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Fecomércio-RS

Business

Fecomércio-RS realiza nova rodada de reuniões com governo estadual para propor extinção do Piso Regional

Por Stephany Foscarini 29/03/2022
Por Stephany Foscarini

A Fecomércio-RS tem feito uma nova rodada de reuniões com representantes do governo estadual para discutir a necessidade de extinção do Piso Regional no Rio Grande do Sul. A entidade, junto com Fiergs e Federasul, realizou reuniões com a Secretaria do Trabalho e a Secretaria do Planejamento para esclarecer que o mecanismo está desconectado da realidade econômica local, acarretando prejuízos tanto para empresas quanto para várias classes de trabalhadores.

Desde sua criação até o reajuste concedido em 2021, o piso gaúcho acumula ganho real de 64,1%, contrastando com o crescimento do PIB no período (42,2%). Como o aumento do piso não é acompanhado por um ganho da produtividade na mesma escala, o incremento no custo da mão de obra sem uma contrapartida prejudica a abertura de novos postos de trabalho e eleva o risco de informalidade. Além disso, a existência de um Piso Regional reduz a eficiência da negociação coletiva.

Em 2022, circunstâncias extraordinárias tornam a concessão compulsória de reajustes um fardo maior para as empresas, como a existência de um passivo acumulado com a pandemia, e a forte estiagem que deve provocar perdas relevantes no PIB, começando pelo agronegócio e reverberando nos demais setores. Segundo estimativa da Farsul, as quebras de safra podem levar o PIB gaúcho a uma redução recorde, em torno de 8%, neste ano.

Diante dos sucessivos indícios de que a existência do Piso Regional tem trazido prejuízos para a economia e para o mercado de trabalho formal, a Fecomércio-RS pretende continuar o trabalho de sensibilização entre representantes dos poderes executivo e legislativo, para evitar a proposição e aprovação de projetos que prejudiquem o setor terciário. Atualmente, o Piso Regional conta com cinco faixas que vão de R$ 1.305,56 a R$ 1.654,86.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/03/2022 0 Comentários 563 Visualizações
comércio
Business

Índice de Confiança dos Empresários do Comércio tem queda em março

Por Ester Ellwanger 27/03/2022
Por Ester Ellwanger

No mês de março, o Índice de Confiança dos Empresários do Comércio gaúcho apresentou variação de -0,6% e registrou o nível de 113,5 pontos. A análise dos principais aspectos da pesquisa permitiu verificar que este movimento foi mais representativo nas condições atuais. Essa é a quarta queda consecutiva do ICEC que se encontra, em nível, 9,0% abaixo do período pré-pandemia (março/20). A pesquisa foi divulgada pela Fecomércio-RS nesta sexta-feira, dia 25.

Segundo o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn, os resultados do ICEC revelam o arrefecimento da confiança em meio a um ambiente em que o ritmo de recuperação da atividade econômica ocorre com morosidade, a inflação segue pressionando o orçamento de famílias e empresas e a invasão na Ucrânia insere ainda mais incerteza ao cenário.

Essa tendência de arrefecimento é mais clara ao se analisar o ICAEC (Condições Atuais). O subíndice registrou 93,0 pontos e teve variação de -6,4% na comparação com fevereiro passado. Em relação ao mesmo período de 2021 esse resultado superou em 19,5% em nível. Houve piora, na margem, em todos os componentes deste subíndice. Nesta edição, 47,8% dos entrevistados destacaram ter havido melhora nas condições do setor. Na edição anterior, esse percentual foi de 52,3% e em março do ano passado de 39,5%. O ICAEC apresenta-se, atualmente, 17,2% mais baixo do que no período pré-pandemia (março/20).

“O empresário gaúcho permanece resiliente. Ainda que estejamos em condições melhores do que há um ano, a pandemia e suas sequelas sobre a economia abalaram muito a confiança do empresariado”, completou Bohn.

