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Ensino

Instituto Crescer Legal aproxima parceiros para debater em rede o trabalho infantil

Por Ester Ellwanger 08/07/2022
Por Ester Ellwanger

Com o tema “Trabalho infantil: cuidado, acolhimento e proteção”, o Instituto Crescer Legal promoveu nesta quinta-feira, 7 de julho, a quinta edição do seminário ampliado de integração e reflexão para parceiros do Programa de Aprendizagem Profissional Rural. O evento foi realizado no Santa Cruz Country Club, em Santa Cruz do Sul, com atividades conduzidas pela Diatópica Consultoria. A programação iniciou com uma dinâmica de acolhimento, conduzida pela facilitadora Cristiane dos Santos Schleiniger, e seguiu com a fala do presidente do Instituto Crescer Legal, Iro Schünke.

“O Instituto foi fundado com uma missão: combater o trabalho infantil ao mesmo tempo em que gera oportunidades para os adolescentes do meio rural, em especial em áreas de produção de tabaco. É uma tarefa complexa, mas com boas parcerias temos alcançado grandes resultados. Já somos nacional e internacionalmente reconhecidos pelo método inovador de oferecer oportunidades aos jovens rurais por meio da Lei da Aprendizagem. Esse reconhecimento é também de todos vocês que fazem parte deste importante e transformador trabalho”, disse Schünke aos participantes.

Na sequência, a consultora do Instituto, Ana Paula Motta Costa, palestrou sobre “Trabalho infantil: cuidado, acolhimento e proteção”. Advogada, socióloga, doutora em Direito, Ana Paula é professora e vice-diretora da Faculdade de direito da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e pesquisadora na área dos diretos da criança e do adolescente, trabalho infantil e jovens envolvidos em situações de violência.

Segundo ela, até pouco tempo atrás, crianças não eram tratadas como crianças e, desde muito cedo, elas já reproduziam atividades de adultos. Com o tempo, começou a se identificar problemas como a baixa escolarização e prejuízos ao desenvolvimento físico e psicológico, bem como aumento da desigualdade social.

Segundo relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), 160 milhões de crianças e adolescentes, entre 5 e 17 anos, foram submetidas ao trabalho infantil no começo de 2020. “A pandemia agravou a situação do trabalho infantil no mundo, com aumento da pobreza, fechamento de escolas e consequente evasão escolar. A estimativa é de que tenhamos um aumento neste número”, avalia. No Brasil, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD 2019), demonstrou que 1,768 milhão de crianças e adolescentes trabalhavam, sendo que 53,7% estão na faixa etária entre 16 e 17 anos.

Segundo ela, vários são os motivos que levam ao trabalho infantil, em especial na faixa etária dos adolescentes. “Em muitos casos, o adolescente quer ter a sua autonomia e tem um desejo de independência financeira, situação em que é muito comum buscarem uma receita própria. Além disso, a sensação de pertencimento para o adolescente muitas vezes passa pelo apelo social ao consumo, o que gera uma demanda que a família nem sempre tem condições de suprir”, comenta. Ainda de acordo com ela, a naturalização do trabalho com dizeres como “sempre foi assim” e o senso de que o trabalho é um valor, aliado à condição financeira da família ou de problemas familiares como uso de drogas ou álcool, são também fatores que levam ao trabalho infantil.

“Vimos durante os eventos promovidos pela indústria do tabaco sobre o tema, produtores questionando o que fazer com os filhos. De fato, muitas vezes não há alternativas no meio rural para esses adolescentes e, nesse contexto, surgiu o Instituto Crescer Legal. Buscar soluções melhores que o trabalho é o caminho que devemos seguir e passa, necessariamente, pela criação de oportunidades. E, mais do que isso, é preciso que olhemos para as crianças como crianças, para os adolescentes como adolescentes. Para que crianças e adolescentes cresçam de forma saudável é preciso que os adultos, que somos nós, cuidem, acolham e protejam. Esse é o papel da rede”, finalizou.

