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consumidor

Variedades

Sindilojas-VRP divulga orientações sobre como informar preços no comércio

Por Jonathan da Silva 29/01/2026
Por Jonathan da Silva

O Sindicato do Comércio Varejista de Santa Cruz do Sul e Região Vale do Rio Pardo (Sindilojas-VRP) divulgou orientações a lojistas e consumidores sobre a forma correta de informar preços nos estabelecimentos comerciais, por meio de uma cartilha elaborada em parceria com a Federação do Comércio de Bens e Serviços do Estado do Rio Grande do Sul (Fecomércio-RS), com base na legislação vigente. O objetivo é garantir transparência nas relações de consumo e prevenir autuações.

De acordo com o material, o preço deve ser apresentado de forma correta, clara, precisa, ostensiva e legível, sempre vinculado diretamente ao produto ou serviço. Nos casos de venda parcelada, todas as informações devem constar no mesmo local, incluindo o número de parcelas, o valor de cada prestação, a existência de juros e o valor total final da compra.

Prevenir é o melhor remédio

O presidente do Sindilojas-VRP, Mauro Spode, afirma que a iniciativa tem caráter preventivo. “A correta afixação de preços protege o consumidor e também o empresário. Informações claras evitam dúvidas no momento da compra, reduzem conflitos e afastam riscos de penalidades”, ressalta Spode.

Como informar os valores

A cartilha aponta que os preços podem ser informados por meio de etiquetas nos produtos, valores impressos nas embalagens, faixas de gôndola, tabelas ou listas de preços e por código de barras, desde que haja leitor disponível ao consumidor e que o preço à vista esteja identificado junto ao produto. Em vitrines, os valores devem permanecer visíveis durante o horário de funcionamento, inclusive nos momentos de montagem ou limpeza.

O material também informa que, em caso de divergência entre preços indicados em etiqueta, sistema ou leitor, o consumidor tem direito de pagar o menor valor anunciado. O descumprimento das normas pode resultar na abertura de processo administrativo, aplicação de multas e outras sanções previstas no Código de Defesa do Consumidor.

O Sindilojas-VRP atua como parceiro do comércio, orientando o lojista para que esteja em conformidade com a lei e possa focar na gestão e no atendimento”, complementa o presidente do Sindilojas-VRP, Mauro Spode.

Orientações para o comércio

Entre as orientações destacadas estão a obrigatoriedade de o preço estar visível sem necessidade de ajuda, a informação do valor à vista, a apresentação completa das condições de parcelamento, a exigência de leitor disponível quando houver código de barras, a manutenção dos preços visíveis em vitrines durante o expediente e a aplicação do menor valor em caso de preços diferentes para o mesmo produto.

Foto: Bruno Pedry/Nascimento MKT/Divulgação | Fonte: Assessoria
29/01/2026 0 Comentários 44 Visualizações
Ensino

Feevale abre inscrições para curso sobre comportamento do consumidor

Por Jonathan da Silva 27/01/2026
Por Jonathan da Silva

A Universidade Feevale está com inscrições abertas para o curso Comportamento do Consumidor, que será realizado de forma online entre 9 de fevereiro e 9 de março. Na capacitação, serão abordados elementos ligados à criação de experiências de consumo em ambientes físicos e digitais e à geração de valor por meio da experiência.

A qualificação ocorrerá no formato remoto ao longo de um mês. A proposta do curso é tratar de conceitos e práticas relacionados ao comportamento do consumidor e às estratégias voltadas à experiência de consumo.

O curso será ministrado pelo professor da Universidade Feevale, Marcelo Curth de Oliveira.

Inscrições

Os interessados devem se inscrever pelo site up.feevale.br/cursos/comportamentoconsumidor, onde também estão disponíveis informações adicionais, como valores de investimento.

Conteúdos

Entre os temas previstos estão experiência, marketing de experiência, WOW, jornada do consumidor, experiência do consumidor, gestão da experiência, UX e variáveis do UX.

