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Variedades

Pesquisa investiga o impacto da pandemia no mercado esportivo

Por Gabrielle Pacheco 26/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

Termina na próxima segunda-feira, 31, o prazo para empresas do setor esportivo participarem voluntariamente da pesquisa “O impacto da Covid-19 nas empresas de prestação de serviço em atividades físicas e esportivas no Estado do Rio Grande do Sul”. O estudo é desenvolvido pelo curso de Educação Física da Universidade Feevale, em parceria com o grupo de Gestão em Educação Física da Universidade Federal de Pelotas (UFPEL) e com apoio do Conselho Regional de Educação Física do Estado.

O objetivo da pesquisa é entender as operações e planejamentos das empresas, considerando as finanças e recursos humanos, além de identificar os novos produtos e serviços que passaram a ser oferecidos no período, em virtude da escassez de receita. Para participar, basta preencher o formulário eletrônico, disponível em bit.ly/3jtYSC7.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/08/2020 0 Comentários 425 Visualizações
Variedades

Aula inaugural abordará o protagonismo da enfermagem no enfrentamento à Covid-19

Por Gabrielle Pacheco 26/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

Nesta sexta-feira (28) às 16h, o curso de Enfermagem da Universidade Feevale realizará a aula inaugural Nursing Now e protagonismo da Enfermagem na Covid-19. A palestra acontecerá por meio da plataforma Blackboard Collaborate e contará com a participação de Renata Pietro, embaixadora da Federação Mundial de Enfermeiros em Cuidados Críticos (WFCCN).

O bate-papo virtual será mediado por Christian Negeliskii, docente da especialização em Terapia Intensiva da Feevale. A atividade poderá ser acessada, no dia do evento, pelo link.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/08/2020 0 Comentários 597 Visualizações
Variedades

Oficina do programa Pílulas da Inovação aborda conceitos de machine learning

Por Gabrielle Pacheco 25/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Universidade Feevale, por meio do programa Pílulas da Inovação, oferece a oficina Machine Learning – O que é? O que faz? Do que se alimenta?.  A atividade será realizada no dia 31 de agosto, às 18h30min, em formato on-line. As inscrições, gratuitas e abertas à comunidade, podem ser realizadas pelo site, de acordo com a disponibilidade de vagas.

Ministrada pelo professor Juliano Varella de Carvalho, doutor em Ciência da Computação, a oficina desvendará os conceitos introdutórios sobre machine learning e áreas correlatas. Além de abordar algumas ferramentas e técnicas existentes, o docente fará a demonstração prática de uma aplicação de aprendizagem de máquina sobre um conjunto de dados.

Pílulas da Inovação

O programa Pílulas da Inovação é desenvolvido pela Diretoria de Inovação da Instituição. O objetivo é inspirar acadêmicos, professores e atuais e futuros empreendedores, bem como oferecer capacitações em áreas correlatas à gestão e ao desenvolvimento de novos negócios.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/08/2020 0 Comentários 497 Visualizações
Variedades

Estudo revela dados sobre a população em situação de rua em Novo Hamburgo

Por Gabrielle Pacheco 25/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

A principal dificuldade de viver na rua é enfrentar o preconceito e a violência – relata a pesquisa responsável pelo censo da população em situação de rua de Novo Hamburgo, realizada pela Universidade Feevale em parceria com o Centro de Referência Especializado na População em Situação de Rua de Novo Hamburgo (Centro Pop). O estudo População em situação de rua de Novo Hamburgo: vivências, demandas e possibilidades de intervenção, conta com o apoio da Secretaria de Desenvolvimento Social de Novo Hamburgo (SDS), da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (Fapergs) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

A equipe de trabalho da pesquisa contou com a participação de 15 pessoas, entre trabalhadores do Centro Pop, do Serviço Especializado de Abordagem Social (Seas), professores e estudantes dos cursos de Psicologia, Enfermagem e Jornalismo da Instituição. Foram entrevistadas, de abril a dezembro de 2019, 170 de 215 pessoas que vivem em situação de rua em Novo Hamburgo, sendo 86,5% homens e 13,5% mulheres, com idade média de 39 anos.

