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exportações

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Embarques de carne de frango do RS aumentam 20% em novembro

Por Amanda Krohn 09/12/2022
Por Amanda Krohn

As exportações gaúchas de carne de frango e suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 90,85 mil toneladas em novembro, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). As receitas de ambas proteínas somaram US$ 203,17 milhões no mês passado para o Estado. O volume embarcado no penúltimo mês de 2022 registrou 67,29 mil toneladas, aumento de 20,75% em relação aos embarques registrados no mesmo período de 2021, que alcançaram 55,72 mil toneladas. O saldo em dólares das exportações em novembro foi de US$ 142,69 milhões. O valor é 46,68% maior que o registrado no mesmo período do ano passado, que somou US$ 97,28 milhões.

No acumulado do ano, os embarques gaúchos de carne de frango alcançaram 695,83 mil toneladas, alta de 7,74% em relação ao volume exportado no mesmo período de 2021, quando alcançou 645,84 mil toneladas. O saldo em dólares das exportações do Rio Grande do Sul foi de US$ 1,385 bilhão. A receita é 28,9% superior à obtida de janeiro a novembro de do ano passado, que somou US$ 1,074 bilhão. “Outros mercados da Europa, Ásia e Oriente Médio reforçaram as compras do Brasil neste mês, dando indicativos de projeções positivas das exportações brasileiras de carne de frango para este ano. São receitas importantes frente ao atual custo de produção, que permanece elevado”, analisa o diretor de mercados, Luis Rua.

Carne suína

As exportações em novembro alcançaram 23,55 mil toneladas, volume 45,56% maior em relação aos embarques registrados no mesmo mês de 2021, que foram de 16,18 mil toneladas. O saldo em dólares no décimo primeiro mês de 2022 chegou a US$ 60,48 milhões, valor 78,88% superior ao obtido no mesmo período do ano passado, que chegaram a US$ 33,81 milhões.

O volume acumulado dos embarques gaúchos de carne suína, nos onze primeiros meses deste ano, registrou 238,59 mil toneladas, 14,02% menor em relação ao exportado de janeiro a outubro do ano anterior, que foi de 277,51 mil toneladas. As vendas acumularam US$ 551,32 milhões. O valor é 17,22% inferior ao obtido no mesmo período do ano passado, que foi de US$ 666,02 milhões.

“Em todo o histórico da suinocultura de exportação, não há um semestre com desempenho tão expressivo quanto o registrado neste fim de ano. O mercado internacional está demandando produtos brasileiros. Este quadro permitiu ao setor recuperar forças e embarcar volumes acumulados em 2022 muito próximos ao que vimos no ano passado, quando registramos recordes de exportações. São divisas fundamentais para a indústria e o país, em um momento de recuperação econômica, tendo em vista que ainda não superamos os impactos das altas dos custos de produção”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Foto: Manoel Petry/ABPA/Divulgação | Fonte: Assessoria
09/12/2022 0 Comentários 456 Visualizações
Business

Exportações de carne de frango mantém alta em novembro

Por Amanda Krohn 07/12/2022
Por Amanda Krohn

As exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 375,6 mil toneladas em novembro, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O número supera em 12,2% o total embarcado no penúltimo mês de 2021, com 334,7 mil toneladas. Em receita, as vendas de carne de frango de novembro totalizaram US$ 781,3 milhões, valor 29,1% maior que o realizado no mesmo período do ano passado, com US$ 605,3 milhões.

No acumulado do ano (janeiro a novembro), as exportações brasileiras de carne de frango alcançaram 4,436 milhões de toneladas, volume 5,6% maior que o embarcado nos onze primeiros meses de 2021, com 4,198 milhões de toneladas. A receita acumulada pelo setor em 2022 chegou a US$ 8,976 bilhões, valor que supera em 29,3% o registrado entre janeiro e novembro do ano passado, com US$ 6,944 bilhões. “Apesar do desempenho positivo alcançado em outubro, eram esperados números ainda mais expressivos. Entretanto, os efeitos logísticos gerados pelos deslizamentos em rodovias do Paraná e as dificuldades climáticas para a entrada de navios nos Portos de Paranaguá e Itajaí impactaram o desempenho das exportações no mês. Com a normalização das atividades, o volume que não foi embarcado em novembro deverá refletir positivamente o desempenho das exportações em dezembro”, detalha o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Principais destinos

No levantamento por país, a China, maior importadora da carne de frango do Brasil, embarcou 40,3 mil toneladas em novembro (1,4% a mais que o embarcado no mesmo período de 2021). Outros destaques foram a África do Sul, com 27,8 mil toneladas (+21,9%), Arábia Saudita, com 24,6 mil toneladas (+28,9%), e União Europeia, com 18,1 mil toneladas (+17,6%).

