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Variedades

FCDL-RS projeta um cenário mais alentador para o varejo gaúcho em 2019

Por Gabrielle Pacheco 10/12/2018
Por Gabrielle Pacheco

Um ano ainda difícil para se trabalhar e para empreender, mesmo que a recessão já tenha passado. Assim é a definição que a Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul – FCDL-RS dá para o ano de 2018. Os resultados gerais da economia, no entanto, mostram percentuais de crescimento tanto no comércio como na indústria, o que gera um alento para 2019.

2018 foi pobre em economia, mas rico em história. O ano iniciou pautado pelo pessimismo de um governo sem credibilidade. Passou pela crise gerada pela greve dos caminhoneiros e incertezas eleitorais. E está finalizando com discreto otimismo para 2019, na expectativa de mudanças, ainda não muito claras.

“No que diz respeito ao varejo gaúcho, 2018 registrou um crescimento de 6,3% nas vendas, contabilizando o varejo ampliado, no qual estão incluídos material de construção e veículos. A alta poderia ter sido melhor, mas fatores como a greve dos caminhoneiros, em maio e junho e as incertezas eleitorais acabaram por minar uma maior confiança do consumidor. Mesmo a recuperação registrada em 2017 e 2018, ainda não foi suficiente para fazer com que os gaúchos recuperassem o nível de consumo verificado em 2014”, explica o presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch.

O dirigente lembra que 2018, mesmo não sendo um ano de recessão, foi um período ainda muito difícil para se trabalhar e empreender. A expectativa é que 2019 traga um novo horizonte, com resultados mais positivos ao longo dos próximos 12 meses. “Temos a visão de que, sob o ponto de vista econômico, 2018 prometia ser muito melhor do que realmente foi. A verdade é que o Brasil nunca foi tão dependente de decisões políticas influenciando a vida privada”, ressalta Vitor Augusto Koch.

Bens duráveis

O crescimento das vendas em 2018 no varejo gaúcho esteve concentrado nos bens duráveis, como veículos, equipamentos eletroeletrônicos e vestuário. O principal causador deste resultado foi o fato da rentabilidade das aplicações financeiras ter ficado bem abaixo do padrão dos últimos anos, dada a estabilização da SELIC em 6,5%. A partir desse cenário, vários poupadores passaram ser mais atraídos a comprar carros novos, roupas e produtos de informática.

Mesmo assim o consumo na maioria dos gêneros varejistas ainda está inferior aos padrões verificados há quatro anos. Persiste uma defasagem de 5,64% diante do apogeu do consumo gaúcho. É bem possível que o patamar de 2014 seja alcançado em 2019. Só a partir daí poderemos começar a falar em crescimento real do varejo.

Lojas e emprego

No que diz respeito ao número de lojas em atividade no Rio Grande do Sul, 2018 apresentou estabilidade na comparação com 2017. Eram 97.499 estabelecimentos em 2017 e, ao final de 2018, são 97.521. Mesmo com dois anos seguidos de crescimento de vendas, a população de lojas no RS só deve efetivamente crescer a partir de um clima de maior confiança econômica e institucional, o que esperamos que se consolide em 2019.
O emprego varejista gaúcho deve finalizar 2018 com leve alta de 0,03% na comparação com 2017. Isso se deve a contratação de profissionais temporários em novembro e dezembro, algo em torno de 6,2 mil, fazendo com que o ano termine com cerca de 516 mil profissionais atuando no comércio do Rio Grande do Sul, de acordo com os dados oficiais do CAGED.

O total de salários pagos pelo varejo deve aumentar 5,92% em 2018. Com uma inflação esperada de 3,96% para o ano, isto significa um crescimento real da remuneração média de 1.89%, o que é compatível com uma situação realista de evolução salarial, especialmente diante de um cenário econômico no decorrer do ano fortemente contaminado pela instabilidade e incertezas.

Cenários para 2019

“Antecipar o futuro no Brasil não é uma das tarefas mais gratas e precisas. Ao contrário da maioria dos outros países, no nosso as decisões governamentais têm maior impacto na economia e na sociedade, dada a grande presença do Estado no dia a dia das relações privadas. E devemos admitir que tais decisões não tem sido, normalmente, as mais sábias – lembra o presidente da FCDL-RS.

