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Eduardo Leite

Saúde

Distanciamento social evitará cerca de 300 mortes no Estado até fim de abril, aponta estudo

Por Gabrielle Pacheco 22/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

Desde o começo da implantação das medidas de ação contra a propagação do coronavírus, o governo do Estado tem tomado decisões com base em evidências científicas e análise de dados. Uma dessas projeções foi apresentada, nesta segunda-feira, 20, pelo governador Eduardo Leite durante a transmissão diária ao vivo.

O estudo, realizado pela Secretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão, com participação de equipe técnica da Secretaria da Saúde e da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs), tem como objetivo realizar projeções para a necessidade de leitos, clínicos e de UTI, e para a quantidade de óbitos que devem ocorrer durante a pandemia.

“Como estamos preparando uma migração para um distanciamento controlado, cujas regras ainda estão sendo debatidas, dependemos da consolidação de dados de ocupação de leitos. As projeções são uma maneira de identificarmos todos os cenários possíveis para a evolução da Covid-19 no Estado”, afirmou Leite.

A projeção estima que, caso o Estado não tivesse adotado medidas de distanciamento social, o número de óbitos por Covid-19 chegaria a 354 no próximo dia 30 de abril. Com a adoção do isolamento social, esse número cai para 62 óbitos, e percebe-se, assim, a preservação de 292 vidas.

Quanto à procura por leitos hospitalares, o estudo projeta que, com o distanciamento social, uma demanda por leitos de UTI acima da capacidade disponível será registrada a partir do começo de junho. Sem as medidas, no entanto, essa dificuldade já começaria a ser sentida no começo de maio.

Sobre o estudo

O modelo epidemiológico considera a mudança de estado dos indivíduos ao longo do tempo, sendo as principais etapas chamadas de suscetíveis, expostos, infectados e recuperados – cujas iniciais dão nome ao modelo (SEIR).

Para as projeções, o modelo leva em conta características demográficas do Estado, como população e distribuição de idade, além de indicadores do sistema de saúde, como o número de leitos disponíveis (clínicos e de UTI).

Além da taxa de transmissão, que reflete o número médio de casos novos que cada pessoa infectada gera, também são considerados parâmetros epidemiológicos da doença como o tempo de latência, o período infeccioso e a duração da internação hospitalar em leitos clínicos e em leitos de UTI. Os valores utilizados para esses parâmetros foram obtidos por meio de artigos científicos internacionais publicados sobre o tema.

“O SEIR tenta modelar a realidade de como a epidemia está avançando no Rio Grande do Sul, com base em diversos parâmetros. O principal deles é a taxa de transmissão, que faz muita diferença no número de infectados”, explica o estatístico e doutor em Economia Pedro Zuanazzi, um dos coordenadores da Célula de Projeções Epidemiológicas do GT (Grupo de Trabalho) Saúde.

O modelo de cálculo, no entanto, é bastante sensível às estratégias de isolamento. “Se, a partir de agora, a taxa de isolamento subir ou cair, causa uma diferença enorme na taxa de transmissão e na projeção de número de casos, e projetar essa variação na taxa de isolamento é o mais difícil”, pondera Zuanazzi.

Estima-se que as medidas de mitigação adotadas até o momento tenham chegado a uma redução de contágio de quase 50% no final de março. Para estimar a redução na transmissão, foram utilizados dados de mobilidade obtidos do Google, considerando que 1/3 do contato ocorre nas residências, 1/3 na comunidade e 1/3 nas escolas/trabalho.

Nas próximas semanas, o estudo será atualizado de acordo com os resultados das coletas da pesquisa coordenada pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel), com os dados de óbitos e de internações hospitalares, e com a elaboração de cenários regionalizados para o Rio Grande do Sul.

Aquisição de EPIs

Ainda durante a transmissão ao vivo, Leite também anunciou a conclusão do processo de aquisição de equipamentos de proteção individual (EPIs), com investimento de cerca de R$ 32 milhões.

