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Business

ACINP retoma eventos presenciais em noite de confraternização com lideranças

Por Ester Ellwanger 29/09/2021
Por Ester Ellwanger

Uma noite para ficar na história. Após mais de um ano e meio sem realizar eventos presenciais, a Associação Comercial Industrial de Nova Petrópolis- ACINP reuniu seus voluntários para um momento de troca de experiências e confraternização. O jantar aconteceu na Sociedade Canto Amizade, no dia 24 de setembro, e reuniu aproximadamente 50 pessoas.

Nesse primeiro momento de retomada, o encontro foi exclusivo para diretoria da entidade, diretores e integrantes dos nove departamentos setoriais e ex-presidentes. Na abertura, cada líder falou sobre as ações desenvolvidas em cada Departamento e projetos futuros. Na sequência, o Presidente Marcos Alexandre Streck apresentou os principais projetos em que a Associação está envolvida e as últimas ações.

Entre eles, destaque para o Nova em Compras, que começa neste sábado, 2 de outubro, e possui mais de cem lojas participantes; O Natal, que em uma ação inédita será feito pela entidade, em parceria com a Prefeitura Municipal de Nova Petrópolis; O Brilha Nova Petrópolis e a criação de um Hub de Inovação para acelerar e consolidar projetos empreendedores.

Nos últimos meses, a ACINP tem trabalhando de forma incansável para que lojistas e prestadores de serviços tenham um incremento significativo de renda e receita no último trimestre, com ações de incentivo ao comércio local e atração de turistas para Nova Petrópolis. Estamos felizes com o que vamos entregar para cidade e com o engajamento e a união dos nossos voluntários”, comemora Streck.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/09/2021 0 Comentários 551 Visualizações
Variedades

Novo Hamburgo: Teatro municipal reabre com eventos virtuais na próxima terça-feira

Por Caren Souza 13/05/2021
Por Caren Souza

Novo Hamburgo vai receber novamente um dos principais Teatros do Estado. O Teatro Municipal Paschoal Carlos Magno está pronto para receber o público tão logo o protocolo estadual de combate à pandemia permita. O espaço cultural, que estava em obras desde 2016 para adequação ao Plano de Prevenção e Combate a Incêndios (PPCI), foi liberado pelo Corpo de Bombeiros.

Além do PPCI, diversas reformas foram feitas, como a troca completa do carpete, troca do revestimento das cadeiras, substituição de parte dos equipamentos de sonorização e iluminação, pintura interna da plateia e palco, reforma dos camarins, troca de lâmpadas da plateia por iluminação de LED e também melhorias nas instalações elétricas, visando uma maior eficiência para a redução no consumo de energia e segurança.

Em clima de celebração, o Teatro será entregue para sociedade em evento virtual. De 18 a 23 de maio recebe um dos eventos mais carismáticos da cultura hamburguense: o Encontros de Gentileza! Com lives diárias, a partir das 20 horas, a Secretaria Municipal da Cultura espera a comunidade em um festejo on-line. Com transmissão ao vivo pelo Facebook da Secult (@secultnh) e da Prefeitura Municipal (@prefeituranh), artistas locais levarão até os lares hamburguenses afeto, alegria e muita cultura.

A pandemia da covid -19 acarretou na impossibilidade de abertura do espaço para o público em geral. De acordo com as normas de controle estabelecidas pelo Governo do Estado, os teatros ainda não podem ser reabertos para plateia.

O Secretário da Cultura Ralfe Cardoso comemora o momento. “Estamos felizes em retomar as atividades no palco do nosso Teatro, mesmo que ainda somente para gravações ou apresentações on line. Temos muito para comemorar!”, destaca Ralfe.

O teatro

Fundado em 5 de abril de 1982, recebeu grandes nomes da cultura nacional, como Ester Góes, Nestor Monastério, Adriana Calcanhoto, Wolf Maia, Eva Todor, Eri Johnson, Nei Lisboa, Lúcio Mauro, Baden Powell, Vitor Ramil, Eva Wilma, Hique Gomes, Nico Nicolaievsky, Belchior, Ary Toledo, Jorge Dória, Reginaldo Faria, Ana Botafogo, entre tantos outros, recebendo festivais de canto coral, música, dança e teatro, de alcance regional, estadual, nacional e, mesmo, internacional.

