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coração

Cidades

Mutirão cardiológico em Novo Hamburgo atende pacientes do SUS

Por Jonathan da Silva 18/08/2025
Por Jonathan da Silva

Um mutirão de atendimentos em cardiologia foi realizado neste sábado (16) em Novo Hamburgo, promovido pela ONG Juntos pela Vida em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde. A ação ocorreu no Centro de Especialidades Médicas, ao lado da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Centro, com o objetivo de reduzir a fila de espera por consultas especializadas no Sistema Único de Saúde (SUS).

Dos 66 pacientes agendados para o mutirão, 44 compareceram e receberam avaliação médica especializada. Durante as consultas, quatro pessoas foram encaminhadas para realização de cateterismo. Outros 12 pacientes que estavam na lista não compareceram ao atendimento.

Para a administradora e organizadora dos mutirões, Lucirene Angeli, a atividade representa um reforço para a rede pública de saúde. “Essas ações são fundamentais para quem depende do SUS e enfrenta longas filas de espera, pois levam atendimento médico direto a quem mais precisa, com cuidado, acolhimento e qualidade de vida”, destacou Lucirene.

Meta de ampliar especialidades

A gerente de Média e Alta Complexidade da Secretaria Municipal de Saúde de Novo Hamburgo, Lisiane Kiefer Guimarães, explicou que a iniciativa faz parte de uma estratégia para reduzir o tempo de espera dos usuários do SUS. “Nossa meta é diminuir o tempo que os pacientes esperam pelo primeiro atendimento com uma especialidade em nossa cidade. Estamos analisando possibilidades de outros mutirões, tanto de cardiologia como de outras áreas médicas”, afirmou Lisiane.

O que é a ONG Juntos pela Vida

A ONG Juntos pela Vida foi fundada em 2016 pelo médico Carlos Antonello, atual presidente da entidade, e atua no Vale do Sinos oferecendo apoio médico especializado a pacientes do SUS. Mantida por doações e promoções beneficentes, também promove ações voltadas ao combate ao câncer.

Foto: SMS/PMNH/Divulgação | Fonte: Assessoria
18/08/2025 0 Comentários 239 Visualizações
Saúde

Instituto Ceos inicia estudo clínico sobre infarto de repetição

Por Jonathan da Silva 17/07/2025
Por Jonathan da Silva

O Instituto Ceos iniciou um estudo clínico voltado ao infarto agudo do miocárdio (IAM), com foco tanto em pacientes que sofreram o primeiro episódio quanto em casos de recorrência. A pesquisa tem como objetivo identificar fatores de risco e desenvolver estratégias de prevenção para pacientes com histórico da condição, que é a principal causa de mortalidade no Brasil.

A pesquisa inclui a avaliação de um novo dispositivo de aplicação de anticoagulante, semelhante às canetas usadas por pacientes com diabetes. O recurso permitirá que o próprio paciente aplique o medicamento ao perceber sintomas de infarto.

O estudo é direcionado a pacientes com risco elevado, maiores de 18 anos, que tenham sofrido IAM nas últimas quatro semanas e apresentem doença arterial coronária multiarterial, além de condições como diabetes mellitus, doença renal crônica, doença arterial periférica ou falha em revascularização coronária.

Avanços na prevenção e redução de mortalidade

Segundo o coordenador do estudo, doutor Douglas Boris, o objetivo da iniciativa é “avaliar intervenções médicas e estratégias preventivas que possam reduzir a reincidência do infarto, melhorar a sobrevida dos pacientes e otimizar os recursos do sistema público de saúde”.

O Brasil registra entre 300 mil e 400 mil casos de IAM por ano, com um óbito a cada cinco a sete casos. As internações por infarto aumentaram mais de 50% na última década, alcançando cerca de 90 mil por ano.

