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Feevale Live desta semana debate assuntos como ecopedagogia e consumo

Por Gabrielle Pacheco 11/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

A fim de oferecer entretenimento e conhecimento a alunos e pessoas da comunidade, que estão em isolamento domiciliar, por decorrência da pandemia da Covid-19, a Universidade Feevale criou o Feevale Live. O projeto, que transmite aulas on-line em formato de live (vídeo ao vivo), debate diferentes assuntos como saúde mental, economia e lazer, entre outros.

O Feevale Live é apresentado por professores da Instituição e convidados. A programação acontece de segunda a sexta-feira, no canal do YouTube da Feevale, sempre às 17h,  com duração máxima de 1 hora. Interessados em acompanhar devem acessar o site.

Agenda da semana

– 11/05 | Ecopedagogia: a criança é natureza, com a professora Suelen Bomfim, do curso de Pedagogia

– 12/05 | Doenças crônicas: a importância do controle e uso das medicações, com a professora do curso de Enfermagem, Tatiana Cavalcanti Matos

– 13/05 | Gestão em empresas ligadas à educação física, com Marcelo Curth, docente do curso de Educação Física

– 14/05 | Consumo e seus desdobramentos, com Simone Carvalho da Rosa, professora do curso de Publicidade e Propaganda

– 15/05 | Novos comportamentos em tempos de pandemia, uma conversa com a equipe de pesquisa do Centro de Design, com a docente de Moda, Renata Fratton Noronha.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/05/2020 0 Comentários 466 Visualizações
Variedades

Etanol registra recorde histórico de consumo no Brasil

Por Gabrielle Pacheco 05/02/2020
Por Gabrielle Pacheco

Dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) compilados pela União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica) indicam um recorde histórico de consumo de etanol no Brasil em 2019 da ordem de 32,8 bilhões de litros, registrando 10,5% de crescimento em relação a 2018 – alta de 3,1 bilhões de litros no período. Desse total, o consumo de etanol hidratado respondeu por 22,5 bilhões de litros, aumento de 16,3% e os outros 10,3 bilhões de litros correspondem ao etanol anidro, o aditivo à gasolina.

Esses números colocam o Brasil na dianteira da sustentabilidade, uma vez que o etanol de cana emite 90% menos gases causadores de efeito estufa (GEE) em comparação a gasolina, sendo um dos maiores mercados consumidores de combustíveis renováveis do mundo. A manutenção de um contexto externo favorável a ampliação das vendas de biocombustível possibilitou ao Brasil consumir 2,74 bilhões de litros de etanol a cada 30 dias durante o último ano – a maior média de vendas mensais já registrada em toda série histórica.

Por consequência, a participação do etanol (hidratado e anidro) na matriz de combustíveis utilizados pela frota de veículos de passeio e de carga leve (Ciclo Otto – em gasolina equivalente) atingiu 48,3%, a maior desde 2009 no Brasil. Em pelo menos cinco federações o etanol foi responsável por abastecer mais da metade da matriz de transportes leves. Isso significa que nestes estados (Mato Grosso, Paraná, Minas Gerais, Goiás e São Paulo) foram consumidos, em média, 2,1 litros de etanol a cada litro de gasolina pura vendida.

“Acompanhamos no mundo todo um esforço para aumentar a participação dos renováveis na matriz de transportes, enquanto no Brasil substituímos em quase metade os fósseis no ciclo Otto, com reflexos positivos no meio ambiente e na saúde pública. Estamos registrando uma mudança de preferência do consumidor, mas precisamos ampliar a consciência sobre as vantagens do etanol, que além de ter um preço vantajoso em muitos estados, traz sustentabilidade socioeconômica e ambiental para o país”, avalia Antonio de Padua Rodrigues, diretor técnico da Unica.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
05/02/2020 0 Comentários 738 Visualizações
Business

Energia elétrica impacta orçamento dos brasileiros

Por Gabrielle Pacheco 16/01/2020
Por Gabrielle Pacheco

De acordo com o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), o brasileiro chega a gastar mais de 20% do salário mínimo para pagar a conta de luz.  E esses valores podem ser ainda maiores no verão, quando há uma tendência de aumento de equipamentos como ar-condicionado. A Companhia Energética de Brasília (CEB), por exemplo, registrou alta de 7% no consumo de energia elétrica no Distrito Federal no mês de novembro de 2019.

