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Consórcio Pró-Sinos

Variedades

Estiagem piora a qualidade da água em pontos do Rio do Sinos

Por Ester Ellwanger 04/02/2022
Por Ester Ellwanger

No mês de janeiro, o Programa de Monitoramento Espacial do Rio dos Sinos identificou uma crescente degradação da água do rio em alguns pontos em razão da estiagem. Mensalmente, o Consórcio Pró-Sinos monitora a qualidade da água em 24 pontos representativos da Bacia Hidrográfica do Rio dos Sinos. A partir de nove parâmetros – Coliformes Termotolerantes, pH, Nitrogênio, Fósforo, Oxigênio Dissolvido, Demanda Bioquímica de Oxigênio, Temperatura, Turbidez e Sólidos Totais – é calculado o Índice da Qualidade da Água (IQA), um número que permite uma avaliação genérica, mas significativa, das condições da água no local.

De acordo com o diretor-técnico do Pró-Sinos, Hener de Souza Nunes Júnior, a piora da qualidade das águas ocorre a partir dos locais de recebimento de grandes cargas de esgoto não tratado. E a estiagem contribui para os resultados negativos. “Na campanha anterior já percebemos essa tendência de piora. A diminuição da vazão dos cursos de água, causada pela estiagem, produz maior concentração da carga de esgotos não tratados”, observa, citando os pontos P17 (Arroio João Correa), P18 (Arroio Portão/Estância Velha) e P22 (Arroio Sapucaia), que continuam apresentando valores inferiores a 50.

No início de janeiro, após vários dias sem chuvas, registraram-se fortes precipitações. No dia seguinte, foram encontrados peixes mortos no trecho entre os pontos P14 e P15, em São Leopoldo, indicando que a condição do Rio dos Sinos piorou significativamente com a remoção e transporte de resíduos até então retidos nas tubulações de esgoto, ocasionada pelas chuvas”.

“No início de janeiro, após vários dias sem chuvas, registraram-se fortes precipitações. No dia seguinte, foram encontrados peixes mortos no trecho entre os pontos P14 e P15, em São Leopoldo, indicando que a condição do Rio dos Sinos piorou significativamente com a remoção e transporte de resíduos até então retidos nas tubulações de esgoto, ocasionada pelas chuvas”, destaca o diretor-técnico. Segundo ele, este é um efeito conhecido e recorrente após fortes chuvas precedidas de longo período de estiagem. Essas primeiras chuvas, ao invés de melhorarem a condição do rio, a agravam muito levando a um ambiente incapaz de dar suporte à vida de várias espécies de animais.

Entenda o Índice da Qualidade da Água

O Índice da Qualidade da Água (IQA) tem uma escala que varia de zero a cem, sendo os valores mais baixos indicativos de uma qualidade muito ruim e os valores mais altos, indicativos de boa qualidade. A equipe técnica do Pró-Sinos acompanha esse Índice, que se relaciona com os parâmetros medidos mensalmente. São informações relevantes, que podem servir de alerta e apoiar tomadas de decisão e ações em prol do saneamento.

 

Os pontos

O exame dos valores obtidos permite segmentar a bacia em duas porções: a primeira porção é constituída por áreas com baixo adensamento populacional, mais próximas das nascentes, indicadas pelos pontos P1 a P13. Já a segunda porção é onde estão os pontos de P14 a P24, na qual o Sinos atravessa áreas com alto adensamento populacional, mais próximas da foz. Na segunda porção, somam-se os despejos de esgoto não tratado, provenientes das áreas urbanas da primeira porção, aos esgotos das cidades da própria porção, o que, em geral, torna a qualidade da água muito baixa.

Análise de janeiro

A campanha de janeiro mostrou uma estabilidade nos resultados dos pontos monitorados na bacia com alternância de tendências como vem ocorrendo nas medições anteriores. Os valores obtidos na primeira porção, onde estão os pontos P1 a P13, mantêm-se significativamente melhores que os valores obtidos na segunda porção, onde estão os pontos P14 a P24.

