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exportações

Business

Exportações de carne de frango crescem 6% em 2022

Por Amanda Krohn 05/08/2022
Por Amanda Krohn

As exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 2,828 milhões de toneladas nos sete primeiros meses de 2022, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O número supera em 6% o total embarcado pelo país no mesmo período de 2021, com 2,668 milhões de toneladas.

O resultado em dólares das exportações do ano alcançou US$ 5,620 bilhões, valor 33,3% maior que o registrado no mesmo período do ano passado, com US$ 4,216 bilhões. Em julho, as vendas internacionais de carne de frango totalizaram 405,3 mil toneladas, volume 4,5% menor que o total exportado no sétimo mês de 2021, com 424,4 mil toneladas. Em receita, houve aumento de 20,7%, com US$ 892 milhões neste ano, contra US$ 739,2 milhões em 2021.

Principais destinos

Os Emirados Árabes Unidos assumiram, novamente, a liderança nas exportações de carne de frango do Brasil, com 37,8 mil toneladas exportadas em julho, número 11% superior ao alcançado no mesmo período de 2021. A China, no segundo posto, importou 37,5 mil toneladas (-40,5%). Em terceiro lugar, a Árabia Saudita importou 37,2 mil toneladas (+52,7%).

Outros destaques do mês foram Filipinas, com 21,8 mil toneladas (+16,1%), Coreia do Sul, com 18,8 mil toneladas (+79,4%) e Singapura, com 15,4 mil toneladas (+93,2%). “Destaque positivo para a Arábia Saudita que voltou a comprar volumes significativos nestes últimos dois meses. A expectativa, no geral, é que as exportações fiquem acima das 400 mil toneladas mensais até o fim do ano.” destacou o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Carne suína

As exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 606,5 mil toneladas nos primeiros sete meses de 2022, informa a ABPA. O volume é 8,9% menor ao registrado no mesmo período de 2021, quando foram embarcadas 665,4 mil toneladas.

A receita acumulada entre janeiro e julho deste ano chegou a US$ 1,337 bilhão, valor 16,2% menor que o efetuado no mesmo período de 2021, quando obteve US$ 1,596 bilhão. Considerando apenas o mês de julho, as vendas do setor chegaram a 96,3 mil toneladas, volume 6,2% menor que as 102,7 mil toneladas exportadas em julho de 2021. O saldo em dólares dos embarques do mês totalizaram US$ 222,4 milhões, número 9,7% menor que o resultado de julho do ano passado, com US$ 246,4 milhões.

O principal destino das exportações brasileiras de carne suína, a China, importou em julho deste ano 38,4 mil toneladas (-24,4%). Em segundo lugar, as Filipinas importaram no período 8,2 mil toneladas (+238,2%). Outros destaques foram a Tailândia, com 5 mil toneladas (+2149,7%) e o Uruguai, com 4,1 mil toneladas (+7,8%).

“Há um novo patamar nas vendas de carne suína para a China, em torno de 40 mil toneladas, o que deve se manter nos próximos meses e acima dos volumes praticados no primeiro semestre deste ano. Ao mesmo tempo, vemos outros mercados ganharem protagonismo em 2022, como Filipinas, EUA, Tailândia e Japão, para onde destinamos produtos de valor agregado mais elevado. Nos próximos meses, espera-se que os níveis de exportações sejam próximos de 100 mil toneladas”, analisa Luís Rua, diretor de mercados da ABPA.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/08/2022 0 Comentários 699 Visualizações
Business

Case de internacionalização da Assintecal é apresentado no Design Export Day

Por Ester Ellwanger 04/07/2022
Por Ester Ellwanger

A Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) foi convidada para apresentar o case de sucesso na internacionalização do setor de componentes no Design Export Day, evento promovido no dia 30 de junho pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) no Shopping JK Iguatemi, em São Paulo/SP.

Na oportunidade, o gestor de Mercado Internacional da Assintecal, Luiz Ribas Júnior, destacou a importância do design para a exportação do setor de componentes, que vem registrando números expressivos em 2022. “Hoje existe uma configuração no mercado internacional que exige que as empresas exportadoras tenham diferenciais em design para se manterem competitivas. A Assintecal, por meio do programa que mantemos com a ApexBrasil, o By Brasil Components, Machinery and Chemicals, apoia a internacionalização do setor em sinergia com a evolução do design dos materiais”, conta, ressaltando que foi através dessa estratégia que o setor de componentes deixou de ser “passivo” para conquistar um espaço significativo no mercado internacional.