O que é o Instituto Ceos

O Instituto Ceos é uma instituição privada de pesquisa clínica com sede em Porto Alegre. Fundado pelos médicos Paulo Pitrez e Willian Adami e pelo administrador Ricardo Melo Bastos, atua em parceria com o Hospital Ernesto Dornelles. A entidade também possui sede no hub de saúde do Tecnopuc, da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS).

Mais de 30 protocolos de pesquisa foram iniciados desde o início da operação piloto em 2023. Interessados em participar do estudo podem entrar em contato pelo telefone (51) 98974-1350.

Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
17/07/2025 0 Comentários 233 Visualizações
Saúde

Especialista alerta que 80% das mortes cardíacas poderiam ser evitadas

Por Jonathan da Silva 16/07/2025
Por Jonathan da Silva

A adoção de hábitos saudáveis pode prevenir até 80% das mortes causadas por doenças do coração de acordo com a chefe do Serviço de Cardiologia e Cirurgia Cardiovascular do Hospital Moinhos de Vento, Carisi Anne Polanczyk. Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam que essas enfermidades são a principal causa de óbitos no mundo, com cerca de 17,9 milhões de mortes anuais, incluindo um terço de pessoas com menos de 70 anos.

De acordo com a cardiologista, fatores como sedentarismo, obesidade, hipertensão e diabetes são os principais responsáveis pelo desenvolvimento de doenças cardíacas graves, como arritmias e insuficiência cardíaca. “Muitas vezes, as pessoas só dão atenção à saúde depois de um susto, como um infarto ou AVC”, afirma Carisi. “Mas hoje, já está mais do que provado que escolhas saudáveis impactam diretamente na nossa saúde e qualidade de vida”, complementa a médica.

A especialista defende a prevenção primordial, que consiste em agir antes mesmo do surgimento dos fatores de risco. Carisi explica que os hábitos alimentares são formados entre os 6 e 7 anos e que, após essa fase, as mudanças se tornam mais difíceis. “A obesidade abdominal é um sinal de alerta para o desenvolvimento do diabetes tipo 2 e representa um risco maior para problemas cardiovasculares”, enfatiza a cardiologista.

Três pilares de cuidado com o coração

A especialista orienta que a saúde cardiovascular seja baseada em três pilares:

  1. Autoconhecimento: observar sinais do corpo e identificar fatores prejudiciais, como estresse, poluição e falta de sono.
  2. Escolhas saudáveis: manter uma alimentação equilibrada, praticar exercícios físicos, garantir qualidade do sono e cultivar vínculos sociais.
  3. Acompanhamento médico: realizar exames periódicos para monitorar colesterol, pressão arterial e glicemia, além de avaliar riscos genéticos.

Entre as recomendações estão manter o peso adequado, evitar alimentos ultraprocessados e bebidas açucaradas, praticar pelo menos 150 minutos semanais de atividade aeróbica e incluir exercícios de resistência muscular a partir dos 40 anos.

Resultados de programas de prevenção

O Hospital Moinhos de Vento também vem implantando a metodologia ICHOM (International Consortium for Health Outcomes Measurement) no atendimento de pacientes com insuficiência cardíaca. Com isso, a taxa de readmissão hospitalar em 30 dias caiu de 13-15% para 7,5% em 2024, uma redução de 30%. Pacientes relataram melhora na qualidade de vida, com aumento médio de 10 pontos no questionário Kansas City Cardiomyopathy Questionnaire (KCCQ), que avalia sintomas e bem-estar geral.

Foto: Drazen Zigic/Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
16/07/2025 0 Comentários 277 Visualizações
Saúde

Paciente recebe prótese cardíaca inédita no Brasil após dois anos de espera por autorização

Por Jonathan da Silva 29/10/2024
Por Jonathan da Silva

Depois de dois anos aguardando uma autorização da Anvisa, uma paciente com uma condição cardíaca rara recebeu uma prótese inédita no Brasil em um procedimento realizado no Hospital Moinhos de Vento, de Porto Alegre, em julho deste ano. Luriane Minho, 32 anos, foi diagnosticada com comunicação interatrial (CIA) e hipertensão pulmonar em 2019, condição que afetava seu coração e aumentava os riscos à sua saúde.

