No Oportunidades desta semana a TV Câmara NH anunciou diversas vagas de emprego na região. A Agência Municipal de Emprego de Novo Hamburgo está com 108 vagas em aberto. Também há oportunidades em atendimento SAC na Edenred, em Campo Bom, considerada a 27ª melhor empresa para se trabalhar no Brasil; e na Hauseful Serviços Digitais, que procura vistoriadores imobiliários freelancers para trabalharem por meio de aplicativo na cidade de Novo Hamburgo. Os detalhes você confere no Oportunidades, que já está no ar pelo canal 16 da Claro/Net, no Youtube e no Facebook.
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A Agência Municipal de Emprego (AME) de Novo Hamburgo está com mais de 100 oportunidades de empregos abertas em sua unidade. Para se candidatar, basta comparecer à Agência, que fica na Rua Joaquim Pedro Soares, número 349, no Centro, de segunda a sexta-feira, das 8h às 13h, com a carteira de trabalho.
Também é possível ver as vagas e se candidatar pelo aplicativo Sine Fácil, assim o candidato não precisa se deslocar até a agência.
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
A pandemia do novo coronavírus modificou a forma de trabalhar de muitos brasileiros. Para dar visibilidade às vivências e sentimentos relacionados ao trabalho neste período, uma pesquisa-intervenção mapeia o impacto da Covid-19 na rotina dos trabalhadores. Estão à frente do estudo os professores Carmem Regina Giongo (Universidade Feevale), Karine Vanessa Perez (Universidade de Santa Cruz do Sul – Unisc) e Bruno Chapadeiro (Universidade Federal de São Paulo – Unifesp).
Até o momento, a pesquisa conta com cerca de 280 relatos de empregados, que estão desenvolvendo suas atividades presenciais ou remotas, e de desempregados. Deste universo, mais de mais de 81% são do sexo feminino e 18% masculino, sendo que 47,8% disseram que trabalham em casa durante a pandemia e 21,9% atuam na linha de frente e com contato com o público. As áreas de atuação com mais participação no estudo são saúde e educação, correspondente a 30,2% e 29,5% dos participantes.
De acordo com a professora Carmem Giongo, os resultados preliminares apontam para uma sobrecarga de trabalho, no qual há menos interação com os colegas e tempo para cuidar da saúde, e realização de mais atividades domésticas. “Eles estão trabalhando mais, realizando menos intervalos e mais atividades fora do horário de expediente, cumprindo as mesmas metas e prazo”, diz a professora da Feevale. “Recebem o mesmo suporte das pessoas que já recebiam antes, dormem a mesma quantidade de horas, comem mais e consomem a mesma quantidade de álcool e de outras drogas. Sentem-se mais cansados, tristes, preocupados e têm mais dificuldades de planejar o futuro”, complementa.
O grupo ainda está aceitando a participação de voluntários, maiores de 18 anos, que queiram contribuir com os estudos. Para isso, eles devem responder a um questionário no Instagram @projethoscovid19. Os participantes podem relatar suas vivências e sentimentos por meio de áudios, textos ou fotografias, que podem ser enviados aos pesquisadores pelo e-mail projethoscovid@gmail.com ou WhatsApp (51) 98138-1752.
O encaminhamento dessas informações está condicionado, no entanto, ao preenchimento do formulário. A identidade dos participantes não será revelada e os resultados da pesquisa poderão ser publicados em livros, mídias sociais, revistas científicas e congressos.
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
Mesmo com o cenário econômico desfavorável devido à pandemia gerada pelo coronavírus, Campo Bom segue sendo atrativa para aqueles que desejam empreender. Só as empresas novas instaladas na cidade e os empreendimentos já consolidados e em processo de ampliação que já estão em tratativas até o momento com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo (Sedetur) garantem, juntas, pelo menos 325 novas vagas de emprego. “Cinco empresas já consolidadas em Campo Bom devem ampliar sua planta industrial. Elas são dos ramos têxtil, calçadista, de climatização e de ecoadesivos”, afirma o prefeito Luciano Orsi.