“Outros mercados da Europa, Ásia e Oriente Médio reforçaram as compras do Brasil neste mês, dando indicativos de projeções positivas das exportações brasileiras de carne de frango para este ano. São receitas importantes frente ao atual custo de produção, que permanece elevado”, analisa o diretor de mercados, Luis Rua.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/12/2022 0 Comentários 506 Visualizações
Business

Exportações de carne suína de novembro crescem 17,8% em relação a 2021

Por Amanda Krohn 06/12/2022
Por Amanda Krohn

As exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 93,4 mil toneladas em novembro, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O número supera em 17,8% o total registrado no mesmo período do ano passado, quando obteve 79,3 mil toneladas. Em receita, a alta é ainda mais expressiva, com crescimento de 35,1%, soma de US$ 230,5 milhões no mês passado, contra US$ 170,6 milhões registrados no décimo primeiro mês de 2021.

No acumulado do ano (janeiro a novembro), o volume exportado chegou a 1,017 milhão de toneladas, quantidade 2,8% menor que a registrada nos primeiros onze meses de 2021, com 1,047 milhão de toneladas. Em receita, o resultado das exportações no ano alcançou US$ 2,319 bilhões, número 5,3% menor que o registrado em 2021, quando somou US$ 2,449 bilhões. O presidente da ABPA, Ricardo Santin, informa que a média de exportações registradas no segundo semestre chegou a 101,4 mil toneladas, superando os patamares registrados no mesmo período de 2021, quando obteve 95,7 mil toneladas.

“Em todo o histórico da suinocultura de exportação, não há um semestre com desempenho tão expressivo quanto o registrado neste fim de ano. O mercado internacional está demandando produtos brasileiros. Este quadro permitiu ao setor recuperar forças e embarcar volumes acumulados em 2022 muito próximos ao que vimos no ano passado, quando registramos recordes de exportações. São divisas fundamentais para a indústria e o país, em um momento de recuperação econômica, tendo em vista que ainda não superamos os impactos das altas dos custos de produção”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Considerando apenas o mês de novembro, a China, principal destino das exportações brasileiras de carne suína, incrementou as compras em 95% em relação ao mesmo período do ano passado, com total de 42,8 mil toneladas. O Chile importou 7,7 mil toneladas (+53%) e assumiu pela primeira vez o segundo lugar nas exportações brasileiras.

“Temos expectativas positivas sobre o fechamento deste ano e esperam-se impactos ainda mais positivos com a abertura dos mercados do México e do Canadá, dois dos maiores importadores de carne suína do planeta, que neste ano abriram as portas para o produto brasileiro”, completa o diretor de mercados da ABPA, Luís Rua.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/12/2022 0 Comentários 430 Visualizações
Business

Receita de exportações de carne de frango cresce 15% em outubro

Por Amanda Krohn 04/11/2022
Por Amanda Krohn

A receita das exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram US$ 822,6 milhões em outubro, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O número é 15% maior que o registrado no mesmo período de 2021, com US$ 715,2 milhões. O volume embarcado no décimo mês de 2022 alcançou 394 mil toneladas, 0,8% quantidade menor que o registrado em outubro do ano passado, com 397,1 mil toneladas.

No acumulado do ano, a receita das exportações de carne de frango somou US$ 8,195 bilhões, valor 29,3% maior que o registrado entre janeiro e outubro de 2021, com US$ 6,339 bilhões. Em volume, os embarques registrados nos dez primeiros meses de 2022 chegaram a 4,060 milhões de toneladas, desempenho 5,1% maior que o registrado no mesmo período do ano anterior, com 3,864 milhões.

