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Cidades

Exposição na Estação Campos de Canella apresenta finalistas de prêmio de arquitetura

Por Jonathan da Silva 21/11/2025
Por Jonathan da Silva

A Estação Campos de Canella, conhecida como Rua Coberta de Canela, recebe até 22 de novembro uma exposição com fotos dos projetos finalistas do 2º Prêmio de Arquitetura de Gramado e Canela, promovido pela Planta. A mostra reúne trabalhos de profissionais e escritórios das duas cidades da serra gaúcha, selecionados para a edição 2025 da premiação, que busca reconhecer propostas arquitetônicas e valorizar a arquitetura como expressão cultural.

A edição deste ano conta com 20 projetos concorrentes, sendo 10 de Gramado e 10 de Canela. O público pode conferir as imagens das obras e participar da votação online, que permanece aberta em docs.google.com/forms/d/1JQsyk2kCnl3Nt5y7-WLPGqlFE0A84VS1QRr4tU4JXOM/preview.

Premiação e agenda

Os vencedores serão divulgados no dia 24 de novembro pela Planta. A cerimônia oficial ocorrerá em 3 de dezembro, durante jantar no Espaço de Eventos do Parque Tomasini. O prêmio tem apoio institucional do Sinduscon-RS e do IAB-RH e conta com patrocínios Ouro, Prata e Bronze de empresas do setor.

Local da exposição

A Estação Campos de Canella está localizada no Largo Benito Urbani, nº 77, no Centro da cidade. O espaço é um complexo turístico que reúne gastronomia, comércio, cultura e entretenimento.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/11/2025 0 Comentários 145 Visualizações
Cultura

Exposição fotográfica na Câmara de Gramado destaca identidade gaúcha

Por Jonathan da Silva 21/11/2025
Por Jonathan da Silva

A exposição “Olhares por Leonid Streliaev” será atração na Câmara de Vereadores de Gramado até o dia 28 de novembro, na Galeria de Artes Maria Helena Drechsler, no saguão do legislativo gramadense. Aberta nesta quarta-feira (19), a mostra reúne imagens produzidas pelo fotógrafo gramadense Leonid Streliaev em diferentes regiões do Rio Grande do Sul, registrando paisagens e aspectos culturais do estado como forma de valorizar sua diversidade.

Streliaev percorreu o estado de extremo a extremo para compor o acervo exibido. As fotografias mostram cenários que vão do litoral aos pampas, passando por localidades rurais e urbanas que evidenciam elementos culturais e históricos do Rio Grande do Sul. As imagens destacam características geográficas e sociais do território.

Diversidade representada

A exposição apresenta registros relacionados às diferentes correntes migratórias que compõem a formação do estado, entre povos originários, população negra e grupos europeus e pampeanos. As fotos buscam ilustrar a pluralidade humana, cultural e ambiental que caracteriza o Rio Grande do Sul.

Visitação aberta ao público

A mostra pode ser visitada entre 19 e 28 de novembro, de segunda a sexta-feira, das 7h50min às 11h50min e das 13h às 17h, no saguão da Câmara de Gramado. A instituição afirma que iniciativas do gênero integram sua proposta de promover projetos culturais voltados à memória e à identidade regional.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/11/2025 0 Comentários 145 Visualizações
Cultura

Abertura de exposição reúne jovens artistas na Casa CDL

Por Jonathan da Silva 14/11/2025
Por Jonathan da Silva

A Casa CDL de Novo Hamburgo abriu oficialmente a exposição coletiva “Multiplicidade Amarela: Fragmentos da Subjetividade”, que reúne alunos e egressos do curso de Artes Visuais em uma mostra organizada pelo Diretório Acadêmico e com curadoria das estudantes Ana Clara Dieter, Ariadny Lima e Fernanda Nielsen. A abertura ocorreu na noite desta quinta-feira (13) na sede da CDL-NH, na Rua Domingos de Almeida, e marcou o início do período de visitação, que segue até 4 de dezembro. A iniciativa busca ampliar o espaço de criação e expressão para jovens artistas.

