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Business

FCDL-RS projeta crescimento de 6,5% nas vendas de Páscoa

Por Jonathan da Silva 18/03/2024
Por Jonathan da Silva

A Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul (FCDL-RS) projeta um aumento importante de vendas para os comerciantes do Rio Grande do Sul durante a Páscoa. A entidade prevê crescimento de 6,5% na comparação com o mesmo período de 2023, o que representa uma injeção de R$ 213 milhões no comércio estadual.

O presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch, ressalta que essa expectativa positiva representa, descontando a inflação que está na casa dos 4,5%, um aumento real de 2% na comparação com a Páscoa de 2023. “Quando existe um aumento real no faturamento temos que celebrar. Ainda mais diante de um cenário onde a inflação continua em alta, as taxas de juros permanecem elevadas e os lojistas possuem custos elevados na renovação de estoque”, avalia. Segundo ele, a expectativa positiva se baseia no fato da Páscoa ser uma data com forte apelo emocional. “A população vai fazer suas compras de produtos típicos para presentear, como os ovos e barras de chocolate, além do pescado, muito consumido na Sexta-Feira Santa. É um mais um momento em que as dificuldades financeiras são deixadas de lado pelo fator celebração”, aponta Koch.

Como o poder de consumo das pessoas ainda sofre com as restrições impostas pelo atual cenário econômico, a FCDL-RS prevê que o ticket médico na aquisição de produtos deva ficar em torno de R$ 165, o que representa um valor expressivo para uma data que transcorre em meio a uma série de eventos e compromissos que a população teve no início do ano, como férias, matrículas escolares, pagamento de impostos como IPTU e IPVA, entre outros.

Além de buscar produtos de menor valor agregado, na Páscoa os consumidores têm optado por utilizar uma estratégia adotada há alguns anos, como adquirir insumos e produzir, de forma artesanal, os artigos com os quais presenteiam familiares e amigos. “Muitas pessoas optam por comprar barras de chocolate e confeccionar, de forma caseira, seus ovos de chocolate, buscando evitar o alto preço desses artigos. E há os que optam por ofertar para as crianças, por exemplo, presentes como roupas infantis e brinquedos. São alternativas interessantes para quem não pode gastar muito nesse momento e, mesmo assim, quer manter a tradição de celebrar a Páscoa”, enfatiza Koch.

Para os comerciantes terem vendas positivas na data, o presidente da FCDL-RS dá dicas importantes. Um bom atendimento ao cliente é um fator essencial, pois a experiência positiva dele no estabelecimento ajuda muito a realizar a compra. Deixar o consumidor à vontade, com atendentes disponíveis e atenciosos é um bom caminho. Também são interessantes estratégias como colocar produtos relacionados à Páscoa em destaque, especialmente ovos de chocolate, ovos em formato de coelho, cestas de chocolate, coelhos de pelúcia e cartões temáticos; ter uma vitrine caprichada, que impacte positivamente o consumidor; e tentar viabilizar preços e condições de pagamento adequadas ao orçamento dos clientes. E mesmo empreendimentos que não vendem produtos ligados a data comemorativa podem ter uma boa comercialização de produtos, envolvendo o cliente na celebração e chamando ele para a loja. “Se relacionar com o consumidor dentro do espírito de prosperidade e comunhão que a Páscoa carrega certamente trará um retorno positivo tanto financeiramente como em fidelização dos clientes”, finaliza Koch.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/03/2024 0 Comentários 363 Visualizações
Business

Exportações brasileiras de ovos crescem 69,5% em 2024

Por Jonathan da Silva 18/03/2024
Por Jonathan da Silva

As exportações brasileiras de ovos (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) tiveram um crescimento de 69,5% no primeiro bimestre de 2024 comparado ao mesmo período do ano passado. Os dados levantados pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) apontam que 3,535 mil toneladas foram embarcadas neste começo de ano ante 2,086 mil toneladas em 2023. A receita também teve alta, foi de US$ 5,166 milhões para US$ 6,433 milhões, uma alta de 24,5%.

Considerado apenas o mês de fevereiro, os números da ABPA mostram que as exportações de ovos totalizaram 1,604 mil toneladas, 53,3% a mais que o total embarcado no mesmo período do ano anterior, que foi de 1,046 mil toneladas. A receita, no entanto, teve alta de apenas 0,9%, com US$ 3,034 milhões em fevereiro deste ano ante US$ 2,998 milhões no segundo mês de 2024.