Em relação às expectativas, o IEEC registrou aumento de 3,4% na margem. Aos 141,8 pontos esse resultado representou uma alta de 2,5% em relação ao mesmo período de 2021. Todos os componentes do IEEC tiveram aumento, tanto na margem quanto na comparação interanual. Contudo, quando se compara com o período pré-pandemia as expectativas se encontram ainda 9,3% abaixo daquele patamar. Em 76,0% dos casos se espera uma melhora da economia nos próximos meses. Esse percentual, em mar/21, era de 74,2%.

O índice de investimentos (IIEC) teve variação de -0,6%, ao nível de 105,6 pontos. Este é o único subíndice a registrar na atualidade patamares semelhantes ao que se verificava no período pré-pandemia (0,1%). O componente de contratação de funcionários teve variação de 0,1% na margem, aos 123,4 pontos e está 6,8% acima do mesmo período do ano anterior. O nível de investimento teve queda de 1,3% (100,9 pontos), com alta de 30,9% frente ao mesmo período de 2021. A situação dos estoques teve leve queda (-0,5%) e atingiu, em nível, os 92,6 pontos. Enquanto em março do ano passado, 61,2% enquadraram que o nível de estoques está adequado, em março deste ano esse percentual foi de 57,7%.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/03/2022 0 Comentários 813 Visualizações
Variedades

Fecomércio-RS segue mobilizando bancada gaúcha por derrubada de veto a refinanciamento de dívidas de MPEs

Por Stephany Foscarini 10/03/2022
Por Stephany Foscarini

Às vésperas da votação que decidirá se será mantido ou derrubado o veto presidencial a projeto que cria programa de refinanciamento de dívidas tributárias para micro e pequenas empresas, a Fecomércio-RS intensifica o trabalho de sensibilização da bancada gaúcha, iniciado ainda nos estágios iniciais de tramitação do Projeto de Lei Complementar nº 46, de 2021. A entidade, assim como a CNC e outras federações estaduais, é favorável à derrubada do veto e à instituição do Programa de Reescalonamento do Pagamento de Débitos no Âmbito do Simples Nacional (Relp). O Relp permite o parcelamento de dívidas tributárias contraídas por MPEs antes da entrada da lei em vigor.

As condições de pagamento variam de acordo com a queda do faturamento observada entre os meses de março a dezembro de 2020, em comparação com o mesmo período de 2019, sendo que quanto maior a queda no faturamento, menor é o percentual a ser pago nas primeiras oito parcelas. O restante da dívida poderá ser pago em até 180 vezes e mesmo empresas que não tiveram prejuízos poderão aderir, caso o programa seja instituído. Em seu veto, o presidente Jair Bolsonaro, seguindo recomendação da AGU e do Ministério da Economia, alega que o projeto é inconstitucional, pois implicaria em uma renúncia de receita.

No entanto, o objetivo do projeto seria justamente viabilizar que as micro e pequenas empresas paguem os valores devidos. Se o veto for mantido e a criação do Relp rejeitada, as empresas que necessitam do refinanciamento da dívida para viabilizar a continuidade dos seus negócios podem fechar, gerando desemprego e reduzindo ainda mais a geração de receita através do pagamento de tributos:

Ainda que estejamos em uma fase de arrefecimento da pandemia e de retorno das atividades, a retomada é lenta e heterogênea entre os setores e o volume de passivos acumulados é enorme”.

“Ainda que estejamos em uma fase de arrefecimento da pandemia e de retorno das atividades, a retomada é lenta e heterogênea entre os setores e o volume de passivos acumulados é enorme. Com isso, grande parte daquelas empresas que sobrevivem possuem dívidas fiscais e dificuldades relevantes para arcar com seus compromissos. Nesse contexto, programas como o proposto representam, além da possibilidade de regularização tributária, um alívio financeiro, com o alongamento de prazos de amortização de passivos, que pode ser determinante à sobrevivência de muitos negócios e que permite a priorização dos compromissos com a folha de salários” afirma o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/03/2022 0 Comentários 715 Visualizações
Business

Em fevereiro, Intenção de Consumo das Famílias Gaúchas segue retomada em ritmo lento

Por Stephany Foscarini 24/02/2022
Por Stephany Foscarini

A edição de fevereiro da Intenção de Consumo das Famílias Gaúchas (ICF-RS) trouxe um quadro de recuperação lenta do consumo. Divulgada pela Fecomércio-RS nesta quinta-feira, 24, os resultados da pesquisa revelaram um processo de retomada do consumo que deve ser visto com cautela, uma vez que a melhora do quadro geral do consumo ocorre, sobretudo, em virtude de uma base de cálculo deprimida.