O primeiro sinal do problema surgiu em 2019, quando Luriane sentiu uma aceleração anormal dos batimentos cardíacos. Após procurar atendimento em Capão da Canoa, sua cidade, foi orientada a investigar a situação com um cardiologista, que confirmou a presença de CIA, uma anomalia que causa um “buraco” entre os átrios direito e esquerdo do coração. Ao longo dos anos, a condição evoluiu para hipertensão pulmonar, levando a paciente a uma rotina de cuidados intensivos e consultas regulares.

Sob acompanhamento do médico cardiologista intervencionista João Manica, Luriane foi indicada para receber uma prótese com fenestra, específica para sua condição. A prótese necessária, no entanto, não possuía autorização para uso no Brasil, o que motivou Manica a iniciar um processo para obtenção do material através do “uso compassivo”. “Fomos à Anvisa fazer uma solicitação. Ele é um dispositivo comprovado, porém, sem autorização aqui, o que exigiria o uso compassivo. Comecei o processo em 2021. Elaborei relatórios, termos de responsabilidade”, afirmou Manica.

Em janeiro deste ano, a Anvisa autorizou a importação da prótese, doada pelo fabricante para o caso de Luriane. “Eu chorei quando soube. Tive um sentimento muito bom de ter uma expectativa de vida um pouco maior, de poder conseguir fazer planos”, descreveu a paciente sobre o momento em que recebeu a notícia.

Com a prótese fabricada e importada, a cirurgia ocorreu em julho. Segundo Manica, a operação foi rápida, e a paciente teve alta poucos dias após o procedimento. A chefe do Serviço de Cardiologia do Hospital Moinhos de Vento, Carisi Polanczyk, afirmou que o avanço das técnicas na cardiologia tem sido crucial para casos como o de Luriane. “Esse foi o caso da Luriane, que tinha uma doença cardíaca congênita frequente, mas que, para ser corrigida, precisava de uma prótese específica. A persistência da paciente e da equipe fizeram toda a diferença para o resultado positivo para ela”, afirmou Carisi.

Após a cirurgia, Luriane ainda precisará evitar atividades que elevem a frequência cardíaca e deverá manter o acompanhamento médico. Contudo, ela espera que o dispositivo permita uma vida mais ativa e com menos restrições. “Minha expectativa é que a prótese me ajude tanto ao ponto que não precise mais tomar remédio – ou diminua a dosagem – para a hipertensão. Quero viajar, fazer coisas que antes eu não conseguia porque o meu corpo não aguentava”, destacou Luriane.

Foto: HMV/Divulgação | Fonte: Assessoria
29/10/2024 0 Comentários 488 Visualizações
Saúde

Doenças cardiovasculares e AVC lideram causas de morte no mundo e Amrigs faz alerta

Por Jonathan da Silva 25/09/2024
Por Jonathan da Silva

As doenças cardiovasculares e o Acidente Vascular Cerebral (AVC) continuam sendo a principal causa de mortes no Brasil e no mundo. A Associação Médica do Rio Grande do Sul (Amrigs) destaca que Dia Mundial do Coração, celebrado em 29 de setembro, relembra a necessidade urgente de prevenção e conscientização em relação a essas condições, que incluem doenças como a arterial coronariana, principal responsável por infartos e dor no peito.

O diretor de Comunicação da Amrigs, Marcos André dos Santos, destaca a importância de adotar um estilo de vida saudável, com alimentação equilibrada e prática de atividades físicas, para prevenir essas condições. Diabéticos, por exemplo, têm duas a quatro vezes mais chances de sofrer um infarto. “Fatores de risco como tabagismo, colesterol elevado, hipertensão, obesidade, estresse, depressão e diabete estão diretamente ligados ao aumento dessas doenças”, afirma Marcos André.

