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exportações

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Exportações de carne de frango crescem 10,6% no 1° bimestre

Por Marina Klein Telles 08/03/2023
Por Marina Klein Telles

As exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 379,2 mil toneladas em fevereiro, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O número supera em 1,3% o total registrado no mesmo período de 2022, quando foram embarcadas 374,5 mil toneladas.

A demanda internacional pelo produto brasileiro segue em alta, com pontuais mudanças sendo compensadas pela elevação das compras de outros países importadores

Em receita, a alta chega a 11,1%. As vendas resultaram em US$ 736,3 milhões em fevereiro deste ano contra US$ 663 milhões no segundo mês do ano passado.

No acumulado do ano, os embarques de carne de frango alcançaram 800,1 mil toneladas, número 10,6% maior que o total obtido no primeiro bimestre de 2022, com 723,7 mil toneladas.“A demanda internacional pelo produto brasileiro segue em alta, com pontuais mudanças sendo compensadas pela elevação das compras de outros países importadores”, analisa o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Em 2023 a receita chegou a US$ 1,593 bilhão, superando em 24,5% o total registrado no ano passado, com US$ 1,280 bilhão. “Neste ano, vimos mercados tradicionais, como China e União Europeia, retomarem protagonismo no desempenho dos embarques de carne de frango do Brasil, indicando uma tendência de comportamento de compras que deve se manter ao longo de 2023”, afirma o presidente.

Destino das exportações

Principal destino das exportações brasileiras, a China importou 111,7 mil toneladas no primeiro bimestre deste ano, volume 23,2% superior ao registrado no mesmo período de 2022, com 90,6 mil toneladas. Retornando ao segundo posto, a Arábia Saudita importou neste ano 62,4 mil toneladas (+71,9%), seguida por África do Sul, com 61,7 mil toneladas (+9,6%), Emirados Árabes Unidos, com 61,2 mil toneladas (-28,5%), Japão, com 60,7 mil toneladas (+10%), e União Europeia, com 40,1 mil toneladas (+15,8%).

Foto: Divulgação
08/03/2023 0 Comentários 502 Visualizações
Business

Exportações gaúchas de carnes de aves e suínos superam 1 milhão de toneladas em 2022

Por Amanda Krohn 13/01/2023
Por Amanda Krohn

As exportações de carne de frango e suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) do Rio Grande do Sul totalizaram 1,023 milhão de toneladas no ano passado, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O volume é 3,74% menor em relação ao ano anterior. As receitas de ambas proteínas somaram US$ 2,136 bilhões em 2022, saldo 16,06% superior ao de 2021.

As exportações de carne suína, em dezembro, alcançaram 28,76 mil toneladas, volume 29,85% maior em relação aos embarques registrados no mesmo mês do ano anterior, que registraram 22,14 mil toneladas. O saldo em dólares no último mês de 2022 chegou a US$ 73,87 milhões, valor 55,43% superior ao obtido no mesmo período de 2021, quando alcançou US$ 47,52 milhões.

O volume acumulado dos embarques gaúchos de carne suína em todo ano passado, registrou 267,36 mil toneladas, quantidade 10,78% menor em relação ao exportado no mesmo período do ano anterior, que foi de 299,66 mil toneladas. As vendas acumularam US$ 625,19 milhões em 2022, valor 12,38% inferior a 2021, que foi de US$ 713,55 milhões.

“Em todo o histórico da suinocultura de exportação, não há um semestre com desempenho tão expressivo quanto o registrado neste fim de ano. O mercado internacional está demandando produtos brasileiros. Este quadro permitiu ao setor recuperar forças e embarcar volumes acumulados em 2022 muito próximos ao que vimos no ano passado, quando registramos recordes de exportações. São divisas fundamentais para a indústria e o país, em um momento de recuperação econômica, tendo em vista que ainda não superamos os impactos das altas dos custos de produção”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Carne de frango gaúcha

O volume embarcado em dezembro do ano passado registrou 59,81 mil toneladas, pequena queda de 0,46% em relação aos embarques registrados no mesmo período do ano anterior, que alcançaram 60,09 mil toneladas. O saldo em dólares das exportações no último mês de 2022 foi de US$ 126,01 milhões. O valor é 23,61% maior que o registrado no mesmo período de 2021, que somou US$ 101,94 milhões.

