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Business

Setor calçadista deve crescer 2,6% em 2022

Por Ester Ellwanger 07/10/2021
Por Ester Ellwanger

Experimentando uma retomada na atividade em 2021, o setor calçadista prevê crescimento médio de 12,2% em 2021 e de 2,6% em 2022. O dado foi apresentado em evento realizado pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) no último dia 6 de outubro. O Análise de Cenários, ocorrido no formato digital, contou com apresentações da coordenadora de Inteligência de Mercado da Abicalçados, Priscila Linck, e do doutor em economia e consultor setorial Marcos Lélis.

O encontro iniciou com uma apresentação do cenário atual da economia brasileira, que segundo Lélis, deve crescer 5,04% em 2021 e 1,57% em 2022, projeções que estão sendo constantemente revisadas. No cenário internacional existem algumas dúvidas que deixam a economia brasileira em compasso de espera. As duas principais são o aumento da inflação nos Estados Unidos, que deve fazer com que o País eleve sua taxa de juros, e o desaquecimento da economia chinesa, evidenciada nas dificuldades da Evergrande. “O aumento da taxa de juros nos Estados Unidos irá diminuir a liquidez no mercado mundial, tendo impacto considerável no câmbio e na inflação brasileira, que já está alta”, disse, ressaltando que analistas já projetam inflação de dois dígitos até o final do ano.

Lélis destacou, ainda, que o Brasil ainda não recuperou os empregos perdidos durante a pandemia do novo coronavírus. O fato, segundo ele, reflete na queda da confiança dos consumidores, que tem impacto direto no consumo doméstico, justamente onde são comercializados mais de 85% dos calçados produzidos no País.

 

Calçados

A segunda parte do evento foi dedicada à apresentação dos dados para o setor calçadista brasileiro. Segundo Priscila, no segundo semestre as taxas de crescimento do setor devem desacelerar diante da base mais consolidada do mesmo período do ano passado, quando a atividade já dava sinais de retomada. Não quer dizer que o setor não vá crescer em 2021. A projeção da Inteligência de Mercado da Abicalçados é de um crescimento médio de 12,2%, chegando a uma produção total de 857 milhões de pares, quase 100 milhões a mais do que no ano passado. Mesmo com o resultado, Priscila ressalta que o setor deve seguir abaixo do nível pré-pandemia, em 2019, em cerca de 8%. Entre janeiro e agosto, dado mais recente, o setor produziu 512 milhões de pares, 26% mais do que no mesmo período do ano passado e 15,5% menos do que no período correspondente de 2019.

De acordo com a coordenadora, o crescimento do setor no Brasil está menos intenso do que o dos principais produtores de calçados do mundo. Na China, principal produtor mundial do setor, a atividade no primeiro semestre de 2021 está apenas 7% abaixo dos níveis pré pandemia, em 2019. Na Índia, segundo produtor mundial, a atividade está 15% abaixo de 2019, no Vietnã (3º produtor) ela já está 11% acima e na Indonésia (4º produtor) 14% abaixo. Atualmente, o Brasil é o quinto produtor mundial do setor.

 

Exportações

As exportações de calçados devem ser o motor do crescimento do setor em 2021. Entre janeiro e setembro, foram embarcados 86,2 milhões de pares, que geraram US$ 618,5 milhões, incrementos de 33,7% em volume e de 26,3% em receita no comparativo com igual período do ano passado. Para o ano, a previsão é de um crescimento 25%, em pares, na relação com 2020. Confirmado o resultado, o setor exportador deve recuperar os níveis pré pandemia, encerrando o ano com 118 milhões de pares embarcados. O otimismo na área é explicado pela retomada das importações de calçados de alguns dos principais mercados internacionais para o calçado verde-amarelo, com destaque para os Estados Unidos e França.

 

Empregos

Com mais de 24 mil postos gerados entre janeiro e agosto, o setor calçadista brasileiro está 17% acima do nível registrado no mesmo período do ano passado, mas ainda 3% abaixo dos registros pré pandemia. “Alguns dos principais empregadores brasileiros da atividade, Rio Grande do Sul, Ceará e Bahia, já superam os dados de 2019, mas não é uma realidade geral do setor”, explica Priscila. Atualmente, a atividade gera 271 mil postos de trabalho no Brasil.

