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Business

FCDL-RS reitera oposição ao fechamento do comércio em regiões do RS

Por Gabrielle Pacheco 30/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul – FCDL-RS, reafirma sua posição contrária ao que afirma ser o cerceamento da atividade comercial em várias cidades gaúchas inseridas nas regiões classificadas com bandeira vermelha dentro do modelo de distanciamento social em vigor.

A entidade voltou a ressaltar que o comércio não é o ambiente que contribui para a disseminação da Covid-19 no Estado e que o fechamento obrigatório de milhares de estabelecimentos comerciais aumenta o grave flagelo econômico que é claramente percebido no RS. Somente nos meses de março, abril e maio foram ceifados cerca de 122 mil postos de trabalho no Rio Grande do Sul, sendo 33 mil deles (quase 35% do total) no comércio.

A FCDL afirma que, observando todos os protocolos de distanciamento e segurança sanitária, é possível manter o comércio em funcionamento. Para a entidade, a prioridade agora é reforçar a infraestrutura de atendimento médico e hospitalar aos pacientes da Covid-19 e deixar a economia voltar a funcionar para evitar um quadro pior na economia.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/06/2020 0 Comentários 493 Visualizações
Business

Abril registra queda de vendas histórica no varejo gaúcho

Por Gabrielle Pacheco 22/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

O mês de abril registrou a pior queda da história nas vendas do comércio varejista ampliado do Rio Grande do Sul, de acordo com a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na relação com igual período de 2019, a retração foi de 27,69%, e, na comparação com março deste ano o recuo chegou a 17,4%.

O presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul – FCDL-RS, Vitor Augusto Koch, destaca que a gravidade dos indicadores, que apontam que a queda das vendas levou o estado a um patamar de consumo similar ao existente em abril de 2009, ou seja, 11 anos atrás.

“Esta situação ocorreu exclusivamente em função das determinações do governo estadual e de vários municípios de fechar a maioria dos estabelecimentos comerciais, dentro de uma equivocada estratégia de combater a pandemia do coronavirus no Rio Grande do Sul”, ressalta Vitor Augusto Koch.

O impedimento do funcionamento das lojas em abril levou ao registro de quase 20 mil demissões no varejo gaúcho, número que só não foi maior em função da flexibilização das relações trabalhistas, com a possibilidade da adoção de instrumentos como a interrupção temporária dos contratos de trabalho.

A maior queda em termos de gêneros do comércio varejista gaúcho ocorreu no ramo de livrarias e papelarias, totalizando 85,48% a menos na comparação com abril de 2019. Isso aconteceu muito em função do recuo das vendas de material de escritório, uma vez que o setor de serviços, principal comprador, também ficou impedido de exercer atividades.

O segundo maior desempenho negativo nas vendas em abril ficou com o ramo de vestuário, calçados e tecidos, que registrou queda de 78,4%.

“Esta foi a atividade varejista mais prejudicada pelas medidas de isolamento social. O fechamento das lojas ocorreu bem na época de grande concentração de vendas, em função da aproximação dos meses mais frios no Rio Grande do Sul e de datas comemorativas nos primeiros dias de maio, em especial o Dia das Mães”, avalia Koch.

As lojas de veículos e os estabelecimentos que vendem artigos pessoais e cosméticos tiveram redução de 62% nas vendas em abril, comparando com o mesmo mês de 2019.

Móveis e eletrodomésticos, com queda de 39,88%; material de construção, com 31,79% e produtos de informática e para escritório, com 20,85%, foram outros ramos com recuos expressivos de vendas em abril.

Chama a atenção da FCDL-RS que as vendas de combustíveis caíram 13,74% e de produtos farmacêuticos recuaram 7.26%. Embora esses ramos estivessem com suas lojas abertas no período de isolamento social, a queda nas vendas dos combustíveis se deu em função da própria redução da mobilidade das pessoas, que ficaram em casa.

“Entretanto, o recuo das vendas de produtos farmacêuticos é preocupante na medida em que pode ser o primeiro indicativo da falta de renda das pessoas, decorrente da parada da economia, impossibilitando o consumo de produtos essenciais para elas”, enfatiza o presidente da FCDL-RS.