O comportamento dos componentes do ICF-RS evidencia as características da recuperação em curso. Todos os subíndices avaliados se encontram abaixo da linha dos 100,0 pontos e nenhum dos componentes supera o patamar pré-crise (considerado março de 2020). Apesar disso, os resultados recentes vêm apresentando melhora do quadro geral.

O subíndice de Emprego Atual teve alta de 2,8% aos 94,2 pontos e registrou o maior nível desde julho de 2020 (95,0 pontos). Frente a fevereiro do ano passado, houve crescimento de 51,0%. No indicador de Renda Atual houve alta marginal de 3,3% e de 14,6% na comparação interanual. Em nível, o indicador está em 91,8 pontos.

O subíndice de Consumo Atual atingiu os 79,3 pontos, maior nível desde abril de 2020 (81,5 pontos). Em relação a fevereiro do ano passado, a alta foi de 51,9%. Os subíndices de Acesso a Crédito e de Momento para a Aquisição de Bens duráveis têm sido destaques negativos da pesquisa, refletindo o aumento dos custos via alta da taxa de juros. Em 78,1% dos casos, os entrevistados referiram que este é um mau momento para adquirir esses bens.

Nos indicadores referentes às expectativas houve melhora, tanto na margem quanto em relação ao ano anterior. A Perspectiva Profissional registrou 76,7 pontos ao variar 1,5% na margem. Esse foi o maior resultado para o índice desde junho de 2020 (81,0 pontos). A Perspectiva de Consumo teve desempenho semelhante. Ao variar 7,3% na passagem do mês, o subíndice atingiu os 69,0 pontos, o maior valor desde abril de 2020 (77,4 pontos).

Estamos diante de um consumidor cauteloso, com acesso mais dificultado ao crédito e com muita pressão sobre seu orçamento”.

O presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn, afirma que, apesar do cenário bastante desafiador, a pesquisa de fevereiro já mostra um consumidor menos pessimista do que no passado. “É algo a ser comemorado. No entanto, estamos diante de um consumidor cauteloso, com acesso mais dificultado ao crédito e com muita pressão sobre seu orçamento. Neste caso, o esforço de venda que deve ser feito pelas empresas é muito maior do que numa conjuntura mais favorável”, comentou Bohn.

Acesse a pesquisa completa.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/02/2022 0 Comentários 591 Visualizações
Business

Fecomércio-RS comemora aprovação de projeto de lei que permite retorno de gestantes vacinadas ao trabalho presencial

Por Stephany Foscarini 17/02/2022
Por Stephany Foscarini

Após intensa mobilização da Fecomércio-RS, que conversou com parlamentares gaúchos e pediu o apoio de outras federações por meio da CNC, para sensibilizar o Congresso quanto à urgência da modificação da lei que impedia o retorno de gestantes ao trabalho presencial, foi aprovada, nesta quarta-feira (16), o PL 2058/2021. Agora, o projeto, que permite o retorno das grávidas vacinadas às suas funções, aguarda sanção para que possa entrar em vigor.

De acordo com o texto aprovado, o afastamento das atividades presenciais será garantido apenas se a gestante não tiver sido totalmente imunizada por alguma impossibilidade. Desta forma, as mulheres grávidas com o esquema de vacinação completo e aquelas que decidirem não se vacinar e assinarem um termo de responsabilidade deverão retornar ao trabalho presencial, a não ser que o empregador opte por mantê-las em teletrabalho, com remuneração integral. Nos casos em que não for possível a vacinação e que a função exercida pela trabalhadora for incompatível com o home office, a gravidez será considerada de risco e a mulher receberá o salário-maternidade desde o início do afastamento até 120 dias após o parto ou, se a empresa fizer parte do programa Empresa Cidadã de extensão da licença, por 180 dias. As mudanças só valerão a partir do dia que a lei for publicada.