Para os brasileiros, esses números são muito altos. De acordo com uma pesquisa feita pela Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel) em parceria com o Ibope em agosto de 2019, 87% dos consumidores consideram sua conta de energia cara. E, pelo menos, 64% dos entrevistados afirma fazer esforço para economizar energia para não atrapalhar o orçamento familiar.

“Grande parte da conta de luz do brasileiro é imposto. O consumidor paga pela compra de energia, os serviços de transmissão, a distribuição e por último os encargos setoriais. Para o ano de 2020, por exemplo, podemos ter um aumento de médio de 2,42%. Isso porque existe uma consulta pública aberta em outubro feita pela Aneel, sobre o orçamento para a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), que é um dos subsídios pagos pelos consumidores de energia”, explica Alcione Belache, CEO da Renovigi, empresa fabricante de sistemas fotovoltaicos.

Estratégias para redução de gastos

No final do ano, o governo anunciou a tarifa branca, que passou a vigorar no último 1º de janeiro como estratégia de redução de custos. A tarifa está disponível para residências e pequenos comércios, e prevê descontos para o consumidor que reduzir o consumo nos horários de maior utilização. Especialistas, porém, chamam atenção para adoção de estratégias sustentáveis e de longo prazo para redução tanto do uso de energia elétrica quanto do custo. O uso da energia renovável é uma tendência mundial.

De acordo a ONU (Organização das Nações Unidas), a energia solar vem se destacando perante as demais fontes de energia elétrica no mundo, e hoje é considerada a principal responsável pelo desenvolvimento sustentável. Além disso, um sistema solar pode contribuir para uma economia considerável na fatura.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
16/01/2020 0 Comentários 507 Visualizações
Variedades

Pesquisa revela que brasileiros estão mais sustentáveis

Por Gabrielle Pacheco 18/06/2019
Por Gabrielle Pacheco

Muito se fala em Indústria 4.0 e como ela está transformando a forma com que encaramos o mundo, consumimos bens e informações e nos relacionamos, tanto com outras pessoas quanto com as marcas e os prestadores de serviços.

Face a esse novo paradigma, a Nielsen foi a campo para compreender mais profundamente como essa nova realidade está afetando o consumidor e acaba de lançar o estudo “Estilos de Vida 2019” para revelar as preferências dos brasileiros. O resultado revela que não só estamos em transformação, como estamos também cada vez mais complexos e não cabemos mais nos perfis de estilo de vida e hábitos de consumo de antigamente.

Estamos mais sustentáveis. O estudo da Nielsen mostra que 42,4% dos consumidores brasileiros estão mudando seus hábitos de consumo para reduzir seu impacto no meio ambiente, e que 30% dos entrevistados estão atentos aos ingredientes que compõem os produtos.

Mais conscientes também, 58% não compra produtos de empresas que realizam testes em animais e 65% não compra de empresas associadas ao trabalho escravo.

Estamos mais saudáveis. A população brasileira está reduzindo gordura (57%), sal (56%), açúcar (54%), alimentos industrializados (38%), cafeína (34%), lactose (27%) e glúten (27%).

No supermercado, buscam mais por produtos com adição de fibras, vitaminas e minerais (45%) e alimentos orgânicos (35%), além de fazer exercícios regularmente (33%). 74,3% dos entrevistados listam “ter saúde” como um dos objetivos de vida.

Estamos mais negociadores. Do total de entrevistados, 64% escolhe suas marcas de acordo com as ofertas de baixo preço, 73% busca primeiro pelas promoções quando entram nas lojas, 57% sempre muda de loja por conta das promoções oferecidas e 48% pesquisam promoções antes de ir às compras.

Estamos mais práticos. A pesquisa aponta que 55% dos entrevistados vai direto no local da loja para efetuar a compra, 48% leva listas com todos os itens que irão comprar e 45% procura comprar sempre os mesmos produtos.

