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diabetes

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Saúde

Sociedade de Oftalmologia integra ação de conscientização do Diabetes

Por Gabrielle Pacheco 12/11/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Sociedade de Oftalmologia do Rio Grande do Sul (Sorigs) se uniu ao Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) para a ação 24 horas pelo Diabetes. Assim, em alusão ao mês de prevenção do diabetes, no dia 21 de novembro acontece uma maratona virtual com atividades informativas sobre a retinopatia diabética, doença ocular causada pelo diabetes. O evento é virtual ocorrerá e por meio do canal do CBO no Youtube.

Assim, durante 24 horas a população terá uma programação completa de entrevistas e palestras com dicas de prevenção, além de sessões à distância com a participação de médicos especialistas, para orientar pacientes, familiares e interessados. “A Sorigs se uniu a essa ação, por entender a importância de chamar a atenção da população para a prevenção de doenças como a retinopatia diabética, em especial nesse período de pandemia, em que muitos pacientes deixaram de fazer seus exames periódicos”, destaca a presidente da Sorigs, Terla Castro.

A retinopatia diabética é uma das principais causas de cegueira e o crescimento e prevalência do diabetes, reforçando a urgência de ações efetivas para combate-la. Atualmente, segundo o Atlas da International Diabetes Federation, o diabetes afeta 463 milhões de adultos no mundo. “Na saúde ocular os primeiros sintomas incluem borrões, áreas escuras na visão e dificuldade de distinguir cores. A retinopatia diabética é causada pelo excesso de glicose no sangue que danifica os vasos sanguíneos dentro da retina”, finaliza a presidente.

Por fim, a programação completa do evento pode ser acessada pelo site: https://www.24hpelodiabetes.com.br/

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/11/2020 0 Comentários 636 Visualizações
Saúde

Festival beneficente arrecada fundos para o ICD

Por Gabrielle Pacheco 29/10/2019
Por Gabrielle Pacheco

Um evento inédito reúne artistas de destaque na cena musical gaúcha para arrecadar fundos ao Instituto da Criança com Diabetes (ICD) e conscientizar a população sobre a doença. Trata-se da primeira edição do ICD Festival, que ocorre neste domingo, 3, às 16h, no Ocidente (Osvaldo Aranha, 960).

O evento integra entretenimento, diversão e compromisso social, trazendo ao palco do bar nomes como Laura Dalmás, Vera Loca, Duda Calvin, Paulo Inchauspe e Cartas na Rua. No intervalo, o line up será comandado pelos DJs Mely Paredes e Gabriel Ferrão. Os ingressos – à venda pelo sympla – custam R$40, com meia entrada para estudantes, menores de idade acompanhados dos pais e idosos.

Toda a renda arrecadada no festival será revertida para a manutenção dos programas e projetos do Instituto da Criança com Diabetes. Para a cantora Laura Dalmás (foto), o evento é muito importante para alertar a sociedade sobre a doença e ajudar nos trabalhos desenvolvidos pelo ICD. “Eu acho incrível ver tantos artistas de gêneros variados se unindo em prol de uma causa tão significativa que é a manutenção dos projetos do ICD. Para mim, vai ser uma honra estar cantando neste festival, unindo arte e ajudando outras pessoas”, afirma.

“Eu acho incrível ver tantos artistas de gêneros variados se unindo em prol de uma causa tão significativa que é a manutenção dos projetos do ICD.”

Há 11 anos, o ICD atende crianças, adolescentes e adultos jovens com diabetes tipo 1 (insulino-dependente), proporcionando recursos necessários ao tratamento. A instituição também atua na prevenção das complicações decorrentes da doença e na redução de internações hospitalares. A identidade visual do evento é assinada pelo publicitário Tiago Sarmento. Já a curadoria de artistas é feita por Paulo Inchauspe e Alexandre França em parceria com Johnny Rickes. O ICD Festival é uma realização do Instituto da Criança com Diabetes, com apoio da Open Stage Instrumentos Musicais e parceria da Aces Produtora e Vôo Conteúdo Musical.

Serviço

O quê: ICD Festival
Quando: 3 de novembro, às 16h
Onde: Bar Ocidente (Osvaldo Aranha, 960 – Porto Alegre)
Quanto: R$ 40

Foto: Vinícius Angeli/Divulgação | Fonte: Assessoria
29/10/2019 0 Comentários 534 Visualizações
Saúde

Retinopatia diabética atinge 40% dos brasileiros

Por Gabrielle Pacheco 29/10/2019
Por Gabrielle Pacheco

Diabetes tipo 2 será a próxima epidemia global – é o que consideram os especialistas. Para se ter uma ideia, segundo o Ministério da Saúde, entre 2006 e 2016, os casos da doença aumentaram em 61,8% no Brasil. No mundo, já são mais de 387 milhões de diabéticos, e a expectativa é que esse número aumente em 150%. O diabetes é uma doença crônica, que aumenta as taxas de açúcar no sangue e pode levar a complicações graves quando não controlada. Uma delas é a retinopatia diabética, considerada a maior causa de cegueira de pessoas jovens em todo o mundo.

