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Brazilian Footwear lança série internacional sobre sustentabilidade na indústria calçadista

Por Ester Ellwanger 11/01/2022
Por Ester Ellwanger

O programa Brazilian Footwear, realizado pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), acaba de lançar uma série com dez episódios voltados à sustentabilidade na indústria calçadista brasileira. O foco é o mercado internacional, marcando o posicionamento da indústria brasileira como player sustentável em nível mundial. Participam da série as empresas Beira Rio, Bibi, Grendene, Kidy, Klin, Pegada, Piccadilly, Ramarim, Urban Flowers e Usaflex. O lançamento oficial aconteceu durante a participação brasileira na Expo Dubai, nos Emirados Árabes Unidos.

A coordenadora de Promoção de Imagem da Abicalçados, Alice Rodrigues, destaca que a série é parte de uma campanha do reposicionamento do Brazilian Footwear, que será lançada em 2022. “A sustentabilidade é um atributo de valor no Brasil, mas principalmente um requisito para atração de mais negócios. O posicionamento da indústria brasileira de calçados retratando a realidade prática de sustentabilidade reforçará ainda mais as oportunidades de negócios e a promoção da nossa imagem no exterior”, avalia, ressaltando que as empresas participantes, mais do que produtos sustentáveis, possuem processos produtivos alinhados com o conceito.

Para a gestora do Brazilian Footwear na ApexBrasil, Mariele Christ, a sustentabilidade, especialmente para empresas que desejam exportar seus produtos para mercados mais desenvolvidos, especialmente da Europa e América do Norte, já não é mais um diferencial, é uma necessidade. “Diante de todos os desafios climáticos e ecológicos, a sustentabilidade tem ganhado cada vez mais importância para os consumidores. É um movimento mundial”. Segundo ela, as ações de comunicação para o mercado internacional, em especial a série, ajudam a difundir um trabalho importante e com grande apelo no imaginário do consumidor. “A indústria calçadista nacional, cada vez mais, vem trabalhando a sustentabilidade. O fato é traduzido no Origem Sustentável, a única certificação mundial da cadeia na área de sustentabilidade”, conclui.

 

Tendência mundial

Uma das empresas que participam da ação é a Usaflex, de Igrejinha/RS. A analista de Marketing Internacional da empresa, Simone Strazburger, destaca que o futuro depende de um trabalho sustentável, não apenas ambientalmente, mas em todos os pilares econômico, social e cultural que dão base ao conceito da Sustentabilidade. “Novos olhares para a sustentabilidade, como o conceito de ESG (Environmental, Social and Governance), demonstram que cuidar do meio ambiente, ter responsabilidade social e adotar melhores práticas de governança são pilares indispensáveis para a prosperidade”, diz a analista.

“Percebemos uma maior preocupação com produtos sustentáveis em países da Europa e nos Estados Unidos, que já nos solicitam certificações e testes que comprovam a origem e tipo de material utilizado na fabricação de nossos calçados. Este movimento é bastante importante e precisa ser olhado com atenção pela indústria brasileira, pois geralmente são esses países que norteiam as tendências de consumo para o resto do mundo”, ressalta.

 

Simone conta que a Usaflex traz em seu portfólio de produtos, artigos visando a preocupação com o meio-ambiente, introduzindo tênis produzidos com fios reciclados de garrafa pet, uma proposta que renova o cuidado com o meio ambiente.”Este projeto foi apresentado na participação da empresa no saguão de Sustentabilidade, na Expo Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. A recepção foi muito boa”, avalia. Além deste, ela conta que a empresa está trabalhando com uma linha de palmilhas chamada Re-Confort, constituída, na parte superior, por espumas de alta densidade e na parte inferior por compostos provenientes da reciclagem de espumas utilizadas na fabricação de outras palmilhas e na própria forração dos calçados Usaflex.

