Mais vistas
Novo Hamburgo registra queda nos crimes violentos no primeiro semestre...
Brigada Militar reforça segurança no South Summit Brazil em Porto...
Últimos dias da Feira da Loucura por Sapatos
Reitor da Feevale palestra na CDL sobre desafios do comércio...
Novo Hamburgo recebe visita de equipe do Programa Alfabetiza Tchê
Hospital Centenário de São Leopoldo realiza mais de 600 partos...
Caminhada “Juntos pela Vida” é atração do Setembro Amarelo em...
G7 Company Group realiza pré-lançamento do loteamento Weissberg em Ivoti
Legislativo de Novo Hamburgo aprova denominação de praça no bairro...
Marista Brasil impulsiona debate sobre educação básica no South Summit...
Expansão
Banner
  • INÍCIO
  • NOIVAS
  • CATEGORIAS
    • Business
    • Cidades
    • Cultura
    • Ensino
    • Gastronomia
    • Moda e beleza
    • Projetos especiais
    • Saúde
    • Variedades
  • EDIÇÕES ONLINE
  • Bicentenário
  • SOBRE
  • ASSINE
  • FALE CONOSCO
Tag:

exportações

Business

Exportações somam 65 milhões de pares em julho

Por Gabrielle Pacheco 08/08/2019
Por Gabrielle Pacheco

O mês de julho registrou o embarque de 7,9 milhões de pares que geraram US$ 84,35 milhões, incrementos de 65,2% em volume e de 44,4% em dólares no comparativo com o mesmo mês do ano passado. Com isso, a soma dos sete meses do ano chegou a 65 milhões de pares e US$ 565 milhões, altas 8,2% em volume e de 3,6% em receita no comparativo com período correspondente de 2018.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, ressalta que o resultado foi puxado, especialmente, pelos Estados Unidos, principal destino dos calçados verde-amarelos no exterior. Recentemente, o presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou o aumento na tarifa de importação de calçados provenientes da China em 10%, passando da média geral de 17,3% para 27,3%.

Apesar de a lista ainda estar em análise no Congresso dos Estados Unidos, importadores locais de calçados asiáticos já se movimentam para buscar fornecedores alternativos, caso dos brasileiros.

“Hoje somos o maior fabricante de calçados fora da Ásia. Evidentemente, essa guerra comercial terá um efeito no setor”, avalia Ferreira. Por outro lado, ele avalia que a medida de Trump abriu espaço para uma guerra cambial, com a maior desvalorização do Yuan – moeda chinesa – em uma década, o que tem por objetivo compensar as tarifas elevadas.

Em julho, as exportações brasileiras para os Estados Unidos chegaram a 757,4 mil pares, que geraram US$ 18,52 milhões, incrementos de 96,6% em volume e de 79% em receita em relação ao mesmo mês de 2018. Com o resultado, nos sete meses, as exportações para os Estados Unidos somaram 7 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 119,74 milhões, incrementos de 33,3% em pares e de 40% em dólares em relação ao mesmo período do ano passado.

Se por um lado as exportações para os Estados Unidos andam de vento em popa, o mesmo não vale para o segundo destino dos embarques brasileiros. Em julho, a Argentina importou 11,1% menos em receita do que no mesmo mês de 2018, alcançando US$ 10,23 milhões. Em pares, porém, o resultado foi positivo em 21,4%, o que aponta para compras de produtos de menor valor agregado no período.

Em julho, os hermanos compraram 1,17 milhão de pares brasileiros. Com o resultado, na soma dos sete meses, os argentinos importaram 4,64 milhões de pares por US$ 54,73 milhões, quedas de 28,5% e de 37,8%, respectivamente, em relação ao período correspondente do ano passado.

“A situação da Argentina é complicada, tanto no ambiente doméstico, com queda brusca na demanda e inflação galopante, quanto no exterior, com a necessidade imposta pelo FMI de preservação das suas reservas internacionais, o que inibe importações de qualquer origem”, explica Ferreira.

O terceiro destino do calçado brasileiro no exterior foi a França, que em julho importou 275 mil pares por US$ 6,9 milhões, incrementos de 42,4% e de 24,8%, respectivamente, em relação a julho de 2018. Com isso, no acumulado, os franceses somaram a importação de 3,74 milhões de pares por US$ 33 milhões, incremento de 1,2% em volume e queda de 7,6% em receita no comparativo com igual período do ano passado.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
08/08/2019 0 Comentários 444 Visualizações
Business

Exportações caem em junho

Por Gabrielle Pacheco 08/07/2019
Por Gabrielle Pacheco

O último mês do semestre foi de queda nas exportações de calçados. Dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) apontam que no mês seis foram embarcados 6,4 milhões de pares que geraram US$ 65,45 milhões, quedas de 25,8% em volume e de 24,5% em receita no comparativo com o resultado do mesmo mês de 2018.