Além de 2.576 testes rápido para diagnóstico de coronavírus, o Estado comprou máscaras, luvas, álcool 70%, óculos protetores, termômetros clínicos, toucas cirúrgicas, aventais, sapatilhas (propés), macacões, botas de borracha, entre outros. Os materiais foram adquiridos via dispensa de licitação.

Parte dos materiais será designado à Secretaria de Saúde para o estoque regulador e redistribuição de acordo com o que for necessário nas regiões. Uma parte também irá para a Secretaria da Segurança Pública e para outras pastas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/04/2020 0 Comentários 524 Visualizações
Saúde

IPE Saúde realiza novo pagamento a hospitais

Por Gabrielle Pacheco 20/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

O IPE Saúde realizou, na última sexta-feira, 17, o segundo pagamento do mês de abril aos prestadores de serviços. Serão liberados R$ 60 milhões, dos quais R$ 30 milhões destinados exclusivamente às instituições hospitalares. O anúncio foi feito pelo governador Eduardo Leite durante transmissão ao vivo pela internet para atualizar as informações sobre o combate ao coronavírus no Estado.

Com os valores já repassados no mês passado, o instituto alcança o pagamento total de R$ 95 milhões aos hospitais credenciados, medida extraordinária para viabilizar e fortalecer a capacidade de atendimento durante o enfrentamento do coronavírus.

“Com essa ação, honramos, dentro do contexto das medidas de contingências anunciadas, o pagamento para os prestadores hospitalares que estão à frente do processo de atenção e mitigação da pandemia no Rio Grande do Sul”, afirma o diretor-presidente do IPE Saúde, Marcus Vinícius Vieira de Almeida.

O terceiro pagamento do mês ocorrerá até 28 de abril e será de R$ 55 milhões, destinado ao adimplemento de contas de todos prestadores credenciados. O pagamento extraordinário aos prestadores foi uma das diversas medidas adotadas pelo IPE Saúde com foco no enfrentamento ao coronavírus.

A mais recente, anunciada nesta semana, envolveu a disponibilização do atendimento por teleconsultas, sem a cobrança ao usuário, o que possibilita a realização de consultas médicas por meios digitais entre médico e paciente.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/04/2020 0 Comentários 399 Visualizações
Variedades

Estado publica regras para funcionamento de estabelecimentos comerciais

Por Gabrielle Pacheco 17/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

O governo do Estado publicou, na noite desta quinta-feira, 16, a edição extra do Diário Oficial do Estado para incluir, entre outras decisões, a Portaria nº 270, da Secretaria da Saúde. A normativa elenca os requisitos necessários à abertura de estabelecimentos comerciais no Estado. Medida vale para os estabelecimentos autorizados a funcionar pelo governador Eduardo Leite, entre os dias 15 e 16 de abril.

A portaria é assinada pela secretária da Saúde, Arita Bergmann, e apresenta uma série de justificativas, incluindo instruções da Organização Mundial de Saúde e do Ministério da Saúde, para determinar as regras a serem seguidas.

O texto também destaca que as equipes de fiscalização e de segurança pública do Estado e dos municípios deverão monitorar o funcionamento das lojas e dos estabelecimentos. O descumprimento das regras culminará na abertura de processo administrativo sanitário.

O documento na íntegra pode ser acessado aqui.

