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Business

Pesquisa da FCDL-RS mensura crise no varejo gaúcho

Por Gabrielle Pacheco 24/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

Uma pesquisa realizada pela Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul – FCDL-RS apontou dados sobre a crise que o varejo gaúcho está vivendo em função da política de isolamento social iniciada em março e somente flexibilizada, ainda que de forma parcial, há poucos dias.

A Junta Governativa da FCDL-RS, integrada pelos dirigentes Aljaci Britto, Cladimir Coppini e Marcio Farias Martins, apontou que o resultado obtido no levantamento é extremamente preocupante.

No período entre 15 de março e 15 de abril, apenas 5% dos lojistas mantiveram seus negócios plenamente abertos, enquanto 64% foram obrigados a permanecer completamente fechados todo o tempo ou na maior parte desse período.

A pesquisa mostra, também, que 67,64% dos lojistas gaúchos tiveram quedas de 50% ou mais de seu faturamento, sendo que 26% não faturou sequer um centavo nesse período.

Outro detalhe que preocupa a FCDL-RS diz respeito a queda da empregabilidade no setor, uma vez que 24,39% das empresas pesquisas efetuaram ao menos uma demissão, com a média ficando em 1,9 desligamentos por empresa que demitiu. Transpondo este padrão para o total do Rio Grande do Sul, estima-se que a política de fechamento do comércio tenha causado a demissão de cerca de 44,5 mil trabalhadores entre 15 de março e 15 de abril.

Além disso, 48,5% das empresas registraram um grau de inadimplência igual ou superior a 50% das contas a receber. Esta alta da inadimplência tende a gerar um efeito em cadeia de queda da confiabilidade das relações econômicas, cuja recuperação consiste no maior desafio para a viabilização da retomada da atividade.

Por fim, 94,61% dos lojistas pesquisados concordaram com a adoção de políticas de isolamento social para conter a disseminação da pandemia causada pela Covid-19. Entretanto, 76,35% deles opinaram que as medidas foram exageradas.

Diante desses resultados, a Junta Governativa da FCDL-RS entende que o chegou o momento de se priorizar, imediatamente, a retomada das atividades produtivas, com a responsabilidade de cada indivíduo tomar os devidos cuidados para não ser contagiado ou contagiar.

Os créditos emergenciais e os abonos liberados pelo governo federal, além de outras medidas, amenizam esse quadro sombrio, mas não solucionam a crise econômica que se abateu sobre o Brasil e o Rio Grande do Sul.

A FCDL-RS considera fundamental o apoio do governo federal na mitigação dos efeitos da inadimplência. No caso do governo gaúcho e das prefeituras municipais, municípios, a entidade espera ao menos a benevolência no sentido de adiar o vencimento dos impostos gerados a partir do mês anterior ao início das políticas de isolamento social.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/04/2020 0 Comentários 406 Visualizações
Business

FCDL-RS avalia que novas medidas do governo gaúcho podem ajudar na retomada do círculo virtuoso da economia

Por Gabrielle Pacheco 16/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul, FCDL-RS, considera que as medidas apresentadas pelo governador Eduardo Leite na tarde de quarta-feira, 15, prorrogando o decreto estadual que prevê restrições ao funcionamento do comércio nas regiões metropolitanas de Porto Alegre e da Serra e flexibilizando a abertura de todos os setores do comércio, desde que obedecendo os protocolos de higiene e proteção, nas demais cidades gaúchas, é um meio de contemplar, ainda que de forma parcial, os pedidos feitos pelas entidades empresarias para a retomada do círculo virtuoso da economia.

A Junta Governativa da FCDL-RS, integrada pelos dirigentes Aljaci Britto, Cladimir Coppini e Marcio Farias Martins já havia encaminhado ao governador o pedido para houvesse a flexibização do decreto publicado em 1º de abril, destacando a grave situação que a maioria dos lojistas gaúchos está enfrentando por não poderem abrir seus estabelecimentos.  A expectativa da entidade representativa do varejo gaúcho é que, em um espaço de tempo menor seja possível flexibilizar as medidas restritivas nas regiões metropolitanas de Porto Alegre e da Serra, onde um grande número de lojistas está enfrentando dificuldades extremas.

