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emprego

Business

Geração de emprego na citricultura cresce em 2019

Por Gabrielle Pacheco 03/02/2020
Por Gabrielle Pacheco

Impulsionada pelo crescimento da safra de laranja, a citricultura fechou 2019 como um dos setores de destaque na geração de empregos no país. De acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), compilados pela Associação Nacional dos Exportadores de Sucos Cítricos (CitrusBR), o setor gerou um total de 48.196 admissões durante o ano de 2019, crescimento de 9,46% ante 2018, quando foram geradas 44.031 admissões.

O número é ainda mais representativo quando se observa que a laranja foi responsável por 7,48% do total de 644 mil novas admissões registradas no Brasil ano passado e 26,17% em relação às 184,1 mil vagas abertas no estado de São Paulo, conforme indica o Caged. “A colheita da laranja é manual, o que faz o setor ser altamente demandante de mão de obra, principalmente em uma safra que registrou um crescimento de 35% segundo indica o Fundecitrus”, explica o diretor-executivo da CitrusBR, Ibiapaba Netto.

“A colheita da laranja é manual, o que faz o setor ser altamente demandante de mão de obra.”

Entre os principais municípios onde a laranja lidera a geração de empregos destacam-se Bebedouro (6.545), Mogi Guaçu (6.034), Botucatu (5.793), Colômbia (5.240) e Santa Cruz do Rio Pardo (4.582). “Isso demonstra a importância social da citricultura na geração de renda para os municípios onde está presente”, avalia Netto. A safra da laranja acontece num período relativamente longo, entre oito a nove meses do ano, podendo chegar a 10 meses em algumas ocasiões. Toda a colheita é feita de forma manual, o que significa que no período cerca de 96 bilhões de laranjas forma colhidas por mãos humanas.

Os contratos são realizados por um tempo determinado, o que possibilita a visualização de toda movimentação ao longo da safra. Em 2019, por exemplo, a movimentação total foi de 94.263 operações. Desse total, foram 48.196 admissões ante 46.067 demissões com um saldo positivo de 2.129 vagas. “O fato é que a citricultura, todos os anos, colabora com mais de 40 mil vagas ao longo do ano, com todas as proteções legais aos trabalhadores em regiões que são carentes de vagas formais, o que gera renda e desenvolvimento para o interior de São Paulo”, explica Netto.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
03/02/2020 0 Comentários 513 Visualizações
Business

Pequenos negócios têm bom desempenho no saldo de empregos

Por Gabrielle Pacheco 02/02/2020
Por Gabrielle Pacheco

Os pequenos negócios no Brasil mantiveram, em 2019, um desempenho na geração de vagas de trabalho formal superior ao registrado pelas médias e grandes empresas, resultando no melhor saldo de empregos formais para esse segmento dos últimos cinco anos. Segundo análise do Sebrae feita a partir de dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia, os pequenos negócios terminaram o ano com um saldo de 731 mil postos de trabalho, número 22% acima do registrado em 2018.

Já as médias e grandes empresas encerram o ano com um saldo negativo de 88 mil vagas, quase o dobro do registrado em 2018. Em todos os setores da atividade econômica, em 2019, os pequenos negócios registraram saldos positivos de emprego, com destaque para o setor de Serviços, que gerou um saldo de quase 400 mil postos de trabalho, mais da metade dos empregos criados por esse nicho de empresas em 2019. Já as médias e grandes empresas registraram saldo positivo de emprego em apenas um único setor: a Extrativa Mineral (+3.480).

Para o presidente do Sebrae, Carlos Melles, esse resultado confirma a força e a importância estratégica dos pequenos negócios para a economia do país. “O saldo de empregos gerados pelos Pequenos Negócios sinaliza uma continuidade da retomada da economia do país e mostra que por mais um ano, foram as pequenas empresas que sustentaram a geração de novos postos de trabalho com carteira assinada”, destaca Melles.

Dezembro

No último mês de 2019, como ocorre em todos os meses de dezembro, devido principalmente aos desligamentos dos trabalhadores temporários, as empresas brasileiras registraram saldos negativos de emprego, ou seja, mais demitiram do que contrataram. As Médias e Grandes Empresas (MGE) fecharam 155,8 mil postos de trabalho, enquanto as Micro e Pequenas Empresas extinguiram 136,1 mil vagas. No total, considerando também a Administração Pública, foram extintos 307,3 mil postos de trabalho no mês de dezembro.