Com isso, no acumulado do semestre, somaram-se 58,3 milhões de pares embarcados que geraram US$ 480,7 milhões, números 5,3% superiores em volume e 1,3% menores em valores no comparativo com igual ínterim do ano passado.

No semestre, os principais destinos das exportações brasileiras de calçados foram os Estados Unidos (6,4 milhões de pares e US$ 101,25 milhões, incrementos de 28,4% em volume e de 34,6% em receita no comparativo com período correspondente do ano passado), Argentina (3,47 milhões de pares e US$ 44,5 milhões, quedas de 37,2% em volume e de 41,8% em receita) e França (3,47 milhões de pares e US$ 26,16 milhões, quedas de 1,1% em volume e de 13,6% em receita).

Origens

No semestre, a principal origem das exportações brasileiras do setor foi o Rio Grande do Sul. No período, os fabricantes gaúchos embarcaram 14,18 milhões de pares que geraram US$ 212,44 milhões, incremento de 5,3% em volume e queda de 2,5% em receita no comparativo com período correspondente de 2018.

A segunda origem do semestre foi o Ceará, de onde partiram 21,3 milhões de pares que geraram US$ 129,7 milhões, queda de 3,6% em volume e alta de 4% em receita em relação ao mesmo ínterim do ano passado.

A terceira origem do período foi São Paulo. Os fabricantes paulistas embarcaram 3,83 milhões de pares por US$ 50,7 milhões, incremento de 8,6% em volume e queda de 5,8% em receita no comparativo com os seis primeiros meses de 2018.

Para o presidente-executivo da Abicalçados, Heitor Klein, o resultado reflete, sobretudo, a queda das exportações para a Argentina, o segundo destino do calçado brasileiro. “Nos primeiros meses de 2018 o país vizinho chegou a ultrapassar os Estados Unidos como principal destino. A deterioração das importações foi rápida e tem explicação, especialmente, na necessidade imposta pelo FMI de manutenção das reservas internacionais daquele país – o que inibe importações – e também na fraca demanda interna”, avalia.

Segundo Klein, o que tem “salvo” o resultado são os embarques para os Estados Unidos, em crescimento em função da guerra comercial instalada por Donald Trump e a China. “A guerra comercial instalada tem feito com que os importadores norte-americanos busquem fornecedores em países que não a China”, comenta Klein, ressaltando que 70% das importações estadunidenses – 1,7 bilhão dos mais de 2,3 bilhões de pares importados anualmente – de são de calçados chineses.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
08/07/2019 0 Comentários 517 Visualizações
Business

Boas expectativas para a Expo Riva Schuh

Por Gabrielle Pacheco 13/06/2019
Por Gabrielle Pacheco

A Expo Riva Schuh, uma das mais tradicionais feiras de calçados do mundo, que acontece na elegante cidade italiana Riva Del Garda, entre 15 e 18 de junho, traz boas expectativas. Ao todo, participarão do evento, com o apoio da Abicalçados, 45 marcas brasileiras de calçados.

A analista de Promoção Comercial da Abicalçados, Ruísa Scheffel, destaca que as expectativas são positivas, visto que a feira abre o calendário internacional de vendas das coleções de primavera-verão, as mais rentáveis para as marcas brasileiras no exterior.

“Mantivemos o número de expositores, o que mostra o comprometimento das marcas com a exportação como estratégia”, comemora Ruísa.

No ano passado, a mostra gerou US$ 8,4 milhões em negócios imediatos, número que deve ser semelhante ou ainda maior na mostra deste ano, isto porque a valorização do dólar sobre o real deixou o calçado brasileiro com preço mais competitivo.

Outro fator de otimismo para os calçadistas brasileiros é a aparente recuperação das exportações registrada no mês de maio, quando os embarques foram 20% superiores aos realizados no mesmo mês do ano passado, alcançando mais de 7,6 milhões de pares. “A Expo Riva Schuh tem como característica ser uma feira de volume de vendas, com visitantes dos principais mercados compradores do planeta”, conclui Ruísa.