Referência para produtores, artistas e comunidade na região sul do País, o Teatro Municipal Paschoal Carlos Magno comporta um público de cerca de 400 pessoas sentadas e uma estrutura acessível: possui elevador, rampa de acesso, corrimão nas escadas e rampas, vaga de estacionamento exclusiva para idosos e deficientes e banheiros adaptados.

Na entrada, o foyer funciona como área comum e pode ser usado em eventos paralelos como exposições, vernissages e sessões de autógrafos. Destaque para sua caixa cênica, que possui um palco italiano com mais de 80 m², além de três camarins, e cabine técnica.

Presente na memória afetiva de grande parte dos hamburguenses, o Teatro Municipal Paschoal Carlos Magno, retoma suas atividades com muita vida e arte!

Crédito: Lu Freitas | Fonte: Assessoria
13/05/2021 0 Comentários 507 Visualizações
Variedades

Setor de eventos entrega sugestões ao governo e vive expectativa de retomar atividades

Por Caren Souza 12/05/2021
Por Caren Souza

O setor de eventos entregou ao governo do Estado nesta terça-feira (11) suas sugestões de ajustes ao novo modelo de enfrentamento à Covid-19. Na noite de segunda-feira, a cadeia produtiva, representando mais de 30 entidades, reuniu-se com deputados estaduais para solicitar apoio dos parlamentares ao pleito.

Muita gente não vê a importância da gastronomia, da música e do entretenimento.

O deputado Issur Koch participou do encontro virtual e fez um desabafo. “Muita gente não vê a importância da gastronomia, da música e do entretenimento. Duvido que tenha um setor que tenha tentado tantas possibilidades e se colocado à disposição do governo para cumprir os mais rígidos protocolos. De tentativas já estamos fartos! Assino este documento, mas o governo precisa entender de uma vez por todas que todo trabalho que coloca o pão na mesa importa”, disse ele.

A indignação de Issur foi compartilhada por outros deputados e entidades, que já realizaram incontáveis reuniões sem uma solução para o setor. Há 14 meses sem poder trabalhar, as empresas da área vivem agora a expectativa de reabrirem a partir de novos e rígidos protocolos.

Demandas

Entre as demandas do grupo estão a equiparação das atividades com restaurantes e abertura imediata de todas as modalidades de eventos, mediante limitação de público e respeito às regras de distanciamento.

No novo modelo proposto pelo governo gaúcho para a área de cultura, lazer e eventos sociais e corporativos estão a liberação de feiras, exposições, seminários e congressos, mediante autorização dos municípios para público superior a 300 pessoas (trabalhadores e público); autorização de dois terços dos municípios da região ou do gabinete de crise da região para público entre 600 e 1,2 mil pessoas e, ainda, necessidade das autorizações anteriores, do gabinete de crise do RS e encaminhamento da prefeitura para eventos acima de 1,2 mil pessoas.

Teatros, auditórios, casas de espetáculos, casas de show, circos e similares teriam os mesmos critérios. Já eventos sociais e infantis em bufês e casas de festa, casas de shows e pubs seguem em avaliação pelo Estado. Se forem liberados, será com restrições.

Fonte: Assessoria
12/05/2021 0 Comentários 539 Visualizações
Entretenimento
Business

Empresários do entretenimento propõem retomada do setor

Por Gabrielle Pacheco 17/09/2020
Por Gabrielle Pacheco

O contexto criado pelas medidas de distanciamento social tiveram impacto em todas as camadas econômicas. Entre elas, o setor de entretenimento. Por isso, um grupo de empresários gaúchos se reuniu na última sexta-feira (11) para pensar como podem retomar o segmento. A ideia é levar à Prefeitura de Porto Alegre e ao Governo do Estado um estudo com possibilidades e sugestões de reabertura gradual dos locais de entretenimento.