Nas cidades gaúchas onde os prefeitos poderão decretar a abertura do comércio em geral, a FCDL-RS recomenda que os estabelecimentos sigam, à risca, os protocolos de higiene e proteção, como o uso de máscaras para colaboradores e clientes, lavar diversas vezes as mãos com água e sabão, usar o álcool em gel e evitar aglomerações.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/04/2020 0 Comentários 464 Visualizações
Cidades

Deputado Edson Brum vai levar demandas dos lojistas de Santa Cruz ao governador

Por Gabrielle Pacheco 13/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

O deputado estadual Edson Brum (MDB) irá levar as demandas dos lojistas de Santa Cruz do Sul e região junto aos colegas na Assembleia Legislativa e também ao governador Eduardo Leite. Em encontro informal realizado na tarde de sábado, 11, na CDL Santa Cruz, o integrante da junta governativa da FCDL do Rio Grande do Sul, Marcio Farias Martins, junto com o vice da CDL Ricardo Fernando Bartz e diretores, destacaram que o comércio local, assim como de todo o Estado, está enfrentando muitas dificuldades em função do decreto de combate a pandemia do Coronavírus.

“Entendemos que os gestores públicos estão fazendo o seu dever de realizarem ações de prevenção para preservar a vida da população, mas também precisamos pensar em salvar a vida econômica, principalmente as empresas, que sofreram muito com esta paralisação”, citou.

Martins destacou que tanto o Governo do Estado como o Federal precisam intensificar as políticas públicas para acudir os empresários ainda mais a fim de salvar os diversos segmentos. “As medidas anunciadas ajudam, mas é preciso mais, pois os problemas das empresas daqui para frente será em recuperar o fluxo de caixa para poder pagar as contas, como aluguel, folha de pagamento, fornecedores. Serão momentos muito difíceis se não houver um olhar mais apurado para o lojista”, observou.

O vice-presidente Ricardo Fernando Bartz observou que a CDL Santa Cruz se vê fortalecida no setor lojista estadual, na medida em que o presidente Marcio Farias Martins integra a Junta Governativa da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul (FCDL-RS). “O que estamos fazendo vem ao encontro o que a FCDL vem fazendo a nível de Estado, que é reforçar este pedido do governo olhar pelos lojistas e a Assembleia Legislativa acreditamos que seja um ponto de entrada dessa interlocução”, comentou.

O deputado Edson Brum se disse parceiro dos lojistas santa-cruzense e da FCDL-RS, citando que sua família tem longa história ligada ao setor. “Iremos realizar um contato com o governador para que esta semana as demandas do setor possam ser apresentadas e possam ser contempladas. Entendemos a situação, e sabemos que precisamos encontrar um ponto de equilíbrio”, salientou.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

13/04/2020 0 Comentários 434 Visualizações
Business

A Páscoa dos gaúchos em tempos de quarentena

Por Gabrielle Pacheco 09/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul- FCDL-RS entende que as vendas decorrentes da Páscoa em 2020 serão significativamente menores na comparação com 2019 ou qualquer outro período comparativo das últimas décadas. O percentual de retração não pode ser estimado, uma vez que situação semelhante ao que está sendo vivida atualmente, com o fechamento do comércio por causa da pandemia de coronavírus, não encontra similar na história brasileira ou mundial. Não há, portanto, parâmetro comparativo, mas certamente a queda ficará em dois dígitos.

Evidentemente, a pandemia causada pela Covid-19 e as políticas públicas de isolamento social são os fatores responsáveis pela formação deste quadro econômico. Mesmo que algumas prefeituras estejam permitindo, em excepcionalidade, a abertura de lojas especializadas em chocolate, isto é apenas a ponta do iceberg de um universo de dinâmica de consumo muito mais amplo:

Na avaliação do Departamento de Economia da FCDL-RS, o consumo de Páscoa não se resume apenas a chocolates. Além de alimentos típicos da época, nos últimos anos se observa ma forte diversificação do consumo nesta data festiva, na direção de artigos do vestuário, brinquedos e produtos eletrônicos. Com as lojas fechadas, estas vendas não se realizarão.

A Páscoa é uma celebração tradicionalmente familiar. Com as restrições impostas pelo distanciamento social, especialmente no que diz respeito às pessoas de mais de 60 anos, o centro gravitacional da comemoração ficou claramente comprometido, inibindo os deslocamentos de pessoas, que não raramente envolvem viagens intermunicipais e interestaduais.

