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Variedades

Somente 9% dos brasileiros conseguem pagar despesas de início de ano com o que recebem

Por Gabrielle Pacheco 08/01/2019
Por Gabrielle Pacheco

Passada a euforia das compras de Natal e das comemorações do Réveillon, o mês de janeiro é um período de reflexão, que exige do consumidor muito planejamento para não começar o ano com as finanças desajustadas. Um levantamento realizado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) revela que apenas 9% dos brasileiros dizem ter condições de pagar as despesas sazonais do início de ano, como IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano), IPVA (Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores) e material escolar, com os próprios rendimentos. A pesquisa ainda mostra que 11% dos entrevistados não fizeram qualquer planejamento financeiro para pagar esses compromissos neste início de ano.

A boa notícia é que cresceu o percentual de consumidores que juntaram dinheiro ao longo do último ano para arcar com essas despesas sazonais, saltando de 21% em 2018 para 31% em 2019. Há ainda 31% de entrevistados que garantem ter guardado ao menos parte do décimo terceiro salário para cobrir os gastos, ao passo que 24% decidiram abrir mão de compras no Natal passado para sobrar recursos. O levantamento também descobriu que 19% fizeram algum bico ou trabalho extra para aumentar a renda e conseguir honrar esses compromissos.

Na avaliação da economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, para começar 2019 com a saúde financeira em dia é preciso que o consumidor mantenha a disciplina nos gastos e monte um planejamento. “O mês de janeiro concentra muitas despesas como viagens de férias, parcelas remanescentes das compras de Natal e despesas de impacto considerável para o orçamento, como IPTU, IPVA e aquisição de material escolar. O recomendável é que o consumidor já tenha traçado no final do ano passado um planejamento das suas despesas sazonais, separando mensalmente uma quantia para essa finalidade. Mas quem ainda não teve tempo ou nem pensou nisso, precisa agilizar a organização para não passar sufoco”, alerta a economista.

Um dado que sinaliza como o orçamento do consumidor tende a ficar pressionado neste início de ano é que, em média, os consumidores que dividiram o pagamento dos presentes de Natal devem terminar de quitar as prestações somente entre os meses de abril e maio, segundo levantamento do SPC Brasil, fato que exige ainda mais disciplina para não atrasar o pagamento de tantas despesas.

Simulação mostra que pagar impostos de uma vez é mais vantajoso

Pagar os impostos de início de ano à vista ou parcelado? Na avaliação da economista Marcela Kawauti, para quem já possui uma reserva financeira, o ideal é quitar de uma vez o pagamento do IPTU e do IPVA, assim o consumidor se livra dessas despesas e fica com orçamento menos pressionados nos meses seguintes. “Mas é preciso tomar cuidado para que o consumidor não fique sem reserva nenhuma ao usar todo o dinheiro que possui guardado para honrar esses compromissos, pois caso surjam imprevistos como desemprego ou doença, ele terá de recorrer a alguma reserva em vez de se endividar com empréstimos”, alerta a economista.

Para quem quiser avaliar se o desconto no pagamento à vista é mais vantajoso do que o parcelamento, o consumidor deve fazer um cálculo criterioso. O primeiro passo é avaliar se o desconto oferecido é maior do que o valor que esse dinheiro renderia caso estivesse em alguma aplicação financeira de fácil resgate. Lembrando que cada Estado e município tem suas próprias regras de desconto e é preciso ficar atento a essas diferenças.

No caso do IPVA, que pode ser parcelado em até três vezes em Estados como São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, o pagamento à vista tende a ser mais vantajoso. Nesses três Estados o desconto oferecido no pagamento único é de 3%. Isso significa que, um pagamento hipotético de R$ 1.200 resultaria em um abatimento de R$ 36 se fosse pago de uma única vez. Por outro lado, se o consumidor investisse o valor do tributo e sacasse as parcelas a cada vencimento, o rendimento final seria de apenas R$ 6, considerando uma aplicação com juros de 0,5% ao mês, como é o caso de alguns investimentos de renda fixa, que superam a poupança.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
08/01/2019 0 Comentários 522 Visualizações
Variedades

Região Sul registra 8,51 milhões de consumidores com contas em atraso no mês de agosto

Por Gabrielle Pacheco 22/09/2018
Por Gabrielle Pacheco

O volume de consumidores com contas em atraso cresceu na Região Sul no mês de agosto, conforme levantamento da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil). No Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná o número de devedores negativados avançou 2,67% anual, totalizando 8,51 milhões de moradores da região com restrições ao CPF, cerca de 37,5% da população adulta dos três estados.

