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Gastronomia

Brasil traz premiações de concursos internacionais

Por Milena Costa 12/07/2021
Por Milena Costa

Uma, duas, três, quatro e agora cinco. Isso mesmo. Os rótulos brasileiros, somente este ano, conquistaram premiações em cinco concursos internacionais realizados na França. Até agora, são 40 medalhas arrematadas em competições no país. A mais recente é o Challenge International du Vin, realizado em duas etapas, conferindo sete Medalhas de Ouro e uma de Prata. Chama a atenção que das nove premiações, cinco são para vinhos finos e quatro para espumantes.

As 3.569 amostras de 27 países foram degustadas por um júri internacional de 375 especialistas. Nos dias 18 e 19 de maio foi a vez dos vinhos brancos e rosés, dos espumantes e licores. Os vinhos tintos foram avaliados no dia 12 de junho. Este é o maior e mais tradicional concurso internacional de vinhos organizado na França.

Premiações

Medalha de Ouro
Aurora Espumante Branco Brut – Cooperativa Vinícola Aurora
Aurora Gran Reserva Tannat 2018 – Cooperativa Vinícola Aurora
Casa Valduga Terroir Gewurztraminer 2020 – Casa Valduga Vinhos Finos
Casa Valduga Terroir Marselan 2017- Casa Valduga Vinhos Finos
Garibaldi Espumante Chardonnay – Cooperativa Vinícola Garibaldi
Garibaldi Espumante Prosecco Brut – Cooperativa Vinícola Garibaldi
Zanotto Malbec 2019 – Vinícola Campestre

Medalha de Prata
Panizzon Espumante Chardonnay Brut – Sociedade de Bebidas Panizzon

Concours Mondial de Bruxelles

Itinerante, o Concours Mondial de Bruxelles, que no ano passado ocorreu na República Tcheca, este ano aconteceu em Luxemburgo, batendo recorde de amostras com mais de 10 mil vinhos de 46 países. O Brasil, mais uma vez, foi destaque na competição, desta vez com nove medalhas, sendo uma de Ouro e oito de Prata.

Durante nove dias, de 17 a 27 de junho, mais de 300 jurados internacionais se revezaram para degustar os vinhos. O Concours Mondial de Bruxelles é considerado um dos mais importantes concursos internacionais.

Premiações

Medalha de Ouro
Bárbara Heliodora Syrah 2019 – Vinícola Bárbara Heliodora

Medalha de Prata
Bárbara Heliodora Sauvignon Blanc 2020 – Vinícola Bárbara Heliodora
Garibaldi Espumante Chardonnay Brut – Cooperativa Vinícola Garibaldi
Georges Aubert Espumante Branco Brut Tradicional 2019 – Crs Brands
Panizzon Espumante Chardonnay – Sociedade de Bebidas Panizzon
Panizzon Moscato Giallo 2020 – Sociedade de Bebidas Panizzon
Salton Espumante Brut – Vinícola Salton
Salton Espumante Brut Ouro – Vinícola Salton
Salton Espumante Prosecco Brut – Vinícola Salton

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/07/2021 0 Comentários 1,5K Visualizações
Business

Empreendedor Digital simplifica abertura de empresas no Brasil

Por Milena Costa 12/07/2021
Por Milena Costa

Já é realidade a abertura de empresas de forma eletrônica no país. E o pioneiro no assunto é o projeto Empreendedor Digital, que viabilizou o uso das assinaturas avançadas no registro empresarial por meio da integração com os selos do gov.br. No período de março a junho já foram utilizadas 389.540 assinaturas avançadas. A Junta Comercial do Estado do Rio Grande do Sul liderou com 165.261 assinaturas, seguida pelo Distrito Federal, com 66.816, e pelo Ceará com registro de 53.935.

A iniciativa é fruto da parceria entre o Sebrae e as Juntas Comerciais, e conta com o apoio da Secretaria de Governo Digital, do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI) e do Departamento Nacional de Registro Empresarial e Integração (DREI).

“O Sebrae está apoiando integralmente a iniciativa e também irá ajudar na implementação do sistema em todo o país”

Para o presidente do Sebrae, Carlos Melles, a iniciativa deve melhorar a posição do Brasil no relatório Doing Business, publicado anualmente pelo Banco Mundial, onde o país ocupa a 138ª posição no indicador abertura de empresas. “O Sebrae está apoiando integralmente a iniciativa e também irá ajudar na implementação do sistema em todo o país com a nossa rede distribuída em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal”, ressalta. O novo método, além de fornecer uma opção gratuita para o cidadão, também comprova a autoria e a integridade do documento eletrônico.

