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Ensino

Universidade Feevale recebe primeiras alunas do programa Move La América

Por Jonathan da Silva 12/03/2025
Por Jonathan da Silva

A Universidade Feevale recebeu nesta segunda-feira (10) as primeiras alunas do programa Move La América, iniciativa da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) para promover a mobilidade acadêmica na América Latina. As intercambistas Ana Catalina Copier Guerrero, do Chile, e Diana Fernanda Quezada Jacome e Samantha Gabriela Pachar Jimenez, do Equador, foram recepcionadas pela comunidade acadêmica e apresentadas aos orientadores e principais contatos de apoio na instituição.

Ana Catalina, da Universidad de Chile, ingressou no Mestrado em Qualidade Ambiental da Feevale e será orientada pela professora Daniela Muller de Quevedo. Diana e Samantha, ambas da Universidad de Cuenca, participarão do Mestrado em Toxicologia e Análises Toxicológicas, sob orientação dos professores Rafael Linden e Marina Venzon Antunes, respectivamente.

Recepção institucional

O reitor da Universidade Feevale, José Paulo da Rosa, ressaltou a importância da troca de experiências entre países. “É muito bom contar com vocês na Universidade. Fico muito feliz em fazermos essa união entre Equador, Chile e Brasil, para que possamos trocar experiências e culturas. Aproveitem muito essa oportunidade, queremos que sejam muito felizes no Brasil. Vocês podem contar com todo o apoio da Feevale”, afirmou o reitor.

O pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão, Fernando Spilki, destacou o papel do intercâmbio para o desenvolvimento acadêmico. “Muito obrigado pelo interesse de vocês, que vêm de universidades tão conceituadas. Para nós, é uma honra recebê-las. Espero que seja um período de muita prosperidade e que possamos aprender com vocês também. Vocês escolheram como orientadores alguns dos melhores pesquisadores da Universidade, então tenho certeza que estarão bem atendidas”, comentou Spilki.

A diretora de Relações Internacionais e Institucionais da Feevale, Paula Casari Cundari, reforçou a relevância do programa Move La América para o avanço da pesquisa na América do Sul. “Esse é o movimento internacional que a Universidade busca. O programa é importante para movimentar investigadores da América do Sul e impulsionar o desenvolvimento do nosso continente, para que a pesquisa feita aqui tenha um impacto global. A Feevale se torna uma unidade referência nesse processo”, ressaltou Paula.

Programa Move La América

A Universidade Feevale foi contemplada com bolsas do programa Move La América, da Capes. O objetivo da iniciativa é fortalecer a internacionalização das instituições de ensino superior brasileiras por meio da atração de acadêmicos de universidades da América Latina e Caribe, contribuindo para o desenvolvimento dos programas de pós-graduação.

Foto: Andrieli Siqueira/Universidade Feevale/Divulgação | Fonte: Assessoria
12/03/2025 0 Comentários 313 Visualizações
Ensino

Feevale e universidade equatoriana estreitam cooperação acadêmica

Por Jonathan da Silva 24/10/2024
Por Jonathan da Silva

A Universidade Feevale recebeu representantes da Universidad Católica de Cuenca, do Equador, nesta quarta-feira (23),  em Novo Hamburgo, com o objetivo de fortalecer os laços de cooperação acadêmica entre as instituições. Os professores Diego Morales e Eduardo Palma foram recebidos pelo reitor da Feevale, José Paulo da Rosa, e pela diretora de Relações Internacionais e Institucionais, Paula Casari Cundari, no Câmpus II da instituição gaúcha.

A visita faz parte de uma missão para conhecer a estrutura e as metodologias da Feevale, além de avançar no desenvolvimento de projetos conjuntos. Um dos principais projetos discutidos foi a “Preparação de estruturas plásticas, mobiliário urbano, vestuário ecológico e calçados através da implementação da economia circular”, que está sendo realizado em parceria entre as duas universidades.

Após a reunião, Morales e Palma participaram de um tour pelos principais centros de pesquisa da Feevale, incluindo o Laboratório de Estudos Avançados em Materiais, a Central Analítica e o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Tecnologias Limpas. Durante as visitas, os professores equatorianos puderam observar as instalações e debater futuras colaborações.

Também participaram da recepção os pesquisadores da Feevale Carlos Pandolfo Carone, Vanusca Dalosto Jahno, Daiana Metz Arnold e Marco Antonio Siqueira Rodrigues, além das representantes da Pró-Reitoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão Ana Carolina Kayser e Tauana Rodrigues.

