Apesar das dificuldades, o portfólio da agência Vórtice de Dois Irmãos cresceu durante a pandemia. Em 2021, a Vórtice teve um crescimento de 30% no faturamento, e para esse ano alimenta a expectativa de fechar 2022 acima de 40%. Segundo o CEO Sérgio Negri, o crescimento da agência está relacionado à mudança de prioridades que se estabeleceram nos últimos tempos, como o reposicionamento digital das empresas. Então, as organizações passaram a pensar fora da caixa, e o nosso trabalho ganhou evidência.
Para atender os clientes com mais agilidade e mantendo a proximidade, a Vórtice segue apostando no marketing digital como uma oportunidade de se reinventar e dar visibilidade para a marca. “A mudança sempre esteve em nosso DNA. Acredito que esse tenha sido o principal fator para o crescimento alcançado. Antes mesmo da imposição de distanciamento social, a agência já estava em home office, preparada para os novos desafios”, explica Sérgio.
A mudança sempre esteve em nosso DNA. Acredito que esse tenha sido o principal fator para o crescimento alcançado.
Com mais de 10 anos de atuação no mercado, a Agência Vórtice procura evoluir criando novos caminhos. Usando de muita criatividade, busca a expansão dos negócios para seus clientes e parceiros, e foi com esse objetivo que fortaleceu o seu núcleo de branding e comunicação. “Inicialmente, nós simplesmente ouvimos para entender como somos percebidos e compreender o que nossos clientes pretendem construir conosco no futuro”, esclarece o CEO da Agência.
Reestruturação
“Iniciamos as mudanças a partir de um novo posicionamento da marca e nova identidade visual, elaborados sem deixar de refletir a história da Vórtice e incorporar o momento atual. Essa abordagem nos mantêm focados no atendimento com qualidade e agilidade. Em relação à direção que a mídia vem tomando, acreditamos que retrata uma alteração significativa no universo em que operamos”, analisa Paulo Teixeira, diretor de criação.
Ainda segundo o diretor de criação, a identidade visual atualizada mantém a essência de um vórtice – movimento forte e de propulsão, que dá impulso aos constantes insights da agência. “Para melhor compreensão da nova proposta, a marca Vórtice foi modernizada, também tornou-se mais simples, com cores modernas, vibrantes e uma fonte mais robusta. Embora o que fazemos seja complexo, isso não significa que a maneira como nos comunicamos precisa ser dessa forma. Na prática, nossos parceiros confiam em nossa empresa para ajudá-los”, argumenta Paulo.
“Somos uma agência inquieta, de movimento intenso, com a finalidade de ajudar a sua organização a evoluir, criando um propósito engajador e de impacto à marca, com estratégias alinhadas que geram valor para as pessoas e para evolução dos negócios”, conclui Sérgio.


Estudiosa, Mariaclara obteve grau máximo nas provas para cursar Graduação em Piano na Universidade Sam Houston, no Texas. Com viagem marcada para os Estados Unidos em agosto, nesta turnê de despedida do Brasil ela realiza nove recitais em diversas cidades gaúchas. E após 10 anos, retorna ao Espaço Cultural Antiga Matriz, onde, em 2013, apresentou-se como solista da Orquestra de Câmara da FUNDARTE, sob a regência do maestro Fernando Cordella, sendo a mais jovem musicista aprovada no Concurso “Jovens Solistas” com apenas oito anos de idade.


Por muitos anos a música e a voz de Teixeirinha chegaram aos recantos mais longínquos do Brasil, através das ondas do rádio, agora chegou a vez da sua obra cinematográfica circular pelo Rio Grande do Sul pelo Festival de Filmes Teixeirinha.
Conforme o músico Thiago Ramil, assim como o disco, que leva o espectador a um giro em torno do sol e das sensações sonoras de cada estação do ano, o show passeia por diferentes texturas cromáticas de cada período do ano. “A luz varia gradativamente, em degradês que esquentam ou atenuam a emoção, de acordo com o momento e a música”, explica Ramil.
Já a exposição Retrospectiva Clara Koury – Vivenciando arte de Norte a Sul apresenta diversas técnicas, materiais e suportes, como desenho a pastel seco, rebatimento e sublimação em tela vinílica, pintura acrílica sobre tela, imagens escaneadas aplicadas sobre caixas de fósforos compondo módulos em paineis de várias dimensões, fotografia e mobgrafia aplicadas sobre tecido e canvas. A destruição do bioma Amazônia, através de queimadas e desmatamento, são temas recorrentes na obra de Clara Koury.
A programação segue até dezembro e contará também com Mostra de Cinema e Direitos Humanos; Recital de Piano com Mariaclara Welker; Exposição de Arte “(Se)Deslembro (Re)Significo” do artista hamburguense Leonardo Lessa; duas atividades de Educação Patrimonial, uma apresentação de Teatro de Sombras: “Criaturas da Literatura”, com a Cia Teatro Lumbra; e Exposição de Arte: “No Ano da Peste”, uma série de interpretações fotográficas sobre obras de arte de Dora e Lise Lampert. A programação pode ser acompanhada pelas redes sociais do Espaço Cultural pelo @ecantigamatriz no Instagram e Facebook.