A programação da manhã seguiu com a apresentação “Aprendizagem Profissional Rural: um caminho no combate ao trabalho infantil”, com a participação da orientadora pedagógica do Instituto, Taciane Velazquez, o educador social, André Skolaude, e a egressa do Programa de Aprendizagem Profissional Rural, Denise Faust, que levaram aos participantes informações acerca da inovadora forma de aplicação da Lei de Aprendizagem em favor dos jovens do campo.

Com a validação do Ministério do Trabalho, o Programa de Aprendizagem Profissional Rural já beneficiou 596 jovens rurais do Rio Grande do Sul desde 2016. Os participantes são contratados como jovens aprendizes pelas associadas do Instituto Crescer Legal, recebem salário proporcional a 20 horas semanais, mas ao invés de trabalharem nas empresas, participam do curso de gestão e empreendedorismo no contraturno escolar com atividades teóricas e práticas concomitantes conduzidas pelo Instituto Crescer Legal em suas comunidades – normalmente nas escolas em que estudam ou em sedes cedidas pelas prefeituras parceiras que também auxiliam com a alimentação e logística de transporte diário para viabilizar o atendimento dos adolescentes.

Outros dois programas do Instituto Crescer Legal foram apresentados aos parceiros na parte da tarde. O Programa de Boas Práticas de Empreendedorismo para a Educação, realizado em parceria com o município de Canguçu, foi implementado em 2020 e já está em sua terceira edição. Adriano Emmel, educador social que conduz as atividades, explicou que a iniciativa consiste em compartilhar ferramentas metodológicas testadas e aprovadas pela equipe pedagógica do Programa de Aprendizagem Profissional Rural com o objetivo de oportunizar aos participantes, profissionais da área da educação, a ampliação dos conhecimentos para atuação empreendedora na educação.  Atualmente, conta com a participação de 15 professores, de 15 escolas rurais do município. A professora na EMEF Presidente Castelo Branco, de Canguçu, Lilian Mota Eichholz, participante do programa, deu seu depoimento aos participantes.

E a agenda de apresentações foi concluída com a fala da coordenadora de Desenvolvimento de Projetos do Instituto, Graziele Pinton, do professor do Departamento de Comunicação Social da Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC), Alexandre Borges, e da ex-reitora da UNISC, professora Carmen Lúcia de Lima Helfer, que falaram sobre as atividades do programa Nós por Elas – A voz feminina do campo, realizado desde 2017 em parceria com a universidade. De lá para cá, cinco edições foram realizadas com a formação de 36 jovens, todas preparadas para serem multiplicadoras de temas sensíveis à realidade feminina no campo.

 

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

08/07/2022 0 Comentários 673 Visualizações
Business

Exportações industriais do RS atingem nível recorde no primeiro semestre

Por Ester Ellwanger 08/07/2022
Por Ester Ellwanger

As exportações da indústria de transformação no Rio Grande do Sul somaram US$ 1,5 bilhão, em junho, crescimento de 25,8% em relação ao mesmo mês de 2021. Já no acumulado dos seis primeiros meses de 2022, as vendas externas alcançaram US$ 8,3 bilhões, valor 34,1% maior na comparação com o primeiro semestre do ano passado e volume recorde para o período. O último resultado de maior expressão havia ocorrido em 2013, com US$ 8,2 bilhões. Parte da explicação para tal desempenho no semestre deve-se ao crescimento de 44% da demanda dos Estados Unidos por produtos industriais da economia gaúcha, ante mesmo período de 2021.

Dos 23 segmentos exportadores da indústria gaúcha, 17 tiveram elevação na relação com junho do ano passado. Entre os grandes vendedores, Alimentos foi o setor que mais cresceu, embarcando US$ 209,9 milhões a mais em mercadorias (46,3%), principalmente, Farelo de soja (+US$ 107,4 milhões), Óleo de soja (+US$ 51,5 milhões) e Carne de frango (+US$ 48,2 milhões). Os principais destinos do setor no mês foram a China, índia, Coreia do Sul, Irã, Espanha e Arábia Saudita, que juntos representaram 52,4% do total exportado.