Foto: Maria Izabella Atanasio/Universidade Feevale/Divulgação | Fonte: Assessoria
24/10/2024 0 Comentários 256 Visualizações
Business

Calçados Bibi abre quarta loja no Equador

Por Milena Costa 26/05/2021
Por Milena Costa

A Calçados Bibi, pioneira na fabricação de calçados infantis no Brasil, dá continuidade ao plano de internacionalização da marca por meio de franquias. Após inaugurar unidades no Peru, Bolívia, Chile e Guatemala, a marca implantou a quarta loja em Guayaquil, cidade portuária do Equador, no último domingo, 23 de maio. A operação do Riocentro Los Ceibos é comandada pelo distribuidor local da Bibi, parceiro de longa data da marca, e que também é responsável pelas operações das outras lojas da rede implantadas na capital. Está entre os planos da Bibi a abertura de oito novas unidades no Equador, até o ano de 2025.

Mesmo em meio à pandemia e respeitando todos os decretos e protocolos de segurança, a Bibi retomou a expansão em países da América do Sul. Neste ano, já foram implantados três pontos de operação fora do Brasil, sendo dois no Peru e um no Equador, seguindo o plano de expansão da marca para 2021, que visa 32 inaugurações, sendo 20 lojas no Brasil e 12 no exterior. Focamos inicialmente em países próximos ao Brasil, pois há uma familiaridade no calendário promocional, no clima e também no comportamento do consumidor.

“Nosso plano de internacionalização é ambicioso e temos todos os elementos necessários para chegarmos lá: produto de qualidade, muita inovação e um propósito claro de contribuir para o desenvolvimento feliz e natural da criança. Estamos trabalhando para ser uma marca global de desejo, e até 2030 queremos chegar a 100 lojas internacionais”, revela a presidente, Andrea Kohlrausch.

A abertura de lojas possibilita um relacionamento muito mais próximo e emocional com o consumidor. Além de aumentar a percepção de valor da marca e dos produtos, e essa estratégia é excelente para o crescimento sadio da rede. Para isso, a Bibi conta com três modelos de negócios: Standard, operação com investimento a partir de R$ 580 mil e foco em shopping centers de grandes cidades; Light, com objetivo de expandir para cidades de até 200 mil habitantes e investimento de R$ 300 mil; e o formato microfranquia, com investimento menor, de R$ 90 mil, que visa cidades com até 100 mil habitantes e tem como foco empresários que tenham loja voltada ao público infantil. Hoje, a Bibi conta com mais de 132 unidades, sendo 13 delas internacionais, um canal de e-commerce, está presente em mais de 3.500 mil pontos de venda multimarcas e exporta os produtos para mais de 70 países.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/05/2021 0 Comentários 747 Visualizações
Cultura

Muovere Cia de Dança participa de festival no Equador

Por Gabrielle Pacheco 24/06/2019
Por Gabrielle Pacheco

A Muovere Cia de Dança, de Porto Alegre, chega neste final de semana em Guayaquil, no Equador, para participar do festival Encuentros de Junio – Equador, que ocorre até 30 de junho, reunindo artistas e grupos de doze países. A companhia foi convidada pela organização do evento para desenvolver uma atividade de residência com artistas locais.

Do dia 22 até hoje, 24, os coreógrafos Jussara Miranda e Diego Mac desenvolvem a montagem Desvio Sinal com quatro performers e um atuador de Guayaquil, integrando a programação do Encontro Internacional de Dança que ocorre desde 1993.

Concebido para a rua, a performance ocorre em faixas de segurança e inspirou-se em movimentos de pedestres e condutores de automóveis, tendo fidelizado os motes coreográficos eleitos pelo público internauta, em 2012.

Com direção geral e coreográfica de Jussara e artística de Mac, que também é atuador e responsável pela trilha, Desvio Sinal tem dramaturgia assinada por Jezebel de Carli e os trajes criados por Daniel Lion. No Brasil conta com a colaboração dos bailarinos Juliana Rutkovski, Denis Gosch, Anitta Brusque e Didi Pedone.

No Equador, a Muovere conta com a participação dos performers Maribel Carrión, Vanessa Saavedra, Michelle Castillo, Miguel Palacios e Mario Cabrera que fazem parte do Zona Escena com Jorge Parra Landázuri.

O Encuentros de Junio surge em 1993 como um encontro espontâneo com o objetivo de fomentar e difundir a linguagem da dança.