No balanço do ano passado, os embarques gaúchos de carne de frango alcançaram 755,64 mil toneladas, alta de 7,04% em relação ao volume total exportado no ano anterior, quando alcançou 705,94 mil toneladas. O saldo em dólares das exportações da proteína animal do Rio Grande do Sul em 2022 foi de US$ 1,511 bilhão. A receita é 28,44% superior à obtida em 2021, que somou US$ 1,176 bi. Os números são recordes históricos do Estado.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/01/2023 0 Comentários 450 Visualizações
Business

Embarques de carne de frango do RS aumentam 20% em novembro

Por Amanda Krohn 09/12/2022
Por Amanda Krohn

As exportações gaúchas de carne de frango e suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 90,85 mil toneladas em novembro, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). As receitas de ambas proteínas somaram US$ 203,17 milhões no mês passado para o Estado. O volume embarcado no penúltimo mês de 2022 registrou 67,29 mil toneladas, aumento de 20,75% em relação aos embarques registrados no mesmo período de 2021, que alcançaram 55,72 mil toneladas. O saldo em dólares das exportações em novembro foi de US$ 142,69 milhões. O valor é 46,68% maior que o registrado no mesmo período do ano passado, que somou US$ 97,28 milhões.

No acumulado do ano, os embarques gaúchos de carne de frango alcançaram 695,83 mil toneladas, alta de 7,74% em relação ao volume exportado no mesmo período de 2021, quando alcançou 645,84 mil toneladas. O saldo em dólares das exportações do Rio Grande do Sul foi de US$ 1,385 bilhão. A receita é 28,9% superior à obtida de janeiro a novembro de do ano passado, que somou US$ 1,074 bilhão. “Outros mercados da Europa, Ásia e Oriente Médio reforçaram as compras do Brasil neste mês, dando indicativos de projeções positivas das exportações brasileiras de carne de frango para este ano. São receitas importantes frente ao atual custo de produção, que permanece elevado”, analisa o diretor de mercados, Luis Rua.

Carne suína

As exportações em novembro alcançaram 23,55 mil toneladas, volume 45,56% maior em relação aos embarques registrados no mesmo mês de 2021, que foram de 16,18 mil toneladas. O saldo em dólares no décimo primeiro mês de 2022 chegou a US$ 60,48 milhões, valor 78,88% superior ao obtido no mesmo período do ano passado, que chegaram a US$ 33,81 milhões.

O volume acumulado dos embarques gaúchos de carne suína, nos onze primeiros meses deste ano, registrou 238,59 mil toneladas, 14,02% menor em relação ao exportado de janeiro a outubro do ano anterior, que foi de 277,51 mil toneladas. As vendas acumularam US$ 551,32 milhões. O valor é 17,22% inferior ao obtido no mesmo período do ano passado, que foi de US$ 666,02 milhões.

“Em todo o histórico da suinocultura de exportação, não há um semestre com desempenho tão expressivo quanto o registrado neste fim de ano. O mercado internacional está demandando produtos brasileiros. Este quadro permitiu ao setor recuperar forças e embarcar volumes acumulados em 2022 muito próximos ao que vimos no ano passado, quando registramos recordes de exportações. São divisas fundamentais para a indústria e o país, em um momento de recuperação econômica, tendo em vista que ainda não superamos os impactos das altas dos custos de produção”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Foto: Manoel Petry/ABPA/Divulgação | Fonte: Assessoria
09/12/2022 0 Comentários 483 Visualizações
Business

Exportações de carne de frango mantém alta em novembro

Por Amanda Krohn 07/12/2022
Por Amanda Krohn

As exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 375,6 mil toneladas em novembro, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O número supera em 12,2% o total embarcado no penúltimo mês de 2021, com 334,7 mil toneladas. Em receita, as vendas de carne de frango de novembro totalizaram US$ 781,3 milhões, valor 29,1% maior que o realizado no mesmo período do ano passado, com US$ 605,3 milhões.