O único ramo do varejo gaúcho a registrar o crescimento em abril foi o de hiper e supermercados, com alta de 4,9% em relação ao mesmo mês de 2019. Essas lojas ficaram predominantemente abertas, sendo que no caso dos hipermercados houve a possibilidade dos consumidores adquirirem outros produtos além dos gêneros alimentícios. Isso, na avaliação da FCDL-RS foi uma distorção competitiva, uma vez que as lojas de roupas, calçados, linha branca e eletroeletrônicos estavam obrigatoriamente fechadas.

Com relação aos indicadores a serem apurados sobre as vendas em maio deste ano a FCDL-RS acredita que eles deverão ser um pouco melhores. A comercialização de produtos, provavelmente, será maior do que a registrada em abril deste ano, em função da flexibilização do isolamento social em várias cidades gaúchas. Ainda assim, é praticamente certo que estarão em patamares bem inferiores aos registrados em maio de 2019.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/06/2020 0 Comentários 474 Visualizações
Business

FCDL-RS busca reverter decreto que restringe funcionamento do comércio em Porto Alegre

Por Gabrielle Pacheco 19/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul – FCDL-RS ingressou, na 3ª Vara da Fazenda Pública do Foro de Porto Alegre, com pedido de Mandado de Segurança contra o Decreto nº 20.608, de 15 de junho, do município de Porto Alegre, buscando obter medida liminar que suspenda os efeitos do referido texto.

A FCDL-RS argumenta que, de forma ilegal, inconstitucional e ferindo os princípios da isonomia, da livre concorrência e da livre iniciativa, a prefeitura de Porto Alegre limitou, no Decreto nº 20.608, a abertura do comércio da Capital às pessoas jurídicas que tenham faturamento até 4,8 milhões, proibindo o funcionamento dos empreendimentos com faturamento acima desse valor.

“A FCDL-RS defende as ações de combate à pandemia do Coronavirus e entende que a vida e a saúde devem ser preservadas,  porém a partir de medidas legais, constitucionais e de funcionalidade no enfrentamento da doença. Entendemos que essas medidas não passam e não podem passar pelo fechamento compulsório do comércio”, destaca o presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch.

Para a Federação, a gigantesca crise econômica causada pela pandemia da Covid-19, está levando todas as empresas, sejam elas de micro, pequeno, médio e grande porte, a passarem por situações financeiras gravíssimas, correndo o risco de fecharem suas portas para sempre, demitir funcionários e deixar de gerar milhares de empregos. Por isso, defende que é direito de todas os empreendimentos estarem abertos e funcionando, sempre respeitando os protocolos e as medidas que visam o combate à disseminação da Covid-19 e a proteção da saúde e da vida.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/06/2020 0 Comentários 497 Visualizações
Cidades

FCDL pede reconsideração ao governador Eduardo Leite

Por Gabrielle Pacheco 17/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

FCDL-RS manifestou a sua contrariedade ao fechamento dos estabelecimento comerciais em vários municípios do Rio Grande do Sul. Em nota divulgada no site a entidade e assinada pelo Presidente, Vitor Augusto Koch, a FCDL afirma que o comércio não é o ambiente que contribui para a disseminação da Covid-19 no Estado. “Comprovamos a gigantesca preocupação do varejo em preservar a saúde de colaboradores, clientes e população em geral, cumprindo rigorosamente os protocolos de saúde, higiene e distanciamento determinados”, aponta.

A entidade teme a quebra da arrecadação e a falência das empresas das empresas. No documento publicado, Koch pede a reconsideração das últimas medidas tomadas pelo governador do Estado, Eduardo Leite.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/06/2020 0 Comentários 435 Visualizações
Business

FCDL questiona medidas do Estado para contenção do coronavírus

Por Gabrielle Pacheco 15/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

A FCDL-RS se manifestou em oposição às sistemáticas adotadas pelo governo do Estado do Rio Grande do Sul, com relação à tentativa de contenção da disseminação da Covid-19.

A entidade afirmou que a adoção da bandeira vermelha em quatro das regiões de controle sanitário a partir desta segunda feira, 15, “é mais um duro golpe no já combalido comércio varejista estadual, que tem sido o principal prejudicado pelas medidas restritivas que vêm sendo aplicadas desde março de 2020”.