Participam da mostra as marcas Klin, Werner, Andacco, Carrano, Madeira Brasil, Verofatto, Piccadilly, Pegada, Vizzano, Beira Rio Conforto, Moleca, Molekinha, Molekinho, Modare Ultraconforto, Usaflex, Tabita, Pampili, Cravo & Canela, Jorge Bischoff, Loucos & Santos, Ramarim, Comfortflex, Whoop, Stéphanie Classic, Cristófoli, Suzana Santos, Renata Mello, Sapatoterapia, Democrata, Petite Jolie, Sollu, Pimpolho, Indiana Colours of Brazil, Grendha, Grendene Kids, Copacabana, Cartago, Capelli Rossi, Capodarte, Dumond, ADG Export, Adrun, GVD International, Arezzo e Awana.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/06/2019 0 Comentários 532 Visualizações
Business

Móveis brasileiros conquistam mercado norte-americano

Por Gabrielle Pacheco 31/05/2019
Por Gabrielle Pacheco

Os móveis brasileiros estão conquistando cada vez mais espaço no mercado norte-americano. As exportações de móveis para os Estados Unidos cresceram 21,5% em valores no primeiro trimestre de 2019 em comparação ao mesmo período de 2018. Foram comercializados US$ 46,9 milhões no período contra US$ 38,6 milhões de janeiro a março de 2018.

Os dados foram levantados pelo IEMI – Inteligência de Mercado – a pedido da Associação Brasileira das Indústrias do Mobiliário (Abimóvel), entidade que representa a indústria e o setor moveleiro nacional, com base em estatísticas oficiais disponibilizadas pela Secretaria de Comércio Exterior, vinculada ao Ministério da Economia.

O levantamento do IEMI traz o histórico das exportações para os Estados Unidos nos últimos dez anos. Chama a atenção as mudanças de posição entre os estados no ranking dos principais exportadores àquele país.

Santa Catarina é líder absoluto desde 2008 e, nos últimos três anos, São Paulo vem ocupando a segunda colocação nas exportações aos EUA, seguido pelo Rio Grande do Sul, que está em terceiro lugar.

A presidente da Abimóvel, Maristela C. Longhi, comenta que os dados positivos das exportações de móveis brasileiros aos EUA são resultado do esforço setorial da indústria e da atuação da entidade e da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos – Apex Brasil, em diversas iniciativas de incentivo às exportações ao longo dos anos.

Entre elas, destaca-se o Projeto Brazilian Furniture, desenvolvido desde 2005, com o objetivo de promover a internacionalização das indústrias do mobiliário, assim como mostrar o potencial das nossas indústrias e dos móveis brasileiros para o mundo. O Brazilian Furniture está estruturado para orientar e atender as necessidades das empresas nos seus vários níveis de maturidade exportadora.

Analisando-se o total das exportações em 2018, foram US$ 716,5 milhões contra US$ 650,5 milhões em 2017, um crescimento de 10,14 %.

Foto: Jeferson Soldi/Reprodução | Fonte: Assessoria
31/05/2019 0 Comentários 668 Visualizações
Variedades

Exportações de calçados seguem em alta

Por Gabrielle Pacheco 12/03/2019
Por Gabrielle Pacheco

O segundo mês do ano manteve o crescimento nas exportações de calçados. No mês passado, conforme levantamento elaborado pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), foram embarcados 11 milhões de pares que geraram US$ 84,4 milhões, incrementos de 17,4% em volume e de 8,8% em receita no comparativo com igual mês de 2018.

Com isso, no acumulado do ano, somam comercializados no exterior 26 milhões de pares por US$ 183,7 milhões, altas tanto em volume (26%) quanto em dólares (16%).

O presidente-executivo da Abicalçados, Heitor Klein, destaca que o resultado positivo tem sido puxado, sobretudo, pelo incremento das vendas aos Estados Unidos.

“Como forma de precaução frente a possíveis entraves que possam ser provocados pela guerra comercial entre Estados Unidos e China, o importador daquele país vem diversificando suas fontes de fornecimento de calçados. Com isso, ganhamos espaço”, avalia o executivo, ressaltando que em fevereiro os embarques para lá cresceram 66% na relação com o mesmo mês de 2018.

Destinos

O principal destino dos embarques brasileiros no bimestre foi os Estados Unidos. No acumulado, os norte-americanos importaram 3 milhões de pares por US$ 37,74 milhões, altas de 67,7% em volume e de 59% em receita ante o mesmo ínterim de 2018.

O segundo destino foi a França, que ultrapassou a Argentina no ranqueamento. No bimestre, os franceses compraram 2,7 milhões de pares por US$ 14,34 milhões, incremento de 8% em volume e queda de 12,4% em receita em relação ao ano passado.