Por conta das restrições atuais, a circulação de renda na economia diminuiu drasticamente. Isto significa menos dinheiro disponível nas empresas e redução da empregabilidade em geral. Tal quadro torna, evidentemente, as pessoas bem mais conservadoras para consumir, mesmo que via internet.

No que diz respeito aos chocolates, mesmo que as lojas do ramo tenham permissão excepcional para abrir nesta semana, a menor circulação de pessoas no comércio dos municípios e o próprio pessimismo por conta da situação atual, deverá resultar em significativa queda de vendas.

Essa situação reforça a solicitação da FCDL-RS junto ao Governo do Estado do RS para flexibilização da abertura de lojas com regras pré-estabelecidas e cuidados com a saúde. Caso isso não ocorra, o Rio Grande do Sul poderá viver a maior crise econômica e de empregabilidade de sua história.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/04/2020 0 Comentários 513 Visualizações
Business

FCDL-RS divulga nota pela flexibilização de decreto

Por Gabrielle Pacheco 02/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Federação das Câmaras de Dirigentes Logistas do Rio Grande do Sul, FCDL-RS, se manifestou pela flexibilização do decreto 55.154, publicado pelo governador Eduardo Leite, que prorroga o fechamento do comércio em todo o Estado. Em nota, a entidade diz que muitos logistas foram frustrados pela nova lei, já que alguns municípios já haviam decidido reabrir seus comércios adotando as devidas medidas de segurança.

“Os comerciantes fecharam seus estabelecimentos no decorrer do mês de março, por conta da política de isolamento social determinada pelo governo estadual, pelo Ministério da Saúde e pelas prefeituras municipais. No período em questão, a atividade lojista, afora exceções legais, cessou seu mister, estancando a dinâmica mais importante em qualquer economia, de gerar renda e, consequentemente, empregos. Foi com alívio que recebemos notícias de que a maioria dos municípios gaúchos fez a adequada flexibilização das medidas de isolamento social, permitindo a reabertura das lojas a partir da última segunda-feira, 30, desde que obedecendo as justas medidas preventivas contra a contaminação pela Covid-19”, assinala um trecho da manifestação.

A FCDL-RS defende a compatibilização dos cuidados com a mitigação da propagação do coronavírus e a manutenção da base econômica.

“Com o cessamento da circulação de renda – mesmo com os créditos extraordinários oferecidos pelo governo federal – inúmeras falências ocorrerão nos próximos dias, gerando uma queda da empregabilidade inédita na história de nosso Estado, disseminando pobreza, fome e as doenças epidêmicas, endêmicas e sociais decorrentes dessa situação, o que inclui, inclusive, condições mais férteis para a própria propagação da Covid-19”, acrescenta.

A nota foi assinada pelo presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

02/04/2020 0 Comentários 392 Visualizações
Business

Presidente do FCDL-RS diz que minimizar a inadimplência é possível

Por Gabrielle Pacheco 01/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

A situação é que o processo de isolamento social para combater o coronavírus atingiu em cheio a economia brasileira e mundial. Isto é fato e não uma mera opinião de viés político. A situação criada realmente é de exceção.

O mercado foi paralisado à força e isto gera graves repercussões em cadeia, podendo nos levar a uma situação de depressão econômica até pior do que a recessão iniciada em 2014 e que se prolongou em várias atividades até 2019.

Nestes casos de calamidade, declarado pelo próprio governo federal, vários estados e municípios, as regras básicas da funcionalidade econômica simplesmente deixam de existir: pessoas param de trabalhar; estabelecimentos produtivos são obrigados a fechar suas portas.

A falta de movimento econômico logo acaba com as reservas dos trabalhadores e empresários, levando a uma disseminação de inadimplência, o que simplesmente detona com a confiabilidade entre as relações comerciais.

E esta quebra de confiança chega a ser, no médio e longo prazo, até mais grave do que a eventual falta de dinheiro para pagamento à vista. O governo federal está bem ciente da quebra de normalidade que falamos.

Apoio a desempregados e informais; aporte de capital de giro para empresas; suspensão temporária de pagamentos dos empréstimos ao BNDES; e até das parcelas das dívidas e estados e municípios com a União constam no rol de medidas de mitigação da crise. Entretanto ainda não há um antídoto formalizado contra a inadimplência e queremos colaborar neste sentido.