Na sua avaliação, a linha de condução prometida pelo próximo governo, vai na direção da redução de tal ingerência, o que é avaliado como extremamente positivo. Se isto realmente acontecer, o futuro será mais promissor.
No que diz respeito aos pontos favoráveis para o Brasil crescer em 2019, a FCDL-RS aponta a inflação estável, com a SELIC devendo continuar em 6,5% ao ano. Outro aspecto é a trégua da guerra comercial entre EUA e China, que mesmo não parecendo ser muito consistente, representa uma oportunidade para o novo governo promover uma política externa mais pragmática, voltada à geração de bons negócios para o Brasil. Além disso, mesmo com a tendência de fraca desaceleração, a economia mundial deve se manter com crescimento ao redor de 3% em 2019.
Outro aspecto importante é que o novo governo assume com elevado apoio da classe empresarial brasileira. Caso as decisões nos primeiros 100 dias de governo forem coerentes com a linha política propugnada na campanha eleitoral, a taxa de investimento privado deve aumentar muito em 2019.

Já os problemas possíveis que os brasileiros irão enfrentar no próximo ano estão relacionados a fatores como os benefícios da redução da SELIC ainda estarem distantes do mercado de crédito, fazendo com que os juros continuem elevados para o investimento e o consumo enquanto o sistema bancário permanecer excessivamente oligopolizado.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/12/2018 0 Comentários 532 Visualizações
Variedades

Vendas do varejo gaúcho crescimento modesto em maio

Por Gabrielle Pacheco 12/07/2018
Por Gabrielle Pacheco

A desaceleração do crescimento do volume de vendas do varejo gaúcho em maio, conforme os dados apresentados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), confirmou a previsão de que a paralisação dos caminhoneiros impactaria negativamente no desempenho do segmento. A Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul – FCDL-RS já trabalhava com a perspectiva de que a expansão do consumo fosse mais modesta, em função do movimento.

O resultado que aponta um crescimento de 6,4% para o varejo restrito e de 1,1% para o varejo ampliado (inclui veículos e material de construção) em maio na comparação com abril deste ano e de 6,4% (restrito) e 3,6% (ampliado) em relação a maio de 2017, poderia ter sido muito mais expressivo, caso não tivesse ocorrido a paralisação dos caminhoneiros. Os indicadores de vendas no Rio Grande do Sul superam os dados nacionais, em função da renda gerada pela safra agrícola favorável e pela queda da Selic o que impulsionou os poupadores para aquisição de bens duráveis.

– As vendas do varejo do Rio Grande do Sul estão em recuperação desde o início de 2017. No ano passado, houve um crescimento de 13,3% na comparação com 2016. Os primeiros quatro meses de 2018 também mostraram crescimento, mas nós enfrentamos, além da paralisação dos caminhoneiros, outros fatores que impedem uma alavancagem maior das vendas, como a desaceleração da retomada de emprego e o período de indefinição e insegurança política que vivemos – ressalta o presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch.

Os principais impactos negativos registrados em maio foram identificados nos ramos de material de construção e veículos, onde as vendas, no Rio Grande do Sul, caíram 6,7% e 1,6%, respectivamente. Os demais ramos lojistas mantiveram altas compatíveis com a dinâmica econômica dos meses anteriores.

Nesse contexto, se destaca o setor supermercadista, que teve incremento de 5,4% nas vendas em maio, mesmo enfrentando problemas de desabastecimento de produtos hortifrutigranjeiros e carnes. A falta destes produtos foi compensada pela reação dos consumidores em procurar fazer estoques de alimentos não perecíveis, diante dos riscos que existiam da paralisação dos caminhoneiros prosseguir.

– É provável que os dados das vendas de junho, cuja primeira semana também foi afetada pela paralisação, ainda reflitam esse quadro. Acreditamos que a partir de julho o comércio varejista gaúcho retome o crescimento do volume de vendas, especialmente nos ramos de veículos e material de construção, compensando o consumo reprimido dos dois meses anteriores – enfatiza Vitor Augusto Koch.

A projeção do Departamento de Economia da FCDL-RS para os próximos meses, pesando os fatores positivos e negativos da conjuntura do país e do estado, aponta a continuidade da expansão do varejo, mas em patamares mais modestos do que vinha acontecendo até abril.

O primeiro quadrimestre de elevado crescimento do consumo, com o varejo restrito crescendo 7,6% e o ampliado tendo incremento de 9,4% em relação ao mesmo período de 2017, deve favorecer que as vendas varejistas gaúchas terminem 2018 com crescimento entre 3% e 5% na comparação com o ano passado.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/07/2018 0 Comentários 536 Visualizações
Cultura

FCDL-RS projeta boas vendas para o Dia dos Namorados

Por Gabrielle Pacheco 06/06/2018
Por Gabrielle Pacheco

 A Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul (FCDL-RS) estima que as vendas do varejo gaúcho voltadas ao Dia dos Namorados, nesse ano, tenham um crescimento na ordem de 6% a 8% em relação ao mesmo período de 2017. De acordo com Vitor Augusto Koch, os principais fatores que reforçam a projeção de um cenário positivo de vendas para a data romântica dizem respeito a melhoria da renda interna do Rio Grande do Sul.