Confira as regras

• reduzir o número de funcionários em atendimento, com regime de revezamento;

• higienizar as superfícies de toque (corrimão de escadas rolantes e de acessos, maçanetas, portas, inclusive de elevadores, trinco das portas de acesso de pessoas, carrinhos etc.), com álcool em gel 70% ou similares;

• higienizar pisos, paredes e banheiro com álcool em gel 70% ou similares;

• manter álcool em gel ou similares à disposição e em locais estratégicos do estabelecimento para utilização dos clientes e funcionários do local;

• manter locais de circulação e áreas comuns com os sistemas de ar-condicionado limpos e manter pelo menos uma janela ou portão abertos;

• proibir a prova de vestimentas em geral, acessórios, bijuterias e calçados, entre outros;

• manter fechados e impossibilitados de uso os provadores, onde houver;

• limitar o número de clientes dentro do estabelecimento a 50% da capacidade, podendo ser estabelecida regra mais restritiva, e atentar para que o ingresso no local seja proporcional à disponibilidade de atendimento, a fim de evitar aglomerações;

• orientar que todos os produtos adquiridos pelos clientes sejam limpos previamente à entrega ao consumidor;

• realizar a higienização de todos os produtos expostos em vitrine;

• proibir estabelecimentos de cosméticos de disponibilizarem mostruário para prova de produtos;

• exigir que os clientes, antes de manusear roupas ou produtos de mostruários, higienizem as mãos;

• disponibilizar aos funcionários e obrigá-los a utilizar máscaras de tecido não tecido (TNT) ou tecido de algodão, que deverão ser trocadas de acordo com os protocolos estabelecidos pelas autoridades de saúde;

• adotar medidas relacionadas à saúde no trabalho, necessárias para evitar a transmissão do coronavírus;

• limitar a utilização de veículos de fretamento para transporte de trabalhadores a 50% da capacidade de passageiros sentados;

• caso a atividade comercial necessite de mais de um trabalhador ao mesmo tempo, deverá ser observada a distância mínima de 2 metros entre eles;

• providenciar, na área externa dos estabelecimentos, o controle de acesso, a marcação de lugares reservados aos clientes, a organização das filas para que seja mantida a distância mínima de 2 metros entre cada pessoa;

• assegurar atendimento preferencial e especial a idosos, hipertensos, diabéticos e gestantes;

• manter todas as áreas ventiladas, inclusive os locais de alimentação e locais de descanso dos trabalhadores;

• garantir a higienização contínua do estabelecimento e de objetos utilizados e manuseados pelos funcionários e pelos clientes;

• colocar cartazes informativos com orientações sobre a necessidade de higienização das mãos, uso de máscara, distanciamento entre as pessoas, limpeza de superfícies, ventilação e limpeza dos ambientes;

• os locais destinados às refeições deverão ser utilizados com apenas 1/3 da capacidade por uso e com revezamento de frequentadores;

• comunicar às autoridades de saúde quando proprietários, funcionários ou terceirizados do estabelecimento apresentarem sintomas de contaminação, e determinar o afastamento do trabalho pelo período mínimo de 14 dias ou conforme determinação médica.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/04/2020 0 Comentários 486 Visualizações
Business

Governador libera reabertura gradual do comércio na Serra

Por Gabrielle Pacheco 17/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

O governador Eduardo Leite anunciou, na tarde desta quinta-feira, 16, em transmissão ao vivo, uma alteração no decreto publicado pela manhã. Depois de uma reunião com os prefeitos de Caxias do Sul, Flávio Cassina, e de Bento Gonçalves, Guilherme Pasin, e de avaliar os ofícios enviados pelos chefes de Executivo de 14 municípios, Leite tomou a decisão de permitir a abertura gradual do comércio na região metropolitana da Serra Gaúcha.

“Há um entendimento, entre os 14 prefeitos, de dispensa desse tratamento equânime no que diz respeito às restrições. Também considerando o número de ocupação de leitos de UTI e o número de casos com relação à população, optamos por levantar a restrição”, explicou o governador.

Um novo decreto será publicado com essas alterações. Ainda nesta quinta-feira, a Secretaria da Saúde, por meio da Divisão de Vigilância Epidemiológica do Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs), publicará uma portaria com regras a serem seguidas por todos os estabelecimentos comerciais que reabrirem. Para as 34 cidades que compõem a região metropolitana de Porto Alegre, o comércio segue fechado até 30 de abril.