O fato é que mesmo sendo auxiliado pelo governo em caso de desocupação, grande parte dos consumidores está tendo uma frustração inesperada de renda, o que compromete não apenas suas decisões de compra e sua capacidade de pagamento das prestações assumidas anteriormente ao Decreto de Calamidade Pública. Esta inadimplência gera um efeito dominó em toda a cadeia produtiva.

Mesmo que parcialmente isto seja coberto no curto prazo pela suplementação de capital de giro ofertada pelo BNDES, a questão é que o fato gerador do problema: o atraso ou não pagamento de contas, faz com que fique à descoberto uma grande hemorragia de falta de credibilidade do mercado quanto à adimplência de milhões de consumidores que até pouco tempo estavam com suas obrigações em dia, no entanto tiveram sua renda disponível esfacelada pelas medidas de isolamento para conter o COVID 19.

Neste sentido é que sugerimos a algum agente financeiro estatal (Caixa ou BNDES) disponibilizar, singularmente aos comerciantes e prestadores de serviços, algo análogo a uma securitização de suas contas a receber. Exemplificando: o Sr. ABC não paga a prestação do televisor que adquiriu na loja XYZ.

Dado o acontecido, o estabelecimento acessa o agente financeiro oficial, que cobre a despesa da inadimplência, arbitrando-se um período de carência equivalente ao “estado de calamidade pública em vigor” somado a igual espaço de tempo para o restabelecimento das relações produtivas.

A partir daí se estabelece um prazo para pagar parceladamente o agente financeiro (diríamos, 24 meses), remunerado com os juros básicos (SELIC – como já em vigor em outras operações emergenciais), condição esta que é totalmente repassada ao consumidor, para que este possa quitar seus débitos originários neste período de exceção, sem prejudicar excessivamente o consumo futuro.

Lógico que esta sistemática deverá ser adotada com as pessoas que não tinham histórico de inadimplência antes da calamidade provocada pelo Covid-19. Uma consulta ao SPC resolve esta questão.

Adicionalmente pode ser estudado um mecanismo no qual, caso o comprador não honre o pagamento de suas faturas em atraso causadas pela situação atual, esta titularidade de dívida seja repassada para o agente financeiro oficial, que passaria a ter o direito de cobrança, o qual compensaria a dívida do estabelecimento produtivo. Esta é uma proposta inicial de algo inédito, sendo, é claro, factível de aperfeiçoamentos e até contraposições.

No entanto, é fundamental que no momento atual os agentes públicos estejam sensíveis aos grandes problemas causados pelas inadimplências decorrentes das definições de políticas, mesmo que estas estejam focadas em combater uma calamidade. Somos irrestritamente favoráveis à economia de mercado, com o mínimo de interferência do setor público nas relações comerciais.

Porém, havemos de reconhecer que estamos vivendo uma situação excepcional, onde a normalidade simplesmente deixou de existir. E neste caso, é válido, sim, algum tipo de interferência governamental no sentido de evitar que o flagelo sanitário dê origem ao flagelo econômico, o qual multiplicará novas crises sanitárias por conta da pobreza e do desabastecimento.

Foto: Divulgação | Texto: Vitor Augusto Koch
01/04/2020 0 Comentários 389 Visualizações
Business

FCDL emite nota em defesa do varejo e da estabilidade social

Por Gabrielle Pacheco 26/03/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Federação das Câmaras de Dirigentes Logistas, FCDL, se manifestou nesta quinta-feira, 26, a favor da reabertura do comércio. Segundo a entidade, o fechamento dos estabelecimentos não pode se prorrogar “sob pena de testemunharmos um processo de falências em grande escala, o qual inevitavelmente gerará uma situação de caos social com toda a violência e miséria que lhe é típica”, acrescenta.

Em alternativa, a Federação sugere a imposição de isolamento apenas aos grupos de risco e os infectados com o novo coronavírus.

A nota sugere ainda que as autoridades flexibilizem o recolhimento de impostos, “adiando seu vencimento na mesma proporção do prazo em que determinaram o fechamento dos estabelecimentos comerciais, mantendo-se a nova data base até a plena recuperação do prejuízo das empresas”, finaliza.

O comunicado na íntegra pode ser acessado no link.