Isso não impediu que os pequenos negócios fechassem o ano com o saldo positivo. Esses registraram, em dezembro de 2019, saldos positivos de empregos no Comércio (14.726 empregos) e no setor de Serviços Industriais de Utilidade Pública (376 vagas), que engloba o saneamento básico, energia elétrica etc. As MGE também registraram saldo positivo no Comércio, de 4.396 empregos.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
02/02/2020 0 Comentários 508 Visualizações
Business

PCDs ocupam menos de 1% do total de empregos do Brasil

Por Gabrielle Pacheco 31/01/2020
Por Gabrielle Pacheco

Conseguir uma vaga de trabalho não é uma tarefa fácil no cenário atual do Brasil. Com os índices de desemprego ainda em alta, muitos profissionais enfrentam dificuldades em conseguir uma colocação satisfatória no mercado de trabalho. Neste cenário de dificuldades, no entanto, pode-se perceber que alguns grupos enfrentam mais dificuldades na busca por uma inserção no mercado de trabalho, como é o caso das pessoas com deficiência (PcD). Em 2018, estima-se que o número de contratações de PcD no Brasil tenha batido recorde, crescendo em 20,6% em relação ao ano anterior, segundo pesquisa do antigo Ministério do Trabalho.

No entanto, embora a Lei 8.213/1991 estabeleça a política de cotas para inclusão de pessoas com deficiência e reabilitados no mercado de trabalho, a taxa de inclusão de PcD no mercado ainda é pouco representativa em relação ao total de empregos do país. De acordo com o último Censo Demográfico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), aproximadamente 6,7% de brasileiros sofrem de algum tipo de deficiência e menos de 1% do total de empregos formais do Brasil são ocupados por estes indivíduos.

“Muitas empresas têm dificuldade em enxergar o potencial e talento de profissionais que têm alguma deficiência” afirma Thomas Carlsen, COO da mywork, startup de controle de ponto online. “Muitas vezes as corporações perdem funcionários extremamente qualificados para as vagas por não estarem dispostas a adequar as atividades ou o ambiente de trabalho às necessidades da PcD”, afirma o executivo. Segundo o Ministério do Trabalho, caso a lei fosse cumprida efetivamente, haveria um total de 827 mil postos de trabalho para PcD no país.

“Muitas empresas têm dificuldade em enxergar o potencial e talento de profissionais que têm alguma deficiência.”

Ao contratar funcionários que possuam alguma deficiência, as empresas dão um passo na direção de uma gestão de pessoas mais inclusiva, diversa e focada nas necessidades individuais de seus funcionários, além de possibilitarem a independência e desenvolvimento profissional destes indivíduos. Além disso, quando alocados nas funções compatíveis com suas habilidades e dispondo dos recursos ideais, profissionais com deficiência podem ser tão (ou até mais) produtivos do que qualquer outro funcionário.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
31/01/2020 0 Comentários 658 Visualizações
Cidades

Stone abre vagas de emprego em cidades do RS

Por Gabrielle Pacheco 20/01/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Stone, fintech de serviços financeiros, tem novas oportunidades de emprego abertas em Porto Alegre, Bento Gonçalves, Canoas, Capão da Canoa, Erechim, Passo Fundo, Santa Cruz do Sul, Pelotas, Gravataí, São Leopoldo e Gramado (RS). As novas contratações visam acompanhar o ritmo acelerado de crescimento da companhia, que em 2018 duplicou sua carteira de clientes. As vagas – para o time comercial – contam com salário a partir de R$ 3.254,00 (fixo + variável), relacionado ao cumprimento de metas.

Além disso, a empresa oferece vale alimentação e refeição, vale transporte, seguro saúde e odontológico, seguro de vida, auxílio creche e auxílio academia. “ O Rio Grande do Sul é um polo estratégico para a companhia. Por isso estamos investindo em oportunidades de emprego na região que nos permita continuar crescendo e atendo bem aos nossos clientes”, explica Augusto Lins, Presidente da Stone.

“Nosso modelo de atuação da Stone é diferenciado, pois sabemos que o Brasil vai muito além das capitais. Somos movidos por empreendedores espalhados por todo o País. Precisamos reforçar ainda mais nossos times locais para atender com excelência nossos clientes gaúchos”, completa. Para se candidatar e descobrir as vagas com as quais mais se identifica e a cidade mais próxima de você, é só acessar o site da Stone. Não há pré-requisitos para a candidatura. No entanto, já ter atuado na área desejada é um diferencial.