 

Expectativas para 2022

Para 2022, mesmo em meio a um cenário de incertezas, especialmente no mercado doméstico, a Inteligência de Mercado da Abicalçados aponta para uma expectativa de crescimento médio de 2,6% na produção de calçados, totalizando 879 milhões de pares, 22 milhões a mais do que a projeção para o ano corrente. Mesmo com o resultado, segundo Priscila, a atividade ainda ficaria abaixo dos níveis pré pandemia, em 2019, em cerca de 6%. Em 2019, foram produzidos 936 milhões de pares de calçados. “Para alcançar os níveis pré pandemia o setor deverá crescer 9% no próximo ano, o que é muito difícil devido à conjuntura econômica”, explica.

Assim como em 2021, as exportações devem ser o motor do crescimento do setor calçadista no próximo ano. Segundo projeções da Abicalçados, em 2022 as exportações, em volume, devem crescer 5,1%, ficando 7% acima do resultado de 2019. Em números fechados, o setor deve exportar 124 milhões de pares, 6 milhões a mais do que a projeção de 2021. Com o resultado, o coeficiente de exportação – percentual da produção nacional exportado – deve passar de 12% para 14%.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/10/2021 0 Comentários 1,1K Visualizações
Cidades

Moção da Câmara de Vereadores de Novo Hamburgo enaltece iniciativa da Calçados Beira Rio

Por Ester Ellwanger 07/10/2021
Por Ester Ellwanger

A Calçados Beira Rio, empresa com sede junto à ERS-239, no bairro São José, mas com filiais espalhadas por todo o estado, obteve licença da Fundação Estadual de Proteção Ambiental Henrique Luiz Roessler (Fepam) para a construção de um projeto-piloto de geração de energia a partir do aproveitamento de resíduos. A iniciativa suscitou discursos elogiosos durante a sessão da Câmara de Novo Hamburgo nesta quarta-feira, 6. O assunto foi trazido à pauta pela vereadora Tita (PSDB), que elaborou moção de aplauso ao projeto. O documento foi aprovado por unanimidade em plenário e será enviado à direção da empresa. Lourdes Valim (Republicanos) pediu para assinar junto a moção.

As unidades industriais da Calçados Beira Rio geram cerca de 500 toneladas de resíduos por mês. Atualmente, metade dos materiais é reciclada para a fabricação de novos produtos. A ideia é que, a partir da implantação da usina, o restante passe a gerar energia por meio de um processo de tratamento térmico chamado de pirólise. O projeto, com sede em Taquara, será acompanhado pela Universidade de Caxias do Sul (UCS).

 

O que é uma moção?

A Câmara se manifesta sobre determinados assuntos – aplaudindo ou repudiando ações, por exemplo – por meio de moções. Esses documentos são apreciados em votação única e, caso sejam aprovados, cópias são enviadas às pessoas envolvidas. Por exemplo, uma moção louvando a apresentação de determinado projeto no Senado pode ser enviada ao autor da proposição e ao presidente daquela casa legislativa.

Foto: Maíra Kiefer/Divulgação | Fonte: Assessoria
07/10/2021 0 Comentários 540 Visualizações
Business

1º Fórum da Cadeia Automotiva inicia atividades na Mercopar

Por Ester Ellwanger 06/10/2021
Por Ester Ellwanger

A 30ª Mercopar, a maior feira de inovação e negócios da América Latina, realizou pela primeira vez na história o Fórum da Cadeia Automotiva, no Espaço Inspiração, no Centro de Feiras e Eventos da Festa da Uva, em Caxias do Sul. Dividido em dois momentos, o evento apresentou as tendências e as perspectivas do setor, além de cases de eletromobilidade e eletrificação. A 30ª Mercopar acontece até quinta-feira, 7 de outubro, com palestras e seminários para disseminação de conhecimento, além da feira de negócios, atendendo a todos os protocolos sanitários de saúde.

O Fórum contou com a presença de importantes nomes da área, como o presidente da CAOA, Mauro Luis Correia; o vice-presidente da Volkswagen Caminhões e Ônibus, Leandro Pugliese Siqueira; o vice-presidente da AGCO, Marcelo Traldi; o vice-presidente da Almaco, Rodrigo Braga; o vice-presidente executivo da Empresas Randon, Sérgio Carvalho; o engenheiro da Jaguar, Daniel Thomazi; o gerente de Aplicação e Desenvolvimento E-mobility da Weg, Alex Barbosa Passos; o engenheiro de sistemas e software da Embraer, Luiz Nerosky; e o diretor de Operações da Marcopolo, Luciano Resner.