Na segunda colocação, Tabaco apresentou avanço de US$ 49,3 milhões, e o crescimento das exportações do setor para a China e Estados Unidos, em mais de US$ 25 milhões cada, na comparação com o mesmo mês de 2021, justifica essa expansão. Veículos automotores registraram o terceiro maior avanço, em US$ 32,7 milhões, com elevações nas demandas da Argentina, Colômbia e Estados Unidos. Entre os destaques negativos do mês estão o setor de Químicos, que caiu US$ 45,5 milhões; Celulose e papel, e Móveis, que reduziram suas vendas em US$ 17,8 milhões e US$ 4,3 milhões, respectivamente, em relação a junho de 2021.

Quanto aos principais destinos das exportações totais do Estado, destacam-se os avanços para os Estados Unidos. O país comprou US$ 195,4 milhões, acréscimo de 68,4% ante junho de 2021. Já a Argentina adquiriu US$ 132,8 milhões, 60,9% a mais na mesma base de comparação. No caso dos EUA, a razão para esse desempenho se deu pelas altas das exportações de Tabaco em folhas (+US$ 27,3 milhões), Celulose (+US$ 9,8 milhões) e Calçados (+US$ 9 milhões). Para a Argentina, as variações no mês ocorreram com as maiores exportações de Automóveis de passageiros (+US$ 6,9 milhões), Peças de veículos e tratores (+US$ 6,6 milhões), Fertilizantes (+US$ 6,3 milhões) e Máquinas e aparelhos agrícolas (+US$ 5,3 milhões). Outros destaques positivos foram as elevações das vendas gaúchas para a Índia, Espanha, México e Arábia Saudita.

Do lado negativo, as compras da China apresentaram, novamente, forte queda, de menos 61,5% em relação a junho de 2021, puxadas pelas reduções nos embarques de Soja, que caíram US$ 507,1 milhões, e Carne Suína, US$ 31,6 milhões. No ano, acumulam queda de 77,3% e 55,8%, respectivamente.

 

Importações

Em junho, o Estado adquiriu US$ 1,3 bilhão em mercadorias, demanda 16,5% maior comparada ao mesmo mês de 2021. Destacaram-se as importações de Bens intermediários, mais US$ 106 milhões, e Combustíveis e lubrificantes, US$ 67 milhões. No acumulado de 2022, o RS importou um total de US$ 6,3 bilhões, valor 34,6% superior ao mesmo período de 2021. As importações de Bens intermediários (+US$ 1,1 bi) lideram a pauta das compras externas no ano.

 

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

08/07/2022 0 Comentários 546 Visualizações
Gastronomia

Picada Café realiza reserva de estandes para a Festa da Cuca e Expoveste

Por Ester Ellwanger 08/07/2022
Por Ester Ellwanger

Estão abertas as inscrições para cadastramento e seleção de empresas para participar a 13ª Festa do Café, Cuca e Linguiça e 4ª Expoveste de Picada Café. Os eventos ocorrerão nos dias 6, 7, 13 e 14 de agosto, no Parque Histórico Municipal Jorge Kuhn.

Os interessados devem fazer o cadastramento junto à Secretaria Municipal de Turismo, Indústria e Comércio, à rua Marta Wittmann Kirschner, 800 (Moinho do Parque Jorge Kuhn). Entre os dias 7 a 15 de julho poderão se inscrever apenas empresas com CNPJ registrado em Picada Café. Empresas de outros municípios poderão se inscrever entre os dias 15 e 22 de julho.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/07/2022 0 Comentários 951 Visualizações
Cidades

Expo Sapiranga convida o público a aproveitar oportunidades de negócios e lazer

Por Ester Ellwanger 07/07/2022
Por Ester Ellwanger

Um dos mais importantes eventos da região se aproxima: a Expo Sapiranga 2022 está marcada para 22, 23 e 24 de julho, com uma programação cultural ampla e vários segmentos comerciais e de serviços contemplados. O tradicional evento se destaca por oferecer à comunidade atrações de entretenimento, gastronomia, lazer e, principalmente, estimular vendas e negócios na região.

Com diversos expositores e uma agenda artística para todos os gostos, com música gaúcha, pop, rock, eletrônica, sertanejo e até balé, a ExpoSapiranga é uma realização da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Sapiranga, planejada em prol das pessoas e empresas do município e região. A edição deste ano conta com patrocínios do Sicoob Maxicredi e Unimed Encosta da Serra.