Entre os principais destinos de exportações do ano, destaque para os Emirados Árabes Unidos, com 377,3 mil toneladas (+22.9%), Filipinas, com 215 mil toneladas (+45,6%), União Europeia, com 202,1 mil toneladas (+23,8%), e Coreia do Sul, com 153,3 mil toneladas (+63,2%). “A média mensal das exportações de carne de frango se mantém acima das 400 mil toneladas, em linha com as projeções da ABPA para o ano. O desempenho positivo das receitas obtidas com as vendas internacionais aponta para um quadro de manutenção da demanda do mercado internacional pelo produto brasileiro”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/11/2022 0 Comentários 521 Visualizações
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Exportações de carne suína alcançam 102,7 mil toneladas em setembro

Por Amanda Krohn 05/10/2022
Por Amanda Krohn

As exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 102,7 mil toneladas em setembro, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O volume é 8,5% inferior ao registrado no mesmo período do ano passado, quando foram embarcadas 112,2 mil toneladas. No mesmo período comparativo, as vendas de carne suína alcançaram receita de US$ 244,3 milhões, resultado 4,5% menor ao registrado em setembro de 2021, quando somaram US$ 255,8 milhões.

“O preço médio das vendas internacionais de carne suína vem se recuperando significativamente desde junho deste ano. Em setembro registraram preços médios em patamares próximos aos vistos no ápice da crise internacional de Peste Suína Africana, quando houve maior pressão do mercado global por proteína animal. É uma sinalização positiva para o comportamento das exportações neste segundo semestre e para a minimização das perdas da suinocultura brasileira no primeiro semestre. Vale destacar também a diversificação de mercados ao longo de 2022, com o Brasil aumentando as exportações para países de todas as regiões do mundo”, analisa o diretor de mercados da ABPA, Luís Rua.

Balanço acumulado

No acumulado do ano, as vendas de carne suína alcançaram 825 mil toneladas, dado 5% inferior em relação ao embarcado entre janeiro e setembro de 2021, com 868,8 mil toneladas. O total da receita acumulada nos nove primeiros meses de 2022 chega a US$ 1,851 bilhão, número 10,2% menor que o realizado no mesmo período do ano passado, com US$ 2,061 bilhões.

“Os embarques de carne suína vem recuperando gradativamente os níveis das exportações ao longo do ano. No primeiro trimestre, a média mensal ficou abaixo de 80 mil toneladas. Nos três meses seguintes, o Brasil alcançou média mensal superior a 90 mil toneladas. No terceiro trimestre, superamos a média mensal de 100 mil toneladas, o que sinaliza um fechamento de ano acima do esperado, em relação às projeções traçadas no início de 2022, com patamares próximos ao realizado em 2021”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Principais destinos

Principal destino das exportações brasileiras de carne suína, a China importou em setembro 46,9 mil toneladas (-12,1%), seguida por Hong Kong, com 8,1 mil toneladas (-48,5%), Chile, com 7,1 mil toneladas (+46,2%), Filipinas, com 6,4 mil toneladas (+53,2%), Vietnã, com 5,5 mil toneladas (+26,3%), e Angola, com 4,5 mil toneladas (+92,4%).

 

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/10/2022 0 Comentários 466 Visualizações
Business

Exportações de calçados aumentaram 35% em relação à pré-pandemia

Por Amanda Krohn 08/09/2022
Por Amanda Krohn

Recuperada das quedas provocadas durante a pandemia de Covid-19, a indústria calçadista brasileira comemora bons resultados nas exportações de calçados. Conforme dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), entre janeiro e agosto foram embarcados 97,57 milhões de pares, que geraram US$ 880,88 milhões, altas de 29,7% em volume e de 62,7% em receita na relação com igual período do ano passado. Já em relação ao mesmo intervalo na pré-pandemia, em 2019, os incrementos são de 29,4% em pares e de 35,6% em receita gerada. Segregando apenas o mês de agosto, foi registrado o embarque de 10,7 milhões de pares por US$ 117,43 milhões, o melhor resultado mensal de 2022. O crescimento no comparativo com agosto passado é de 15% em volume e de 50,4% em receita.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, avalia que os países latino-americanos seguem sendo determinantes para a performance, com destaque para o Chile, que se consolida como o quarto destino do calçado brasileiro no exterior. “O Brasil vem ganhando muito espaço no Chile. Hoje somos o quarto principal fornecedor de calçados daquele país”, avalia. Além do incremento das exportações para a América Latina, Ferreira destaca que o preço médio do calçado brasileiro também aumentou, passando de pouco mais de US$ 8 para US$ 11. “Existe um aumento da demanda internacional por calçados e, neste momento de enfraquecimento gradual da China como um grande player do setor, o mundo volta seus olhos para o produto brasileiro, pois temos a maior indústria de calçados fora da Ásia e capacidade produtiva para atender o mercado internacional”, comenta o executivo.