 

Inspiramais

Ribas Júnior ressaltou, ainda, o papel do Inspiramais, maior salão de lançamentos de componentes para as indústrias de calçados, confecções, móveis e bijuterias do Brasil, no desenvolvimento do design brasileiro para internacionalização. A cada edição, o evento traz cerca de 40 compradores e jornalistas internacionais para participar de rodadas de negociações com as empresas brasileiras. “Além da oportunidade de gerar negócios, realizamos uma imersão desses compradores e jornalistas na experiência do Inspiramais, gerando informações importantes e que são replicadas nos seus mercados. Estamos indo para a 26ª edição em julho e estamos colhendo ótimos resultados”, avalia o gestor.

 

Exportações

Entre janeiro e maio, as exportações do setor de componentes somaram US$ 175 milhões, 21% mais do que no mesmo período do ano passado. Segregando apenas o mês de maio, os embarques de componentes somaram US$ 37,38 milhões, 33% mais do que no mesmo ínterim de 2021.

 

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

04/07/2022 0 Comentários 577 Visualizações
Business

Exportações de carne de frango alcançam 429,6 mil toneladas em maio

Por Ester Ellwanger 15/06/2022
Por Ester Ellwanger

Levantamento da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) mostram que as exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 429,6 mil toneladas em maio, volume que supera em 3,7% o total embarcado no mesmo período do ano passado, quando foram registradas 414,3 mil toneladas.

Com este desempenho, o setor alcançou receita de US$ 904,6 milhões, valor 37,8% superior ao alcançado em maio de 2021, com US$ 656,3 milhões.

No saldo acumulado no ano (janeiro a maio), as exportações de carne de frango alcançaram 1,990 milhão de toneladas, número 7,8% maior que as 1,846 milhão de toneladas registradas nos primeiros cinco meses do ano passado.

No mesmo período, as vendas internacionais somaram US$ 3,776 bilhões, número 33,6% superior ao resultado obtido em 2021, com US$ 2,826 bi.

“O quadro inflacionário global, com alta dos custos de produção e forte demanda por carne de frango no mercado internacional fortaleceram preços médios internacionais para patamares superiores a US$ 2 mil por tonelada. O bom desempenho na receita dos embarques de maio ajuda a equilibrar os impactos gerados pelos preços elevados de todos os insumos que compõem a produção,” avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

 

Principais mercados

Entre os principais destinos das exportações brasileiras em maio, destaque para a China, que importou 50,2 mil toneladas (-8,8%), Emirados Árabes Unidos, com 44,8 mil toneladas (+73,2%), Japão, com 33,1 mil toneladas (+3,2%), e União Europeia, com 26,3 mil toneladas (+80,7%).

“O Brasil tem aumentado a capilaridade dos embarques de maneira sustentável, além de reforçar a posição em mercados históricos. Por exemplo, Emirados Árabes Unidos e Arábia Saudita são destaques positivos na região do Oriente Médio. Já na Ásia, destaque para Filipinas, que atinge o maior volume de compras de produtos brasileiros, e Coreia do Sul, que também vem mostrando boas perspectivas. Ainda, há boas expectativas nos próximos meses nas exportações para o México,” aponta Luis Rua, diretor de mercados da ABPA.

 

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

15/06/2022 0 Comentários 437 Visualizações
Business

Com impulso dos Estados Unidos, exportações de calçados cresceram 68% até abril

Por Stephany Foscarini 16/05/2022
Por Stephany Foscarini

As exportações de calçados seguem em tendência de alta. Dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) apontam que, entre janeiro e abril, foram embarcados ao exterior 53,72 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 434,65 milhões, incrementos tanto em volume (+32,6%) quanto em receita (+68,2) na relação com o mesmo período do ano passado. No comparativo com o mesmo intervalo da pré-pandemia, em 2019, o crescimento é de 24,8% em pares e de 26,7% em receita. Somente no mês de abril, foram embarcados 13 milhões de pares, que geraram US$ 114 milhões, altas de 52,4% em volume e de 75,4% em receita na relação com o mesmo mês de 2021. Conforme a Abicalçados, é o melhor resultado para abril em 14 anos.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que o aumento das exportações para os Estados Unidos foi fundamental para a performance positiva. Em abril, foram embarcados para lá 2,5 milhões de pares, que geraram US$ 30,57 milhões, altas de 147,2% e de 130,3%, respectivamente, ante o mesmo mês de 2021. “Nosso histórico principal destino, os Estados Unidos têm impacto muito importante na balança de exportações. Existe um movimento de reposicionamento do mercado estadunidense, de forma com que os Estados Unidos fiquem menos dependentes das importações asiáticas. Problemas logísticos, evidenciados pela pandemia de Covid-19, especialmente com relação aos custos com frete, e a sobretaxa ao calçado chinês, foram determinantes para esse movimento. Além disso, o consumidor norte-americano, cada vez mais, busca por calçados produzidos dentro dos conceitos de ESG, mercado em que o nosso produto se destaca no cenário internacional”, avalia o dirigente, ressaltando que hoje as exportações de calçados para lá respondem por mais de 30% do total (em receita gerada). No acumulado dos quatro meses do ano, as exportações do setor para os Estados Unidos aumentaram 100% em volume e 122,7% em receita (para 8,52 milhões de pares e US$ 119,3 milhões).