Na primeira porção, dos pontos mais próximos às nascentes do Rio dos Sinos e seus afluentes, ocorreu uma piora no ponto P4, em Rolante, mas após a contribuição das águas do Rio Areia, a qualidade voltou a níveis mais altos. Também nas proximidades de Três Coroas houve uma pequena piora nos parâmetros, suficiente para tornar o IQA do ponto “Regular”, mas de valor apenas um décimo abaixo do conceito “Bom”.

Ao contrário, mas com variação de valor semelhante, o P2, em Santo Antônio da Patrulha, passou de “Regular” para “Bom”. Conforme observado na campanha anterior, a menor ocorrência de chuvas reduziu as vazões e a turbulência dos cursos de água, mantendo a baixa turbidez e valores favoráveis nos demais parâmetros.

Os destaques positivos dessa região são os pontos P1, P2, P3, P5, P6 e P12, situados nas extremidades da bacia. Os pontos situados nos trechos iniciais do Sinos, ao longo do Rio Rolante, e nos primeiros trechos do Rio Paranhana, apresentaram resultados muito bons, novamente evidenciando que a degradação das águas ocorre na passagem pelas cidades, quando recebem grandes cargas de esgoto não tratado.

Os índices da segunda porção, como vêm sendo registrados nas campanhas anteriores, apresentam valores bastante baixos. Os arroios afluentes do Rio dos Sinos continuam com valores muito baixos no IQA. No P17, na foz do arroio João Corrêa, houve uma pequena melhora no valor, embora insuficiente para retirá-lo da condição “Muito ruim”.

Foto: Hener de Souza Nunes Júnior/Divulgação | Fonte: Assessoria
04/02/2022 0 Comentários 802 Visualizações
Variedades

Nível do Rio dos Sinos aumenta e Consórcio Pró-Sinos tranquiliza população

Por Ester Ellwanger 20/01/2022
Por Ester Ellwanger

As chuvas dos últimos dias deram um novo fôlego ao nível do Rio dos Sinos, que vinha ficando abaixo do normal em função da estiagem das últimas semanas, com redução do nível e da vazão das águas. O Consórcio Pró-Sinos, que congrega 28 dos 30 municípios que compõem a bacia hidrográfica – acompanha de perto a situação da região e compartilha informações técnicas com gestores e população.

Conforme medição feita na régua da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) nesta quarta-feira, 19 de janeiro, o nível do rio atingiu pouco mais de 2 metros, o que corresponde a uma vazão de 80 metros cúbicos por segundo, volume regular e bastante superior à média da estação. Na terça (18), o nível era de 126 centímetros, enquanto na segunda (17) — antes da chuva — estava em apenas 63 cm. “É claro que essa vazão diminui rapidamente, e serão necessárias novas chuvas para que a situação se mantenha segura. Mas, no momento, não existem motivos para preocupação. No entanto, precisamos manter o uso racional da água”, tranquiliza o diretor técnico do Consórcio, Hener de Souza Nunes Júnior.

É claro que essa vazão diminui rapidamente, e serão necessárias novas chuvas para que a situação se mantenha segura. Mas, no momento, não existem motivos para preocupação. No entanto, precisamos manter o uso racional da água”.

Na avaliação do técnico, se as chuvas que já vêm ocorrendo forem regulares e cobrirem toda a região, existe uma possibilidade de o período crítico ser superado com uma disponibilidade de água aceitável. “Chuvas rápidas e intensas causam muitos estragos. Muitas vezes são acompanhadas de granizo, vento e enxurradas. O tempo de ocorrência é insuficiente para reabastecer os depósitos subterrâneos, pouco contribuindo com a disponibilidade de água no solo”, esclarece.

A plataforma do Programa de Monitoramento Espacial do Pró-Sinos contempla dados sobre qualidade da água, acumulado de chuva, nível do rio e vazão, compartilhados por entidades como o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) e a ANA.

 

Cuidados para evitar o desperdício de água

• Evite lavar calçadas, carros, molhar plantas e encher piscinas até a situação normalizar.
• Acumule a roupa para utilizar a máquina de lavar na capacidade máxima.
• Ao lavar a louça, feche a torneira. Utilize a água apenas para enxágue.
• Não deixe a torneira aberta enquanto escova os dentes.
• Combata vazamentos, mesmo que sejam apenas pingos.
• Seja rápido no banho e desligue o chuveiro enquanto se ensaboa.

