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emprego

Business

Fábricas de calçados perdem três mil postos em março, mas indústria fecha o trimestre com saldo positivo

Por Caren Souza 30/04/2021
Por Caren Souza

Depois de um primeiro bimestre positivo, com a criação de mais de 18 mil postos de trabalho no País, o setor calçadista registrou a perda de 3 mil vagas em março, encerrando o trimestre com saldo positivo de 15,6 mil empregos gerados. Os dados foram divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados).

Sem demanda, não existe milagre.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que o resultado não é surpresa, já que a primeira parte do ano sofreu com o abre e fecha do comércio, prejudicando as vendas no mercado interno. “Sem demanda, não existe milagre. Saudamos, neste momento difícil, a medida provisória para reedição do Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e Renda (BEm), que certamente irá aliviar, em parte, a perda de postos que devemos registrar até o final do primeiro semestre”, avalia o dirigente. A medida a que se refere permite a suspensão ou redução da jornada de trabalho como forma de manutenção de postos durante a crise provocada pela pandemia de Covid-19.

Ferreira projeta que a partir junho, com o avanço da vacinação em massa e a consequente abertura irrestrita do comércio, o setor deve registrar números melhores, encerrando o ano com incremento de 12% na produção e de 6% no emprego em relação a 2020. Atualmente gerando 263 mil postos diretos no Brasil, o setor ainda está 4,7% aquém do registro do mesmo período de 2020.

Estados

Registrando a perda de 484 postos em março, as fábricas calçadistas do Rio Grande do Sul são as que mais empregam no País. No acumulado do trimestre, as empresas gaúchas registraram a criação de 5,8 mil vagas, totalizando 81,44 mil postos diretos.

O segundo maior empregador do setor no Brasil é o Ceará. Em março, as fábricas cearenses registraram a perda de 862 postos, encerrando o trimestre com saldo positivo de 239 vagas. O Estado gera 59 mil postos de trabalho diretos no setor calçadista brasileiro.

O terceiro estado empregador do País é a Bahia, que com 30,57 mil empregos diretos registrou ganho de 179 postos em março e de 3,48 mil no acumulado do trimestre.

Fonte: Assessoria
30/04/2021 0 Comentários 617 Visualizações
Business

Unidade da Stihl, em São Leopoldo, tem oportunidades de trabalho abertas

Por Caren Souza 01/04/2021
Por Caren Souza

A empresa Stihl, em São Leopoldo, está com vagas de trabalho temporário com possibilidade de efetivação. O processo está sendo executado pela empresa RH Mattos, especializada em processos de seleção de efetivo, temporário, terceirização e estágio.

Para função de ferramenteiro na confecção e manutenção de moldes e dispositivos é necessário experiência na função, formação profissionalizante na área de mecânica e ensino médio completo. A empresa oferece remuneração atrativa e pacote de benefícios (transporte, refeição, assistência médica e odonto).

Os mesmos pré-requisitos são exigidos par ferramenteiro com atuação no CNC (Comando Numérico Computadorizado). Já as vagas de Eletrônico e Mecânico de Manutenção têm como requisitos formação técnica, experiência na função e disponibilidade para turnos e escala 6×2.

A empresa pretende fazer o preenchimento de pelo menos 10 vagas para início imediato e o restante deve ficar em um banco de currículos para oportunidades futuras. Outras informações também podem ser obtidas pelo site rhmattos.com.br ou nas redes sociais no Instagram instagram.com/rh.mattos/ Facebook facebook.com/RHMattos ou linkedin https://bit.ly/3iX0aWU. Ainda pelo telefone (51) 3061-2700.

Com produtos destinados aos mercados florestal, agropecuário, construção civil, conservação e jardinagem profissional, e doméstico, a Stihl Ferramentas Motorizadas Ltda. oferece ao mercado brasileiro uma ampla linha de ferramentas motorizadas portáteis que podem ser encontradas em mais de 4.000 pontos de venda distribuídos pelo Brasil. A fábrica da Stihl fica na sede da empresa, em São Leopoldo (RS), onde trabalham cerca de 2.800 colaboradores.