Segundo os dados, dentre os motivos que levaram essas pessoas a viver na rua estão: problemas familiares (70,6%), álcool e drogas (45,3%), e desemprego (19,4%). “Tais números apresentam que muitas dessas trajetórias de vida, anteriormente à ida para as ruas, são marcadas por violações de direitos e pela falta de acesso às diferentes políticas públicas, perpassando o acesso à educação, trabalho e rede de proteção social”, afirma a coordenadora da pesquisa, Carmem Giongo.

Na perspectiva dos entrevistados as principais melhorias no atendimento à população em situação de rua são: políticas de trabalho e renda (48,8%), novos projetos e serviços (32,9%) e políticas de moradia/habitação (30%). Mais da metade dos participantes já deixaram de estar em situação de rua e retornaram.

Sabe-se que existem determinadas dificuldades de as pessoas em situação de rua possuírem acesso à educação. De acordo com a pesquisa, mais de 60% dos entrevistados afirmam que não concluíram o Ensino Fundamental e 81,2% declaram que gostariam de aprender algo novo ou aprimorar conhecimentos já existentes. Em decorrência disso, o estudo aponta que 98,2% das pessoas que participaram da iniciativa não possuem emprego formal.

Estudo lança cartilha com resultados

A fim de tornar acessível à população e aos governos o estudo realizado, foi desenvolvida uma cartilha, que apresenta os resultados obtidos na pesquisa. O material, composto pela equipe que integra o grupo de pesquisador, pode ser conferido no site.

“Espera-se que estes dados contribuam para a desmistificação de discursos provenientes do senso comum, que, muitas vezes, discriminam, excluem e isolam. Que esses dados também possam subsidiar novas políticas públicas e fortalecer as ações municipais já existentes e que a voz da população em situação de rua ecoe através desta cartilha e de diversas outras ações que se somam a este trabalho”, finaliza a professora Carmem.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/08/2020 0 Comentários 654 Visualizações
Cultura

Mapeamento descobre que metade dos músicos gaúchos não realizou lives na quarentena

Por Gabrielle Pacheco 24/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

Uma pesquisa realizada pelo Mestrado Profissional em Indústria Criativa da Universidade Feevale já apresenta resultados parciais sobre o impacto da pandemia de Covid-19 no trabalho dos setores criativos e no consumo digital no Estado. Os dados coletados até o momento pelo estudo Covid-19 e os impactos na Indústria Criativa do Rio Grande do Sul mostram que 50% dos respondentes que atuam como músicos não estão produzindo lives, tendo a educação como a principal fonte de renda para a sua profissão neste momento.

O mapeamento é feito por meio de questionários técnicos, divididos nas áreas de audiovisual, arquitetura e urbanismo, artesanato, design, moda, música, patrimônio e artes, publicidade e propaganda, serviços de TI e rádio e televisão. A pesquisa busca, também, analisar o consumo de conteúdos digitais dos gaúchos no isolamento social. Para isso, a professora do mestrado em Indústria Criativa, Vanessa Valiati, explica que está disponível um formulário dividido entre as áreas de audiovisual, música e jogos digitais. “A pesquisa vai ajudar a mapear o consumo de conteúdo criativo em plataformas de streaming durante a pandemia. Os dados coletados poderão auxiliar na mensuração da demanda por produtos específicos, fornecendo informações para a compreensão do cenário atual”, argumenta.

O professor Mauricio Barth, do curso de Publicidade e Propaganda da Feevale, reforça que os interessados em participarem da pesquisa ainda podem responder aos questionários. “Os resultados nos permitirão conhecer a realidade desses profissionais e, com isso, têm-se a possibilidade de projetar possíveis ações para as áreas envolvidas”, pondera.

