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Business

ACINP lança 2º Feirão de empregos exclusivo para associados

Por Ester Ellwanger 24/02/2022
Por Ester Ellwanger

O sucesso da primeira edição do evento, realizada em agosto de 2021, foi decisiva para que a Associação Comercial e Industrial de Nova Petrópolis- ACINP lançasse a 2ª edição do Feirão de Empregos da entidade, com vistas a preencher as vagas ofertadas pelas empresas associadas no Balcão de empregos da Associação e auxiliar aqueles profissionais que estão fora do mercado de trabalho e precisam de uma colocação imediata.

O evento acontece em 07 de março, das 15h às 19h, no Centro de Eventos de Nova Petrópolis, e já conta com a presença confirmada de empresas como Intuição, Criações Dakota / Dakota Nordeste, NH Construções e CloudOpss Solutions.

A sistemática será a mesma da edição passada. Na entrada do evento, haverá uma equipe da organização do evento para analisar o perfil dos candidatos e encaminhá-los para as entrevistas de emprego nas empresas participantes da ação. Os candidatos devem comparecer ao local com currículo atualizado, carteira de trabalho e documento com foto.

Na 1ª edição, o Feirão oportunizou mais de cem entrevistas e cerca de 200 oportunidades. Entre elas, operador de caixa, auxiliar de produção, vendedor externo, assistente de compras, analista de mídias sociais sênior, entre outros.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/02/2022 0 Comentários 856 Visualizações
Business

Assintecal promove rodadas com compradores internacionais na Fimec

Por Ester Ellwanger 24/02/2022
Por Ester Ellwanger

A 45ª edição da Feira Internacional de Couros, Produtos Químicos, Componentes, Máquinas e Equipamentos para Calçados e Curtumes (Fimec) será palco de mais uma edição do Projeto Comprador Internacional. Realizado no âmbito do By Brasil Components, Machinery and Chemicals, programa de apoio às exportações do setor desenvolvido pela Associação das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), o projeto prevê a realização de rodadas de negócios entre empresas fornecedoras e 12 importadores da Colômbia, Guatemala, Equador, República Dominicana e Peru. Considerada uma das principais feiras de máquinas e insumos para o setor calçadista na América Latina, a Fimec acontece entre os dias 8 e 10 de março, na Fenac, em Novo Hamburgo.

Somando uma produção de mais de 3,4 milhões de pares todos os anos, serão nove empresas de calçados e mais três curtumes presentes nas rodadas. “As expectativas são muito positivas. Os mercados latino-americanos, desde o ano passado, vêm sendo os motores do crescimento das exportações de componentes brasileiros”, avalia o gestor de Mercado Internacional da Assintecal, Luiz Ribas Júnior.

As expectativas são muito positivas. Os mercados latino-americanos, desde o ano passado, vêm sendo os motores do crescimento das exportações de componentes brasileiros”.

Depois de encerrar o ano passado com incremento de 22% (US$ 410,3 milhões), as exportações de componentes para calçados aumentaram 17% no primeiro mês de 2022, no comparativo com janeiro passado. Conforme dados da Assintecal, foram exportados mais de US$ 37 milhões em componentes para 76 destinos, sendo que 51 deles aumentaram suas importações de materiais verde-amarelos. “Dos quatro principais destinos das exportações do setor, três são da América Latina. É um mercado que vem crescendo com mais força do que os demais”, acrescenta Júnior.

Participam das rodadas, que aconteceram no dia 7 e 8 de março no estande da Assintecal (4142), os grupos Curtipieles (Colômbia), Procpieles (Colômbia), Andicalzado (Colômbia/Equador), Bosi (Colômbia), Calzado 3025 (Colômbia), Iron Group (Colômbia), Saga (Colômbia), Uniroca (Colômbia), Grupo JC WYN (Guatemala), Grupo Coban (Guatemala), Euro Components Suppliers (República Dominicana) e Manrique (Peru).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/02/2022 0 Comentários 424 Visualizações
Business

Havan é a 4ª melhor empresa do varejo para se trabalhar no Brasil

Por Ester Ellwanger 24/02/2022
Por Ester Ellwanger

As práticas e as iniciativas em prol dos colaboradores renderam a Havan o reconhecimento como a 4ª melhor empresa do varejo para se trabalhar no Brasil, conforme o ranking Great Place to Work (GPTW). O prêmio foi divulgado nesta quarta-feira, 23, e pela primeira vez a premiação reconheceu a categoria “Super Grandes”, destinado para empresas com mais de 10 mil colaboradores.

