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Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas

Business

1ª edição da Convenção Lojista será em agosto, em Bento Gonçalves

Por Amanda Krohn 02/02/2023
Por Amanda Krohn

A cidade de Bento Gonçalves será a localidade de um encontro inédito e que tem tudo para entrar na história do movimento lojista gaúcho. A Federação Varejista do Rio Grande do Sul, entidade que representa as CDLs no estado, promoverá o encontro previsto para os dias 24 e 25 de agosto na cidade de Bento Gonçalves no Centro de Eventos do Dall’Onder Grande Hotel. A temática central será “O Varejo que Conecta”. A inspiração será uma característica comum em várias áreas que envolvem o setor e terá com subtemas, gestão de pessoas, o modelo Phygital (que mistura o físico e o digital), a conectividade com o cliente e a relação com o momento econômico atual.

Além das palestras, estão previstos eventos paralelos como reunião das federações filiadas à Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), encontro de CDLs Jovem, Encontro dos Jurídicos, Encontro de Comunicadores de CDLs, Encontro de coordenadoras de Núcleos de Mulheres Empreendedoras e Encontro de Profissionais do SPC Brasil. A programação e os detalhes serão divulgados ao longo dos próximos meses. Outras informações podem ser obtidas no site da Federação Varejista.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/02/2023 0 Comentários 667 Visualizações
Business

Comércio gaúcho deve fechar o ano com crescimento de pelo menos 3,6%

Por Amanda Krohn 05/12/2022
Por Amanda Krohn

Em avaliação a respeito do desenvolvimento da economia em 2022, as pesquisas mostram uma recuperação do setor de serviços e comércio. Entretanto, o impacto da estiagem sobre a atividade agropecuária deve limitar o crescimento do PIB gaúcho. Os números mostram um impacto bem significativo. O maior crescimento, conforme dados do IBGE e DEE-RS, foi no setor de serviços com 12,2%, seguido do comércio com 3,9% e indústria com alta de 1,7%. Já o agro registrou índice negativo de 57,5%.

O presidente da Federação Varejista do RS, Ivonei Pioner fala sobre as projeções. “O desempenho do comércio em 2022 dependerá do resultado do quarto trimestre. Projetando um crescimento de 3% nestes últimos três meses que é o que acreditamos ser possível alcançar na comparação com o mesmo período do ano passador, o setor pode encerrar o ano com um avanço de 3,6% nas vendas”, afirma.

Vendas no Comércio

O desempenho das vendas no Rio Grande do Sul mostrou recuperação mais lenta no início da crise, mas já supera os patamares pré-pandemia. No país como um todo o índice do volume de vendas ainda está ligeiramente abaixo do nível pré-pandemia. “O aspecto positivo para nós, gaúchos, é que mesmo diante das dificuldades alcançamos no comércrio um crescimento de 8% nas vendas, enquanto esse índice no Brasil foi de apenas 0,8%”, destacou Pioner”, detalha Pioner.

A avaliação dos dados econômicos considerando os diferentes segmentos mostra impactos relevantes do cenário de isolomento social imposto pela pandemia. A análise considera dados até setembro de 2022. Livros, jornais, revista e papelaria foi o segmento com o maior crescimento atingindo alta de 28%. O fenômeno é explicado pela comparação de uma queda muito grande desse setor na pandemia.

“O que se observa é que esse segmento vinha caindo desde 2014. Na pandemia a redução foi muito acentuada. Por isso, viu-se uma recuperação tão forte agora. No augie da pandemia esse segmento chegou a cair quase 40%. Não deve devolver as vendas para patamares anteriores à pandemia porque é uma área com uma tendência já de queda. Importante destacar que há quatro áreas nesse indicador e a digitalização de meios de comunicação como jornais e revistas, ajudam a explicar essa queda estrutural. Não foi só a pandemia, mas há uma movimento natural de queda desse segmento”, explica Pioner.

O segundo segmento com maior crescimento foi de Combustível e lubrificante (26%), seguido de tecidos e vestuário (10,9%), artigos de uso pessoal e doméstico (9,7%), hipermercados (7,3%) e artigos farmacêuticos e médicos (5,6%). A maior queda foi registrad no segmento de materiais para escritório (-28,5), seguida de materiais de construção (-13%), móveis e eletrodomésticos (-6,9%) e veículos, motocicletas e peças (-2,3%).

Natal

A pesquisa da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) mostra um dado curioso em relação ao Natal. Quase 60% das pessoas pretendem se presentear no Natal. Ou seja, além de comprar presentes para os familiares e amigos, há uma intenção de compra para si próprio. O tíquete médio de compras de presentes de Natal deve ser de R$ 131,96 o que deve movimentar cerca de R$ 66,6 bilhões segundo estimativa da CNDL / SPC Brasil.