Além dos shows e apresentações, os participantes poderão aproveitar as várias opções disponíveis na praça de alimentação, desfrutar de espaços de confraternização e conferir produtos de ótima qualidade.

Os expositores:

Brasília Modas. Costa Mar. Cresol Raiz. Davielli’Di Calçados. Davilelli’Di Noivas. Dinâmica. DM Modas. Dom Zé. ERB Produtos de Higiene. Estácio Faculdade. Fox Fotografia. Giga Net. Karoane. Ki – Rosa. Look Bacana. Novo Crédito. O Boticário. Personalizzato. Preço Bom Calçados. Redlar. Santa Coluna. Sicredi. Stec. Viacredi.

 

Serviço

ExpoSapiranga

Quando: 22 a 24 de julho

Horários:

  • Praça de alimentação e palco cultural – Sexta, das 18h30 às 22h, Sábado e domingo, das 10h às 22h
  • Expositores – Sexta, das  19h às 21h, Sábado e domingo, das 10h às 20h

Ingresso: R$ 5. Sábado e domingo gratuito até as 17h. Isenção para crianças de até 6 anos.

 

Programação:

Sexta-feira- 22/07

  • 18h30 – Abertura Oficial
  • 19h – Balé Origem
  • 19h30 às 20h45 – Banda Crioula
  • 22 – Encerramento

 

Sábado – 23/07

  • 18h às 20h – DJ Capú
  • 20h às 22h – Musical Anderson e Everton entre amigos
  • 22h – Encerramento

 

Domingo – 24/07

  • 11h30 às 13h30 – Banda Gaúcha – Os Quentucho
  • 14h às 15h – Invernada CTGs
  • 17h às 18h15 – Musical Mudo Falante
  • 18h30 – 20h – Genesis Araújo (tributo Legião Urbana)
  • 20h às 22h – Musical Jack Brown e Fabrício Beck (vocalista da banda Vera Loca)
  • 22h – Encerramento

 

Foto: Marcelo Matusiak/ Divulgação | Fonte: Assessoria

 

07/07/2022 0 Comentários 1,1K Visualizações
Ensino

Estudantes de Nova Santa Rita arrecadam mais de 1 tonelada de resíduos e trocam por alimentos

Por Ester Ellwanger 07/07/2022
Por Ester Ellwanger

Os alunos da Escola Municipal de Ensino Fundamental Victor Aggens, de Nova Santa Rita, deram um exemplo de mobilização, solidariedade e preocupação com o meio ambiente. Com apoio dos professores, eles participaram do projeto Plastitroque, da Braskem, e conseguiram arrecadar 1.017 kg de resíduos, que foram trocados por alimentos. A ação começou em 29 de junho e vai até 08 de julho. Os materiais coletados serão destinados à Associação Ecológica dos Recicladores da Ponte Seca (AECO), de Triunfo. O objetivo do projeto é incentivar a conscientização ambiental e a reciclagem por meio da coleta de resíduos plásticos gerados no dia a dia das pessoas. E o resultado de Nova Santa Rita chegou a surpreender pelo empenho e participação.

O aluno Bruno Souza Correia, do 7o ano, foi responsável por um verdadeiro mutirão voluntário. Assim que atingiu o volume mínimo para ganhar o KIT 2 – correspondente a 1,5 kg de alimentos -, abriu mão de concorrer ao brinde especial e doou seu excedente aos colegas. Isso motivou outros alunos, até de outras turmas, a irem atrás de mais resíduos para doar aos colegas fazendo com que mais estudantes pudessem trocar por alimentos. A estimativa é que essa rede de conscientização e solidariedade tenha envolvido mais de 50 crianças.