No Painel Tendências e Perspectivas do Setor foram abordados os desafios que a Indústria tem enfrentado desde o início da pandemia, como a alta da inflação, o aumento na taxa de juros e a dificuldade no abastecimento de matérias-primas. Para o presidente da Caoa, Mauro Luis Correia, é possível esperar a retomada da economia em 2022, mas é difícil fazer projeções. “O Brasil tem um enorme potencial e só precisa trazer crescimento para este segmento de eletrificação. Podemos ser um grande polo de exportação”, afirmou.

Para o vice-presidente da Volkswagen Caminhões e Ônibus, Leandro Pugliese Siqueira, a sociedade vive um momento de transformações e a última grande mudança foi no início do século XX. “Assim, precisamos pensar nos carros elétricos e o que fazer quando eles estiverem mais inseridos na nossa realidade. Estamos rodeados de ameaças, mas também temos oportunidades. A digitalização vai funcionar e vai ajudar no trabalho das indústrias”, destacou.

Já no Painel Eletrificação, o principal tema debatido foi a eletromobilidade, que pode ser observada em carros, automóveis, aviões, motores e transformadores com cada vez mais frequência. Um dos cases usados como exemplo pelo gerente de Aplicação e Desenvolvimento E-mobility da Weg, Alex Barbosa Passos, foi o primeiro ônibus fotovoltaico do país, criado pela empresa. “Temos DNA tecnológico e, junto com a UFSC, fizemos esse projeto para ajudar no deslocamento do público da universidade. O veículo é totalmente alimentado por energia solar”, disse.

Segundo o engenheiro de sistemas e software da Embraer, Luiz Nerosky, entre os motivos para adoção da eletrificação em objetos e tarefas do dia a dia, estão a sustentabilidade ambiental, a redução de custos operacionais (fontes de energia e manutenção) e a criação de novos mercados. “Inclusive, demos um importante passo rumo à eletrificação das aeronaves. Em agosto, realizamos o primeiro voo teste de um demonstrador elétrico, sem qualquer tipo de combustível, em parceria com a Weg. Além disso, temos a meta de zerar, até 2050, as emissões de dióxido de carbono”, finalizou.

Foto: Dudu Leal/Divulgação | Fonte: Assessoria
06/10/2021 0 Comentários 525 Visualizações
Business

Comércio de Porto Alegre poderá abrir no feriado

Por Ester Ellwanger 06/10/2021
Por Ester Ellwanger

Para a próxima terça-feira, 12 de outubro, feriado de Nossa Senhora Aparecida, as lojas da capital gaúcha têm autorização legal para abrir. A regra está prevista na Convenção Coletiva de Trabalho da categoria, documento firmado entre o Sindilojas POA e o Sindec-POA, sindicatos representantes dos empresários do comércio e dos empregados no setor, respectivamente.

O documento prevê, no entanto, a obrigatoriedade de acordo coletivo por parte das lojas que desejarem contar com apoio dos funcionários aos domingos e feriados. Por esse motivo, o Sindilojas POA orienta que os lojistas estejam cientes das regras, que são discutidas pelos sindicatos e renovadas ou alteradas a cada ano. Os arquivos na íntegra podem ser acessados no site www.sindilojaspoa.com.br.
A jornada de trabalho dos funcionários que trabalharem na data deve ser de seis a oito horas/dia. Já o horário de abertura das lojas de rua pode ser decidido por cada empresa. As lojas de shoppings e centros comerciais devem seguir as normas desses estabelecimentos.

Para a segunda-feira, dia 11, o funcionamento do comércio deve ser normal. Em caso de dúvidas, lojistas podem entrar em contato com o Sindilojas Porto Alegre pelo telefone (51) 3025.8300.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/10/2021 0 Comentários 684 Visualizações
Business

Valorizar as MPEs é fundamental para viabilizar o reaquecimento da economia

Por Ester Ellwanger 04/10/2021
Por Ester Ellwanger

Amanhã, 5 de outubro, é celebrado mais um Dia Nacional da Micro e Pequena Empresa. A data homenageia quem faz acontecer, pois estes empreendimentos são a base da economia brasileira, representando 98% do universo empresarial do país e respondendo por 27% de tudo o que é produzido. Além disso, respondem por 52% dos empregos gerados no Brasil e 40% da massa salarial.