A Stone está em busca de pessoas alinhadas à sua cultura e que queiram transformar o setor de meios de pagamentos no Brasil. Um dos primeiros unicórnios brasileiros, a Stone abriu capital na bolsa eletrônica Nasdaq, em Nova York, em outubro de 2018. A companhia tem como propósito facilitar a vida do empreendedor brasileiro, permitindo-o vender mais, gerir melhor seu negócio e crescer sempre, com uma oferta diferenciada de soluções de pagamento e gestão, além de atendimento personalizado.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/01/2020 0 Comentários 690 Visualizações
Cultura

Economia criativa emprega mais do que setores tradicionais no RS

Por Gabrielle Pacheco 11/12/2019
Por Gabrielle Pacheco

Responsáveis por 4,1% da força de trabalho no Rio Grande do Sul, setores vinculados à cultura, criatividade, conhecimento e inovação geram mais empregos do que segmentos tradicionais da economia gaúcha. Pesquisa inédita sobre o universo de profissionais que atuam diretamente na chamada economia criativa mostra que são mais de 130 mil os empregos formais neste segmento. O contingente é superior, por exemplo, aos postos de trabalho na indústria calçadista ou setor automobilístico, e se aproxima de áreas com alto poder de geração de vagas, como a construção civil.

Atualmente, o RS registra mais de 48 mil microempreendedores individuais que atuam em segmentos como publicidade, artes visuais, ensino da cultura, design e moda entre outras. Esses são alguns aspectos do estudo divulgado nesta terça-feira (10), a partir de parceria entre a Secretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão (Seplag) e a Secretaria da Cultura (Sedac) que buscou compreender características e potencialidades deste segmento no Estado e situá-lo no contexto do mercado nacional. A divulgação de indicadores é um dos eixos do RS Criativo, programa coordenado pela Sedac para potencializar a economia criativa.

“Dessa maneira, temos melhores condições de estimular novos investimentos e estruturar projetos que possam disseminar as diferentes cadeias produtivas deste setor, assim como orientar cursos de capacitação e abrir novos mercados”, disse a secretária da Cultura, Beatriz Araujo. Elaborado por pesquisadores do Departamento de Economia e Estatística (DEE/Seplag), o estudo foi apresentado na Casa de Cultura Mario Quintana, no Centro Histórico de Porto Alegre.
Secretário adjunto de Gestão da Seplag, Marcelo Alves destacou a importância de reunir dados estatísticos para orientar as políticas públicas.

“Dessa maneira, temos melhores condições de estimular novos investimentos e estruturar projetos que possam disseminar as diferentes cadeias produtivas deste setor.”

“O sucesso de qualquer iniciativa, independentemente da área, está atrelado às informações que dispomos na hora da tomada da decisão e no monitoramento dos resultados. Na economia criativa, o desafio é ainda maior, e sua potencialidade é inegável”, disse Alves. Um dos responsáveis pelo trabalho, o pesquisador Tarso Núñez disse que o conceito de economia criativa é relativamente novo, por isso ainda há dúvidas sobre as atividades que integram o segmento. “Incluem-se na economia criativa aqueles setores nos quais a criação de valor tem como base dimensões imateriais”, descreveu.

Para apurar os indicadores de emprego no período entre 2006 e 2017, o pesquisador valeu-se da análise dos vínculos de emprego na base de dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), do cadastro de empresas no IBGE e do Portal do Empreendedor do Ministério da Economia. “Importante observar que assim é possível identificar apenas uma parcela da totalidade de empreendimentos e trabalhadores desses setores. Particularmente nas atividades relacionadas com a cultura (música, artes plásticas, teatro e dança), existe um alto índice de informalidade, que implica uma dificuldade adicional”, advertiu Núñez.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/12/2019 0 Comentários 680 Visualizações
Business

Setor hoteleiro deve aumentar a geração de emprego

Por Gabrielle Pacheco 07/12/2019
Por Gabrielle Pacheco

Uma pesquisa realizada em outubro de 2019 pelo Ministério do Turismo com 727 empresas do setor de hospedagem apontou otimismo para os próximos seis meses no setor de acomodações de todo o Brasil. Segundo o boletim, 43,6% dos entrevistados projetam crescimento na demanda pelos serviços ofertados; 46,4% preveem aumento no faturamento da empresa; e 31,6% esperam estabilidade até março de 2020. Na mesma prospecção, 57,5% dos empresários confirmaram a pretensão de manter o número de funcionários e 25,7% esperam abrir novas vagas de trabalho.