 

Os irmãos Mykaella e Mizael Donato da Silva, que estão, respectivamente, no 3o e 4o anos, alcançaram o recorde, arrecadando cada um quase 40 kg de resíduos. A família vive da reciclagem e eles  trabalham com os pais no turno inverso da escola. Juntos, conseguiram entregar um total de 79,4 kg, ficando 39,7 kg para cada um e garantindo o primeiro lugar para os Mykaella e Mizael. Mirella Vasconcelos Correia, aluna do 1o ano, também teve uma participação ativa e conseguiu arrecadar 36,925 kg, conquistando o terceiro lugar.  Os professores e funcionários também deram o exemplo e juntos levaram mais de 100 kg. Os destaques receberam uma cesta com material escolar e chocolates como forma de homenagear a adesão ao projeto em uma cerimônia que aconteceu na manhã desta quarta-feira (06) e contou com a presença da Braskem e do poder público municipal.

 

Garrafas plásticas, sacolas, tampinhas, embalagens de produtos de limpeza, higiene e alimentos foram pesados e convertidos em plasticoins, a moeda plástica feita do reaproveitamento de copos descartáveis. Os plasticoins foram trocados por kits com alimentos. Cada 900 gramas de resíduos, por exemplo, equivale ao kit 1 (1 kg de arroz, 1 kg de feijão, 1 achocolatado em pó, 1 litro de leite e 1 gelatina) e 1,5 kg de resíduos ao kit 2 (2 kg de arroz, 1 kg de feijão, 1 achocolatado em pó, 2 litros de leite e 2 gelatinas). Foram entregues aos alunos 547 kits, gerando um total de 2,61 toneladas de alimentos distribuídos.

“A mobilização da Escola Victor Aggens demonstra que quanto mais cedo começamos a conscientização sobre a separação adequada dos resíduos, melhores são os resultados. Os alunos, professores e funcionários ajudam a criar novos hábitos em suas famílias e, assim, formamos uma rede que tem impactos positivos para o ambiente e para todos nós. Com o Plastitroque também compartilhamos conhecimento sobre o funcionamento da cadeia da reciclagem e a importância da coleta seletiva despertando os estudantes para o descarte correto e à preservação”, afirma Daniel Fleischer, gerente de Relações Institucionais da Braskem no Rio Grande do Sul.

 

Sobre o programa

O Plastitroque busca incentivar os participantes a coletarem resíduos plásticos que produzem no seu dia-a-dia (garrafas plásticas, sacolas plásticas, tampinhas plásticas, embalagens de produtos de limpeza, higiene e alimentos) para, depois, terem a oportunidade de trocar por plasticoins, que posteriormente são trocados por kits com alimentos. O programa terá ainda mais três edições em 2022: Montenegro, Triunfo e Porto Alegre.

 

A primeira edição do ano aconteceu na Escola Ramirez Galvão, na Vila Mangueira, em Rio Grande, e arrecadou 321 kg de resíduos. Participaram 128 alunos, professores, pais e integrantes da comunidade. O material arrecadado beneficiou quatro associações do município: Associação dos Trabalhadores de Resíduos Recicláveis – Astar, Associação dos Trabalhadores de Resíduos Recicláveis da Vila da Quinta, Associação de Resíduos Recicláveis do Cassino e Cooperativa Santa Rita, que receberam aproximadamente 80kg de material, gerando renda para as cooperativas.

Foto: Willian Barbosa e Jefferson Bernardes/Divulgação | Fonte: Assessoria

 

07/07/2022 0 Comentários 990 Visualizações
Business

Pesquisa da Fiergs aponta crescimento do emprego na indústria gaúcha

Por Ester Ellwanger 07/07/2022
Por Ester Ellwanger

O Índice de Desempenho Industrial gaúcho (IDI-RS), divulgado pela Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), nessa quarta-feira, 6 de junho, caiu 2,3% em maio em relação a abril, após aumentos consecutivos nos dois meses anteriores que chegaram a 1,7%. Nos últimos seis meses, o índice de atividade alternou altas em janeiro, março e abril, e baixas em dezembro, fevereiro e maio, resultando em um quadro de estabilidade. Mesmo com a queda, o IDI-RS esteve, em maio, 8,1% acima do nível anterior ao da pandemia, em fevereiro de 2020. Um dos destaques positivos na pesquisa foi o emprego, que ao subir 0,8% completou dois anos ininterruptos de crescimento, com 16,6% no acumulado, e chegou ao patamar mais alto desde março de 2015.