Para a analista, a série do Brazilian Footwear dá um passo importante na comunicação da sustentabilidade brasileira ao mercado internacional, que atualmente é realizada pela Usaflex por meio de treinamentos com vendedores das lojas parceiras ao redor do planeta (in loco e on-line), nos quais são apresentados os pilares do ESG traduzidos em ações realizadas pela empresa, tais como a logística reversa, descontaminação e reciclagem, uso de energias renováveis etc. Nas oportunidades, são apresentadas as formas de seleção dos fornecedores, que devem ter certificações como Leather Working Group e CSBC, que são certificações de rastreabilidade do couro para ser inserido e reprocessado dentro da cadeia produtiva do calçado.

 

Retornos positivos

A Klin, de Birigui/SP, também é parte da série do Brazilian Footwear. A gerente de exportação da empresa, Camila Chamoun, destaca que a sustentabilidade sempre foi uma marca da atuação da calçadista. “Há 38 anos, quando foi fundada a empresa, já existia essa preocupação com o meio ambiente. Então sempre foi muito verdadeiro para nós”, diz. Segundo ela, atualmente são realizados projetos que incentivam o crescimento profissional dos funcionários, promovem o reflorestamento das regiões de atuação, otimizam o uso de recursos naturais no processo produtivo, entre outros. “Mas também entendemos que a sustentabilidade precisa ser tangível, no produto”, acrescenta.

Para incentivar a cultura da sustentabilidade, a Klin tem entre seus destaques a Linha Semear. Camila explica que a sola e o cabedal do produtos são desenvolvidos com 20% dos seus materiais reciclados do processo produtivo (borrachas e tecidos). Além disso, os pares vêm com sementes para incentivar o plantio dos pequenos consumidores. Outro destaque é a linha Eco Klin, que traz calçados produzidos com garrafas pet recicladas – quatro pets por par. “É mais do que um produto comercial, é uma forma de comunicar ao mercado a preocupação ecológica da empresa, de forma genuína e tangível”, explica Camila.

 

Camila conta que a empresa tem reforçado a comunicação com o consumidor final, tanto brasileiro quanto internacional, e que a série do Brazilian Footwear certamente auxiliará no processo. “Quando apresentamos o vídeo da série em Dubai, durante a Expo, tivemos uma receptividade muito boa. Até mesmo após, quando enviamos a campanha para o nosso CRM, recebemos mais respostas do que o usual por parte de compradores internacionais parabenizando pela apresentação”, comemora a gerente, ressaltando que existe uma procura de clientes antigos e novos por produtos sustentáveis, especialmente nos mercados da Europa. “Apresentamos os produtos e notamos que eles ficam positivamente surpresos”, conclui.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/01/2022 0 Comentários 737 Visualizações
Business

Exportações de carne suína alcançam 1,13 milhão de toneladas em 2021

Por Ester Ellwanger 11/01/2022
Por Ester Ellwanger

As exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) encerraram em 2021 com total de 1,13 milhão de toneladas. É o maior resultado já alcançado pelos exportadores brasileiros em um único ano e supera em 11% o volume exportado em 2020 (antigo recorde), com 1,02 milhão de toneladas.

A receita cambial das vendas de 2021 chegou a US$ 2,641 bilhões, resultado 16,4% maior que o alcançado em 2020, com US$ 2,270 bilhões.

Em dezembro, as exportações do setor totalizaram 89,7 mil toneladas, volume 7,3% superior ao registrado no mesmo período de 2020, com 83,6 mil toneladas. Em receita, a alta chega a 0,9%, com US$ 191,53 milhões no último mês do ano passado, contra US$ 189,88 milhões em 2020.

“As exportações foram um importante instrumento ao longo do ano de 2021 para minimizar os impactos da histórica alta dos custos de produção. A Ásia continua sendo a principal região compradora de nossa carne suína e deverá permanecer em 2022 como nosso principal parceiro. A Rússia também deverá ser novamente um importante parceiro para o Brasil neste ano que se inicia,” avalia Ricardo Santin, presidente da Abpa.

 

Principais mercados

Principal destino das exportações em 2021, as vendas de carne suína para a China totalizaram 533,7 mil toneladas, volume 3,9% maior que o realizado em 2020. Outros destaques foram Chile, com 61 mil toneladas (+39,2%), Vietnã, com 44,9 mil toneladas (+11,4%), Argentina, com 37,8 mil toneladas (+97,5%) e Filipinas, com 33,4 mil toneladas (+321,5%).