A praticidade também permeia a escolha da loja (21% prefere ir em lojas próximas de casa ou do trabalho, e 12% citam a rapidez na compra, a organização da loja e o tamanho da fila como fatores predominantes) e a escolha das marcas (30% opta pelas já conhecidas, 18% pela disponibilidade e 12% pela variedade de tamanho e versões de embalagens).

Estamos mais conectados. O estudo da Nielsen mostra que 64% da população tem um smartphone, 48% utiliza o celular para interações em redes sociais, 39% utiliza o celular para entretenimento, 51% acha que as propagandas online chamam atenção (contra 42% na TV), 18% assiste conteúdos online em seu tempo livre e 41% já fez compras na internet.

O número de pedidos realizados no e-commerce em 2018 foi de 123 milhões, um aumento de 11% em relação ao ano anterior.

A Nielsen ouviu mais de 21 mil pessoas em 8.240 lares pesquisados. O questionário contou com 100 questões, divididas em módulos de entendimento: tempo livre e hobbies; atitude, valores e metas; meios de comunicação; hábitos de compras (antes, durante e após), e preocupações com saudabilidade.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
18/06/2019 0 Comentários 492 Visualizações
Business

Policiais federais recebem informações sobre cadeia produtiva do tabaco

Por Gabrielle Pacheco 06/06/2019
Por Gabrielle Pacheco

O presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), Iro Schünke, apresentou nesta quinta-feira (6) informações sobre produção e consumo de tabaco para 120 policiais federais que estão participando da reunião regional promovida pela Superintendência Regional da Polícia Federal do Rio Grande do Sul.

O encontro reuniu policiais federais das 13 delegacias do Estado e da Superintendência, com sede em Porto Alegre, e foi realizado no Anfiteatro da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc).

Além da relevância econômica da produção e exportação de tabaco para centenas de municípios e milhares de brasileiros, as ações sustentáveis da cadeia produtiva nas áreas sociais e ambientais também foram temas abordados por Schünke, além dos desafios enfrentados pelo setor, em especial o impacto que o contrabando traz ao mercado legal.

“Enquanto houver demanda, teremos produção. Defendemos a preservação da produção aqui no País, a renda e os empregos gerados por esse setor. O país tem adotado muitas medidas restritivas e temos observado nos últimos anos uma inversão no consumo: os brasileiros passaram a consumir mais o produto contrabandeando, em detrimento do produto que é controlado e fiscalizado, mas mais que isso, que gera receita, impostos e empregos”, falou Schünke, citando os dados que no Brasil o contrabando supera os 50% enquanto no mundo ele representa, em média, 11%.

José Antônio Dornelles de Oliveira, da Direção Executiva da PF, agradeceu as informações repassadas e chamou atenção para os impostos pagos pelo setor.

“Indústria forte é importante para o nosso país e faz toda a diferença para o bom andamento do nosso trabalho”, ressaltou.

Gustavo Schneider, chefe da Delegacia da Polícia Federal de Santa Cruz do Sul, agradeceu o envolvimento da entidade nas questões de segurança pública do município e reforçou o agradecimento.

“Jamais teríamos o sucesso que a gente almeja ter e que acredito termos alcançado no combate de comércio de tabaco ilícitos e derivados se não fosse essa integração com a indústria. A gente precisa entender essa temática e tenho certeza que ela foi muito interessante para muitos que não tinham contato com essa realidade”, disse Schneider.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/06/2019 0 Comentários 418 Visualizações
Variedades

Estudo do Sindilojas Porto Alegre aponta tendências de consumo e dicas de sustentabilidade para o varejo

Por Gabrielle Pacheco 05/02/2019
Por Gabrielle Pacheco

Ciente da mudança na forma de consumir das pessoas e com o intuito de preparar o varejo para esses novos hábitos de consumo, o Sindilojas Porto Alegre, por meio do Núcleo de Pesquisa, desenvolveu um material recheado de dicas e conteúdos sobre sustentabilidade: o e-book EcoDesign. O termo “ecodesing” diz respeito a uma forma alternativa de pensar a produção e o consumo, que tem como base questões econômicas, sociais e ambientais.