Destino

Principal destino do calçado brasileiro no exterior, em agosto os Estados Unidos importaram 1,34 milhão de pares verde-amarelos, pelos quais foram pagos US$ 38 milhões, estabilidade em volume e aumento de 57% em receita relação ao mesmo mês de 2021. No acumulado de janeiro a agosto, foram embarcados para lá 14,35 milhões de pares, que geraram US$ 246,3 milhões, incrementos tanto em volume (+57,2%) quanto em receita (+84,6%) em relação ao mesmo período do ano passado.

O segundo destino do calçado brasileiro segue sendo a Argentina, apesar da crise interna e da resolução do Banco Central da República Argentina (BCRA) que altera o acesso ao Mercado único de Câmbio para pagamento de importações e que libera os pagamentos das mercadorias importadas somente após 180 dias. No mês de agosto, os hermanos importaram 1,5 milhão de pares por US$ 17,6 milhões, queda de 8,4% em volume e incremento de 49,7% em receita na relação com o mesmo mês do ano passado. No acumulado dos oito meses de 2022, foram embarcados para lá 11,7 milhões de pares, que geraram US$ 127,42 milhões, incrementos tanto em volume (+50,9%) quanto em receita (+84%) em relação ao mesmo intervalo de 2021.

O terceiro destino do calçado brasileiro em 2022 é a França, que em agosto importou 166,35 mil pares, que geraram US$ 2,8 milhões, quedas de 55,2% e de 44,4%, respectivamente, ante o mesmo ínterim do ano passado. No acumulado, os franceses importaram 5 milhões de pares por US$ 43,7 milhões, altas de 15% em volume e de 11,4% em receita na relação com intervalo correspondente de 2021.

Estados exportadores

O principal exportador de calçados do Brasil segue sendo o Rio Grande do Sul, de onde partiram, entre janeiro e agosto, 29,16 milhões de pares, que geraram US$ 413,95 milhões, altas de 50,2% e de 72,6%, respectivamente, ante o mesmo período do ano passado.

Logo em seguida aparece o Ceará, que entre janeiro e agosto exportou 28,58 milhões de pares por US$ 182 milhões, incrementos de 26,7% em volume e de 43% em receita em comparação com o mesmo intervalo de 2021. No terceiro e quarto postos entre os exportadores de calçados aparecem São Paulo (7 milhões de pares e US$ 90,14 milhões, incrementos de 29% e 55,6% ante mesmo período de 2021) e Minas Gerais (9,47 milhões de pares e US$ 58,44 milhões, altas de 43% e 87% no comparativo com período correspondente do ano passado).

Importações

Entre janeiro e agosto, as importações de calçados somaram 18,4 milhões de pares e US$ 234,3 milhões, altas de 20,7% em volume e de 10,4% em receita na relação com o mesmo período de 2021. As principais origens foram Vietnã (5 milhões de pares e US$ 106,17 milhões, quedas de 17,7% e de 13,2%, respectivamente, ante 2021), Indonésia (2 milhões de pares e US$ 40,27 milhões, altas de 12% e 23%) e China (8,6 milhões de pares e US$ 35,13 milhões, incrementos de 55,2% e 54,4%). Em partes de calçados – cabedais, solas, saltos, palmilhas etc – as importações acumuladas somaram US$ 18,94 milhões e as principais origens foram China, Vietnã e Paraguai. As tabelas completas estão disponíveis aqui.

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/09/2022 0 Comentários 449 Visualizações
Business

Exportações de carne de frango crescem 15,3% em agosto

Por Amanda Krohn 05/09/2022
Por Amanda Krohn

Levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) mostram que as exportações de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) somaram 437,8 mil toneladas em agosto, volume 15,3% maior que o exportado no mesmo mês de 2021, com 379,8 mil toneladas. A receita obtida pelas exportações no oitavo mês de 2022 alcançou US$ 922,1 milhões, número recorde histórico nas exportações do setor e que supera em 36,1% o somado no ano passado, com US$ 677,3 milhões.

No acumulado do ano (janeiro a agosto), as exportações brasileiras de carne de frango totalizaram 3,266 milhões de toneladas, volume 7,1% superior ao registrado no mesmo período de 2021, com 3,048 milhões de tons. Em receita, a alta das exportações chega a 33,7%, com US$ 6,542 bilhões em 2022, contra US$ 4,893 bilhões nos oito primeiros meses de 2021.