Foto: Hener de Souza Nunes Júnior/ Divulgação | Fonte: Assessoria
20/01/2022 0 Comentários 558 Visualizações
Variedades

Pró-Sinos lidera criação de grupo de trabalho para monitoramento de palometas na Bacia do Sinos

Por Stephany Foscarini 23/11/2021
Por Stephany Foscarini

Com o objetivo de criar uma rede para compartilhamento de dados e informações, o Consórcio Pró-Sinos articulou a criação de um grupo de trabalho composto de gestores ambientais, representantes de pescadores e especialistas a fim de discutir e antecipar o planejamento de ações que facilitem o manejo e o controle das palometas, caso cheguem à Bacia Hidrográfica do Rio dos Sinos. Com a ocorrência de piranhas-vermelhas (Serrasalmus maculatus) na bacia do Rio Jacuí, há possibilidade de a espécie chegar ao Guaíba e também ao Rio dos Sinos.

O consórcio trabalha em ações ligadas ao saneamento, mas esse é um tema que interessa aos gestores de meio ambiente dos municípios e causa impactos na atividade econômica dos municípios”.

“O consórcio trabalha em ações ligadas ao saneamento, mas esse é um tema que interessa aos gestores de meio ambiente dos municípios e causa impactos na atividade econômica dos municípios”, observou o diretor-técnico do Pró-Sinos, Hener de Souza Nunes Júnior. Participaram da reunião virtual o analista ambiental do Ibama e coordenador das ações de combate à invasão das palometas, Maurício Vieira de Souza, o biólogo e secretário de Meio Ambiente de Canela, Jackson Müller, o biólogo e secretário de Meio Ambiente de Esteio, William Papi, o pescador Paulo Denilto Ribeiro, a despachante náutica Luciane Cardoso Borges, além da equipe do Pró-Sinos.

Na avaliação de Müller, o tema tem causado preocupação. A articulação de entidades relacionadas ao meio ambiente é necessária para o planejamento de ações. Já Paulo Denilto Ribeiro destacou que os pescadores, pela rotina da profissão, acabam realizando uma espécie de monitoramento das águas dos rios e, por isso, poderão ser os primeiros a constatar a chegada das palometas. “É importante criar o grupo de monitoramento para vermos como será na Bacia do Sinos e, caso se consolide, nos articularmos para esse desafio”, comentou William Papi.

Maurício Vieira de Souza falou brevemente sobre o que prevê a estratégia nacional no tratamento de espécies exóticas invasoras e esclareceu que, nestes casos, nem sempre o combate é possível, restando a necessidade de adaptação à realidade. Há contatos com universidades, instituições e municípios, pois o tema demanda o envolvimento de diversos atores. “Não temos dados de que as palometas chegaram ao Guaíba, mas é uma tendência”, pontuou Maurício.

Luciane Borges é de Rio Pardo, onde pescadores relatam o aparecimento de palometas. Segundo ela, um grupo da região se mobilizou para arrecadar recursos suficientes para a compra de alevinos de dourado – espécie predadora natural das piranhas-vermelhas, peixe típico da bacia do Rio Uruguai. A possibilidade está em avaliação, bem como os trâmites necessários para autorização dessa ação. Segundo orientaram Maurício Vieira de Souza e Jackson Müller, tal medida necessita de estudo prévio para ser adotada, enfatizando a importância do grupo para orientar ações relacionadas ao tema.

O Pró-Sinos se propõe a facilitar a interlocução das partes interessadas a buscar membros estratégicos para o grupo avançar no monitoramento da situação”.

Ao final do encontro, o grupo destacou a importância da participação de pescadores e das comunidades ribeirinhas na discussão, para que haja o acompanhamento do aparecimento de palometas. Também será incentivada a participação de representantes de outros municípios. A ideia é, também, reunir informações para criação de material informativo com embasamento científico e que sirva de orientação para administração pública e também para a população. “O Pró-Sinos se propõe a facilitar a interlocução das partes interessadas a buscar membros estratégicos para o grupo avançar no monitoramento da situação”, finalizou Hener.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/11/2021 0 Comentários 481 Visualizações
Variedades

Pró-Sinos divulga dados de outubro do Programa de Monitoramento Espacial do Rio dos Sinos

Por Ester Ellwanger 09/11/2021
Por Ester Ellwanger

Mensalmente, o Consórcio Pró-Sinos monitora nove parâmetros de qualidade da água em 24 pontos representativos da Bacia do Rio dos Sinos. A partir desses parâmetros – Coliformes Termotolerantes, pH, Nitrogênio, Fósforo, Oxigênio Dissolvido, Demanda Bioquímica de Oxigênio, Temperatura, Turbidez e Sólidos Totais – é calculado o Índice da Qualidade da Água (IQA), um número que permite uma avaliação genérica, mas significativa, das condições da água no local.