O segmento de consumo do estudo conta com o auxílio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (Fapergs), por meio de um edital de fomento de auxílio a recém-doutores. O projeto recebe, ainda, apoio do governo estadual, por meio do programa RS Criativo e da Secretaria de Cultura do Estado.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/08/2020 0 Comentários 538 Visualizações
Variedades

Universidade Feevale integra a Rede RS Indústria 4.0

Por Gabrielle Pacheco 21/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Universidade Feevale aderiu à Rede RS Indústria 4.0, uma cadeia de entidades, empresas e universidades que visa integrar esforços e recursos para alavancar a competitividade da indústria no Rio Grande do Sul e desenvolver o ecossistema de Indústria 4.0. Com apoio do Governo do Estado, a Rede tem como objetivos alinhar as atividades das diferentes entidades e unir esforços e recursos disponíveis para ter o maior impacto no ecossistema do RS. Também será um canal formal para considerar os requisitos no desenvolvimento da Indústria 4.0, garantindo que as demandas e necessidades de diferentes setores sejam ouvidas e colaborando, assim, com o desenvolvimento de políticas públicas para o segmento.

Conforme a professora e assessora de Pesquisa Ana Carolina Kayser, que representou a Feevale na primeira reunião da Rede, a partir de agora, a Universidade atuará como parceira, com o objetivo de aproximar a indústria das atividades de pesquisa desenvolvidas na Instituição. “Para a Feevale, será importante a inserção na Rede RS Indústria 4.0 em função das contribuições que os trabalhos desenvolvidos no âmbito da pesquisa e da pós-graduação poderão realizar às empresas e entidades do Estado, fortalecendo os laços com o setor industrial e possibilitando consolidar a pesquisa aplicada aqui desenvolvida”, explica.

Para Néstor Fabián Ayala, professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e coordenador da Rede, a Indústria 4.0 já não é o futuro, é o presente. “Temos muito conhecimento sobre o assunto nas universidades e ICTs (institutos de ciência e tecnologia), assim como várias instituições e entidades engajadas para que a indústria gaúcha aproveite as oportunidades que esta nova revolução industrial traz em termos de produtividade, inovação e novos negócios. A Indústria Gaúcha tem totais condições de entrar na Indústria 4.0, mas para que isso aconteça de forma rápida, é essencial a colaboração e união de esforços para aumentar a efetividade das ações de apoio e fomento a nossas empresas. Este é o objetivo da Rede RS Indústria 4.0.”, afirma.

Integram a Rede RS Indústria 4.0, além da Universidade Feevale: Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs); Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai); Instituto Euvaldo Lodi (IEL); Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae); Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS); Universidade Luterana do Brasil (Ulbra); Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS); Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos); Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee); Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados); Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq); e Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação – Regional RS (Assespro RS). O apoio é do Governo do Estado do Rio Grande do Sul.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/08/2020 0 Comentários 582 Visualizações
Variedades

Tramontina lança desafio para estudantes da Universidade Feevale

Por Gabrielle Pacheco 21/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Tramontina lançou, em parceria com a Universidade Feevale, um desafio para estudantes matriculados nos cursos de Arquitetura e Urbanismo e Design de Interiores da Instituição. Para participarem do Desafio Tramontina e concorrerem a uma premiação, os alunos deverão apresentar um projeto de cozinha que contemple produtos da empresa.

Conforme Jocinei Kurmann, analista de vendas da Tramontina, a empresa quer acompanhar os acadêmicos na busca da profissionalização e reconhece a importância dos profissionais dessas áreas, principalmente no desenvolvimento de soluções em seus projetos. “A nossa intenção é contribuir com o conhecimento dos estudantes, apresentando uma variedade de produtos que aliam beleza, tecnologia e funcionalidade, agregando muito aos projetos de cozinha”, afirma.