Dados de 2018 da Sociedade Brasileira da Diabetes mostram que 40% dos pacientes que têm diabetes podem desenvolver a doença, uma vez que a grande maioria não sabe sobre seus riscos. Para o médico oftalmologista João Guilherme Oliveira de Moraes, especialista em retina e vítreo e idealizador do Retina do Bem, projeto de combate à retinopatia diabética, além da falta de conhecimento, o grande problema é que a doença é assintomática, o que faz com que muitos casos sejam diagnosticados tarde demais:

“A retinopatia diabética é uma doença que não apresenta sintomas específicos e a grande maioria dos pacientes com diabetes nem sabe desse risco. Por isso, o exame periódico de fundo de olho é tão importante para pacientes diabéticos”, avalia.

A retinopatia diabética afeta os vasos sanguíneos do olho e, se não diagnosticada e contida a tempo, ela deposita um material anormal nas paredes dos vasos da retina – fundo do olho –, causando o estreitamento e até bloqueio dos mesmos, além do enfraquecimento de suas paredes, o que pode causar deformidades chamadas de microaneurismas. São esses microaneurismas que acabam rompendo e levando à hemorragia, o que pode causar a cegueira. A retinopatia diabética se apresenta de duas formas, exsudativa ou proliferativa, e ambas podem causar perda parcial ou total da visão.

“No primeiro caso, a hemorragia e a gordura afetam a mácula, que é a responsável pela visão central, usada para a leitura. Já no segundo caso, acontece a proliferação de novos vasos atípicos, os ‘neovasos’, os quais são extremamente frágeis e também podem causar hemorragia. Além disso, esses ‘neovasos’ podem atingir o interior do olho, podendo causar não só dificuldades de enxergar, como a destruição da retina”, esclarece o especialista.

A principal causa da retinopatia diabética é o diabetes mellitus; é ele que impede o nosso corpo de fazer o uso adequado dos alimentos, principalmente o açúcar, elevando seus níveis na corrente sanguínea. Quanto a prevenção, o médico lembra que não existem segredos: alimentação adequada, uso dos remédios prescritos, prática de exercícios físicos e consultas periódicas acompanhadas do exame de fundo de olho podem evitar maiores problemas.

Hoje, graças ao avanço da tecnologia, existem tratamentos capazes de interromper a progressão da doença, como a fotocoagulação por raio laser, que cauteriza as regiões afetadas, evitando o processo de hemorragia. Em alguns casos, porém, pode ser necessária a realização de cirurgia de vitrectomia. “Quanto mais cedo é o diagnóstico, maior é a probabilidade de sucesso no tratamento. Apesar de não existir uma cura para a retinopatia diabética, ela pode ser controlada. Por isso, ter conhecimento sobre o assunto é o primeiro passo para a prevenção”, finaliza Moraes.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
29/10/2019 0 Comentários 819 Visualizações
Saúde

Hemocentros podem ser aliados no rastreio do diabetes

Por Gabrielle Pacheco 19/10/2019
Por Gabrielle Pacheco

Uma pesquisa realizada durante um ano com cerca de 30 mil doadores de sangue no Rio Grande do Norte identificou 1.500 pessoas com pré-diabetes e 800 com diabetes. Os números foram apresentados no Congresso Brasileiro de Hematologia, em 2018, e transmitidos pelo Dr. Gustavo Oliveira, Farmacêutico Bioquímico do Hemocentro do RN, durante o 22º Congresso da Sociedade Brasileira de Diabetes, em Natal, que está sendo realizado essa semana.

Segundo o pesquisador, a portaria 1.018/2005 do Ministério da Saúde determina que a triagem de hemoglobinas variantes seja realizada em doadores de sangue, e a técnica utilizada (HPLC) também permite a avaliação da hemoglobina glicada (A1c). Os hemocentros e os bancos de sangue, em geral, não são obrigados a notificar os doadores com A1c acima da normalidade, da mesma forma como ocorre com os doadores de sangue identificados com HIV, hepatites, sífilis e traço falciforme.

“O rastreamento é feito de forma eficaz e sem custo extra”, explicou o pesquisador, acrescentando que “se esses pacientes fossem notificados, poderiam se beneficiar com tratamento precoce, o que contribuiria para a redução do custo da saúde no país”. Segundo o Dr. Oliveira, o problema da não notificação acontece em todo o Brasil e os hemocentros e bancos de sangue poderiam ser grandes aliados no rastreio de Diabetes no país.

“O rastreamento é feito de forma eficaz e sem custo extra.”