A decomposição do IDI-RS revelou que o desempenho negativo, em maio, foi determinado pela forte contração das compras industriais (-8,3%) e das horas trabalhadas na produção (-0,4%). Em sentido contrário, além do emprego, também avançaram o faturamento real (1,8%) e a massa salarial real (2,2%) enquanto a utilização da capacidade instalada (UCI) ficou estável em 81,6%.

Nas comparações anuais, a melhora é bem visível em relação a 2021. Relativamente a maio do ano passado, a atividade industrial gaúcha teve crescimento de 6,1%. Foi a 21ª elevação consecutiva e a mais expressiva do ano, devido em parte à base de comparação muito baixa, pois maio de 2021 foi o mês mais fraco do ano para a atividade industrial. Não bastasse isso, ainda teve um dia útil a menos em meio à segunda onda da Covid-19 e aos gargalos na cadeia de suprimentos.

Desta forma, o IDI-RS passou a acumular subida de 4,4% nos primeiros cinco meses de 2022 em relação ao mesmo período do ano passado, com cinco de seus seis componentes em alta: horas trabalhadas na produção (8,3%), massa salarial real (6,3%), emprego (6,2%), compras Industriais (5,7%) e faturamento real (2,8%). Apenas a UCI, com grau médio de 81,3% em 2022, registrou queda, de 0,6%.

Ainda na comparação com os cinco primeiros meses de 2021, a expansão da atividade foi pouco disseminada, em somente metade dos 16 setores pesquisados, sendo impulsionada por Máquinas e equipamentos (11,6%), Veículos automotores (13,3%) e Couros e calçados (9,4%). As principais influências negativas partiram dos setores de Produtos de metal (-3,3%), Móveis (-6,6%), Alimentos (-0,9%) e Metalurgia (-8,7%).

 

Tendência

Segundo aponta a pesquisa da Fiergs, o quadro geral dos indicadores industriais do Rio Grande do Sul mostrou, em maio, que os gargalos nas cadeias de suprimentos e os custos crescentes, juntamente com o aumento dos juros e da inflação, continuam limitando e determinando a estabilidade e a trajetória errática do setor.

Mas, como fatores positivos, destacam-se os bons resultados das exportações e do agronegócio, cenário que não deve se alterar substancialmente nos próximos meses. A atividade, porém, deve sentir com mais ênfase os efeitos dos juros altos e da maior incerteza com a proximidade das eleições. A tendência para a atividade industrial gaúcha aponta para a continuidade do ritmo modesto e irregular.

 

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

07/07/2022 0 Comentários 578 Visualizações
Business

Fecomércio-RS comemora sanção de MP que amplia prazos para reembolso serviços afetados pela pandemia

Por Ester Ellwanger 07/07/2022
Por Ester Ellwanger

Nesta segunda-feira, 4 de julho, foi sancionada a Medida Provisória (MP) 1.101/2022 que prorroga até dezembro de 2023 a possibilidade de remarcação de serviços e eventos culturais e de turismo, que precisaram ser reagendados em razão da Covid-19. De acordo com Fecomércio-RS, o texto, aprovado como Projeto de Lei de Conversão (PLV) 14/2022, aumenta a flexibilidade das empresas desses setores, muito afetados durante a pandemia.

A nova Lei, 14.390, revitaliza medidas da Lei 14.046, de 2020 – publicada para a época mais crítica da pandemia do coronavírus. “Os segmentos de eventos e turismo estão entre os mais afetados pela Covid-19 e, apesar da melhora recente, ainda se recuperam das fortes perdas verificadas nos últimos dois anos. Ao possibilitar que continuem garantindo a remarcação ou concedendo créditos para os consumidores utilizarem no futuro, a medida proporciona a inúmeras empresas melhores condições de sobrevivência, afinal, muitas precisaram recorrer à empréstimos para honrar seus compromissos durante esse período”, destaca o presidente da entidade, Luiz Carlos Bohn.