O professor Eduardo Reuter Schneck considera esse desafio muito importante, pois permite que os acadêmicos da Instituição experimentem a realidade do mercado, através do conhecimento aprofundado dos diferentes produtos que irão especificar. “A proposta também os desafia a aplicar, de forma criativa, esse catálogo de produtos da Tramontina”, destaca.

Como participar

A inscrição ocorre de forma automática, após o estudante participar de um workshop Tramontina, onde são apresentadas diversas soluções e produtos que a empresa oferece, além de dicas que contribuirão para o desenvolvimento do projeto e esclarecimento de dúvidas. O primeiro workshop acontecerá às 9h30min da próxima terça-feira, dia 25.  As demais datas serão divulgadas posteriormente, no Instagram dos cursos de Arquitetura e Urbanismo (@arquiteturafeevale) e Design de Interiores (@designdeinterioresfeevale).

Os candidatos terão que enviar para a Tramontina, até as 23h59min do dia 1º de dezembro, um projeto de cozinha que contemple produtos da empresa. A apresentação deverá ser feita através de plantas baixas, vistas (elevações) e perspectivas (imagens 3D), em até cinco pranchas no formato A3. As pranchas deverão ser devidamente identificadas com selo, contendo nome do estudante, curso, disciplina e professor responsável.

A Tramontina sugere que seja utilizada a escala 1:20 ou menor, devendo sempre serem respeitadas as normas técnicas de desenho. Também deve constar uma breve apresentação do projeto (briefing, cliente, conceito etc.), preferencialmente através de síntese gráfica, bem como a listagem completa dos equipamentos Tramontina especificados.

Avaliação

A escolha dos melhores projetos será feita por uma comissão julgadora formada por representantes da empresa. Serão analisados alguns aspectos, como o amplo uso de produtos Tramontina. Itens como coifas, fornos, micro-ondas, cooktops, lixeiras, cubas, misturadores e torneiras, calhas-úmidas, dosador de sabão, tanques e acessórios para pias e cubas, por exemplo, deverão ser da marca Tramontina.

Não é obrigatória a utilização de mais itens da Tramontina, como panelas, móveis, eletroportáteis e objetos para ambientação, mas o uso será bem visto. Também deverá ser explorada a versatilidade dos produtos e verificado o posicionamento correto dos produtos no projeto, visando questões de segurança e ergonomia ao usuário. Ainda serão observados aspectos como originalidade e aplicação de novas tendências, criatividade, aproveitamento de espaços, funcionalidade, ergonomia, estética e correta representação técnica dos elementos.

Premiação

São permitidos projetos elaborados em grupo, desde que todos os integrantes tenham participado do workshop Tramontina. Entretanto, a premiação é única ao projeto, ficando a cargo do grupo a decisão de como será aproveitada.

O melhor projeto do curso de Arquitetura e Urbanismo e o melhor do curso de Design de Interiores receberão da Tramontina, como premiação, um Cooktop Portátil Slim Touch EI 30. A divulgação dos vencedores ocorrerá em até 10 dias após a data final de entrega dos projetos. O prêmio será entregue em até 20 dias após a divulgação dos vencedores.

Mais informações podem ser obtidas no Centro de Arquitetura e Urbanismo da Feevale, pelo e-mail cau@feevale.br.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/08/2020 0 Comentários 646 Visualizações
Saúde

Pesquisa revela os efeitos psicossociais na população durante a pandemia

Por Gabrielle Pacheco 21/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

Uma pesquisa realizada pela Universidade Feevale busca compreender os efeitos psicossociais gerados nas pessoas durante a pandemia. O estudo O isolamento social e os efeitos causados na população está sendo desenvolvido pelas professoras Sabrina Daiana Cúnico e Carmen Regina Giongo, do curso de Psicologia (graduação e mestrado), e pela acadêmica Diana Flores, do curso de Psicologia, que atua como auxiliar de pesquisa no projeto.

