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Business

Havan prevê crescimento de 20% nas vendas de brinquedos para o Dia das Crianças

Por Jonathan da Silva 03/10/2024
Por Jonathan da Silva

A Havan prevê um crescimento de 20% nas vendas de brinquedos para o Dia das Crianças, celebrado em 12 de outubro. A varejista, que possui 179 lojas em todo o Brasil e lidera o setor de brinquedos no país, acredita que as novas ofertas atrairão mais consumidores.

O gerente de compras da Havan, Aldemir de Souza, afirma ter confiança sobre as expectativas de vendas. “Temos um setor repleto de novidades e presentes para todas as idades. Nossos clientes poderão encontrar desde os brinquedos mais tradicionais até os lançamentos mais desejados do mercado”, afirma o gerente.

Para facilitar as compras, a Havan oferece condições especiais de pagamento, permitindo que os clientes parcelem suas aquisições em até 10 vezes sem entrada e sem juros. A varejista procura se posicionar, deste modo, como uma opção atrativa para aqueles que buscam presentes para as crianças, com uma variedade de produtos e condições acessíveis.

Líder em vendas de brinquedos no país, Havan projeta crescimento para a data especial de outubro

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/10/2024 0 Comentários 439 Visualizações
Variedades

Fundada por um ex-garçom, Urban Company registra faturamento de R$ 9 milhões em 2023

Por Jonathan da Silva 03/10/2024
Por Jonathan da Silva

A imobiliária gaúcha Urban Company atingiu a marca de R$ 1 bilhão em vendas acumuladas, completando cinco anos de atuação em 2023. No mesmo ano, a empresa localizada em Porto Alegre registrou um faturamento de R$ 9 milhões, representando um crescimento de 40% em relação a 2022. O fundador da Urban, Babiton Espíndola, a criou após ser demitido de seu antigo emprego, como garçom.

Espíndola atribui o sucesso ao investimento em tecnologia, marketing e desenvolvimento de equipes. “Acreditamos que a tecnologia e o marketing disruptivo são grandes aliados das empresas do setor imobiliário”, afirma Espíndola. Segundo ele, a empresa destinou R$ 2,3 milhões ao orçamento de marketing em 2024, o que contribuiu para o crescimento dos negócios.

Fundada em 2019, a Urban Company começou em uma sala de 20 m², com uma equipe de 14 pessoas. Espíndola decidiu criar a imobiliária após ser demitido de seu antigo emprego por sugerir melhorias que divergiam da cultura da empresa. Desde o início, a Urban focou na venda de lançamentos imobiliários de construtoras, e em 2023 expandiu suas operações para o mercado de imóveis secundários.

Fundador da Urban Company, Babiton Espíndola

Com essa diversificação, a Urban Company passou a atender tanto vendedores quanto compradores e investidores, movimentando cerca de R$ 10 milhões por mês no segmento de imóveis secundários. Para manter o ritmo de crescimento, a empresa tem investido em tecnologias como business intelligence e inteligência artificial. “Acreditamos que o uso de inteligência artificial será fundamental para oferecer uma experiência de cliente superior e manter nossa posição de crescimento no mercado”, conclui Espíndola.

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/10/2024 0 Comentários 438 Visualizações
Business

Fecomércio-RS prevê aumento de vendas no Dia das Crianças

Por Jonathan da Silva 26/09/2024
Por Jonathan da Silva

A Fecomércio-RS divulgou uma avaliação que prevê um aumento nas vendas no comércio gaúcho para o Dia das Crianças de 2024, com base em diversos fatores econômicos e sociais que impactam o consumo. A data, que é uma das mais importantes para o comércio brasileiro, atrás apenas do Natal e do Dia das Mães, deve registrar crescimento em relação ao ano anterior.

De acordo com a entidade, o cenário de recuperação econômica após as enchentes de maio e junho, que resultaram na perda de mais de 30 mil postos de trabalho formais, mostra sinais de melhora. Em julho, houve a contratação líquida de 6,7 mil trabalhadores, enquanto a massa salarial real dos gaúchos alcançou R$ 20,7 bilhões no segundo trimestre de 2024, um aumento de 8,7% em comparação com o mesmo período de 2023.

Além disso, um volume significativo de recursos, superior a R$ 10 bilhões, foi injetado na economia, proveniente de auxílios emergenciais, liberação de FGTS, antecipações de restituições do imposto de renda e de benefícios previdenciários, entre outros. Embora parte desses recursos tenha sido destinada à reconstrução das áreas afetadas pelas enchentes, esse aumento na renda das famílias também deve influenciar positivamente outros setores do comércio, incluindo as vendas do Dia das Crianças.