A pesquisa nacional de saúde (PNS) revelou que o AVC também tem uma prevalência de 1,6% entre homens e 1,4% entre mulheres no Brasil. O AVC, que pode ser isquêmico ou hemorrágico, é uma emergência médica que exige atendimento imediato. Sintomas como dor de cabeça intensa, fraqueza, dormência em partes do corpo, perda de fala, visão turva e desequilíbrio muitas vezes são ignorados, o que dificulta o diagnóstico precoce.

A Amrigs reforça em comunicado a necessidade de políticas públicas que promovam a saúde e a prevenção dessas doenças. A adoção de hábitos saudáveis e a educação da população são fundamentais para reverter o cenário preocupante das doenças cardiovasculares e do AVC.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/09/2024 0 Comentários 378 Visualizações
Saúde

Fatores hormonais influenciam o risco de doenças cardiovasculares nas mulheres

Por Ester Ellwanger 19/03/2022
Por Ester Ellwanger

Em todo o mundo, incluindo o Brasil, as doenças cardiovasculares são a principal causa de morte, tanto em mulheres quanto em homens. Entre elas, segundo informações da Sociedade Brasileira de Cardiologia, essas doenças já representam 30% do total de mortalidade, principalmente acima dos 40 anos.

A cardiologista Dra. Bruna Loise Mayer, do Hospital São Vicente Curitiba, explica que enquanto as mulheres estão em idade fértil, o estrogênio, principal hormônio sexual feminino, tem um efeito protetor no coração. Mas, com a queda dele após a menopausa, o risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares acaba se tornando maior nelas do que nos homens.

“Isso ocorre porque a queda desse hormônio provoca uma distribuição diferente no metabolismo dos lipídios, dos açúcares, das gorduras, que acabam se depositando em lugares diferentes do organismo. Nessa fase, as mulheres ficam com uma resistência maior à insulina, tem maior rigidez arterial, o que eleva o risco de hipertensão, diabetes, colesterol e outras doenças que são os fatores de riscos clássicos para as doenças cardiovasculares”, explica.

 

Contudo, outras características femininas individuais também podem influenciar na saúde do coração. O cardiologista clínico do Hospital São Vicente Curitiba, Dr. Leandro Vasconcelos relata que mulheres com a menarca antes dos dez anos ou após os dezessete anos, que tiveram pré-eclâmpsia ou diabetes gestacional têm maior risco de desenvolver uma doença cardiovascular na vida adulta. “Mas, a amamentação parece ter um efeito protetor”, complementa.

Muitas mulheres ainda não sabem que o risco de evento cardiovascular é alto ao associar o uso da pílula anticoncepcional ao tabagismo. “Nós vemos uma incidência muito grande de eventos cardiovasculares, como trombose, AVC ou até embolias pulmonares em mulheres jovens por causa dessa combinação” alerta.

Algumas doenças autoimunes, como lúpus e artrite reumatoide, mais comuns entre a população feminina, também são fatores de risco. “Essas doenças são inflamatórias e favorecem a aterosclerose, principal causa de deposição de gordura nas artérias”, aponta Dr. Leandro Vasconcelos.

 

 

Sintomas de infarto

As mulheres ainda podem ter sintomas diferentes em um infarto. Enquanto nos homens têm uma dor mais típica no peito, que corre para o lado esquerdo, nas mulheres nem sempre isso acontece. “Muitas vezes, elas têm uma dor na barriga, mais falta de ar, náusea e muitas ignoram os sintomas achando que é algo gástrico. Isso provoca uma demora no diagnóstico, o que dificulta as possibilidades de tratamento”, aponta Dr. Leandro Vasconcelos.

Prevenir é fundamental

Com ou sem proteção de fatores hormonais, a prevenção ainda é a melhor maneira de evitar cardiopatias. “Na maioria das vezes, a evolução para uma doença cardiovascular mais grave acontece quando temos uma combinação de fatores de risco”, observa a Dra. Bruna Loise Mayer.