A secretária da Saúde, Arita Bergmann, elencou algumas das obrigações que constarão na portaria, como a redução ou o revezamento dos profissionais em cada estabelecimento, a obrigatoriedade de higiene frequente das mãos, o uso de equipamentos de proteção, como máscaras, a proibição da prova de roupas, o compromisso de manter os ambientes ventilados e a redução da capacidade de circulação de pessoas dentro dos ambientes em 50%.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/04/2020 0 Comentários 427 Visualizações
Business

Entenda o decreto que prorroga medidas de distanciamento social

Por Gabrielle Pacheco 16/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

Publicado no Diário Oficial do Estado (DOE) desta quinta-feira, 16, o Decreto nº 55.184, conforme anunciado pelo governador Eduardo Leite durante coletiva com a imprensa, prorroga até 30 de abril as medidas de restrição para atendimento ao público pelos estabelecimentos comerciais no território do Estado.

As novas regras do governo estabelecem que as prefeituras, com exceção dos município das regiões metropolitanas de Porto Alegre e da Serra Gaúcha, poderão autorizar a abertura do comércio, desde que baseadas “em evidências científicas e em análises sobre as informações estratégicas em saúde” e cumprindo os requisitos mínimos estabelecidos pela Secretaria Estadual da Saúde (SES), como a proibição de aglomerações e a fixação de número máximo de clientes no interior dos ambientes.

A medida, que já está em vigor desde a publicação do decreto e é válida até 30 de abril, se aplica a estabelecimentos dedicados a comércio e serviços. De acordo com o governador, novas medidas de restrição ou permissão de serviços e circulação de pessoas no Estado poderão ser publicadas, conforme o avanço do contágio de coronavírus entre a população, a estrutura de atendimento de saúde e a economia gaúcha. Para isso, estão sendo coletados novos dados e conduzidos estudos pelo próprio governo, por universidades gaúchas e outros parceiros.

“A partir de agora, vamos entrar numa nova fase, um modelo de distanciamento controlado que vai servir de parâmetro para gestão de risco da epidemia. Exatamente como uma medicação de uso contínuo, nós vamos controlar a dosagem, os momentos, os efeitos, os sintomas e o aumento ou a diminuição da dose recomendada. Vamos monitorar constantemente o nosso sistema de saúde, a velocidade de contágio, o número de testes, as internações, a mortalidade e leitos, e também a situação econômica e a nossa capacidade de absorção e reação dos impactos nos diversos setores e serviços. Somente a partir de dados, vamos tomar decisões sobre os próximos passos, tanto na saúde quanto na economia”, destacou Leite em um vídeo publicado nas redes sociais.

O novo decreto do governo também amplia o funcionamento das lojas de conveniência dos postos de combustível. Conforme o decreto de 1º de abril, os estabelecimentos que ficavam fora de estradas tinham horário limitado, entre 7h e 19h. Agora, poderão funcionar em todo o território estadual, em qualquer localização, dia e horário.

Todos os estabelecimentos com permissão de funcionar são obrigados a obedecer às regras de higienização dos ambientes, manter à disposição álcool em gel, criar escala de revezamento dos funcionários e manter em quarentena aqueles com sintomas de Covid-19, bem como permitir que os clientes permaneçam no interior dos respectivos locais somente o tempo necessário para a compra de alimentos e de outros produtos e proibir aglomeração de pessoas.

O que mudou

– O novo decreto permite a abertura das lojas de conveniência em postos de combustível, em todo o território estadual, em qualquer dia e horário. Segue a obrigatoriedade das medidas de higiene, a vedação de permanência de clientes no interior das lojas por muito tempo e a proibição de formação de aglomerações seguem vigentes.

– Os estabelecimentos comerciais das cidades da regiões metropolitana da capital e da Serra deverão seguir fechados até o dia 30 de abril.