Tradicionalmente, 12 de junho é uma data em que os casais enamorados costumam buscar presentes que surpreendam seus pares e nesse ano não deve ser diferente. Ainda assim, a expectativa é que produtos como roupas, calçados, perfumes, cosméticos e joias estejam entre os preferidos para aquisição. Os ramos de consumo onde ocorrerem promoções de impacto, como o segmento de smartphones e outros eletrônicos, poderão, também, atrair a atenção dos consumidores.

Temos observado que os consumidores estão buscando, desde 2015, a melhor relação custo-benefício nos produtos que adquirem. Por isso, o ticket médio dos presentes para o Dia dos Namorados, que foi de R$ 95,00 em 2017, deve ficar na casa dos R$ 103,00 nesse ano”, destaca o presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch.

Mesmo que a expectativa de vendas seja positiva, os resultados poderiam ser melhores caso o clima de incerteza política e econômica não fosse ainda tão forte entre os consumidores, que estão mais prudentes na hora de fazer compras.

Outra decisão importante do consumidor diz respeito a forma de pagamento dos presentes. A maioria deve optar por pagar à vista o que for adquirir, uma vez que os juros do cartão de crédito e do cheque especial seguem proibitivos. A melhor alternativa de crédito para o consumidor é uso do crediário próprio das lojas, com o uso do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC).

Para os lojistas é importante intensificar a qualidade no atendimento na medida em que os presentes do dia dos namorados possuem um caráter mais sentimental do que qualquer outra época do ano. Em princípio, as mulheres tendem a gastar e presentear mais do que os homens.

Foto: divulgação | Fonte: Assessoria
06/06/2018 0 Comentários 441 Visualizações
Variedades

FCDL-RS manifesta posição a favor dos lojistas da Fronteira

Por Gabrielle Pacheco 12/01/2018
Por Gabrielle Pacheco

A Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul – FCDL-RS reitera seu posicionamento a favor dos lojistas da região no que se refere a consulta pública da Receita Federal do Brasil número 10/2017. No dia 7 de dezembro de 2017, a FCDL-RS manifestou-se pela alteração do artigo 5º da minuta da Instrução Normativa que institui as zonas francas de fronteira terrestre, sugerindo a redução do limite mínimo de patrimônio líquido. No inciso X do artigo em questão está estabelecido que somente empresas com patrimônio líquido igual ou superior a R$ 5 milhões poderão ser autorizadas a instituir lojas francas. A proposta da FCDL-RS reduz esse limite mínimo para R$ 50.000,00, de forma a possibilitar que as micro e pequenas empresas varejistas das dez cidades de fronteira terrestre do Rio Grande do Sul diretamente afetadas pela medida possam aderir ao sistema de loja franca.

” Essa proposta visa obter isonomia competitiva para os micro e pequenos negócios da região, eliminando uma distorção que, caso seja mantida, favorecerá apenas as grandes empresas. Caso contrário além dos pequenos negócios ficarem impedidos de participar dessa oportunidade de comércio internacional, as lojas locais também serão prejudicadas no comércio interno dos municípios, uma vez que os consumidores brasileiros terão o direito de adquirir até US$ 300,00 por mês em mercadorias isentas de impostos nas lojas francas”, afirma o presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch.

Para o presidente da entidade representativa do varejo gaúcho, isso representaria, na prática, algo catastrófico. Especialmente para o varejo de bens duráveis e artigos de vestuário, causando fechamento de estabelecimento, desemprego e o empobrecimento dos municípios em questão. A necessidade observada por todos os envolvidos no processo de criação das zonas francas de que exista a redução do valor mínimo de patrimônio líquido, corrobora a posição da FCDL-RS em favor das micro e pequenas empresas varejistas das cidades afetadas pela medida.

A FCDL-RS participa desde o início do processo de discussão da instituição dos free shops de fronteira, priorizando os interesses dos lojistas locais e das comunidades efetivamente envolvidas. Portanto, reforça a necessidade de que as micro e pequenas empresas tenham a possibilidade de participar ativamente das zonas francas, que poderão promover o desenvolvimento econômico da região. A entidade reitera que não possui nenhuma intenção de dificultar ou atrapalhar a instalação dos free shops, mas, sim, de proporcionar igualdade de condições.

Fonte: Assessoria | Foto: Divulgação/Marcelo Matusiak
12/01/2018 0 Comentários 442 Visualizações
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