Mercado de Trabalho

Por fim, a avaliação do mercado de trabalho mostra que foram criadas 12.981 vagas no comércio do Rio Grande do Sul desde o início do ano. O melhor desempenho foi em outubro com alta de 5%, podendo já representar um impacto não só na retomada do crescimento econômico, mas também uma preparação para as vendas de final de ano. Os três primeiros meses do ano registraram índices negativos, ou seja, com um número maior de demissões do que contratações. De abril em diante os números foram todos positivos.

Projeção para 2023

A projeção para o PIB gaúcho no ano de 2023 é de um equilíbrio um pouco maior entre os setores analisados. O Agro deve voltar a crescer, não havendo uma condição climática desfavorável sendo esperada alta de 3%. Indústria e comércio/serviços devem acompanhar o desempenho positivo com números esperados de alta de 0,7% em comércio e serviços e de alta de 0,1% na indústria.

Segundo o presidente da Federação Varejista do Rio Grande do Sul, Ivonei Pioner, é preciso olhar com atenção para pelo menos quatro fatores que serão determinantes para o desempenho econômico em 2023. “O regime fiscal precisa estabilizar a relação dívida/PIB e reduzir incertezas para abrir caminho em uma redução da taxa SELIC. Além disso, é preciso haver o encaminhamento de reformas estruturais que alavanquem a confiança com destaque para Reforma Tributária. Em terceiro lugar, cito a necessidade de um ciclo de redução da SELIC mais intenso do que o esperado e por fim, um cenário externo mais benigno do que o previsto”, afirma Pioner.

Para 2023, se confirmada a redução no ritmo de crescimento econômico, o desemprego deve cotninuar em patamares atuais interrompendo a tendência de queda. Mesmo com a desaceleração da inflação, o índice oficial deverá encerrar 2023 com alta de 5% no acumulado de 12 meses, acima do centro meta de inflação fixada em 3%.

Foto: Marcelo Matusiak/Divulgação | Fonte: Assessoria
05/12/2022 0 Comentários 648 Visualizações
Business

Consumidores usam décimo terceiro salário para organizar as contas

Por Amanda Krohn 05/12/2022
Por Amanda Krohn

O ano de 2022 vem sendo marcado por uma dificuldade dos consumidores em relação ao endividamento que pode ser explicado por uma série de razões que vão desde a elevação de preços em itens básicos até a própria desorganização nas finanças pessoais nessa retomada após o período de pandemia.

De acordo com o presidente da Federação Varejista do Estado do Rio Grande do Sul, Ivonei Pioner, o recurso faz a diferença nas contas de fim de ano. “É, portanto, um recurso importante que pode ajudar tanto no pagamento de dívidas, quanto nas comemorações de Natal e Réveillon.”, explicou o presidente da Federação Varejista do Estado do Rio Grande do Sul, Ivonei Pioner. Uma pesquisa feita em todas as capitais pela CNDL — Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas e pelo SPC Brasil — Serviço de Proteção ao Crédito em parceria com a Offerwise Pesquisas, mostra que neste ano os trabalhadores que têm direito ao valor pretendem em sua maioria (36%) comprar presentes de Natal. A segunda posição ficou com a opção de economizar e investir (29%). Na sequência, os consumidores responderam que pretendem gastar nas comemorações de Natal ou Ano Novo (22%) e comprar produtos que tinham vontade (21%).

Foram entrevistados, via web, 740 consumidores das 27 capitais brasileiras — homens e mulheres, com idade igual ou maior a 18 anos, de todas as classes econômicas (excluindo analfabetos) –, de 10 a 17 de outubro de 2022. A margem de erro no geral é de 3,6 p.p e 4,0 p.p para um intervalo de confiança a 95%.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/12/2022 0 Comentários 480 Visualizações
Business

União da Black Friday e Copa do Mundo devem movimentar 8,3 milhões no e-commerce

Por Amanda Krohn 10/11/2022
Por Amanda Krohn

Em 2022, a Black Friday coincidirá com a realização da Copa do Mundo. Com isso, de acordo com a pesquisa da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), o e-commerce brasileiro deve movimentar mais de R$ 8,3 milhões. As categorias mais aquecidas este ano serão: telefonia, eletrônicos, informática, eletrodomésticos e eletroportáteis, moda, beleza e saúde. Neste ano, a Black Friday ocorre na sexta-feira, 25.

De acordo com o presidente da Federação Varejista do Rio Grande do Sul, Ivonei Pioner, a recomendação é que o comércio analise o comportamento do consumidor e aproveite a ocasião. “Temos um cenário que deverá se desenhar nas próximas semanas e vamos buscar entender como será o comportamento do consumidor diante dessa simultaneidade. Esperamos que seja positivo”, comenta. “No Brasil, é preciso criar oportunidades em cima disso e não deixar que apenas funcione como uma possível antecipação das vendas de Natal”, afirma.