“Compreendemos o cenário, mas ressaltamos que precisamos caminhar para uma volta ao normal.”

De acordo com Tiago Escher, um dos nomes à frente do Grupo TE2, a importância da área para a economia gaúcha é um dos pilares dessa movimentação. “Geramos mais de 50 mil empregos diretos e indiretos anualmente. Além disso, o faturamento do setor no estado chega à casa dos R$ 20 bilhões, cerca de 5% do PIB do Rio Grande do Sul. Compreendemos o cenário, mas ressaltamos que precisamos caminhar para uma volta ao normal”, avalia.

“Num ambiente controlado, responsável e com credibilidade, seria muito mais fácil adotar medidas de segurança.”

Já Eduardo Corte, responsável pelo Grupo Austral, destaca a necessidade de protocolos e um honesto diálogo com o setor. Afinal, afirma ele, o público já parece estar no limite do comportamento e começa a dar sinais mais claros de desobediência civil. “No feriado de 7 de setembro, observamos o alto número de eventos clandestinos aqui no Sul”, aponta. Eles estimam que mais de 35 mil pessoas foram às ruas nos ambientes de lazer noturno, sem que as forças de segurança conseguissem impedir as aglomerações. “Por que, então, não iniciar a retomada gradual do setor? Num ambiente controlado, responsável e com credibilidade, seria muito mais fácil adotar medidas de segurança”, questiona.

Entretenimento seguro

O grupo de empresários que desenvolve o projeto conta com o auxílio de médicos infectologistas. No entendimento deles, a reabertura é algo possível de ser feito, desde que respeitadas as medidas de segurança previamente apontadas por um corpo técnico do poder público. Por conseguinte, afirmam ser central trazer proposições que buscam indicar um modelo interessante de reabertura gradual, além de quais medidas as casas precisam estar atentas.

Por outro lado, Roberto Huwwari, à frente do Club 688, destaca que a iniciativa privada deve engajar-se para encontrar soluções que atendam às diferentes necessidades. “No último final de semana, presenciamos novamente cenas de aglomeração na Rua Padre Chagas, por exemplo. Com certeza, estamos no limite quanto sociedade. Inegavelmente, a atmosfera de transgressão civil que parece ganhar força entre parte significativa da população. Portanto, temos que abraçar esse compromisso e encontrar soluções”, pondera o empresário.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/09/2020 0 Comentários 666 Visualizações
Variedades

O papel da inovação na retomada do setor de eventos depois da pandemia

Por Gabrielle Pacheco 28/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

O que vai acontecer com o mercado de eventos após a pandemia do novo coronavírus? Considerado um dos setores mais afetados pela crise econômica e social provocada pelo vírus, essa é uma pergunta que tem provocado inúmeras reflexões entre os empreendedores que atuam e dependem desse setor. Depois de crescer 9,5% em 2019, alcançando uma receita de R$ 11,3 bilhões, o turismo de negócios está totalmente parado desde março, início da pandemia do coronavírus.

Um levantamento feito pelo Sebrae, em abril, mostra que a pandemia da Covid-19 afetou 98% do setor de eventos. A pesquisa ouviu prestadores de serviços de organização de feiras, congressos, exposições e festas, além de profissionais cujos trabalhos envolvem aluguel de estruturas, como palcos. A pesquisa ainda mostra que, em comparação ao mês de abril do ano passado, 62,5% dos entrevistados acreditam na redução de 76% a 100% do faturamento em abril deste ano.

Já faz mais de quatro meses que o setor de eventos está suspenso. O Parque Vila Germânica, localizado em Blumenau, Santa Catarina, local de eventos da região, teve toda a sua agenda de eventos cancelada ou reagendada. Um exemplo é a Febratex, uma das maiores feiras do mundo para a indústria têxtil e a maior das Américas, promovida pelo Febratex Group, uma das principais promotoras de feiras têxteis da América Latina.