Foto: Jcomp/Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
27/01/2026 0 Comentários 63 Visualizações
Cidades

Procon São Leopoldo divulga pesquisa de preços dos combustíveis de outubro

Por Jonathan da Silva 03/11/2025
Por Jonathan da Silva

O Procon São Leopoldo divulgou, na última semana de outubro, a pesquisa mensal de preços dos combustíveis na cidade. O levantamento avaliou os valores da gasolina comum, etanol, diesel S500 e diesel S10, com o objetivo de acompanhar a variação nos postos e oferecer aos consumidores uma referência para economizar na hora de abastecer.

De acordo com o levantamento, a gasolina comum apresentou variação de 4,14%, com preços entre R$ 6,04 e R$ 6,29 o litro. O etanol variou 13,67%, sendo encontrado de R$ 4,39 a R$ 4,99. O diesel S500 registrou oscilação de 11,13%, com valores entre R$ 5,48 e R$ 6,09, enquanto o diesel S10 apresentou a maior diferença, de 30,65%, variando de R$ 5,58 a R$ 7,29.

No cálculo médio de um tanque de 60 litros, a economia para quem escolhe o posto com menor preço chega a R$ 102,60 no caso do diesel S10. Para o etanol e o diesel S500, a diferença foi de R$ 36,00, e para a gasolina comum, R$ 15,00 entre o menor e o maior custo total.

Orientação ao consumidor

O Procon São Leopoldo orienta os motoristas a compararem os preços antes de abastecer e observarem as condições de pagamento, que também podem influenciar no valor final. O órgão segue monitorando o mercado e realizando ações de fiscalização para garantir o cumprimento dos direitos dos consumidores.

A pesquisa completa pode ser consultada no site da Prefeitura, em saoleopoldo.rs.gov.br/conteudo/5053/1/2145?titulo=Pesquisas+de+Pre%C3%A7os+-+Procon.

Atendimento ao público

O Procon São Leopoldo atende de segunda a sexta-feira, das 9h às 14h, no 1º andar da Prefeitura (avenida Dom João Becker, 754, Centro). As informações também podem ser solicitadas pelo WhatsApp (51) 99768-1252. O plantão de fiscalização funciona semanalmente, das 14h30 às 18h, e aos sábados, das 9h às 18h, pelo telefone/WhatsApp (51) 99564-0574.

Foto: Caroline Dutra/Divulgação | Fonte: Assessoria
03/11/2025 0 Comentários 139 Visualizações
Cidades

Procon de Campo Bom supera a marca de 900 atendimentos em setembro

Por Jonathan da Silva 09/10/2025
Por Jonathan da Silva

O Procon de Campo Bom realizou 903 atendimentos durante o mês de setembro de 2025, segundo balanço divulgado pelo órgão municipal. A atuação, voltada à defesa e promoção dos direitos dos consumidores, ocorreu de forma presencial e digital, com destaque para o uso de canais online que ampliam o acesso da população aos serviços. Os atendimentos ocorreram na sede do órgão, localizada no Espaço Cidadão, na Avenida dos Estados, 900.

Dos 903 atendimentos registrados, 360 foram realizados pelo WhatsApp, 240 de forma presencial, 174 por telefone e 129 via e-mail. O modelo adotado pelo município se diferencia de outras cidades que atendem apenas mediante agendamento presencial, oferecendo um formato mais ágil e acessível. A proposta, segundo o órgão, busca facilitar a comunicação com os consumidores e garantir maior efetividade na resolução de conflitos de consumo.

Ações e encaminhamentos judiciais

Entre as demandas recebidas, 145 resultaram na abertura de processos administrativos. As principais reclamações envolveram serviços financeiros — como bancos, cartões e empréstimos — além de energia elétrica, abastecimento de água, telefonia e internet.

O Procon de Campo Bom mantém ainda um convênio com o Fórum da Comarca local, o que permite o encaminhamento das reclamações não resolvidas na esfera administrativa diretamente ao Juizado Especial Cível. Nesses casos, o órgão elabora a petição inicial e acompanha o processo até o encaminhamento judicial, garantindo ao consumidor a continuidade da busca por seus direitos.

Educação e fiscalização ampliadas

Além do atendimento direto ao público, o Procon vem expandindo campanhas educativas e ações de fiscalização em setores com maior índice de reclamações. A iniciativa busca fortalecer a cidadania, promover o equilíbrio nas relações de consumo e aumentar a transparência nos serviços prestados.