O diretor de Cultura da CDL-NH, Rodrigo Duarte, deu início ao evento ressaltando a importância da Casa CDL como espaço cultural. “É uma alegria receber todos vocês aqui, ainda mais agora, quando celebramos o recente tombamento da Casa CDL. Cada nova exposição reforça o papel cultural deste espaço e o sentido de preservarmos sua história”, afirmou Duarte durante a abertura.

Artistas participantes

A exposição conta com obras dos artistas Amanda Noé, Ariadny Lima, Bactéria, Camila Marques, Dune, Faun Antunes, Felipe Xavier, Fernanda Nielsen, Lau, Liv, Loloviz, Lorena Toniolo, Márcia Porto, Nico, Pietra Cooper e Victor Hugo. Os trabalhos apresentam variadas linguagens e propostas estéticas, conectando diferentes olhares e processos criativos.

Em sua fala, a curadora Fernanda Nielsen destacou o acolhimento ao projeto e o significado coletivo da iniciativa. “A Casa CDL nos recebeu com uma receptividade incrível. Parabenizo todos os artistas que toparam participar. Estamos nessa luta pela valorização da arte e nós, artistas, tentamos mantê-la viva, nem que seja em uma singela exposição. Gostaríamos muito de voltar, porque a Casa é linda e muito bem estruturada”, afirmou Fernanda.

Proposta conceitual

Inspirada pela pergunta “O que te vem à mente quando pensas no amarelo?”, a mostra propõe uma reflexão sobre a cor como metáfora da vida, da luz e da multiplicidade humana. A escolha da cor dialoga com a ideia de unimultiplicidade, conceito que associa o coletivo ao singular, e cada obra integra o conjunto como um fragmento de pensamento que compõe um mosaico de subjetividades.

Foto: Stephany Foscarini/Divulgação | Fonte: Assessoria
14/11/2025 0 Comentários 163 Visualizações
Variedades

Exposição sobre inteligência artificial e humanidade chega a Nova Petrópolis

Por Jonathan da Silva 12/11/2025
Por Jonathan da Silva

A exposição interativa UMI – Universum Mensch und Intelligenz (Universo, Homem e Inteligência) será inaugurada nesta quarta-feira, 12 de novembro, às 16h, no Espaço Mais Cultura Renato Urbano Seibt, em Nova Petrópolis. A mostra internacional, fruto de uma parceria entre o Goethe-Institut e a Sociedade Max Planck, convida o público a refletir sobre as relações entre ciência, humanidade e o avanço da inteligência artificial.

Após turnê por países da Europa e da Ásia, além de passagens por Rio de Janeiro, São Paulo e Blumenau, a UMI tem como foco principal, em Nova Petrópolis, o público escolar. A partir de segunda-feira, 17 de novembro, a visitação será aberta para turmas de escolas da região. Escolas de Nova Petrópolis poderão participar das 8h às 10h e das 14h às 16h, enquanto as demais — de Ivoti, Picada Café e Feliz — terão horários das 8h às 11h e das 14h às 17h.

Segundo a organização, o evento é especialmente voltado a professores e coordenadores interessados em proporcionar aos alunos uma experiência educativa e interativa sobre o futuro da tecnologia e seu impacto na sociedade. As visitas podem ser agendadas pelo WhatsApp (54) 98424-2212, com a professora Célia Heylmann.

Interação e reflexão

A proposta da UMI vai além da apresentação de tecnologias. Por meio de módulos interativos, a mostra incentiva conexões criativas entre linguagem, ciência e arte, promovendo questionamentos sobre como a inteligência artificial influencia a maneira como compreendemos e moldamos o mundo ao nosso redor.