No primeiro bimestre do ano, os Emirados Árabes Unidos recuperaram a liderança dos principais destinos das exportações brasileiras de ovos. No total, foram 1,562 mil toneladas exportadas para o país árabe, alta de 102% em relação ao mesmo período de 2023. Na segunda colocação aparece o Chile, que importou 435 toneladas, alta de 1.368%. “Os embarques de ovos do Brasil seguem mantendo constância de fluxo nas exportações, com reforço na capilaridade de mercados por meio de ações internacionais em mercados estratégicos para o setor, como o Oriente Médio, indicando a tendência de embarques para o ano”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/03/2024 0 Comentários 493 Visualizações
Business

Embarques de genética avícola crescem 75,5% em 2023

Por Marcel Vogt 26/10/2023
Por Marcel Vogt

As exportações de genética avícola (incluindo ovos férteis e pintos de 01 dia) totalizaram 1,828 mil toneladas em setembro, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).  O número supera em 52,9% o total embarcado no mesmo período do ano passado, com 1,196 mil toneladas.

Em receita, as vendas do setor cresceram 29,3%, com US$ 17,8 milhões realizados no nono mês de 2023, contra US$ 13,7 milhões efetivados em 2022.  

No ano (janeiro a setembro), as vendas do setor acumulam alta de 75,5%, com 19,1 mil toneladas embarcadas em 2023, contra 10,8 mil toneladas exportadas em 2022.   Com isto, a receita acumulada neste ano chegou a US$ 179,9 milhões em 2023, número 45,1% superior ao registrado no mesmo período de 2022, com US$ 124 milhões.

“A qualidade da genética avícola e o status sanitário têm permitido ao Brasil fortalecer seu papel como porto seguro para as nações que buscam genética de ponta, incluindo as nações que enfrentam desafios com a Influenza Aviária”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Maior importador da genética avícola do Brasil, as vendas para o México geraram receita de US$ 58,6 milhões entre janeiro e setembro deste ano, número 128% maior que o efetivado no mesmo período do ano passado.  Outros destaques foram o Paraguai, com US$ 14,9 milhões (+17%), Peru, com US$ 23,5 milhões (+72%) e Venezuela, com US$ 6,5 milhões (+58%). 

“Os países das Américas são hoje o principal destino dos embarques do setor, que projeta finalizar 2023 com resultados positivos em receita e em volume embarcado”, destaca o diretor de mercados, Luis Rua.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/10/2023 0 Comentários 458 Visualizações
Cidades

Prefeita Helena celebra o início da Festa da Alegria e destaca importância da inovação

Por Marcel Vogt 06/10/2023
Por Marcel Vogt

Diante de uma audiência repleta de autoridades e pessoas da comunidade, a prefeita Helena Hermany saudou o início da 38ª Oktoberfest e destacou a importância da inovação na promoção da qualidade de vida e do desenvolvimento econômico da região.

O evento de abertura da Festa da Alegria ocorreu no final da tarde desta quinta-feira (5), no Pavilhão Central do Parque da Oktoberfest.

Em seu discurso, Helena destacou a importância de preservar e celebrar as tradições, ao mesmo tempo que se constrói as ações que garantirão um amanhã ainda mais promissor para Santa Cruz do Sul e o Brasil. “O futuro passa pela inovação, esta força motriz que nos permite crescer, evoluir e enfrentar os desafios que se apresentam.” Salienta.

Helena elencou exemplos da evolução que está em curso na cidade em diversas áreas. “Tivemos um case de muito sucesso há dois meses, o Gauten Summit, que reuniu especialistas de várias áreas para debater sobre novas tecnologias em saúde, educação, segurança e governança.”

A prefeita ainda destacou a participação da cadeia produtiva do tabaco neste processo, responsável por 70% do retorno de ICMS ao Município e também pelo desenvolvimento de novos produtos menos nocivos à saúde.

Conforme Helena, é necessário incorporar a inovação a todos os aspectos da vida humana, inclusive no compromisso da sociedade com a conscientização ambiental e o crescimento sustentável, com a aplicação dos conceitos de governança ambiental, social e corporativa (ESG).

Helena ainda enfatizou as iniciativas tecnológicas e ambientais que a Assemp vem incorporando à organização da Oktoberfest, como os copos retornáveis e o Oktober Karte. Ao final de sua fala, a chefe do Executivo Municipal fez um chamado aos presentes. “Vamos abraçar a inovação, cuidar do nosso meio ambiente e trabalhar juntos para garantir que Santa Cruz do Sul continue sendo um lugar incrível para se viver e crescer.” Finalizou.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/10/2023 0 Comentários 354 Visualizações
Cidades

Público lota plenário para discutir proposta de alterações no Plano Diretor de Novo Hamburgo

Por Marcel Vogt 25/08/2023
Por Marcel Vogt

Um grande público prestigiou as discussões sobre as mudanças no Plano Diretor Urbanístico Ambiental de Novo Hamburgo, propostas pelo Executivo em audiência pública que aconteceu nesta quinta-feira, (24), no Plenário Luiz Oswaldo Bender da Câmara Municipal. A audiência foi precedida de reuniões preparatórias realizadas em diversos bairros da cidade para ouvir as demandas e expectativas da população.

