas de pessoas na Praça da Alfândega. Em sua 68ª edição, o tema deste ano traz uma alusão especial aos 250 anos da Capital, tendo como patrono o poeta Carlos Nejar. No segundo dia da atração, Nejar, ao lado do filho, Fabrício Carpinejar, e patronos de feiras anteriores, realizaram uma conversa afetiva para rememorar a trajetória do atual patrono como poeta, ficcionista, tradutor e crítico literário.

Carlos Nejar destacou a perenidade da literatura, mas afirmou que quem a projeta é efêmero: “Se o que nós criássemos fosse menor do que nós, seria algo muito pequeno. A palavra é maior que nós, porque ela não termina. Nós terminamos”, disse. Nejar ainda traçou um panorama da poesia brasileira e salientou o legado que os livros deixam não apenas para a sociedade, como para a história e o imaginário popular. “As palavras são muito fugitivas. “Nós, com as palavras, criamos uma memória. E com a memória criamos a imaginação da espécie”, concluiu.

O sábado de Feira também teve um bate-papo com as autoras Julia Dantas, Clara Corleone, Letícia Wierzchowski, Taiane Santi Martins e Nathallia Protazio. Em pauta o processo de escrita das autoras e o protagonismo feminino. Letícia Wierzchowski, autora do romance A Casa das Sete Mulheres, ressaltou que é um compromisso do autor escrever para fazer o leitor sentir. Letícia ainda comentou o pertencimento feminino no universo literário. “Você tem o direito de contar uma história. O direito de pertencimento narrativo. O que é a literatura se não o plasmar a vida?”, questionou. Todas aproveitaram a oportunidade para trazer à roda de conversa suas experiências no universo literário e seus processos individuais de escrita.

O dia também foi marcado por trazer a cultura japonesa, com o haikai, e a poesia no Brasil à praça. O Simpósio “O caminho para o Haikai”, uma correalização do Escritório Consular do Japão em Porto Alegre e da Secretaria Municipal de Cultura de Porto Alegre, trouxe apresentações com os objetivos de aprofundar a compreensão da poesia japonesa e do haikai e de promover o intercâmbio cultural entre Japão e Brasil por meio da arte japonesa. Participaram o moderador Andrei Cunha, tradutor literário de japonês e professor de Língua e Literatura Japonesa na UFRGS, Alice Ruiz, poeta e letrista, o editor Roberto Schmitt-Prym e o professor de literatura, Ricardo Silvestrin.

No final do dia de feira, dezenas de leitores acompanharam, no Teatro Carlos Urbim, a apresentação da Banda Municipal de Porto Alegre, que marcou o encerramento da agenda de sábado na Praça da Alfândega. A Banda Municipal, que tem 97 anos de história, conta com 34 músicos integrantes. O espetáculo musical teve a regência do Maestro André Munari.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
31/10/2022 0 Comentários 695 Visualizações
Cultura

68ª Feira do Livro de Porto Alegre começa nesta sexta-feira

Por Felipe Schwartzhaupt 27/10/2022
Por Felipe Schwartzhaupt

A 68ª edição Feira do Livro de Porto Alegre começa nesta sexta-feira, 28, com a expectativa de reunir mais de 1,5 milhão de visitantes – 200 mil a mais do que a edição de 2019 –  e mais de mil atividades em quase vinte dias de feira. A solenidade de abertura acontece a partir das 18h, no Teatro Carlos Urbim, com as presenças do patrono Carlos Nejar e do presidente da Câmara Rio-Grandense do Livro, Maximiliano Ledur. Serão mais de 150 escritores e uma intensa programação literária que irão movimentar a Praça da Alfândega, no Centro Histórico de Porto Alegre, entre os dias 28 de outubro e 15 de novembro.

Com uma tradição de quase sete décadas, a Feira do Livro chega com a expectativa de atender aos mais diversos tipos e gostos literários. Ao todo, serão realizadas 552 sessões de autógrafos, sendo 497 individuais ou com até quatro escritores. Além disso, estão previstas 55 sessões coletivas – com mais de cinco autores por livro, além dos autógrafos de escolas, que contabilizam 24 sessões. Os números superam e muito os registrados na edição de 2021, que chegou a 320 sessões, sendo 296 individuais e 24 coletivas.