Os percentuais, de um modo geral, significam menos desemprego, mais faturamento e estabilidade nos estabelecimentos de hospedagem do Brasil. A perspectiva é positiva também quanto ao investimento para os próximos seis meses: quase metade do mercado de hospedagem brasileiro (49,9%) pretende aplicar recursos em seus empreendimentos. Outro número positivo mostra que 16,1% dos empresários responderam que “definitivamente” vão aumentar o investimento em seus estabelecimentos. No total, incluindo aqueles que “provavelmente” vão investir (49,9%), 66% do setor de hospedagem se mostrou favorável a novos aportes em 2020.

Desempenho

O estudo do Ministério do Turismo também apontou números positivos em relação a empregabilidade, demanda por serviços ofertados e faturamento da empresa quando comparados ao mesmo período de 2018. No 3º trimestre deste ano, quase 60% dos empreendedores do setor informaram que houve estabilidade no número de funcionários no setor de hospedagem. Quanto à demanda de serviços ofertados, 36,4% afirmaram que houve estabilidade e 35,8% apontaram aumento no 3º trimestre de 2019. Dos 727 empreendedores do setor de hospedagem que participaram da pesquisa, 34% identificaram aumento no faturamento da empresa.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
07/12/2019 0 Comentários 576 Visualizações
Business

Brasil cria mais de 70.800 empregos em outubro

Por Gabrielle Pacheco 22/11/2019
Por Gabrielle Pacheco

O Brasil ultrapassou a marca de 70.800 mil empregos com carteira assinada em outubro. A informação consta no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, o Caged. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (21) pelo Ministério da Economia. De acordo com o balanço, cinco dos oito setores da economia tiveram resultado positivo. O destaque no mês ficou com o Comércio, responsável por quase 44 mil novas vagas.

O setor de Serviços ficou com 19.123 novas contratações, a Indústria de Transformação, com 8.946, a Construção Civil com 7.294 e o setor da Extrativa Mineral com mais 344 novos trabalhadores. Por outro lado, apresentaram saldo negativo os setores da Agropecuária, com 7.819 demissões, Serviços Industriais de Utilidade Pública, com baixa em 581 postos, e Administração Pública com menos 427.

As cinco regiões do país tiveram saldo positivo em outubro, com destaque para a Região Sul, com a geração de mais de 27.300 novas vagas. Os dados do Caged mostram também que outubro foi o mês com o menor número de desligamentos mediante acordo entre empregador e empregado deste ano.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
22/11/2019 0 Comentários 415 Visualizações
Business

Indústria calçadista cria 2,7 mil vagas em setembro

Por Gabrielle Pacheco 21/10/2019
Por Gabrielle Pacheco

O setor produtor de calçados criou 2,7 mil postos de trabalho no mês de setembro de 2019, fechando três períodos consecutivos de crescimento. O dado divulgado pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) demonstra uma grande evolução no saldo de admissões em comparação com o mesmo mês do ano passado, que fechou em 681 novas vagas preenchidas.

No acumulado do trimestre, entre julho e setembro, o resultado é ainda melhor. Nesses três meses, o saldo de emprego foi positivo em 3,9 mil postos enquanto, no mesmo período de 2018, o saldo ficou negativo em 2,6 mil.

“Nossa expectativa é que até dezembro a produção de calçados cresça 3%, e esse aumento estimule a geração de emprego, como mostram os números do último trimestre”, avalia o presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Haroldo Ferreira.

“Nossa expectativa é que até dezembro a produção de calçados cresça 3%.

Ele acrescenta que a perspectiva da indústria de transformação, que inclui todas menos a construção civil e a agropecuária, é de queda de 0,7% na produção, o que demonstra que o setor calçadista tem se destacado frente a outros segmentos. Atualmente, considerando o fechamento de setembro, a indústria calçadista emprega 280,6 mil pessoas, sendo o Rio Grande do Sul o estado com mais funcionários no setor, cerca de 90 mil.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
21/10/2019 0 Comentários 423 Visualizações
Variedades

Setor hoteleiro pretende criar mais empregos neste semestre

Por Gabrielle Pacheco 29/09/2019
Por Gabrielle Pacheco

O recorte regional da Sondagem Empresarial do Setor Hoteleiro no Brasil, realizada pelo Ministério do Turismo, aponta que as cinco regiões estão otimistas em relação a criação de emprego para o próximo semestre. Segundo os dados, o Norte lidera entre os empreendedores que pretendem contratar mais funcionários (35,1%), seguido do Centro-Oeste (28,1%), Sul (22,2%), Sudeste (21,7%) e Nordeste (19%)

Os dados de julho de 2019 revelam que houve aumento da perspectiva dos empresários das cinco regiões em comparação com a apuração feita para o segundo semestre do ano passado. A intenção de gerar mais empregos no setor hoteleiro cresceu 130,9% na região Norte, 48,6% no Centro-Oeste, 41,4% no Sul, 20,5% no Sudeste e 0,6% no Nordeste.