Junto com a pandemia, a Febratex enfrentou um outro desafio. Inicialmente marcada para acontecer em agosto de 2020, no Parque Vila Germânica, a feira precisou ser remarcada para abril de 2021, já que o local onde aconteceria o evento foi ocupado por um hospital de campanha. Segundo Hélvio Pompeo Jr., Diretor de Comunicação do Febratex Group, o evento foi remarcado para abril de 2021 a fim de preservar a saúde e bem-estar de todos.

O evento é reconhecido como a 3ª maior feira mundial do setor têxtil e estrategicamente esperada pelo mercado para exibição de lançamentos da indústria e de confecção. O evento ocorre a cada dois anos, com mais de 50 mil visitantes durante os quatro dias de feira.

Inovação nos eventos do setor têxtil

O diretor explica que o setor passa por um momento desafiador mas uma das saídas é inovar, principalmente no que se refere ao ramo têxtil, que já vem diariamente lançando novidades para combater a Covid-19.

“Tenho certeza que o movimento que está acontecendo na moda para valorizar os produtos locais não ficará apenas na moda, ele é comportamental, isso vai trazer muitas oportunidades para o turismo local. A inovação vai ser pelo próprio trade de turismo que já existe internamente, será uma grande redescoberta do próprio Brasil. Outro ponto de inovação são os tecidos tecnológicos antivirais e tecidos que consigam ser desfibrados para ter todo o processo dentro da economia circular, fazendo com que a indústria têxtil e de moda não seja mais vista como poluidora, mas sim uma grande indústria que cuida dos seus resíduos”, aponta Pompeo Jr.

Eventos regionalizados são uma saída

A Associação Brasileira da Agências de Viagens Corporativas (Abracorp) captou em março de 2020 o impacto negativo do isolamento social em vários estados, especialmente em São Paulo, que concentra o grosso dessa atividade no país. Segundo pesquisa da Abracorp, a receita com vendas de passagens aéreas, diárias de hotéis e locação de automóveis, entre outros serviços, foi de R$ 890 milhões em média nos meses de janeiro e fevereiro, mas caiu para pouco mais de R$ 400 milhões em março. Entre abril e junho, a queda chegou a 100%, dependendo da empresa.

Segundo Pompeo Jr., eventos regionalizados tendem a ter maiores vantagens e sucesso de visitação já que não dependem de malha aérea, locação de automóveis entre outros.  “A Febratex faz parte do Polo Têxtil de Blumenau e Vale do Itajaí, localizado em Santa Catarina, que concentra mais de 3 mil indústrias e emprega 112 mil trabalhadores formais. Tudo isso num raio de 200 km de onde é organizada a Febratex, no parque Villa Germânica. Esse ponto geográfico é fundamental para que a Febratex consiga garantir um número expressivo de visitantes, fortalecendo o turismo regional de negócios”, explica.

“Tudo é uma questão de estratégia. Eventos regionalizados acabam sendo mais fáceis no que diz respeito ao público. Cerca de 80% dos visitantes da Febratex são da Região Sul, seguidos por 10% do Sudeste e Centro-Oeste, 5% Norte e Nordeste e 5% de estrangeiros, na sua grande maioria argentinos”, comenta.

Presencial e online

O modelo híbrido de evento, aliando a presença física com o alcance do virtual, pode ser uma tendência a ser observada futuro, embora a importância do presencial ainda seja fundamental: “O digital é uma plataforma incrível. Em muitas situações, a tecnologia aproxima e agiliza. Mas consigo ver claramente no mercado de eventos de negócio que as feiras presenciais sempre serão mais prestigiadas. Morando na Europa há dois anos, visito feiras por todo o continente e percebo claramente uma projeção que o digital ainda não consegue contemplar sozinho. As feiras de negócios foram e sempre serão um meio para recuperarmos a economia e aproximar as pessoas”, ressalta Giordana Madeira, Diretora Executiva do Febratex Group.