O IQA tem uma escala que varia de 0 a 100, sendo os valores mais baixos indicativos de uma qualidade muito ruim e valores mais altos, indicativos de boa qualidade. A equipe técnica do Pró-Sinos acompanha esses dados, que se relacionam com os parâmetros medidos mensalmente. São informações relevantes, que podem servir de alerta e apoiar tomadas de decisão e ações.


O exame dos valores obtidos permite segmentar a bacia em duas porções: áreas com baixo adensamento populacional, mais próximas das nascentes, e áreas com alto adensamento populacional, mais próximas da foz. Na primeira porção estão situados os pontos de P1 a P13. Na segunda, os pontos de P14 a P24.

Os dados

A campanha de outubro revelou um cenário de melhora para todos os pontos monitorados, em especial, aqueles situados próximos às nascentes do Rio dos Sinos e seus afluentes. Na primeira porção, a menor quantidade de chuva diminuiu a turbidez das águas que ainda se mantiveram com vazão relativamente alta devido à drenagem da água infiltrada no solo pela calha dos arroios e rios. Essa água que escoa mais lentamente pelas calhas das microbacias apresenta baixa turbidez e também valores favoráveis nos demais parâmetros monitorados.

Os pontos próximos das nascentes, aqueles que agrupamos na primeira porção, apresentaram qualidade boa com valores de IQA acima de 74, embora não atinjam qualidade excelente (IQA acima de 90). Entretanto, os parâmetros que reduzem o valor do IQA nesses pontos revelam pouca influência das ações humanas, devendo-se mais a causas naturais. Os destaques positivos são os pontos P1, P6, P11 e P12, situados nas extremidades da bacia e antes de os cursos de água chegarem às cidades.

Na segunda porção, que recebe as águas da primeira porção, o IQA apresenta valores baixos, mas não tanto quanto em meses anteriores. Nessa porção, somam-se os despejos de esgoto não tratado, vindos das áreas urbanas, o que, em geral, torna a qualidade da água muito baixa.

São destaques negativos da segunda porção os pontos P17 (Foz do Arroio João Corrêa) e P22 (Foz do Arroio Sapucaia, na ponte da BR 386) com valores de IQA de 41,18 e 39,78, respectivamente. Não são pontos do leito do Rio dos Sinos, mas afluentes importantes.

Foto: Hener de Souza/Divulgação | Fonte: Assessoria
09/11/2021 0 Comentários 420 Visualizações
Variedades

Programa de Monitoramento Espacial do Pró-Sinos completa um ano com ampliação dos serviços

Por Stephany Foscarini 30/09/2021
Por Stephany Foscarini

Desde que criou o Programa de Monitoramento Espacial das Águas do Rio dos Sinos, há um ano, o Consórcio Pró-Sinos conta com um ambiente virtual que reúne dados e apresenta informações relevantes sobre as condições ambientais da Bacia Hidrográfica do Rio dos Sinos. Em 12 meses, nos 24 locais representativos dos principais trechos desses cursos de água da bacia, foi possível medir mensalmente nove parâmetros. “Com eles, calculamos o Índice de Qualidade da Água (IQA), um indicador importante para avaliarem-se as condições do curso de água”, destaca o diretor-técnico do Pró-Sinos, Hener de Souza Nunes Júnior. Além disso, iniciativas na área de Educação Ambiental e logística reversa passaram a integrar a plataforma.