A partir da medida, o contratante tem as opções de remarcação ou crédito de serviço, para eventos adiados ou cancelados até 31 de dezembro de 2022, disponíveis até 31 de dezembro de 2023. A Lei desobriga a empresa de reembolsar os valores pagos pelos contratantes, desde que assegure o agendamento de uma nova data ou conceda crédito para uso na compra de outros serviços. Caso não seja possível remarcar o evento ou conceder o crédito, a empresa terá de devolver o valor recebido pelo consumidor até 31 de dezembro de 2022, para os cancelamentos ocorridos em 2021, e até 31 de dezembro de 2023, para os cancelamentos de 2022.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

07/07/2022 0 Comentários 587 Visualizações
Business

Missão na Colômbia terá 16 marcas brasileiras

Por Ester Ellwanger 06/07/2022
Por Ester Ellwanger

Retomando a ação presencial na Colômbia, a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), por meio do Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações do setor mantido em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), levará 16 marcas calçadistas brasileiras para a Missão Comercial Colômbia. A ação prevê rodadas de negócios com compradores locais, showrooms em hotéis, seminário preparatório sobre o mercado local e eventos de relacionamento com a imprensa colombiana. A agenda acontece entre os dias 11 e 15 de julho, nas cidades de Bogotá e Medellín.

A analista de Promoção Comercial da Abicalçados, Carla Giordani, conta que mais de 140 reuniões já estão pré-agendadas para a ação. “Recebemos feedbacks de compradores colombianos ávidos para reencontrar os calçados brasileiros, poder ter de volta as reuniões presenciais. As expectativas são as mais positivas”, projeta.

Carla diz, ainda, que existe uma demanda crescente por calçados brasileiros naquele mercado e que a iniciativa deve impulsionar ainda mais as exportações para a Colômbia, atualmente o 9º destino internacional do produto verde-amarelo. Entre janeiro e junho, foram exportados para lá mais de 5 milhões de pares, que geraram US$ 19,44 milhões, incrementos de 23% em volume e de 49,5% em receita na relação com o mesmo período do ano passado.

Matchmaking

Carla conta que todas as reuniões agendadas foram marcadas por meio de matchmaking, quando são cruzadas as ofertas e demandas dos participantes. “A ferramenta otimiza as negociações”, diz. Além das negociações, a analista destaca que estão marcados eventos de relacionamento com a imprensa local, o Photocall, no showroom de Bogotá, e uma ativação de imagem durante o showroom em Medellín, nos dias 12 e 14, respectivamente. “A presença junto à imprensa, com fornecimento de informações relevantes, é fundamental para a imagem do calçado brasileiro na Colômbia”, avalia.

Participam da Missão, com o apoio do Brazilian Footwear, as marcas 365 Days, Actvitta, Bebecê, Beira Rio, BR Sport, Ferracini, Modare, Moleca, Molekinha, Molekinho, Opananken, Parô Brasil, Paro Cool, Uza Shoes, Vizzano e Zatz.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

 

06/07/2022 0 Comentários 681 Visualizações
Business

Exportações de carne suína totalizaram 93,5 mil toneladas em junho

Por Ester Ellwanger 06/07/2022
Por Ester Ellwanger

As exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) alcançaram 93,5 mil toneladas em junho, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O volume é 14% menor que o registrado no mesmo período de 2021, com 108,8 mil toneladas.

As vendas internacionais do setor geraram receita de US$ 219,1 milhões em junho, valor 18,9% menor que o registrado no sexto mês do ano passado, com US$ 270,2 milhões.

No semestre, as exportações de carne suína totalizaram 510,2 mil toneladas, 9,3% inferior ao acumulado nos primeiros seis meses de 2021, com 562,7 mil toneladas.

A receita acumulada este ano alcançou US$ 1,115 bilhão, número 17,4% inferior ao registrado no primeiro semestre do ano passado, com US$ 1,349 bilhão.

“Após o desempenho ocorrido em 2021, vemos as exportações de carne suína manterem patamares de estabilidade nos últimos meses, com volumes superiores ao período anterior às crises sanitárias de Peste Suína Africana em importantes nações produtoras. Os novos patamares de exportações mantidos pelo Brasil neste primeiro semestre estão 230 mil toneladas maiores que o desempenho registrado em 2018, período anterior aos efeitos da enfermidade”, analisa Ricardo Santin, presidente da ABPA.