O PL 2058/2021 altera a Lei nº 14.151, de 12 de maio de 2021, atualmente em vigor, que impede mulheres grávidas de executarem trabalho presencial durante a pandemia. Preocupada com o impacto que a lei de 2021 estava gerando no mercado de trabalho, a Fecomércio-RS defendeu as modificações, refletindo o avanço da imunização no Brasil: “O impedimento impacta de forma desproporcional as trabalhadoras e as empresas do comércio e dos serviços, já que muitas ocupações não podem ser exercidas remotamente. Identificamos que a lei original gerava um custo muito alto para pequenas empresas e poderia causar discriminação contra a contratação de mulheres jovens. Por isso, é tão importante a aprovação deste projeto, que esperamos entrar em vigor o mais rápido possível”, afirma o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/02/2022 0 Comentários 731 Visualizações
Business

Presidente da Fecomércio-RS visita sindicatos da Serra

Por Ester Ellwanger 02/02/2022
Por Ester Ellwanger

O roteiro de visitas do presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn, a sindicatos da base passou pela Serra Gaúcha nesta terça e quarta-feira, 01 e 02 de fevereiro. O dirigente, que esteve acompanhado do vice-presidente Daniel Amadio e da assessora da presidência, Lauren Fernandes, realizou, ao longo dos dois dias, reuniões de trabalho com os Sindilojas de Farroupilha, Região das Hortênsias e Bento Gonçalves, Sindigêneros de Farroupilha e Sirecom Vinhedos. Na pauta principal, o fortalecimento da atuação em sistema, foco do trabalho da Fecomércio-RS em 2022, consolidando as parcerias entre Sesc, Senac e Sindicatos filiados à Fecomércio-RS.

Durante os encontros, Bohn reforçou a atuação da Fecomércio-RS para a sustentabilidade financeira dos sindicatos. “Nosso Núcleo de Negócios está sempre em busca de alternativas para geração de receita para os sindicatos. Contamos com um portfólio de serviços que podem ser aplicados pelas entidades, além de projetos como o Programa de Gestão de Sindicatos, que tem o objetivo de melhorar o trabalho e a atuação dos sindicatos”, compartilhou o presidente.

Farroupilha

Em Farroupilha, o encontro aconteceu na sede do Sindilojas com a presença do dirigente local, Cladir Bono, do presidente do Sindigêneros, Gilberto Nienow, e do integrante da diretoria Elenir Bonetto. Também participaram da reunião a gerente do Sesc e a diretora do Senac local, Grasiela Maria Savi e Evandra Scottá, respectivamente.

Scottá comentou sobre a parceria já realizada com o Sindilojas local, para a reserva de vagas em cursos do Senac, que são disponibilizadas a associados. “Podemos estender a ação também ao Sindigêneros”, comentou a gestora que também reforçou a importância da Rede Fecomércio de Educação, como uma forma de receita.

Nienow compartilhou que uma das preocupações da entidade é oferecer possibilidades de crescimento para as empresas da região. “Precisamos qualificar na contratação e na retenção de talentos dentro das nossas empresas, e a possibilidade de oferecermos formações aos nossos associados vai ao encontro desta demanda”, declarou o presidente.

Um dos projetos que vem sendo trabalhado pela Fecomércio-RS, o Representa+ também foi tema da reunião. O portal, que funcionará como espaço de consulta sobre Projetos de Lei estaduais e federais de interesse do terceiro setor, estará disponível para que sindicatos e empresários possam contribuir com seus pontos de vista de maneira a auxiliar a Assessoria Jurídica e Parlamentar na atuação e negociação dos projetos com os poderes públicos.