De acordo com o diretor-técnico, foi possível identificar a falta de tratamento do esgoto em algumas cidades, por exemplo, a partir de altos valores na concentração de microrganismos presentes nas fezes (os Coliformes Termotolerantes), pela baixa concentração de Oxigênio Dissolvido e pela alta Demanda Biológica de Oxigênio. Também a concentração de Nitrogênio e Fósforo são indicadores de esgotos não tratados. “Alterações no pH podem indicar presença de efluentes industriais. Na zona rural, a presença de Nitrogênio e Fósforo podem ser indicadores de contaminação por fertilizantes químicos”, explica.

Hener ressalta que todos esses parâmetros devem ser analisados por técnicos qualificados, que podem interpretá-los com propriedade e indicar as providências a serem tomadas. Recentemente, o Pró-Sinos disponibilizou aos municípios consorciados a oportunidade de expor o link da plataforma do Monitoramento Espacial das Águas de Rio dos Sinos na página das prefeituras. Um exemplo é a prefeitura de Rolante, que já abriu espaço para os dados no site. “A ferramenta é muito importante para auxiliar no monitoramento e desenvolvimento de medidas para melhoria ambiental. Com a inserção de informações de Educação Ambiental, muitos municípios podem copiar boas ideias”, destaca Diego Luiz Gossler, diretor de Meio Ambiente de Rolante. Na avaliação dele, a população visita com regularidade o site da prefeitura e, desta forma, terá contato com o trabalho desenvolvido pelo Pró-Sinos.

Sobre

O Programa de Monitoramento Espacial tem como base uma plataforma de informática desenvolvida com o uso de sistemas de informação geográfica (SIG) que reúne dados em camadas temáticas. As informações são associadas à localização de suas ocorrências. Assim, é possível localizar geograficamente os dados. O conteúdo é armazenado em um banco que permite o estudo da variação ao longo do tempo em determinado local.

De uma proposta inicial de reunir informações sobre a qualidade da água (parâmetros como Coliformes Termotolerantes, pH, Nitrogênio, Fósforo, Oxigênio Dissolvido, Demanda Biológica de Oxigênio, Temperatura, Turbidez e Sólidos Totais) evoluiu-se para outras informações de interesse para a gestão ambiental. Atualmente, o sistema traz dados sobre precipitação de chuvas e vazão dos cursos de água em estações monitoradas pela Agência Nacional de Águas (ANA) e pelo Centro Nacional de Monitoramento de Desastres Naturais (CEMADEN). Também pode ser encontrada a extensão da mancha de inundação dos cursos de água principais, para o tempo de recorrência de cem anos.

São publicações em redes sociais, notícias, links de interesse e várias outras informações que permitem a cada município divulgar as ações desenvolvidas”.

Conforme a coordenadora de Educação Ambiental do Pró-Sinos, Daniela Tomaz, a plataforma contempla também a localização dos Pontos de Entrega Voluntária (PEV) de resíduos sujeitos à logística reversa, como por exemplo as lâmpadas fluorescentes. Para cada produto localizam-se todos os pontos cadastrados, indicados pelas respectivas Entidades Gestoras. “Também acrescentamos à plataforma as iniciativas de Educação Ambiental desenvolvidas em cada município. São publicações em redes sociais, notícias, links de interesse e várias outras informações que permitem a cada município divulgar as ações desenvolvidas. Isso produz uma sinergia, onde as boas ideias podem ser adaptadas e replicadas por outros municípios”, esclarece Daniela.

Para acessar a plataforma, clique aqui.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/09/2021 0 Comentários 647 Visualizações
Variedades

Regionalização do saneamento é assunto na 3ª Assembleia Geral Ordinária do Pró-Sinos

Por Stephany Foscarini 09/09/2021
Por Stephany Foscarini

A discussão sobre o projeto do Executivo estadual que trata da regionalização do saneamento dominou os debates da 3ª Assembleia-Geral Ordinária do ano do Consórcio Pró-Sinos, ocorrida nesta quarta-feira (8). Os municípios consorciados deliberaram pela necessidade da retirada do pedido de urgência da votação, que começa a trancar a pauta da Assembleia Legislativa a partir da próxima semana. As definições relacionadas ao tema constam em nota oficial divulgada pela entidade ao final do encontro.

Também ficou acertada a necessidade de uma proposta que permita a criação de subunidades dentro das unidades de saneamento, condição para adesão pelos municípios. “A ideia é permitir arranjos locais, proporcionando aos municípios criarem autarquias, promoverem licitações, por exemplo, de acordo com a necessidade de cada gestor”, explicou o presidente do consórcio e prefeito de Esteio, Leonardo Pascoal.