26/03/2020 0 Comentários 392 Visualizações
Business

Prêmio Mérito Lojista chega a sua 32ª edição

Por Gabrielle Pacheco 19/11/2019
Por Gabrielle Pacheco

A mais importante premiação do varejo gaúcho, o Prêmio Mérito Lojista, já tem data marcada. O grande evento promovido pela Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul – FCDL-RS, acontece no dia 5 de dezembro, a partir das 19h30, na Associação Leopoldina Juvenil, Rua Marquês do Herval, 280, Bairro Moinhos de Vento, em Porto Alegre. O prêmio chega a sua 32ª edição reconhecendo empresas e personalidades que contribuem para o fortalecimento do comércio varejista, escolhidos por meio de pesquisa realizada com os lojistas gaúchos.

“Há 32 anos a FCDL-RS e os lojistas do Rio Grande do Sul prestam seu reconhecimento às empresas e pessoas que contribuem significativamente para o desenvolvimento do varejo. Os agraciados com o Mérito Lojista, por meio de suas ações, oportunizam o incremento da competitividade dos empreendimentos varejistas, que, em sua maioria, são de micro e pequeno porte, gerando condições para que possam enfrentar um mercado altamente disputado – avalia o presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch.

“Os agraciados com o Mérito Lojista, por meio de suas ações, oportunizam o incremento da competitividade dos empreendimentos varejistas.”

Em 2019, serão 45 empresas e 14 personalidades agraciadas com o “Oscar do Varejo”.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/11/2019 0 Comentários 537 Visualizações
Business

FCDL projeta crescimento nas vendas do Dia das Crianças 2019

Por Gabrielle Pacheco 09/10/2019
Por Gabrielle Pacheco

Mais um Dia das Crianças está chegando e a Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul(FCDL-RS) projeta um crescimento entre 4% e 5% no volume de vendas na comparação com o mesmo período de 2018. A data é um fator que ajuda, também, a impulsionar o comércio varejista no mês de outubro.

Mesmo que o atual cenário da economia no Rio Grande do Sul e no Brasil não seja aquele esperado por todos no início do ano, o Dia das Crianças, tradicionalmente, faz os pais ou responsáveis irem às compras, buscando presentear os públicos infantil e adolescente.

“Temos dois fatores que ajudam a fomentar as vendas no Dia das Crianças, a liberação de recursos do FGTS e a queda da SELIC, que torna os investimentos menos atrativos e leva muitas pessoas a buscarem a aquisição de bens duráveis como meio de uso do dinheiro que eventualmente esteja sobrando. Além disso, há o aspecto emocional da data com os pais querendo agradar seus filhos”, ressalta o presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch.

Preferência das crianças

De maneira geral, os brinquedos devem liderar a preferência dos consumidores que buscam presentear o público infantil de 5 a 12 anos, destacando-se artigos como bonecas, carros articulados, brinquedos de montar e os tradicionais jogos. Para os adolescentes, a intenção de compra maior recai nos produtos da área tecnológica, como smartphones e drones, além de artigos de informática e moda.

Ainda que o ticket médio previsto na compra dos produtos seja em torno de R$ 199,00, os brinquedos de menor valor devem ser os mais procurados pelos pais.

“A procura por brinquedos de menor valor é fruto de um cenário econômico que não avançou na proporção que todos desejavam. Existe, também, o aspecto de que os consumidores devem avaliar se o orçamento familiar permite fazer novos gastos e de que forma vão pagar essas compras. Quem tiver condição de pagar à vista, conseguindo até desconto na hora de efetuar o pagamento, deve fazê-lo”, salienta Vitor Augusto Koch.

Prioridades para os lojistas

Como as datas comemorativas e sazonalidades são uma arma importante do comércio para aumentar o faturamento, especialmente em períodos de economia desacelerada, é fundamental que os lojistas tenham foco e assertividade para realizar bons negócios nesses períodos.

A FCDL recomenda que os varejistas se aproximem ainda mais de seus clientes no Dia das Crianças, avisando-os sobre possíveis promoções para a data, por meio das redes sociais, e-mail marketing e WhatsApp. Também é possível sugerir aos pais dicas e ideias de presentes, trazer pais e filhos para dentro da loja promovendo experiências divertidas, realizando sorteios de brindes e ofertando atendimento cordial, sempre com um sorriso no rosto.