Além representar a Comam, Gerson Peteffi também é membro permanente da comissão especial. “É uma satisfação para esta Casa receber um público tão seleto em um momento tão importante para debater um tema sensível a todos, que é a revisão do Plano Diretor de Novo Hamburgo”, disse Peteffi na abertura, que passou a condução dos trabalhos ao vereador Gustavo Finck.

“Hoje marcamos um momento decisivo, pois é a última reunião de debate com a comunidade antes de apresentarmos um relatório final com as observações, problemas e propostas discutidas em todas as reuniões às quais fomentamos e participamos como comissão especial. Em comum acordo, enviaremos um relatório ao Executivo, para que ele possa analisar todas as sugestões apresentadas por vocês que aqui estão. Esse relatório é público e será divulgado em nossas plataformas de comunicação. Que possamos construir um Plano Diretor para os próximos dez anos, que atenda aos anseios da comunidade de Novo Hamburgo”, relatou Finck.

Ao retomar a palavra, Gerson Peteffi destacou que há ainda uma série de questionamentos que ainda precisam ser levantados e aclarados. “Aqui temos representantes de Lomba Grande, por exemplo, com questões sobre vias de acesso ao bairro. Plano Diretor é um tema amplo aqui debatido, que deve ser narrado e remetido, com urgência, ao Executivo, para que ele se manifeste logo sobre o assunto. Nós, como Câmara Municipal, cidadãos e empresários, não podemos ficar atrelados a um parecer de empresas de outras cidades, de outros estados, que chegam aqui sem conhecer a realidade total do nosso município, quase que impondo novos índices, parcelamentos e uso dos espaços privados e públicos. Precisamos escutar os nossos cidadãos, ver a realidade da nossa cidade. Por isso, essas reuniões se tornaram tão importantes”, informou o edil.

Cristiano Coller destacou a relevância das reuniões realizadas nos bairros e lembrou que, o que pode ser bom para uma região pode não ser boa para outra, devido às diferenças significativas dentro de uma mesma cidade com características tão distintas como Novo Hamburgo. “Por que não se pode trabalhar e morar próximo de empresas, indústrias? Lamento também que nos encontros organizados pela prefeitura não terem sido contempladas a zona norte e zona oeste da cidade, onde vivem uma quantidade significativa de hamburguenses. E estamos aqui, na noite de hoje, para levar às demandas aqui discutidas para o Executivo”, reforçou Coller.

Alvo de polêmica durante a apresentação na Câmara dos primeiros resultados dos estudos de revisão do Plano Diretor, os índices construtivos também foram fortemente discutidos na audiência desta quinta. Em um primeiro momento, o plano do Executivo era definir o índice básico em apenas 1,0 em todos os setores. Depois, após pressão de várias frentes políticas e privadas, cedeu e reapresentou a proposta, definindo que o índice básico em 1,5 para todos os setores, com a possibilidade de chegar a 2,0 por meio da adoção de premissas sustentáveis no projeto. Em alguns setores do município pode-se chegar ao índice 3,0 a partir da aplicação dos instrumentos da Outorga Onerosa do Direito de Construir, da Transferência de Potencial Construtivo, da Fruição Urbana e da Fachada Ativa. Índices construtivos são números que definem as regras de aproveitamento de um terreno: o quanto pode ser construído, o limite de área e a reserva de área verde/permeável que deve ser respeitada.

“Sempre que existe uma alteração em um plano diretor, teremos, por conclusão óbvia, um novo plano para a cidade. Por isso a importância em estarmos aqui para discutir esse novo plano”, informou Inspetor Luz. O parlamentar relatou que levantou informações técnicas após preocupação apresentada por um profissional da área de comercialização de imóveis. “O índice de aproveitamento de solo proposto pelo Executivo é ponto de dúvidas. Profissionais do setor imobiliário estão preocupados com o impacto negativo caso sejam implementados esses índices como foram apresentados pela municipalidade. Dentre o que fui informado, como estão, esses índices, coloca-se em risco a construção de 500 unidades de habitações populares nos próximos três anos”, informou Luz.