Nos últimos meses, as MPEs têm enfrentado obstáculos gigantescos em função das medidas restritivas adotadas no combate à pandemia da Covid-19. E isso se refletiu, infelizmente, no aumento do número de pequenos negócios que fecharam definitivamente no Rio Grande do Sul, conforme apontou a 15ª edição da Pesquisa de Monitoramento dos Pequenos Negócios na Crise, realizada pelo Sebrae RS. Pelos dados reunidos entre 16 de agosto e 3 de setembro, uma em cada quatro empresa de micro ou pequeno porte gaúcha encerrou suas atividades, algo em torno de 675 mil empreendimentos de um total de 2,7 milhões até então existentes.

Para o presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul – FCDL-RS, Vitor Augusto Koch, este dado é muito preocupante, na medida em que afeta os empreendedores, seus colaboradores e familiares, podendo comprometer a renda de quase 600 mil pessoas no estado.

Muitas pessoas desconhecem a importância das micro e pequenas empresas para viabilizar a recuperação econômica e social do Rio Grande do Sul e do Brasil. Sempre é bom lembrarmos que os pequenos negócios fazem parte do cotidiano de todos os brasileiros”.

“Muitas pessoas desconhecem a importância das micro e pequenas empresas para viabilizar a recuperação econômica e social do Rio Grande do Sul e do Brasil. Sempre é bom lembrarmos que os pequenos negócios fazem parte do cotidiano de todos os brasileiros. As lojas de calçados e vestuário, a padaria da esquina, o mercadinho, a borracharia, a lanchonete e uma infinidade de outros produtos e serviços são fundamentais para a reversão do atual cenário de retração econômica que vivemos”, enfatiza Vitor Augusto Koch.

As micro e pequenas empresas do comércio sofreram perdas significativas com as restrições de suas atividades e precisam receber o apoio não apenas dos poderes constituídos, mas, também, das comunidades onde estão inseridas.

“Neste segundo semestre, por exemplo, temos datas importantes para o varejo, como o Dia das Crianças, a Black Friday e o Natal. Então, se quem for comprar produtos nestas datas o fizer no comércio de sua cidade, em especial nas lojas de micro e pequeno porte, estará contribuindo muito para dar-lhes um novo fôlego. Valorizar o comércio local significa promover o desenvolvimento social, já que o consumidor ajuda no fortalecimento dos pequenos negócios e, consequentemente, há estímulo para a empresa inovar, melhorar seu desempenho, diversificar a oferta de produtos e aperfeiçoar o atendimento”, avalia Vitor Augusto Koch.

A pandemia mostrou que as MPEs precisam ser auxiliadas a avançar em cenários de criação de lojas digitais, de marketplaces e de divulgação de seus produtos e serviços nas redes sociais, para que possam continuar a faturar, sobreviver e manter empregos”.

Além disso, o dirigente, que já presidiu o Conselho Deliberativo do Sebrae/RS entre 2011 e 2014, ressalta a necessidade de criar condições para que as micro e pequenas empresas possam ampliar a interatividade com os clientes.

“A pandemia mostrou que as MPEs precisam ser auxiliadas a avançar em cenários de criação de lojas digitais, de marketplaces e de divulgação de seus produtos e serviços nas redes sociais, para que possam continuar a faturar, sobreviver e manter empregos”, conclui Vitor Augusto Koch.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/10/2021 0 Comentários 604 Visualizações
Business

Movimento nas lojas de rua deverá ser maior para as compras de Dia das Crianças

Por Ester Ellwanger 04/10/2021
Por Ester Ellwanger

Algumas mudanças no comportamento do consumidor para este Dia das Crianças foram identificadas a partir de um levantamento realizado pelo Sindilojas Porto Alegre. O Núcleo de Pesquisa da Entidade revelou que, este ano, a intenção de comprar no comércio de rua é maior que nas lojas de shopping, ao contrário do ano passado, quando os shoppings lideraram a preferência. O comércio de rua foi citado por 56% dos entrevistados, para 39% em 2020. Já as lojas de shopping foram mencionadas por 39,7% das pessoas e, no ano passado, por 45,4%. O e-commerce também terá uma leve queda nas intenções, com 16,9% para 23,4% em 2020.

Em relação aos produtos que mais devem ter procura, brinquedos (63,1%) e roupas (43,4%) seguem na preferência de compra, da mesma forma como nos Dias das Crianças passados. Calçados (14,3%), acessórios (4%) e artigos esportivos (3,7%) surgem logo após na lista.

Filhos, netos, sobrinhos e afilhados devem ser os pequenos mais presenteados. E, uma curiosidade: crianças carentes também foram citadas na pesquisa, assim como amigos, primos e filhos de amigos.