Um dos empreendimentos que já confirmou sua expansão é a Fiber, empresa que integra a Top Shoes Brasil Group, instalada na cidade desde 2018. Com a ampliação, que deve ser finalizada no primeiro semestre de 2021, a empresa vai dobrar sua planta industrial, gerando 100 novos empregos.
NOVOS NEGÓCIOS
Quatro empresas já bateram o martelo e estão se instalando em Campo Bom, enquanto que outras três ainda estão em processo de negociação. Entre as confirmadas destaca-se a Redefort, que está construindo um atacarejo com área de quase dez mil metros quadrados, gerando cem empregos. No final do segundo semestre de 2020, a estrutura já deve estar funcionando.
A Doctor Clin também está chegando na cidade, projetando um complexo de saúde que deve se chamar Doctor Center. O número de novos postos de trabalho chega a 25. Além destas, ainda as empresas Polo Royal e Gráfica América se instalam em Campo Bom, com expectativa de gerar 60 e 40 empregos, respectivamente. Os dois empreendimentos devem entrar em operação ainda no segundo semestre.
Crescimento do município
O secretário municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Airton Schäfer, avalia que com as novas empresas prospectadas para Campo Bom, se conseguirá diminuir o déficit de empregos causado pela pandemia nos últimos três meses. “Também temos o caso de empresas já consolidadas na cidade que estão ampliando suas plantas e, com isso, aumentando sua capacidade de emprego. Acreditamos que, num futuro muito breve, cobriremos o desemprego existente para que nossa cidade continue crescendo, como fez até aqui”, afirma o secretário. Outras duas empresas que chegaram este ano e já estão funcionando na cidade são a Zé Pneus e a Sicoob. Juntas, elas criaram 35 novos postos de trabalho em Campo Bom.
Foto: Laura Poersch Schommer/Divulgação | Fonte: Assessoria
O primeiro semestre deste ano registrou a perda de 1.845 empregos formais em São Leopoldo. É o que apontam os dados fornecidos pelo Novo CAGED e divulgados pelo Ministério da Economia. “Infelizmente, estes números comprovam o que estamos alertando desde março: de que a economia seria seriamente afetada pelo fechamento das empresas”, lamenta Siegfried Koelln, presidente da Associação Comercial, Industrial, de Serviços e Tecnologia de São Leopoldo. Nestes dados, não estão incluídos os trabalhadores informais, o que pode ampliar ainda mais o número.
Conforme o levantamento, dentre os 30 setores que mais demitiram, estão os relacionados às atividades de alimentação e comércio. “Estamos desde o início alertando que isso ia acontecer. Na prática, os fechamentos indiscriminados têm amplos reflexos, citando que muitos empresários relataram a necessidade de demitir.
“As perspectivas da economia não são boas. A volta do emprego vai ser bastante lenta.”
Ele reforça a importância da busca de soluções conjuntas para o retorno das atividades. “A saúde e a economia devem andar juntas, pois sem produção não haverá geração de emprego e de divisas”, finaliza.
Dados
Desde janeiro de 2020, o uso do Sistema do Caged foi substituído pelo Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas (eSocial) para parte das empresas. Permanece a obrigatoriedade de envio das informações por meio do Caged apenas para órgãos públicos e organizações internacionais que contratam celetistas. Embora a maior parte das empresas esteja obrigada a declarar o eSocial, muitas deixaram de prestar informações de desligamentos a este sistema. Para viabilizar a divulgação das estatísticas do emprego formal durante esse período de transição, foi feita a imputação de dados de outras fontes. O Novo Caged1 é composto por informações captadas dos sistemas eSocial, Caged e Empregador Web.