Representando a Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom, Estância Velha e Dois Irmãos (ACI – NH/CB/EV/DI), Maicon Schaab, que também é membro do Conselho da Cidade de Novo Hamburgo (Concidade), falou na tribuna sobre a relevância do conselho em articular políticas de desenvolvimento urbano em conformidade com os objetivos do Plano Diretor Urbanístico Ambiental e Diretrizes do Conselho Estadual das Cidades e do Conselho Nacional das Cidades. “O Concidade foi o colegiado mais importante que trabalhou dentro da revisão do Plano Diretor. Participei, desde o ano passado, de oficinas, de reuniões onde entidades diversas foram convocadas, reuniões próprias do Concidade, ou seja, me dediquei muitas horas a esta discussão. Nesses encontros, foi pensado o desenvolvimento da cidade, em instrumentos urbanísticos mais novos, foi conhecida experiências de outras cidades, que deram certo ou errado. Reconhecemos que a cidade precisa se desenvolver. Nem todas as discussões conseguimos vencer dentro do colegiado com quase 20 membros. Passada a última audiência pública realizada em março passado, seguimos discutindo esse trabalho entre as entidades, destacamos diversos pontos que ainda podem ser melhorados, não só o índice construtivo, mas vários aspectos relacionados à Lomba Grande, de zoneamento, de uso de solo, pois não é só um aspecto relevante em uma lei tão complexa”, descreveu Schaab.

O vice-presidente do Sindicato das Indústrias da Construção e do Mobiliário de Novo Hamburgo (Sinduscon-NH), Eduardo Schaeffer, lembrou que não estava na tribuna apenas como representante de seu sindicato, mas também como cidadão hamburguense. “Quero trazer algumas informações importantes, reforçando que o Plano Diretor é a segunda maior lei do município, ficando apenas atrás da Lei Orgânica. Tratamos aqui de um direito fundamental de todos os cidadãos, o direito à propriedade, um direito basilar de todas as sociedades desenvolvidas. O plano diretor determina o que pode ser feito na sua propriedade. Então, é de interesse de todos os cidadãos, não de apenas setores ou uma ou outra pessoa. É interesse da cidade inteira. A cidade não é apenas de quem mora nela, é também daqueles que trabalham nela e dos virão a morar e trabalhar nela. Por isso, peço a esta Casa, aos parlamentares, que pensem também nisso e não se baseiem apenas na opinião dos que moram aqui, lembrando que, óbvio, eles são importantes, mas pensem também naqueles que virão ou podem vir a morar em Novo Hamburgo. E nos que moram aqui e podem melhorar sua posição dentro da cidade, e nos que podem encontrar aqui um lugar para trabalhar”, anunciou Schaeffer.

O jornalista João Ávila ocupou a tribuna e falou em nome do Conselho Regional de Corretores de Imóveis em Novo Hamburgo (Creci-RS/NH), onde ocupa o cargo de delegado regional. “O plano diretor não é só um índice, é um conceito de cidade, mas aqui, cada segmento defende a sua demanda. E eu, como representante do Creci, trago uma demanda nossa, que é a preocupação com os índices construtivos oferecidos na proposta desse plano diretor. A redução, na forma como vem acontecendo, ela afetará um mercado que já está reprimido, que não sai de uma retração econômica e que terá uma enorme dificuldade para retomar o mercado. Precisamos olhar os exemplos de cidades da nossa região, como Campo Bom, que já possui índices maiores do que Novo Hamburgo. Outros exemplos são Sapiranga e Estância Velha. E mesmo São Leopoldo, mais similar a nossa cidade, que é melhor organizada na divisão de índices. Para quem defende uma maior horizontalização da cidade, é bom lembrar que temos sérios problemas com mobilidade urbana, que é deficitária, e ainda um transporte público ineficiente, com problemas até de concessão pública. Defendemos aqui que se mantenha os índices atuais e sejam melhorados esses índices nos locais onde ainda se pode gerar investimentos, que afetam diretamente a construção civil, os empregos e a economia como um todo”, apresentou Ávila.

Após as falas oficiais, foi dado espaço à manifestação do público previamente inscrito.

O que é o Plano Diretor?

Sem revisar seu plano desde 2010, Novo Hamburgo deu início à reformulação em junho de 2022. O Plano Diretor é a lei que determina como o município vai crescer e se desenvolver, para direcionar o futuro da cidade. Definido como instrumento básico da política de desenvolvimento e expansão urbana, o Plano Diretor define estratégias para o ordenamento territorial e crescimento sustentável do município. Foi determinado pela Constituição Federal de 1988 e é regulamentado pela Lei Federal nº 10.257/2001, o Estatuto da Cidade, que prevê sua revisão a cada dez anos.