– Nos demais municípios gaúchos, os estabelecimentos comerciais podem abrir para atendimento ao público, desde que com norma municipal tenha autorização e justificativa com base em evidências científicas e em análises estratégicas de saúde.

– A esses estabelecimentos comerciais, seguem obrigatórias a proibição de aglomerações e a fixação de número máximo de clientes no interior dos ambientes. As lojas também são obrigadas a obedecer regras de higienização dos ambientes, manter à disposição álcool em gel, criar escala de revezamento dos funcionários e manter em quarentena aqueles com sintomas de Covid-19, bem como permitir que os clientes permaneçam no interior dos locais somente o tempo necessário para a compra de alimentos e de outros produtos e ainda proibir a aglomeração de pessoas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/04/2020 0 Comentários 507 Visualizações
Business

ACI classifica decisão do governador como “desproporcional, errada e arrasadora”

Por Gabrielle Pacheco 16/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

Em nota publicada no site, a Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom e Estância Velha externou, publicamente, sua inconformidade com o Decreto 55.184, publicado pelo governador Eduardo Leite na noite da última quarta-feira, 15.

A ACI reiterou que instalou um Gabinete de Gestão de Crise que busca colher as informações dos Boletins Oficiais de dados sobre o coronavírus, buscar avanços institucionais e trazer notícias sobre as pesquisas da cura e da descoberta de uma vacina para esta doença. “Buscamos entender e apoiar todos os esforços dos municípios e das empresas em prol da saúde, apresentamos protocolos de cuidados sanitários e de higienização para a retomada das atividades, participamos de inúmeras reuniões com a presidência da Assembleia Legislativa, representada pelo deputado Ernani Polo. Reunimo-nos também com o governador Eduardo Leite na busca dos critérios estatísticos e atualizados que balizassem as decisões de reabertura ou de manutenção das atividades”, diz a entidade.

A associação se disse surpresa com o Decreto que proíbe o retorno às atividades em toda a região metropolitana de Porto Alegre e questionou os números apresentados. “Aceitaríamos de bom grado uma decisão embasada em números, particularidades e justificativas científicas. Não foi o que ocorreu. Na cidade de Novo Hamburgo, o boletim de Atendimentos oficial apresentava ontem 507 pessoas recepcionadas, 338 pessoas em isolamento domiciliar, 5 internados e 26 casos até agora confirmados, com 2 óbitos. A rede hospitalar municipal local possui 86 ventiladores, 391 leitos, com 49 leitos de UTI à disposição dos munícipes. Na cidade de Campo Bom, o Hospital tem capacidade de 10 leitos de UTI, 14 respiradores e mais 5 que chegarão nos próximos dias. Até o momento, o município teve 4 casos confirmados, nenhuma internação, sendo o último caso confirmado no dia 2 de abril”, aponta.

Outro apontamento é de que cidades como Capela de Santana, Igrejinha, Araricá, Nova Santa Rita, Nova Hartz, Parobé, Portão, Triunfo e Riozinho, na Região Metropolitana, que não registraram um só caso de Covid-19, estão impedidas de exercer suas atividades, mesmo com todo o rol de cuidados exigido pelo Decreto Estadual.

Por fim, a ACI reconheceu a importância das medidas tomadas até agora. “Não resta dúvida de que as medidas de restrição foram importantes neste processo coletivo”, reforça. “Ao mesmo tempo, a economia privada (assim como a pública) vem sofrendo uma dilapidação das reservas do fluxo de caixa, dos postos de emprego e de patrimônios construídos por décadas, com prejuízos incalculáveis, sob o ponto de vista humano e financeiro, que hoje alcança o esgotamento da reserva do caixa das empresas, de um corte profundo na cadeia entrelaçada por comércio, serviços e parques industriais e da consequente margem de endividamento, falta de horizontes e um abalo enorme da confiança do cidadão no setor público, por decisões incongruentes, descontinuadas e desiguais”.