Fonte: Assessoria
01/04/2021 3 Comentários 2,K Visualizações
Business

Novo Hamburgo é a cidade que mais gera empregos na Região Metropolitana depois da capital

Por Caren Souza 31/03/2021
Por Caren Souza

Mais uma vez, Novo Hamburgo é destaque gaúcho na criação de emprego. Dados divulgados pelo Cadastro Geral de Emprego e Desemprego (Caged) do governo federal nesta terça-feira (30), apontam Novo Hamburgo como a segunda cidade que mais criou postos de trabalho em toda a Região Metropolitana no mês de fevereiro, perdendo apenas para Porto Alegre.

Mas tão logo o País voltou a gerar emprego, Novo Hamburgo também está criando emprego e renda.

Em todo o Estado, o município é a quinta cidade com o maior saldo na geração de emprego, com 1.204 novos postos de trabalho criados. Novo Hamburgo vem registrando saldos expressivos na criação de emprego desde agosto do ano passado, série quebrada apenas em dezembro quando o saldo de todo o Estado também foi negativo.

Somente em janeiro e fevereiro de 2021, o município já acumula 2.708 novos postos de trabalho criados. “Como todo o País, enfrentamos fortes impactos da pandemia. Mas tão logo o País voltou a gerar emprego, Novo Hamburgo também está criando emprego e renda”, avalia a prefeita Fátima Daudt.

Fonte: Assessoria
31/03/2021 0 Comentários 586 Visualizações
Cidades

Novo Hamburgo volta a ser destaque na geração de emprego no Rio Grande do Sul

Por Caren Souza 17/03/2021
Por Caren Souza

Novo Hamburgo é a terceira cidade no Estado que mais gerou empregos no Rio Grande do Sul em janeiro deste ano, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Previdência Social. Com 1.502 vagas criadas, a cidade do Vale do Sinos ficou atrás apenas de Vacaria e Caxias do Sul. Novo Hamburgo é a cidade que se destaca na Grande Porto Alegre na criação de novas vagas de trabalho, mesmo em plena pandemia.

O desempenho é tão forte que foi o dobro do registrado pela capital Porto Alegre, por exemplo, que conseguiu gerar 733 vagas no mesmo mês. Com isso, Novo Hamburgo registra o quarto maior estoque de emprego no Estado, com 67.012 postos de trabalho, atrás apenas da capital, Caxias do Sul e Canoas, cidades bem mais populosas e com PIB mais altos.

Vale lembrar que, entre agosto e novembro do ano passado, quando o País voltava a apresentar saldos positivos na geração de emprego, Novo Hamburgo esteve entre os municípios gaúchos que mais criaram novos postos de trabalho: Foi a que mais gerou emprego no RS em agosto (com 510 postos criados), foi a segunda em setembro (1.020), a terceira em outubro (1.237) e a quarta colocada em novembro (1.253 empregos). Em dezembro, o saldo nacional foi negativo, inclusive na cidade.

Ambiente favorável

Para a prefeita Fátima Daudt, o resultado do Caged de janeiro é reflexo da implantação de um ambiente altamente positivo para empreender na cidade. “A pandemia represou nossa economia, mas as mudanças estruturais que fizemos estão aí, prontas para gerar ainda mais resultados”, enfatiza, destacando que, mesmo diante da pandemia, vem tendo constantes reuniões com empresas interessadas em se instalar em Novo Hamburgo.

Fátima reforça que investir em Novo Hamburgo e abrir empresas ficou muito mais fácil e simples. “Menos burocracia, mais agilidade na análise de documentos e qualificação de mão de obra estão consolidando este ambiente favorável e confiável para empreendimentos na cidade”, explica. A prefeita destaca ainda que pelo menos uma vez por mês recebe ligação ou participa de reunião virtual com empresas interessadas em se instalar no município.

Fonte: Assessoria
17/03/2021 0 Comentários 507 Visualizações
Business

Região Sul tem as menores taxas de desemprego do Brasil

Por Gabrielle Pacheco 11/03/2021
Por Gabrielle Pacheco

Os três estados da região Sul apresentaram o melhor desempenho na taxa de desemprego entre as unidades federativas do país em 2020. Rio Grande do Sul (9,1%), Santa Catarina (6,1%) e Paraná (9,4%) respondem pelas três taxas de desocupação mais baixas do Brasil. A média nacional é de 13,5%, segundo o IBGE. “Durante a pandemia, o que se observou em todas as regiões foi um aumento da taxa de desocupação. Porém, essa taxa não subiu tanto nos estados do Sul a ponto de equipará-los aos demais do Brasil”, afirma Patrícia Palermo, economista e professora da ESPM Porto Alegre.