O setor vem consolidando sua posição no comércio internacional, ao mesmo tempo em que consegue recuperar o preço médio, medido em dólar”.

Ferreira ressalta, ainda, o aumento dos preços médios do calçado exportado, retornando aos níveis praticados em 2019, após quedas nos dois últimos anos. No quadrimestre, o valor médio foi de US$ 8,80 por par embarcado ao exterior. “O setor vem consolidando sua posição no comércio internacional, ao mesmo tempo em que consegue recuperar o preço médio, medido em dólar”, diz.

Argentina

A Argentina também tem sido uma grata surpresa para os calçados. Com elevação gradual das importações de calçados brasileiros desde o arrefecimento da pandemia de Covid-19, no primeiro quadrimestre do ano a Argentina comprou 5,4 milhões de pares verde-amarelos, gerando US$ 57,4 milhões em divisas, incrementos de 70% e 100,4% em relação ao mesmo intervalo de 2021 e o melhor resultado da série histórica iniciada em 1997. Recortando apenas o mês de abril, os hermanos importaram 2,2 milhões de pares brasileiros, pelos quais foram pagos US$ 21,22 milhões, altas de 131,5% e 156,3% em relação ao quarto mês de 2021. “O Brasil representou 48% de todos os pares de calçados importados pela Argentina nos quatro primeiros meses do ano, 13 pontos percentuais a mais de market share frente ao período da pré-pandemia, em 2019”, informa Ferreira.

Com crescimento menor do que o registrado pelos dois primeiros destinos do calçado brasileiro no exterior, a França aparece no terceiro posto entre os importadores do setor calçadista nacional. No quadrimestre, as exportações de calçados para a França somaram 3,68 milhões de pares, que geraram US$ 25,53 milhões, incrementos de 33,4% em volume e de 31% em dólares na relação com igual período do ano passado. Segregando apenas o mês de abril, os franceses somaram a importação de 571,8 mil pares brasileiros, pelos quais foram pagos US$ 5 milhões, altas de 9,2% e 0,4%, respectivamente, ante o mês quatro do ano passado.

RS, CE e SP são os principais exportadores

No quadrimestre, a principal origem das exportações de calçados foi o Rio Grande do Sul. Respondendo por quase 46% do valor gerado pelos embarques do setor, as fábricas calçadistas gaúchas enviaram ao exterior 14,78 milhões de pares, que geraram US$ 198,2 milhões, incrementos tanto em volume (+51%) quanto em receita (+77%) em relação a igual aos mesmos quatro meses de 2021. Somente no mês de abril, os calçadistas gaúchos embarcaram 4 milhões de pares, pelos quais receberam US$ 52,42 milhões, incrementos de 52,2% e 74% em relação ao mesmo mês do ano passado.

A segunda principal origem dos embarques de calçados no período foi o Ceará. Entre janeiro e abril, partiram daquele estado 17,2 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 101,55 milhões, aumentos de 25,8% e 47% em relação ao mesmo intervalo do ano passado. Segregando apenas o mês de abril, as exportações cearenses somaram 3,2 milhões de pares por US$ 22,75 milhões, altas de 59,8% e 70,2%, respectivamente, ante o mês quatro de 2021.

No terceiro posto entre os exportadores de calçados aparece São Paulo. No acumulado do ano, as fábricas paulistas embarcaram 3,26 milhões de pares, pelos quais receberam US$ 41,15 milhões, incrementos de 17,4% e 48,7% em relação ao mesmo período de 2021. Em abril, as exportações paulistas somaram 1 milhão de pares e US$ 11,53 milhões, aumentos de 25,8% e 52,8% ante o mesmo mês do ano passado.

O quarto maior exportador de 2022 é a Paraíba. No quadrimestre, as exportações daquele estado somaram 8,86 milhões de pares e US$ 29,16 milhões, altas de 7,2% e 57,7%, respectivamente, em relação ao mesmo ínterim de 2021. No mês de abril, foram 2,18 milhões de pares e US$ 7,9 milhões, incrementos de 41,6% e 104,6%, respectivamente, ante o mesmo mês do ano passado.