Ela acredita que o sucesso do presencial está na experiência completa que proporciona: “Os participantes são estimulados e envolvidos em todos os cinco sentidos. As pessoas precisam ver as máquinas em funcionamento, compará-las, tocar nos produtos, negociar com os expositores. Principalmente no momento em que vivemos, com o distanciamento social, nos esquecemos do quanto estar perto de pessoas faz bem. Somos seres sociais e precisamos dos encontros físicos para viver melhor e, na negociação comercial, o vínculo pessoal que se cria através do presencial traz muito mais satisfação e confiança para as partes.”

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/08/2020 0 Comentários 742 Visualizações
Cultura

Pesquisa inédita revela potencial de impacto da cadeia da música na economia do RS

Por Gabrielle Pacheco 27/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

Artistas e produção, mas também engenharia, transporte, hotelaria, contabilidade e tecnologia da informação são alguns dos setores impactados diretamente pelos investimentos em projetos relacionados à música no Rio Grande do Sul. Um estudo inédito elaborado pela Secretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão (Seplag) mostrou que a cada R$ 100 destinados a eventos musicais, R$ 44,50 são utilizados para pagamentos de artistas e de pessoal diretamente envolvidos na produção, enquanto R$ 55,50 movimentam setores de outras áreas da economia, como comércio, indústria e serviços.

A divulgação nesta quarta-feira, 27, do estudo sobre o potencial de impacto da cadeia da música na economia do Rio Grande do Sul, elaborado por pesquisadores do Departamento de Economia e Estatística (DEE/Seplag), a partir de uma parceria com a Secretaria da Cultura (Sedac), dá sequência aos trabalhos que visam subsidiar a implementação do RS Criativo – programa da Sedac para fortalecer a economia criativa do Estado.

Nesta etapa de desenvolvimento, o objetivo é analisar o impacto das atividades musicais na geração de postos de trabalho e seus reflexos em outros setores. Para chegar aos dados finais da pesquisa, foram utilizadas informações das prestações de contas de projetos de eventos musicais beneficiados pela Lei de Incentivo à Cultura (LIC) entre 2014 e 2019. Dos 288 projetos realizados no período no Estado, foi selecionada uma amostra aleatória de 97.

“O estudo mostrou que os recursos dos eventos musicais não são alocados apenas em empresas especializadas na prestação de serviços para atividades culturais, mas transbordam para outros setores, o que contribui para dinamizar as economias locais”, destaca o pesquisador do DEE Tarson Nuñez, um dos responsáveis pelo estudo.

Descentralização

Dos projetos do setor musical selecionados na amostra com apoio da LIC entre 2014 e 2019, 71,2% foram desenvolvidos em cidades do interior do Rio Grande do Sul e 28,8% na região metropolitana de Porto Alegre. Quanto à porcentagem dos recursos alocados nestes eventos, 59,5% ficaram no interior gaúcho e 40,5% na capital e Região Metropolitana.

Os dados mostram ainda que o interior concentrou um número maior de eventos realizados (69), mas com dimensões menores, com média de R$ 202,2 mil por projeto. Na Capital e Região Metropolitana foram menos projetos (28), mas com uma média mais alta de gastos (R$ 339,95 mil).

Empregos na música

A pesquisa do DEE/Seplag ressalta ainda as dificuldades para o estudo do emprego na cadeia da música, caracterizada pela alta informalidade, ausência de uma base de dados estatísticos, heterogeneidade e complexidade. A natureza dos postos de trabalho gerados por eventos musicais é mais precária do que a dos empregos formais permanentes, limitados ao tempo de duração do projeto. Ainda assim, considerando artistas e equipes de produção, são 64 as ocupações profissionais envolvidas na realização desses eventos no Estado.

No setor de serviços, entre os diretamente relacionados a shows – como som, luz, estrutura e comunicação – e os adicionais – como transporte, hospedagem e alimentação – são 46 diferentes tipos de empreendimentos movimentados com a realização de um projeto, o que beneficia, em especial, as micro e pequenas empresas locais.