“É um passo muito importante para a melhoria do ambiente de negócios e para o fomento do desenvolvimento econômico no Brasil”

“As assinaturas avançadas representam um avanço muito forte no processo de melhoria do ambiente de negócios, uma vez que elas simplificam e universalizam o acesso à formalização. O projeto Empreendedor Digital, em parceria com o gov.br e o Iti, foi o pioneiro na implantação das assinaturas avançadas, pois compreendemos que é uma forma transparente, ágil, rápida, juridicamente segura, para que o cidadão possa empreender. É um passo muito importante para a melhoria do ambiente de negócios e para o fomento do desenvolvimento econômico no Brasil”, avalia Carolina Monteiro, presidente da Junta Comercial do Estado do Ceará e do comitê gestor do Empreendedor Digital.

“a transformação digital das Juntas Comerciais é um dos principais pilares da desburocratização do processo de abertura de empresas no Brasil”

Para André Luiz Santa Cruz, Diretor do Departamento Nacional de Registro Empresarial e Integração, “a transformação digital das Juntas Comerciais é um dos principais pilares da desburocratização do processo de abertura de empresas no Brasil, de modo que a facilitação do acesso aos serviços digitais das Juntas, por meio da adoção da assinatura avançada, representa um avanço importantíssimo”.

Já o Diretor Substituto do Departamento de Serviços Públicos Digitais, Hudson Mesquita, considera que “com o uso da Assinatura Eletrônica Avançada os cidadãos poderão assinar documentos de maneira muito mais simples, sem custo, sem burocracia, de maneira 100% digital e com elevado grau de identificação e segurança, uma vez que os documentos e transações assinados são associados à sua identidade gov.br.”

Maurício Augusto Coelho, Diretor de Infraestrutura de Chaves Públicas avalia a adoção de assinaturas eletrônicas avançadas pelas Juntas Comerciais como mais um passo importante para a Transformação Digital e a melhoria do ambiente de negócios no País. “Processos mais rápidos, menos burocráticos, menos custosos e com segurança garantida por solução criptográfica provida pelo ITI, através da Plataforma gov.br, proporcionarão condição de acesso universal aos serviços digitais providos pelas Juntas Comerciais a todo empreendedor do Brasil”, comenta.

Live

No próximo dia 15 de julho, será realizada live sobre as assinaturas avançadas com as presenças de Carolina Monteiro, presidente da JUCEC e do Comitê Empreendedor Digital; Anne Silva, Diretora Substituta do DREI; Maurício Coelho, diretor de Infraestrutura de Chaves Públicas; Silas Santiago, gerente de políticas públicas do Sebrae e Hudson Mesquita, diretor substituto de Serviços Públicos Digitais da Secretaria de Governo Digital. A transmissão vai acontecer pelo Canal Empreendedor Digital no Youtube.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

 

12/07/2021 0 Comentários 1,2K Visualizações
Cidades

Novo Hamburgo terá mais dois drive-thrus de vacinação

Por Milena Costa 10/07/2021
Por Milena Costa

A semana que vem começa com mais um drive-thru noturno para a vacinação de industriários contra a covid-19. Na segunda-feira, dia 12, será para industriários de 30 anos ou mais, entre as 17h e 20h30, nos pavilhões da Fenac, com entrada pelo acesso da Avenida Nações Unidas. Veja abaixo as exigências da documentação para que os industriários possam ser vacinados. Ainda podem se vacinar pessoas com 34, 35 e 36 anos ou mais no dia.

Já na terça-feira, dia 13, a vacinação é para o público geral de 33 anos ou mais, das 9h às 16h, também na Fenac.

Para receber o imunizante é necessário levar documento com foto, cartão do SUS ou comprovante de residência. No caso de o comprovante estar em nome de outra pessoa, é necessário registrar em cartório declaração de que quem vai ser vacinado reside no local. São aceitos como comprovante de residência: contas de energia elétrica, água, telefone fixo e cópia do contrato de aluguel, neste caso também autenticada em cartório.

Documentação dos industriários de 35 anos ou mais: é necessário apresentar carteira de trabalho ou contracheque, documento de identidade e declaração da empresa (modelo no site www.novohamburgo.rs.gov.br) com indicação de CNAE e sua descrição. Não serão imunizados moradores de Novo Hamburgo que trabalham em outros municípios.

– Quem são os trabalhadores da indústria?