A entidade pede a reconsideração e defende uma análise científica detida na situação de cada município. “Apelamos para o seu bom senso e sua revisão dos critérios aplicados a nossa região num todo, com vista a sairmos desta terrível crise com o menor número de mortes, de impacto negativo na economia e de fechamento definitivo de postos de emprego e de empresas. Que a solução encontrada seja a melhor para todos os seus concidadãos, e eleitores, gaúchos”, finaliza.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/04/2020 0 Comentários 439 Visualizações
Business

CDL se manifesta sobre nova ordem de fechamento do comércio em Novo Hamburgo

Por Gabrielle Pacheco 16/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

O presidente da CDL NH, Jorge Stoffel, informou estar extremamente surpreso após a nova imposição do Governo do Estado, diante das restrições ao comércio até o dia 30 de abril. Novo Hamburgo tinha decidido começar a reabrir o comércio local quando o governador Eduardo Leite se manifestou na tarde da última quarta-feira, 15, e disse que as atividades devem permanecer restritas nas cidades da região metropolitana de Porto Alegre e também na Serra Gaúcha.

“Não tem como aceitar isso. A CDL NH, junto com outras entidades, se propôs a manter todos os cuidados de segurança e higiene no combate à pandemia. O número de casos confirmados do coronavírus, em NH, não justifica manter o comércio fechado. As consequências serão gravíssimas”, declarou Stoffel.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/04/2020 0 Comentários 549 Visualizações
Variedades

Leite anuncia prorrogação do decreto de restrição até 30 de abril

Por Gabrielle Pacheco 15/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

O governador Eduardo Leite realizou na tarde desta quarta-feira, 15, mais uma transmissão ao vivo onde detalhou as estratégias do governo no enfrentamento do novo coronavírus até então e anunciou a manutenção do decreto de restrição até o próximo dia 30. A flexibilização deve acontecer a partir de então, com base no que for apurado em uma nova fase da pesquisa realizada pela UFPEL. Até lá, cidades de fora da região metropolitana e Serra Gaúcha, que concentram a menor parte dos casos, podem decidir sobre a abertura do comércio local.

Panorama

O governador começou a transmissão apresentando o panorama do novo coronavírus. Os dados apresentados mostram que O Brasil apresenta um cenário parecido, do ponto de vista de como o vírus se apresenta, com a Europa e os EUA e diferente dos países asiáticos. O Rio Grande do Sul também segue uma trajetória menos intensa na propagação da Covid-19 em relação a outros estados do Brasil, como SP e RJ.  O RS também ocupa o 3º lugar na lista dos estados com menor número de casos em relação à população total. Segundo Leite, o Estado também tem a terceira menor taxa de letalidade entre os estados selecionados pela pesquisa.

Segundo o governador, os dados positivos são possíveis devido à adesão da população aos hábitos de prevenção como higiene e isolamento social. Todos os indicadores apresentados estão disponíveis no site, atualizado em tempo real quanto ao número de casos e mortes no Estado, além dos dados por município.

“Uma crise sem precedentes, não apenas de saúde pública”.

Leite também agradeceu aos gaúchos pela aceitação da imposição do isolamento social, que deu tempo para que o governo pudesse estruturar o sistema de saúde. Com os dados apresentados, segundo Leite, é possível perceber que as decisões até então foram acertadas.

O estudo da UFPEL

Foram divulgados na transmissão os primeiros resultados do estudo inovador realizado pela UFPEL, em parceria com outras universidades em todo o RS. Foram aplicados testes na população de 9 cidades gaúchas, mapeando se as pessoas testadas já desenvolveram anticorpos à doença. A pesquisa deve servir como base para todas as decisões que serão tomadas a partir de agora.