Confira das tabelas completas aqui.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/05/2022 0 Comentários 851 Visualizações
Business

Exportações de carne de frango alcançam 418,2 mil toneladas em abril

Por Stephany Foscarini 12/05/2022
Por Stephany Foscarini

As exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 418,2 mil toneladas em abril, segundo dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). A carga é 5,7% superior ao registrado no mesmo período de 2021, quando foram exportadas 395,7 mil toneladas.

Em receita, o resultado dos embarques do período gerou US$ 821 milhões, número 34,6% maior que o desempenho alcançado em abril do ano passado, com US$ 610 milhões.

No quadrimestre (janeiro a abril), as vendas internacionais de carne de frango alcançaram 1,560 milhão de toneladas, resultado 9% maior que o registrado nos quatro primeiros meses de 2021, com 1,432 milhão de toneladas. Em receita, os negócios no período cresceram 32,4%, com US$ 2,872 bilhões contra US$ 2,169 bilhões no ano passado.

Principais mercados

Os principais importadores dos produtos brasileiros no quadrimestre, foram a China, com 197,1 mil toneladas (-3%), Emirados Árabes Unidos, com 164,4 mil toneladas (+80,4%), Japão, com 132,4 mil toneladas (+0,3%), África do Sul, com 119,8 mil toneladas (+14,3%), Arábia Saudita, com 87,2 mil toneladas (-45,4%), União Europeia, com 71,7 mil toneladas (+27,8%), e México, com 58,5 mil toneladas (+128,6%).

Os impactos gerados pela Influenza Aviária em grandes produtores e exportadores favoreceram o Brasil no comércio global, já que o país nunca registrou focos da enfermidade”.

“Houve um crescimento generalizado entre os grandes importadores do Oriente Médio, Ásia e Europa, que compensou leves retrações na China e impulsionou o bom resultado alcançado em abril. Os impactos gerados pela Influenza Aviária em grandes produtores e exportadores favoreceram o Brasil no comércio global, já que o país nunca registrou focos da enfermidade. A forte elevação dos custos de produção e a alta dos preços dos alimentos em âmbito global também influenciaram o resultado cambial das exportações, minimizando as dificuldades enfrentadas pelo setor”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/05/2022 0 Comentários 550 Visualizações
Business

Exportações de calçados somaram US$ 320,65 milhões até março

Por Stephany Foscarini 11/04/2022
Por Stephany Foscarini

Dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) apontam que, em março, foram embarcados 13,17 milhões de pares ao exterior, que geraram US$ 111,6 milhões, resultados superiores tanto em volume (+57,5%) quanto em receita (+7%) em relação ao mês correspondente do ano passado. Com isso, no trimestre, as exportações de calçados já somaram 40,74 milhões de pares, gerando US$ 320,65 milhões, incrementos de 27,3% e de 65,8%, respectivamente, ante o mesmo período de 2021.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que existe um aquecimento da demanda internacional, especialmente nos Estados Unidos, principal destino do calçado brasileiro no exterior. “Estamos registrando uma procura expressiva de grandes players norte-americanos, que estão buscando substituir as importações chinesas em função dos altos custos com frete e também para fugir da sobretaxa (de 7,5%) aplicada a calçados do país asiático”, avalia o executivo.

Existe uma questão internacional, de incremento nos valores para transporte, o que vem inibindo as importações da Ásia. Neste cenário, a indústria calçadista brasileira aparece como a principal alternativa, por ser a maior fora da Ásia e, sobretudo, por ter capacidade de atendimento da demanda internacional com qualidade, design e sustentabilidade”.

Além do incremento dos embarques para os Estados Unidos, os calçadistas registram bons resultados nas exportações para os vizinhos da América Latina, que também vem reportando preocupações com o aumento dos custos com os fretes provenientes da Ásia. “Existe uma questão internacional, de incremento nos valores para transporte, o que vem inibindo as importações da Ásia. Neste cenário, a indústria calçadista brasileira aparece como a principal alternativa, por ser a maior fora da Ásia e, sobretudo, por ter capacidade de atendimento da demanda internacional com qualidade, design e sustentabilidade”, acrescenta Ferreira.

Estados Unidos

Os Estados Unidos seguem como o principal destino do calçado brasileiro no exterior. Entre janeiro e março, foram exportados para lá 6 milhões de pares, que geraram US$ 88,7 milhões, incrementos tanto em volume (+83,3%) quanto em receita (+120%) em relação ao mesmo período do ano passado.