Para a elaboração do ranking, o GPTW analisou minuciosamente as mais de 120 práticas de Recursos Humanos da varejista em prol dos mais de 22 mil colaboradores. Além disso, fez pesquisas com colaboradores que atuam nas 168 megalojas presentes em 21 estados brasileiros, Centro de Distribuição e Administrativo.

A gerente de Desenvolvimento Organizacional, Goreti Maestri, destaca que o reconhecimento coroa os esforços da empresa para oferecer um ambiente de desenvolvimento e valorização das equipes. “É o terceiro ano que participamos do GPTW e em cada edição vemos a Havan subir muitas posições. Isso mostra que todos os nossos esforços estão dando resultados”, comenta.

O gerente de RH, Aurélio Paduano, ressalta que é muito importante para Havan ser premiada a partir da vivência dos colaboradores. “As equipes são o principal ativo de uma empresa. No varejo isso é ainda mais significativo, só com a felicidade dos colaboradores é possível ser uma varejista diferente. A nossa meta é oferecer uma experiência única aos clientes e, antes disso, temos a missão de ser uma empresa única para quem nos escolhe para trabalhar”, comenta.

Na Havan, pregamos a liberdade com responsabilidade, acreditamos nas pessoas e na transformação que o emprego oportuniza na vida de cada um.”

Por fim, o dono da Havan, Luciano Hang, enfatiza que só conquistando o coração dos colaboradores é que uma empresa se torna diferente. “Na Havan, pregamos a liberdade com responsabilidade, acreditamos nas pessoas e na transformação que o emprego oportuniza na vida de cada um. Estou muito feliz em saber que essa grande família tem sido reconhecida pela sua essência e pelo propósito de valorizar as pessoas acima de tudo”, finaliza.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/02/2022 0 Comentários 826 Visualizações
Business

Agenda global amplia espaço para o arroz pré-germinado

Por Ester Ellwanger 24/02/2022
Por Ester Ellwanger

Vindo de Santa Catarina, assim como os demais introdutores do arroz pré-germinado no Rio Grande do Sul, o agricultor João Carlos Fontana Hanus é um entusiasta dessa forma de cultivo. Em mais de duas décadas em terras gaúchas, aprimorou esse complexo manejo, mais sustentável, e há anos, na Granja Nenê, em Nova Santa Rita, na Região Metropolitana, alcança produtividade um terço acima da média estadual. Mesmo com todas as vantagens potenciais, esse sistema ainda ocupa apenas cerca de 10% da área cultivada no Estado, o principal produtor do alimento obrigatório na mesa do brasileiro. Essa realidade tende a mudar, por imposição de uma agenda global.

Não é um processo a curto prazo, mas o mundo vai demandar mais o arroz pré-germinado. O pesquisador Ibanor Anghinoni, consultor do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga), explica por quê. “O pré-germinado é a única maneira de você não usar agrotóxico para controlar o inço na lavoura”, diz Anghinoni, que lecionou por 50 anos (1970-2020) na Agronomia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), tendo como principal tema a fertilidade de solo. Além de reduzir o uso de defensivos agrícolas, o pré-germinado contribui para o uso mais racional da água, em um país que acaba de enfrentar a sua maior crise hídrica em 91 anos.