Segundo as projeções, a cada 500 infectados, somente 65 são notificados. Para cada caso notificado, em cada uma das 9 cidades pesquisadas, existiam outros 4 não notificados. o que compactua com a ideia de que a grande maioria de pacientes não desenvolve sintomas e não procura o sistema de saúde. Desta forma, devem existir mais de  5,6 mil infectados no RS. Sobre o distanciamento social, os apontamentos foram de que 20% das pessoas continuam saindo de casa normalmente. 60% tem saído de casa somente em necessidades essenciais.

“Estamos preparando o estado para entrar em uma fase de distanciamento controlado”.

A decisão do governo, segundo o governador, é de seguir preparando os sistemas de saúde com base nos apontamentos das pesquisas e manter o decreto de restrição em vigor. A migração para um modelo de distanciamento controlado, mais flexível, deve acontecer após a consolidação de novos dados até o próximo dia 30.

Foto: Divulgação
15/04/2020 0 Comentários 419 Visualizações
Cidades

Governo do Estado distribuirá 25 mil testes rápidos para identificar casos de coronavírus

Por Gabrielle Pacheco 14/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

O governo do Estado começa a distribuir a partir da próxima quarta-feira (15) um lote de 25 mil testes rápidos sorológicos para identificação de novos casos de coronavírus no Rio Grande do Sul. Cada caixa contém 20 testes individuais, e os 497 municípios gaúchos receberão os kits de acordo com a população e o número de casos confirmados.

Os testes serão realizados com prioridade em profissionais da saúde, da segurança e do sistema penitenciário. Pessoas que tiveram contato direto com profissionais desses grupos que testarem positivo para a Covid-19 também receberão prioridade para o exame.

Em transmissão ao vivo realizada na tarde desta segunda-feira, 13, o governador Eduardo Leite explicou que se trata de um lote inicial enviado pelo Ministério da Saúde e que mais testes serão disponibilizados em um segundo momento. “Isso permitirá uma melhoria no monitoramento do vírus no Estado e a identificação de novos casos”, disse.

Para a realização do teste rápido sorológico, é necessária a coleta de apenas uma gota de sangue, e o resultado fica pronto em até 20 minutos. Ele detecta a presença de anticorpos (IgG e IgM), que são defesas produzidas pelo corpo humano contra o coronavírus.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/04/2020 0 Comentários 393 Visualizações
Variedades

Eduardo Leite reduzirá o próprio salário em 30% nos próximos três meses

Por Gabrielle Pacheco 13/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

Ciente de que muitas pessoas serão afetadas economicamente pelas medidas de segurança quanto à propagação do coronavírus, o governador Eduardo Leite anunciou, na manhã da última sexta-feira, 10, em transmissão ao vivo, que reduzirá a própria remuneração em 30% pelos próximos três meses.

“A atividade econômica se reduz e isso vai impor dificuldades para muitas pessoas, que terão seus negócios prejudicados e seus empregos afetados. Não considero justo que aqueles que servem à população fiquem imunes a essas dificuldades. Não se trata de demagogia, é uma questão objetiva. A sociedade está pagando com o custo econômico da sua própria atividade, e estamos todos em uma mesma situação que impõe medidas de sacríficos pessoais”, esclareceu Leite.

A medida acompanha a própria queda de arrecadação do Estado. A Secretaria da Fazenda projeta, para o mês de abril, queda de 30% a 35% na arrecadação, tendência que deve se estender pelos meses de maio e de junho. Na quinta-feira, 9, o governador expôs esse cenário aos deputados estaduais e os chefes dos Poderes, dando transparência sobre o assunto ao avisar que, possivelmente, a queda na receita do Estado impactará negativamente no repasse dos duodécimos.

Na administração econômica, há um princípio de irredutibilidade de salários. Por isso, o chefe do Executivo não pode determinar a redução do salário de servidores. No entanto, recomentou que o secretariado tome a mesma atitude, de modo a dar o exemplo como gestores públicos. Os valores serão devolvidos ao caixa do Estado e poderão ser utilizados em ações de combate ao coronavírus.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/04/2020 0 Comentários 474 Visualizações
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