No acumulado do ano (janeiro a novembro), as exportações brasileiras de carne de frango alcançaram 4,436 milhões de toneladas, volume 5,6% maior que o embarcado nos onze primeiros meses de 2021, com 4,198 milhões de toneladas. A receita acumulada pelo setor em 2022 chegou a US$ 8,976 bilhões, valor que supera em 29,3% o registrado entre janeiro e novembro do ano passado, com US$ 6,944 bilhões. “Apesar do desempenho positivo alcançado em outubro, eram esperados números ainda mais expressivos. Entretanto, os efeitos logísticos gerados pelos deslizamentos em rodovias do Paraná e as dificuldades climáticas para a entrada de navios nos Portos de Paranaguá e Itajaí impactaram o desempenho das exportações no mês. Com a normalização das atividades, o volume que não foi embarcado em novembro deverá refletir positivamente o desempenho das exportações em dezembro”, detalha o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Principais destinos

No levantamento por país, a China, maior importadora da carne de frango do Brasil, embarcou 40,3 mil toneladas em novembro (1,4% a mais que o embarcado no mesmo período de 2021). Outros destaques foram a África do Sul, com 27,8 mil toneladas (+21,9%), Arábia Saudita, com 24,6 mil toneladas (+28,9%), e União Europeia, com 18,1 mil toneladas (+17,6%).

“Outros mercados da Europa, Ásia e Oriente Médio reforçaram as compras do Brasil neste mês, dando indicativos de projeções positivas das exportações brasileiras de carne de frango para este ano. São receitas importantes frente ao atual custo de produção, que permanece elevado”, analisa o diretor de mercados, Luis Rua.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/12/2022 0 Comentários 530 Visualizações
Business

Exportações de carne suína de novembro crescem 17,8% em relação a 2021

Por Amanda Krohn 06/12/2022
Por Amanda Krohn

As exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 93,4 mil toneladas em novembro, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O número supera em 17,8% o total registrado no mesmo período do ano passado, quando obteve 79,3 mil toneladas. Em receita, a alta é ainda mais expressiva, com crescimento de 35,1%, soma de US$ 230,5 milhões no mês passado, contra US$ 170,6 milhões registrados no décimo primeiro mês de 2021.

No acumulado do ano (janeiro a novembro), o volume exportado chegou a 1,017 milhão de toneladas, quantidade 2,8% menor que a registrada nos primeiros onze meses de 2021, com 1,047 milhão de toneladas. Em receita, o resultado das exportações no ano alcançou US$ 2,319 bilhões, número 5,3% menor que o registrado em 2021, quando somou US$ 2,449 bilhões. O presidente da ABPA, Ricardo Santin, informa que a média de exportações registradas no segundo semestre chegou a 101,4 mil toneladas, superando os patamares registrados no mesmo período de 2021, quando obteve 95,7 mil toneladas.

“Em todo o histórico da suinocultura de exportação, não há um semestre com desempenho tão expressivo quanto o registrado neste fim de ano. O mercado internacional está demandando produtos brasileiros. Este quadro permitiu ao setor recuperar forças e embarcar volumes acumulados em 2022 muito próximos ao que vimos no ano passado, quando registramos recordes de exportações. São divisas fundamentais para a indústria e o país, em um momento de recuperação econômica, tendo em vista que ainda não superamos os impactos das altas dos custos de produção”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Considerando apenas o mês de novembro, a China, principal destino das exportações brasileiras de carne suína, incrementou as compras em 95% em relação ao mesmo período do ano passado, com total de 42,8 mil toneladas. O Chile importou 7,7 mil toneladas (+53%) e assumiu pela primeira vez o segundo lugar nas exportações brasileiras.

“Temos expectativas positivas sobre o fechamento deste ano e esperam-se impactos ainda mais positivos com a abertura dos mercados do México e do Canadá, dois dos maiores importadores de carne suína do planeta, que neste ano abriram as portas para o produto brasileiro”, completa o diretor de mercados da ABPA, Luís Rua.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/12/2022 0 Comentários 458 Visualizações
Business

Receita de exportações de carne de frango cresce 15% em outubro

Por Amanda Krohn 04/11/2022
Por Amanda Krohn

A receita das exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram US$ 822,6 milhões em outubro, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O número é 15% maior que o registrado no mesmo período de 2021, com US$ 715,2 milhões. O volume embarcado no décimo mês de 2022 alcançou 394 mil toneladas, 0,8% quantidade menor que o registrado em outubro do ano passado, com 397,1 mil toneladas.