O segundo principal destino do calçado brasileiro no trimestre foi a Argentina. No período, os hermanos importaram 3,2 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 36,2 milhões, números superiores tanto em volume (+43,4%) quanto em receita (+77,6%) ante o mesmo ínterim de 2021.

Com incrementos de 39% em volume e de 41,4% em receita ante 2021, a França aparece como o terceiro destino do calçado verde-amarelo no trimestre. No período, foram embarcados para o país europeu 3 milhões de pares, que geraram US$ 20,5 milhões.

O quarto destino do trimestre foi o Chile. No trimestre, foram exportados para lá 733 mil pares, pelos quais foram pagos US$ 12,2 milhões, altas de 80% e 116%, respectivamente, em relação ao mesmo período do ano passado.

RS: o maior exportador

O principal exportador brasileiro de calçados segue sendo o Rio Grande do Sul. No trimestre, as fábricas gaúchas embarcaram 10,8 milhões de pares, pelos quais receberam US$ 145,77 milhões, resultados superiores tanto em volume (+50,3%) quanto em receita (+78,2%) em relação ao mesmo período de 2021.

O segundo estado exportador do trimestre foi o Ceará, de onde partiram 14 milhões de pares por US$ 78,8 milhões, números superiores em volume (+20%) e em receita (+41,6%) no comparativo com o primeiro trimestre do ano passado.

Com resultados superiores tanto em volume (+14%) quanto em receita (+47%) em relação ao primeiro trimestre de 2021, São Paulo foi o terceiro maior exportador de 2022. No período, as fábricas paulistas embarcaram 2,22 milhões de pares, que geraram US$ 29,62 milhões.

A Paraíba fechou o ranking dos quatro primeiros exportadores do trimestre. Nos três meses, as fábricas paraibanas enviaram ao exterior 6,67 milhões de pares, pelos quais receberam US$ 21,24 milhões, 0,7% menos em pares e 45,3% mais em receita gerada na relação com o mesmo intervalo do ano passado.

Com o dobro de calçados da China, importações crescem 35% em março

Em março, entraram no Brasil 3,76 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 35,46 milhões, altas de 35% em volume e de 7% em receita na relação com o mês correspondente do ano passado. Destaque para as importações de calçados da China, que em março tiveram um incremento de 103% em pares e de 93,5% em receita na relação com março passado (2,4 milhões de pares e US$ 7 milhões). “A China retomou o primeiro posto entre as origens do calçado importado e o que mais preocupa, com preço médio baixíssimo, de menos de US$ 3 por par, o que indica a prática de dumping – quando o valor praticado nas exportações é diferente do praticado no mercado interno, prática considerada ilegal pela Organização Mundial do Comércio (OMC)”, alerta Ferreira. Com o resultado, no trimestre, as importações chinesas somaram 5 milhões de pares e US$ 38,7 milhões, números superiores tanto em volume (+48,2%) quanto em receita (+53%) ante o mesmo período de 2021.

A segunda origem do calçado importado no período foi o Vietnã, que em março embarcou para o Brasil 800 mil pares, pelos quais receberam US$ 16,17 milhões, quedas de 23% e 16,3%, respectivamente, ante o mesmo mês do ano passado. Com o resultado, no trimestre as importações de calçados vietnamitas somaram 1,97 milhão de pares e US$ 38,7 milhões (quedas de 11,5% em volume e de 9,3% em receita na relação com 2021).

A terceira origem do calçado importado pelo Brasil foi a Indonésia. Em março, foram importados de lá 271,75 mil pares, pelos quais foram pagos US$ 6 milhões, queda de 15,4% em volume e alta de 13,8% em receita na relação com o mês três do ano passado. Com isso, as importações indonésias somaram 746,74 mil pares e US$ 15,54 milhões, altas de 16,6% e 47% no comparativo entre os trimestres de 2021 e 2022.

Em partes de calçados – cabedais, solas, saltos, pamilhas etc – as importações do trimestre somaram US$ 5,9 milhões, 0,3% mais do que no mesmo intervalo do ano passado. As principais origens foram China, Vietnã e Paraguai.

Confira as tabelas completas aqui.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/04/2022 0 Comentários 671 Visualizações
Business

Exportações de genética avícola geram receita de US$ 12,7 milhões em janeiro

Por Stephany Foscarini 17/02/2022
Por Stephany Foscarini

A receita das exportações brasileiras de genética avícola (somando ovos férteis e material genético) totalizaram US$ 12,7 milhões em janeiro, segundo levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O número é 5,1% menor em relação ao mesmo período de 2021, quando foram registradas US$ 13,4 milhões.

