O prédio do Centro Municipal de Cultura de Gramado, um dos principais cartões postais da cidade, agora está mais colorido. Graças ao projeto Muros na Mata Atlântica, viabilizado pela Lei de Incentivo à Cultura, do Ministério do Turismo – Secretaria Especial da Cultura e com o patrocínio da AkzoNobel, por meio da Coral e do Movimento Tudo de Cor, o artista plástico muralista Filiage, com obras espalhadas por países como Alemanha, Espanha e Turquia, transformou uma parede sem vida em um lindo mural que presta uma homenagem à Mata Atlântica.
Fazendo parte do complexo Vila Joaquina, projeto que está sendo desenvolvido pela Secretaria da Cultura, o Centro Municipal de Cultura reúne exposições artísticas, aulas de diversas manifestações artísticas e a sede da Secretaria. E agora, além de expor arte do lado de dentro das paredes, ele expõe também do lado de fora. Dos dias 18 a 21 de maio, Filiage transformou o paredão localizado na pare de trás do Centro de Cultura e um mural cheio de vida, com representação de animais e vegetação típica da Mata Atlântica.
“Recebemos esse lindo presente de um artista com tanta história e talento, e agora temos um espaço ainda mais vibrante e que pulsa arte dia e noite. O mural feito pelo artista combina muito com o projeto do Vila Joaquina, que prevê a valorização da economia criativa, uma economia limpa, sustentável, que ressignifica e valoriza o meio ambiente. Estamos muito felizes com o resultado”, comenta o Secretário da Cultura de Gramado, Ricardo Bertolucci Reginato.
Além do mural, o artista ainda realizou palestra aberta à comunidade e com alunos de escolas locais no sábado, 21 de maio.
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria






A Ospa dá destaque a três músicos no concerto de hoje. O trombonista José Milton Vieira estreia uma obra composta pelo músico Arthur de Faria especialmente para ele, “Concertino para trombone e orquestra”. Já o violinista Leonardo Bock e o contrabaixista Eder Kinappe executam “Gran duo concertante para violino e contrabaixo”, do italiano Giovanni Bottesini.


No domingo, dia 22, poemas da artista porto-alegrense Preta Mina tomam outra forma na performance “Preta Mina: O Fim do Silêncio, o Eco do Incômodo”. Em cena, esta mulher trabalha nove caminhos, nove ramificações da mesma raiz, nove paradas por suas próprias histórias, nove reflexões, nove falas, nove portas em que descobre os desdobramentos de ser preta e brasileira. Para quem quiser acompanhar, a obra será apresentada às 19h, no Teatro Renascença (Av. Erico Verissimo, 307, Bairro Menino Deus).
Direto de Pelotas, a Cia de Dança Afro Daniel Amaro performa “A Reminiscência dos Tambores do Corpo no Âmago dos Homens Ifá na Crença do Maria, Marias”, nos dias 24 e 25, às 19h, também na Sala Álvaro Moreyra. O espetáculo aborda a retirada dos negros da África até a contemporaneidade brasileira, agregando movimentos de dança, ritmos e religiosidade da cultura africana.
Por conta da chuva no último final de semana, a arte circense de “História de Circo Sem Lona” (TIA Teatro RS) estará no Parque Farroupilha neste sábado, dia 21, às 14h. A participação é gratuita e livre para todas as idades. A Redenção será espaço, ainda, para que Odelta Simonetti apresente a peça “Um Dia, Uma Palhaça”, no dia 22, às 11h e para a companhia Oigalê, às 13h, encantar e divertir com “Circo de Horrores e Maravilhas”.