O órgão também trabalha no aperfeiçoamento de seus sistemas digitais para tornar o atendimento mais rápido e eficiente, além de ampliar parcerias institucionais que reforcem o alcance das ações.

Serviço

  • O quê: Atendimento e orientações do Procon de Campo Bom
  • Onde: Avenida dos Estados, 900 – Espaço Cidadão/Cidadania
  • Telefone: (51) 3597-4203
  • E-mail: procon@campobom.rs.gov.br
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/10/2025 0 Comentários 140 Visualizações
Variedades

Inadimplência de consumidores atinge recorde histórico em abril no RS e em Porto Alegre

Por Jonathan da Silva 16/05/2025
Por Jonathan da Silva

A inadimplência entre consumidores no Rio Grande do Sul e em Porto Alegre atingiu níveis recordes em abril, segundo levantamento divulgado pela CDL Porto Alegre com base em dados da Equifax | Boa Vista. O percentual de adultos com restrições ao crédito, protestos ou cheques devolvidos chegou a 34,27% no estado e a 34,84% na capital gaúcha — os maiores patamares desde o início da série histórica, em fevereiro de 2022.

Esse é o quarto mês consecutivo de recorde estadual, com avanço de 0,21 ponto percentual em relação a março. Em Porto Alegre, a alta foi de 0,38 ponto percentual no mesmo período. De acordo com estimativas baseadas no Censo 2022 do IBGE, há 2,94 milhões de CPFs negativados no Rio Grande do Sul e 374,5 mil na capital.

Inflação e juros impactam orçamento das famílias

O economista-chefe da CDL Porto Alegre, Oscar Frank, afirma que o cenário “permanece desafiador”. Segundo ele, “a aceleração da inflação retira poder de compra dos salários dos trabalhadores, enquanto as taxas de juros elevadas encarecem o crédito e pressionam o orçamento das famílias”. Frank acrescenta que “o mercado de trabalho aquecido e programas de estímulo do governo têm ajudado a mitigar um quadro que poderia ser ainda mais grave no curto prazo”.

Entre empresas, recuo no RS e alta em Porto Alegre

Já entre as pessoas jurídicas, o índice de inadimplência recuou no estado pela primeira vez desde outubro de 2024, passando de 14,71% em março para 14,18% em abril, uma queda de 0,53 ponto percentual. Em Porto Alegre, no entanto, houve a quarta alta consecutiva, com o índice avançando de 15,09% para 15,38%. Segundo o Mapa das Empresas, são 213.608 empresas com restrições de crédito no Rio Grande do Sul e 37.217 na capital. “O recuo no índice estadual pode indicar alguma acomodação após a sequência de altas recentes. Ainda assim, o ambiente segue complexo, com incertezas externas e pressões de custos relevantes para os empreendedores”, afirma Frank.

O que é o Indicador de Inadimplência

O Indicador de Inadimplência da CDL Porto Alegre é elaborado pelo Núcleo Econômico da entidade e mede mensalmente o número de consumidores e empresas com registros de inadimplência no Rio Grande do Sul e em Porto Alegre. O levantamento é baseado na base de dados restritivos da Equifax | Boa Vista e abrange informações sobre crédito, cheques sem fundo, protestos e ações judiciais. O monitoramento para pessoas físicas teve início em fevereiro de 2022.

Foto: Jcomp/Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
16/05/2025 0 Comentários 291 Visualizações
Saúde

Sinprofar RS avalia impacto do reajuste de medicamentos em farmácias e consumidores

Por Jonathan da Silva 31/03/2025
Por Jonathan da Silva

A partir desta segunda-feira (31), os medicamentos comercializados no Brasil sofrerão um reajuste autorizado pela Câmara de Regulação de Medicamentos (CMED). Os percentuais estabelecidos variam conforme a categoria do medicamento: 5,06% para o Nível 1, 3,83% para o Nível 2 e 2,60% para o Nível 3. O reajuste tem como base a inflação acumulada nos últimos 12 meses, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), e representa o menor aumento médio desde 2018.

O presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos no Estado do Rio Grande do Sul (Sinprofar RS), Leomar Rehbein, explica que o reajuste não é automático e nem todos os medicamentos sofrerão aumento imediato. “O reajuste é aplicado sobre a maioria dos medicamentos vendidos no país, que têm preços regulados. Em alguns casos, os preços são liberados. As farmácias podem repassar até 5,06% de reajuste de uma vez ou ‘parcelar’ esse aumento ao longo do ano, sempre respeitando o patamar estabelecido pela CMED”, afirma Rehbein.