O consultor do Irga observa que os mercados mais maduros no planeta, com consumidores mais conscientes, estão aumentando a exigência por produtos com menor impacto ambiental, e o pré-germinado é hoje a única forma de cultivo capaz de oferecer isso. Tanto que a produção do orgânico e a do chamado arroz de base ecológica (por comunidades de pequenos produtores) dependem do pré-germinado. “A humanidade vai exigir cada vez mais alimentos saudáveis”, ressalta o consultor do Irga. “É um processo em evolução.”

Hanus chegou à Granja Nenê em 2008. “No segundo ano comecei a sistematizar toda área plantada, ciente de que esse tipo de plantio dá muito mais trabalho do que o convencional, porque você nivela o terreno, deixando os quadros com menor consumo de água”, lembra. “É um projeto bastante caro, mas em longo prazo se paga.” O agricultor já havia estruturado lavouras em outros Municípios, antes de se estabelecer em Nova Santa Rita. Entre essas áreas, há até algumas que hoje exibem selo de produção orgânica, a partir do trabalho estruturado por Hanus.

 

Consumo de água

Ele calcula que o consumo de água seja cerca de 40% menor, pois, como os quadros são nivelados, a água da chuva fica dentro e mantém a lavoura sempre com água. “Aqui na Granja Nenê, eu começo a preparar toda a lavoura somente com a água da chuva”, conta. “Sempre dou início à preparação do solo em julho e agosto, que são os meses mais chuvosos. Com isso, consigo diminuir os custos com a irrigação e também o uso de água do rio e aproveitar bem a primavera, em que normalmente chove bastante.”

O material, num prazo de 60 dias, entra em decomposição, transformando os restos em adubo orgânico, que melhora a qualidade do solo”.

O nivelamento dos quadros também tem papel importante para a sustentabilidade, por permitir controlar a lâmina de água, reduzindo o uso de agrotóxicos em aproximadamente em 45% e o de fertilizante químico em 30%. Uma boa prática adicional que Hanus adota é, após a colheita e feito o aproveitamento da palha do arroz, o uso do roço a faca e de enxadas rotativas, para a incorporação no solo. “O material, num prazo de 60 dias, entra em decomposição, transformando os restos em adubo orgânico, que melhora a qualidade do solo”, diz.

O aprimoramento de técnicas como essa será cada vez mais demandado pela sociedade, avisa o pesquisador Anghinoni. “Pode até demorar, mas não há dúvida de que o pré-germinado ganhará mais espaço, por exigência dos novos tempos.”

 

Saiba mais

Esse sistema se chama pré-germinado porque tem uma etapa de pré-germinação da semente, com uso de umidade. Depois, a semente é acomodada em lâminas d’água com alturas predefinidas sobre solos planos organizados em quadros, em que o cereal vai se desenvolver banhado em água, em vez do método mais tradicional, a semeadura em solo seco. “O nivelamento do solo tem de ser refeito periodicamente”, observa o coordenador regional da região central do Irga, Pedro Trevisan Hamann. “Um bom aplainamento da área vai ajudar a reduzir o uso da água.” “O Irga tem pesquisas que mostram que, 15 dias após a floração plena, pode-se suprimir a colocação da água na lavoura”, acrescenta Hamann.

Consultor do Irga, Anghinoni vê como uma das principais vantagens do cultivo do arroz no sistema pré-germinado a utilização da lâmina d’água para controlar plantas invasoras, os inços. “A água é o melhor herbicida da lavoura de arroz”, complementa Hamann. “Reduz o uso de herbicidas para arroz-vermelho e capim-arroz, por exemplo.”

A água é o melhor herbicida da lavoura de arroz, … reduz o uso de herbicidas para arroz-vermelho e capim-arroz, por exemplo.”

Tradicionalmente, o Rio Grande do Sul, responsável por 70% da produção de arroz do país, cultiva o cereal em 1 milhão de hectares. Destes, em torno de 100 mil hectares estão no sistema pré-germinado, e os 90% restantes em semeadura em solo seco – a tendência, porém, é de que diminua esse predomínio.