A FCDL acrescentou ainda que acredita em uma sistemática de contenção da disseminação da pandemia em curso, porém, de uma maneira que não inclui o fechamento sumário do comércio.

A justificativa da bandeira vermelha, que proíbe o funcionamento da maior parte do comércio, é a insuficiente disponibilidade de vagas em UTIs nos hospitais das regiões atingidas e a falta de equipamentos com respiração mecânica. A FCDL observa que desde o início da pandemia os hospitais tiveram um aumento de 270 leitos de UTIs, através do repasse do governo federal de R$ 38,4 milhões, um investimento de R$ 142 mil por leito de Unidade de Terapia Intensiva.

Mesmo sendo um gasto expressivo, este investimento não chega perto do prejuízo que a economia estadual está tendo por não poder operar adequadamente, comprometendo, inclusive a geração diária de impostos estaduais em proporções bem maiores de que os R$ 38,4 milhões citados.

“Fechar o comércio por este motivo não resolverá, ou amenizará, os problemas de atendimento a pacientes, resultando em prejuízos muito maiores para os lojistas, seus colaboradores e toda a sociedade gaúcha”, observa a FCDL. “De forma muito objetiva, só consegue ficar em casa quem tem renda para manter a despensa cheia e pagar suas contas durante o isolamento. Isto não faz parte da realidade da maioria de nossa população”, acrescenta.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/06/2020 0 Comentários 423 Visualizações
Business

Dia dos Namorados pode representar reaquecimento nas vendas

Por Gabrielle Pacheco 05/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

A data mais romântica do ano não deve passar em branco para a maioria dos corações enamorados, mas a crise econômica causada pela pandemia da Covid-19 vai fazer o consumidor gastar menos na compra de presentes e lembranças, na comparação com 2019.

Esta é a perspectiva da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul – FCDL-RS para o Dia dos Namorados, celebrado em 12 de junho. É a primeira data de relevância para o varejo gaúcho após a reabertura do comércio em nível estadual e os lojistas podem aproveitar a ocasião para buscar reaquecer as vendas, tão prejudicadas ao longo de março, abril e boa parte de maio. Mesmo assim, projetar algum percentual comparativo em relação a mesma data de 2019 fica muito difícil diante da inusitada situação mundial.

– Ainda que os consumidores tenham sofrido redução em seu poder de consumo nos últimos meses, em função do cenário que vivemos no Rio Grande do Sul, no Brasil e no mundo, podemos observar que existe o desejo dos namorados de se presentearem no dia 12 de junho. A FCDL-RS acredita que este é um momento que pode representar uma retomada nas vendas do varejo gaúcho. É fundamental que o atendimento tenha a qualidade de sempre, acrescido de todos os cuidados de saúde e higiene preconizados pelas autoridades – ressalta o presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch.

No que diz respeito aos presentes que deverão ser os mais procurados pelos casais enamorados, a concentração maior ficará nos artigos de vestuário, calçados, perfumes, cosméticos, flores e eletroeletrônicos, sendo que os produtos com promoções impactantes devam atrair a atenção dos consumidores.

No que se refere as formas de pagamento, os consumidores deverão optar por quitarem à vista o que comprarem, uma vez que os juros do cartão de crédito e do cheque especial continuam elevados. Atualmente, a melhor alternativa de crédito ao consumidor é o parcelamento da própria loja, que deverá estar protegida contra a inadimplência através do uso do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/06/2020 0 Comentários 540 Visualizações
Variedades

FCDL-RS considera positiva a volta do funcionamento de provadores em lojas de rua

Por Gabrielle Pacheco 04/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

A portaria publicada pelo governo estadual na terça-feira, 2, alterando os requisitos necessários para a abertura de estabelecimentos comerciais de rua no Estado trouxe como ponto positivo a liberação do uso dos provadores de roupas. Esta é a avaliação do presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul – FCDL-RS, Vitor Augusto Koch, que destaca a importância do consumidor poder experimentar o produto que deseja comprar, fato que, na maioria dos casos, impedia a consumação da venda.