 

“O status sanitário privilegiado e a confiança dos quase 100 países para os quais exportamos carne suína em 2021 sugerem um 2022 com boas expectativas para as exportações do setor, ainda mais em um cenário em que diversos países concorrentes do Brasil no cenário internacional enfrentam problemas com a peste suína africana e com outros fatores de produção”, analisa Santin.

 

Rio Grande do Sul

As exportações gaúchas de carne suína em 2021 seguiram a tendência nacional e superaram em 14,67% o volume exportado em 2020. De acordo com a ABPA, o Estado embarcou 299,66 mil toneladas nos doze meses do ano passado. No ano anterior, foram exportadas 261,32 mil toneladas.

O valor das vendas ao exterior em 2021 alcançou os US$ 713,55 milhões, 13,39% maior que o registrado em 2020, quando foram negociados US$ 629,29 milhões.

Em dezembro, o Rio Grande do Sul embarcou 22,14 mil toneladas. O desempenho foi 0,07% superior ao registrado no mesmo período de 2020, quando foram exportadas 22,13 mil toneladas. A receita foi de US$ 47,52 milhões, 8,27% menor em relação aos US$ 51,81 milhões do último mês do ano anterior.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/01/2022 0 Comentários 604 Visualizações
Business

Nova diretoria da CDL-NH realiza primeira reunião de 2022

Por Ester Ellwanger 11/01/2022
Por Ester Ellwanger

A nova diretoria da Câmara de Dirigentes Lojistas de Novo Hamburgo (CDL-NH), se reuniu na sede da entidade para a primeira reunião geral da nova gestão, que assumiu em janeiro.

O encontro foi conduzido pelo presidente Jaime Machado e tratou de fazer a integração da nova equipe e de trabalhos para o ano em prol dos associados e do desenvolvimento econômico do setor.

Após dar as boas-vindas aos novos Diretores e Conselho Fiscal, integrantes da nova gestão 2022/2023, Jaime já antecipou que dará continuidade aos trabalhos que estão sendo desenvolvidos. “Precisamos estar unidos e fortalecidos para encarar todos os desafios que possam vir para tornar nossos associados mais fortes”, disse.  De acordo com o vice-presidente, Chico Ferraz será feito um planejamento de ações visando o crescimento e ouvindo sempre o associado, “que é quem representamos”, afirma.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/01/2022 0 Comentários 602 Visualizações
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Bibi conquista Prêmio Reclame Aqui por atendimento diferenciado aos consumidores

Por Ester Ellwanger 11/01/2022
Por Ester Ellwanger

Em dezembro, marcas de diversos segmentos foram reconhecidas pelo atendimento de excelência que ofereceram aos consumidores. Após mais de 10 milhões de votos, o Prêmio Reclame AQUI reconheceu empresas em diferentes categorias pelo trabalho desenvolvido em 2021. Na 10ª edição, a Calçados Bibi conquistou o primeiro lugar na categoria Calçados Infantis — Fabricantes, somando mais de 28 mil pontos, por prestar um atendimento único e encantador para seus clientes.

Na edição de 2021, houve adequações no regulamento. Dessa forma, as duas regras mais rígidas da premiação, sendo elas Nota de Corte e Limite de 10 Empresas por Categoria, foram revisadas. Assim, novas empresas foram indicadas e disputaram o Prêmio Reclame Aqui 2021.

“Trata-se de uma premiação democrática, com critérios rigorosos de seleção e com a participação do consumidor, que elege as empresas que prestam um bom atendimento por meio de voto popular. Para nós, é de extrema importância sermos contemplados com essa chancela que comprova o trabalho árduo de toda a marca para oferecer não apenas um produto de qualidade, mas um atendimento diferenciado, uma experiência única e boas lembranças, para que o cliente volte a fazer negócio conosco, pois teve uma ótima jornada de compra”, avalia a presidente da Bibi, Andrea Kohlrausch.