Parceria internacional

A exposição é um projeto do Goethe-Institut em parceria com a Sociedade Max Planck. A iniciativa busca aproximar o público de temas contemporâneos ligados à ciência e à ética tecnológica, destacando a intersecção entre a inteligência humana e a artificial.

Quem são as instituições realizadoras

O Goethe-Institut é o instituto cultural da República Federal da Alemanha, com atuação mundial voltada à promoção da língua alemã e à cooperação cultural internacional. Já a Sociedade Max Planck é uma das mais importantes organizações de pesquisa científica do mundo, com sede na Alemanha, dedicada à pesquisa básica em diversas áreas do conhecimento, incluindo ciências naturais, ciências da vida, ciências sociais e humanidades.

Foto: Goethe-Institut/Divulgação | Fonte: Assessoria
12/11/2025 0 Comentários 170 Visualizações
Cultura

Sicredi Pioneira promove mostra do artista Jeferson Hoffmann em Canela

Por Jonathan da Silva 30/10/2025
Por Jonathan da Silva

A Sicredi Pioneira promove, de 3 a 12 de novembro, a exposição “Jeferson Hoffmann” no Espaço Sicredi Canela, com entrada gratuita. A mostra reúne obras do artista gaúcho de Nova Petrópolis, conhecido por pintar com a boca, e tem como objetivo valorizar talentos regionais e fortalecer o papel do espaço como ambiente de convivência, cultura e desenvolvimento comunitário.

Aberta ao público, a exposição funciona em formato autoguiado e poderá ser visitada durante o horário de atendimento do espaço. A programação inclui um vernissage na segunda-feira, 3 de novembro, às 19h, com a presença do artista, de sua família e da professora Marta Buhs, que o acompanha no processo criativo. O evento contará com bate-papo e demonstrações ao vivo, mediante inscrição prévia.

Quem é Jeferson Hoffmann

Jeferson Hoffmann começou a pintar aos 12 anos. Sem movimentos no tronco, pernas e braços, ele utiliza a boca para segurar o pincel e expressar sua arte. Hoje, é o único gaúcho integrante da Associação dos Pintores com a Boca e os Pés, organização que reúne mais de 800 artistas em 75 países. Especialista em óleo sobre tela, o pintor já produziu mais de mil obras, muitas delas enviadas à sede da associação, na Suíça, para seleção e confecção de cartões. A ligação com a Sicredi Pioneira é antiga — a família Hoffmann é associada desde a década de 1990.

Serviço

  • O quê: Exposição Artística de Jeferson Hoffmann
  • Quando: de 3 a 12 de novembro, de segunda a sexta-feira, das 9h às 16h
  • Onde: Espaço Sicredi Canela (Rua Felisberto Soares, 159, sala 02 – Centro)
  • Quanto: entrada gratuita
  • Vernissage: 3 de novembro, às 19h (inscrições em forms.office.com/r/wpzKFgbN0c)
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/10/2025 0 Comentários 147 Visualizações
Cultura

Exposição “T E M P O” é aberta e permanece até novembro em Novo Hamburgo

Por Jonathan da Silva 14/10/2025
Por Jonathan da Silva

A abertura da exposição “T E M P O”, criada pelos arquitetos Airton Cattani e Ana Cattani, foi realizada na noite de quinta-feira (9), na Casa CDL, em Novo Hamburgo. Disponível para visitação gratuita até o dia 6 de novembro, a mostra reúne 101 fotografias de mãos de pessoas com idades entre 0 e 100 anos, em uma reflexão sobre a passagem da vida e as marcas deixadas pelo tempo.

A curadora da exposição, Maristela Salvatori, descreve a proposta como uma representação da trajetória humana. “Nas imagens de mãos, toda uma vida, da vida que inicia à vida que finda, passando por seus múltiplos meios”, define Maristela. As fotografias, sem identificação além das iniciais e idades, revelam gestos, histórias e singularidades: unhas pintadas, anéis, pulseiras, tatuagens e cicatrizes que traduzem, na pele, o tempo vivido.