“Depois de dois anos com programações remotas ou híbridas, a Feira do Livro volta a ocupar a Praça da Alfândega proporcionando ao leitor a experiência única de poder ter contato com os livros, folheá-los, além de ter a oportunidade de encontrar seus autores favoritos e compartilhar experiências”, destaca o presidente da Câmara Rio-Grandense do Livro, Maximiliano Ledur.

Programação

Na programação para adultos serão 76 atividades com foco em grandes lançamentos do ano, com autores que escrevem sobre temas de interesse da sociedade, como diversidade, inclusão, sustentabilidade, filosofia, tendo a literatura grande destaque, entre outros. Ao todo, serão 60 escritores gaúchos, como Clara Corleone, Letícia Wierzchowski, Júlia Dantas, Taiane Santi Martins, Daniel Galera e Samir Machado de Machado. O evento também contará com 20 escritores de outros estados, com destaque para Noemi Jaffe, indicada para o Prêmio São Paulo de Literatura, o escritor Renato Noguera e Cida Bento, eleita pela revista britânica The Economist como uma das 50 pessoas mais influentes na área da diversidade. Entre os autores estrangeiros, o destaque é o norueguês Geir Gulliksen (autor de História de um casamento, Editora Rua do Sabão, 2022) e a best-seller argentina Florencia Bonelli (O feitiço da água, Editora Planeta, 2022), que já vendeu mais de 3,5 milhões de livros em seu país.

A área Infantil e Juvenil, que inclui os mediadores de leitura, terá 379 atividades na programação. Serão 67 escritores, sendo 40 de outros estados. Entre os autores em destaque na área infantil estão Alê Garcia, um dos 20 creators negros mais inovadores do país, segundo a Forbes. Também estarão no evento o ator Pedroca Monteiro e Daniel Kondo, autores do livro Ser o que se é (Companhia das Letrinhas), que trata sobre a importância das diferenças.

E a literatura indígena mais uma vez estará presente no evento. O escritor e indigenista brasileiro Daniel Munduruku, a cordelista indígena Auritha Tabajara e o escritor e palestrante Olívio Jekupé farão encontros com alunos do ensino fundamental, no ciclo O Autor no Palco.

A 68ª Feira do Livro de Porto Alegre é realizada pela Câmara Rio-Grandense do Livro e conta, atualmente, com o Patrocínio Master de Gerdau, Zaffari, CEEE Grupo Equatorial, Sulgás, Vero, a maquininha que resolve de verdade, Petrobras — patrocinadora do Espaço Jovem Petrobras, Apoio Especial da Prefeitura de Porto Alegre e Sebrae. Apoio Cultural da Kodex, Voco, SZ Working, Tramontina, Assembléia Legislativa do RS, Câmara de Vereadores de Porto Alegre, Aços Favorit e Senado Federal. Espaço cedido: Espaço Cultural Correios e Memorial do RS. Acesse a programação completa no site feiradolivro-poa.com.br e acompanhe os destaques nas redes sociais do evento no Instagram e Facebook.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/10/2022 0 Comentários 1,6K Visualizações
Cultura

Feira do Livro de Porto Alegre terá mais de 500 sessões de autógrafos

Por Felipe Schwartzhaupt 21/10/2022
Por Felipe Schwartzhaupt

A 68ª Feira do Livro de Porto Alegre chega à Praça da Alfândega no próximo dia 28 de outubro com a expectativa de atender aos mais diferentes gostos literários. Ao longo de quase 20 dias de feira serão realizadas 552 sessões de autógrafos, sendo 497 individuais ou com até quatro escritores. Além disso, estão previstas 55 sessões coletivas – com mais de cinco autores por livro, além dos autógrafos de escolas, que contabilizam 24 sessões. Os números superam e muito os registrados na edição de 2021, que chegou a 320 sessões, sendo 296 individuais e 24 coletivas.

Nas sessões, será possível encontrar os mais diferentes gêneros literários, passando por uma biografia de alguém que resolveu documentar a sua vida ou até mesmo de uma celebridade, grandes nomes da literatura, escritores mirins, autores estreantes, até lançamentos de livros teóricos. “A Feira do Livro é democrática, trazendo os mais diversos escritores, dos estreantes aos já consagrados. Temos desde um importante nome da nossa literatura, passando por um famoso ator, um escritor iniciante, até obras idealizadas por estudantes”, esclarece o presidente da Câmara Rio-Grandense do Livro, Maximiliano Ledur.