A Calçados Bibi foi fundada em 1949, em Parobé, no Rio Grande do Sul, com o propósito de fazer o bem para gerar boas lembranças. Atualmente, a marca possui duas plantas fabris localizadas no estado gaúcho e em Cruz das Almas (BA), 146 unidades de franquias em operação no Brasil e em países da América Latina, além de canal próprio de e-commerce. Vale ressaltar que os modelos de calçados da marca possuem a exclusiva palmilha Fisioflex, que proporciona a sensação de andar descalço, concedendo todo o conforto, liberdade e estímulos que os pezinhos precisam para se desenvolver da forma mais natural, saudável e livre possível. Além disso, todos os produtos são livres de substâncias tóxicas, visando o bem-estar dos pequenos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/01/2022 0 Comentários 1,1K Visualizações
Business

Exportações de carne de frango crescem 9% em 2021

Por Ester Ellwanger 11/01/2022
Por Ester Ellwanger

As vendas de carne de frango para o mercado internacional (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 4,6 milhões de toneladas em 2021, maior volume já registrado pelo setor em um único ano, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Segundo o levantamento, o número superou em 9% o total exportado pelo Brasil em 2020, quando foram embarcadas 4,23 milhões de toneladas.

Em receita, houve elevação de 25,7%, com US$ 7,66 bilhões registrados ao longo dos 12 meses de 2021, contra US$ 6,09 bilhões em 2020.

Considerando apenas o mês de dezembro, as exportações de carne de frango totalizaram 411 mil toneladas, número 7,7% superior ao registrado no último mês de 2020, com 381,7 mil toneladas. Em receita, houve elevação de 29,9%, com US$ 718,9 milhões registrados em dezembro de 2021, contra US$ 533,3 milhões no ano anterior.

“O impulso das exportações foi essencial para reduzir os impactos causados pela elevação nos custos de produção, representada pela alta histórica do milho e da soja, principais insumos de produção da carne de frango. Apesar de uma uma leve redução nas importações, a China se mantém como o principal destino das exportações do setor e deve se manter no posto durante o próximo ano. Outros importantes parceiros comerciais como o Japão e os Emirados Árabes Unidos também devem se manter entre os maiores compradores”, analisa o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

 

Principais mercados

Os mercados da Ásia, da África e da Europa mantiveram a alta das exportações brasileiras no ano passado.

Principal destino das exportações de carne de frango do Brasil, a Ásia importou 1,64 milhão de toneladas nos 12 meses de 2021, resultado 0,5% superior ao registrado no mesmo período de 2020. A China continua como principal importador (com 14,3% do total) e importou 640 mil toneladas (-4,86%). Outros destaques da região foram Japão e Filipinas, que importaram, respectivamente, 448,9 mil toneladas (+9,35%) e 168 mil toneladas (+180%).

Já para a África foram destinadas 662,3 mil toneladas ao longo do ano, resultado 19,2% maior em relação a 2020. Um dos destaques foi a África do Sul, com 297 mil toneladas (+13,39%).

Para a União Europeia foram exportadas 193,2 mil toneladas em 2021, volume 13,23% superior ao realizado no mesmo período de 2020. Para os países Extra-UE foram embarcadas no ano passado 243 mil toneladas, número 20,5% maior em relação ao efetivado no mesmo período de 2020. A Rússia é o destaque da região, com 105,9 mil toneladas (+26,24%). Outro destaque foi o Reino Unido, que importou 92,7 mil toneladas (+14%).

Para o Oriente Médio foram exportadas 1,33 milhão de toneladas nos 12 meses de 2021, número 0,3% menor em relação ao mesmo período de 2020. Emirados Árabes, Arábia Saudita e o Iêmen importaram, respectivamente, 389,5 mil toneladas (+28,54%). 353,5 mil toneladas (-24,4%) e 111,9 mil toneladas (-0,5%).

Por fim, para os países da América foram embarcadas 394,4 mil toneladas em 2021, número 75,2% maior em relação ao efetivado no ano interior.