Airton Cattani explica que o tema busca provocar uma percepção sensível sobre o passar dos dias. “Esta sucessão de acontecimentos que chamamos tempo pode ser percebida de inúmeras maneiras: pelas folhas que caem, pelas nuvens que passam, pelos rios que correm. Mas as marcas da passagem do tempo também podem estar muito próximas, em nosso próprio corpo”, reflete o arquiteto e autor da obra.

Para Ana Cattani, a proposta da mostra é apresentar o tempo de forma autêntica e sem intervenções. “É uma exposição com fotos, não de fotos. Não há edição, não há aprimoramento. Fotografamos as duas mãos e escolhemos a mais adequada”, afirma a também autora da mostra.

Espaço de arte e memória

A abertura contou com a presença do diretor de Cultura da Câmara de Dirigentes Lojistas de Novo Hamburgo (CDL-NH), Rodrigo Duarte, que destacou o simbolismo do evento. “É uma honra receber uma exposição tão significativa, que une sensibilidade e reflexão, e reforça o papel da Casa como espaço de arte e memória”, expressou Duarte. O presidente da CDL-NH, Leonardo Lessa, também acompanhou o evento.

Airton Cattani agradeceu a oportunidade de expor no local, ressaltando a relevância do espaço cultural para a cidade.

Serviço

  • O quê: Exposição fotográfica “T E M P O”, de Ana e Airton Cattani, com 101 fotografias em preto e branco de mãos humanas de pessoas de 0 a 100 anos, organizadas cronologicamente, propondo uma reflexão sobre a passagem do tempo e suas marcas
  • Quando: Abertura na quarta-feira, 9 de outubro, às 19h; visitação até 6 de novembro, de segunda a sexta-feira, durante o horário de funcionamento da Casa CDL
  • Onde: Casa CDL — Rua Domingos de Almeida, 708, Centro, Novo Hamburgo
  • Quanto: Entrada gratuita
Foto: Stephany Foscarini/Divulgação | Fonte: Assessoria
14/10/2025 0 Comentários 252 Visualizações
Cultura

Exposição “T E M P O” tem abertura nesta quinta na Casa CDL em Novo Hamburgo

Por Jonathan da Silva 09/10/2025
Por Jonathan da Silva

A exposição fotográfica “T E M P O”, dos arquitetos Ana Cattani e Airton Cattani, tem sua abertura oficial na Casa CDL de Novo Hamburgo nesta quinta-feira, 9 de outubro, às 19h, por onde permanece até 6 de novembro, com entrada gratuita. A mostra reúne 101 fotografias em preto e branco de mãos humanas de pessoas de zero a cem anos de idade, organizadas em ordem cronológica. A proposta é convidar o visitante a refletir sobre a passagem do tempo a partir do corpo e das marcas que a vida imprime.

Iniciado em 2022, o projeto levou os autores a fotografar centenas de mãos em diferentes idades, gêneros e contextos. As imagens foram captadas sob as mesmas condições de luz e ambiente, revelando detalhes como cicatrizes, tatuagens, joias e marcas de trabalho, e incluídas em um livro publicado pelo casal. “São 101 fotografias, e elas mostram fotografias de mãos de pessoas, desde um recém-nascido até uma pessoa com 100 anos. E com isso a gente consegue ver a passagem do tempo. Por isso que a exposição não se chama Mãos, pois, na verdade é uma reflexão sobre o tempo, sobre o que o tempo faz com a mão das pessoas”, explica o professor Airton Cattani.

Segundo o organizador da mostra, a ideia surgiu em uma conversa com a esposa e parceira de trabalho, a arquiteta Ana Cattani. “A ideia surgiu de uma conversa que a gente estava tendo sobre o tempo. O tempo passa. Depois de uma certa idade, o tempo adquire outra relevância na vida das pessoas. Os jovens estão um pouco ligando para o tempo. Tempo para a festa, trabalho, educação e tudo mais. E em uma certa idade, o tempo começa a adquirir um caráter um pouco diferente”, pondera o arquiteto.