Por isso, a cardiologista ressalta a importância da prática de exercícios físicos, alimentação mais equilibrada e saudável, manter o peso adequado e evitar o tabagismo. “Grande parte dos fatores de risco são evitáveis, nós podemos modificar nosso estilo de vida, sempre sem esquecer de ter um acompanhamento cardiológico regular”, salienta.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/03/2022 0 Comentários 610 Visualizações
Saúde

Chocolate faz bem pro coração? SBC explica

Por Stephany Foscarini 18/03/2022
Por Stephany Foscarini

No dia 26 de março é comemorado o Dia do Cacau. A data foi criada para promover um debate sobre como proteger os cacaueiros dos estados do Espírito Santo e Bahia, mas também serve como reflexão a respeito de como o chocolate, principal produto originário do cacau, interfere na nossa saúde, principalmente em relação a doenças do coração.

Em 2019, foi publicado no International Journal of Cardiovascular Sciences (IJCS), da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), uma pesquisa que associou o consumo de chocolate a menor taxa de hipertensão e diabetes, fatores de risco para doenças cardiovasculares.

Tudo isso contribui para evitar a aterosclerose, que é a inflamação causada pelo acúmulo de gorduras, colesterol e outras substâncias nas paredes das artérias e dentro delas”.

O chocolate é rico em flavonoides, que têm efeito anti-inflamatório e antioxidante, ou seja, protege as células contra os efeitos dos radicais livres produzidos pelo organismo. O consumo também aumenta a função do óxido nítrico no nosso corpo, que reduz a pressão arterial e aumenta o fluxo vascular. “Tudo isso contribui para evitar a aterosclerose, que é a inflamação causada pelo acúmulo de gorduras, colesterol e outras substâncias nas paredes das artérias e dentro delas”, explica Claudio Tinoco Mesquita, editor-chefe do IJCS (SBC), professor associado de Medicina da Universidade Federal Fluminense e coordenador do setor de Medicina Nuclear do Hospital Pró-Cardíaco, do Rio de Janeiro.

Mas o grande problema do chocolate são as calorias, pois, para ser mais palatável, são acrescentados açúcar, leite e gordura em algumas formulações, podendo levar à obesidade se consumido em excesso, ampliando as chances de doenças do coração. O mais adequado para reduzir os riscos é ingerir 45 gramas por semana, segundo artigo publicado no British Medical Journal, que avaliou 14 publicações sobre o assunto e estipulou uma meta válida, equilibrando benefício e quantidade.

O mais saudável é o chocolate preto e mais amargo possível. O chocolate branco tem mais gordura e o amargo possui menos açúcar”.

Estudos também mostram que quanto maior é o percentual de cacau, maiores são os benefícios. “O mais saudável é o chocolate preto e mais amargo possível. O chocolate branco tem mais gordura e o amargo possui menos açúcar”, orienta Mesquita. Segundo o médico, nenhum deles precisa ser evitado.

Na hora da compra, o consumidor deve se atentar à quantidade mínima de cacau e tomar cuidado com os falsos chocolates. Um a cada três chocolates vendidos no Brasil não possui o percentual mínimo de cacau exigido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que é de pelo menos 25%. Muitos não chegam nem a 5%.

O ovo de páscoa diet, por exemplo, não contém açúcar, mas pode possuir muita gordura. Também não é recomendado o consumo regular de achocolatados, pois têm uma alta quantidade de calorias”.

Outra questão que merece atenção são os chocolates light e diet. Um produto light tem 25% menos nutrientes, já o diet não tem nenhum nutriente. “O ovo de páscoa diet, por exemplo, não contém açúcar, mas pode possuir muita gordura. Também não é recomendado o consumo regular de achocolatados, pois têm uma alta quantidade de calorias”, comenta Mesquita.