Todos empregados registrados dos seguintes setores industriais

– Produção, transformação e extração florestal, de petróleo, gás e minerais;
– Fabricação de alimentos, bebidas, calçados e acessórios, derivados do petróleo e biocombustível, fumo, máquinas e equipamentos, móveis, papel e celulose, produtos de metal, de minerais não metálicos e metalurgia, produtos químicos, farmoquímicos, e farmacêuticos, roupas e tecidos;
– Produção e manutenção de veículos e outros equipamentos de transporte, bem como atividades auxiliares dos transportes;
– Coleta, produção e tratamento de energia, gás, água, esgoto, resíduos;
– Atividades de correio e entregas, de telecomunicações, de impressão, gravação e reprodução;
– Construção Civil;
– Atividades de educação, saúde e segurança dos trabalhadores da indústria.

Foto: Lu Freitas/Divulgação | Fonte: Assessoria

 

10/07/2021 0 Comentários 492 Visualizações
Business

Unicred Região dos Vales comemora 24 anos com nova campanha

Por Milena Costa 09/07/2021
Por Milena Costa

Prestes a completar 24 anos e sempre dedicada aos valores da cooperação e coletividade, a Unicred Região dos Vales celebra a importante data comemorando um sólido crescimento e expansão. Atualmente, a instituição financeira cooperativa registra um aumento de 50% em relação ao primeiro semestre de 2020, mais de R$ 291 mil em ativos totais e um total de R$ 210.925.00,00 em sua carteira de crédito, com expectativas otimistas para o segundo semestre de 2021.

A cooperativa, que possui sede em Novo Hamburgo e se consolida com destaque entre as cooperativas do Sistema Unicred, tem planos de inaugurar duas novas agências no litoral gaúcho ainda este ano, a serem anunciadas em breve. Para marcar este importante período, a instituição realiza algumas ações especiais voltadas para os seus cooperados, sendo uma delas a campanha Aplicação Premiada.

Dr. Paulo Luiz Rech, presidente da Unicred Região dos Vales

Com o conceito de “Vencer, Investir, Valorizar e Acreditar” – premissas que a Unicred Região dos Vales carrega em seu DNA durante esses 24 anos – a campanha Aplicação Premiada terá o seguinte formato: a cada R$ 2 mil aplicados em produtos de renda fixa, com carência mínima de seis meses, o cooperado terá direito a um número da sorte para concorrer a um título de capitalização equivalente a um Jeep Renegade no valor de R$ 115 mil e mais dois títulos de capitalização no valor de R$ 6 mil cada, equivalentes a duas bicicletas. A campanha, que teve início em março deste ano, se estenderá para participação até o dia 28 de fevereiro de 2022. O sorteio será por meio da Loteria Federal e ocorrerá no dia 9 de março de 2022.

“criamos a sigla ‘Viva’, que é um modo imperativo de convocar novas experiências e reunir todas as vidas com as quais a Unicred Região dos Vales se conectou”

De acordo com o Presidente da Unicred Região dos Vales, Dr. Paulo Luiz Rech, a campanha tem como objetivo principal promover a aproximação do cooperado, reforçando o compromisso da cooperativa no engajamento com o seu público. “A partir das palavras que permeiam o conceito desta ação, criamos a sigla ‘Viva’, que é um modo imperativo de convocar novas experiências e reunir todas as vidas com as quais a Unicred Região dos Vales se conectou durante todos esses anos”, afirma.

Ainda segundo o Dr. Paulo Luiz Rech, a cooperativa está engajada em seguir realizando ações para se manter ao lado de sua comunidade e cada vez mais promover o espírito do cooperativismo entre cooperados e colaboradores. Para o decorrer do ano, a Unicred Região dos Vales seguirá dedicada a atender os seus cooperados com excelência, oferecendo assessoria financeira, seus produtos e serviços diferenciados, além de sempre entender a necessidade de cada um.

Foto: Unicred/Divulgação | Fonte: Assessoria
09/07/2021 0 Comentários 695 Visualizações
Business

Sicredi disponibiliza R$ 38,2 bilhões para safra 2021/2022

Por Milena Costa 09/07/2021
Por Milena Costa

Parceiro do agronegócio há mais de um século e segunda maior instituição financeira do Brasil em crédito rural, o Sicredi irá disponibilizar mais de R$ 38,2 bilhões aos produtores no Plano Safra 2021/2022. O valor representa um aumento de 31% em relação ao concedido no ano-safra anterior e a projeção é de que os recursos sejam disponibilizados em aproximadamente 290 mil operações.