Há 10 anos, a produtividade média do arroz no Estado, incluindo ambos os sistemas, era de 5,4 toneladas por hectare e agora, com o aprimoramento de técnicas, chega a 9 toneladas, tornando o Rio Grande do Sul um case mundial. Na lavoura de Hanus, em Nova Santa Rita, o desempenho é ainda melhor, atingindo uma produtividade de 12 toneladas por hectare.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/02/2022 0 Comentários 681 Visualizações
Business

Em 2021 Abear registra perda de cerca de R$ 110 milhões com “bird strike”

Por Ester Ellwanger 24/02/2022
Por Ester Ellwanger

As empresas pertencentes à Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) registraram perdas de cerca de R$ 110 milhões em 2021, com a colisão de aeronaves com aves, ou “bird strike” no jargão do setor aéreo. Este fenômeno, um problema antigo para a aviação, se intensificou durante a pandemia. Isso ocorreu, entre outros motivos, porque a redução drástica do movimento favoreceu a proliferação de muitas espécies dentro dos sítios aeroportuários em todo o país. “A partir da primeira retomada da operação aérea, durante o 2º semestre de 2020, os “bird strikes” ganharam intensidade e severidade. Da metade de 2021 até agora, a situação piorou em quantidade, perdas materiais e severidade do dano às aeronaves”, diz o diretor de Segurança e Operações de Voo da Abear, Ruy Amparo.

Demanda por voos
De acordo com Amparo, a situação favoreceu a aproximação da fauna que costumava ficar no entorno dos aeroportos às pistas e taxiways . “Em Congonhas, por exemplo, a população de quero-queros cresceu muito, quebrando um certo equilibro local com as aeronaves”, afirma. O diretor da Abear acrescenta que esse tipo de incidente sempre foi uma preocupação para o transporte aéreo, considerando-se aviação regular, geral e a militar.

Colisões

No ano passado, as associadas Abear registraram 692 colisões com fauna (além de diversas aves, animais como antas também estão presentes nas áreas de segurança dos aeródromos) no entorno dos aeroportos, o que representa uma média de aproximadamente 2 colisões por dia. Desse total de ocorrências, 13% geraram danos às aeronaves. A taxa média foi de 24,2 colisões a cada 10 mil decolagens, o que significou um aumento de cerca de 12% em relação a 2019, antes da pandemia. Em torno de 94% dos eventos registrados concentraram-se no aeroporto ou na chamada ASA (Área se Segurança Aeroportuária, um raio de 20 Km a partir do centro da pista). Como os aviões danificados tiveram de passar por manutenção e deixaram de voar, a estimativa é que esse tipo de evento impactou 40.793 passageiros em 2021.

Lei 12.725/2012

Antigamente, lembra Amparo, o Cenipa e a Força Aérea Brasileira tinham poder de vetar uma construção ou empreendimento no entorno dos aeroportos que pudesse significar qualquer risco de fauna dentro dos aeroportos, como prédios mais altos do que o normal ou frigoríficos clandestinos, por exemplo, que atraem urubus. No entanto, em medos de 2012 o Cenipa perdeu essa atribuição devido à Lei 12.725/2012, que transferiu essa atribuição aos municípios. A falta de um Decreto regulamentando em detalhes esta responsabilidade da municipalidade criou um vácuo de atuação no combate a atividades que impliquem na atração indevida de fauna aviária para as regiões dos aeroportos.

O gerenciamento de risco aviário em aeroportos é uma ferramenta importante para mitigar os impactos para o transporte aéreo, aeroportos e controle do espaço aéreo, ressalta o diretor da Abear. Ações como o manejo de espécies de aves para lugares distantes dos sítios aeroportuários são uma alternativa em alguns aeródromos. No entanto, para espécies nativas, é necessário um pedido de autorização das autoridades ambientais para que haja esse tipo de iniciativa, em um processo por vezes moroso.

Minuta de decreto

Está em elaboração uma minuta de um decreto para instituir um Comitê Nacional de Risco de Fauna, com a participação de todos os stakeholders envolvidos com o tema, com gerenciamento da Secretaria de Aviação Civil (SAC) como política de estado.