Se o desejo é por chocolate, o mais saudável, de acordo com o médico, é optar por uma barrinha pequena. “Como em outras coisas na vida, a moderação parece ser a melhor opção”, finaliza.

Sobre a SBC

Fundada em 14 de agosto de 1943, na cidade de São Paulo, por um grupo de médicos destacados liderados por Dante Pazzanese, o primeiro presidente, a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), tem atualmente um quadro de mais de 13.000 sócios e é a maior sociedade de cardiologia latino-americana, e a terceira maior sociedade do mundo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/03/2022 0 Comentários 1,1K Visualizações
Saúde

Hospital Moinhos de Vento realiza live Coração bem cuidado

Por Ester Ellwanger 26/10/2021
Por Ester Ellwanger

A insuficiência cardíaca atinge cerca de três milhões de brasileiros e é a terceira causa de internação de pessoas com mais de 60 anos. De acordo com os dados da Sociedade Brasileira de Cardiologia, está presente em até 10% dos indivíduos com idade superior a 65 anos. Com o objetivo de promover a conscientização sobre a doença e a efetividade do autocuidado em pacientes, o Hospital Moinhos de Vento promove a edição da live de outubro do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS (Proadi-SUS) com o tema Coração bem cuidado – o uso do SMS.

O cardiologista Luís Eduardo Rohde e a pesquisadora Mariana Blacher, ambos do Hospital Moinhos, e o cardiologista do Hcor, Felix Ramires, irão debater com os convidados, a médica do Instituto de Cardiologia de Porto Alegre, Marciane Rover, e o enfermeiro do Hospital de Clínicas de Porto Alegre, Omar Pereira Neto, temas referentes ao projeto que dá nome à live. O evento online e gratuito acontece nesta quinta-feira, 28 de outubro, a partir das 12h, com transmissão ao vivo pelo Facebook e no canal do hospital no Youtube. As inscrições devem ser feitas no site da instituição.

O projeto

O projeto Coração Bem Cuidado — desenvolvido pelos Hospitais Moinhos de Vento e Hcor, em parceria com o Ministério da Saúde — monitora pacientes com insuficiência cardíaca após a alta hospitalar. Eles são convidados a participar da iniciativa com base em critérios observados durante a internação. Após uma formalização, os voluntários passam a receber mensagens no celular e ligações telefônicas orientando sobre o tratamento enquanto se recuperam em casa. O objetivo é atuar na chamada fase vulnerável da doença, que é o primeiro mês depois da hospitalização. Aplicado em todas as regiões brasileiras, o projeto já atinge 500 pacientes e a ideia é chegar a 700.

 

A doença

A insuficiência cardíaca (IC) é uma condição em que o coração não consegue bombear a quantidade de sangue que o corpo necessita para suprir suas necessidades. As internações por IC em hospitais públicos brasileiros representam aproximadamente 2% de todas as admissões.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/10/2021 0 Comentários 569 Visualizações
Variedades

Aula aberta explica o funcionamento do coração

Por Gabrielle Pacheco 17/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

Os cursos de Biomedicina, Educação Física, Fisioterapia, Farmácia, Enfermagem, Nutrição e Quiropraxia da Universidade Feevale realizarão, na próxima quinta-feira, 20, uma aula, em formato de live, sobre os eventos elétricos do coração. A atividade, também aberta à comunidade, será ministrada pelos professores Cláudio Felipe Kolling da Rocha e Rodrigo Andrade, a partir das 19h30min, no canal Fisiologia Virtual, no YouTube.