Na avaliação dele, o trabalho ressalta a importância do farmacêutico no rastreamento do diabetes e corrobora os dados obtidos no maior estudo sobre prevalência do risco da doença no Brasil, o Rastreamento de Casos Suspeitos de Diabetes Mellitus: Novembro Diabetes Azul 2018, realizado no final do ano passado pelo Conselho Federal de Farmácia (CFF), com o apoio da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD).

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
19/10/2019 0 Comentários 508 Visualizações
BusinessSaúde

Embrapa financia estudo sobre suco de tamarindo

Por Gabrielle Pacheco 14/06/2018
Por Gabrielle Pacheco

O uso de um suco preparado com farinha de tamarindo promoveu uma redução de 24% na taxa de triglicérides de voluntários. É o que mostra um estudo que avaliou os impactos do uso do fruto no controle dos distúrbios bioquímicos associados ao diabetes. A pesquisa foi realizada pela Embrapa e Universidade Estadual do Ceará (UECE). Triglicérides, ou triglicerídeos, são um tipo de gordura presente no sangue que, em quantidades elevadas, aumenta o risco de doenças cardíacas e outros problemas de saúde, principalmente quando o colesterol também está alto.

O consumo do tamarindo também promoveu leves reduções no colesterol total, no índice de massa corporal e na circunferência da cintura dos voluntários. O estudo apontou ainda que o produto apresenta baixo índice glicêmico (IG). Esse indicador mostra o quão rápido um alimento ingerido consegue aumentar a glicemia (a glicose no sangue).

Participaram do experimento 164 adultos e idosos com diabetes, com peso adequado ou até leve obesidade. Do total, 82 pacientes apresentavam glicemia controlada e os demais, glicemia elevada. Durante quatro semanas, metade dos voluntários consumiu o suco preparado com a farinha de tamarindo e a outra ingeriu placebo.

A intervenção contou com cinco encontros. A cada encontro, os voluntários recebiam envelopes com desidratado de tamarindo, para utilização ao longo da semana. Os pacientes passaram por consultas e exames para determinação do perfil glicêmico e lipídico, verificação da ingestão alimentar e avaliação antropométrica (medidas de peso, altura, circunferência da cintura e do quadril). Os resultados deixaram os cientistas animados. A equipe acredita que o produto pode ser utilizado como adjuvante para o controle do perfil lipídico de indivíduos com diabetes.

A pesquisadora Ana Paula Dionísio, da Embrapa Agroindústria Tropical (CE), esclarece que o estudo com alimentos funcionais busca o desenvolvimento de novos produtos que promovam benefícios à saúde dos consumidores. A pesquisa foi financiada pela Embrapa e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico.

Com esse tipo de resultado, temos condição de incentivar a população a consumir mais frutas. Com isso, incentiva-se também a produção”, completa o pesquisador Nedio Jair Wurlitzer, da mesma Unidade de pesquisa da Embrapa.

Esses testes estão em andamento com a parceria da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Paralelamente, a equipe do Laboratório Multiusuário de Química de Produtos Naturais da Embrapa avalia quimicamente os produtos, para investigar quais os componentes responsáveis pelos efeitos benéficos à saúde.

Se identificarmos que polifenóis atuam com as fibras, para o efeito na saúde, teremos a possibilidade de concentrar esses componentes e utilizar em um novo produto”, explica Nedio Wurlitzer.

Foto: divulgação | Fonte: Assessoria
14/06/2018 0 Comentários 729 Visualizações
Saúde

Diabetes é tema de evento na Associação Médica do Estado

Por Gabrielle Pacheco 12/06/2018
Por Gabrielle Pacheco

Ações preventivas de mudanças de hábitos de vida podem sair muito mais barato do que o valor gasto em medicamentos. O alerta fez parte de atividade realizada pela Associação Médica do Rio Grande do Sul (AMRIGS), no Ciclo de Palestras que faz parte da campanha “Saúde Preventiva: Pratique essa Ideia!”, realizado na noite de quinta-feira (07).

Esse mês, a programação foi referente do Junho Vermelho. A atividade foi realizada  no Centro de Eventos AMRIGS.

Pacientes pré-diabéticos são pacientes que já estão tendo alguma alteração no seu organismo e serão diabéticos, muito provavelmente, se não fizerem alguma alteração no estilo de vida ou dieta. O diabetes tende a ser uma doença progressiva, especialmente, o tipo 2. Então, esse paciente vai precisar cada vez mais medicamentos e intervenções terapêuticas, explicou o médico endocrinologista, Rafael Selbach.

Os sintomas mais comuns observados em pacientes diabéticos são urina em excesso, excesso de sede e perda de peso. Há também, pacientes que são assintomáticos e por isso é importante a realização de exames de sangue frequentes.

Ente as ações preventivas mais importantes estão adoção de uma dieta saudável, hábitos regulares de atividade física, cessar o tabagismo e, em casos indicados pelo médico, uso de medicamentos.

Foto: divulgação | Fonte: Assessoria
12/06/2018 0 Comentários 563 Visualizações
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