No acumulado do ano, a receita das exportações de carne de frango somou US$ 8,195 bilhões, valor 29,3% maior que o registrado entre janeiro e outubro de 2021, com US$ 6,339 bilhões. Em volume, os embarques registrados nos dez primeiros meses de 2022 chegaram a 4,060 milhões de toneladas, desempenho 5,1% maior que o registrado no mesmo período do ano anterior, com 3,864 milhões.

Entre os principais destinos de exportações do ano, destaque para os Emirados Árabes Unidos, com 377,3 mil toneladas (+22.9%), Filipinas, com 215 mil toneladas (+45,6%), União Europeia, com 202,1 mil toneladas (+23,8%), e Coreia do Sul, com 153,3 mil toneladas (+63,2%). “A média mensal das exportações de carne de frango se mantém acima das 400 mil toneladas, em linha com as projeções da ABPA para o ano. O desempenho positivo das receitas obtidas com as vendas internacionais aponta para um quadro de manutenção da demanda do mercado internacional pelo produto brasileiro”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/11/2022 0 Comentários 547 Visualizações
Business

Exportações de carne suína alcançam 102,7 mil toneladas em setembro

Por Amanda Krohn 05/10/2022
Por Amanda Krohn

As exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 102,7 mil toneladas em setembro, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O volume é 8,5% inferior ao registrado no mesmo período do ano passado, quando foram embarcadas 112,2 mil toneladas. No mesmo período comparativo, as vendas de carne suína alcançaram receita de US$ 244,3 milhões, resultado 4,5% menor ao registrado em setembro de 2021, quando somaram US$ 255,8 milhões.

“O preço médio das vendas internacionais de carne suína vem se recuperando significativamente desde junho deste ano. Em setembro registraram preços médios em patamares próximos aos vistos no ápice da crise internacional de Peste Suína Africana, quando houve maior pressão do mercado global por proteína animal. É uma sinalização positiva para o comportamento das exportações neste segundo semestre e para a minimização das perdas da suinocultura brasileira no primeiro semestre. Vale destacar também a diversificação de mercados ao longo de 2022, com o Brasil aumentando as exportações para países de todas as regiões do mundo”, analisa o diretor de mercados da ABPA, Luís Rua.

Balanço acumulado

No acumulado do ano, as vendas de carne suína alcançaram 825 mil toneladas, dado 5% inferior em relação ao embarcado entre janeiro e setembro de 2021, com 868,8 mil toneladas. O total da receita acumulada nos nove primeiros meses de 2022 chega a US$ 1,851 bilhão, número 10,2% menor que o realizado no mesmo período do ano passado, com US$ 2,061 bilhões.

“Os embarques de carne suína vem recuperando gradativamente os níveis das exportações ao longo do ano. No primeiro trimestre, a média mensal ficou abaixo de 80 mil toneladas. Nos três meses seguintes, o Brasil alcançou média mensal superior a 90 mil toneladas. No terceiro trimestre, superamos a média mensal de 100 mil toneladas, o que sinaliza um fechamento de ano acima do esperado, em relação às projeções traçadas no início de 2022, com patamares próximos ao realizado em 2021”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Principais destinos

Principal destino das exportações brasileiras de carne suína, a China importou em setembro 46,9 mil toneladas (-12,1%), seguida por Hong Kong, com 8,1 mil toneladas (-48,5%), Chile, com 7,1 mil toneladas (+46,2%), Filipinas, com 6,4 mil toneladas (+53,2%), Vietnã, com 5,5 mil toneladas (+26,3%), e Angola, com 4,5 mil toneladas (+92,4%).

 

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/10/2022 0 Comentários 493 Visualizações
Business