No estudo, feito a partir de entrevistas com 400 consumidores da Capital, foi identificado que 74% estão preocupados com a quantidade de lixo que produzem. Reforçando esse alerta, um dado divulgado pela Organização Mundial da Saúde diz que o índice de produção de lixo será 70% maior no mundo até 2030.

Segundo a pesquisa do Sindilojas Porto Alegre, entre os hábitos já adotados pelos entrevistados para diminuir o impacto do seu consumo no meio ambiente estão: economizar água (85%), economizar luz (84%), separar o lixo em orgânico e reciclável (77%), utilizar garrafas, copos e canecas reutilizáveis no trabalho (52%), utilizar transporte público para se deslocar (48%,) entre outras ações realizadas pela minoria das pessoas.

Reduzir o consumo de materiais descartáveis aparece entre as mudanças já adotadas por 47% dos entrevistados, ainda que 94% deles tenham manifestado que gostariam de consumir itens com menos embalagem plástica. Já entre as ações identificadas como as que adotariam estão: trocar a escova de dentes de plástico por uma de material biodegradável, como o bambu (83,8%), carregar embalagem retornável para fazer compras (82,6%) e substituir o absorvente íntimo por calcinhas absorventes laváveis (46,1% das entrevistadas mulheres até os 39 anos).

A pesquisa apontou também que 49,4% das pessoas não sabem indicar uma marca que admirem por ser sustentável, deixando clara a necessidade de as empresas investirem mais em sustentabilidade e tornarem suas ações conhecidas. Dos que souberam apontar (50,6%), as marcas indicadas foram Zaffari/Bourbon (9,3%), Natura (7,8%), O Boticário (3%), Renner (3%) e Ypê (1,3%). Entretanto, foi verificado que somente 6,1% dos entrevistados acreditam que as empresas estão realmente comprometidas em oferecer alternativas sustentáveis para os clientes.

Considerando que apenas 36% das pessoas relataram acreditar que seus hábitos são sustentáveis, a insatisfação de grande parte delas (89%) com a maneira que a sociedade se comporta em relação ao meio ambiente demonstra que há espaço e aceitação para se trabalhar o tema no varejo. Ainda de acordo com a pesquisa, 74% dos consumidores pagariam um pouco mais por produtos feitos de forma mais sustentável.

No e-book, o Sindilojas Porto Alegre cita alternativas para que as marcas comecem a utilizar materiais menos impactantes ao meio ambiente em seu dia a dia: papel kraft, papel reciclado, papel de certificação FSC (proveniente de reflorestamento), algodão orgânico, palha, garrafa PET reciclada, retalhos reaproveitados e tecido TNT são exemplos de matérias-primas que podem ser utilizadas em embalagens, sacolas e até em produtos comercializados.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/02/2019 0 Comentários 594 Visualizações
Variedades

Confiança do Consumidor avança 12% em 2018, apontam CNDL/SPC Brasil

Por Gabrielle Pacheco 17/01/2019
Por Gabrielle Pacheco

Com a definição do novo governo, os consumidores estão mais confiantes. Dados da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) revelam que, no último mês de dezembro, o Indicador de Confiança do Consumidor alcançou 45,8 pontos, frente a 40,9 observados no mesmo período de 2017. O avanço foi de 12% na comparação anual. Apesar do crescimento expressivo, o índice mostra que a maioria ainda está pessimista. A escala do indicador varia de zero a 100, sendo que resultados acima de 50 pontos, mostram uma percepção mais otimista do consumidor.

Na avaliação do atual cenário econômico e da própria vida financeira, a percepção dos entrevistados permanece ruim. Em cada dez brasileiros, sete (72%) enxergam o momento da economia de forma negativa — apesar de elevado, esse é o menor percentual desde o início da série histórica, em janeiro de 2017. As principais razões apontadas são desemprego elevado (63%), aumento dos preços (59%), alta na taxa de juros (38%), desvalorização do real frente ao dólar (25%) e menor poder de compra do consumidor (22%). Para 25%, o quadro econômico é regular e apenas 2% consideram bom.