Os embarques de material genético totalizaram 77 toneladas, volume 34,8% menor em relação ao ano passado, com 119 toneladas. Em receita, o saldo das vendas chegou a US$ 8,192 milhões, número 16,8% menor que os US$ 9,843 milhões registrados em janeiro de 2021.

No caso de ovos férteis, porém, o volume exportado chegou a 1,097 mil toneladas, dado 11,5% maior que as 984 toneladas embarcadas no primeiro mês de 2021. O resultado das vendas do período gerou receita de US$ 4,585 milhões, número 26,7% maior que os US$ 3,618 milhões realizados no ano anterior.

Entre os destinos de exportação de ovos férteis em janeiro destacam-se Senegal, com 412 toneladas (-9,6%), seguido por México, com 353 toneladas (+43,7%), e Paraguai, 173 (-10,7%). No caso de material genético, se destacam Paraguai, com 46 toneladas (-45,2%), Bolívia, com 12 toneladas, (+58,7%), e Equador, com 6 toneladas (-21,4%).

O fornecimento de genética avícola brasileira para o mercado internacional ganhou espaço nas vendas para o México, além dos tradicionais mercados da América do Sul e África. O status sanitário do Brasil, que é livre de Influenza Aviária, deve manter a competitividade do segmento de alto valor agregado da avicultura no mercado internacional neste ano”.

“O fornecimento de genética avícola brasileira para o mercado internacional ganhou espaço nas vendas para o México, além dos tradicionais mercados da América do Sul e África. O status sanitário do Brasil, que é livre de Influenza Aviária, deve manter a competitividade do segmento de alto valor agregado da avicultura no mercado internacional neste ano”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/02/2022 0 Comentários 760 Visualizações
Business

Exportações de material genético e ovos férteis somam US$ 147,7 milhões em 2021

Por Stephany Foscarini 20/01/2022
Por Stephany Foscarini

A receita das exportações de material genético e ovos férteis do Brasil cresceram 26,7% em 2021, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Ao todo, foram efetuadas vendas que geraram receitas totais de US$ 147,7 milhões no ano passado, contra US$ 116,5 milhões em 2020.

Em ovos férteis, os embarques totais do ano chegaram a 14,518 toneladas, volume 60,9% maior que o efetivado em 2020, com 9.024 toneladas. Em receita, o acréscimo foi de 53,3%, com US$ 59,319 milhões em 2021, contra US$ 38,691 milhões no ano anterior.

De materiais genéticos, foram exportados, ao todo, 1.173 toneladas, número 4,6% menor em relação ao mesmo período de 2020, quando foram embarcadas 1.230 toneladas. Já a receita das exportações do segmento alcançou US$ 88,441 milhões ao longo de 2021, resultado 13,5% ao realizado no ano anterior, com US$ 77,904 milhões.

O Brasil se consolidou como plataforma de exportação de genética de ponta, alta qualidade de produtos e status sanitário ímpar, livre de enfermidades que acometem outros grandes produtores, como Influenza Aviária”.

“O Brasil se consolidou como plataforma de exportação de genética de ponta, alta qualidade de produtos e status sanitário ímpar, livre de enfermidades que acometem outros grandes produtores, como Influenza Aviária. O país conta com grandes empresas que vem expandindo fronteiras e contam com estratégia internacional pautada por iniciativas como a Brazilian Breeders, marca internacional do setor. A expectativa é que o bom desempenho visto em 2021 se repita ao longo deste ano”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/01/2022 0 Comentários 741 Visualizações
Business

Exportações de calçados já superaram níveis pré-pandemia

Por Stephany Foscarini 13/12/2021
Por Stephany Foscarini

Dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) apontam que, em novembro, foram embarcados 11,68 milhões de pares, que geraram US$ 93,2 milhões, resultados superiores tanto em volume (+22,3%) quando em receita (+74,5%) em relação ao mesmo mês do ano passado. No comparativo com novembro de 2019, portanto na pré-pandemia, o resultado também é superior, em 39% (volume) e 33% (receita). Com o resultado, no acumulado de janeiro a novembro de 2021 o setor calçadista somou o embarque de 110,77 milhões de pares, que geraram US$ 805,7 milhões, incrementos tanto em volume (+31%) quanto em receita (+34,6%) na relação com o mesmo período de 2020. Já no comparativo com o mesmo intervalo de 2019, os resultados são 5,6% superiores em volume e 9,6% inferiores em receita.