“Em um ano de retorno paulatino da atividade econômica em várias partes do mundo, o setor demonstrou ser um parceiro confiável para a segurança alimentar de vários países. Estar presente em mais de 140 mercados exige sempre o melhor das empresas do setor e para 2022 temos expectativas de continuar crescendo nossa participação no share mundial de exportações de carne de frango, ainda mais com os problemas sanitários que muitos de nossos competidores vêm enfrentando”, avalia Santin.

 

Rio Grande do Sul

Em 2021, o Estado registrou altas históricas de exportação de carne de frango, tanto em volume quanto em receita.

O saldo em dólares das exportações finalizou o ano em US$ 1,176 bilhões. O número é 27,78% superior ao obtido em 2020, quando o resultado foi de US$ 920,93 milhões. Já os embarques alcançaram 705,94 mil toneladas, alta de 4,04% em relação ao volume exportado no ano anterior, que foi de 678,53 mil toneladas.

Em dezembro, a receita dos embarques alcançou US$ 101,94 milhões, 18,43% a mais que o registrado no mesmo período de 2020, quando obteve US$ 86,08 milhões. O volume, porém, foi 0,85% inferior, passando de 60,60 mil toneladas no ano passado para 60,09 mil toneladas no último mês de 2021.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/01/2022 0 Comentários 965 Visualizações
Business

Exportações de calçados aumentaram 36,8% em 2021

Por Ester Ellwanger 10/01/2022
Por Ester Ellwanger

Em recuperação, especialmente a partir do segundo semestre do ano passado, as exportações de calçados registraram o embarque de 123,6 milhões de pares, que geraram US$ 900,3 milhões em 2021. Os resultados são superiores tanto em volume (+32%) quanto em valores (+36,8%) em relação a 2020.

Em relação a 2019, os dados são 7,4% inferiores em divisas e 7,3% superiores em volume embarcado. Segregando apenas o mês de dezembro, foram embarcados 12,88 milhões de pares, que geraram US$ 94,64 milhões, incrementos de 38,8% em volume e de 58,8% em receita na relação com o mesmo mês de 2020. Os resultados também são superiores aos registrados em dezembro de 2019, 24,5% em volume e 17,2% em receita. Os dados foram elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados).

As exportações foram as principais responsáveis pela recuperação da atividade”.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que os índices apontam para a consolidação da recuperação dos calçadistas brasileiros no mercado internacional. “Neste ano, as exportações foram as principais responsáveis pela recuperação da atividade”, avalia, ressaltando que o câmbio e o aumento dos embarques para os Estados Unidos tiveram papel fundamental no crescimento dos embarques. Segundo ele, a recuperação deve seguir ao longo de 2022. “No ano, devemos crescer mais 5% sobre a base de 2021”, projeta.

 

Destinos

Em 2021, o principal destino do calçado brasileiro no exterior foi os Estados Unidos. No ano, os norte-americanos importaram 15 milhões de pares por US$ 228,57 milhões, altas de 62,7% em volume e de 66% em divisas em relação a 2020.

O segundo destino internacional do calçado brasileiro no ano foi a Argentina. Para lá, foram embarcados 13,4 milhões de pares, que geraram US$ 115,2 milhões, incrementos tanto em volume (+73%) quanto em receita (+58,7%) em relação a 2020.

O terceiro destino no exterior foi a França, para onde foram embarcados 7,27 milhões de pares por US$ 60,2 milhões, crescimentos de 3% e de 1,7%, respectivamente, ante 2020.

 

Estados

No ano passado, o principal exportador brasileiro foi o Rio Grande do Sul. Respondendo por 45% do valor gerado com embarques de calçados, as fábricas gaúchas exportaram 32,75 milhões de pares, que geraram US$ 403,8 milhões, incrementos de 48,7% em volume e de 38% em receita na relação com 2020.

O segundo maior exportador de calçados de 2021 foi o Ceará. No ano, partiram das fábricas cearenses 38,17 milhões de pares, que geraram US$ 210 milhões, altas de 15,8% em volume e de 25,7% em receita em relação a 2020.