Foto: Daniele Souza/Divulgação | Fonte: Assessoria
25/08/2023 0 Comentários 524 Visualizações
Business

Pequenos negócios gaúchos projetam um próximo bimestre com otimismo

Por Marcel Vogt 04/08/2023
Por Marcel Vogt

Crescimento no faturamento e otimismo. Assim os empreendedores gaúchos recebem o segundo semestre do ano, conforme aponta o mais recente levantamento do Sebrae RS junto aos pequenos negócios gaúchos. A pesquisa, realizada entre os dias 3 e 16 de julho, ouviu empresários de Micro e Pequenas Empresas (MPE) e Microempreendedores Individuais (MEI) gaúchos dos setores do comércio, serviço, indústria e agronegócio.

Num crescimento consistente desde o início de 2023, quando apenas 10% indicavam aumento do seu faturamento, agora em julho este percentual passou para 17% das empresas pesquisadas, sendo que para 87% delas o crescimento foi de até 30%.

Neste cenário de melhora do faturamento, 37% dos respondentes revelaram que pretendem expandir seus negócios, 6 pontos percentuais a mais em relação à pesquisa anterior, e 57% têm a intenção de manter as atividades nos próximos dois meses. Apenas 5% querem reduzir as atividades e 1% sinalizam intenção de encerrar o negócio.

No que diz respeito à situação da economia do estado no próximo bimestre, aumentou em 3 pontos percentuais o número de empresários que estão confiantes na melhora do cenário, chegando a 40% dos entrevistados. Com mais força, o percentual de empresários que estão confiantes na melhora da situação do seu ramo de atividade saltou 6 pontos percentuais, subindo de 49% para 55%.

“A virada do semestre materializa nossas previsões anteriores quanto à retomada da confiança entre os empreendedores de forma geral. Os números refletem isso”, avalia o diretor-superintendente do Sebrae RS, André Godoy, que prevê uma aceleração na recuperação da economia. “O recuo da inflação, o início do ciclo de queda da SELIC, e os eventos característicos do segundo semestre, fazem crer que o fechamento de 2023 será muito positivo para as MPEs gaúchas”, conclui.

Faturamento

  • 17% dos entrevistados tiveram aumento. Trata-se do maior índice do ano, frente aos 15% e aos 10% registrados nos dois últimos bimestres, respectivamente. Para aquelas empresas que indicaram aumento, foi sinalizado que esta elevação de faturamento é de até 30% para 87% dos respondentes.
  • A porcentagem dos empreendedores que indicaram ter tido queda de faturamento caiu 4 pontos percentuais na comparação com o período anterior, chegando a 47% dos entrevistados.

Crédito

  • A busca por crédito registrou o maior índice do ano, com 27%, percentual ligeiramente superior aos 22% e 26% registrados nos dois últimos bimestres, respectivamente.
  • O tíquete médio adquirido também é recorde no ano: R$ 113 mil frente aos R$73 mil e R$ 98 mil recebidos em média nos dois últimos bimestres, respectivamente.

O estado de espírito do empreendedor também foi avaliado pelo estudo. Ao serem questionados sobre qual frase melhor representa a situação que vivem o momento, os empreendedores responderam:

  • 37% se dizem SATISFEITOS – os desafios recentes provocaram mudanças valiosas
  • 22% se dizem animados – frente às novas possibilidades
  • 8% se dizem aliviados – o pior já passou
  • 33% se dizem aflitos – ainda têm dificuldade com o negócio
Foto: Cassiano de Jesus Conchi/Divulgação | Fonte: Assessoria
04/08/2023 0 Comentários 536 Visualizações
Business

Abicalçados divulga nova projeção de crescimento

Por Marcel Vogt 28/07/2023
Por Marcel Vogt

Diante da melhora do nível de produção em maio, que conforme o IBGE foi 2,3% superior ao mesmo período do ano passado, a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) revisou a projeção de crescimento do setor em 2023. Agora, a projeção da entidade é de um crescimento de 2,1% (para mais de 865 milhões de pares), diante de uma previsão de incremento de 1,7% no início do ano.

No início do ano, tínhamos uma projeção de crescimento de 0,5% no PIB, previsão que passou para 2,4%.

O presidente-executivo da Abicalçados. Haroldo Ferreira, destaca que a projeção positiva passa pelo incremento no mercado doméstico, que absorve mais de 85% das vendas da indústria calçadista. “No início do ano, tínhamos uma projeção de crescimento de 0,5% no PIB, previsão que passou para 2,4%. Com a economia crescendo, crescemos juntos”, avalia, destacando que a projeção positiva reforça as expectativas para a mais nova feira do calçado brasileiro, a Brazilian Footwear Show (BFSHOW), que acontece nos dias 21 e 23 de novembro, em Porto Alegre/RS.