Desse total, a expectativa da instituição financeira cooperativa, que reúne mais de 5 milhões de associados em 24 estados e no Distrito Federal, é disponibilizar R$ 21,5 bilhões para operações de custeio, R$ 12,1 bilhões para investimentos e R$ 1,6 bilhão para comercialização e industrialização. Além desses valores, a projeção de conceder R$ 3 bilhões por meio de Cédulas de Produtor Rural (CPR).

Com foco em atendimento aos pequenos e médios produtores, serão R$ 7,9 bilhões via Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar), um volume 28% maior do que o verificado no ano-safra passado, e de R$ 6,6 bilhões via Pronamp (Programa de Apoio ao Médio Produtor Rural), alta de 29%. A previsão é de mais de 220 mil operações para esses públicos, o que representa 80% do total da safra.

“Temos uma ligação muito forte com o agronegócio e buscamos estar sempre próximos aos produtores, com agências em suas localidades, o que permite, não só prestar consultoria, mas também conhecer de perto a realidade de cada região, suas culturas e características”.

“Temos uma ligação muito forte com o agronegócio e buscamos estar sempre próximos aos produtores, com agências em suas localidades, o que permite, não só prestar consultoria, mas também conhecer de perto a realidade de cada região, suas culturas e características. Com isso, conseguimos ter uma projeção mais acertada das necessidades dos agricultores e pecuaristas, disponibilizando as soluções mais adequadas para atende-las”, afirma Gustavo Freitas, diretor executivo de Crédito do Sicredi.

O Sicredi já está recebendo as propostas de financiamento para o Plano Safra 2021/2022, que vai até o final de junho do próximo ano. Antes de solicitar o crédito, o produtor rural associado deve fazer o planejamento da próxima safra (considerando o que vai plantar, qual é a área de cultivo e o orçamento necessário com base na análise de solo e sob orientação técnica quanto ao uso dos insumos e os demais serviços que serão utilizados). Depois disso, munido de todas essas informações, o associado poderá procurar a sua agência ou utilizar os canais digitais como o aplicativo do Sicredi ou o WhatsApp para dar andamento à contratação do crédito.

Balanço da safra 2020/2021 no Sicredi

No ano-safra 2020/2021, o Sicredi liberou um volume recorde de crédito rural. Foram R$ 29,1 bilhões aos produtores em mais de 220 mil operações, considerando também R$ 1,6 bilhão em CPR, o que representa um crescimento de 41% na comparação com o ano-safra anterior. Somente para a agricultura familiar, foram R$ 6,2 bilhões e para os agricultores de médio porte foram destinados R$ 5,1 bilhões. Os dois públicos foram atendidos por meio de 173 mil operações.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/07/2021 0 Comentários 552 Visualizações
Variedades

Alunos da Feevale projetam a construção de um edifício multifamiliar

Por Milena Costa 09/07/2021
Por Milena Costa

Os acadêmicos da disciplina de Projeto Arquitetônico VII, do curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Feevale, foram desafiados a desenvolver um estudo preliminar para requalificar a área onde funcionava um supermercado, no centro de Novo Hamburgo. Os projetos foram apresentados nesta semana pelos estudantes, de forma remota, à secretária de Desenvolvimento Urbano e Habitação do município, Roberta Gomes de Oliveira, e aos diretores Laís Corteletti e Martin Wagner.

Conforme o professor Eduardo Reuter Schneck, a disciplina tem por objetivo trabalhar a temática da habitação de interesse social. Neste semestre, ele propôs aos alunos a revitalização de um prédio abandonado, adequando-o para receber um abrigo para pessoas que vivem em situação de rua. Além disso, o projeto contemplava a proposição de um edifício multifamiliar novo para habitação de interesse social. Este deveria atender de 16 a 20 famílias, ser acessível, ter apartamentos modulados que atendessem aos programas governamentais, tendo, ainda, que estar conectado a uma praça pública, também prevista no estudo, localizada no estacionamento da área do antigo supermercado.

“O exercício foi fundamental para o crescimento dos acadêmicos, aliando a teoria e a prática com uma temática bem contemporânea, mas também para que nossos estudantes pudessem visualizar essa lacuna que existe no mercado nessa área de assistência técnica para habitação de interesse social”

“Ao todo, foram apresentados, pelas duas turmas da disciplina, 15 estudos de abrigos para moradores de rua, praça e novos edifícios multifamiliares, que contam com todo o detalhamento da construção. Esse feedback e a apreciação do poder público foi importante pela troca de experiências e vivências por parte dos avaliadores”, destaca Schneck. “O exercício foi fundamental para o crescimento dos acadêmicos, aliando a teoria e a prática com uma temática bem contemporânea, mas também para que nossos estudantes pudessem visualizar essa lacuna que existe no mercado nessa área de assistência técnica para habitação de interesse social”, complementa.