Oferecer boas condições de pagamento, sugerir compras adicionais e complementares e. se possível, ter uma vitrine temática do Dia das Crianças são outros fatores para que a data seja rentável para os comerciantes.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
09/10/2019 0 Comentários 716 Visualizações
Business

“Dê ao consumidor o que ele quer, onde e como ou o seu negócio deixará de existir”, diz Harlan Bratcher

Por Gabrielle Pacheco 16/01/2019
Por Gabrielle Pacheco

Não é à toa que o evento é considerado o mais importante do varejo no mundo. Foram inúmeros exemplos de tecnologias de última geração, seminários, fóruns e apresentação de cases de empresas mundialmente conhecidas. Foram mais de 16 mil varejistas, com 700 expositores e mais de 37 mil pessoas. Entre eles, os empresários gaúchos que fazem parte de um grupo de 25 pessoas composto, entre outras, por representantes do Sindilojas-Poa, CDL Porto Alegre, FCDL, Senac e Fecomércio RS.

O terceiro dia de NRF foi para entender como as tecnologias estão ajudando o varejo, com o pagamento por mobile, gestão de estoques com inteligência artificial e readID. Os empresários viram exemplos como o da empresa chinesa JD Fashion, que entrega os produtos por drones em apenas um dia. Ela é a única empresa licenciada para realizar entrega usando drones na China. Harlan Bratcher deu uma valiosa dica aos participantes: “Dê ao consumidor o que ele quer, onde e como, ou o seu negócio deixará de existir”.

Circulando pelos espaços da feira estava também Luciano Hang, empresário catarinense dono da Havan, reconhecida como uma das maiores redes de lojas de departamentos do Brasil. A empresa dele começou com apenas um funcionário. Hoje, 32 anos depois, são mais de 16 mil colaboradores. “Queremos sempre crescer. Você tem que ter ambição e todos os dias fazer algo diferente. Aqui, vimos que a inovação está muito presente no varejo. Temos que inovar todos os dias. Vi uma frase muito boa ‘Inovar ou morrer’. Esta é a grande lição que tiramos daqui”, comenta ele.

O coordenador de projetos de moda do Sebrae RS, Fabiano Zortea, comenta que “teve oportunidade de participar e assistir os maiores nomes do varejo mundial. Então, é um acesso ao que se tem de melhor em conteúdo para quem quer vencer no varejo”.

O último dia também foi para fazer visitas em estandes com soluções que possam ser implementadas pelo pequeno varejo aqui no Brasil. Entre eles, o grupo foi à IBM buscar soluções para melhorar a experiência do cliente no comércio. Depois, a visita foi ao estande da SAP, onde se pode aprender sobre análise de dados para customizar o atendimento aos clientes e tomar decisões com base nas informações cedidas por eles. A terceira visita foi à Salesforce para ver exemplos de integrações do varejo digital com o varejo físico e como a tecnologia pode ajudar para que a jornada do cliente aconteça de forma fluida e conveniente, independente do canal que ele queira acessar e do momento. Por fim, chegaram à Mulberry e à Converge, para conhecer soluções que melhoram a relação de tráfego de clientes, conversão de vendas e ticket médio e novamente a interação entre experiência física e digital.

Ainda tem muito mais

Terminou a NRF Big Show 2019, mas a missão empresarial segue até sábado, quando o grupo retorna ao Brasil. Até lá, ainda tem bastante tempo para seguir fazendo aquele network e buscando inspiração com o que o varejo americano tem de melhor a oferecer. Pensando nisso, o Sebrae RS organizou uma série de visitas técnicas às empresas que são destaques no varejo dos Estados Unidos, que acontecerá nos próximos dois dias (confira a programação). Serão 14 empresas e uma visita surpresa.

“Essa é a consolidação de um trabalho de estudos das principais tendências e as boas práticas do varejo mundial. Fomos nas palestras, nos estandes das feiras para ver as ferramentas, agora vamos nos principais pontos comerciais de NY para ver tudo isso funcionando e interagindo em tempo real com o cliente. Esse é um trabalho fundamental para consolidar o conhecimento e encorajá-los para implementarem nas suas empresas”, comenta Fabiano.

Programação

16/01
B&H Photo
Amazon Books
Glossier Flagship Store
Gansevoort Market
Starbucks Roastery
Nike House of Innovation
Uniqlo Flagship Store

17/01
FAO Schwarz
Urban Outfitters
The Real Real
Eataly
Sonos Store
Casper
Dreamery

16/01/2019 0 Comentários 609 Visualizações
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