Conforme o professor Cláudio, a live abordará as peculiaridades do coração para que ele bata de forma rítmica e organizada. “Como todo músculo do nosso organismo, o coração precisa de impulsos elétricos para desencadear seus eventos mecânicos, de contração. Ele precisa estar funcional durante toda a vida, de forma rítmica, exigindo fenômenos elétricos singulares”, explica. “Entender esses potenciais vai ajudar os profissionais da saúde a compreenderem o processo saúde-doença do seu paciente, se o coração está saudável ou não. Entre os diversos indicativos que dão essa informação está o eletrocardiograma, que demonstraremos, com foco na função normal, como forma de avaliação dos eventos elétricos do órgão”, complementa.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/08/2020 0 Comentários 611 Visualizações
Saúde

Atendimentos em emergências cardiológicas caem enquanto mortes por infarto aumentam

Por Gabrielle Pacheco 28/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

Desde que foram registrados os primeiros casos de Covid-19 no Brasil, os hospitais têm registrado queda no número de atendimentos de pacientes com problemas cardiológicos. Porém, no período de março a maio deste ano, as mortes por doenças cardiovasculares em casa aumentaram 32%, de acordo com levantamento da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC). Foram 15.870 pessoas que perderam a vida sem buscar socorro – número superior a todos os óbitos desse tipo, em casa e nos hospitais, registrados no mesmo período do ano passado.

A situação no Brasil repete o que ocorreu em outros países que já foram epicentro da pandemia, como Estados Unidos e Itália. O medo de se contaminar ao procurar ajuda médica é uma das causas que podem contribuir para a incidência desses óbitos. Segundo a chefe do Serviço de Cardiologia do Hospital Moinhos de Vento, Carisi Polanczyk, de março a junho deste ano, a Emergência da instituição registrou 838 atendimentos por problemas cardiológicos. O número é 34% menor do que o do ano passado, quando 1.261 pacientes cardíacos deram entrada no setor.

Nos meses de abril e maio, o total de atendimentos caiu pela metade. A cardiologista alerta que os casos com a situação agravada também aumentaram. “A proporção de pacientes com doenças cardíacas que entraram pela emergência e necessitaram de internação também foi maior, o que sugere que suas condições já eram mais graves”, aponta Carisi. Ela lembra ainda que a procura por atendimento é fundamental.

“É importante lembrar que a doença existe e precisa ser tratada. Ao sentir um sintoma e não procurar ajuda médica, o intervalo de tempo pode ser fatal.”

O medo é o maior risco

Segundo a médica, além de um maior risco de morte, a demora em procurar uma emergência pode piorar a situação clínica e aumentar o tempo de internação. Também pode gerar mais danos ao músculo do coração – levando, por exemplo, a uma insuficiência cardíaca. O principal sintoma do infarto é a dor ou desconforto na região do peito, que pode irradiar para as costas, rosto, braço esquerdo e, mais raramente, o braço direito. A sensação costuma ser intensa e prolongada, acompanhada de peso ou aperto sobre tórax, com suor frio, palpitações, palidez e vômitos.

“O hospital é um ambiente seguro, preparado para receber quem precisa. Seguimos todos os protocolos para prestar um atendimento adequado.”

Carisi lembra ainda que pessoas com problemas cardiológicos devem seguir os tratamentos, comparecer às consultas e usar os medicamentos prescritos. Ao sentir desconforto, falta de ar e palpitações, o paciente não deve se automedicar, mas procurar o serviço de emergência ou contatar seu médico.

Três dias infartando em casa

Paciente da Dra. Carisi, a professora de Educação Infantil aposentada Ana Cristina Menezes de Azevedo, de 58 anos, passou pela experiência de ter uma “leve dor no peito” em 13 de maio. Nos dias seguintes, as dores ficaram mais fortes. Mas o medo de contrair o coronavírus fez ela protelar a ida à Emergência até o dia 16. Ao passar por exames, o diagnóstico apontou que ela havia sofrido um infarto no ventrículo esquerdo e teve de fazer um cateterismo.

“Senti na pele o receio de procurar ajuda médica nesse momento de pandemia. Mas as pessoas não podem fazer isso. É a nossa vida que está em jogo.”

Hoje, de volta às suas atividades, Ana passou a dedicar uma hora por dia para caminhar e reforçou os cuidados com a alimentação.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/07/2020 0 Comentários 511 Visualizações
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