Entre os novidades da programação estão o ator global Lázaro Ramos; a zen budista monja Coen; Letícia Wierzchowski, que ficou conhecida pela obra “A Casa das Sete Mulheres”, que deu origem à série homônima;  a dama da literatura Noemi Jaffe, finalista do Prêmio São Paulo de Literatura; e o rapper MV Bill. Destaque também para Cida Bento, Eduardo Spohr, Eduardo Bueno — o Peninha, Luiz Augusto Fischer, Renato Noguera e Patrícia Portela.

A 68ª Feira do Livro de Porto Alegre é realizada pela Câmara Rio-Grandense do Livro e conta, atualmente, com o Patrocínio Master de Gerdau, Zaffari, CEEE Grupo Equatorial, Sulgás, Vero, a maquininha que resolve de verdade, Petrobras — patrocinadora do Espaço Jovem Petrobras, Apoio Especial da Prefeitura de Porto Alegre e Sebrae. Apoio Cultural da Kodex, Voco, SZ Working, Tramontina, Assembléia Legislativa do RS, Câmara de Vereadores de Porto Alegre, Aços Favorit e Senado Federal. Espaço cedido: Espaço Cultural Correios e Memorial do RS. Acesse a programação completa no site feiradolivro-poa.com.br e acompanhe os destaques nas redes sociais do evento no Instagram e Facebook.

Foto: Diego Lopes/Divulgação | Fonte: Assessoria
21/10/2022 0 Comentários 981 Visualizações
Cidades

Patrono da Feira do Livro de Campo Bom lança obra neste sábado

Por Felipe Schwartzhaupt 21/10/2022
Por Felipe Schwartzhaupt

Entre tantas atrações da 38ª Feira do Livro de Campo Bom, que iniciou na terça-feira, 18, e segue até domingo, 23, está o lançamento da mais recente obra do patrono do evento, Henrique Schneider. Neste sábado, às 14 horas, ele estará autografando seu livro “A solidão do amanhã”. Schneider conta que essa obra é a segunda parte da Trilogia da Ditadura que aborda a tortura, o exílio e a censura. O primeiro tema está contemplado em “Setenta”, livro lançado em 2018; o exílio é abordado em “A solidão do amanhã”; e a censura será descrita em obra que ainda não está concluída.

“São três grandes livros que tratam sobre três grandes temas de um período sombrio da nossa história, que são a tortura, que está presente em ‘Setenta’, livro que venceu o Prêmio Paraná de Literatura; o exílio, que está em ‘A solidão do amanhã’; e a censura, que é um livro que ainda está sendo escrito e deve ser publicado, provavelmente, no ano que vem”, conta o escritor.

A Feira do Livro de Campo Bom segue até domingo, dia 23, com diversas atrações e muitos títulos à espera da comunidade. Confira a programação:

Sexta-feira – 21/10

8h, 10h; 13h30 e 15h

– Contação de histórias com o professor Luiz Henrique P. S. Alves, na Galeria Dr. Liberato;

– Bate-papo com Athos Beuren, no Plenário da Câmara de Vereadores;

9h e 14h

– Espetáculo Teatral “O Anexo Secreto”, no Palco Fábrica;

9h e 14h30

– Oficina musicada, com Rodrigo Munari, no Palco Largo;

19h

– Show “Esperançando”, com Rodrigo Munari, no Palco Fábrica;

Sábado – 22/10

14h

– Lançamento e sessão de autógrafos do livro “A solidão do amanhã”, do Patrono da Feira, Henrique Schneider;

– Apresentações artísticas das escolas, no Palco Fábrica;

19h

– 18º Bivaque da Poesia Gaúcha e 19º Bivaque Piá, no Auditório Marlise Saueressig;

Domingo – 23/10

14h

– III Festival de Bandas Escolares, na Avenida Adriano Dias.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/10/2022 0 Comentários 759 Visualizações
Cidades