Existem três características próprias da região que nos ajudam a entender esse cenário: pirâmide etária, anos de estudo e distribuição de renda.

A economista afirma que as razões para o bom desempenho da região Sul no contexto nacional são anteriores à pandemia e que, historicamente, as taxas de desemprego na região já são mais baixas em relação ao restante do país. “Existem três características próprias da região que nos ajudam a entender esse cenário: pirâmide etária, anos de estudo e distribuição de renda”, afirma.

Conforme Palermo, as três variáveis têm impacto direto na dinâmica do mercado de trabalho regional. “Quando se têm menos jovens na população economicamente ativa, a média da mão de obra acaba sendo de trabalhadores com mais experiência. Além disso, o número médio de anos de estudo na região Sul é um pouco maior do que no restante do Brasil. Quanto mais elevado o nível de escolaridade, menor é a chance de desemprego. Esses dois fatores, aliados a uma melhor distribuição de renda em relação a outros estados, gera condições para mais empregabilidade entre paranaenses, catarinenses e gaúchos”, afirma.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
11/03/2021 0 Comentários 1,6K Visualizações
Business

Projeto da Feevale realizará oficina gratuita sobre massas frescas

Por Caren Souza 05/03/2021
Por Caren Souza

O projeto social Gestão e Empreendedorismo para o Desenvolvimento Local, da Universidade Feevale, oferece, aos alunos e à comunidade, a oficina Massas frescas: produção e comercialização. O curso será gratuito e on-line e tem como intuito compartilhar as receitas de massas frescas simples e recheadas com ingredientes de fácil aquisição, além de refletir sobre como comercializar e atender aos clientes.

“Nosso objetivo é oferecer uma alternativa para pessoas que estejam desempregadas e tenham interesse em produzir algum alimento para venda, já que as massas frescas são produtos relativamente baratos para serem produzidos e de grande aceitação pelos consumidores”, ressalta a coordenadora do projeto, professora Vânia Bessi.

A oficina acontecerá nos dias 25 e 26 de março, com previsão de início às 19h e às 9h, respectivamente, e será ministrada por Eliandra Soares, acadêmica de Nutrição da Feevale, por Franciele Reche, mestranda em Indústria Criativa, e pelos professores Simone Weschenfelder, Margareth Moraes, Vânia Bessi e Ricardo Schneider. Para realizar sua inscrição, os interessados devem enviar um e-mail para projetogestao@feevale.br, até um dia antes do início do curso. Após confirmada a inscrição, os participantes receberão um link para acessar as aulas.

Fonte: Assessoria
05/03/2021 0 Comentários 471 Visualizações
Novo Hamburgo
Cidades

Novo Hamburgo é a 2ª maior geradora de empregos na Região Metropolitana

Por Gabrielle Pacheco 23/12/2020
Por Gabrielle Pacheco

Pelo quarto mês consecutivo, Novo Hamburgo é destaque na geração de emprego em todo o Rio Grande do Sul. Dados divulgados pelo Cadastro Geral de Emprego e Desemprego (Caged) do governo federal, nesta quarta-feira (23), apontam Novo Hamburgo como a segunda cidade que mais criou postos de trabalho em toda a Região Metropolitana, perdendo apenas para Porto Alegre.

Isso é reflexo do ambiente altamente positivo para empreender que implantamos na cidade.

Foram 1.253 novas vagas criadas no mês passado. Em todo o Estado, Novo Hamburgo aparece na quarta colocação, atrás apenas de Pelotas e Caxias do Sul, além da capital. Desde agosto, já são 4.020 postos de trabalho criados. E a cidade tem figurado sempre entre as que mais geram emprego no Estado: 1ª em agosto; 2ª em setembro; e 3ª em outubro.

“Mais uma vez, isso é reflexo do ambiente altamente positivo para empreender que implantamos na cidade”, avalia a prefeita Fátima Daudt, lembrando que 2020 iniciou bastante positivo para o município, mas o desempenho da economia acabou sendo afetado pela pandemia. “Estamos caminhando a passos largos para recuperar todos os empregos que perdemos nos duros meses da pandemia”, acrescenta.

Menos burocracia em Novo Hamburgo

Fátima reforça que investir na cidade e abrir empresas ficou muito mais fácil e simples. “Menos burocracia, mais agilidade na análise de documentos e qualificação de mão de obra estão consolidando um ambiente favorável a empreendimentos na cidade”, explica.