A Fecomércio-RS destaca ainda que outro fator importante é a mudança nas preferências dos consumidores, impulsionada pela mobilização social em prol das famílias afetadas pelas enchentes, o que pode estimular doações de brinquedos e presentes durante a data comemorativa.

Por outro lado, o impacto demográfico é uma questão estrutural que afeta o potencial de consumo a longo prazo. O Rio Grande do Sul tem a sétima menor taxa de fecundidade do país, o que resultou em uma redução de 0,9% no número de crianças de 0 a 14 anos em 2024 em relação a 2023. Apesar disso, a entidade mantém uma perspectiva positiva para as vendas, com estimativa de crescimento real em comparação ao ano anterior.

A queda nos preços de brinquedos e roupas infantis, registrada pelo IPCA, também contribui para a expectativa otimista. No acumulado de 12 meses até agosto, os preços de brinquedos caíram 1,73% no Brasil e 0,63% na Região Metropolitana de Porto Alegre, enquanto as roupas infantis registraram uma queda de 0,49% no Brasil e 0,97% na mesma região.

A Fecomércio-RS também destaca a importância de estratégias de vendas para os lojistas, como a diversificação de vitrines, formas de pagamento flexíveis e o uso de redes sociais para atrair consumidores. A entidade alerta que a maior parte das vendas ocorre na semana anterior à data, com pico na véspera, e que o movimento tende a continuar elevado nos dias seguintes, devido às trocas de presentes.

Estratégias sugeridas pela entidade

  • Comunique-se assertivamente com seu público-alvo em suas redes sociais. Mostre novidades e faça sugestões de presentes por faixa etária;
  • A vitrine precisa ser atraente e diversificada! Coloque preços nos produtos e apresente opções para todos os orçamentos;
  • Estude possibilidades de pagamento que sejam boas para os clientes, mas que não desequilibre o seu fluxo de caixa. Lembre-se de que diferenciar preços à vista com descontos pode ser um bom negócio;
  • Organize parcerias com fornecedores que possibilitem ofertas e condições de pagamento coerentes com o fluxo de caixa dos negócios;
  • Estude possibilidades de atrativos na loja para atração das famílias por uma programação especial;
  • Lembre-se de que a maior parte das vendas se concentra na semana anterior à data, com pico na véspera do dia comemorativo. Todavia, os dias posteriores, com as trocas, também geram maior movimento que a média.
Foto: Freepik/Divulgação | Fonte: Assessoria
26/09/2024 0 Comentários 297 Visualizações
Business

Confiança da indústria gaúcha atinge melhor marca desde abril

Por Jonathan da Silva 26/09/2024
Por Jonathan da Silva

O Índice de Confiança do Empresário Industrial gaúcho (ICEI-RS) registrou um crescimento de 3 pontos em setembro, alcançando 52,0 pontos, superando a marca de 50 pela primeira vez desde abril. O resultado foi apresentado pela Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs) na quarta-feira (25).

O presidente da Fiergs, Claudio Bier, afirma que a volta da confiança dos empresários gaúchos foi influenciada pela recuperação rápida e surpreendente da atividade industrial no RS após as enchentes de maio e pelo aquecimento da economia. “Porém, a confiança ainda é muito baixa. Além dos efeitos perenes da calamidade climática, agravados pela demora na chegada dos recursos e pela insuficiência das medidas tomadas, ainda há pessimismo com relação ao futuro da economia brasileira devido à continuidade das incertezas decorrentes das questões fiscais do país e à perspectiva de aumento das taxas de juros”, pondera o dirigente.

Esta é a segunda alta consecutiva e a terceira nos últimos quatro meses, colocando a confiança do setor industrial no maior patamar desde outubro de 2022. Apesar disso, o índice continua abaixo da média histórica de 53,6 pontos, indicando um nível de confiança ainda baixo.

Em setembro, todos os componentes do índice cresceram pelo segundo mês consecutivo, embora apenas os relacionados às empresas estejam nas faixas positivas. O Índice de Condições Atuais subiu de 43,9 pontos em agosto para 47,9 em setembro, mostrando que os empresários ainda percebem uma piora nas condições de negócios, embora com uma melhora na percepção negativa. O Índice de Condições da Economia Brasileira subiu 3,4 pontos, atingindo 43,2.