“O quadro global está altamente demandante por proteínas brasileiras, com especial efeito nas exportações de carne de frango, o que tem pressionado os preços internacionais dos produtos em todo o mundo. Neste contexto, com quadro sanitário sensível em diversos mercados, o Brasil tem colhido frutos por se manter livre de Influenza Aviária, prevendo embarques recordes em 2022, próximo de 5 milhões de toneladas nos doze meses do ano. Isto, sem deixar de suprir o mercado brasileiro”, analisa Ricardo Santin, presidente da ABPA.

Principais destinos — Entre os principais destinos da carne de frango brasileira entre janeiro e agosto, destaque para os Emirados Árabes Unidos, com 319 mil toneladas (+45%), Japão, com 277,6 mil toneladas (+2%), Filipinas, com 165 mil toneladas (+47%), União Europeia, com 163,2 mil toneladas (+29%), e Coreia do Sul, com 124,3 mil toneladas (+63%).

“Os mercados asiáticos vem incrementando a participação nas exportações de carne de frango brasileira. Países como Filipinas e Coreia do Sul, por exemplo, ampliaram as importações em volumes significativamente superiores às médias históricas, juntando-se a outros importantes e históricos parceiros comerciais do Brasil na região como o Japão e a China na lista dos principais importadores”, analisa o diretor de mercados da ABPA, Luis Rua.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/09/2022 0 Comentários 401 Visualizações
Business

Exportações de calçados cresceram 64,8% até julho

Por Amanda Krohn 08/08/2022
Por Amanda Krohn

Dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) apontam que, entre janeiro e julho, as exportações de calçados somaram o embarque de 86,87 milhões de pares, que geraram US$ 763,4 milhões, incremento tanto em volume (+31,8%) quando em receita (64,8%) em relação ao mesmo período do ano passado. Segregando apenas o mês de julho, quando foram embarcados 12 milhões de pares por US$ 111,84 milhões, o aumento é de 35,3% em pares e de 50,8% em receita na relação com o mesmo mês de 2021.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que os mercados latinoamericanos têm sido determinantes para a dinâmica de crescimento das exportações brasileiras de calçados. “O Brasil tem se beneficiado, no cenário de encarecimento do frete marítimo internacional, da proximidade logística com o grupo de países, que vem importando mais do Brasil e menos da Ásia”, conta o executivo, ressaltando que, entre janeiro e julho, as exportações para países da América Latina cresceram 76,3% em valor, e 39,3% em volume em relação ao mesmo período do ano anterior, portanto acima da média geral. “O grupo de países representou 44% dos pares exportados pelo Brasil nos sete primeiros meses do ano. Entre os 10 principais destinos, sete são da América Latina”, avalia Ferreira.

Destinos

O principal destino do calçado brasileiro no exterior segue sendo os Estados Unidos. Entre janeiro e julho, as exportações para lá somaram 13 milhões de pares, que geraram US$ 208,3 milhões, incrementos de 67,3% em volume e de 90,7% em receita na relação com o mesmo ínterim do ano passado. Segregando apenas o mês de julho, foram embarcados para os Estados Unidos 1 milhão de pares por US$ 26,5 milhões, queda de 25% em volume e aumento de 24,9% em receita na relação com o mês sete de 2021.

Apesar da resolução do Banco Central da República Argentina (BCRA) publicada no último dia 27 de junho alterando as condições de acesso ao Mercado único de Câmbio para pagamento de importações, que libera os pagamentos das mercadorias importadas somente após 180 dias, o país vizinho segue sendo o segundo destino do calçado brasileiro no exterior. Entre janeiro e julho, foram embarcados para lá 10,2 milhões de pares, que geraram US$ 109,8 milhões, aumentos tanto em volume (+66,8%) quanto em receita (+91%) em relação ao intervalo correspondente de 2021. Segregando apenas o mês de julho, os embarques para a Argentina somaram 2 milhões de pares por US$ 19,13 milhões, aumentos de 94,2% em volume e de 105% em receita na relação com julho do ano passado. “Muito provavelmente eram negócios que já haviam sido realizados antes da resolução. Vamos aguardar os próximos meses para ter noção exata do efeito da medida. O certo é que o calçado brasileiro possui grande demanda naquele mercado”, explica Ferreira.