“As perdas das associadas Abear quando há colisão de aeronaves com aves de diversas espécies e outros animais são mais frequentes do que a população imagina. É preciso uma política pública para mitigar os riscos e a Abear, em parceria com demais stakeholders da aviação comercial estão empenhados nisso. São custos que se somam à disparada do preço do querosene de aviação e da alta do dólar diante do real”, afirma o presidente da Abear, Eduardo Sanovicz.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/02/2022 0 Comentários 761 Visualizações
Business

Tradição e contemporaneidade na nova agência da Sicredi Pioneira em Nova Petrópolis

Por Ester Ellwanger 23/02/2022
Por Ester Ellwanger

Com previsão de conclusão em julho de 2022, a nova sede da Agência Nova Petrópolis da Sicredi Pioneira possui, aproximadamente, 2,1 mil metros quadrados distribuídos em três pavimentos, sendo o térreo e o primeiro pavimento destinados para a agência e o subsolo, para estacionamento, proporcionando maior comodidade aos associados. O projeto arquitetônico apresenta traços da arquitetura germânica (enxaimel), como também características contemporâneas.

O prédio será bastante acolhedor e moderno. A nova estrutura foi projetada para gerar uma melhor experiência para colaboradores, associados e comunidade.

No pavimento térreo, além das estações de trabalho dos colaboradores, haverá diversos ambientes de relacionamento, mesas para utilização da comunidade, espaço para coworking, salas de reuniões, internet e uma cafeteria, que atenderá até mesmo quando a agência estiver fechada. Integrado à cafeteria e saindo para a parte externa do prédio teremos um jardim com bancos e mesas para uso da comunidade em geral.

Já o primeiro pavimento contará, além dos espaços de retaguarda e estações de trabalho da agência, um auditório com capacidade para cerca de 100 pessoas, para uso da cooperativa e da comunidade.

Painéis fotovoltaicos estarão contemplados neste projeto visando à geração de energia elétrica para todo o prédio. Além disso, haverá uma vaga de estacionamento específica para abastecimento de carro elétrico, contribuindo assim com a sustentabilidade.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

23/02/2022 0 Comentários 1,7K Visualizações
Cidades

Desde 2017, Campo Bom registra aumento anual no número de novas empresas

Por Ester Ellwanger 23/02/2022
Por Ester Ellwanger

Não é mais novidade que Campo Bom se tornou um ambiente favorável para a abertura de novos negócios. O número de CNPJs criados no município nos últimos anos, entretanto, dá maior dimensão do fenômeno: 3.907 empresas foram abertas desde 2017. Os dados indicam que no período houve uma taxa contínua de crescimento de aproximadamente 26% ao ano — em 2017, 463 novas empresas; em 2018, 585; em 2019, 741; em 2020, 936; em 2021, 1.182. Entre os novos CNPJs, estão inclusos os Meis, microempreendedores individuais.

O prefeito Luciano Orsi aponta os números como resultado de um trabalho que é pilar da Administração Municipal. “Nossos esforços em favor do empreendedorismo e da desburocratização criaram as condições necessárias”, observa. A colocação de destaque no Ranking Nacional de Dispensa de Alvarás e Licenças (Ministério da Economia, julho de 2021), baseado na Lei da Liberdade Econômica, comprova a afirmação. Campo Bom é o 4º município do país e 1º do RS que mais isentou de licenças atividades econômicas de baixo risco.

O espaço aproximou os empreendedores e a administração municipal, facilitando a abertura de novas empresas”.

Para o secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo Henrique Scholz, a Sala do Empreendedor também tem parte importante no processo. “O espaço aproximou os empreendedores e a administração municipal, facilitando a abertura de novas empresas”. Ele destaca, ainda, as ações da Sala para o desenvolvimento dos negócios, como é o caso das oficinas de crescimento, afirmando que o objetivo não é apenas abrir uma empresa em Campo Bom, mas fazer com que ela cresça e se mantenha no município.