Quanto à vida financeira, 40% dos brasileiros avaliam sua situação como negativa, enquanto 47% classificam como regular e somente 12% como boa. Para quem compartilha da visão negativa, o alto custo de vida é a razão mais citada, por mais da metade (55%) desses entrevistados. O desemprego aparece segundo lugar (40%), ao passo que 24% culpam a queda da renda familiar.

Para a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, aspectos como o achatamento da renda e o alto índice de desemprego continuam impactando o bolso do consumidor, fazendo com que a avaliação do momento atual seja negativa. “Mesmo diante de uma situação em que a maior parte dos consumidores avalia como ruim, as boas expectativas se mantêm para o futuro. Mas, para que a retomada da confiança se consolide, será preciso que o consumidor sinta alguma melhora no momento atual, com o aumento da oferta de vagas de emprego e o avanço da sua renda”, analisa.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
17/01/2019 0 Comentários 513 Visualizações
Variedades

Classes mais baixas puxam retomada do consumo de itens básicos, aponta pesquisa

Por Gabrielle Pacheco 09/01/2019
Por Gabrielle Pacheco

Após a retração do consumo que impactou os seis primeiros meses do ano passado, um leve impacto positivo foi detectado pelo Consumer Insights, estudo da Kantar Worldpanel que analisa o terceiro trimestre de 2018. A retomada ocorre por meio do volume médio por visita na cesta de FMCG (Fast Moving Consuming Goods), os bens de Rápido Consumo ou itens básicos. E os responsáveis pelo impacto positivo foram as classes C e DE. As regiões Leste + Interior do Rio de Janeiro e Nordeste foram as que mais contribuíram.

A análise aponta também que o atacarejo segue como o queridinho dos consumidores, sendo o principal canal para a compra dos FMCG. No entanto, varejo tradicional e porta a porta continuam perdendo espaço. Em relação às cestas, perecíveis – notadamente leite fermentado – e mercearia doce se destacam.

Ainda segundo a Kantar Worldpanel, em alimentos categorias mais sofisticadas crescem, trazendo praticidade, valor agregado e também uma alimentação mais prazerosa. A questão tem desempenhado papel importante na hora de decisão de compra – 27% de importância das ocasiões de consumo são por prazer. Além do leite fermentado, leite em pó, batata congelada, pão industrializado, massa fresca e azeite estão entre os itens que seguem na lista do supermercado pelo prazer que trazem para a alimentação do lar. Enquanto isso, fora de casa, os indivíduos buscam principalmente por sabor (50% das ocasiões de consumo fora do lar são por sabor).

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
09/01/2019 0 Comentários 497 Visualizações
Business

68% dos internautas pretendem comprar na Black Friday brasileira

Por Gabrielle Pacheco 22/11/2018
Por Gabrielle Pacheco

A Black Friday já faz parte do calendário oficial dos varejistas brasileiros e sempre gera muita discussão no país. A fim de descobrir a percepções dos internautas brasileiros sobre o assunto, o IBOPE Conecta realizou uma pesquisa sobre o tema e o resultado mostra que 68% dos usuários de internet tem a intenção de realizar alguma compra nessa data, contra 18% que afirmam que não farão compras. Em 2016, última vez que a pesquisa foi realizada, os percentuais eram de 67% e 13%, respectivamente.

O IBOPE Conecta perguntou também sobre a credibilidade da Black Friday. Apesar do grande interesse em fazer compras nessa data, há muita desconfiança em relação à veracidade dos descontos ofertados: 70% acreditam que apenas algumas lojas fazem promoções reais, enquanto outras aumentam os preços semanas antes e cobram o preço normal na Black Friday. Dois anos atrás, 66% acreditavam nessa afirmação. Em 2018, os que não acreditam nesta data e acham que todas as lojas dissimulam os descontos somam 20% (eram 18% em 2016). A pesquisa mostra também que cai de 15% para 10% a confiança na Black Friday nesse período.

Sobre a pesquisa
A pesquisa foi realizada de 18 a 22 de outubro de 2018, com 2.000 internautas das classes A, B, C e D, de todas as regiões do Brasil.