Outra questão discutida foi possibilidade de as prefeituras migrarem do bloco original para outros blocos regionais de saneamento. “Dentro do espírito de solidariedade entre gestores, a ideia é permitir a integração futura entre municípios de blocos diferentes”, esclareceu.

Pela primeira vez no ano, a reunião ocorreu de forma presencial, no Parque de Exposições Assis Brasil, e contou com a presença de representantes de Cachoeirinha, Sapucaia do Sul, Glorinha, São Leopoldo, Campo Bom, Novo Hamburgo, Riozinho, Rolante, Canoas, Nova Santa Rita e Santo Antônio da Patrulha.

Repercussões

Pascoal lembrou que, mesmo que seja retirado o pedido de urgência por algumas semanas, o tema deve ser votado e precisa de mudanças. O prefeito de Cachoeirinha e diretor financeiro do consórcio, Miki Breier, também relatou a necessidade de aprimoramento. O prefeito de São Leopoldo, Ary Vanazzi, disse que o papel do Pró-Sinos é construir uma solução ao problema e que o tema mexe com a conjuntura ambiental. Já o prefeito de Sapucaia do Sul, Volmir Rodrigues, enfatizou a necessidade de utilizar a expertise do comitê na construção de um projeto ideal. “Temos conhecimento e equipe técnica para isso”, afirmou.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/09/2021 0 Comentários 437 Visualizações
Cidades

Avança projeto para criação de corredor ecológico entre o Arroio Brigadeira e a foz do Arroio Sapucaia

Por Stephany Foscarini 03/09/2021
Por Stephany Foscarini

Com o objetivo de preservar uma faixa de vegetação de mais de 9km, o Consórcio Pró-Sinos lidera estudo para a criação de corredor ecológico entre o Rio Gravataí, seguindo as áreas ainda preservadas e os vazios urbanos adjacentes ao Arroio Brigadeira, passando pela Fazenda Guajuviras até o Arroio Sapucaia. Nessa etapa, a iniciativa abrange os municípios de Cachoeirinha, Canoas e Esteio. Na segunda fase, as cidades de Gravataí e Sapucaia do Sul também devem integrar o projeto.

A pedido do Ministério Público, o Pró-Sinos iniciou o trabalho em 2019, fazendo a articulação entre as equipes técnicas dos municípios, com objetivo de proteger a diversidade biológica. “Essas regiões são algumas das poucas ainda preservadas na malha urbana. Essa medida é importante para resgatar as áreas verdes na beira dos arroios”, destaca o diretor-técnico do Pró-Sinos, Hener de Souza Nunes Júnior. Ele acrescenta que os corredores permitem que a fauna terrestre possa circular, ampliando a troca genética intra espécies, além da dispersão de sementes da flora entre as áreas isoladas.

O estudo foi ampliado e, recentemente, o diretor de Meio Ambiente de Esteio, William Papi, apresentou as áreas sobre as quais o corredor poderá ser instituído, aproveitando Áreas de Preservação Permanente (APPs), banhados e manchas de vegetação preservadas no município. O presidente do Consórcio Pró-Sinos e prefeito de Esteio, Leonardo Pascoal, sugeriu a extensão do corredor até a foz do Arroio Sapucaia, no Rio dos Sinos. “Esse trecho tem ocupação intensiva e interferências com edificações. Certamente não alcançaremos a total continuidade do corredor, mas será possível resgatar algumas áreas hoje ocupadas irregularmente e preservar o que ainda for possível da mata ciliar do Arroio Sapucaia”, explica Hener.

Nas próximas semanas, o Pró-Sinos deve reunir-se com as prefeituras para apresentação da proposta de alteração das leis dos Planos Diretores dos municípios, instituindo Zona de Especial Interesse Ambiental (ZEIA) nas áreas abrangidas pela poligonal do corredor. Após validação dos prefeitos, deverá ser encaminhada aos respectivos legislativos municipais. É necessário realizar um levantamento dos imóveis atingidos nos municípios de Canoas, Esteio e Cachoeirinha. “Para os dados não disponíveis nos cadastros municipais, foi realizada uma consulta de preços junto a prestadores especializados em levantamentos e avaliações fundiárias. Buscaremos recursos junto ao Ministério Público para a realização desses serviços”, finaliza Hener.