São Paulo apareceu na terceira colocação entre os exportadores de calçados de 2021. No ano, as fábricas paulistas exportaram 8,3 milhões de pares por US$ 94,6 milhões, incrementos de 31% em volume e de 41,7% em receita na relação com o ano anterior.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/01/2022 0 Comentários 847 Visualizações
Business

ACI de Santa Cruz completa 104 anos de representação empresarial

Por Ester Ellwanger 10/01/2022
Por Ester Ellwanger

A Associação Comercial e Industrial (ACI) de Santa Cruz do Sul, uma das mais representativas entidades empresariais da região, comemorou em 2 de janeiro, 104 anos de atuação. A data coincide com o final da gestão do 2020-2021, que esteve sob o comando do presidente Gabriel Haas de Borba.

O processo sucessório, concluído em novembro passado, elegeu como novo presidente da ACI para próximo biênio, Cesar Antonio Cechinato, e vice, Paulo Roberto de Sousa Bigolin, confirmando a tradição da entidade de eleger o vice-presidente da gestão anterior.

Anos desafiadores marcaram a gestão de Borba. As restrições impostas pela pandemia do Coronavírus e seus impactos econômico e social também afetaram o planejamento entidade, que teve que se readaptar à nova realidade, investindo em ações inovadoras. Os tradicionais eventos como o Tá na Hora, Café Empresarial e os encontros da Comissão de RH, marcados pela grande presença de público, passaram a acontecer em formato on-line e, mais recentemente, híbrido, para atender às regras de distanciamento social e os protocolos sanitários. Também o Prêmio Líderes e Vencedores de Santa Cruz, realizado de forma exclusiva pela ACI no interior do Estado, teve uma edição virtual. O compromisso de atender os associados e representar as bandeiras dos setores empresariais, contudo, permaneceram inalterados e ainda mais fortalecidos.

Ações de representatividade para amenizar os danos à economia gerados pela pandemia e apoiar os empreendedores locais foram implementadas pela entidade. Manifestações pela prorrogação do prazo de pagamento de impostos municipais, como IPTU e ISS, e por mais facilidades de acesso a linhas de crédito, estiveram nas pautas defendidas pela ACI, assim como a defesa do projeto de lei da desoneração da folha doe pagamento.

Posicionamento presente também na última eleição municipal. A ACI entregou a cada candidato à prefeitura de Santa Cruz uma carta-compromisso com demandas para o desenvolvimento do município. Grande parte das propostas pediam medidas de desburocratização da gestão pública e o uso da tecnologia para agilizar os procedimentos nas diferentes áreas, facilitando o acesso on-line, principalmente no campo do empreendedorismo. Propunha ainda uma maior interação da gestão pública com as entidades e a comunidade, além do incremento das parcerias público-privadas.

Duplica 287

A mobilização histórica que reuniu diversas entidades e organizações da região em favor da duplicação da RSC 287, teve a ACI como uma das protagonistas.

A entidade defendeu essa demanda de forma intensa, conseguindo finalmente concretizá-la com o êxito do leilão na Bolsa de Valores, em São Paulo, que concedeu a concessão à empresa Sacyr. O ato contou com a presença de uma comitiva da entidade que entregou um portfólio do município aos executivos da empresa vencedora, junto com o convite para que instalasse sua sede administrativa na cidade. A ação foi decisiva para que a Sacyr confirmasse o empreendimento em Santa Cruz, gerando 200 novos empregos.

Novos serviços

Em parceria inédita no Estado, ACI trouxe para a região o serviço de análise positiva de crédito, através da QUOD – uma fintech que pertence aos cinco maiores bancos que atuam no país. Recentemente, firmou também parceria com os Cartórios de Protestos do RS para facilitar o método de cobrança de seus associados e oferecer outras vantagens para recuperação de crédito.

Deixo a ACI com o sentimento do dever cumprido e com a certeza de que o trabalho realizado até aqui será mantido e aperfeiçoado pela próxima gestão”.

Em outra ação de protagonismo, criou a Câmara de Arbitragem – CAACI – a primeira do interior do Estado. Em 2021, a Câmara realizou sua primeira arbitragem no município e vem fortalecendo sua atuação na região. Recentemente, a CAACI conclui um curso para formação de novos árbitros, já preparando a expansão da arbitragem como forma moderna, ágil e eficaz de solução de conflitos, sem a participação do Poder Judiciário.