Exportações de calçados aumentaram 35% em relação à pré-pandemia

Por Amanda Krohn 08/09/2022
Por Amanda Krohn

Recuperada das quedas provocadas durante a pandemia de Covid-19, a indústria calçadista brasileira comemora bons resultados nas exportações de calçados. Conforme dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), entre janeiro e agosto foram embarcados 97,57 milhões de pares, que geraram US$ 880,88 milhões, altas de 29,7% em volume e de 62,7% em receita na relação com igual período do ano passado. Já em relação ao mesmo intervalo na pré-pandemia, em 2019, os incrementos são de 29,4% em pares e de 35,6% em receita gerada. Segregando apenas o mês de agosto, foi registrado o embarque de 10,7 milhões de pares por US$ 117,43 milhões, o melhor resultado mensal de 2022. O crescimento no comparativo com agosto passado é de 15% em volume e de 50,4% em receita.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, avalia que os países latino-americanos seguem sendo determinantes para a performance, com destaque para o Chile, que se consolida como o quarto destino do calçado brasileiro no exterior. “O Brasil vem ganhando muito espaço no Chile. Hoje somos o quarto principal fornecedor de calçados daquele país”, avalia. Além do incremento das exportações para a América Latina, Ferreira destaca que o preço médio do calçado brasileiro também aumentou, passando de pouco mais de US$ 8 para US$ 11. “Existe um aumento da demanda internacional por calçados e, neste momento de enfraquecimento gradual da China como um grande player do setor, o mundo volta seus olhos para o produto brasileiro, pois temos a maior indústria de calçados fora da Ásia e capacidade produtiva para atender o mercado internacional”, comenta o executivo.

Destino

Principal destino do calçado brasileiro no exterior, em agosto os Estados Unidos importaram 1,34 milhão de pares verde-amarelos, pelos quais foram pagos US$ 38 milhões, estabilidade em volume e aumento de 57% em receita relação ao mesmo mês de 2021. No acumulado de janeiro a agosto, foram embarcados para lá 14,35 milhões de pares, que geraram US$ 246,3 milhões, incrementos tanto em volume (+57,2%) quanto em receita (+84,6%) em relação ao mesmo período do ano passado.

O segundo destino do calçado brasileiro segue sendo a Argentina, apesar da crise interna e da resolução do Banco Central da República Argentina (BCRA) que altera o acesso ao Mercado único de Câmbio para pagamento de importações e que libera os pagamentos das mercadorias importadas somente após 180 dias. No mês de agosto, os hermanos importaram 1,5 milhão de pares por US$ 17,6 milhões, queda de 8,4% em volume e incremento de 49,7% em receita na relação com o mesmo mês do ano passado. No acumulado dos oito meses de 2022, foram embarcados para lá 11,7 milhões de pares, que geraram US$ 127,42 milhões, incrementos tanto em volume (+50,9%) quanto em receita (+84%) em relação ao mesmo intervalo de 2021.

O terceiro destino do calçado brasileiro em 2022 é a França, que em agosto importou 166,35 mil pares, que geraram US$ 2,8 milhões, quedas de 55,2% e de 44,4%, respectivamente, ante o mesmo ínterim do ano passado. No acumulado, os franceses importaram 5 milhões de pares por US$ 43,7 milhões, altas de 15% em volume e de 11,4% em receita na relação com intervalo correspondente de 2021.

Estados exportadores

O principal exportador de calçados do Brasil segue sendo o Rio Grande do Sul, de onde partiram, entre janeiro e agosto, 29,16 milhões de pares, que geraram US$ 413,95 milhões, altas de 50,2% e de 72,6%, respectivamente, ante o mesmo período do ano passado.

Logo em seguida aparece o Ceará, que entre janeiro e agosto exportou 28,58 milhões de pares por US$ 182 milhões, incrementos de 26,7% em volume e de 43% em receita em comparação com o mesmo intervalo de 2021. No terceiro e quarto postos entre os exportadores de calçados aparecem São Paulo (7 milhões de pares e US$ 90,14 milhões, incrementos de 29% e 55,6% ante mesmo período de 2021) e Minas Gerais (9,47 milhões de pares e US$ 58,44 milhões, altas de 43% e 87% no comparativo com período correspondente do ano passado).

Importações

Entre janeiro e agosto, as importações de calçados somaram 18,4 milhões de pares e US$ 234,3 milhões, altas de 20,7% em volume e de 10,4% em receita na relação com o mesmo período de 2021. As principais origens foram Vietnã (5 milhões de pares e US$ 106,17 milhões, quedas de 17,7% e de 13,2%, respectivamente, ante 2021), Indonésia (2 milhões de pares e US$ 40,27 milhões, altas de 12% e 23%) e China (8,6 milhões de pares e US$ 35,13 milhões, incrementos de 55,2% e 54,4%). Em partes de calçados – cabedais, solas, saltos, palmilhas etc – as importações acumuladas somaram US$ 18,94 milhões e as principais origens foram China, Vietnã e Paraguai. As tabelas completas estão disponíveis aqui.