Para a prefeita, este ambiente favorável tem atraído muitas empresas de porte, como o Grupo Santander, que estão gerando centenas de empregos. Além disso, as perspectivas continuam grandes, como a vinda das Lojas Havan, que se instalará na BR-116, no bairro Rincão, e que, somente ela, deve contratar cerca de 200 colaboradores e representar um investimento direto entre R$ 25 a 30 milhões na cidade. Ela destaca, ainda, a criação da Sala do Empreendedor, “que foi mais um passo nesta direção do bom ambiente para investimentos. Com a integração dos vários setores envolvidos e apoio do Sebrae, a Sala do Empreendedor conseguiu, por exemplo, diminuir de 480 dias para apenas uma hora o prazo de abertura de uma empresa Microempreendedor Individual”.

As perspectivas positivas para a cidade são reforçadas ainda pelo chamado polo regional de saúde ou Hub de Saúde, que está se tornando realidade no Município, englobando a construção de dois novos hospitais – o da Unimed Vale do Sinos e o da Doctor Clin, a expansão do Hospital Regina e ainda a construção dos Anexos 2 e 3 do Hospital Municipal, este último em uma parceria com a Universidade Feevale.

Foto: Claiton Medina/Wikipedia/Reprodução | Fonte: Assessoria
23/12/2020 0 Comentários 712 Visualizações
emprego
Business

Retomada do emprego no comércio gaúcho depende da volta da atividade do setor

Por Gabrielle Pacheco 15/10/2020
Por Gabrielle Pacheco

Indicadores apresentados nesta quinta-feira (15) pelo Boletim de Trabalho do Departamento de Economia e Estatística (DEE), da Secretaria Estadual de Planejamento, Governança e Gestão (SPGG) do Governo do Estado, reforçam a preocupação da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul (FCDL-RS) com a situação da economia gaúcha.

Conforme a entidade representativa do varejo gaúcho alertou ao longo dos últimos meses, uma das consequências das duras restrições à atividade econômica estadual, como política de combate a pandemia da Covid-19, seria a redução de um número significativo de postos de trabalho. Assim, efetivamente, isso aconteceu, pois os dados do Boletim demonstram que o Rio Grande do Sul registrou redução de 88,6 mil empregos formais no período de janeiro a agosto deste ano.

“Já tínhamos conhecimento de que o RS, no período entre março e agosto de 2020, tinha perdido 10,13 empregos para cada 1.000 habitantes, o que se constituiu no pior resultado entre todas as unidades federativas, sendo um dado muito superior à média nacional que foi de 4,87 empregos perdidos por 1.000 habitantes” enfatiza o presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch.

Ainda segundo o boletim, o comércio registrou as perdas mais significativas no emprego formal. Apenas no comércio varejista, houve a extinção de 27 mil postos de trabalho. Desde março, quando se impuseram as restrições, a Federação buscou a liberação da atividade comercial, observando os protocolos estabelecidos pelas autoridades para o seu funcionamento, buscando evitar esse impacto considerável na vida de milhares de gaúchos. “Ficar desempregado no atual cenário que vivemos é desolador”, Koch.

Expectativa para o futuro

A expectativa do presidente da FCDL-RS para os próximos meses é que uma reação dos indicadores de emprego seja sentida de forma mais intensa a partir de outubro, isso se a flexibilização das atividades econômicas tiver continuidade e for ampliada. “O grande período em que a maioria das empresas gaúchas esteve com as portas fechadas ainda deve apresentar reflexos por algum tempo. Esses trabalhadores que foram demitidos talvez demorem para conseguir uma recolocação, especialmente no que se refere ao comércio.” destaca Vitor Augusto Koch.

Além disso, ele acredita que apenas a demanda pode levar os lojistas a buscar os profissionais outra vez. “Queremos, muito, ter essas condições concretizadas para que o crescimento dos indicadores de emprego volte a ser uma boa realidade” – Koch.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
15/10/2020 0 Comentários 527 Visualizações
Business

ACIST-SL divulga Boletim Socioeconômico Trimestral

Por Gabrielle Pacheco 26/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

A ACIST-SL divulgou na manhã desta quarta-feira, 26, a 9ª edição do Boletim Socioeconômico Trimestral. Segundo o documento, que avalia a situação econômica do Brasil e do Rio Grande do Sul, a inflação observada no 2º trimestre de 2020 foi de -0,43%. A taxa de desemprego no segundo trimestre de 2020 foi de 13,3%, desempenho que representa um aumento de 1,1 ponto percentual em comparação ao trimestre anterior. Este resultado significa que cerca de 12,8 milhões de pessoas estão desempregadas no Brasil. O saldo de emprego formal no Brasil no segundo trimestre de 2020 apontou para uma perda de mais de 1,2 milhão de postos de trabalho, reflexo dos impactos da pandemia do novo coronavírus.