“A flexibilização que o governo estadual fez em relação a prova de roupas e calçados no interior das lojas, após o devido processo de higienização, é muito importante, pois isso possibilita que o cliente faça a escolha do produto certo e conclua a sua compra com toda satisfação. Para os lojistas, que estão enfrentando um período de grandes baixas nas vendas, é mais um passo dado na busca pela retomada”, afirma Vitor Augusto Koch.

A portaria governamental, que por enquanto permite o uso dos provadores nas lojas de rua, estabelece que os comerciantes devem observar, semanalmente, a bandeira estabelecida para a sua região, conforme o Modelo de Distanciamento Controlado. Assim, precisam limitar o número de clientes dentro do estabelecimento de acordo com as regras do modelo, informando o número máximo de pessoas permitido, para evitar aglomerações.

Os clientes, antes de manusearem roupas ou produtos de mostruário, devem higienizar as mãos com álcool gel. Além disso, se o estabelecimento optar por reabrir o provador, os clientes deverão permanecer de máscara e não será permitida a prova de peças que entrem em contato com o rosto, como camisetas e blusas.

O texto determina, também, a higienização das roupas após a prova ou a devolução pelo cliente. O documento recomenda a utilização de passadeira a vapor, dispositivo de higienização ultravioleta ou um período mínimo de arejamento de 48 a 72 horas. As lojas de cosméticos e perfumaria, seguem proibidas de disponibilizarem os produtos de mostruários, como batons, perfumes e cremes, para a prova do cliente.

A portaria já está em vigor e tem vigência limitada ao período em que durar o estado de calamidade pública em razão da pandemia.

A Secretaria Estadual da Saúde já avisou que nos próximos dias deverá publicar portaria exclusiva para viabilizar o uso dos provadores nas lojas localizadas em shopping centers e centros comerciais, medida que a FCDL-RS também vê como muito salutar.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/06/2020 0 Comentários 477 Visualizações
Business

FCDL-RS busca alternativas, junto ao Governo do Estado, para dar novo fôlego ao varejo gaúcho

Por Gabrielle Pacheco 03/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

Em reunião com o secretário estadual de Governança e Gestão Estratégica, Claudio Gastal, na tarde de quarta-feira, 3, o presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul – FCDL-RS, Vitor Augusto Koch, encaminhou uma série de demandas que buscam dar fôlego aos varejistas gaúchos, tão afetados pela crise econômica gerada em função da pandemia da Covid-19.

O presidente da FCDL-RS destacou ao secretário Claudio Gastal a sua preocupação com a sustentabilidade econômica de milhares de empresas varejistas no Rio Grande do Sul e a manutenção dos milhares de postos de trabalho gerados por elas. Diante disso, Vitor Augusto Koch solicitou que o Governo do Estado estude a viabilização de uma linha de crédito especial para os lojistas, com carência no prazo de pagamento, a fim de que os empreendimentos possam ter fluxo de caixa e condições de cumprir com os compromissos com fornecedores, colaboradores e pagar tributos.

No que se refere a tributos, Vitor Augusto Koch também pediu que o secretário encaminhe ao governador Eduardo Leite o pleito para que seja estudada a possibilidade de parcelamento do ICMS devido pela empresas, com juros baixos.

O presidente da FCDL-RS ainda solicitou que o teto de faturamento das empresas enquadradas no Simples Gaúcho, que hoje é R$ 3,6 milhões, seja igualado ao teto do Simples Nacional, que é R$ 4,8 milhões, medida que ele considera de grande importância para que aos empreendimentos de micro e pequeno porte possam projetar um crescimento futuro.

“São medidas que, certamente, podem ajudar os lojistas não apenas a garantir a sua sustentabilidade, mas, também, projetar a perspectiva de crescimento futuro, uma vez que 87% das lojas do Rio Grande do Sul são de micro e pequeno porte, com até 9 funcionários, responsáveis pela geração de 209.338 empregos diretos. Esses empreendimentos precisam do respaldo do governo gaúcho para seguirem com suas portas abertas, criando postos de trabalho e renda”, destacou Vitor Augusto Koch.