Ao deixar o cargo, Borba fez um balanço positivo de sua gestão e agradeceu o apoio da diretoria e dos colaboradores da entidade. “Deixo a ACI com o sentimento do dever cumprido e com a certeza de que o trabalho realizado até aqui será mantido e aperfeiçoado pela próxima gestão”.

Nova gestão

Dar continuidade aos projetos e ações em andamento e fortalecer ainda mais o papel representativo da entidade na região são pautas da nova gestão. Temas como inovação, reformas tributária e administrativa para a redução do custo Brasil e o estímulo ao empreendedorismo, que historicamente têm orientado a atuação da ACI, devem ser priorizados, destaca o presidente eleito, Cesar Cenchinato. “Trabalhar para o desenvolvimento de Santa Cruz e da região, criando caminhos para fortalecer o ecossistema empreendedor, é a vocação e a principal finalidade da ACI como entidade de classe”.

Cechinato cita as mobilizações para a duplicação da RSC 287 – que permanece ativa – e instalação da sede da concessionária responsável pela obra no município, além de ações em defesa da prorrogação da desoneração da folha de pagamento, como exemplos do poder da união de forças na defesa do desenvolvimento regional e da preservação do emprego e renda.

Destaca que é meta da nova gestão fortalecer essas parcerias, estimulando a integração com outras entidades e organizações para potencializar resultados. Parcerias que serão estendidas também aos serviços e produtos oferecidos pela entidade, como já é feito atualmente, com o objetivo de tornar ainda mais evidente a atuação da ACI como centro gerador de negócios.

Memória

Primeira entidade empresarial do município, fundada em 2 de janeiro de 1918, a Associação Comercial e Industrial (ACI) de Santa Cruz do Sul atua para o desenvolvimento da região e o fortalecimento da atividade empresarial. Uma trajetória construída com o apoio dos segmentos que representa – comércio, indústria, serviços, agronegócio e profissionais liberais. Com forte presença nos assuntos de interesse regional, é reconhecida por sua grande representatividade (é a maior da região em número de associados), por sua atuação voluntária e por ser um centro gerador de negócios.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

10/01/2022 0 Comentários 771 Visualizações
Business

Sicoob MaxiCrédito inaugura agência em Nova Hartz

Por Ester Ellwanger 10/01/2022
Por Ester Ellwanger

Amanhã, 11 de janeiro, inaugura a primeira agência do Sicoob MaxiCrédito em Nova Hartz. Ela está localizada na Rua Henrique Hoffmann, 698 – Sala 3, no Centro.

Todos os serviços da Cooperativa estarão ainda mais perto dos associados com o novo ponto de atendimento. Sempre com o objetivo de fazê-los se sentirem em casa, oferecendo os serviços na medida das necessidades de cada um, através de um atendimento humanizado e personalizado.

O Superintendente Comercial, Fabrício Zanchettin, comenta que além de um atendimento humano e próximo, a comunidade de Nova Hartz vai encontrar rostos conhecidos, pois a maioria dos colaboradores é da cidade e região.

“A chegada da Cooperativa em Nova Hartz tem como objetivo impulsionar ainda mais o desenvolvimento local. A equipe está ansiosa para atender todos, em um ambiente muito lindo, que foi pensado para que todos se sintam em casa”.

A gerente da agência, Deise Ochoa, conta que a expectativa é grande pelo início das atividades. “Fomos muito bem recebidos, de forma acolhedora e positiva, o que nos motiva ainda mais a entregar o nosso melhor ao associado e comunidade. Percebemos a ansiedade das pessoas pela nossa chegada, pois sabem que é uma cooperativa para todos, que agrega valor ao desenvolvimento local”, reforçou.

Recursos investidos na comunidade

Um dos diferenciais do cooperativismo é que os recursos captados na região são reinvestindo nela, impactando no desenvolvimento econômico e social local. “Além disso, o resultado gerado pela cooperativa é distribuído proporcionalmente de acordo com a movimentação financeira de cada associado, o que mostra mais uma vez a força e os benefícios do cooperativismo para todos”, comenta o superintendente.