A Sala do Empreendedor fica no saguão da Prefeitura e recebeu, em outubro de 2021, o Selo Diamante, a mais alta certificação do Sebrae, em função dos serviços oferecidos aos empreendedores. No local, é possível abrir um Mei, ter acesso à oferta de microcrédito, tirar dúvidas sobre compras e licitações públicas e muito mais. O atendimento é de segunda a quinta-feira, das 12h30min às 18h30min, e na sexta-feira, das 7h30min às 13h30min.

Foto: Jordana Fioravanti /Divulgação | Fonte: Assessoria
23/02/2022 0 Comentários 505 Visualizações
Business

Britvic Brasil inaugura fábrica de processamento de uva em Flores da Cunha

Por Ester Ellwanger 23/02/2022
Por Ester Ellwanger

A Britvic Brasil, multinacional do setor de bebidas não alcoólicas, inaugurou, em 21 de fevereiro, sua nova fábrica em Flores da Cunha. O novo parque industrial terá atuação exclusiva na cultura e processamento da uva para os produtos acabados e semi-acabados da companhia, além da exportação do fruto através da Be Ingredient, braço de ingredientes e matéria-prima da Britvic Brasil.

Com 70 funcionários já contratados, a fábrica produzirá nesse ano, mais de 6.000 toneladas de suco de uva concentrado. Já nessa primeira safra de janeiro, a empresa promete processar mais de 30 milhões de kg de uva, sendo 15 milhões vindos de produtores locais.

“Este é um passo importante na estratégia e história da Britvic Brasil. E para que esse trabalho seja eficiente e traga frutos para o negócio estamos cuidando da comunidade e do planeta com processos cada vez mais sustentáveis e o fomento dos produtores de uva na região. Já tínhamos trabalhado com os produtores de Flores da Cunha comprando o fruto, e agora, estaremos mais próximos ainda com essa nova fábrica. Temos orgulho da história que estamos construindo e de como vamos levar nossos produtos e soluções para todo o mundo”, comenta o CEO da Britvic no Brasil, Pedro Magalhães.

A previsão para 2023 é que a empresa aumente sua capacidade de produção de suco de uva concentrado para 11.000 toneladas, e amplie o escopo de processamento para poder trabalhar também com a maçã e a laranja em seu portfólio.


Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/02/2022 0 Comentários 3,4K Visualizações
Cidades

Nova diretoria da ACI de Santa Cruz se reúne com prefeitura

Por Ester Ellwanger 23/02/2022
Por Ester Ellwanger

Para apresentar a nova diretoria e demandas da entidade, dirigentes da Associação Comercial e Industrial de Santa Cruz do Sul (ACI) se reuniram com a prefeita da cidade, Helena Hermany, na manhã desta terça-feira, 22 de fevereiro.

Os convidados foram recebidos no Salão Nobre do Palacinho. Helena Hermany saudou a comitiva e enfatizou a importância de a administração municipal manter bons vínculos com as diversas entidades e forças da cidade. “O prefeito, sem o apoio da comunidade e das entidades, não faz nada sozinho”, afirmou. Ela enalteceu a capacidade de atuação das lideranças da associação. “Com o potencial de vocês, tenho certeza de que faremos ótimas parcerias”, declarou. A prefeita agradeceu a visita e mostrou disposição para o trabalho conjunto entre município e ACI. “Temos que aproveitar os saberes de nossa comunidade, e a ACI possui muitos deles”, concluiu.

O novo presidente da ACI, Cesar Antônio Cechinato, destacou que a nova diretoria conta com representantes de grandes, médias e pequenas empresas, além de profissionais liberais. Cechinato colocou a entidade à disposição da prefeitura. “Queremos interagir com a Administração no que ela entender interessante e necessário”, declarou.