Em novembro, as exportações de calçados de couro foram muito superiores à média geral. Houve incremento de 83,5% em volume e de 103,2% em receita na relação com o mesmo mês de 2020″.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que as exportações de calçados vêm em recuperação, com mais força a partir do segundo semestre. “O avanço da vacinação nos nossos principais mercados internacionais e o consequente arrefecimento da Covid-19 tem sido fundamental para a retomada. A velocidade da recuperação tem surpreendido e é um ótimo indicador para iniciarmos 2022 com o pé direito”, avalia o executivo. Segundo ele, o volume de calçados exportados em 2021 já é superior a 2019 em 77 países de destino, dos mais de 160 países que importam o produto verde-amarelo. Outro fato positivo do resultado é o incremento dos embarques de sapatos de couro, com maior valor agregado, o que tem aumentado o preço médio do calçado brasileiro no exterior. “Em novembro, as exportações de calçados de couro foram muito superiores à média geral. Houve incremento de 83,5% em volume e de 103,2% em receita na relação com o mesmo mês de 2020”, conta. Atualmente, os calçados de couro representam quase 40% da pauta exportadora do setor calçadista, em receita gerada.

Destinos

Em novembro, o histórico principal destino do calçado brasileiro no exterior deu uma contribuição importante para os bons resultados. No mês, foram embarcados para os Estados Unidos 1,8 milhão de pares, pelos quais foram pagos US$ 26,8 milhões, incrementos expressivos tanto em volume (+138,8%) quanto em receita (+210,6%) em relação ao mesmo mês do ano passado. Com isso, no acumulado de janeiro a novembro, os norte-americanos somaram a importação de 13,55 milhões de pares, que geraram US$ 204,36 milhões, altas de 59,2% em volume e de 61,3% em receita na relação com o mesmo ínterim de 2020.

Segundo destino do calçado brasileiro no exterior, a Argentina importou, em novembro, 1 milhão de pares, pelos quais pagou US$ 8,54 milhões, incrementos tanto em volume (+35%) quanto em receita (+38,5%) na relação com o mesmo mês de 2020. No acumulado dos 11 meses, os hermanos somaram a importação de 11,8 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 100,9 milhões, altas de 67,5% e 52,2%, respectivamente, ante igual período do ano passado.

O terceiro destino do calçado brasileiro no exterior foi a França. Em novembro, foram embarcados para lá 907,4 mil pares, que geraram US$ 6,3 milhões, altas de 7% em volume e de 0,6% em receita na relação com o mesmo mês de 2020. Nos 11 meses, os franceses importaram 7 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 56,6 milhões, altas de 9,8% e de 8,7%, respectivamente, ante o mesmo intervalo do ano passado.

RS impulsionou resultados

Tradicional maior exportador de calçados brasileiros, em receita gerada, em novembro o Rio Grande do Sul exportou 3,78 milhões de pares, que geraram US$ 46,84 milhões, altas tanto em volume (+88,3%) quanto em receita (+106,8%) na relação com novembro de 2020. No acumulado dos 11 meses, as fábricas gaúchas somaram 29,55 milhões de pares embarcados, que geraram US$ 363,76 milhões, incrementos de 48% e 36,3%, respectivamente, ante o mesmo intervalo do ano passado.

O segundo maior exportador de calçados de novembro foi o Ceará. No mês 11, saíram com destino internacional das fábricas cearenses 2,82 milhões de pares, que geraram US$ 17 milhões, queda de 28,8% em volume e incremento de 15% em receita na relação com o mês correspondente de 2020. Com o resultado, no acumulado de janeiro a novembro, o Ceará embarcou 32,78 milhões de pares, que geraram US$ 184 milhões, incrementos tanto em volume (12%) quanto em receita (+21,8%) em relação ao mesmo período do ano passado.

São Paulo foi o terceiro maior exportador de novembro. No mês, as fábricas paulistas embarcaram 751,7 mil pares, que geraram US$ 10,35 milhões, altas tanto em volume (+43,3%) quanto em receita (+120,4%) na relação com novembro de 2020. No acumulado dos 11 meses, São Paulo somou o embarque de 7,57 milhões de pares por US$ 85,32 milhões, incrementos de 30% e 42%, respectivamente, ante o mesmo intervalo do ano passado.

O quarto estado exportador de novembro foi Minas Gerais, de onde partiram 1 milhão de pares, que geraram US$ 5,26 milhões, altas em volume (+72%) e receita (+120,7%) na relação com o mesmo mês de 2020. Com o resultado, no acumulado as fábricas mineiras somaram o embarque de 21,2 milhões de pares por US$ 52,9 milhões, incrementos de 25,2% e 9%, respectivamente, em relação ao período correspondente do ano passado.

Importações

Entre janeiro e novembro, as importações de calçados somaram 20,4 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 267 milhões, quedas de 17,5% e 10,6%, respectivamente, ante o mesmo período de 2020. As principais origens seguem sendo os países asiáticos, Vietnã, Indonésia e China.

