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Saúde

Janeiro Roxo conscientiza a população sobre a Hanseníase

Por Stephany Foscarini 29/01/2022
Por Stephany Foscarini

Ao contrário do que muitos pensam, a Hanseníase não foi erradicada, sendo o Brasil o 2º país com maior número de casos da doença no mundo, ficando atrás somente da Índia. O médico da Sociedade Brasileira de Dermatologia – Secção RS (SBD-RS), Rodrigo Vettorato, explica que a doença é infectocontagiosa e transmitida por um bacilo (um tipo de bactéria) conhecido por Micobacterium leprae.

“A transmissão dá-se, principalmente, pelo contato interpessoal, através de gotículas respiratórias eliminadas por pessoas contaminadas. Entretanto, para que ocorra a transmissão da hanseníase, é necessário um contato prolongado com o doente, geralmente meses ou até anos, sendo mais frequente entre os moradores de uma mesma casa. Além disso, já se sabe que 95% das pessoas tem imunidade natural contra a doença e jamais vão adoecer”, explica.

O bacilo da hanseníase ataca, preferencialmente, a pele e os nervos periféricos dos doentes, de forma lenta e progressiva, podendo causar deformidades e incapacidades, por vezes, irreversíveis, principalmente nas mãos, pés e olhos. Essas incapacidades podem causar consequências ainda piores nas vidas dos pacientes, como discriminação e o consequente isolamento social.

Geralmente, o sintoma inicial da doença é uma ou poucas manchas com cor mais clara que a pele ou ligeiramente avermelhadas, com perda de sensibilidade, principalmente, térmica, ou seja, se colocarmos gelo no local da mancha, não é percebida a sensação de frio. Com a evolução da doença, muitas outras lesões na pele podem surgir como múltiplas manchas com perda de sensibilidade e “caroços” pelo corpo e na face. Não é incomum nesta fase, os pacientes apresentarem queimaduras nas mãos ao cozinharem e alegarem que não haviam percebido o ocorrido. Da mesma forma, eles deixam cair no chão com mais frequência utensílios domésticos, como panelas e copos.

O diagnóstico da hanseníase é basicamente clínico, mas podem ser necessários exames complementares. O tratamento da hanseníase é realizado com o uso de antibióticos por 6 a 12 meses, dependendo de cada caso. O tratamento é curativo e as deformidades e incapacidades graves relacionadas à doença são evitadas se a mesma for tratada nos estágios iniciais. Já nos primeiros dias de tratamento o paciente deixa de transmitir a doença. Todo o tratamento da hanseníase é fornecido gratuitamente pelo SUS.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/01/2022 0 Comentários 402 Visualizações
Saúde

Pesquisa revela que 81% dos sulistas desconhecem insônia como uma doença

Por Gabrielle Pacheco 13/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

A pesquisa “Mapa do Sono dos Brasileiros”, encomendada pela biofarmacêutica Takeda e realizada pelo Ibope (Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística), revelou que a maioria dos brasileiros reconhece a insônia como uma doença. No entanto, 81% dos respondentes da Região Sul acreditam que o distúrbio é consequência de outras enfermidades e não um problema específico.

O levantamento apontou também que 30% dos participantes do Sul do País dizem ter insônia, mas, entre esses, apenas 24% declararam já possuir um diagnóstico da doença¹. “Esse dado chama a atenção porque pode sugerir que paranaenses, gaúchos e catarinenses visitam o médico com baixa frequência para tratar das queixas em relação ao sono, reforçando o pouco conhecimento a respeito da doença”, explica o Dr. Luciano Drager, cardiologista e vice-presidente da Associação Brasileira de Medicina do Sono.

As causas mais citadas pelos respondentes para a dificuldade de dormir foram ansiedade, estresse e o tempo gasto com o celular antes de ir para a cama. Já em relação aos impactos sentidos no dia-a-dia pela má qualidade de sono, a maioria dos entrevistados apontou cansaço físico ou fadiga e sonolência.

A insônia pode afetar muito a vida do indivíduo se não for tratada corretamente. Estudos mostram que a doença provoca alterações de humor, ansiedade e redução da capacidade cognitiva relacionada à concentração, memória e atenção. Se o paciente não estiver disposto a fazer a higiene do sono adequadamente pode ter a produtividade prejudicada no trabalho e nos estudos.

De acordo com o Dr. Luciano Drager, quando a dificuldade de dormir passa a ser frequente é sinal de que o paciente deve procurar ajuda médica. “A pessoa precisa buscar orientação com um especialista do sono para investigar o problema e evitar que vários aspectos da sua vida sejam prejudicados pela falta de sono”, conclui.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/08/2020 0 Comentários 500 Visualizações
Saúde

Surto de dengue segue preocupando no RS

Por Gabrielle Pacheco 18/07/2019
Por Gabrielle Pacheco

Se, no passado, a preocupação com a dengue era restrita ao período de verão, os números alarmantes em Porto Alegre e no Rio Grande do Sul fazem com que, mesmo nas baixas temperaturas, a guarda tenha de ser mantida. Em um só bairro de Porto Alegre (Santa Rosa de Lima), foram registrados 93 casos recentemente.

O surto espalha temor entre a população e faz com que, mesmo no inverno, a sociedade busque ações preventivas e faça uso de repelentes. Conforme dados recentes da Secretaria Municipal de Saúde, foram registrados 109 pacientes com dengue desde o início do ano, sendo que 101 contraíram a doença na cidade. Dos casos autóctones, 92% foram infectados pelo vírus no bairro Santa Rosa de Lima. Outros oito são do bairro Jardim Floresta.

“Em temperaturas baixas, as larvas do mosquito pausam o seu processo de desenvolvimento, mas podem eclodir em minutos em qualquer situação de calor em água parada. Como o nosso inverno ultimamente não é constante e tem alternado dias frios com dias quentes, infelizmente não podemos dizer que estamos protegidos nesta época do ano. Ainda, com as chuvas e a umidade, deixamos de cuidar dos recipientes de água parada e acumulamos mais focos de reprodução do mosquito para os dias quentes e para o próximo verão”, explica o médico de Família e Comunidade, e diretor Científico e Cultural da Associação Médica do Rio Grande do Sul (Amrigs), Marcos Vinícius Ambrosini Mendonça.

Desde a última epidemia, ocorrida em 2016, não havia um número tão expressivo de casos confirmados, bem como o número de casos autóctones.

“As campanhas de prevenção em larga escala também diminuíram e não tem causado o mesmo impacto na população geral. Uma das sugestões é intensificar a fiscalização das casas e realizar dedetização em larga escala. Em 2016, em parceria com a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), o Governo do Estado criou um canal de comunicação por telefone e aplicativo para celular para os moradores denunciarem focos de dengue abandonados pelas prefeituras e propriedades privadas. Como houve uma mobilização e uma adesão interessante, esta parceria poderia ser reativada”, sugere Marcos.

O Rio Grande do Sul é um dos estados em que a incidência de novos casos em relação ao ano passado mais cresceu: dados do Ministério da Saúde apontam uma variação de 1.420% de crescimento de casos suspeitos. No país, o número de casos cresceu 264%. De acordo com a Vigilância em Saúde do RS, até o dia 15 de junho de 2019, já haviam 992 casos no estado em comparação aos 581 casos do ano passado inteiro. Já houve no RS três óbitos pela doença.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
18/07/2019 0 Comentários 561 Visualizações
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