Até o momento, o projeto conta com a participação de 430 voluntários, entre homens e mulheres, com idades entre 18 e 70 anos, que responderam a um questionário on-line disseminado nas redes sociais. O estudo, em fase inicial, revela que 89,2% dos participantes concordam com a ideia de que o isolamento social pode diminuir os danos causados pelo novo coronavírus. No entanto, apenas 47% das mulheres e 41,1% dos homens estão conseguindo manter o distanciamento, sendo que 56,8% estão saindo uma ou duas vezes de casa durante a semana.

O projeto também observa os impactos causados à saúde mental da população. Nesse contexto, 63,5% das pessoas responderam que estão angustiadas, 36,9% irritadas, 33,8% nervosas e 25,2% tristes. Esse sofrimento faz com que 36,2% dos voluntários tenham insônia, 34,8% dor de cabeça, 32,2% inquietação e 26,1% vontade de chorar.

Para a pesquisadora Sabrina Cúnico, a rápida propagação da Covid-19, juntamente com a lotação dos hospitais, trouxe impactos na saúde pública e demandou mudanças drásticas no funcionamento dos serviços de saúde e nos modos de convívio e práticas sociais. “Os resultados encontrados, ainda que preliminares, apontam para a importância de se colocar em prática planos governamentais de enfrentamento ao novo coronavírus que priorizem também questões de saúde mental em suas ações”, destaca.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/08/2020 0 Comentários 503 Visualizações
Variedades

Oficina gratuita ensina a ganhar dinheiro com a produção e comercialização de pães

Por Gabrielle Pacheco 20/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

Como o objetivo de oferecer uma alternativa de renda às pessoas em tempos de pandemia, o projeto social Gestão em empreendimentos que produzem alimentos em pequena escala, desenvolvido pela Universidade Feevale, promove, nos dias 11 e 12 de setembro, o curso on-line Ganhe dinheiro produzindo pães. As oficinas, gratuitas e abertas à comunidade, ensinarão receitas e cuidados necessários para a produção de pães, além de estratégias de vendas e dicas para formalizar o negócio. As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas pelo e-mail gestaoprodutores@feevale.br.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/08/2020 0 Comentários 607 Visualizações
Variedades

Pesquisadores brasileiros participam de fórum da Dimensions Sciences

Por Gabrielle Pacheco 20/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

O pesquisador Fernando Spilki, professor do mestrado em Virologia da Universidade Feevale e presidente da Sociedade Brasileira de Virologia, participará na próxima segunda-feira (24) às 10h, de um fórum promovido pela Dimensions Sciences, organização não governamental e sem fins lucrativos dos Estados Unidos. A atividade é gratuita e aberta ao público, mas é necessário realizar inscrição pelo site.

Além de Spilki, participarão do debate os professores Luiz Goulart (Universidade Federal de Uberlândia e University of California Davis), Marcos Oliveira (Universidade Estadual Paulista), Eurico Neto e Nicolas Hoch (Universidade de São Paulo). À frente da força-tarefa contra a Covid-19, eles falarão sobre o impacto de suas pesquisas, como estão lidando com a pandemia e quais os desafios que enfrentam no Brasil.

A organização do debate é do DS Acts, programa que fornece mentoria para estudantes, pesquisadores e profissionais, para que possam progredir em suas carreiras e promover a inclusão. Entre os seus objetivos estão: compartilhar ideias, proporcionar experiência, aprimorar redes e criar oportunidades de crescimento profissional e pessoal.

Sobre a Dimensions Sciences

No primeiro semestre deste ano, a organização norte-americana concedeu bolsas a jovens cientistas brasileiros, para que eles pudessem participar de pesquisas com aplicações práticas no diagnóstico e no tratamento de pacientes com Covid-19. Entre os contemplados está a pesquisadora Juliana Schons Gularte, que atua no Laboratório de Microbiologia Molecular e no Laboratório de Saúde Única da Universidade Feevale.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/08/2020 0 Comentários 556 Visualizações
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