Sobre o IBOPE Conecta
Seu foco está na fusão do melhor da pesquisa online tradicional, tecnologia para gestão de seu painel online – CONECTAí – e soluções interativas e inovadoras de marketing digital. O IBOPE CONECTA atende clientes finais, agências e institutos de pesquisa, fazendo boa mistura da tradição, experiência e confiança do IBOPE Inteligência, somados à inovação, tecnologia, agilidade e competitividade, oferecidas pela coleta de dados digitais.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
22/11/2018 0 Comentários 397 Visualizações
Business

23% dos trabalhadores devem usar 13º salário com presentes de Natal, mostra pesquisa CNDL/SPC Brasil

Por Gabrielle Pacheco 21/11/2018
Por Gabrielle Pacheco

Para muitos, fim de ano também é sinônimo de dinheiro extra entrando na conta e, por isso, alguns se perguntam qual deve ser a prioridade do uso do décimo terceiro salário. Um levantamento realizado em todas as capitais pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) revela que dois (23%) em cada dez trabalhadores que recebem décimo terceiro salário devem utilizar ao menos parte desse dinheiro extra para comprar presentes de Natal. Na lista dos principais destinos quem encabeça é a intenção de poupar ou investir a quantia recebida, com 27% de menções.

O recebimento do décimo terceiro salário também é visto pelos consumidores como uma oportunidade para organizar a vida financeira. De acordo com a pesquisa, 17% dos trabalhadores pretendem utilizar o dinheiro extra para quitar dívidas que estão em atraso. Há ainda 16% que vão gastar o recurso durante as festividades de Natal e Ano Novo e 13% que vão pagar despesas essenciais da casa, como contas de água e luz. Outra alternativa que aparece com menos força (11%) é guardar o dinheiro extra para cobrir tributos e impostos típicos de início de ano, como IPTU e IPVA, por exemplo.

Na avaliação do educador financeiro do SPC Brasil, José Vignoli, antes de decidir o que fazer com o dinheiro do décimo terceiro salário, o ideal é que o consumidor faça uma análise de sua situação financeira e estabeleça prioridades. “O dinheiro deveria ser primeiramente pensado para pagar dívidas atrasadas, empréstimos ou para investir. Se o consumidor tem apenas uma dívida em aberto, é mais fácil resolver o problema. Caso exista mais de uma, o ideal é escolher aquela que está atrasada ou optar pela que possui o valor com juros mais altos como, por exemplo, cheque especial e cartão de crédito”, afirma Vignoli.

Vignoli ainda alerta que é importante considerar os gastos que costumam aparecer no começo do ano, como o IPTU, as mensalidades escolares e o IPVA, por exemplo. “Assim como a quitação de dívidas atrasadas, a formação de uma reserva para saldar compromissos típicos de início de ano também deve ser uma prioridade do consumidor. Todos os anos elas aparecem, mas muitos só deixam para pensar nessas despesas quando elas chegam”, alerta Vignoli.

44% dos entrevistados vão recorrer a bicos para gastar mais no Natal
A pesquisa ainda mostra que 44% dos entrevistados pretendem fazer bicos ou seja, atividades que possam gerar uma renda extra, para comprar mais presentes para o Natal, principalmente os mais jovens (54%) e as pessoas das classes C, D e E (51%).médio de 45% nos produtos e serviços ofertados.

“Muitos consumidores costumam recorrer aos trabalhos informais e temporários para comprar presentes melhores ou em maior quantidade. O Natal é uma data comercial de grande apelo e tem uma importância simbólica para as pessoas. Portanto, se a pessoa quer investir um pouco mais na festa e nos presentes, por que não procurar uma atividade que possa gerar mais recursos? Outra dica é não dividir o pagamento dos presentes em muitas parcelas para não sobrecarregar o orçamento com as contas de início de ano e pesquisar bastante para conseguir bons descontos e condições vantajosas”, orienta Vignoli.

Metodologia
Inicialmente foram ouvidas 761 pessoas nas 27 capitais para identificar o percentual de quem pretendia ir às compras no Natal e, depois, a partir de 607 entrevistas, investigou-se em detalhes o comportamento de consumo no Natal. A margem de erro é de 3,5 e 4,0 p.p, respectivamente, para um intervalo de confiança de 95%.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria

 

21/11/2018 0 Comentários 415 Visualizações
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