Os corredores ecológicos

Os corredores ecológicos são áreas definidas por ações coordenadas, com o objetivo de proteger a diversidade biológica na escala de biomas. Essas ações envolvem o fortalecimento, a expansão e a conexão de áreas protegidas dentro do corredor, fomentando usos de baixo impacto e criando incentivos para envolver os diferentes setores da produção e da conservação. Assim, podem agrupar diversos tipos de áreas protegidas, legalmente instituídas ou não (Unidades de Conservação, inclusive as de Uso Sustentável, Áreas de Proteção Permanente e Reservas Legais). O projeto em desenvolvimento pelo Pró-Sinos junto aos municípios contempla uma versão em escala menor do conceito tradicional de corredor ecológico.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/09/2021 0 Comentários 833 Visualizações
Cidades

Prefeito de Esteio defende bloco regional da Bacia do Sinos

Por Milena Costa 15/07/2021
Por Milena Costa

O presidente do Consórcio Pró-Sinos e prefeito de Esteio, Leonardo Pascoal, voltou a defender a adoção das bacias hidrográficas como critério para regionalização do saneamento básico, conforme previsto na Lei 14.026/20. Ele participou, nesta semana, do seminário promovido pela Associação dos Municípios da Região Metropolitana (Granpal) relacionado ao tema.

“se esse tema não for bem definido, com a desestatização da Corsan, correremos o risco de eventualmente ter algumas dezenas de municípios sem viabilidade de um serviço economicamente viável”

“Precisamos, de forma muito clara e assertiva, discutir a regionalização do saneamento porque, se esse tema não for bem definido, com a desestatização da Corsan, correremos o risco de eventualmente ter algumas dezenas de municípios sem viabilidade de um serviço economicamente viável para o atendimento do abastecimento de água e da coleta e tratamento de esgoto”, afirmou Pascoal no evento.

Para o presidente do consórcio, a privatização da companhia e a regionalização do saneamento precisam ser discutidas paralelamente. “Hoje, um pequeno grupo de municípios acaba por financiar as operações da companhia. O governo do Estado vem propondo uma consulta pública nesse sentido, para que isso seja feito sem que haja risco para as cidades de menor porte”, observa.

“Temos uma caminhada bastante significativa nessas organizações regionais e conhecemos profundamente a realidade das cidades que compõem a Bacia Hidrográfica do Rio dos Sinos”

Em abril deste ano, o presidente do Pró-Sinos e sua diretoria estiveram reunidos com o secretário do Meio Ambiente e Infraestrutura do RS, Luiz Henrique Viana, e foi reforçada a proposta de adoção das bacias hidrográficas como critério para regionalização do saneamento. “Temos uma caminhada bastante significativa nessas organizações regionais e conhecemos profundamente a realidade das cidades que compõem a Bacia Hidrográfica do Rio dos Sinos”, finaliza.

Foto: Jesiel Boschetti/Divulgação | Fonte: Assessoria
15/07/2021 0 Comentários 608 Visualizações
Pró-Sinos
Cidades

Pró-Sinos lança programa de monitoramento das águas do Rio dos Sinos

Por Gabrielle Pacheco 04/12/2020
Por Gabrielle Pacheco

O Consórcio Pró-Sinos lançou, nesta quinta-feira (3), um programa inédito de monitoramento espacial das águas do Rio dos Sinos. Desta forma, o objetivo é reunir em uma plataforma digital as informações sobre as condições ambientais da bacia hidrográfica da região, a partir de parâmetros qualitativos e quantitativos. Além disso, o projeto deve ser uma fonte de conteúdos sobre o tema. “É um momento muito importante para a história do Consórcio Pró-Sinos, para a bacia e também para as nossas comunidades”, destacou o presidente do Pró-Sinos e prefeito de Esteio, Leonardo Pascoal.