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/09/2022 0 Comentários 491 Visualizações
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Exportações de carne de frango crescem 15,3% em agosto

Por Amanda Krohn 05/09/2022
Por Amanda Krohn

Levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) mostram que as exportações de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) somaram 437,8 mil toneladas em agosto, volume 15,3% maior que o exportado no mesmo mês de 2021, com 379,8 mil toneladas. A receita obtida pelas exportações no oitavo mês de 2022 alcançou US$ 922,1 milhões, número recorde histórico nas exportações do setor e que supera em 36,1% o somado no ano passado, com US$ 677,3 milhões.

No acumulado do ano (janeiro a agosto), as exportações brasileiras de carne de frango totalizaram 3,266 milhões de toneladas, volume 7,1% superior ao registrado no mesmo período de 2021, com 3,048 milhões de tons. Em receita, a alta das exportações chega a 33,7%, com US$ 6,542 bilhões em 2022, contra US$ 4,893 bilhões nos oito primeiros meses de 2021.

“O quadro global está altamente demandante por proteínas brasileiras, com especial efeito nas exportações de carne de frango, o que tem pressionado os preços internacionais dos produtos em todo o mundo. Neste contexto, com quadro sanitário sensível em diversos mercados, o Brasil tem colhido frutos por se manter livre de Influenza Aviária, prevendo embarques recordes em 2022, próximo de 5 milhões de toneladas nos doze meses do ano. Isto, sem deixar de suprir o mercado brasileiro”, analisa Ricardo Santin, presidente da ABPA.

Principais destinos — Entre os principais destinos da carne de frango brasileira entre janeiro e agosto, destaque para os Emirados Árabes Unidos, com 319 mil toneladas (+45%), Japão, com 277,6 mil toneladas (+2%), Filipinas, com 165 mil toneladas (+47%), União Europeia, com 163,2 mil toneladas (+29%), e Coreia do Sul, com 124,3 mil toneladas (+63%).

“Os mercados asiáticos vem incrementando a participação nas exportações de carne de frango brasileira. Países como Filipinas e Coreia do Sul, por exemplo, ampliaram as importações em volumes significativamente superiores às médias históricas, juntando-se a outros importantes e históricos parceiros comerciais do Brasil na região como o Japão e a China na lista dos principais importadores”, analisa o diretor de mercados da ABPA, Luis Rua.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/09/2022 0 Comentários 430 Visualizações
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Exportações de calçados cresceram 64,8% até julho

Por Amanda Krohn 08/08/2022
Por Amanda Krohn

Dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) apontam que, entre janeiro e julho, as exportações de calçados somaram o embarque de 86,87 milhões de pares, que geraram US$ 763,4 milhões, incremento tanto em volume (+31,8%) quando em receita (64,8%) em relação ao mesmo período do ano passado. Segregando apenas o mês de julho, quando foram embarcados 12 milhões de pares por US$ 111,84 milhões, o aumento é de 35,3% em pares e de 50,8% em receita na relação com o mesmo mês de 2021.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que os mercados latinoamericanos têm sido determinantes para a dinâmica de crescimento das exportações brasileiras de calçados. “O Brasil tem se beneficiado, no cenário de encarecimento do frete marítimo internacional, da proximidade logística com o grupo de países, que vem importando mais do Brasil e menos da Ásia”, conta o executivo, ressaltando que, entre janeiro e julho, as exportações para países da América Latina cresceram 76,3% em valor, e 39,3% em volume em relação ao mesmo período do ano anterior, portanto acima da média geral. “O grupo de países representou 44% dos pares exportados pelo Brasil nos sete primeiros meses do ano. Entre os 10 principais destinos, sete são da América Latina”, avalia Ferreira.

Destinos

O principal destino do calçado brasileiro no exterior segue sendo os Estados Unidos. Entre janeiro e julho, as exportações para lá somaram 13 milhões de pares, que geraram US$ 208,3 milhões, incrementos de 67,3% em volume e de 90,7% em receita na relação com o mesmo ínterim do ano passado. Segregando apenas o mês de julho, foram embarcados para os Estados Unidos 1 milhão de pares por US$ 26,5 milhões, queda de 25% em volume e aumento de 24,9% em receita na relação com o mês sete de 2021.