Foto: Universidade Feevale/Divulgação | Fonte: Assessoria
09/07/2021 0 Comentários 550 Visualizações
Business

Culturas de inverno podem ser ajuda para indústria de proteína animal

Por Milena Costa 09/07/2021
Por Milena Costa

A forte geada em regiões produtoras do país e as perspectivas de novas quebras na safra de milho — que podem chegar a 50% no Paraná, segundo produtores — reforçam a necessidade de encontrar alternativas para abastecer a indústria de proteína animal em curto, médio e longo prazo. Ainda no verão passado, a ideia de incentivar culturas de inverno surgiu com forte potencial para ajudar a indústria de aves e suínos a atender a demanda externa crescente por carne brasileira — um caminho sem volta.

Em encontro promovido pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), lideranças do movimento pela otimização das culturas de inverno apresentaram o projeto — que começou com foco no Rio Grande do Sul e Santa Catarina — a diretores e presidentes de indústrias, cooperativas e frigoríficos de todo o país.

O impacto positivo garantiu adesão à compra futura de grãos de inverno para ração de aves e suínos. Atender o mercado interno de proteína animal possibilita a realização do sonho da cadeia produtiva nacional: agregar valor ao produto. Assim, o Brasil exportou US$ 14 bilhões em carnes de frangos e suínos no ano passado. Se tivesse exportado apenas os grãos utilizados na ração, seriam US$ 3 bi.

Produção

Ricardo Santin

“Precisamos construir essas parcerias para que o nosso negócio tenha futuro rentável para todos”.

A reunião virtual foi mediada pela jornalista Gisele Loeblein, que lembrou, inicialmente, que a valorização do grão brasileiro fez o preço do produto final disparar nas gôndolas. O presidente da ABPA, Ricardo Santin, abriu a discussão falando da busca por estabilidade. “Há coalizão entre todos os entes do movimento — produção e indústria. Isso permite que exista efetividade. Precisamos construir essas parcerias para que o nosso negócio tenha futuro rentável para todos”, destacou Santin.

Francisco Turra

“Descobrimos outros campos de atuação. Nosso objetivo aumentou e hoje buscamos consolidar duas safras no Rio Grande do Sul”.

O presidente do Conselho Consultivo da ABPA, ex-ministro da Agricultura Francisco Turra, destacou o valor histórico do encontro. Ele, que faz parte do movimento de otimização de culturas, lembrou que a ideia inicial era buscar alternativas que não se restringiram aos cereais de inverno. “Descobrimos outros campos de atuação. Nosso objetivo aumentou e hoje buscamos consolidar duas safras no Rio Grande do Sul. Por 14 anos, abrimos mercados mundo afora, e, agora, não podemos dizer que estão faltando insumos para reduzir a produção”, alertou Turra, que tem como meta alcançar os 5 milhões de hectares plantados com culturas de inverno no Estado. O avanço começa a ganhar força. Neste inverno, foi registrado um aumento de 500 mil hectares de área plantada, chegando a 1,4 milhão de hectares.

“Aumentamos a área plantada com cereais de inverno. Trouxemos o arroz como solução imediata”.

O presidente da Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul, outra entidade central do projeto, lembrou da responsabilidade dos produtores rurais em atender a demanda de um Estado que produz aves e suínos. Gedeão Pereira destacou que o Rio Grande do Sul tem, hoje, 1,09 safra consolidada, enquanto observa-se até 3 safras em outros Estados do país. “Como suprir a 0,91 safra que falta para chegarmos a pelo menos 2 safras? Buscamos saídas de curto, médio e longo prazo. Aumentamos a área plantada com cereais de inverno. Trouxemos o arroz como solução imediata. Além disso, estamos treinando mais de 100 técnicos do Senar. Quem garante agora é o mercado,” comemora.

“Trigo, cevada e triticale, especialmente, têm inovação tecnológica capaz de gerar produtos ultra precoces, sendo aptos a atender moinhos e a indústria da proteína animal”

O chefe geral da Embrapa Trigo, Jorge Lemainski, disse que o país tem 4 milhões de hectares plantados de cereais de inverno. “Trigo, cevada e triticale, especialmente, têm inovação tecnológica capaz de gerar produtos ultra precoces, sendo aptos a atender moinhos e a indústria da proteína animal — com equivalência nutricional de até 100% em alguns casos, a partir de nosso trabalho conjunto com a Embrapa Suínos e Aves, na composição da ração de frangos e suínos, formação de silagem e pasto,” afirmou.