Para os consumidores, a orientação do Sinprofar RS é pesquisar os preços antes de comprar e aproveitar programas de fidelidade e descontos oferecidos por farmácias e laboratórios. “A grande maioria das farmácias possui programas de fidelidade com benefícios importantes para os consumidores, o que ameniza o reflexo do reajuste. Há também programas dos laboratórios aceitos em muitas farmácias, que geram economia de até 70%”, destaca Rehbein.

Revisão do modelo de reajuste

Rehbein também defende uma revisão do modelo de reajuste aplicado aos medicamentos, ressaltando que o setor farmacêutico é o único segmento de bens de consumo com controle de preços no país. “O modelo atual traz dificuldades para que os estabelecimentos farmacêuticos possam equilibrar suas contas, uma vez que, na série histórica, o reajuste acumulado de preços de medicamentos está abaixo do IPCA. Sabemos do impacto de reajustes de preços no orçamento das famílias, mas, para o setor farmacêutico, quanto menor for o valor do medicamento, maiores são os desafios e obstáculos para manter o equilíbrio financeiro”, conclui o dirigente.

Foto: Aleksandar Little Wolf/Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
31/03/2025 0 Comentários 324 Visualizações
Cidades

Inadimplência cresce e atinge mais de 30 mil consumidores em Santa Cruz

Por Jonathan da Silva 27/03/2025
Por Jonathan da Silva

O número de consumidores com restrições no crédito em Santa Cruz do Sul continua crescendo. De acordo com um levantamento do Sindicato do Comércio Varejista de Santa Cruz do Sul e Região (Sindilojas-VRP), com base em dados da Equifax Boa Vista, o índice de inadimplência no município chegou a 30,9% em fevereiro de 2025. Ao todo, 30.454 CPFs têm pelo menos um registro restritivo. Especialistas apontam que a alta da inflação, os juros elevados e a desaceleração econômica são fatores que contribuem para esse cenário.

O índice de inadimplência vem apresentando crescimento nos últimos três anos. Em fevereiro de 2023, o percentual era de 27,6%. No mesmo mês de 2024, subiu para 29,4% e, em 2025, chegou a 30,9%, um aumento de 11,96% no período.

O economista-chefe da Rede de Entidades Parceiras, Oscar Frank, explica que essa elevação está diretamente relacionada a fatores econômicos. “Do ponto de vista econômico, a pressão inflacionária, que reduz o poder de compra, somada ao ambiente de juros elevados e à desaceleração econômica, causam impactos negativos sobre a capacidade de pagamento dos consumidores. Mesmo com o mercado de trabalho aquecido, a confiança do consumidor caiu significativamente nos últimos três meses em nível nacional”, afirma Frank.

Juros elevados e impactos no comércio

A taxa Selic, atualmente em 14,25%, com previsão de chegar a 15% ainda este ano, também contribui para o aumento da inadimplência, segundo Frank. “Esse contexto exige atenção redobrada por parte dos empresários e consumidores. Por um lado, as empresas precisam buscar formas de sustentar um bom relacionamento com o cliente, entendendo suas necessidades para facilitar as negociações. Por outro, as famílias devem ter cuidado na gestão do seu orçamento”, alerta o economista.

O presidente do Sindilojas-VRP, Mauro Spode, destaca que o comércio local já sente os impactos desse aumento da inadimplência. “Embora estejamos ainda abaixo dos percentuais do estado e do País, um aumento no índice de inadimplência pode refletir em diferentes segmentos do varejo. Mas o dado mais preocupante é que, sem capacidade pagadora, que é um dos principais motivos desta elevação, reduzem também as vendas, de uma forma geral”, avalia Spode.

O dirigente ressalta a importância do monitoramento desses índices para que possam ser discutidas medidas junto às autoridades e instituições competentes. “Este é mais um dos serviços que o Sindilojas-VRP presta aos associados e toda a comunidade, ao disponibilizar informações confiáveis e precisas sobre o mercado econômico local”, afirma Spode.