Para o presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul, FCDL-RS, Vitor Augusto Koch, o quadro reflete as dificuldades econômicas que o país enfrenta e que afeta as famílias de forma significativa.

“Ainda que estejamos vivendo uma lenta recuperação da economia, o desemprego permanece elevado e a renda familiar não superou os patamares de antes da crise, o que prejudica a capacidade de pagamento dos consumidores. Como já afirmamos em outras ocasiões, esse quadro somente será revertido com a aceleração da atividade econômica, com a geração de novos postos de trabalho e o incremento da renda dos brasileiros”, ressalta Vitor Augusto Koch.

O presidente da FCDL-RS lembra, também, que as restrições ao CPF impedem que os negativados possam obter financiamentos ou realizar compras parceladas. Ainda assim, Vitor Augusto Koch avalia que os devedores procuram quitar seus débitos sempre que dispõem de algum recurso financeiro extra.

Isso se reflete na comparação entre agosto e julho de 2018, quando, em todo o país, o número de devedores negativados recuou 0,71%, fruto, talvez, do uso dos recursos oriundos do saque das cotas do PIS/Pasep para o pagamento de dívidas.

O presidente da FCDL-RS reitera que os consumidores inadimplentes devem priorizar o pagamento das dívidas que possuem juros mais elevados, pois estas acabam crescendo de forma gigantesca em caso de não quitação do débito. Além disso, a falta de pagamento não permite a realização de compras a prazos e a contratação de crédito.

No que diz respeito ao número de dívidas em atraso em nome de pessoas físicas, houve recuo na Região Sul de -2,40% na comparação anual entre agosto de 2018 e o mesmo mês de 2017. A média no RS, SC e PR é de 2,1 dívidas em aberto por pessoa inadimplente.

O levantamento do SPC Brasil e CNDL mostra que no país o total de consumidores inadimplentes ao final de agosto era de 62,9 milhões, abaixo dos números registrados em julho desse ano, quando somavam 63,4 milhões de pessoas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/09/2018 0 Comentários 534 Visualizações
Variedades

Primeira parcela do 13º salário dos aposentados pode impulsionar vendas do varejo

Por Gabrielle Pacheco 21/08/2018
Por Gabrielle Pacheco

A antecipação da primeira parcela do 13º salário aos aposentados e pensionistas do INSS, a partir de 27 de agosto, pode representar um novo impulso para as vendas do varejo gaúcho, segundo expectativa da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul (FCDL-RS).

A primeira parcela do abono representa a injeção de R$ 2,3 bilhões na economia do estado e, segundo avaliação da entidade, cerca de 70% desse valor, aproximadamente R$ 1,6 bilhão, deve ser destinado para o consumo. Os restantes 30% serão utilizados na quitação de dívidas e recuperação de crédito pelos consumidores.

“Sem dúvida que o ingresso desses recursos na economia representa um incremento substancial para o comércio do Rio Grande do Sul no momento em que todos os lojistas buscam reaquecer suas vendas. Certamente que o consumo terá indicadores mais positivos a partir de setembro”, ressalta o presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch.

Com essa boa perspectiva, é importante que os lojistas estejam preparados e focados para vender, ofertando qualidade no atendimento e produtos com preços adequados ao orçamento das famílias gaúchas. Além disso, é bom estarem cientes de que boa parte dos consumidores deverá optar por fazer compras à vista ou utilizando o crediário próprio das lojas. Desta forma, cresce a importância da consulta ao Serviço de Proteção ao Crédito (SPC).

Os aposentados também devem planejar a melhor estratégia para utilizarem os recursos oriundos da primeira parcela do 13º salário, seja renegociando dívidas ou efetuando novas compras. A principal delas é observar sua capacidade de pagamento mensal, para não criar débitos que não podem ser quitados futuramente.

Além disso, sempre que possível, devem efetuar o pagamento à vista, seja de dívidas ou de compras novas, desde que exista dinheiro suficiente para isso. É importante fugir dos juros de utilização do cheque especial e do rotativo do cartão de crédito, que ainda apresentam taxas proibitivas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/08/2018 0 Comentários 592 Visualizações
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