Por outro lado, as exportações devem manter um ritmo de queda até o final do ano. “A projeção para exportações de calçados não foi revisada, segue entre quedas de 6,7% e 9,1%, em pares”, projeta o dirigente, ressaltando que a volta da China ao mercado internacional e o câmbio valorizado devem ser determinantes para a diminuição na dinâmica internacional.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/07/2023 0 Comentários 513 Visualizações
Business

Produção de grãos brasileira deverá chegar a 390 milhões de toneladas nos próximos dez anos

Por Marcel Vogt 21/07/2023
Por Marcel Vogt

A produção de grãos no Brasil deverá aumentar 24,1% nos próximos dez anos, chegando perto de 390 milhões de toneladas na safra 2032/2033, com acréscimo de 75,5 milhões de toneladas. Esse acréscimo corresponde a uma taxa de crescimento de 2,4% ao ano.  devem continuar alavancando o crescimento da produção de grãos.

A área de grãos deve expandir-se dos atuais 77,5 milhões de hectares (Conab – maio/2023) para 92,3 milhões de hectares em 2032/33. Os números são do estudo Projeções do Agronegócio, Brasil 2022/23 a 2032/33, feito pela Secretaria de Política Agrícola, do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).

As projeções do Agronegócio mostram um enorme potencial de crescimento do setor, que deverá ocorrer, principalmente, com base na produtividade, entretanto, de acordo com a pesquisa, será necessário ampliar os investimentos em pesquisa. A expansão de área deverá ocorrer devido ao padrão de crescimento da agricultura brasileira. De acordo com o estudo, a produtividade e as tecnologias operam juntas no sentido de crescimento sustentável.

A adição dos 14,7 milhões de hectares à área plantada de grãos poderá vir da conversão de áreas atualmente degradadas, particularmente, oriundas de pastagens extensivas, entre outras possibilidades, que evitem afetar a cobertura vegetal do país. De acordo com a análise da pesquisa, 78% da expansão da área plantada deverá ocorrer com o cultivo da soja.

A produção de soja em 2032/33 está projetada para 186,7 milhões de toneladas, acréscimo de 20,6% em relação à produção de 2022/23. A projeção de exportação de soja em grão está em 121,4 milhões de toneladas, com participação prevista de 60,6% nos embarques mundiais.

A área de milho segunda safra deve expandir-se sobre áreas liberadas pela soja, no sistema de plantio direto. Milho e soja deverão sofrer pressão devido ao uso crescente como culturas relevantes para produção de biocombustíveis, biodiesel e etanol de milho.

A produção total de milho está projetada para 160 milhões de toneladas para 2032/33, alta de 27% em relação à produção de 2022/23. As exportações e a demanda de milho para a produção de etanol serão duas importantes forças a estimular o cultivo. O milho adquire importância crescente como matéria prima e como alimento.

Brasil e Estados Unidos deverão liderar juntos as exportações mundiais de milho, estimadas em 69 milhões de toneladas por país. Corresponde a uma participação nas exportações de 30% para cada um dos países.

As projeções do algodão em pluma indicam produção de 3,6 milhões de toneladas em dez anos, expansão de 26,8%, dominado principalmente pela produtividade. Mato Grosso e Bahia respondem atualmente por 90% da produção nacional. Espera-se que o aumento da produtividade seja impulsionado por melhoramento genético, melhores práticas agronômicas, novas tecnologias e agricultura de precisão.

O Brasil deverá responder por 12,5% da produção mundial de algodão em 2030. Estados Unidos, Brasil e Índia deverão ser os principais exportadores ao final destas projeções. O consumo de algodão no Brasil deve apresentar estabilidade nos próximos anos, situando-se em 732 mil toneladas anuais.

Dados da OCDE/FAO mostram que, a partir dos anos 1990, o consumo per capita de fibra de algodão foi ultrapassado pelas fibras sintéticas, devido aos preços mais acessíveis.

Carnes

A produção de carnes (bovina, suína e frango deverá ter alta de 6,6 milhões de toneladas entre 2022/23 e 2032/33, representando 22,4% de aumento. Saindo dos atuais 29,6 milhões de toneladas para 36,2 milhões de toneladas de carnes.

As carnes de frango e suínas são as que devem apresentar maiores índices de crescimento nos próximos anos: frango, 28,1% e suína, 23,2%. A produção de carne bovina deve crescer 12,4%, embora o Brasil continue liderando o mercado internacional do produto, suprindo 28,5% do consumo mundial.