Em partes de calçados – cabedais, palmilhas, saltos, solas etc – as importações, no acumulado do ano, somaram US$ 22 milhões, 22,8% mais do que no mesmo período do ano passado. As principais origens foram Paraguai, China e Vietnã.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/12/2021 0 Comentários 514 Visualizações
Business

Exportações de carne suína mantêm alta de 11,29%

Por Stephany Foscarini 08/12/2021
Por Stephany Foscarini

As exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) acumularam entre janeiro e novembro deste ano 1,047 milhão de toneladas e já superam as exportações totais realizadas nos doze meses de 2020, com 1,024 milhão de toneladas. O levantamento é da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), que aponta alta de 11,29% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram exportadas 940,9 mil toneladas.

Em receita, as vendas do setor totalizaram US$ 2,449 bilhões, saldo 17,8% maior que o registrado entre janeiro e novembro de 2020, com US$ 2,079 bilhões.

Considerando apenas o mês de novembro, os embarques de carne suína totalizaram 79,3 mil toneladas, volume 9,4% menor que o exportado no mesmo período de 2020, com 87,5 mil toneladas.

A receita dos embarques de novembro chegou a US$ 170,6 milhões, saldo 15,9% inferior ao registrado no décimo primeiro mês de 2020, com US$ 202,7 milhões.

Em onze meses, as exportações de carne suína já embarcaram volume que é recorde setorial para um ano inteiro. As médias mensais deste ano são cerca de 10 mil toneladas superiores ao que realizamos em 2020, até aqui, o melhor ano no histórico das exportações de carne suína”.

De acordo com o presidente da ABPA, Ricardo Santin, as médias mensais das exportações registradas entre janeiro e novembro de 2021 — de 95,2 mil toneladas e US$ 222,7 milhões — reforçam as expectativas de um ano positivo para o setor. “Em onze meses, as exportações de carne suína já embarcaram volume que é recorde setorial para um ano inteiro. As médias mensais deste ano são cerca de 10 mil toneladas superiores ao que realizamos em 2020, até aqui, o melhor ano no histórico das exportações de carne suína. São números que dão um indicativo do expressivo desempenho da presença internacional brasileira neste ano de adversidades”, avalia Santin.

Principais mercados

Principal destino das exportações em 2021, as vendas de carne suína para a China totalizaram 503,8 mil toneladas entre janeiro e novembro, volume 7,5% maior que realizado no mesmo período do ano passado. Outros destaques foram Chile, com 57,6 mil toneladas (+49%); Vietnã, com 40,2 mil toneladas (+2,6%); Uruguai, com 38,7 mil toneladas (+5,9%); e Argentina, com 32,4 mil toneladas (+89,9%).

“O crescimento das exportações para mercados relevantes e de maior valor agregado foi uma das tônicas do setor ao longo de 2021. Aumentamos volumes para o Japão — o segundo maior importador mundial de carne suína — e para países da América do Sul. A perspectiva de incremento já no início de 2022 para a Rússia, parceira histórica, promete um ano de bom fluxo das exportações brasileiras de carne suína”, analisa o Diretor de Mercados, Luis Rua.

Rio Grande do Sul

As exportações gaúchas de carne suína entre janeiro e novembro deste ano seguiram a tendência nacional e já superaram em volume e receita o resultado de 2020. Mesmo com quedas no comparativo mensal em relação ao ano passado, a habilitação de três novas plantas no Estado para a Rússia faz crescer a expectativa por um 2022 com números ainda melhores.

De acordo com a ABPA, o Rio Grande do Sul embarcou 277,51 mil toneladas nos primeiros onze meses de 2021, 16,02% a mais que o registrado no mesmo período do ano passado, quando foram exportadas 239,19 mil toneladas e superior às 261,32 mil toneladas remetidas durante todo o ano de 2020.

O valor das vendas ao exterior entre janeiro e novembro deste ano alcançou os US$ 666,02 milhões, 15,33% maior que o registrado no mesmo período de 2020, quando foram negociados US$ 577,48 milhões e também superior aos US$ 629,29 milhões comercializados durante todo o ano passado.

Em novembro, o Estado embarcou 16,18 mil toneladas. O desempenho é 31,29% inferior ao registrado no mesmo período de 2020, quando foram exportadas 23,55 mil toneladas. A receita foi de US$ 33,81 milhões, 42,45% menor em relação aos US$ 58,75 milhões do penúltimo mês de 2020.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/12/2021 0 Comentários 516 Visualizações
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