De olho no online

O levantamento identificou, ainda, que os canais digitais têm participação importante na escolha do presente, já que 52,8% dos consumidores afirmaram que decidem o que devem comprar com base em pesquisas na internet, propagandas online e nas redes sociais. Questionados sobre quais fatores ajudam nesse processo de escolha, o preço liderou as respostas, com 75% das indicações. Atendimento qualificado e promoções surgiram em segundo e terceiro lugar, com 32,9% e 42,6% das respostas.

Forma de pagamento

Este ano, mais consumidores afirmaram que gostariam de pagar à vista em comparação com o ano passado, cerca de 63,4% para 50,3% em 2020. O pagamento em dinheiro representa 41,4%, no cartão de débito 18,3%, via PIX 3,4% e à vista no cheque 0,3%. Em 2020, o percentual de intenções de pagar em dinheiro foi de 32,9% e no débito 17,4%. O PIX e o cheque não chegaram a aparecer na pesquisa passada. O cartão de crédito parcelado deve ser a segunda forma preferida de pagamento, com 29,1% das intenções. À prazo ou no cartão da loja deverá representar 8,3% das compras e cartão de crédito em 1x 8%.

 

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/10/2021 0 Comentários 655 Visualizações
Business

Federação Varejista do Estado do RS é recebida pelo Governo do Estado

Por Ester Ellwanger 04/10/2021
Por Ester Ellwanger

A visita cortesia teve como objetivo apresentar a entidade, recentemente criada e que congrega Câmaras de Dirigentes Lojistas (CDLs) do Rio Grande do Sul. A entidade representa o movimento lojista no território gaúcho e tem a chancela da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).

O presidente da Federação Varejista do Estado do Rio Grande do Sul, Ivonei Pioner, agradeceu a oportunidade e colocou a entidade e seus pares à disposição para desenvolver ações em parceria com o Governo do Estado para o fortalecimento do varejo no estado.

“Fomos muito bem recebidos e nos colocamos à disposição para estarmos presentes em todas as iniciativas que ajudem na promoção e desenvolvimento do comércio, um setor tão importante para o fortalecimento da economia gaúcha”, disse.

Foto: Nabor Goulart/Divulgação | Fonte: Assessoria
04/10/2021 0 Comentários 953 Visualizações
Cidades

Vigilância Colaborativa será tema de palestra em Santa Cruz

Por Ester Ellwanger 04/10/2021
Por Ester Ellwanger

A melhora da segurança em Santa Cruz do Sul vai ser debatida, na próxima quarta-feira, 06 de outubro, durante o Encontro com o Sindilojas. O evento ocorre no auditório do Sindilojas Vale do Rio Pardo, a partir das 18h30.

O comando da Brigada Militar vai apresentar aos associados do sindicato o Programa Vigilância Colaborativa, que consiste no compartilhamento de imagens geradas por sistemas de monitoramento particulares com as forças de segurança. “Vamos ouvir as autoridades policiais e apresentar uma proposta para colaborar”, ressalta o presidente do Sindilojas Vale do Rio Pardo, Mauro Spode.

Os associados devem confirmar presença com a secretaria do Sindilojas pelo fone (51) 3056-3500, pelo whatsapp no número (51) 81151061 ou pelo e-mail [email protected].

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/10/2021 0 Comentários 587 Visualizações
Business

Azul Conecta amplia oferta e torna voos do interior para a capital gaúcha

Por Ester Ellwanger 04/10/2021
Por Ester Ellwanger

Exatos dois meses após o início dos voos regulares para oito novos destinos no Rio Grande do Sul, a Azul Conecta dá início à ampliação da oferta aérea entre o interior e a capital do estado gaúcho. Com isso, a partir de hoje, 04 de outubro, Bagé, Alegrete, Canela, São Borja, Santa Rosa, Santa Cruz do Sul, Erechim e Vacaria passam a ter mais ligações semanais para Porto Alegre, tornando as viagens mais rápidas e convenientes.

Além disso, a Conecta também transformará os voos circulares, que faziam escala em uma cidade antes de retornar para a capital, em operações diretas, com bate-volta do interior para Porto Alegre. Com as mudanças, a empresa sub-regional da Azul ampliará a oferta de voos semanais de 23 para 30 frequências, com destaque para Bagé e Canela que contarão com ligações diárias.