De acordo com o documento, deverá haver um esforço de crescimento em infraestrutura, investimento em pesquisa e financiamento para o setor, haja vista a procura por proteína animal

Segundo o estudo, o mercado interno, as exportações e os ganhos de produtividade deverão ser os principais fatores de crescimento na próxima década. Em 2032/33, perto de 33% da produção de soja deve ser destinada ao mercado doméstico, o milho, 65%, e o café quase 43% da produção deve ser consumida internamente.

Como uma das conclusões do documento, o aumento da produção nacional deverá ser pressionada com o crescimento do mercado interno e das exportações brasileiras.

Cerca de 35,5% da produção de carne de frango será destinada ao mercado interno. A participação da carne suína será de 14,8% no mercado interno. Embora o Brasil seja um grande exportador para diversos produtos, o consumo interno será relevante.

O trabalho das Projeções tem por objetivo indicar direções do crescimento da agropecuária e fornecer informações aos formuladores de políticas públicas quanto às tendências de produtos do agronegócio.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/07/2023 0 Comentários 442 Visualizações
Business

Exportações de Carne de Frango fecham 1° Semestre com Alta de 8,5%

Por Marcel Vogt 10/07/2023
Por Marcel Vogt

As exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 2,629 milhões de toneladas no primeiro semestre de 2023, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O número supera em 8,5% as vendas internacionais realizadas nos seis primeiros meses de 2022, com 2,423 milhões de toneladas.

A receita acumulada ao longo do primeiro semestre alcançou US$ 5,168 bilhões, saldo que supera em 9,3% os números acumulados entre janeiro e junho de 2022, com US$ 4,728 bilhões.

Considerando apenas o mês de junho, as exportações brasileiras de carne de frango alcançaram 446,2 mil toneladas, número 3,2% superior ao registrado no mesmo período de 2022, com 432,5 mil toneladas. A receita gerada pelas exportações chegou a US$ 887,5 milhões, número 6,7% menor que os US$ 951,7 milhões registrados em junho de 2022.

No levantamento por países, a China segue como principal destino, com 390,7 mil toneladas importadas entre janeiro e junho (superando em 33% o resultado alcançado no primeiro semestre de 2022). Em seguida estão o Japão, com 219,8 mil toneladas (+8,5%), Emirados Árabes Unidos, com 200,1 mil toneladas (-18,3%), África do Sul, com 189,7 mil toneladas (+16,5%) e Arábia Saudita, com 176,8 mil toneladas (+8,4%).

Entre os estados exportadores, o Paraná segue na liderança, com 1,090 milhão de toneladas nos seis primeiros meses deste ano (+11,1% em relação ao primeiro semestre de 2022), seguido por Santa Catarina, com 545,5 mil toneladas (+7,44%), Rio Grande do Sul, com 372,7 mil toneladas (-1,9%), São Paulo, com 151,4 mil toneladas (+17%) e Goiás, com 120,4 mil toneladas (30,8%).

“Ao longo deste ano registramos elevações em praticamente todos os destinos de exportações do Brasil, especialmente na Ásia. O comportamento positivo das exportações em níveis mensais médios próximos das 440 mil toneladas é uma sinalização importante da confiança dos mercados na qualidade do produto, na biossegurança da produção e na transparência e efetividade do trabalho do Ministério da Agricultura e demais órgãos do Brasil sobre o monitoramento da Influenza Aviária”, ressalta o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Carne suína

Segundo os levantamentos da ABPA, as exportações brasileiras de carne suína alcançaram 589,8 mil toneladas entre janeiro e junho deste ano, volume que supera em 15,6% os embarques realizados no mesmo período de 2022, com 510,2 mil toneladas.

Ainda no primeiro semestre, a receita das exportações chegou a US$ 1,413 bilhão, saldo 26,7% superior ao resultado registrado entre janeiro e junho de 2022, com US$ 1,115 bilhão.

Considerando apenas o mês de junho, as vendas de carne suína alcançaram 108,6 mil toneladas (melhor resultado mensal registrado em 2023), número 16,1% superior ao registrado em 2022, com 93,5 mil toneladas. A receita das vendas internacionais do mês chegou a US$ 264,3 milhões, saldo 20,7% maior que o total registrado em 2022, com US$ 219,1 milhões.

A China segue com principal importadora da carne suína brasileira, com 214,4 mil toneladas importadas no primeiro semestre (17,1% acima do registrado no ano passado), seguida por Hong Kong, com 61,1 mil toneladas (+21,6%), Filipinas, com 50,9 mil toneladas (+21,8%) e Chile, com 41,3 mil toneladas (+78%).