A Argentina, que vem diminuindo as importações desde o segundo semestre de 2018, importou, no período, 902 mil pares por US$ 11,27 milhões, quedas de 13,5% em volume e de 34,3% em receita no comparativo com igual intervalo do ano passado.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
12/03/2019 0 Comentários 519 Visualizações
Business

Tabaco gera US$ 2 bilhões em divisas em 2018

Por Gabrielle Pacheco 27/01/2019
Por Gabrielle Pacheco

O Brasil embarcou 461 mil toneladas de tabaco em 2018, gerando praticamente US$ 2 bilhões em receita para o País. Só dos portos dos três estados da Região Sul, onde se concentra o cultivo de tabaco, saíram 457 mil toneladas, com receita de US$ 1,95 bilhão. O resultado mantém o País como o maior exportador de tabaco do mundo, mantendo a liderança há 26 anos (desde 1993). O destaque no cenário internacional foi novamente confirmado pelos levantamentos do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (atual Secretaria Especial de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais).

Atualmente, o tabaco representa 0,8% do total de exportações brasileiras e 3,9% dos embarques da Região Sul. No Rio Grande do Sul, onde o produto é bastante representativo, foi responsável por 7,4% do total de exportações. Conforme o presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), Iro Schünke, o Brasil detém de 25% a 30% dos negócios mundiais de tabaco. “Em 2018, tivemos uma pequena queda nas exportações em relação ao ano anterior, quando foram exportadas 462 mil toneladas, movimentando US$ 2,09 bilhões”, conta. “Isso se deve, em grande parte, à postergação para o início deste ano do embarque de parte do tabaco adquirido pelos clientes chineses”, explica.

Da produção brasileira de tabaco, mais de 85% é destinada à exportação, que vai para 100 países em todos os continentes. O principal mercado continua sendo a União Europeia, que em 2018 recebeu 41% do tabaco exportado. O segundo é o Extremo Oriente, com 24%. Depois vêm a África/Oriente Médio, com 11%; a América do Norte, com 10%; a América Latina, com 8%; e o Leste Europeu, com 6%. A principal nação importadora do tabaco brasileiro é a Bélgica, seguida pelos Estados Unidos (2º lugar), China e Indonésia. Na sequência da lista dos principais clientes estão o Egito (5º lugar), a Alemanha e a Rússia (7º).

DESTAQUE TAMBÉM EM PRODUÇÃO – O Brasil continua na segunda posição do ranking mundial de produção, atrás somente da China. Na safra 2017/2018 foram produzidas 632 mil toneladas, que renderam R$ 6,28 bilhões de receita aos produtores e R$ 13,9 bilhões em impostos. Os cerca de 150 mil produtores brasileiros cultivaram 289 mil hectares com tabaco em 556 municípios. No total, são 600 mil pessoas envolvidas na produção rural e 40 mil empregados nas indústrias.

Principais mercado importadores de tabaco em 2018 (US$)

União Europeia – 41%
Extremo Oriente – 24%
África/Oriente Médio – 11%
América do Norte – 10%
América Latina – 8%
Leste Europeu – 6%

Principais países importadores de tabaco em 2018 (US$)

Bélgica – US$ 446 milhões
Estados Unidos – US$ 190 milhões
China – US$ 165 milhões
Indonésia – US$ 125 milhões
Egito – US$ 112 milhões
Alemanha – US$ 80 milhões
Rússia – US$ 79 milhões

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
27/01/2019 0 Comentários 685 Visualizações
Notícias mais recentes
Notícias mais antigas

Edição 303 | Fev 2026

Entrevista | Marlos Schmidt projeta resultados da Fimec 2026

Moda | Destaque no mercado internacional: Juliana Schmitt

Turismo | Confira os encantos da Serra Gaúcha durante da Vindima

Agronegócio | Expoagro Afubra chega à 24ª edição com extensa programação

Acompanhe a Expansão

Facebook Twitter Instagram Linkedin Youtube

Notícias mais populares

  • 1

    Novo Hamburgo registra queda nos crimes violentos no primeiro semestre de 2025

  • 2

    Brigada Militar reforça segurança no South Summit Brazil em Porto Alegre

  • 3

    Últimos dias da Feira da Loucura por Sapatos

  • 4

    Reitor da Feevale palestra na CDL sobre desafios do comércio em cenários globais instáveis

  • 5

    Novo Hamburgo recebe visita de equipe do Programa Alfabetiza Tchê

  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Linkedin
  • Youtube
  • Email

© Editora Pacheco Ltda. 1999-2022. Todos os direitos reservados.


De volta ao topo
Expansão
  • INÍCIO
  • NOIVAS
  • CATEGORIAS
    • Business
    • Cidades
    • Cultura
    • Ensino
    • Gastronomia
    • Moda e beleza
    • Projetos especiais
    • Saúde
    • Variedades
  • EDIÇÕES ONLINE
  • Bicentenário
  • SOBRE
  • ASSINE
  • FALE CONOSCO