Gramado

Em Gramado, a comitiva da Fecomércio-RS foi recebida no Sindilojas Região das Hortênsias pelo presidente Guido Thiele e equipe diretiva. Representando o Sesc e Senac, os gestores locais, Gabriel Schüller e Daniela Barbosa, respectivamente, compartilharam ações já realizadas em parceria com o sindicato.

Bohn iniciou a reunião parabenizando Thiele pela dedicação ao sindicato e por aplicar as sugestões da Fecomércio na entidade, recordando que o Sindilojas Região das Hortênsias foi um dos participantes do Programa de Gestão de Sindicatos.

O Portal de Compras também foi pauta do encontro. Shüller explicou que o espaço foi criado para facilitar o acesso e a participação de empresários locais nas licitações de compras de Sesc e Senac. “Pela ferramenta, as empresas se cadastram como fornecedoras, informando os produtos e serviços que têm a oferecer e são notificadas quando um novo certame é aberto. O processo de cadastro é bem intuitivo, há três vídeos que explicam como se cadastrar, como enviar uma proposta e como participar dos processos. Já capacitamos o Sindilojas sobre o funcionamento da plataforma e juntos estaremos à disposição dos nossos parceiros locais”, comentou o gerente.

Barbosa também reforçou a parceria na realização de cursos para os associados e os descontos em formações do Senac que estão disponíveis para que o sindicato possa oferecer como benefício na associação.

Bento Gonçalves

Já em Bento Gonçalves, o encontro foi com o presidente do Sindilojas Regional Bento, Daniel Amadio, que acompanha a comitiva da Fecomércio-RS, sua equipe diretiva e ex-presidentes Décio Ferrari e Plínio Mejolaro, além do presidente do Sirecom Vinhedos, Elvio Ranzi. O gerente do Sesc local, Jacques Fachinelli, e a diretora do Senac local, Rosangela Jardim, também participaram da reunião.

Na ocasião, Bohn reforçou aos presentes que a Federação, Sesc, Senac e os sindicatos existem pela defesa dos empresários e, por isso, é cada dia mais necessário que a atuação em rede das instituições trabalhe em prol de oferecer serviços e soluções de qualidade para o bem-estar e a qualificação profissional dos gestores das empresas locais e seus funcionários.

Os dirigentes do Sesc comentaram sobre os serviços da Fecomércio-RS que estão disponíveis para que os sindicatos ofereçam a seus associados e sobre a parceria orgânica que os braços da Federação têm na região. Moreira lembrou ainda dos diversos cursos da Rede Fecomércio de Educação, já em parceria com o Sindilojas e as oportunidades que vão surgir com a nova Escola de Gastronomia do Senac Bento Gonçalves que será inaugurada em abril. Ranzi parabenizou a atuação de Sesc e Senac pela dedicação e empenho em atender os empresários e trabalhadores do comércio de bens, serviços e turismo da região.

Ao final do encontro Amadio se dirigiu à sua equipe para reforçar o apoio e a preocupação da Fecomércio com a sustentabilidade econômica e financeira dos Sindicatos, exemplificando cursos e serviços que foram criados pela Federação como forma de profissionalizar os sindicatos e oferecer uma fonte de receita. “Há opções de serviços como o DPO Digital que é voltado à LGPD, Consultoria em vendas, Treinamentos para equipes dos sindicatos, e muitos outros serviços. Ou seja, temos diversas possibilidades e um 2022 promissor pela frente, cabe a nós sabermos como aproveitar”, completou Amadio.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

02/02/2022 0 Comentários 654 Visualizações
Business

Fecomércio-RS realiza reunião de trabalho no Sindilojas Vale do Rio Pardo

Por Stephany Foscarini 25/01/2022
Por Stephany Foscarini

Na manhã desta segunda-feira (24), foi realizada uma reunião de trabalho da Federação do Comércio de Bens e de Serviços do Estado do Rio Grande do Sul (Fecomércio-RS) na sede do Sindilojas Vale do Rio Pardo. Na ocasião foram discutidos assuntos relacionados ao Sistema Fecomércio, as parcerias dos sindicatos com o Sesc e Senac e temas referentes ao comércio e à economia gaúcha.