Santa Catarina segue como maior estado exportador de carne suína, com 321,2 mil toneladas exportadas entre janeiro e junho (+14,9%), seguido por Rio Grande do Sul, com 134,4 mil toneladas (+17,35%), Paraná, com 81,5 mil toneladas (+6,28%), Mato Grosso do Sul, com 13 mil toneladas (+56,44%) e Mato Grosso, com 12,5 mil toneladas (+69,8%).

“Em um cenário ainda desafiador para a suinocultura, as exportações de carne suína têm aumentado de maneira significativa no acumulado do ano, funcionando como uma alternativa. O Brasil tem crescido a sua participação em mercados relevantes, na esteira da diminuição dos volumes exportados, por exemplo, pela União Europeia, maior exportador mundial, e o Canadá, terceiro maior exportador. Para além do aumento expressivo de volume na China, Chile e Japão são os destaques positivos no primeiro semestre” disse o diretor de mercados da ABPA, Luis Rua.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/07/2023 0 Comentários 475 Visualizações
Business

Prefeita sanciona leis de doação onerosa de lotes do Distrito Industrial II

Por Marcel Vogt 03/07/2023
Por Marcel Vogt

A cedência de terrenos do Distrito Industrial II para seis diferentes empreendimentos promete diversificação econômica, geração de emprego e expectativa de R$ 8 milhões a serem investidos em Santa Cruz do Sul nos próximos quatro anos. As leis que determinam as condições da doação onerosa dos lotes foram sancionadas pela prefeita Helena Hermany nesta sexta-feira (30), em evento realizado no Salão Nobre do Palacinho, com a presença de autoridades e representantes das empresas contempladas. A área total do Distrito Industrial II tem 28 mil m² e foi adquirida no ano passado pela Prefeitura, com investimentos de R$ 4 milhões do programa Desenvolve Santa Cruz.

A aprovação das leis 9.307, 9.311, 9.312, 9.313, 9.314 e 9.315/2023 ocorreu neste mês pela Câmara de Vereadores. De autoria do Poder Executivo, a legislação determina que as empresas aprovadas em edital devem construir benfeitorias nos terrenos e têm prazo de dois anos para colocarem em funcionamento suas novas estruturas. Elas ficam isentas do pagamento de ITBI e IPTU pelos próximos cinco anos. Em contrapartida, devem indenizar os cofres públicos com 520 UPMs por lote recebido, cada um deles tem cerca de 1,4 mil m².

Um dos beneficiados com a iniciativa do governo municipal foi o Juliano Pinheiro dos Santos. Ele é diretor de duas empresas, que construirão pavilhões de 1,5 mil m² e 800 m², e avalia a iniciativa de forma muito positiva: “é importante para nós porque, sem esse incentivo, dificilmente conseguiríamos fazer um investimento tão alto assim”. Na visão do empreendedor, a aquisição das áreas e destinação a empresas que buscam expandir suas atividades no município foi “um passo muito importante desta gestão” que permite a “realização de sonhos”.

As organizações contempladas nesta etapa são a Metta Galvano Engenharia Ltda, RTW Engenharia Ltda, S.E.E Engenharia e Sistemas Industriais Ltda, Rocha Distribuidora de Produtos de Limpeza Ltda, MG Fabricação de Peças Industriais Ltda, Rene P. Silva & Cia Ltda.

Mais sete lotes serão disponibilizados

No evento, a prefeita anunciou que o governo planeja publicar em setembro, durante a semana do município, um novo edital para cedência de mais sete lotes. A expectativa é de que, juntos, os empreendimentos possam gerar mais de 200 novos postos de trabalho nos próximos quatro anos. Em março, outros lotes já haviam recebido aprovação para cedência a outras quatro empresas. Segundo o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Márcio Martins, as iniciativas são formas de viabilizar diferentes incentivos aos empreendedores locais, para que consigam “deslanchar suas atividades, gerando emprego, renda e desenvolvimento social”.

Em seu discurso, Helena agradeceu aos vereadores pela apreciação das leis – especialmente ao líder do governo na Câmara, Henrique Hermany, pela mobilização que tornou a aprovação possível. Além disso, disse que serão feitos investimentos em cursos profissionalizantes para incentivar a qualificação da mão de obra disponível: “Queremos que nossos trabalhadores possuam as habilidades e competências necessárias para contribuir plenamente com o sucesso dessas organizações e, consequentemente, com o crescimento de Santa Cruz do Sul”. Nos últimos anos, mais de mil alunos foram formados por cursos ofertados pela Prefeitura, atendendo às demandas de diversos setores produtivos

Foto: Isadora Oliveira/Divulgação | Fonte: Assessoria
03/07/2023 0 Comentários 484 Visualizações
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