Em 2019 recebe artistas e grupos dos Estados Unidos, México, Colômbia, Alemanha, República Dominicana, Cuba, França, Chile, Argentina, Canadá, Equador e Brasil. Organizado por um grupo de artistas independentes, é o mais importante do Equador.

Desde então, vem criando espaços de diálogo entre artistas e público através de mostras artísticas, residências coreográficas e capacitação, reunindo linguagens estéticas de Cias de todo mundo e ocupando teatros, praças e espaços alternativos da cidade de Guayaquil.

As performances ocorrem hoje,24 de junho, na Rua Pichincha com 9 de Octubre (15:00) e na Rua Bellén com Malecón (17:30), Guayaquil, Equador. A participação da Muovere no evento conta com apoio do Espaço N Porto Alegre e incentivo do Ministério das Relações Exteriores do Brasil.

Foto: Gustavo Muller/Divulgação | Fonte: Assessoria

 

24/06/2019 0 Comentários 588 Visualizações
Variedades

Calçadistas comemoram decisão que pode destravar exportações para o Equador

Por Gabrielle Pacheco 09/01/2019
Por Gabrielle Pacheco

Foi no apagar das luzes de 2018, mais precisamente no dia 27 de dezembro, que o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, decidiu liberar a importação de camarão do Equador, o que pode deve fim a uma barreira imposta a calçadistas brasileiros desde julho de 2017 e que causou prejuízos estimados em mais de US$ 20 milhões.

O presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Heitor Klein, comemora o fato, que contou com atenção especial da entidade ao longo do último ano. “Como forma de retaliação à barreira de importação de camarões, o governo equatoriano vinha exigindo uma extensa lista de informações para verificação de origem do calçado brasileiro e uma taxa de garantia de 10% do valor do produto mais US$ 6 por par, o que, em muitos casos, acabava inviabilizando o processo”, explica Klein, acrescentando que a alegação para a barreira imposta ao camarão equatoriano era de que este representava risco de contaminação, o que já havia sido negado pelo próprio Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). “A questão ficou parada na Secretaria de Pesca e só retornou à pauta com a pressão dos calçadistas e com o apoio do senador Lasier Martins”, conta o executivo.

No ano passado, mesmo com os problemas das barreiras, os equatorianos importaram US$ 34 milhões em calçados brasileiros, 31% mais do que em 2017. “É um mercado muito forte e que com a resolução do entrave deve crescer ainda mais em 2019”, conclui Klein.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
09/01/2019 0 Comentários 428 Visualizações
Variedades

Equador volta a barrar calçados brasileiros

Por Gabrielle Pacheco 23/11/2018
Por Gabrielle Pacheco

A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) está empenhada na resolução de um entrave nas exportações para o Equador. Na última quarta-feira, dia 21, o presidente-executivo da entidade, Heitor Klein, esteve reunido com representantes da AEICAL (associação de importadores de calçados do Equador, sigla em espanhol) e empresas brasileiras afetadas em Gramado/RS.

Klein conta que as solicitações de verificação de origem, exigidas pelo governo equatoriano desde agosto de 2017 – com interrupção nos meses de dezembro de 2017 até junho deste ano -, além de emperrar o fluxo do comércio com a burocracia prevê uma taxa de garantia de 10% do valor do produto e mais US$ 6 por par brasileiro – tarifa integral extra-acordo comercial – o que, muitas vezes, inviabiliza o processo. “Na realidade, é uma retaliação à exigência brasileira de Análise de Risco (ARI) para a importação de camarões equatorianos. Uma coisa não é relacionada à outra, mas o governo local escolheu um setor brasileiro para retaliar e, infelizmente, foi o nosso”, aponta o executivo, ressaltando que o procedimento tem provocado prejuízos aos exportadores brasileiros.

Segundo o executivo da Abicalçados, desde agosto de 2017 os entraves já causaram perdas de US$ 12,4 milhões aos calçadistas. “Antes de enfrentarmos essa barreira, os calçados entravam com tarifa zero de importação no Equador, amparadas pelo a Acordo de Complementação Econômica (ACE) 59”, informa, ressaltando que o prejuízo estimado representa quase a metade do total gerado com as exportações para aquele país em 2017 (US$ 26 milhões). Atualmente, mais de 80 indústrias de calçados brasileiras exportam para o país sul-americano.

Próximos passos

A reunião de quarta-feira teve o intuito de alinhar o discurso para a busca de uma solução para o impasse, tanto nas esferas oficiais do Equador como do Brasil. A Abicalçados tem reunião marcada com autoridades brasileiras para tratar a questão em dezembro deste ano.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/11/2018 0 Comentários 477 Visualizações

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