Zanchetin e Deise reforçam o convite para que a comunidade conheça a nova agência. “Onde se sentirão acolhidos, em um ambiente completo para atender todas as necessidades financeiras, com um horário mais flexível, das 9hrs às 16hrs pensando na melhor comodidade de todos”.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

10/01/2022 0 Comentários 961 Visualizações
Business

Exportações de ovos crescem 81,5% em 2021

Por Ester Ellwanger 10/01/2022
Por Ester Ellwanger

As vendas de ovos para o mercado internacional (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 11,3 mil toneladas em 2021, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (Abpa). Segundo o levantamento, o número superou em 81,5% o total exportado pelo Brasil em 2020, quando foram embarcadas 6,2 mil toneladas.

Em receita, houve elevação de 80%, com US$ 18 milhões registrados ao longo dos 12 meses de 2021, contra US$ 10 milhões em 2020.

Considerando apenas o mês de dezembro, as exportações de ovos totalizaram 2,49 mil toneladas, número 72,8% superior ao registrado no último mês de 2020, com 1,44 mil toneladas. Em receita, houve elevação de 102,6%, com US$ 3,99 milhões registrados em dezembro de 2021, contra US$ 1,97 milhões no ano anterior.

Principais destinos

Os Emirados Árabes Unidos seguem como principal destino das exportações, com 4,406 mil toneladas exportadas entre janeiro e setembro, volume 367,7% maior em relação ao mesmo período do ano passado, com 942 toneladas. Em seguida estão Japão, com 649 toneladas (+185,8%) e Omã, com 271 toneladas.

“O setor de ovos tem intensificado sua participação no mercado internacional, ampliando estratégias de promoção internacional por meio da marca setorial Brazilian Egg. A principal aposta está nos Emirados Árabes Unidos, que é justamente onde há forte retomada das atividades. Ao mesmo tempo, o setor busca, com isto, reduzir os danosos impactos dos custos elevados de produção, que ainda penalizam toda a cadeia produtiva”, analisa Ricardo Santin, presidente da Abpa.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/01/2022 0 Comentários 723 Visualizações
Business

Liquidações no início do ano movimentam o comércio

Por Ester Ellwanger 10/01/2022
Por Ester Ellwanger

Os primeiros dias de janeiro marcam, na maior parte do Brasil, o início do período de liquidações do comércio varejista. Esta estratégia permite ao comércio liquidar os estoques remanescentes do final do ano e, também, pode gerar vendas mais consistentes em um período que se caracteriza por menor consumo, especialmente nas cidades onde as férias acabam reduzindo o número de clientes nas lojas.

“Os dois primeiros meses do ano, geralmente, apresentam números mais tímidos de vendas, pois grande parte da renda familiar disponível é direcionada a outros compromissos financeiros típicos do período, como IPTU, IPVA, despesas escolares, entre outros. Desta forma, os preços atrativos são uma forma dos lojistas animarem os consumidores a comprar”, ressalta o presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul, FCDL-RS, Vitor Augusto Koch.
O dirigente lembra, ainda, que as ações promocionais ajudam o comerciante a girar seu estoque, ajustando os níveis de produtos à disposição, além de reforçar o caixa do estabelecimento.


“Um detalhe importante para os lojistas ficarem atentos é que os consumidores que tem a intenção de realizar compras estão naturalmente mais criteriosos na escolha dos produtos. Assim, o comerciante que ofertar descontos percebíveis e personalizar o atendimento, promovendo uma experiência de compra positiva aos seus clientes terá maiores possibilidades de realizar vendas consistentes”, destaca Vitor Augusto Koch.

A prática de liquidações nos primeiros meses tem proporcionado um incremento da participação de janeiro e fevereiro, tradicionalmente os meses de menor movimento nas lojas, nas vendas totais do ano. Até 2013, os dois meses representavam cerca de 14% do volume comercializado pelo varejo no Rio Grande do Sul. Em 2021, o índice subiu para quase 18%.

 

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
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