Aberta oficialmente a 38ª Feira do Livro de Campo Bom

Por Felipe Schwartzhaupt 19/10/2022
Por Felipe Schwartzhaupt
Ao som da Orquestra Jovem de Campo Bom, junto da apresentação do grupo de ballet da Escola de Arte-Educação foi oficialmente aberta a 38ª Feira do Livro de Campo Bom. A programação segue até o próximo domingo, 23, com diversas atrações e muitos títulos à espera da comunidade. “Contamos com diferentes espaços para todos: alunos e comunidade. Quando digo para ‘todos’, é no real sentido da palavra; sem distinção e de todas as idades. A retomada da feira no Largo, em torno do livro e da leitura, do conhecimento e do debate de ideias, dos sonhos e da realidade retrata a importância que se dá ao livro e a leitura como instrumentos transformadores”, destacou a secretária de Educação e Cultura Simone Schneider em seu discurso. A entrada é gratuita e a feira é aberta para toda a comunidade. De terça a sexta-feira (18 a 21/10), o horário será das 8 às 20 horas; no sábado (22/10), das 14 às 20 horas; e no domingo (23/10), das 14 às 18 horas.

Investir no hábito da leitura

Como de costume, a Prefeitura distribuiu vales-livro para os alunos da rede municipal de ensino, nos níveis infantil e fundamental. O investimento é de cerca de R$ 150 mil para tornar a leitura acessível e igualitária. “Nós temos o compromisso de incentivar e valorizar a leitura. O investimento é para que cada aluno, independentemente de sua condição possa desfrutar da literatura. Nossa expectativa é de que cada vez tenhamos mais pessoas com livros nas mãos; porque, como dizia Brizola (político Leonel Brizola): ‘a educação não é cara, cara é a ignorância’. Então, o livro traduz a educação e uma forma da gente se conectar com os diversos mundos nos quais a leitura nos faz viajar. Que todos possam vir para cá e viajar pela Feira do Livro de Campo Bom”, disse o prefeito Luciano Orsi.

O patrono

O patrono desta edição é o escritor e advogado hamburguense Henrique Schneider, que tem grande ligação com o município. Seu pai, Nestor Fips Schneider, já falecido, foi prefeito de Campo Bom; sua mãe e seu irmão residem na cidade. Durante a abertura, ele declarou: “estamos não só revivendo uma feira presencial, como podendo nos abraçar. Ressalto meu carinho e proximidade que tenho por Campo Com, onde eu morei por quase 10 anos e que me acolhe ainda hoje, mais especialmente ao me conceder o título de patrono da Feira do Livro”.

Programação

 
Quarta-feira – 19/10
15h
– Bate-papo/hora do conto, com Kenia Collares, na Galeria Dr. Liberato;
– Bate-papo com Pedro Guerra, no Plenário da Câmara de Vereadores;
Quinta-feira – 20/10
8h, 10h, 13h30 e 15h
– Bate-papo/hora do conto, com Kenia Collares, na Galeria Dr. Liberato;
– Bate-papo com Marcia Dieter, no Plenário da Câmara de Vereadores;
9h e 14h
– Espetáculo Teatral “Peteca, Pião e Pique-Pessoa”, no Palco Fábrica;
14h e 19h
– Oficina Chiquinho Divilas, no Palco Largo;
19h
– Encontro de Corais, no Palco Fábrica;
Sexta-feira – 21/10
8h, 10h; 13h30 e 15h
– Contação de histórias com o professor Luiz Henrique P. S. Alves, na Galeria Dr. Liberato;
– Bate-papo com Athos Beuren, no Plenário da Câmara de Vereadores;
9h e 14h
– Espetáculo Teatral “O Anexo Secreto”, no Palco Fábrica;
9h e 14h30
– Oficina musicada, com Rodrigo Munari, no Palco Largo;
19h
– Show “Esperançando”, com Rodrigo Munari, no Palco Fábrica;
Sábado – 22/10
14h
– Apresentações artísticas das escolas, no Palco Fábrica;
19h
– 18º Bivaque da Poesia Gaúcha e 19º Bivaque Piá, no Auditório Marlise Saueressig;
Domingo – 23/10
14h
– III Festival de Bandas Escolares, na Avenida Adriano Dias.
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/10/2022 0 Comentários 758 Visualizações
Variedades

Feevale realiza terceira edição da Feira do Livro

Por Felipe Schwartzhaupt 17/10/2022
Por Felipe Schwartzhaupt

A Universidade Feevale realiza a partir da próxima segunda-feira, 17, a terceira edição da Feira do Livro, que é organizada pela Biblioteca Feevale. No primeiro dia do evento acontecerá, no saguão do Prédio Lilás do Câmpus II, em Novo Hamburgo (ERS-239, 2755), às 19h, o lançamento do projeto Leituras em movimento, desenvolvido pelo programa Conexão Cultural da Instituição. Na ocasião, a Universidade fará a doação de exemplares de seu acervo para o projeto.