Por que as mãos?

De acordo com Cattani, o ponto de partida para a obra foi buscar uma forma de representar visualmente a passagem do tempo. “Nós começamos a pensar como é que a gente poderia representar o tempo. Ah, o tempo é representado pelos relógios, calendários, pelas estações do ano… Enfim, vários recursos são usados geralmente para mostrar essa passagem do tempo. E nos ocorreu que as mãos estão sempre expostas, são muito registradas nessa passagem”, conta o organizador da mostra.

A partir disso, o casal montou um pequeno estúdio fotográfico transportável para garantir uniformidade entre as fotografias realizadas. “Ele tinha sempre o mesmo fundo, sempre as mesmas condições de iluminação, onde eram fotografadas as mãos escolhidas. Sem muitos critérios, além do critério tecnológico. Enfim, tem homens, tem mulheres, tem pessoas brancas, pessoas pretas. Enfim, tem de tudo um pouco”, detalha Cattani.

O organizador observa ainda como o tempo atua sobre a aparência das mãos de forma sutil e simbólica. “É engraçado também que a expressão das mãos é muito homogênea nos primeiros anos da vida. Eu não consigo dizer se é um menino ou uma menina em um, dois, três anos. Aí, a partir de uma certa idade, não. Você quer uma mão de uma menina, de um menino, de um homem, de uma mulher. E no final da vida, também, elas ficam indistintas. Não se percebe muito bem as diferenças”, pondera o artista.

Viagem no tempo

As fotografias, todas em preto e branco, foram organizadas de forma a criar uma narrativa contínua. “No dia da primeira montagem, elas aconteceram na sequência que a gente imagina. Foi emocionante. A gente passa a perceber ou tentar se encontrar nesse conjunto de 101 mãos, onde é que estaria a minha mão. Está nos 10, nos 20, nos 30, nos 40. A gente vê como uma espécie de cronograma da vida”, conta o artista.

A gente vê como uma espécie de cronograma da vida”, enfatiza Airton Cattani.

O artista vê sentido também na relação entre a sequência das imagens e o número de fotografias. “Estabelecemos 100 anos por ser uma data redonda. Teria que ter um limite. 101 é um número primo. Ela se adapta, digamos assim, a vários lugares”, pontua Cattani.

Superando desafios

O autor recorda ainda que as primeiras etapas do trabalho foram realizadas ainda sob os efeitos da pandemia de Covid-19, o que trouxe dificuldades específicas. “Eu tinha que ir com máscara, era o finalzinho da pandemia, e eu tive algumas recusas em função disso. Quando faltavam as pessoas mais idosas, fui ao Asilo Padre Cacique, um um lugar que várias pessoas iam. E aí me recomendaram: ‘olha, não é muito bom, porque a gente está evitando contato’”, relembra Cattani.

Em outros casos, o artista precisou lidar com resistência e desconfiança. “Eu estive em contato com um colégio de freiras, e tive uma recusa, porque de repente chega um maluco no local que vai querer pegar a nossa alma ou pegar a nossa senha bancária”, brinca o artista ao recordar a passagem.

Mesmo com os desafios, a sequência com fotografias de todas as idades entre 0 a 100 foi completada. “Algumas fotos foram tomadas em condições muito tensas. Por exemplo, um bebê recém-nascido: os pais todos cuidadosos e a criança se mexe, não tem como segurar muito a mão. E a pessoa de 100 anos também. Foi muito tenso porque ela já não estava mais no domínio das suas faculdades mentais, então ela não estava entendendo o que estava acontecendo. Eu sei que eu suava em bicas”, conta Cattani.

Emoção com o resultado final

Para o artista, o resultado final do trabalho superou a expectativa inicial. “É muito bom de ver o resultado. Nós tínhamos uma percepção das fotos separadas. A foto de um, a foto de outro. No dia da primeira montagem, elas aconteceram na sequência que a gente imagina. Foi emocionante”, conta Cattani.