Estratégias para o varejo

A executiva do Sindilojas-VRP, Gicele de Arruda, aponta que ações voltadas ao relacionamento com o consumidor podem ajudar a minimizar os impactos da inadimplência no comércio. “A questão econômica tem um peso muito grande na decisão de compra do consumidor. No entanto, quando o cliente vai até o estabelecimento, ou simplesmente chama nas redes sociais, é importante ter empatia e atenção ao que ele deseja. Muitas vendas ocorrem por meio desta ação de relacionamento com o cliente”, afirma Gicele.

Além dessas orientações, o Sindilojas-VRP realiza atividades voltadas ao desenvolvimento do varejo, como palestras, missões e imersões de conhecimento, em parceria com entidades do município e do Estado. “O conhecimento é muito importante para que se possa entender o mercado e a economia, para então poder criar oportunidades mais favoráveis aos negócios dentro das empresas”, conclui Spode.

Evolução da inadimplência em Santa Cruz do Sul

  • Fevereiro de 2023: 27,6%
  • Fevereiro de 2024: 29,4%
  • Fevereiro de 2025: 30,9%
Foto: Nascimento MKT/Divulgação | Fonte: Assessoria
27/03/2025 0 Comentários 325 Visualizações
Business

Fecomércio-RS divulga pesquisa sobre comportamento de consumo no fim de ano

Por Jonathan da Silva 06/12/2024
Por Jonathan da Silva

A Fecomércio-RS divulgou, no dia 27 de novembro, a Pesquisa de Final de Ano 2024, que analisa o comportamento de consumo dos gaúchos para o Natal. O levantamento entrevistou 809 pessoas entre 10 e 23 de outubro em cinco cidades do estado: Santa Maria, Porto Alegre, Caxias do Sul, Ijuí e Pelotas. Do total de entrevistados, 47,6% declararam que pretendem comprar presentes, enquanto 43,1% afirmaram que não irão realizar compras para o período e 9,3% ainda não decidiram.

O número médio de presentes por pessoa deve ser de 4,1 itens, com as mulheres comprando, em média, 4,5 presentes, e os homens, 3,7. Por classe de renda, consumidores da classe alta planejam adquirir 4,8 presentes, enquanto os da classe baixa preveem comprar 3,5 itens.

O gasto médio por consumidor deve alcançar R$ 700,11, com homens planejando gastar R$ 860,05 e mulheres, R$ 530,49. Por classe de renda, a classe alta deverá gastar em média R$ 1.083,81, enquanto a classe baixa prevê R$ 564,15, e a classe média, R$ 566,85.

O valor médio por presente está estimado em R$ 173,07. Entre os gêneros, os homens gastarão, em média, R$ 229,59 por item, e as mulheres, R$ 121,60.

Itens e locais de compra

Os presentes mais citados foram vestuário (59,5%), brinquedos (36,8%) e calçados (23%). Também apareceram acessórios (15,7%) e perfumes e cosméticos (12,3%). A maioria dos consumidores (77,4%) planeja fazer suas compras em lojas localizadas nos centros das cidades. Compras pela internet foram mencionadas por 18,7%, com maior adesão entre a classe alta (30%).

Formas de pagamento e planejamento de compras

Entre as formas de pagamento, dinheiro foi o método mais citado (31,7%), seguido por Pix (21,6%) e cartão de crédito parcelado (19,5%). A pesquisa apontou que 60,3% dos consumidores farão suas compras com até uma semana de antecedência do Natal. Entre os entrevistados, 50,1% afirmaram que planejam previamente os presentes a serem adquiridos, enquanto 33,8% decidem no momento da compra.

Impacto do 13º salário e Black Friday

Entre os entrevistados, 52,7% recebem o 13º salário. Destes, 68,4% pretendem usar o valor para pagar contas, enquanto 31,6% afirmaram que vão destinar parte para comprar presentes.

A Black Friday também influenciou os hábitos de consumo. Entre os entrevistados, 45,2% disseram que comprariam na data promocional, e 39,1% afirmaram que o maior gasto em novembro impactará o orçamento para o Natal. Além disso, 48,9% dos que pretendem participar da Black Friday planejam adquirir presentes natalinos na ocasião.

A pesquisa também avaliou os impactos das enchentes no estado. Entre os consumidores que optaram por não realizar compras na Black Friday, 7,1% mencionaram as enchentes como fator decisivo.