O Leituras em movimento, tem por objetivo incentivar a leitura, por meio da troca ou da doação de livros. Os livros ficarão em caixas expostas, neste primeiro momento, no saguão dos prédios Vermelho e Lilás, no Câmpus II, e na Rua Coberta do Câmpus I. As obras poderão ser retiradas para serem lidas no local ou levadas embora.

O projeto será realizado de forma continuada pelo Conexão Cultural. A ideia é levá-lo, também, ao Câmpus III e polos da Feevale. Para isso, conta com o apoio do Grupo Interno de Gerenciamento Ambiental (Giga), que, através da reciclagem de materiais, montou as caixas, e das oficinas de artes, desenvolvidas com os estudantes e integrantes do projeto Circular, que auxiliaram na pintura dos recipientes onde os livros ficarão.

A terceira edição da Feira do Livro acontecerá até o dia 27 de outubro, com a realização de diversas atividades paralelas presenciais e remotas. A finalidade é compartilhar histórias por meio dos livros, dicas de leitura, lives, bate-papos e outras ações que gerem conhecimento, relacionamento, negócios e interação. Mais informações podem ser obtidas no site www.feevale.br/feiradolivro.
 

Confira a programação:

17/10 – segunda-feira
17h30min
, em frente à Biblioteca do Câmpus II
Oficina Palavra cantada, ministrada pela professora Suelen Scholl Matter.
Inscrições em https://feev.as/oficina-palavra-cantada

18h, miniauditório da Biblioteca do Câmpus II 
Oficina Como escrever e vender seu livro, com o professor Marcelo Josué Telles

19h, saguão do prédio Lilás, Câmpus II 
Lançamento do Leituras em movimento

18/10 – terça-feira
18h, miniauditório da Biblioteca do Câmpus II 

Oficina 4 passos para decolar sua carreira com sua leitura, com o professor Marcelo Josué Telles e a terapeuta Ana Paula Medeiros

18h, pelo Instagram @bibliotecafeevale 
Oficina Seleção de leitura infanto-juvenil, com Jéssica Maís Antunes (doutoranda) e Maria Ferreira Corrêa e Cármina Geanini Nunes Monteiro de Souza (graduandas)

19/10 – quarta-feira
18h30min, miniauditório da Biblioteca do Câmpus II

Oficina Uma viagem histórica pelos contos de fadas, com a professora Cláudia Gisele Masiero

20/10 – quinta-feira
18h, miniauditório da Biblioteca do Câmpus II 

Encontro com o autor: Janaina Andretta Dieta, autora do livro Cidadania na escola

20h, pelo ambiente virtual blackboard 
Oficina Data Storytelling: o que não pode faltar em uma apresentação de dados, com o professor André Luciano Viana

21/10 – sexta-feira   

19h30min, miniauditório da Biblioteca do Câmpus II
Encontro com o autor: Eduarda Guerin e Rosemari Guerin, autoras do livro Continue: toda vida importa

24/10 – segunda-feira 
19h30min, pelo Instagram @bibliotecafeevale  
Encontro com o autor: Viviane Mattos, autora dos livros Autismo: um olhar por inteiro e Autismo: integração e diversidade, tendo como convidada a professora Rosemari Lorenz Martins

27/10 – quinta-feira
17h, miniauditório da Biblioteca do Câmpus II

Pré-lançamento do aplicativo Alea, com a professora Rosemari Lorenz Martins

Escola de Aplicação

24 a 29/10, Semana das Artes
Alusiva ao Centenário de 22

26/10, Biblioteca do Câmpus I
Oficina de Contação de histórias: Bruxa Filó, com Jane Maria Michels. Para estudantes do 1º e 2º ciclos do Ensino Fundamental

27/10, Sala do Coral, no Câmpus I
Oficina de canto A palavra cantada, com a professora Suelen Matter. Para estudantes do 1º e 2º ciclos do Ensino Fundamental

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/10/2022 0 Comentários 737 Visualizações
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