Em relação à intenção de investir no setor de hotelaria nos próximos seis meses, a pesquisa mostra que a região Norte e a Centro-Oeste são as mais confiantes: 79,8% dos donos de hotéis das duas regiões afirmaram que pretendem investir em seus negócios. Na região Sul, 71,2% responderam positivamente, no Nordeste 70,1% e, no Sudeste, 55,7%.

A diretora geral do Hotel Sonata, em Fortaleza (CE), Ivana Bezerra, declara que o turismo vive um momento de expansão, o que possibilita planejar novos investimentos.

“Pretendemos investir mais de R$2 milhões de reais em nosso empreendimento para atender a grande demanda que atinge a nossa região, principalmente relacionado ao turismo de negócio”, ressalta.

A pesquisa faz parte da segunda etapa da Sondagem Empresarial do Setor Hoteleiro no Brasil, promovida pela Subsecretaria de Inovação de Gestão do Conhecimento do MTur, por meio de questionário eletrônico. São consultadas empresas de hospedagem de todos os portes, entre hotéis, pousadas, resorts e acampamentos turísticos.

Ao todo, 1.173 empresários do setor hoteleiro, de todas as Unidades Federativas do Brasil, responderam às perguntas em todo o mês de julho de 2019. A pesquisa teve apoio das secretarias e órgãos estaduais de Turismo e entidades representativas do ramo hoteleiro.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
29/09/2019 0 Comentários 448 Visualizações
Business

Setor cervejeiro discute pacto de incentivo com o Estado

Por Gabrielle Pacheco 16/09/2019
Por Gabrielle Pacheco

 

Em reunião organizada pelo deputado estadual Issur Koch, na manhã desta sexta-feira (13), cervejeiros de toda a região junto da Associação Gaúcha de Microcervejarias (AGM) reivindicaram incentivos à Secretaria Estadual da Fazenda. As empresas gaúchas solicitaram a implementação do modelo de cobrança de Substituição Tributária com crédito, aplicado em Santa Catarina, que reduz quase pela metade o valor incidido no produto. A cada dez reais, quatro se referem ao ICMS no Rio Grande do Sul, enquanto em Santa Catarina são dois.

O subsecretário da Receita Estadual, Ricardo Neves Pereira, se mostrou receptivo ao pleito, desde que a Associação se comprometa em uma campanha de combate à informalidade no setor, com revisão periódica dos resultados. “Vamos seguir o diálogo para a construção de alternativas, elaboradas junto ao corpo técnico e o secretário da Fazenda, para serem apresentadas ao governador Eduardo Leite. A medida não necessita tramitar na Assembleia Legislativa, pois copia um modelo implementado na região sul do País”, explica o subsecretário.

Liderança no Brasil

O deputado Issur lembra que os gaúchos lideram a produção de cerveja artesanal no País, fazendo do estado um polo cervejeiro, detendo 21% de todas as empresas instaladas no Brasil. “Esse é um polo importante para o turismo, uma vez que temos sete rotas cervejeiras. Além da arrecadação e postos de trabalho, há a questão turística, pois as cervejarias são uma atração à parte para os apreciadores do produto e valorizam o que é artesanal e local”, aponta o parlamentar.

Issur enfatizou o potencial de geração de emprego ao comparar a relação entre as cervejarias artesanais e as grandes indústrias. “Nas artesanais, é necessário um funcionário a cada 3 mil litros produzidos, enquanto que nas grandes empresas esta vaga de trabalho é gerada a cada 1 milhão de litros”, ilustra o deputado.

Dificuldade nos preços

“A questão tributária é nossa principal dificuldade para expansão do setor, que representa apenas 1% de toda a venda de cervejas no Brasil. Não temos como competir no preço porque fazemos produtos diferenciados”, destaca o presidente da AGM, Diego Machado. A associação destacou também a importância de avançarmos na relação de cooperação com a República Tcheca que tem interesse na transferência de tecnologia, equipamentos, know-how e incentivos.

O encontro ocorreu na Cervejaria Edelbrau, em Nova Petrópolis, e também contou com a participação dos deputados estaduais Ernani Polo, Elton Weber, Carlos Búrigo e com representação do deputado Sérgio Turra.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/09/2019 0 Comentários 437 Visualizações
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