A montagem, segundo o arquiteto, desperta uma reação emocional e reflexiva no público. “Algumas pessoas ficaram emocionadas com as fotos. A gente passa a perceber a velocidade da vida. As mãos vão trocando de uma maneira relativamente lenta. Daí a ideia começa a acelerar. É a própria vida. Velocidade total. E ao final, volta a ficar mais lenta”, analisa o autor.

Entre o pessoal e o coletivo

Airton Cattani

Para Airton Cattani, o projeto é também um registro de memórias afetivas. “Minhas filhas e minha neta estão na exposição. Minha neta Antônia, que nasceu no ano passado, está lá na primeira foto, ela com os pais e a pulseirinha do hospital”, conta o autor.

No entanto, as fotografias não identificam os retratados. “Elas são apresentadas de forma anônima, apenas com as iniciais acompanhadas do numeral da idade. XY39, por exemplo. É uma questão de direito autoral, privacidade”, pondera o artista.

Cattani conta ainda que as pessoas retratadas vêm de cidades como Porto Alegre, Osório e Garibaldi. “Por uma questão de acessibilidade, fizemos em Porto Alegre, onde moramos, em Osório, onde temos parentes, e Garibaldi, onde eu tenho parentes também. Essas três cidades, praticamente”, detalha o autor.

A jornada da obra

A mostra “T E M P O” já foi exibida em Porto Alegre, Caxias do Sul, Bento Gonçalves, Pelotas e Maringá, e chega agora a Novo Hamburgo. “Ela tem um caráter itinerante. Não é qualquer espaço que comporta, porque é uma exposição longa, precisa de 30 metros de parede. A Casa CDL tem um espaço compartimentado, mas permite dividir o percurso e manter o caminho cronológico. Tem um caminho recomendado, um caminho cronológico, porque daí tu entende mais facilmente o processo todo”, explica Cattani.

Essa exposição procura sensibilizar para um determinado aspecto da vida: A passagem do tempo – o aspecto das mãos e a vida que se revela nelas”, conclui Airton Cattani.

Inclusão e acessibilidade

Além das fotografias e de um vídeo especial preparado, a mostra busca incluir diferentes públicos. “Tem um vídeo em Libras também que nós vamos colocar, que é uma pessoa que faz leitura, intérprete de Libras, e ela lê o texto da curadora, que é a Maristela Salvatori. E a obra vai ser acompanhada também de moldes em gesso de mãos para pessoas que eventualmente não enxergam e possam tocar as mãos de uma criança, de um jovem, de um adulto”, detalha Cattani.

Serviço

A exposição “T E M P O” pode ser visitada na Casa CDL, na Rua Domingos de Almeida, 708, no Centro de Novo Hamburgo, até 6 de novembro, com entrada gratuita. Mais detalhes e vídeos sobre o projeto estão disponíveis em marcavisual.com.br/tempo e vimeo.com/765067284.

  • O quê: Exposição fotográfica “T E M P O”, de Ana e Airton Cattani, com 101 fotografias em preto e branco de mãos humanas de pessoas de 0 a 100 anos, organizadas cronologicamente, propondo uma reflexão sobre a passagem do tempo e suas marcas
  • Quando: Abertura na quarta-feira, 9 de outubro, às 19h; visitação até 6 de novembro, de segunda a sexta-feira, durante o horário de funcionamento da Casa CDL
  • Onde: Casa CDL — Rua Domingos de Almeida, 708, Centro, Novo Hamburgo
  • Quanto: Entrada gratuita
Fotos: CDL-NH/Divulgação e Jonathan da Silva/Expansão
09/10/2025 1 Comentário 215 Visualizações
Variedades

Casa das Artes de Novo Hamburgo recebe exposição sobre violência doméstica

Por Jonathan da Silva 07/10/2025
Por Jonathan da Silva

Nos dias 9 e 10 de outubro, a Casa das Artes de Novo Hamburgo recebe a casa-exposição “Nem Tão Doce Lar”, uma mostra itinerante e interativa que busca promover a reflexão sobre a violência doméstica e familiar. A iniciativa leva ao espaço público a representação de uma casa com pistas que denunciam diferentes formas de violência sofridas por mulheres, crianças, adolescentes, pessoas idosas, pessoas com deficiência e integrantes da comunidade LGBTQIAPN+.

