Texto – Natasha de Caiado Castro*
A pandemia da Covid-19 pegou em cheio diversos segmentos econômicos no mundo todo. No entanto, nenhum deles foi tão duramente afetado como turismo de forma geral – seja o de lazer ou o corporativo. As empresas viram suas atividades pararem por completo e podemos dizer que o mercado hibernou.
Com a velocidade de propagação do vírus diferente, e em momentos distintos em cada canto do mundo, algumas nações se revezaram na posição de adotar o lockdown, de abrir fronteiras, de retomar as atividades do comércio. Mas o turismo continuou em silêncio.

Porém, com uma considerável diminuição no volume de mortes e os movimentos da economia em curso, o turismo começou a dar sinais de retomada. Devagar, as aeronaves começaram a voltar para os ares, os hotéis iniciaram sua reabertura de portas e as pessoas, além de estarem cansadas de ficar dentro de casa, começaram a sentir um pouco mais de segurança para viajar, com a adoção dos vários protocolos sanitários e de proteção contra o vírus ditados pelos órgãos competentes.
Tanto no Brasil, quanto no mundo, o que se vê é um movimento das pessoas fazendo pequenas viagens. Na Europa, há muito “bate e volta” para cidades vizinhas de outros países. À medida que a segurança aumenta e notícias sobre o número de casos se torna um pouco mais animadora, as pessoas arriscam um pouco mais e vão para locais um pouco mais distantes.
Em nosso país, estamos chegando à temporada de férias de verão, na qual o turismo tradicionalmente registra um período bastante aquecido, tanto sob o ponto de vista nacional quanto internacional. Porém, para este ano, fazer um diagnóstico preciso sobre como ficará este cenário será um grande desafio. O que eu arrisco a dizer é que já existe um grande movimento de procura por reservas em hotéis, resorts e compras de passagem aérea para os meses de dezembro e janeiro, mas com foco nos destinos nacionais e regionais.

Desta vez, não acredito que as viagens internacionais terão tanta força, principalmente porque estamos vivendo uma nova onda de Covid-19 e várias medidas de restrição estão sendo tomadas. Fora o fato de que ainda há muita gente com receio de contaminação, o que é verdade, já que a pandemia continua entre nós.
Para este final de ano e início de 2022, eu vislumbro um turismo local aquecido, que pode trazer uma parte das receitas perdidas ao longo do ano para o setor no Brasil. Estejamos preparados para bons ventos.
*Natasha de Caiado Castro é Ceo da Wish International, empresa especializada nos segmentos de MICE – Meetings, Incentives, Conventions and Exhibitions – e IDX – Innovation and Disruptive Experience








Por terem fibras, as uvas-passas contribuem para o processo digestório e têm efeito laxativo, auxiliando para quem tem intestino preso. Além disso, ela favorece a absorção de nutrientes e ajuda na eliminação de toxinas e radicais livres, que podem piorar a constipação. Uma porção de 40 gramas de uva-passa tem 1,5 grama de fibras – o equivalente a 6% das necessidades das mulheres e 4% da dos homens.
A uva-passa também é rica em minerais como o ferro, que melhora o transporte de oxigênio para as células do organismo e favorece a produção de glóbulos vermelhos, prevenindo o surgimento de anemia causada por deficiência de ferro.
Uvas-passas ainda são ricas em catequina, antioxidante eficaz para eliminar o colesterol e limpar as artérias, além de regular a pressão e colaborar com a boa circulação;
Por ter antioxidantes que agem contra os radicais livres, elas ajudam a prevenir agentes correlacionados ao surgimento de tumores.
Os chamados fitonutrientes pofenólicos estão presentes na fruta e possuem propriedades anti-inflamatórias e antibacterianas.
Um dos seus componentes é o ácido oleanolico que atua contra redução da placa bacteriana e gengivite. O ácido ainda é útil contra o mau hálito. Além disso, por ser rica em cálcio, fortalece os dentes e seu esmalte.
O potássio também ajuda na melhor contração dos músculos e do sistema nervoso. Quando unido a uma quantidade moderada de sódio otimiza o processo de hipertrofia.
O cálcio não só forma os dentes, como também os ossos. Com consumo frequente, seus ossos ficam mais fortes e resistentes. Além disso a uva-passa tem boro, que auxilia na composição óssea.