Mercado

“A cultura de inverno que está sendo plantada no RS neste momento é muito importante. E as empresas precisam estar junto ao produtor, realizando compras futuras e estando presente o tempo todo”.

O diretor-executivo de Suprimentos da Seara, Arene Trevisan, trouxe a visão do mercado. “Temos uma oportunidade incrível nas mãos. Mas a cadeia toda precisa evoluir em conjunto, pois o consumidor manda no mercado hoje. A cultura de inverno que está sendo plantada no RS neste momento é muito importante. E as empresas precisam estar junto ao produtor, realizando compras futuras e estando presente o tempo todo. Usamos e usaremos todos os cereais de inverno e estamos dispostos a fazer negócio,” destacou.

“Precisamos sair da monocultura do milho para ração. Este ano vamos crescer 15% no plantio de trigo no Estado. É preciso falar com os produtores sobre isso. É segurança alimentar”.

Dilvo Grolli, diretor-presidente da Coopavel, cooperativa do oeste paranaense, destacou a importância do trigo para o Estado. “Podemos dobrar a produção em quilos de trigo por hectare que é produzida na Argentina. Temos seguro e não temos medo do clima. Estamos garantindo custos para os produtores e damos dupla finalidade ao trigo. Precisamos sair da monocultura do milho para ração. Este ano vamos crescer 15% no plantio de trigo no Estado. É preciso falar com os produtores sobre isso. É segurança alimentar”, pontou Grolli.

Participações

A reunião contou ainda com as participações de outras apoiadoras do movimento: Federação das Cooperativas Agropecuárias do Rio Grande do Sul (FecoAgro/RS), Associação das Empresas Cerealistas do Rio Grande do Sul (Acergs), Embrapa Suínos e Aves, Yara Brasil, Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav), Associação Catarinense de Avicultura (Acav), Sindicato das Indústrias de Produtos Suínos do RS (Sips) e Fundo de Defesa Sanitária do Estado do RS (Fundesa).

Além disso, estiveram presentes dirigentes da Associação Mato-grossense de Avicultura (Amav), Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Estado do Paraná (Sindiavipar), Associação de Avicultura do Espírito Santo (Aves), Associação Goiana de Avicultura (Aga), Associação Cearense de Avicultura (Aceav) e Sindicato das Indústrias da Carne e Derivados em Santa Catarina (Sindicarne).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/07/2021 0 Comentários 507 Visualizações
Cidades

Novo Hamburgo tem crescimento no número de empresas e empregos

Por Milena Costa 08/07/2021
Por Milena Costa

Novo Hamburgo volta a dar mostras do ambiente favorável e sólido para empreender e gerar empregos estabelecidos na cidade nos últimos anos. Apesar da pandemia de covid-19, que afetou toda a sociedade, a retomada da economia volta a apresentar resultados consistentes. Prova disso são os números de 2021, com a instalação de novas empresas e a geração de novos postos de trabalho de forma acelerada.

De janeiro a maio deste ano, por exemplo, foram constituídos 2.891 novos empreendimentos em solo hamburguense, sendo 554 do porte de Microempresas (ME) e Empresas de Pequeno Porte (EPP). Além disso, foram formalizados 2.337 Microempreendedores Individuais (MEIs).

“A nossa estratégia de incentivar o desenvolvimento econômico com ações a curto, médio e longo prazo e a diversificação da matriz econômico do município nos últimos anos, fez com que Novo Hamburgo sentisse menos os efeitos da pandemia”

“A nossa estratégia de incentivar o desenvolvimento econômico com ações a curto, médio e longo prazo e a diversificação da matriz econômico do município nos últimos anos, fez com que Novo Hamburgo sentisse menos os efeitos da pandemia em relação a outras cidades e retomasse o ciclo de crescimento mais rapidamente”, explica a secretária de Desenvolvimento Econômico, Paraskevi Bessa-Rodrigues.

Novo Hamburgo possui 54.690 Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJs) ativos.

Novas empresas, mais empregos

Novo Hamburgo também vem se mantendo entre os municípios que mais geram emprego formal (com carteira assinada) no Rio Grande do Sul. No mês de maio, foram criadas 331 vagas de trabalho, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) da Secretaria de Trabalho do Ministério da Economia.
Foi o melhor saldo positivo em toda a região e o segundo melhor na Grande Porto Alegre, atrás apenas da Capital. O desempenho hamburguense na geração de emprego em maio foi o quinto melhor em todo o Estado.