Conforme Ricardo Ramos, CEO da Precifica, em entrevista ao podcast Varejo S.A. da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas, estudos mostram que há um comportamento nas vendas que vem mesclando a compra digital e ao mesmo tempo a loja física. “Nos Estados Unidos, a promoção começou pelo físico e foi para o online. No Brasil, o curioso é que o fenômeno foi inverso”, salientou. A data surgiu nos Estados Unidos e, por lá, ocorre sempre um dia depois do Dia de Ação de Graças, feriado tradicional para o povo norte-americano e que, estrategicamente, abre a temporada de compras natalinas. Por fazer tanto sucesso por lá, outros países, como o Brasil, passaram a adotar a data oficialmente no calendário sazonal de negócios. Aqui, a data selecionada foi a última sexta-feira de Novembro.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/11/2022 0 Comentários 591 Visualizações
Business

Varejo gaúcho projeta recuperação de vendas no Natal

Por Stephany Foscarini 12/12/2021
Por Stephany Foscarini

O cenário do Natal em 2021, será de esperança e otimismo renovados. A avaliação é da Federação Varejista do Estado do Rio Grande do Sul. Com o avanço da vacinação e o pleno funcionamento das atividades comerciais em todo o país, a expectativa é que 77% dos consumidores presenteiem este ano, retornando ao patamar de consumo pré-pandemia. É o que aponta pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), em parceria com a Offer Wise Pesquisas.

Existe uma pré-disposição do consumidor em realizar seus sonhos, presentear pessoas que gosta e celebrar a vida. Por outro lado, existe também a realidade econômica que tem uma certa estabilidade, mas ainda traz preocupação”.

“Existe uma pré-disposição do consumidor em realizar seus sonhos, presentear pessoas que gosta e celebrar a vida. Por outro lado, existe também a realidade econômica que tem uma certa estabilidade, mas ainda traz preocupação”, afirma o presidente da entidade Ivonei Pioner. Ele ainda afirma que existem realidades distintas em cada segmento. No Rio Grande do Sul é possível observar municípios com o polo fabril mais fortalecido e que repercutiram em melhores vendas para o varejo.

De acordo com a pesquisa, os mais lembrados na hora de presentear serão os filhos (62%), a mãe (45%) e o cônjuge (42%). Além disso, 69% dos consumidores pretendem comprar presentes para si mesmo no Natal. Em média, os consumidores pretendem comprar 4,5 presentes para algum familiar ou amigo no Natal e o ticket médio de cada presente será de R$ 122,78. Vale destacar ainda que a metade daqueles que vão comprar presentes deseja gastar até R$ 150,00 por presente (49%). Entre os itens mais comprados, 61% afirmam que pretendem comprar roupas, 37% brinquedos, 36% perfumes/cosméticos, 36% calçados e 24% acessórios.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/12/2021 0 Comentários 503 Visualizações
Business

Empresários vêem custos e burocracia no Brasil como barreiras para o crescimento

Por Stephany Foscarini 05/10/2021
Por Stephany Foscarini

Uma pesquisa da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), SPC Brasil e Sebrae retrata a realidade do comércio no País. O conjunto de dificuldades estruturais, burocráticas, trabalhistas e econômicas que atrapalham o crescimento do país, conhecido como Custo Brasil, é considerado por 9 a cada 10 empresários brasileiros como uma barreira para o crescimento de suas empresas.

Os maiores problemas relatados pelos empresários entrevistados são: os juros altos (44%), excesso de burocracia para abrir/manter/fechar empresas, contratação e dispensa de funcionários (34%), alta carga tributária sobre fabricação e venda de produtos/serviços (32%) e alto custo para empregar/tributação elevada da folha de pagamento (32%).

O presidente da CDL Santa Cruz, Ricardo Fernando Bartz, destaca que essa é uma realidade geral no Brasil. “O empreendedor do setor do comércio tem uma dificuldade em investir em novos negócios e é preciso que se crie melhores condições para isso acontecer”, observa.

Ricardo Fernando Bartz

A pesquisa buscou identificar possíveis entraves para o crescimento das empresas e coletar insumos para a proposição de políticas públicas que contribuam para a melhoria do ambiente de negócios no país e, consequentemente, apoiem o desenvolvimento do varejo.

A dificuldade de acesso ao crédito também é um entrave para o crescimento dos negócios no país, destacado por 23% dos empresários. Na opinião deles, a dificuldade dos varejistas de conseguir crédito em instituições financeiras no Brasil está ligada, principalmente, às taxas de juros excessivamente altas (56%), ao excesso de garantias exigido pelas instituições financeiras (34%), às barreiras colocadas às empresas inadimplentes para terem o crédito aprovado (26%) e ao baixo conhecimento das linhas de crédito existentes (16%).