O secretário Claudio Gastal elogiou a iniciativa do presidente da FCDL-RS e adiantou que levará os pleitos dos lojistas gaúchos ao governador Eduardo Leite. Disse, ainda, que o governo vai buscar ajudar os varejistas no que for possível, diante do atual cenário.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/06/2020 0 Comentários 429 Visualizações
Business

CDL Santa Cruz recebe Junta Governativa da FCDL-RS

Por Gabrielle Pacheco 13/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

A CDL Santa Cruz recebeu durante sua reunião de diretoria na tarde desta terça-feira, 12, a Junta Governativa da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande Sul (FCDL-RS). A Junta, que tomou posse em março, veio posicionar a entidade santa-cruzense a respeito do panorama da federação e das ações dos lojistas em nível de Estado.

Segundo o vice-presidente da CDL, Ricardo Fernando Bartz,  o encontro foi positivo e serviu para estreitar laços com a entidade, em especial troca de ideias relativas ao atual panorama do comércio local e estadual.

A Junta Governativa é composta por Marcio Farias Martins, presidente licenciado da CDL Santa Cruz; Aljaci de Brito, da CDL São Gabriel; e Cladimir Coppini, da CDL Campinas do Sul.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/05/2020 0 Comentários 444 Visualizações
Variedades

FCDL vê reabertura gradual como alternativa para ajudar nas vendas para o Dia das Mães

Por Gabrielle Pacheco 05/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

O mês de maio é, tradicionalmente, o melhor período para vendas do varejo gaúcho no primeiro semestre do ano, muito em função da celebração do Dia das Mães. Em 2020, no entanto, a pandemia global da Covid-19 não vai permitir que isso aconteça.

Embora não existam parâmetros para avaliar a queda nas vendas na comparação com o mesmo período de 2019, pelo ineditismo da situação, é fato que isso vai acontecer.

Por isso, até que exista a normalização da atividade de todos os segmentos do setor produtivo, a Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul – FCDL-RS entende que o resultado das vendas de cada mês e data comemorativa será analisado sob a ótica de dois parâmetros básicos, o percentual de lojas abertas e os efeitos derivados dos estabelecimentos fechados em matéria de geração e circulação de renda.

Com lojas abertas em quase todos os municípios do Rio Grande do Sul, exceção as que se encontram em 99 cidades das regiões de Passo Fundo e Lajeado, por determinação dos critérios estabelecidos pelo governo estadual, é possível esperar que se inicie uma reação positiva nas vendas por conta do apelo emocional do Dia das Mães. Ainda assim, neste momento, quantificar algum resultado seria precipitado, visto que não existem dados confiáveis sobre os danos causados ao ambiente econômico pela política de isolamento social iniciada em março. 

A FCDL-RS realizou, no mês passado, pesquisa junto a sua base lojista, estimando, a partir das respostas obtidas, uma queda do emprego no varejo da ordem de 44,5 mil vagas e o fechamento de 6,5 mil lojas entre 15 de março e 15 de abril.

Aos lojistas que conseguirem trabalhar neste início de maio, a FCDL-RS recomenda fortemente o uso de promoções, sempre associadas ao uso do SPC, quando se tratar de vendas à prazo por crédito próprio, lembrando que estamos diante de uma forte escalada da inadimplência por conta do abruto recuo da circulação de renda na economia gaúcha.

A prioridade da FCDL-RS, neste momento, é viabilizar um futuro melhor para os lojistas. Por isso, a Federação mantém seu posicionamento de que a economia, especialmente o comércio, não pode parar. O uso obrigatório de máscaras, de procedimentos de higiene e ocupação racional de espaços, caso obedecidos, tem, segundo os especialistas, o poder de reduzir as chances de contaminação da Covid-19 para níveis muito baixos.

A entidade acredita que é este o caminho a ser seguido para evitar um caos econômico ainda maior, que pode levar a sociedade gaúcha a um empobrecimento de patamares inéditos e de difícil recuperação no curto e médio prazos. É preciso restabelecer as atividades produtivas o quanto antes, sempre respeitando as diretrizes voltadas à mitigação de riscos de contaminação pela Covid-19.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/05/2020 0 Comentários 388 Visualizações
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