“O que os dados mostram é que os eventos da cadeia da música impactam de forma importante as economias locais e proporcionam a profissionalização dos setores envolvidos. E quanto mais desenvolvida e diversificada é uma economia, mais uma sociedade avança”, afirma Nuñez.

“A divulgação da pesquisa vem num momento muito oportuno, em que se faz necessário enaltecer a importância do setor, especialmente nesse período em que muitos trabalhadores da área estão com as atividades suspensas, em função da pandemia. O setor cultural ajuda a engrenagem a funcionar, injeta dinheiro e movimenta a economia”, destaca a assessora especial de Artes e Economia Criativa da Sedac, Ana Fagundes.

Políticas públicas

A Lei de Incentivo à Cultura (LIC) é um mecanismo de incentivo fiscal pelo qual projetos de diversas áreas culturais, após avaliação e aprovação pelo Conselho Estadual de Cultura, podem receber financiamento de empresas. Ao apoiar os projetos, as empresas recebem um desconto relativo ao Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) devido.

Aos produtores que recebem valores por meio da LIC é obrigatória a prestação de contas, em que são informados os valores destinados ao pagamento de pessoal, contratações de serviços e os demais gastos relacionados ao projeto. De acordo com Nuñez, a partir da interpretação dos dados, o estudo permite ainda uma análise sobre a eficácia da própria lei como política pública.

RS Criativo

O RS Criativo é um programa da Sedac que busca potencializar a economia criativa no Estado, segmento que inclui setores nos quais a criação de valor tem como base dimensões imateriais como criatividade, cultura, conhecimento e inovação. As características e potencialidades do segmento estão na pauta dos estudos do DEE/Seplag para auxiliar na implementação das políticas no Rio Grande do Sul.

A primeira pesquisa desta análise foi divulgada em dezembro de 2019 e apontou os indicadores de empregos na economia criativa no Estado, no período entre 2006 e 2017. O documento mostrou que são mais de 130 mil os empregos formais no segmento, contingente superior ao da indústria calçadista e do setor automobilístico no Estado.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/05/2020 0 Comentários 552 Visualizações
Cidades

Gramado se prepara para 40 eventos no segundo semestre

Por Gabrielle Pacheco 15/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

Diretamente impactados enquanto turismo de lazer e de negócios em função do Coronavírus, os municípios da Região das Hortênsias estão otimistas. Segundo Eduardo Zorzanello, presidente do Gramado Canela Convention & Visitors Bureau Região das Hortênsias, “teremos já no trabalho prévio, 40 eventos, como congressos, feiras e convenções, entre outros. Isto é muito importante porque vai provocar um fluxo equilibrado de turistas e um equilíbrio na relação emprego e renda”.  São eventos que aconteceriam neste primeiro semestre e que o CVB está trabalhando de uma maneira muito assídua junto às entidades e demais promotoras e organizadoras de eventos para que eles sejam realocados para o segundo semestre.

Segundo Zorzanello, o otimismo deve-se ao fato de estar junto com o poder público de Gramado e da região das Hortênsias, com a sociedade civil e entidades num diálogo muito importante para transformar o segundo semestre da região, através dos eventos, em uma recuperação da economia. Como exemplo, junto com a Gramadotur, cita os eventos públicos de Gramado, como o Festival de Cinema, o Festival de Gastronomia e o Natal Luz – que terá 101 dias de duração – e também eventos privados que também são indutores da economia como o Festuris, a Gramado Summit e o Fórum Gramado de Estudos Turísticos.

Desde o dia 19 de março, Gramado adotou o isolamento social e a população vem cumprindo a recomendação de ficar em casa. Enquanto isso, a cidade está se preparando para a retomada. Hotéis, restaurantes e atrativos turísticos estão sendo revitalizados, e os jardins públicos continuam sendo cuidados com o mesmo zelo de antes da pandemia.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/05/2020 0 Comentários 489 Visualizações
Business

Semana Global do Empreendedorismo terá mais de 200 eventos no RS

Por Gabrielle Pacheco 18/11/2019
Por Gabrielle Pacheco

Com ações em mais de 170 países, a Semana Global do Empreendedorismo será realizada de 18 a 24 de novembro com o objetivo de capacitar, inspirar e conectar pessoas à cultura empreendedora. Articulado no Brasil pelo Sebrae, o movimento terá mais de 7 mil eventos, sendo pelo menos 200 deles no Rio Grande do Sul. Em solo gaúcho, as iniciativas estarão espalhadas em mais de 100 municípios.