 

Principais mercados

Entre os principais destinos das exportações de carne suína estão a China, com 37,2 mil toneladas (-36,7%), Filipinas, com 9,4 mil toneladas (+229,2%), Hong Kong, com 7,9 mil toneladas (-5,9%), e Vietnã, com 4,3 mil toneladas (+14,9%).

“As nações asiáticas seguem protagonistas entre os destinos das exportações brasileiras de carne suína. Há tendência de alta nas vendas no médio prazo, face ao incremento contínuo do consumo de proteína animal nesta região. Exemplo disso são as Filipinas, que neste mês ganharam forte presença nos dados dos embarques, assumindo o segundo posto. O Brasil tem se posicionado como parceiro estável e confiável para atender esta demanda adicional da Ásia”, destaca Luís Rua, diretor de mercados da ABPA.

 

Rio Grande do Sul

Mesma situação registrou o Estado, que acompanhou a tendência nacional e registrou desaceleração tanto em volume quanto em receita nas exportações de carne suína neste primeiro semestre de 2022.

As exportações alcançaram 114,57 mil toneladas, volume 25,44% menor em relação aos embarques registrados no mesmo período de 2021, que foram de 153,67 mil toneladas.

O saldo em dólares nos primeiros seis meses deste ano chegou a quase US$ 250 milhões. A receita acumulada foi de US$ 249,76 milhões, valor 34,77% inferior ao obtido entre janeiro e junho do ano passado, quando resultou em US$ 382,88 milhões.

Os embarques gaúchos em março registraram 22,10 mil toneladas, tamanho 27,14% menor em relação ao exportado no mesmo período do ano anterior, que foi de 30,34 mil toneladas. As vendas foram de US$ 51,73 milhões. O valor é 33,61% menor que o obtido no sexto mês de 2021, que foi de US$ 77,93 milhões.

 

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

06/07/2022 0 Comentários 585 Visualizações
Business

Nova Expo divulga identidade visual

Por Ester Ellwanger 06/07/2022
Por Ester Ellwanger

A Nova Expo apresentou nesta semana a identidade visual do evento. Com o slogan “Uma grande feira para viver novos momentos”, a campanha revela toda a representatividade da 1º edição da feira, e tudo que ela engloba, de um jeito lúdico para trazer a alegria, a cultura e a identidade da “Terra mais germânica da Serra Gaúcha”. Ao mesmo tempo que também mostrar a grandiosidade e vocação para o empreendedorismo e a inovação.

A feira que conta com um espaço Malha, Arena Órbita Sebrae X, Área Gastronômica e Área Externa (agroindústria familiar; agronegócio e parque de diversões), o que dará múltiplas possibilidades de lazer, cultivo às tradições, compras, entretenimento, conhecimento e negócios aos visitantes. Foi pensando nesse cenário diverso, que a identidade visual foi sendo construída.

“Uma grande feira para viver novos momentos” traz a grandiosidade do evento e o nome da feira e da cidade, já de cara. O slogan representa toda a força da festividade que é a maior e mais representativa da cidade, visto que, unirá diferentes segmentos de mercado. A imagem retrata todas essas questões, mostrando a Nova Expo como um evento dinâmico e único.

 

 “Trabalhamos duro durante 15 dias, com cinco profissionais de criação, gestão e atendimento, para o desenvolvimento da identidade. O resultado final atendeu completamente o objetivo, representando toda a diversidade, inovação e cultura da feira”, afirma o diretor da agência Intervene, criadora da identidade, Thiago Longhi.

Serviço

1ª Nova Expo, 1º Winterfest e 31º Festimalha

Quando: 12 a 21 de agosto (10 dias de evento)

Horários: de Segunda a quinta-feira, das 15h às 21h/ Sextas, sábados e domingos, das 10h às 21h

Ingressos:

  • Gratuitos (segunda a quinta)
  • Sexta a domingo R$ 10,00 (crianças até 12 anos não pagam)
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/07/2022 0 Comentários 841 Visualizações
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