Apesar da resolução do Banco Central da República Argentina (BCRA) publicada no último dia 27 de junho alterando as condições de acesso ao Mercado único de Câmbio para pagamento de importações, que libera os pagamentos das mercadorias importadas somente após 180 dias, o país vizinho segue sendo o segundo destino do calçado brasileiro no exterior. Entre janeiro e julho, foram embarcados para lá 10,2 milhões de pares, que geraram US$ 109,8 milhões, aumentos tanto em volume (+66,8%) quanto em receita (+91%) em relação ao intervalo correspondente de 2021. Segregando apenas o mês de julho, os embarques para a Argentina somaram 2 milhões de pares por US$ 19,13 milhões, aumentos de 94,2% em volume e de 105% em receita na relação com julho do ano passado. “Muito provavelmente eram negócios que já haviam sido realizados antes da resolução. Vamos aguardar os próximos meses para ter noção exata do efeito da medida. O certo é que o calçado brasileiro possui grande demanda naquele mercado”, explica Ferreira.

O terceiro destino do calçado brasileiro nos sete meses foi a França. No período, foram embarcados para lá 4,87 milhões, que geraram US$ 40,9 milhões, altas tanto em volume (+21,4%) quanto em receita (+19,6%) em relação ao mesmo intervalo do ano passado. Em julho, as exportações para a França somaram 276,4 mil pares, pelos quais foram pagos US$ 4 milhões, quedas de 57,7% em volume e de 34,3% em receita no comparativo com o mesmo mês de 2021.

Estados

Respondendo por quase 47% do valor gerado pelas exportações de calçados brasileiros, o Rio Grande do Sul é o principal exportador do setor. Entre janeiro e julho, as fábricas gaúchas embarcaram 25,6 milhões de pares, que geraram US$ 357,63 milhões, incrementos tanto em volume (+55,2%) quanto em receita na comparação com o período correspondente de 2021. Segregando apenas o mês de julho, as exportações gaúchas somaram 3,94 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 58,23 milhões, altas de 60% e 64%, respectivamente, ante o mesmo mês do ano passado.

O segundo estado exportador do período foi o Ceará, de onde partiram 25,64 milhões de pares por US$ 158 milhões, incrementos de 28,3% em volume e de 42,2% em receita na relação com o mesmo período do ano passado. Somente no mês de julho, as fábricas cearenses embarcaram 3,15 milhões de pares por US$ 15 milhões, alta de 53,7% em volume e queda de 3,5% em receita ante o mesmo mês do ano passado.

Na terceira posição do ranking de exportadores aparece São Paulo. Entre janeiro e julho, as fábricas paulistas exportaram 6,2 milhões de pares por US$ 77,83 milhões, incrementos tanto em volume (+29%) quanto em receita (+57,8%) em relação ao mesmo intervalo do ano passado. No mês de julho, as exportações paulistas somaram 1,3 milhão de pares e US$ 12,9 milhões, altas de 139% e 109%, respectivamente, ante o mês sete de 2021.

Minas Gerais completa o ranking dos quatro primeiros exportadores brasileiros do setor. Entre janeiro e julho, as exportações mineiras somaram 8,15 milhões de pares e US$ 50 milhões, altas de 39% em volume e de 85,3% em receita na relação com o mesmo período do ano passado. Em julho, os embarques somaram 970,7 mil pares e US$ 7,52 milhões, incrementos de 12% e 81%, respectivamente, ante o mesmo mês de 2021.

Importações

Entre janeiro e julho foram importados pelo Brasil mais de 17 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 204,23 milhões, altas de 26,4% em volume e de 9,8% em receita na relação com o mesmo intervalo do ano passado. As principais origens seguem sendo os países asiáticos: Vietnã (4,5 milhões de pares e US$ 94,27 milhões, quedas de 13,3% e 10,3%, respectivamente, ante o mesmo período do ano passado), Indonésia (1,74 milhão de pares e US$ 35,4 milhões, altas de 5,7% e 16,3%, respectivamente) e China 8,33 milhões de pares e US$ 30,37 milhões, altas de 63% e 49,4%, respectivamente).

Em partes de calçados – cabedais, saltos, solados, palmilhas etc – as importações dos sete meses somaram US$ 7,66 milhões, 1,6% mais do que no mesmo período do ano passado. As principais origens seguem sendo Paraguai, China e Vietnã.

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/08/2022 0 Comentários 525 Visualizações
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