A cerimônia foi realizada em Nova Santa Rita. Além da prefeita Margarete Ferretti, que também é presidente da Granpal, estiveram presentes os prefeitos Nei Pereira dos Santos, de Caraá, Ary Vanazzi, de São Leopoldo, João Alfredo de Castilhos Bertolucci, de Gramado, Corinha Molling, de Sapiranga, Daiçon Maciel da Silva, de Santo Antônio da Patrulha, Luis Rogério Link, de Sapucaia do Sul, e representantes dos prefeitos de Cachoeirinha, Canoas, Novo Hamburgo e Campo Bom, entre outras autoridades. O programa permitirá ao Pró-Sinos criar uma série histórica sobre o comportamento das águas coletadas na bacia e que chegam ao Rio dos Sinos. Assim, as informações poderão auxiliar os gestores no planejamento, na fiscalização e em ações que envolvam o meio ambiente na região.

Plataforma colaborativa

Atualmente, a entidade realiza coleta de amostras e mede parâmetros de qualidade em 24 pontos de monitoramento, distribuídos em 16 municípios do Vale dos Sinos. Além disso, a pró-sinos também recebe dados quantitativos (nível, vazão e pluviosidade) de estações de medição da Agência Nacional de Águas (ANA), e do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (CEMADEN). Assim, todos esses dados agora são lançados na plataforma digital, que permite uma consulta rápida e clara das condições de cada ponto monitorado. “É uma plataforma colaborativa, que já nasce grande, trazendo informações relevantes”, observou o presidente do consórcio. Para acessá-la, clique aqui.

Para Leonardo Pascoal, o programa possibilitará aos municípios consorciados um mapa mais completo da situação ambiental do Rio dos Sinos, permitindo agir na correção de problemas de uma forma mais ágil e precisa. “Os pontos de monitoramento nos apresentam uma situação fidedigna da bacia. Assim, os dados coletados nos possibilitam antecipar o comportamento do rio, agindo com mais acerto nas situações de cheias ou estiagens, ou nos casos em que a qualidade das águas apresente comprometimento”, detalhou.

Os recursos para o custeio do programa são provenientes das Taxas de Controle e Fiscalização Ambiental Municipal (TCFAM). Além da ANA e do CEMADEN, o Pró-Sinos busca parceria de outras importantes instituições que produzem e utilizam dados sobre as condições das águas superficiais da bacia, como as secretarias municipais de Meio Ambiente, as concessionárias de saneamento, as universidades e os centros de pesquisa da região. Por fim, as prefeituras de Esteio e Campo Bom já contam com programas de monitoramento apoiados pelo Pró-Sinos.

Parâmetros avaliam da temperatura à turbidez da água

Atualmente, são acompanhados nove parâmetros qualitativos que constituem o Índice de Qualidade da Água (IQA): temperatura, pH, oxigênio dissolvido, sólidos totais, demanda bioquímica de oxigênio, coliformes termotolerantes, nitrogênio total, fósforo total e turbidez. Dessa forma, eles se somam aos parâmetros quantitativos — pelos quais são feitos o monitoramento do nível do rio, permitindo calcular a vazão de água, e a análise da quantidade e da distribuição das chuvas.

Dezesseis municípios contam com pontos de monitoramento

As coletas estão sendo feitas em 24 pontos distribuídos nos municípios de Caraá, Santo Antônio da Patrulha, Rolante, Riozinho, Taquara, Três Coroas, Igrejinha, Canela, Campo Bom, Novo Hamburgo, São Leopoldo, Sapucaia do Sul, Portão, Esteio, Nova Santa Rita e Canoas. Além disso, a intenção é buscar parcerias com concessionárias e municípios para ampliar o número de locais de recolhimento ao longo dos próximos anos.

Campanhas abastecem a plataforma digital

Entre setembro e novembro deste ano, o Pró-Sinos realizou três campanhas de coletas de amostras de água na bacia. Assim, em cada um dos 24 pontos foram apresentados resultados específicos — que permitem aos gestores avaliarem com precisão a situação ambiental em suas localidades. Além disso, as informações das primeiras análises já estão abastecendo a plataforma digital. Para mais informações, acesse o Programa de Monitoramento Espacial do Pró-Sinos:http://fortalezatec.com.br/prosinos/

Foto: Brayon Coutinho Marques/Divulgação | Fonte: Assessoria
04/12/2020 0 Comentários 636 Visualizações
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