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
Em grave crise desde o início do alastramento da pandemia do novo coronavírus, o setor calçadista brasileiro contabilizou a perda de 44 mil postos no primeiro semestre, conforme dados oficiais elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados). Em dezembro do ano passado, o setor empregava diretamente 269,4 mil pessoas, número que caiu para 225,4 mil no registro de junho deste ano.
O Estado que mais perdeu postos no semestre foi o Rio Grande do Sul, principal polo calçadista brasileiro, que responde por 22% do total produzido e 46% das receitas geradas com exportações de calçados no Brasil. No semestre, as fábricas gaúchas perderam 14,7 mil postos. São Paulo foi o segundo Estado que mais perdeu postos ( – 8 mil), seguido do Ceará ( – 5,8 mil) e Bahia ( – 4,7 mil).
O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, ressalta que, no entanto, existe um quadro de arrefecimento das quedas, consecutivas desde março deste ano. Segundo ele, no pior mês da crise, em abril, foram perdidos mais de 29 mil postos na atividade, número que caiu para 16,5 mil em maio e 5,2 mil em junho. “O fato se dá pela abertura gradual do comércio físico em alguns dos principais centros de compras do País, caso de São Paulo. Ainda estamos longe de uma recuperação substancial, mas é um alento”, avalia, ressaltando que o quadro de “despiora” deve seguir até o final do ano.
“Uma recuperação mais substancial só será sentida no ano que vem, isso se tudo der certo, acharmos a vacina e o comércio estiver em pleno funcionamento.”
Ferreira destaca aubda que a indústria de calçados responde rapidamente aos estímulos da retomada do consumo, especialmente no âmbito doméstico, que responde por mais de 85% das vendas do setor.
Alerta
O dirigente calçadista, porém, alerta para um fato que pode barrar a recuperação esperada para o próximo ano. Segundo ele, a Abicalçados, com o apoio da base parlamentar, tem trabalhado para barrar o veto presidencial à continuidade da desoneração da folha de pagamentos para 2021. “Estimamos que, caso se confirme o veto, o setor perca mais 15 mil postos ao longo do próximo ano”, afirma.
O mecanismo da desoneração da folha de pagamentos permite que 17 setores econômicos intensivos em mão de obra, entre eles o calçadista, substituam o pagamento da alíquota de 20% sobre a folha de salários por 1,5% da receita bruta, excluindo as exportações. A Abicalçados estima que com a reoneração o setor tenha um acréscimo de mais de R$ 570 milhões por ano em carga tributária.
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
O Grupo Marpa – Marcas, Patentes, Inovações e Gestão Tributária está contratando colaboradores para o departamento comercial. A projeção do Grupo é que sejam treinados e contratados 100 representantes comerciais somente para atuação no Rio Grande do Sul e 50 profissionais para a filial no Paraná.
Segundo o presidente do Grupo Marpa, Valdomiro Soares, a ação faz parte da estratégia de se reinventar em um momento delicado. “Muitas empresas ainda não sabem que são as marcas fortes e com credibilidade que farão a economia girar. Então, dentro dessa premissa e da estratégia de que é preciso investir na divulgação dos registros de marcas no Rio Grande do Sul e Paraná, estamos aumentando e realizando treinamentos com nosso departamento comercial. Já estamos fazendo as contratações aqui no Estado, mas no Paraná, assim que for possível, faremos os treinamentos”, afirma.
“Estamos seguindo a regra que falo há muitos anos para nossos parceiros do Grupo Marpa, o que faz uma empresa se destacar são os seus vendedores”, conclui.
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
O Grupo Marpa – Marcas, Patentes, Inovações e Gestão Tributária está contratando colaboradores para o departamento comercial. A projeção do Grupo é que sejam treinados e contratados 100 representantes comerciais somente para atuação no Rio Grande do Sul e 50 profissionais para a filial no Paraná.