O terceiro destino do calçado brasileiro nos sete meses foi a França. No período, foram embarcados para lá 4,87 milhões, que geraram US$ 40,9 milhões, altas tanto em volume (+21,4%) quanto em receita (+19,6%) em relação ao mesmo intervalo do ano passado. Em julho, as exportações para a França somaram 276,4 mil pares, pelos quais foram pagos US$ 4 milhões, quedas de 57,7% em volume e de 34,3% em receita no comparativo com o mesmo mês de 2021.

Estados

Respondendo por quase 47% do valor gerado pelas exportações de calçados brasileiros, o Rio Grande do Sul é o principal exportador do setor. Entre janeiro e julho, as fábricas gaúchas embarcaram 25,6 milhões de pares, que geraram US$ 357,63 milhões, incrementos tanto em volume (+55,2%) quanto em receita na comparação com o período correspondente de 2021. Segregando apenas o mês de julho, as exportações gaúchas somaram 3,94 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 58,23 milhões, altas de 60% e 64%, respectivamente, ante o mesmo mês do ano passado.

O segundo estado exportador do período foi o Ceará, de onde partiram 25,64 milhões de pares por US$ 158 milhões, incrementos de 28,3% em volume e de 42,2% em receita na relação com o mesmo período do ano passado. Somente no mês de julho, as fábricas cearenses embarcaram 3,15 milhões de pares por US$ 15 milhões, alta de 53,7% em volume e queda de 3,5% em receita ante o mesmo mês do ano passado.

Na terceira posição do ranking de exportadores aparece São Paulo. Entre janeiro e julho, as fábricas paulistas exportaram 6,2 milhões de pares por US$ 77,83 milhões, incrementos tanto em volume (+29%) quanto em receita (+57,8%) em relação ao mesmo intervalo do ano passado. No mês de julho, as exportações paulistas somaram 1,3 milhão de pares e US$ 12,9 milhões, altas de 139% e 109%, respectivamente, ante o mês sete de 2021.

Minas Gerais completa o ranking dos quatro primeiros exportadores brasileiros do setor. Entre janeiro e julho, as exportações mineiras somaram 8,15 milhões de pares e US$ 50 milhões, altas de 39% em volume e de 85,3% em receita na relação com o mesmo período do ano passado. Em julho, os embarques somaram 970,7 mil pares e US$ 7,52 milhões, incrementos de 12% e 81%, respectivamente, ante o mesmo mês de 2021.

Importações

Entre janeiro e julho foram importados pelo Brasil mais de 17 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 204,23 milhões, altas de 26,4% em volume e de 9,8% em receita na relação com o mesmo intervalo do ano passado. As principais origens seguem sendo os países asiáticos: Vietnã (4,5 milhões de pares e US$ 94,27 milhões, quedas de 13,3% e 10,3%, respectivamente, ante o mesmo período do ano passado), Indonésia (1,74 milhão de pares e US$ 35,4 milhões, altas de 5,7% e 16,3%, respectivamente) e China 8,33 milhões de pares e US$ 30,37 milhões, altas de 63% e 49,4%, respectivamente).

Em partes de calçados – cabedais, saltos, solados, palmilhas etc – as importações dos sete meses somaram US$ 7,66 milhões, 1,6% mais do que no mesmo período do ano passado. As principais origens seguem sendo Paraguai, China e Vietnã.

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/08/2022 0 Comentários 496 Visualizações
Business

Exportações de carne de frango crescem 6% em 2022

Por Amanda Krohn 05/08/2022
Por Amanda Krohn

As exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 2,828 milhões de toneladas nos sete primeiros meses de 2022, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O número supera em 6% o total embarcado pelo país no mesmo período de 2021, com 2,668 milhões de toneladas.

O resultado em dólares das exportações do ano alcançou US$ 5,620 bilhões, valor 33,3% maior que o registrado no mesmo período do ano passado, com US$ 4,216 bilhões. Em julho, as vendas internacionais de carne de frango totalizaram 405,3 mil toneladas, volume 4,5% menor que o total exportado no sétimo mês de 2021, com 424,4 mil toneladas. Em receita, houve aumento de 20,7%, com US$ 892 milhões neste ano, contra US$ 739,2 milhões em 2021.

Principais destinos

Os Emirados Árabes Unidos assumiram, novamente, a liderança nas exportações de carne de frango do Brasil, com 37,8 mil toneladas exportadas em julho, número 11% superior ao alcançado no mesmo período de 2021. A China, no segundo posto, importou 37,5 mil toneladas (-40,5%). Em terceiro lugar, a Árabia Saudita importou 37,2 mil toneladas (+52,7%).