“Acreditamos no empreendedorismo como um dos grandes indutores para o desenvolvimento econômico e social. Ele é a grande alavanca que pode mudar a realidade de uma região, de um estado e de um país. Por isso, queremos mobilizar o máximo de cidades que conseguirmos, por meio da força de nossa equipe, principalmente dos escritórios regionais”, afirma o coordenador do atendimento do Sebrae RS, Maico Fabiano Fernandes.

“Acreditamos no empreendedorismo como um dos grandes indutores para o desenvolvimento econômico e social.”

Qualquer pessoa, instituição ou governo pode propor atividades sobre empreendedorismo durante a semana, que estão sendo compiladas no site empreendedorismo.org.br. “Um dos nossos desejos é poder levar o empreendedorismo para as escolas, com atividades sobre educação empreendedora e o poder de transformação que ela tem. Os jovens precisam pensar de maneira inovadora, propor novas soluções para os problemas atuais e estimular o comportamento empreendedor”, afirma o coordenador.

“Os jovens precisam pensar de maneira inovadora, propor novas soluções para os problemas atuais e estimular o comportamento empreendedor.”

Conforme Fernandes, a maioria das atividades que já foram cadastradas no Estado é gratuita e algumas também terão transmissão pela internet, o que possibilita o acesso de mais pessoas. Entre as ações estão cursos de gestão, oficinas de marketing digital, workshops sobre abordagem de vendas, palestras sobre identidade empreendedora, rodadas de negócios, oficinas de pitch e workshops de design thinking.

Criada em 2007 pelo ex-primeiro ministro britânico Gordon Brown e pelo presidente da Kauffman Foundation à época, Carl Schramm, a Semana Global do Empreendedorismo mobilizou mais de 2,5 milhões de pessoas no Brasil nos últimos três anos, com cerca de 10 mil atividades realizadas. Atualmente considerado o maior do mundo, o movimento brasileiro já foi reconhecido com sete premiações internacionais. Em 2019, a semana tem como tema “Empreender é Viver no Futuro Hoje”.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/11/2019 0 Comentários 717 Visualizações
Cultura

Grandes eventos movimentam economia nacional

Por Gabrielle Pacheco 19/08/2019
Por Gabrielle Pacheco

Nos últimos anos, o Brasil passa por um período ímpar no que se refere ao cenário de eventos e adjacências. O país recebeu a Copa do Mundo (2014) e a Olímpiadas (2016), que, a exemplo do primeiro deles, movimentou R$ 30 bilhões a mais no PIB e mais de 200 mil trabalhos temporários, atraindo 3,7 milhões de turistas no país, segundo o Ministério do Turismo.

O cenário se repete em relação a área musical, com o Rock in Rio, que na última edição, em 2017, movimentou R$ 1,4 bilhão no país, despertando interesse de produtoras a fazer outros grandes eventos nacionais e trazer outros internacionais ao País.

É um setor de enorme potencial, que busca criar, divertir, informar e, por consequência, gerar emprego, renda e movimentar a economia local e nacional, aproveitando tendências mundiais e a cultura regional como motivador de festas para fazer circular pessoas e dinheiro em um determinado período.

Assim tem sido no meio do ano com as festas juninas, a exemplo de Campina Grande (PB), no qual as comemorações duram 30 dias e recebem cerca de 2,5 milhões de visitantes por ano, de acordo com informações do Governo Local, com faturamento de R$ 200 milhões na economia, gerando por volta de 3 mil empregos temporários. Caruaru (PE), por sua vez, recebe aproximadamente 2 milhões de pessoas para a festa, que ocorre em todo o mês de junho em mais de 20 polos.