Em virtude da pandemia da Covid-19, também notou-se uma redução expressiva no desempenho da produção industrial brasileira no 2º trimestre de 2020, que alcançou uma queda de 21,8% frente ao mesmo período de 2019. O comércio varejista, por sua vez, registrou contração de 7,6% no 2º trimestre de 2020 em relação ao mesmo período do ano anterior.

No âmbito estadual, no 2º trimestre de 2020, observa-se retração de 25,4% na produção industrial gaúcha frente ao mesmo período de 2019, marcando o trimestre com a maior queda desde 2002, quando a série iniciou. Quanto ao emprego no Rio Grande do Sul, os dados apontam para o fechamento de aproximadamente 116,5 mil vagas.

A boa notícia nesse 2º trimestre diz respeito às exportações gaúchas, que apesar da contração, alcançaram um desempenho superior ao total das exportações brasileiras, que apresentaram uma queda mais acentuada, ou seja, de 9,3% no mesmo período.

O Boletim completo pode ser conferido no site da ACIST.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/08/2020 0 Comentários 530 Visualizações
Business

Entidades setoriais comemoram ampliação de prazos para redução de jornada durante a pandemia

Por Gabrielle Pacheco 24/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

Anunciada na última sexta-feira, 21, pelo Governo Federal, a ampliação em 60 dias dos prazos para a redução de jornada e suspensão de contratos, no âmbito do Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda, foi bem recebida pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) e Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom e Estância Velha (ACI NH/CB/EV), entidades que vinham trabalhando pela medida com o apoio dos deputados federais gaúchos, Lucas Redecker, Marcel van Hattem e Giovani Feltes.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que a medida traz um alento para a indústria calçadista, que perdeu mais de 42 mil postos somente no primeiro semestre em função da pandemia do novo coronavírus. “Realizamos uma pesquisa com associados, que apontou que quase todas as empresas buscaram segurar os postos por meio da então MP 936 – transformada na Lei 14.020 -, que permitia a redução da jornada/salário e suspensão do contrato de trabalho. Certamente, se não fosse a medida o quadro de perda de postos seriam ainda mais dramático”, comenta o dirigente, ressaltando que a dilatação dos prazos dará mais fôlego para a recuperação das empresas e dos postos por elas gerados. “Os efeitos dessa pandemia ainda serão sentidos por alguns anos e precisamos de apoio do Poder Público para ultrapassar esse período”, conclui.

O diretor da ACI, Marco Aurélio Kirsch, ressalta que a medida ilustra a sensibilidade social e econômica do Governo Federal, que certamente resultará na manutenção de milhões de postos de trabalho na indústria e no comércio. “É também uma prova de que as forças institucionais – ACI e Abicalçados, neste caso – em comunhão com as lideranças políticas gaúchas nas figuras dos deputados Redecker, Feltes e Van Hatten podem fazer uma enorme diferença nessas horas”, comenta.

Entenda

A Lei 14.020/2020 permitiu que os prazos de redução proporcional de jornada de trabalho e salário, limitados em 90 dias, bem como da suspensão do contrato de trabalho, restritos a 60 dias ambas, fossem prorrogados pelo Poder Executivo, o que fundamentou a edição do Decreto nº 10.422, de 13 de julho de 2020, com a prorrogação dos prazos ao limite de 120 dias em ambas modalidades. Porém, na avaliação da Abicalçados e da ACI, essa dilatação não foi suficiente para a setor produtivo. Assim, as entidades, com o apoio dos deputados gaúchos listados acima, passaram a trabalhar com o intuito de sensibilizar o Governo Federal para a ampliação do prazo para até 180 dias, pleito que foi atendido em anúncio realizado hoje e que será oficializado na próxima terça-feira (25).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/08/2020 0 Comentários 524 Visualizações
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