Outros destaques do mês foram Filipinas, com 21,8 mil toneladas (+16,1%), Coreia do Sul, com 18,8 mil toneladas (+79,4%) e Singapura, com 15,4 mil toneladas (+93,2%). “Destaque positivo para a Arábia Saudita que voltou a comprar volumes significativos nestes últimos dois meses. A expectativa, no geral, é que as exportações fiquem acima das 400 mil toneladas mensais até o fim do ano.” destacou o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Carne suína

As exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 606,5 mil toneladas nos primeiros sete meses de 2022, informa a ABPA. O volume é 8,9% menor ao registrado no mesmo período de 2021, quando foram embarcadas 665,4 mil toneladas.

A receita acumulada entre janeiro e julho deste ano chegou a US$ 1,337 bilhão, valor 16,2% menor que o efetuado no mesmo período de 2021, quando obteve US$ 1,596 bilhão. Considerando apenas o mês de julho, as vendas do setor chegaram a 96,3 mil toneladas, volume 6,2% menor que as 102,7 mil toneladas exportadas em julho de 2021. O saldo em dólares dos embarques do mês totalizaram US$ 222,4 milhões, número 9,7% menor que o resultado de julho do ano passado, com US$ 246,4 milhões.

O principal destino das exportações brasileiras de carne suína, a China, importou em julho deste ano 38,4 mil toneladas (-24,4%). Em segundo lugar, as Filipinas importaram no período 8,2 mil toneladas (+238,2%). Outros destaques foram a Tailândia, com 5 mil toneladas (+2149,7%) e o Uruguai, com 4,1 mil toneladas (+7,8%).

“Há um novo patamar nas vendas de carne suína para a China, em torno de 40 mil toneladas, o que deve se manter nos próximos meses e acima dos volumes praticados no primeiro semestre deste ano. Ao mesmo tempo, vemos outros mercados ganharem protagonismo em 2022, como Filipinas, EUA, Tailândia e Japão, para onde destinamos produtos de valor agregado mais elevado. Nos próximos meses, espera-se que os níveis de exportações sejam próximos de 100 mil toneladas”, analisa Luís Rua, diretor de mercados da ABPA.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/08/2022 0 Comentários 648 Visualizações
Business

Case de internacionalização da Assintecal é apresentado no Design Export Day

Por Ester Ellwanger 04/07/2022
Por Ester Ellwanger

A Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) foi convidada para apresentar o case de sucesso na internacionalização do setor de componentes no Design Export Day, evento promovido no dia 30 de junho pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) no Shopping JK Iguatemi, em São Paulo/SP.

Na oportunidade, o gestor de Mercado Internacional da Assintecal, Luiz Ribas Júnior, destacou a importância do design para a exportação do setor de componentes, que vem registrando números expressivos em 2022. “Hoje existe uma configuração no mercado internacional que exige que as empresas exportadoras tenham diferenciais em design para se manterem competitivas. A Assintecal, por meio do programa que mantemos com a ApexBrasil, o By Brasil Components, Machinery and Chemicals, apoia a internacionalização do setor em sinergia com a evolução do design dos materiais”, conta, ressaltando que foi através dessa estratégia que o setor de componentes deixou de ser “passivo” para conquistar um espaço significativo no mercado internacional.

 

Inspiramais

Ribas Júnior ressaltou, ainda, o papel do Inspiramais, maior salão de lançamentos de componentes para as indústrias de calçados, confecções, móveis e bijuterias do Brasil, no desenvolvimento do design brasileiro para internacionalização. A cada edição, o evento traz cerca de 40 compradores e jornalistas internacionais para participar de rodadas de negociações com as empresas brasileiras. “Além da oportunidade de gerar negócios, realizamos uma imersão desses compradores e jornalistas na experiência do Inspiramais, gerando informações importantes e que são replicadas nos seus mercados. Estamos indo para a 26ª edição em julho e estamos colhendo ótimos resultados”, avalia o gestor.

 

Exportações

Entre janeiro e maio, as exportações do setor de componentes somaram US$ 175 milhões, 21% mais do que no mesmo período do ano passado. Segregando apenas o mês de maio, os embarques de componentes somaram US$ 37,38 milhões, 33% mais do que no mesmo ínterim de 2021.

 

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

04/07/2022 0 Comentários 552 Visualizações
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