Aberta ao público de forma gratuita, a exposição pode ser visitada individualmente ou em grupos. Na quinta-feira, dia 9, o horário de visitação será das 13h às 17h, e na sexta-feira, 10, das 9h às 17h. O público prioritário são estudantes a partir da 5ª série do ensino fundamental e ensino médio, além de educadores, grupos de mulheres, coletivos e a população em geral.

Durante o percurso pelos cômodos da casa, os visitantes são convidados a identificar pistas que revelam situações de violência e, ao final, participam de uma roda de conversa para compartilhar percepções e esclarecer dúvidas. O espaço também traz informações sobre os diversos tipos de violência que podem ocorrer no ambiente doméstico, estimulando o reconhecimento das situações e o incentivo à denúncia.

Formação e rede de apoio

Além da exposição, a programação inclui uma Oficina de Formação no dia 8 de outubro, voltada a integrantes da rede de proteção, de equipamentos públicos e de organizações da sociedade civil. O objetivo é fortalecer o trabalho coletivo de enfrentamento à violência doméstica em Novo Hamburgo e na região.

A iniciativa é promovida pela Fundação Luterana de Diaconia (FLD), em parceria local com a Associação Beneficente Floresta Imperial (Abefi), Abrigo Beija-Flor e Abrigo Morada de Gigantes, com o apoio da Prefeitura, por meio das secretarias de Cultura, Educação, Saúde e Desenvolvimento Social e Habitação. Também colaboram o programa Restaura NH, da Secretaria de Segurança Pública, o Juizado da Infância e da Juventude, o Juizado da Violência Doméstica, o Conselho Tutelar, o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA) e o Fórum dos Conselhos.

Nem Tão Doce Lar

A exposição Nem Tão Doce Lar foi criada em 2006, mesmo ano de promulgação da Lei Maria da Penha, e inspirada na mostra alemã Rua das Rosas, idealizada pela antropóloga Uma Hombrecher com apoio da agência Pão para o Mundo (PPM). Desde então, a proposta foi adaptada ao contexto brasileiro e vem percorrendo diversas cidades do país. Em 2025, já esteve em Agudo, Pelotas e Portão, no Rio Grande do Sul, e em Colatina e Linhares, no Espírito Santo.

Em 2024, a FLD recebeu o Prêmio Apergs de Direitos Humanos Procurador Jacques Alfonsin, concedido pela Associação dos Procuradores do Estado do Rio Grande do Sul, pelo trabalho “Política de Justiça de Gênero – Nem Tão Doce Lar”.

Serviço

  • O quê: Exposição Nem Tão Doce Lar
  • Quando: 9 de outubro, das 13h às 17h, e 10 de outubro, das 9h às 17h
  • Onde: Casa das Artes de Novo Hamburgo (Avenida 1º de Março, 59 – Centro)
  • Quanto: Gratuito
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/10/2025 0 Comentários 251 Visualizações
Cultura

Exposição em Canela apresenta coleção de caixinhas de fósforo de 40 anos

Por Jonathan da Silva 30/09/2025
Por Jonathan da Silva

Canela recebe até o dia 19 de outubro a exposição “Caixinhas do Mundo”, que reúne mais de seis mil caixinhas de fósforo de diferentes países. O evento acontece no Departamento Municipal de Cultura, na Rua Danton Corrêa da Silva, 746, com entrada gratuita. As peças foram coletadas ao longo de quatro décadas pelo filumenista Manú Gonçalves, que dedicou sua vida à prática do colecionismo desse tipo de item.