A proporção de empresários que observam deterioração no cenário econômico nacional diminuiu de 41,4% para 34,0% entre agosto e setembro. O Índice de Condições da Economia gaúcha também apresentou crescimento, passando de 34,8 para 41,6 pontos.

Em relação às condições das empresas, o índice que as mede estabilizou em 50,2 pontos, marcando a primeira vez desde dezembro de 2022 que não houve piora.

Para os próximos seis meses, os empresários gaúchos estão mais otimistas, com o Índice de Expectativas aumentando para 54,1 pontos. No entanto, há uma diferença entre os subcomponentes. Enquanto o Índice de Expectativas das Empresas cresceu para 57,8 pontos, o Índice de Expectativas da Economia Brasileira ainda apresenta pessimismo, com 46,6 pontos.

Claudio Bier

Bier pontua que os resultados estão alinhados com baixos níveis de atividade e indicam uma tendência de crescimento lento e irregular para o setor nos próximos meses. “Uma trajetória positiva mais consistente requer maiores níveis de confiança”, enfatiza o dirigente.

A pesquisa foi realizada com 156 empresas, entre 2 e 11 de setembro, incluindo 37 pequenas, 52 médias e 67 grandes. Os detalhes completos podem ser acessados no Observatório da Indústria do Rio Grande do Sul em observatoriodaindustriars.org.br.

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/09/2024 0 Comentários 414 Visualizações
Business

Semana Farroupilha pode impulsionar vendas do comércio gaúcho

Por Jonathan da Silva 16/09/2024
Por Jonathan da Silva

A celebração da Semana Farroupilha 2024 é considerada pela Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul (FCDL-RS) uma oportunidade para impulsionar as vendas do comércio gaúcho. Além das intensas comemorações realizadas todos os anos, desta vez há o componente extra de demonstrar a força do estado para se reconstruir após a catástrofe climática do mês de maio.

De acordo com a entidade, para 2024 é possível prever uma busca intensa de artigos que representam as tradições do Rio Grande do Sul. Como ainda restam alguns dias para o 20 de setembro, é possível esperar um crescimento ainda maior da busca pelos itens que rementem a nossa cultura. “Temos observado uma busca expressiva de produtos tradicionais do estado, como pilchas, bombachas, botas, chapéus, cuias e bombas de chimarrão. É uma maneira dos gaúchos demonstrarem seu amor pelo Rio Grande do Sul, sentimento que ficou ainda mais forte após tudo que sofremos neste ano. Pelo que visualizamos, esperar um incremento nas vendas de até 15% na comparação com 2023 é um resultado possível”, projeta o presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch.

O dirigente lembra que a celebração da Semana Farroupilha 2024 também reforça a ideia de valorizar as empresas e marcas gaúchas, com a população comprando artigos que são fabricados no estado e não apenas itens ligados às tradições gauchescas, mas produzidos de fora. “O momento de reconstrução do nosso estado ganha um motivador maior com a celebração da Semana Farroupilha e do 20 de setembro. Os comerciantes podem aproveitar esse momento para estreitar laços com as suas comunidades, apostando na utilização de cores e adereços que rementam ao Rio Grande do Sul. Além disso, os consumidores podem ajudar na recuperação econômica e social das cidades onde residem, comprando nos estabelecimentos locais”, enfatiza Koch.

O presidente da FCDL-RS afirma que as comemorações da Revolução Farroupilha são um diferencial que o Rio Grande do Sul apresenta em relação aos demais estados do país. “Tradicionalmente as comemorações da Revolução Farroupilha geram bons negócios para segmentos que atuam com os nossos produtos típicos e, também, comercializam alimentos e bebidas, além dos que promovem eventos sociais ligados à nossa cultura e tradições. Neste ano os resultados deverão ser ainda mais expressivos”, conclui o presidente da FCDL-RS.

Foto: FCDL-RS/Divulgação | Fonte: Assessoria
16/09/2024 0 Comentários 389 Visualizações
Business

Indústria de calçados Kidy deve crescer 15% em 2024

Por Jonathan da Silva 02/09/2024
Por Jonathan da Silva

A empresa paulista Kidy Calçados deve crescer 15% em faturamento no ano de 2024. Player importante de um mercado que fabrica, anualmente, mais de 54 milhões de pares de calçados infantis, indústria de Birigui-SP conta com uma produção de mais de 15 mil pares de calçados por dia e deve arrecadar mais de R$ 180 milhões neste ano.