Com este resultado, Novo Hamburgo acumula 3.657 novos postos de trabalho criados somente nos cinco primeiros meses deste ano. Novamente, é o melhor resultado em toda a região e o segundo melhor na Grande Porto Alegre, atrás apenas da Capital.

Quando comparado com os primeiros cinco meses de 2020, os resultados mostram ainda mais claramente o forte trabalho da Administração Municipal no estímulo à geração de emprego e renda, tanto no desenvolvimento do programa Pacto pelo Futuro, lançado no final do primeiro semestre do ano passado, quanto na desburocratização e simplificação de processos. Os cinco primeiros meses de 2020 acumularam saldo negativo de – 5891 postos de trabalho, contra os 3.657 empregos gerados em 2012.
Com isso, o estoque de postos de trabalho de Novo Hamburgo, que fechou o ano de 2020 em 65.510 empregos, já saltou para 69.167, beirando os 70 mil.

Para conferir os dados acesse o site da prefeitura. (clique aqui)

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/07/2021 0 Comentários 822 Visualizações
Business

FCDL-RS: uma trajetória de lutas e conquistas para o varejo gaúcho

Por Milena Costa 08/07/2021
Por Milena Costa

Neste 8 de julho, a Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul – FCDL-RS completa 49 anos de história em favor do associativismo e na defesa dos interesses dos lojistas gaúchos. São 49 anos de comprometimento com o varejo, com a geração de emprego e renda, com o desenvolvimento e avanços.

Inúmeras ações em favor dos lojistas destacam-se nesta trajetória. Em 2006, a FCDL-RS teve papel fundamental na regulamentação do Simples Gaúcho, modalidade de tributação instituída pelo então governador Germano Rigotto, que ampliou a faixa de isenção de ICMS e alterou alíquotas em relação ao faturamento das microempresas, beneficiando mais de 300 mil MPEs no estado. Em 2007 a FCDL-RS foi fundadora do Comitê Estadual de Combate à Pirataria, para evitar que o comércio ilegal traga prejuízos aos comerciantes formalmente estabelecidos e aos consumidores.

Em 2008, outra grande conquista da FCDL-RS. A sanção, de parte da então governadora Yeda Crusius, da lei que viabiliza empresas com faturamento anual de até R$ 240 mil a isenção do ICMS, beneficiando mais de 220 mil pequenos negócios. Como reconhecimento a este trabalho decisivo, o presidente da Federação, Vitor Augusto Koch, representou as entidades empresariais do RS no ato de sanção.

Outra luta liderada pela FCDL-RS foi a regulamentação das feiras itinerantes, em 2010, através de Emenda Constitucional promulgada pela Assembleia Legislativa gaúcha em março daquele ano, criando mecanismos de proteção ao comércio estabelecido em cada município.

O ano de 2011 marcou a presença da FCDL-RS à frente do Conselho Deliberativo do SEBRAE/RS, com a eleição de seu presidente, Vitor Augusto Koch, para exercer a presidência da entidade de apoio aos pequenos negócios durante quatro anos. Nova vitória foi celebrada em 2013, com participação decisiva da FCDL-RS no programa Em Dia, lançado pelo então governador Tarso Genro, que permitiu a regularização de débitos fiscais vencidos até 31 de julho daquele ano com descontos e benefícios para que milhares de empresas pudessem quitar seus débitos. Contemplava o parcelamento de dívidas do ICMS em dez anos, sem juros, correção monetária e multa para todos os devedores do tributo.

Em 2020 e 2021, a FCDL-RS é a voz forte do setor empresarial gaúcho contra as restrições que causaram imensos prejuízos para os lojistas gaúchos no período de pandemia da Covid-19, defendendo o direito ao trabalho.

A FCDL-RS trabalha, também, pelo bem-estar de todos os gaúchos, oferecendo opções nas áreas da saúde, em parceria com o CCG Saúde, e com uma das maiores empresas mundiais de telemedicina, a ShareCare. Na educação, atua em conjunto com a Inove Cursos Online, uma das maiores plataformas de EAD do país, pela disseminação de cursos online que abrangem diversas áreas do conhecimento. Ainda investe no desenvolvimento da cultura da Qualidade, através do Programa QComércio, o maior e melhor programa empresarial do Brasil de gestão pela qualidade.

Olhando forte para o futuro, a FCDL-RS trabalha na construção de um novo planejamento estratégico, em parceria com a Key Jump, empresa especializada em inteligência, estratégia e branding.