“Este aumento de oferta já estava planejado desde que começamos a voar para estes destinos do interior do Rio Grande do Sul, mas temos a confiança de que esse acréscimo, aliado à mudança de horário e dias, além de voos diretos para a capital, trarão ainda mais incentivos para que as pessoas voem de Conecta. Estamos nos aproximando da temporada de fim de ano e, a partir de Porto Alegre, nossos Clientes da Azul Conecta e da Azul poderão se conectar de maneira muito conveniente para diversos destinos turísticos do Nordeste, como Recife, Porto Seguro e Salvador, por exemplo. É muito bacana imaginar que, graças à nossa conectividade, podemos trazer alguém do extremo sul do Rio Grande do Sul para uma região de praia em poucas horas”, ressalta Vitor Silva, gerente de planejamento de malha da Azul.

Conexões para a alta temporada

Entre dezembro deste ano e janeiro do ano que vem, período que compreende a alta temporada de verão, a Azul realizará diversas operações inéditas com foco no mercado de lazer. Porto Alegre será uma das bases de operação da companhia que contará com voos sazonais para Porto Seguro, Maceió e Salvador.

 

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/10/2021 0 Comentários 790 Visualizações
Business

Mind7 Startup 2021 será ponto de encontro para rede de negócios

Por Ester Ellwanger 02/10/2021
Por Ester Ellwanger

O Mind7 Startup 2021, programado para acontecer de forma presencial nos dias 11 e 12 de novembro, nos Pavilhões da Festa da Uva, em Caxias do Sul – RS, promete ser ponto de encontro para muita troca de conhecimento, networking e oportunidades de negócios. Além das quatro trilhas de conteúdo e palestras inspiradoras com keynotes, o festival de inovação, tecnologia e empreendedorismo será palco de uma feira de negócios com a participação de cerca de 60 startups (58% delas provenientes da Serra Gaúcha, 18% da Grande Porto Alegre, 13% de outras regiões do RS e 12% de outros estados do Brasil). Essa será a segunda vez que Caxias do Sul terá a oportunidade de reunir fintechs, edtechs, legaltechs, healthtechs, foodtecs, agrotechs e outras startups em um grande encontro de negócios.

Uma feira com a presença de 12 aceleradoras e fundos de investimentos está entre as principais inovações do Mind7. Ela ficará posicionada no coração da feira de startups, promovendo networking, matches e negócios. Além disso, as principais empresas inovadoras da região estarão expondo suas inovações e novidades no evento.

Com expectativa de reunir aproximadamente 1,5 mil pessoas na edição de 2021, o Mind7 Startup é organizado e promovido pelo Acelera Serra, associação que trabalha para fomentar o ecossistema de startups na Serra Gaúcha. O evento já se consolidou como agente de transformação e mudança na região, reunindo conteúdo e negócios da nova economia com a missão de “Transformar ideias em revoluções”.

“Estamos muito animados. O Mind7 é o espaço ideal para receber nossas startups e investidores, e mal podemos esperar para ver que tipo de conexões serão feitas nesta edição”, afirma Rafael Yamane, coordenador-geral do Acelera Serra. Ele reforça que “o Mind7 contribui para o ecossistema de empreendedorismo e inovação do Rio Grande do Sul como o evento da Serra Gaúcha que conecta startups com investidores, inovadores e formuladores de políticas na região.”

Pitch Inverso e Batalha das Startups

Outras atrações do evento estarão no palco de negócios SebraeX (nova marca do Sebrae-RS para a inovação do Rio Grande do Sul), onde acontecerá a apresentação de pitches inversos. O Mind7 Startup inova ao trazer pitches das aceleradoras e fundos de investimentos, que irão apresentar as suas teses de investimentos para as startups (o convencional é ao contrário, normalmente são as startups que apresentam seus pitches para atrair o interesse das aceleradoras e dos fundos).

Outra atração será o Sebrae Like a Boss com concurso de startups. O evento contará, ainda, com a Batalha das Startups, dinâmica que reunirá empreendedores digitais na disputa por um investimento milionário. Eles terão a oportunidade de se apresentar para uma bancada selecionada de jurados investidores. Sairá vencedora a startup que descrever a melhor ideia para resolver problemas reais e relevantes, com um modelo de negócio inovador. A escolhida receberá um aporte da aceleradora Ventiur a partir do grupo de investimentos Hélice, que varia de R$ 200 mil a R$ 1 milhão, e o reconhecimento no palco principal do Mind7.

A selecionada também passará por um processo de due diligence e validação das premissas apresentadas, quando serão definidos o valor total a ser aportado, o plano de alocação de recursos e parâmetros da participação societária. O primeiro requisito para participar da batalha é ser uma startup expositora do Mind7 Startup.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/10/2021 0 Comentários 411 Visualizações
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