O cofundador e diretor acionista da empresa, Ricardo Gracia, destaca que a Kidy passa por um momento de crescimento devido a reformulações do seu time de produção, vendas e marketing, com impacto direto no atendimento das demandas nacionais e internacionais, já que 15% de tudo o que a calçadista produz é exportada para mais de 50 países. “Nosso crescimento está focado, sobretudo, no ganho de produtividade e reposicionamento de custos e preços, com investimentos voltados para pesquisas e desenvolvimentos que aprimorem ainda mais os nossos pilares de saúde e conforto e calçados infantis que só a Kidy tenha”, comenta o diretor.

Atualmente, a marca conta com 11 tecnologias exclusivas certificadas pelo Instituto Brasileiro de Tecnologia do Couro e do Calçado (IBTeC). Somente em 2024, de acordo com o empresário, foram abertos mais de mil novos clientes no mercado nacional e internacional.

Crescimento poderia ser ainda maior

O crescimento, segundo Gracia, poderia ser maior se as condições de competitividade da indústria nacional fossem melhores, especialmente diante dos calçadistas asiáticos. “Um grande desafio no mercado, tanto nacional quanto internacional, tem sido a concorrência predatória imposta pelos calçados asiáticos, em especial os provenientes da China. No mercado externo, notamos uma inundação de calçados baratos e de baixa qualidade em destinos importantes do nosso produto. Já no mercado doméstico, levar o consumidor final até as lojas físicas, considerando o crescimento significativo de compras de calçados on-line em plataformas de e-commerce, tem sido outro grande desafio. A Kidy tem essa preocupação em fazer o sell out do lojista e efetivar, de fato, um bom giro dos produtos que fabricamos”, avalia o empresário.

Futuro

Para 2025, as projeções da Kidy seguem otimistas, com crescimento de vendas, produção e faturamento. Segundo Gracia, a Kidy está trabalhando no planejamento do próximo ano com o objetivo de aumentar sua carteira de clientes no Brasil, ampliando a pulverização das vendas de suas mais de 40 linhas de calçados infantis para todos os estados brasileiros. “Internacionalmente queremos também fortalecer a presença em países do Oriente Médio e Europa, o que se dará pelo contato mais intenso com os players locais, tanto de forma direta quanto em feiras e ações internacionais”, conta o diretor.  

Foto: Kidy/Divulgação | Fonte: Assessoria
02/09/2024 0 Comentários 377 Visualizações
Variedades

Economista afirma que segundo semestre será melhor para a economia brasileira

Por Jonathan da Silva 22/08/2024
Por Jonathan da Silva

O doutor em Economia e consultor setorial Marcos Lélis afirmou que o segundo semestre deverá ser melhor para a economia brasileira durante reunião online do Grupo de Inteligência realizado pela Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) na manhã desta quinta-feira (22). O objetivo do encontro foi dar subsídios para fabricantes do setor poderem traçar estratégias comerciais assertivas para curto e médio prazos. De acordo com o especialista, a economia do país deve crescer em 2024, puxada pelo mercado interno, com a menor taxa de desemprego em mais de 10 anos e o aumento do salário médio.

Segundo Lélis, o PIB brasileiro deve crescer 1,9% em 2024, passando para 2,1% em 2025. “O segundo semestre será melhor do que o primeiro”, afirma o economista. O mercado interno deve seguir sendo o motor desse crescimento, baseado na taxa de desemprego de 6,9% e no aumento da renda média do brasileiro, que passou de R$ 2.948 para R$ 3.113 entre julho de 2023 e julho de 2024. “Por outro lado, são impeditivos de um incremento ainda maior, a persistência do endividamento das famílias brasileiras, hoje em 78,5%, praticamente idêntico ao registro do ano passado”, destaca Lélis, ressaltando que o custo do crédito ainda segue elevado e que os juros elevados ainda impedem que as famílias possam honrar seus compromissos.

Com a inflação controlada (IPCA de 12 meses em 4,2%) e a possibilidade de redução de juros nos Estados Unidos, Lélis avalia que existe espaço para a redução de juros no Brasil, o que poderia aliviar a pressão do endividamento das famílias sobre o consumo. O economista adiantou também que os dados do setor calçadista, que deve crescer em 2024, serão divulgados no evento Análise de Cenários, que será realizado pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em outubro.

Grupo de Inteligência

O Grupo de Inteligência de Mercado da Assintecal tem o objetivo de auxiliar empresas do setor de componentes para couro, calçados e artefatos na adoção de estratégias com base em informações relevantes e projeções para a atividade no curto e médio prazos. As reuniões são realizadas bimestralmente e contam com apresentações de Marcos Lélis.