As caixinhas em exibição foram reunidas não apenas pelo próprio colecionador, mas também por amigos que, em viagens, traziam exemplares como presente. A curadoria da mostra é assinada por Gabriel Gonçalves, filho de Manú, que organizou o material para apresentar ao público.

Segundo a diretora de Cultura de Canela, Sabrina Sá, a diversidade das peças amplia o caráter cultural da exposição. “São centenas de caixinhas bem diferentes de vários lugares do mundo, então é uma experiência que mistura história, arte, design e memória afetiva”, afirma Sabrina.

Temas e inspirações das peças

A coleção vai além do simples objeto utilitário. Entre os itens, é possível encontrar exemplares inspirados em artistas, pontos turísticos e acontecimentos contemporâneos, evidenciando como as caixinhas de fósforo também se tornaram um suporte cultural e criativo.

Serviço

  • O quê: Exposição “Caixinhas do Mundo”
  • Quando: Até 19 de outubro, de segunda a sexta-feira, das 8h às 11h e das 13h às 17h
  • Onde: Departamento Municipal de Cultura – Rua Danton Corrêa da Silva, 746, Canela – RS
  • Quanto: Entrada gratuita
  • Apoio: Fiat Lux
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/09/2025 0 Comentários 188 Visualizações
Cultura

Exposição em Hamburgo Velho celebra os dez anos da Simples Assim

Por Jonathan da Silva 26/09/2025
Por Jonathan da Silva

A produtora cultural Simples Assim está completando dez anos de trajetória e marca a data com a exposição Essência que Move, que ficará aberta ao público de 1º a 31 de outubro de 2025, no Museu Comunitário Casa Schmitt-Presser, localizado no bairro Hamburgo Velho, em Novo Hamburgo. O lançamento oficial será realizado na próxima segunda-feira, dia 29 de setembro, e a visitação será gratuita.

A exposição reúne dez obras de dez artistas, muitas delas criadas especialmente para o projeto, em formatos A3 e telas 30×40. As criações partem de uma mesma reflexão: a transformação do ser humano e do mundo pela arte. O resultado é um mosaico de diferentes estilos e técnicas.

Participação de artistas renomados

Entre os nomes confirmados estão o chargista Santiago, artista de projeção internacional com passagens por jornais e revistas da Europa, América Latina e Japão, e a hamburguense Raquel da Silva, ilustradora premiada pela JCI em São Paulo com o Prêmio TOYP. Também participam Alexandre Reider, Ariadne Decker, Beto Soares, Gabrieli Maidana, João Pedro Krech, Lorena Toniolo, Marciano Schmitz e Vergilio Lopes.

Manifesto artístico e comunitário

Segundo o diretor da Simples Assim, Daniel Henz, a proposta vai além da celebração. “Gostaríamos que a comemoração tivesse uma entrega efetiva e afetiva para a nossa cidade, que fosse algo compartilhado com a comunidade. E essa ideia está traduzida na exposição”, afirmou Henz.

O projeto conta com apoio da Sociedade de Amigos da Fundação Scheffel. Para a produtora, a iniciativa reforça a arte como agente de mudança social, além de valorizar o patrimônio histórico da cidade, já que a Casa Schmitt-Presser é um dos referenciais culturais de Novo Hamburgo.

Serviço

  • O quê: Exposição Essência que Move
  • Lançamento: 29 de setembro de 2025
  • Quando: De 1º a 31 de outubro de 2025
  • Onde: Museu Comunitário Casa Schmitt-Presser, segundo piso – Av. Gen. Daltro Filho, 929, Hamburgo Velho, Novo Hamburgo
  • Quanto: Entrada gratuita
  • Horário: Terça a sexta-feira, das 9h às 17h; sábados, das 11h às 17h
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/09/2025 0 Comentários 204 Visualizações
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