“Queremos estar cada vez mais conectados com os novos tempos, utilizando conceitos e visões inovadoras que o mercado disponibiliza”.

“Queremos estar cada vez mais conectados com os novos tempos, utilizando conceitos e visões inovadoras que o mercado disponibiliza. Conhecimento, qualidade, visão estratégica, sustentabilidade financeira das CDLs afiliadas, inovação, senso coletivo e um associativismo forte são as premissas deste novo posicionamento da Federação para os próximos anos”, ressalta o presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch.

O presidente da FCDL-RS salienta que o futuro do varejo mostra que as lojas físicas, diversas vezes apontadas como à beira da extinção por causa do comércio online, voltarão a ser exaltadas como o grande ponto de experiências entre marcas e consumidores no mundo pós-pandemia.

‘O comércio físico e o digital terão uma interação muito maior daqui para frente”

“O novo consumidor que vai emergir deste momento e se direcionar para as lojas físicas, vai querer um atendimento personalizado e soluções customizadas, afastando o sentimento de massificação. O comércio físico e o digital terão uma interação muito maior daqui para frente”, enfatiza Vitor Augusto Koch.

Esta é a história da FCDL-RS. Trabalhar forte pela facilitação da atividade varejista, pelo estímulo à geração de emprego e renda e pelo aumento do poder de consumo da população. Pés no chão, olhos no futuro e espírito de parceria!

Foto: FCDL-RS/Divulgação | Fonte: Assessoria
08/07/2021 0 Comentários 631 Visualizações
Business

Crise energética pode afetar operação de pequenos negócios

Por Milena Costa 08/07/2021
Por Milena Costa

A grave crise energética que ameaça o país e já provocou o reajuste das bandeiras tarifárias, pode ser mais um duro golpe para as micro e pequenas empresas que ainda sequer conseguiram recuperar o nível de faturamento pré-pandemia. Uma pesquisa feita pelo Sebrae, em 2019, já mostrava que a conta de energia representava mais de 15% dos custos operacionais dos pequenos negócios. No ano passado, um novo levantamento revelou que essas despesas eram o principal custo para quase 28% dos empreendedores.

“Isso pode inviabilizar muitas empresas”

Para o gerente de competitividade do Sebrae, Cesar Rissete, vai ser muito difícil para as micro e pequenas empresas suportarem o aumento das tarifas. “Em tempos de economia aquecida, repassar esse custo para os clientes já seria complicado, em razão da concorrência. Mas, neste momento de baixa da economia, transferir o aumento da energia para o preço do produto ou serviço pode ser fatal, uma vez que o nível do consumo ainda não se recuperou. Isso pode inviabilizar muitas empresas”, comenta Rissete. “Nessa hora, os empresários vão tentar reduzir as despesas com outros custos operacionais, mas nem sempre isso é viável”, acrescenta o gerente.

“Muitas vezes é possível diminuir o desperdício de energia com medidas simples. Para isso, o empreendedor precisa rever todo o processo de produção e todo o ambiente do estabelecimento”.

Segundo Rissete, a saída é buscar o aumento da eficiência energética das empresas. “Muitas vezes é possível diminuir o desperdício de energia com medidas simples. Para isso, o empreendedor precisa rever todo o processo de produção e todo o ambiente do estabelecimento. A simples troca de lâmpadas ou o aumento da iluminação natural, já pode trazer resultados significativos no final do mês”, avalia Cesar Rissete. Segundo ele, o impacto tende a ser sentido por todos os segmentos de atividade, mas os setores mais intensivos no uso de máquinas e equipamentos (como as pequenas indústrias) tendem a sofrer essa crise de forma mais significativa.

“Também disponibilizamos uma seção especial em nosso portal, com uma série de conteúdos que podem orientar os empreendedores na tomada de decisões”

O gerente do Sebrae lembra que a instituição oferece um conjunto de soluções que podem socorrer as micro e pequenas empresas nesse momento. “Temos consultorias online, 24 horas por dia, durante toda a semana. Além disso, o Sebrae dispõe de consultorias presenciais, como o programa Sebraetec ou os Agentes Locais de Inovação (que fazem parte do programa Brasil Mais coordenado pela Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia) e que vão até a empresa dar essa assistência. Também disponibilizamos uma seção especial em nosso portal, com uma série de conteúdos que podem orientar os empreendedores na tomada de decisões”, comenta.

Confira algumas dicas do Sebrae para aumentar a eficiência energética da empresa neste link.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

 

08/07/2021 0 Comentários 698 Visualizações
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