Foto: Assintecal/Divulgação | Fonte: Assessoria
22/08/2024 0 Comentários 372 Visualizações
Business

Comércio projeta crescimento de vendas com a chegada do Dia dos Pais

Por Jonathan da Silva 25/07/2024
Por Jonathan da Silva

Um levantamento realizado pela Confederação Nacional do Comércio (CNC) mostra uma possibilidade de crescimento de 4,7% nas vendas do comércio no período próximo ao Dia dos Pais, que será comemorado em 11 de agosto. A variação positiva também é projetada pela Federação do Comércio de Bens e de Serviços do Estado do Rio Grande do Sul (Fecomércio-RS), que planeja circulação maior de recursos nos municípios gaúchos, especialmente a partir da liberação do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) nas cidades atingidas pelas inundações.

A projeção feita pela área econômica da Federação mostra que, além da injeção de recursos extas, como o caso do FGTS e outros repasses, as enchentes tiveram como consequência a criação de novas necessidades para os consumidores, situação vista como oportunidade de vendas para a data comemorativa. Um aumento na mão de obra, que gerou quase 40 mil novas vagas de emprego no estado durante o mês de julho, associado a baixa da taxa de juros, também vão ao encontro do otimismo do setor.

De acordo com o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Santa Cruz do Sul e Região (Sindilojas-VRP), Mauro Spode, a data de Dia dos Pais pode ser considerada a terceira mais importante do calendário de vendas, atrás apenas do Natal e Dia das Mães, que neste ano teve o rendimento completamente afetado pelas enchentes. “Este ano vivemos um momento muito peculiar e diferente em maio, em uma situação que não favoreceu o Dia das Mães. No entanto, as condições econômicas mais favoráveis e a retomada dos negócios em nossas cidades muito atingidas pelas inundações, mostram que haverá sim uma boa expectativa para o varejo agora”, destaca Spode. 

Para o dirigente, além do comércio de peças de vestuário e calçados, a data é também uma oportunidade para segmento de perfumaria e cuidados pessoais, além de itens esportivos, ferramentas e presentes do grupo de equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação, bem como do segmento de alimentos e bebidas. “É um cenário de oportunidades diferenciadas, que também é favorecida pelo clima. Vivemos neste inverno a volta da sequência contínua de dias muito frios. Se esta tendência se repetir, e tudo indica que deverá, o comportamento do consumidor será influenciado de maneira positiva com esta data”, avalia o presidente do Sindilojas-VRP. 

Diversos segmentos devem aumentar vendas no Dia dos Pais

Foto: Bruno Pedry/Nascimento MKT/Divulgação | Fonte: Assessoria
25/07/2024 0 Comentários 456 Visualizações
Variedades

Gramado recebe evento focado em alavancar crescimento de fotógrafos

Por Jonathan da Silva 08/07/2024
Por Jonathan da Silva

Com foco em impulsionar o crescimento de fotógrafos a partir da capacitação na área dos negócios, o evento ‘Fotógrafo Faixa Preta’ acontece em Gramado nos dias 23, 24 e 25 de julho. Com a presença de 250 fotógrafos de distintas áreas, a imersão terá em sua programação hot seats, palestras, atividades práticas, coffee break com networking, planejamento de negócios, experiência Premium e até surpresas para os participantes.

O ‘Fotógrafo Faixa Preta’ receberá diversos fotógrafos renomados, reconhecidos por estarem entre os melhores do país. Com o compartilhamento de experiências, o evento falará sobre a jornada necessária para um profissional da área atingir até mesmo o rendimento de mais de R$ 200 mil por ano. Esse evento vem crescendo, ele tem praticamente o dobro da edição passada, que foi em janeiro. A gente está impactando o mercado, não só de fotografia, como há muitos anos eu já faço”, destaca o idealizador do evento, o fotógrafo Robison Kunz. O ‘Fotógrafo Faixa Preta’ acontece a cada seis meses e as projeções do idealizador são de que as próximas edições sejam realizadas fora do estado, possivelmente em São Paulo.

Com o primeiro lote de inscrições para o evento já encerrado, é possível demonstrar interesse em participar da lista de espera no site mentoriapower.com.br/evento-jul-24/.

O palco para o Fotógrafo Faixa Preta será a Casa Nuvole, localizada na ERS-235, 31330, Carazal, em Gramado.