O encontro contou com a presença do presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn, da assessora da presidência, Lauren Fernandes, do diretor Regional Sesc/Senac, José Paulo da Rosa, do presidente do Sindilojas, Mauro Spode, e do vice, Moacyr Rocha, do diretor Financeiro, Gerson Haag, da assessora Jurídica e gestora do sindicato, Adriane Borba Karsburg, das gerentes do Sesc Santa Cruz, Roberta Pereira, e do Sesc Venâncio Aires, Diane Araújo, e da diretora do Senac Lajeado, Etiene Azambuja, além da colaboradora Gicele de Arruda.

A Federação tem lançado soluções como a Certificação Digital, a cobrança de guias, entre outras ações para melhorar a arrecadação das entidades”.

O presidente Luiz Carlos Bohn coordenou a reunião destacando que esses encontros estão sendo realizados em todas as regiões do Estado e que a ideia é ouvir os sindicatos. Ele lembrou que a Reforma Trabalhista extinguiu a Contribuição Sindical, diminuindo assim as receitas e que é necessário pensar em alternativas para os sindicatos. “A Federação tem lançado soluções como a Certificação Digital, a cobrança de guias, entre outras ações para melhorar a arrecadação das entidades”, explicou.

Bohn ressalta ainda que os presidentes dos sindicatos como o Sindilojas representam a Fecomércio junto ao Sesc, ao Senac e aos veículos de comunicação quando necessário. “Os sindicatos precisam ter esse apoio para também ter força de representatividade junto aos parlamentares da sua região”. Ele revelou ainda que já existe um espaço na Fecomércio que vai oportunizar a inovação. “O LabFecomércio será uma incubadora, uma ferramenta que vai dar vez a jovens empreendedores para inovar”.

Nosso objetivo é mobilizar o empresariado para inovar no comércio, se não mudar o hábito e o pensamento não modifica nada”.

Nesse sentido, o presidente do Sindilojas, Mauro Spode, comentou que no final do ano passado o sindicato criou o Núcleo de Inovação sob coordenação do vice-presidente Moacyr da Rocha. “Nosso objetivo é mobilizar o empresariado para inovar no comércio, se não mudar o hábito e o pensamento não modifica nada”, argumentou Rocha. Spode ressaltou que estão sendo convidados associados e não sócios do sindicato para participar.

A ideia é aproximar ainda mais o Sistema dos empresários e acreditamos que esse é o momento apropriado, que a economia vai alavancar e o mercado vai precisar de pessoas qualificadas”.

Desde 2020 à frente de Sesc e Senac, o diretor Regional José Paulo da Rosa, detalhou o TriJuntos, que desde o ano passado incentiva a integração entre Fecomércio, Sesc e Senac e que, no interior do Estado, inclui os sindicatos empresariais nessa ação sistêmica. “A ideia é aproximar ainda mais o Sistema dos empresários e acreditamos que esse é o momento apropriado, que a economia vai alavancar e o mercado vai precisar de pessoas qualificadas”. José Paulo reforçou que o Sesc disponibiliza Ensino Infantil e Fundamental, enquanto que o Senac conta com o Ensino Médio e a Graduação, além dos cursos técnicos. “A criança pode entrar com três anos no Sesquinho e seguir até graduação e pós-graduação”,

Sobre o TriJuntos, as representantes do Sesc e do Senac na região destacaram que o Sindilojas é parceiro em todas as ações realizadas pelas entidades. “O evento Feira do Livro, por exemplo, sempre tem a assinatura do Sindilojas na região”, comentou Roberta. O sindicato também é parceiro em iniciativas junto ao Senac. “Sejam nos cursos ou na Escola da Gastronomia Alemã na Oktoberfest, procuramos sempre estar presentes”, complementou Spode.

Foto: Sandro Viana/Divulgação | Fonte: Assessoria
25/01/2022 0 Comentários 623 Visualizações
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