Dados do Ministério da Cultural apontam que o potencial de crescimento do setor é fruto da diversidade cultural brasileira, que encontra poucos paralelos no mundo – é uma economia criativa, que tem resultados maiores que outros tradicionais (como o têxtil e o de eletroeletrônicos), sendo responsável por 2,65% do PIB.

Segundo Beatriz Oliveira, Head de marketing da Eventbrite, plataforma global de venda de ingressos e tecnologia para eventos, a indústria de eventos é grandiosa e tem crescido potencialmente, mudando o modo de oferecer seu produto para os consumidores.

“Mais do que sair para curtir um show, festival ou participar de um evento corporativo, as produtoras estão investindo e transformando shows e festas em grandes experiências sensoriais e tecnológicas, movimentando diversos subsetores fornecedores, como tiqueteiras, credenciamento e pagamentos (pulseiras), transporte, logística, catering, segurança, entre outros”, lembra a especialista.

A repercussão econômica está atrelada a movimentação de dinheiro gerada na localidade em que é sediada, com o aumento do turismo, maiores vendas no comércio, arrecadação de impostos, entre outros.

“É mais gente circulando, consumindo e vivendo aquele lugar; o que é positivo para qualquer cidade mas, principalmente, para municípios menores, tendo em vista que o entretenimento costuma ser uma grande fonte de propagação e promoção local, devido ao compartilhamento de conteúdo naturalmente feito pelas redes sociais – fotografar, marcar, curtir -, que hoje é tão importante para as pessoas quanto para os empresários”, lembra Victor Carvalheira, um dos sócios fundadores da produtora de eventos que leva seu sobrenome.

Por isso, Beatriz, da Eventbrite, lembra que os benefícios locais podem ser diretos gerados pelo evento, por meio de contratação de bens e serviços locais relacionados a logísticas; ou indiretos, do turismo dos participantes e organizadores, não relacionados a estrutura do evento em si, como hotelaria, por exemplo.

“Há também a possibilidade de as cidades utilizarem as estruturas deixadas ou o mote do evento para atrair visitantes, como o Rio de Janeiro com a Vila Olímpica, que foi transformada na Cidade do Rock”, exemplifica a especialista do setor

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
19/08/2019 0 Comentários 583 Visualizações
Variedades

Feevale oferece curso de projetos de interiores para hotelaria

Por Gabrielle Pacheco 24/01/2019
Por Gabrielle Pacheco

O setor hoteleiro vem se desenvolvendo e renovando nos últimos anos, acompanhando a expansão do mercado de turismo e negócios. Com base nisso, a Universidade Feevale realizará, de 11 a 19 de fevereiro, no Câmpus II (ERS-239, 2755, Novo Hamburgo), a terceira edição do curso Projetos de Interiores para Hotelaria. O objetivo é apresentar um panorama geral dos empreendimentos de hotelaria – processo de implantação e de operacionalidade –, fornecendo subsídios e enfatizando o desenvolvimento dos projetos de interiores específicos para o setor.

O curso, promovido pelo Instituto de Ciências Criativas e Tecnológicas da Feevale, por meio do curso de Arquitetura e Urbanismo, tem como público-alvo profissionais e acadêmicos das áreas de Design de Interiores e de Arquitetura e Urbanismo. As inscrições estão abertas e podem ser realizadas até dois dias antes do início do curso, pelo site .

O programa possui dois módulos e uma visita técnica guiada a um empreendimento hoteleiro, onde os participantes poderão visualizar e identificar, na prática, os conceitos estudados nos módulos teóricos. O curso será ministrado por Nilza Cristina Taborda de Jesus Colombo, graduada em Arquitetura e Urbanismo e doutoranda em Artes Visuais, e por Aurélia da Luz Schneck, graduada em Hotelaria e em Administração de Recursos Humanos e mestre e Gestão e Negócios.

Mais informações:
www.feevale.br/cursoseeventos ou (51) 3586-8822

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/01/2019 0 Comentários 477 Visualizações
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