A mente por trás do evento

Robison Kunz

Morador de Picada Café, o fotógrafo Robison Kunz tem 35 anos e trabalha na área da fotografia desde 2006. Consagrado por suas fotos em casamentos e ensaios, Robison já ganhou mais 300 prêmios em associações nacionais e internacionais. Dentre as honrarias, estão a recepção do prêmio do melhor álbum de casamento do Brasil em 2013, o Lente de Ouro como Fotógrafo do Ano de casamentos em 2017 e a premiação de um trabalho como a 6ª melhor história de casamento do mundo pela Fearless Photographers, em 2018.

Para atingir o chamado nível da faixa preta na fotografia, título desejado por mais de 98% dos fotógrafos, o evento em Gramado traz ações que se baseiam na metodologia Power, que faz parte do trabalho de mentoria realizado pelo próprio Robison a centenas de fotógrafos. “Eu mentoro um grupo de fotógrafos que juntos faturam mais de 12 milhões”, revela o fotógrafo.

Programação

  • 23 de julho: ação exclusiva para fotógrafos que faturam acima de 100 mil por ano.
  • 24 e 25 de julho: atividades liberadas para todos os fotógrafos inscritos no evento.
Fotos: Divulgação
08/07/2024 0 Comentários 419 Visualizações
Business

Exportações brasileiras de carne suína crescem 7,8% em abril

Por Jonathan da Silva 13/05/2024
Por Jonathan da Silva

As exportações do Brasil de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) cresceram 7,8% no mês de abril em relação ao mesmo período do ano passado. No total, foram 112,7 mil toneladas exportadas de acordo com dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Em 2023, foram 104,5 mil toneladas. No entanto, a receita caiu 3,8% em relação ao ano anterior. Em 2024, a obtenção foi de US$ 241,8 milhões, enquanto em 2023 foi de US$ 251,3 milhões.

No total do primeiro quadrimestre deste ano, as exportações cresceram 6% em relação a 2023, com 402,1 mil toneladas exportadas. No ano anterior, foram 379,4 mil toneladas. Todavia, houve queda de 6,5% na receita. Foram U$ 839,6 milhões arrecadados neste ano ante US$ 897,7 milhões em 2023.

No ranking dos principais destinos, a China segue no primeiro lugar mesmo com queda de 35,9% nas exportações, com 21,5 mil toneladas. Na sequência, vêm Filipinas, com 16,7 mil toneladas, aumento de 66,5%. No terceiro posto está Hong Kong, com 9,1 mil toneladas, baixa de 34,7%. Na sequência, aparecem quatro países com as exportações em alta: Singapura, com 8,1 mil toneladas, aumento de 3%, Chile, com 7,3 mil toneladas, alta de 22,7%, Japão, com 7 mil toneladas, crescimento de 82,4%, e Vietnã, com 5,3 mil toneladas, elevação de 99,1%. “A demanda internacional tem influenciado positivamente os preços ao longo deste ano, que apresenta uma recuperação significativa entre janeiro e abril. Ao mesmo tempo, o bom ritmo das exportações deverá se manter, estabelecendo patamar de embarques acima das 100 mil toneladas”, destaca o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Santa Catarina segue como maior exportador brasileiro de carne suína, com 62 mil toneladas embarcadas em abril, um aumento de 9,1%. Na sequência aparece o Rio Grande do Sul, com 21,6 mil toneladas, queda de 7,5%. Terceiro colocado, o Paraná exportou 17,1 mil toneladas, crescimento de 15,4%. Completam o top 5 o Mato Grosso, com 4 mil toneladas, alta de 62,5%, e o Mato Grosso do Sul, com 2,3 mil toneladas, elevação de 2,2%.

Há um aumento na capilaridade das exportações de carne suína do Brasil, que agora alcançam com maior expressividade outros mercados de alto valor agregado, como é o caso do Japão e outras nações da Ásia. Destaque também para os crescentes volumes embarcados para as Américas, em especial Estados Unidos, Porto Rico e Chile, em certa medida fruto de novas habilitações conquistadas pelo setor. Por sua vez, expectativas ainda mais positivas nos próximos meses nas Filipinas, que recentemente aceitou o sistema de pre-listing do Brasil. Este movimento de diversificação dos destinos deve se manter ao longo deste ano”, avalia o diretor de mercados da ABPA, Luís Rua.

Foto: eNow/Pixabay/Divulgação | Fonte: Assessoria
13/05/2024 0 Comentários 342 Visualizações
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