Tendências para 2024

O presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn, destacou a importância do período para o varejo. “Apesar dos desafios enfrentados, as vendas de final de ano representam uma oportunidade fundamental para o comércio”, afirmou Bohn, reforçando a expectativa de que as vendas superem as de 2023.

Foto: DC Studio/Divulgação | Fonte: Assessoria
06/12/2024 0 Comentários 361 Visualizações
Variedades

Mais de 50% dos consumidores planejam pagar à vista nas compras de Natal

Por Jonathan da Silva 04/12/2024
Por Jonathan da Silva

Mais da metade dos consumidores pretende pagar à vista nas compras de Natal deste ano conforme pesquisa realizada pela Câmara de Dirigentes Lojistas de Porto Alegre (CDL POA). Dos entrevistados, 49,5% informaram que usarão o salário do mês para as compras, enquanto 14,5% utilizarão reservas financeiras, 15,8% o 13º salário, e 3,3% recorrerão a empréstimos de familiares.

De acordo com o economista-chefe da CDL Porto Alegre, Oscar Frank, o pagamento à vista pode trazer vantagens financeiras significativas. “Esse tipo de pagamento viabiliza a obtenção de descontos por parte dos consumidores, representando uma economia ao longo do tempo. Além disso, ajuda na organização financeira, especialmente para aqueles que têm dificuldades em pagar faturas de cartão de crédito ou que recorrem frequentemente ao cheque especial”, afirma Frank. O economista destaca que métodos como débito ou Pix evitam gastos além da capacidade financeira dos consumidores.

A pesquisa também revelou as categorias mais procuradas para os presentes de Natal. Moda e acessórios lideram a lista, com 51,4% da preferência, seguidos por itens para bebês e crianças (28%) e produtos de perfumaria e cosméticos (24%).

Neste ano, a CDL POA também lançou um Programa de Educação Financeira, com o objetivo de conscientizar a população sobre o controle das finanças pessoais. A iniciativa busca auxiliar as famílias na realização de objetivos financeiros de longo prazo por meio de uma melhor gestão de recursos.

A pesquisa completa sobre o comportamento de consumo no Natal está disponível no site da CDL Porto Alegre, em conteudo.cdlpoa.com.br/pesquisa-natal-2024.

Foto: Freepik/Divulgação | Fonte: Assessoria
04/12/2024 0 Comentários 240 Visualizações
Variedades

Pesquisa aponta que 45% dos consumidores gaúchos pretendem comprar na Black Friday

Por Jonathan da Silva 26/11/2024
Por Jonathan da Silva

Uma pesquisa realizada pela Fecomércio-RS revelou que 45,2% dos consumidores entrevistados no Rio Grande do Sul pretendem realizar compras durante a Black Friday de 2024. O levantamento, denominado de Pesquisa de Final de Ano, voltado a consumidores com intenção de adquirir presentes de Natal, também mostrou que a data tem impactado o comportamento de consumo, influenciando tanto os gastos de novembro quanto as compras de fim de ano.

De acordo com o estudo, 48,9% dos entrevistados que comprarão na Black Friday afirmaram que aproveitarão a data para adquirir presentes de Natal, parcial ou integralmente. Esse grupo representa 22,1% de todos os entrevistados. Além disso, 39,1% indicaram que um maior gasto em novembro reduzirá os recursos destinados às compras natalinas em dezembro.

Impacto das enchentes de maio

A pesquisa também investigou a influência das enchentes de maio nos hábitos de consumo. Entre os que pretendem comprar na Black Friday, 24,1% afirmaram que os eventos climáticos afetaram sua decisão de gastar, com 13,2% mencionando aumento nos gastos e 10,9% apontando redução.

Metodologia da pesquisa

A pesquisa foi realizada entre 10 e 23 de outubro de 2024 e contou com 385 entrevistas em cidades representativas de diferentes regiões do estado, como Porto Alegre, Santa Maria, Caxias do Sul, Ijuí e Pelotas. O levantamento buscou identificar tendências e comportamentos de consumo no período de festas de fim de ano.

Foto: Freepik/Divulgação | Fonte: Assessoria
26/11/2024 0 Comentários 350 Visualizações
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