Segundo o presidente do Grupo Marpa, Valdomiro Soares, a ação faz parte da estratégia de se reinventar em um momento delicado. “Muitas empresas ainda não sabem que são as marcas fortes e com credibilidade que farão a economia girar. Então, dentro dessa premissa e da estratégia de que é preciso investir na divulgação dos registros de marcas no Rio Grande do Sul e Paraná, estamos aumentando e realizando treinamentos com nosso departamento comercial. Já estamos fazendo as contratações aqui no Estado, mas no Paraná, assim que for possível, faremos os treinamentos”, afirmo.
“Estamos seguindo a regra que falo há muitos anos para nossos parceiros do Grupo Marpa, o que faz uma empresa se destacar são os seus vendedores”, conclui.
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
O ano de 2020 começa com boas perspectivas para os donos de pequenos negócios. É o que aponta a Sondagem Conjuntural realizada pelo Sebrae, que registrou expectativa recorde na geração de novos empregos, além de revelar também que os empresários de micro e pequenas empresas estão otimistas com o futuro da economia e acreditam no aumento do faturamento dos seus empreendimentos. O levantamento, que é feito trimestralmente desde junho de 2017, apontou em dezembro o melhor resultado da série histórica.
O melhor indicador foi para a expectativa de contratações (41% dos entrevistados pretendem contratar até dezembro), e o segundo melhorfoi quanto às expectativas do futuro da economia (72% acreditam que a economia vai melhorar). Cerca de 73% dos entrevistados acreditam que o faturamento do seu negócio irá melhorar neste ano. Considerando o porte da empresa e o setor de atividade, a Sondagem do Sebrae mostrou que o otimismo com o futuro da economia é mais expressivo entre os donos de Empresas de Pequeno Porte (EPP) e os que atuam na Construção Civil.
Cerca de 65% dos empresários que acreditam que a economia brasileira irá melhorar nos próximos 12 meses atribuem o otimismo ao governo atual e 62% também acreditam que a economia já dá sinais de recuperação. Outro dado relevante apontado pela pesquisa é que a maioria dos empresários (65%) pretende realizar investimentos nos próximos 12 meses. Essa expectativa é liderada pelas Empresas de Pequeno Porte (69%) e pelos negócios localizados nas regiões Centro-oeste (71%) e Norte (72%).
De acordo com o presidente do Sebrae, Carlos Melles, a pesquisa é importante por identificar que os donos dos pequenos negócios já percebem a melhora do ambiente de negócios. “Dentre os empresários que acreditam que a economia brasileira tende a melhorar em 2020, 38,4% disseram já constatar aumento de vendas e 37% percebem que o emprego está aumentando. Percebemos que é um impacto gerado pelas reformas já aprovadas e pela Lei da Liberdade Econômica, que afetam diretamente o setor produtivo do país”, analisa Melles.
Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
Diante de um cenário de grande competitividade e profissionais em busca de emprego e recolocação profissional, a pergunta que permeia o universo do trabalho é: onde estão as oportunidades de emprego? Segundo dados levantados pela Catho, site brasileiro de classificados de empregos, o estado do Rio Grande do Sul cresceu 5% em vagas no último ano. Já na capital, na Grande Porto Alegre, as oportunidades destacam-se nas áreas de logística (31%), marketing (27%), financeira (22%) e administrativa (21%).
“Diante de um cenário de tantos empregos informais, observar o crescimento desses postos de emprego reforça uma retomada econômica, ainda que tímida e lenta. Dentre as regiões que se sobressaíram no levantamento, é evidente a potência de Grande Porto Alegre e sua contribuição na arrecadação para o Produto Interno Bruto (PIB) do estado do Rio Grande do Sul”, afirma o diretor de estratégia da Catho, Rafael Stille. Atualmente, a região metropolitana de Porto Alegre possui cerca de 15 mil vagas na plataforma de recrutamento da Catho, com salários que variam entre R﹩ 2 mil e R﹩ 6 mil.