Durante o encontro, diferentes integrantes da comitiva usaram a palavra. Representante do Núcleo de Empreendedores Zona Norte e presidente da Associação dos Moradores de Linha Santa Cruz (Amorlisc), Ricardo Luís Bringmann informou que a entidade encaminhará ofício à concessionária Sacyr, pedindo melhorias no trecho do viaduto Fritz e Frida, na RST-287. Conforme Bringmann, o local é um dos principais acessos a Santa Cruz do Sul e apresenta carências em iluminação e sinalização.

Outro ponto discutido foi o desenvolvimento do turismo de Santa Cruz do Sul, como mais um instrumento de geração de emprego e renda. O grupo foi unânime ao reconhecer as potencialidades do município na área. Entre as iniciativas que vem sendo desenvolvidas pela Adminstração, Helena falou sobre a intenção de cessão do Parque da Cruz para a iniciativa privada em troca de melhorias no local que alavanquem ainda mais a atividade turística. “Buscamos contrapartidas que sejam boas para nossa população e o turismo local”, esclareceu.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

23/02/2022 0 Comentários 544 Visualizações
Moda e beleza

Sebrae RS lança 2ª edição do Projeto Feito na Serra Gaúcha

Por Ester Ellwanger 22/02/2022
Por Ester Ellwanger

Empreendedores da indústria de moda da Serra Gaúcha têm encontro marcado na próxima quinta-feira, 24 de fevereiro, às 19h, no evento de lançamento da 2ª edição do “Feito na Serra Gaúcha”. O projeto do Sebrae RS conta com a parceria do Polo de Moda, Sindivest e Fitemasul, e chega a 2022 oferecendo 15 novas vagas para pequenas empresas, ateliers, indústrias de confecções, tricô, acessórios, calçados e design (móveis e objetos) fortalecerem sua marca e ampliarem os negócios. O lançamento ocorre por meio da plataforma Zoom.

O nome dado ao projeto diz muito sobre os objetivos e valores da iniciativa. Criada em 2021, ela busca preparar as empresas para apropriarem-se dos aspectos culturais característicos da região, enaltecendo histórias, particularidades e o design regional da Serra Gaúcha a fim de torná-la referência nacional em identidade e sustentabilidade. Após a seleção das 15 empresas, os participantes terão 300h de capacitação em um cronograma de atividades divididos em três fases a serem executadas entre os meses de abril e novembro.

“Tivemos empresas que aumentaram suas vendas em até 50% em relação às coleções passadas só no lançamento”, destaca a Gestora de Projetos de Moda do Sebrae da Serra Gaúcha Fabiana Zin. Segundo ela, os ganhos e benefícios projetados, contudo, dependem muito do nível de envolvimento dos participantes e de como os mesmos implementam as ações propostas. Fabiana lembra que o projeto faz parte de um movimento que a cada ano busca integrar novas empresas, criando assim uma cultura de reconhecimento de qualidade e design diferenciados em nome do fortalecimento da cadeia local. “O objetivo é fazer com que as empresas se reposicionem e se apropriem de sua identidade como estratégia competitiva para venderem mais e conquistar novos clientes”, explica.

Os convidados/mentores

Walter Rodrigues: Estilista brasileiro, coordenador do Núcleo de Design do Inspiramais, curador do Projeto Design Vision criado em parceria com o Instituto Focus e que trabalha práticas sustentáveis com alunos das universidades de moda brasileiras.

Bernardete Venzon: Estudiosa em moda, cultura e identidade. Professora na Universidade de Caxias do Sul (UCS) na área de história e cultura de moda desde 1992. É consultora de moda, aproximando conceitos de moda, arte, educação e design, organizando a cadeia de informações e elaborando o DNA das empresas e os conceitos dos produtos.

Tatiane Alves: Pesquisadora de comportamento e consumo. Sócia da @compassing_projetoscomdesign, tem 15 anos de atuação como consultora no mercado de moda com experiência em jornadas criativas no varejo e indústria. Curadora do Festival Mescla com palestras online. Sócia da marca Estúdio Sim e parceira da loja Dinarte.50 é Pós-graduada em Moda, Consumo e Comunicação pela PUC/RS.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/02/2022 0 Comentários 569 Visualizações
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