A importância da interferência macroeconômica é destacada pelos empresários, a ponto de considerá-la mais importante que o lockdown estabelecido nas cidades ao longo da pandemia, pois quatro em cada dez (40%) acreditam que a política econômica e seus resultados (inflação, juros, desemprego) é o fator que mais influencia o faturamento da empresa. Por outro lado: 37% afirmam que os períodos de abertura e fechamento das cidades impostos no período da pandemia foram decisivos para o faturamento.

Independentemente da avaliação sobre o fator que mais importa para o faturamento, os empresários se mantêm mais otimistas que pessimistas: 38% se dizem otimistas ou muito otimistas em relação ao atual governo e as medidas tomadas para aumentar as vendas do varejo até o final do ano, ao passo que 24% estão pessimistas ou muito pessimistas (percentual que chega a 31% nas capitais). Outros 34% permanecem neutros na avaliação e não estão nem otimistas, nem pessimistas.

As medidas do governo direcionadas à contenção dos efeitos econômicos da COVID-19 foram adotadas/aderidas por 35% dos empresários, principalmente entre os de grande porte (49%). As medidas que mais ganharam adesão foram: redução da jornada e salário e suspensão do contrato de trabalho (11%), nova rodada do Auxílio Emergencial (6%) e flexibilizações de regras trabalhistas referentes ao teletrabalho (5%). Já a maioria dos empresários (60%) não aderiu a nenhuma medida.

Mão de obra

Em relação aos desafios ligados à gestão empresarial, aproximadamente quatro em cada cinco empresários relataram algum problema (78%), com destaque para a dificuldade na contração de mão de obra qualificada (29%), a falta de recursos financeiros para adquirir dados sobre o mercado de atuação da empresa e dos seus clientes (21%) e o baixo acesso às tecnologias e inovações em função dos custos elevados (17%). Por outro lado, 17% dizem não haver problemas relacionados à gestão empresarial que interfiram na empresa.

A implantação tecnológica também representa uma dificuldade enfrentada por 79% das empresas. Os principais desafios são a dificuldade com custos (40%), encontrar profissionais capacitados (25%) e tempo para avaliar o custo-benefício (20%).

Os maiores problemas relatados pelos empresários entrevistados

  • Juros altos (44%)
  • Excesso de burocracia para abrir/manter/fechar empresas, contratação e dispensa de funcionários (34%)
  • Alta carga tributária sobre fabricação e venda de produtos/serviços (32%)
  • Alto custo para empregar/tributação elevada da folha de pagamento (32%)
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/10/2021 0 Comentários 539 Visualizações
Business

Assembleia dá posse a diretoria da Federação Varejista do Rio Grande do Sul

Por Stephany Foscarini 16/09/2021
Por Stephany Foscarini

Em uma solenidade histórica para o movimento lojista do Rio Grande do Sul foi oficializada nesta quarta-feira (15) a primeira diretoria da nova Federação Varejista do Rio Grande do Sul (FCDL-RS). A posse foi chancelada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). A instalação da nova diretoria foi realizada de forma híbrida com parte dos participantes presentes no Salão Nobre da CDL Novo Hamburgo e transmissão online. A diretoria comandará a entidade pelos próximos anos.

“É um dia importante para todos nós. Como diz o próprio hino do Rio Grande do Sul, as façanhas devem servir de modelo a toda Terra”, afirmou o presidente da CDNL, José César da Costa.

Queremos juntos construir um Rio Grande do Sul com o varejo mais forte”.

O presidente eleito é Ivonei Pioner, comerciante, ex-presidente da CDL Caxias do Sul e atual presidente do Conselho Superior da CDL Caxias do Sul. “A CNDL apoia essa diretoria que tenho a honra de presidir com o objetivo de ajudar a desenvolver o varejo gaúcho e apoiar todos os nossos associados, juntamente com todas as entidades empresariais, criando um ecossistema de propósito e desenvolvimento para o nosso estado. Queremos juntos construir um Rio Grande do Sul com o varejo mais forte”, disse.

Ivonei Pioner

O objetivo é trabalhar de forma intensa promovendo ações e desenvolvendo produtos e serviços que ajudam no crescimento do varejo gaúcho. “Juntos conseguimos ter voz e realizar grandes feitos. O trabalho que faremos buscará atender com muita atenção o pequeno e médio lojista que são, hoje, a maioria das empresas do país que geram emprego. É uma missão e propósito de nossa existência”, comentou.

Como anfitrião, o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Novo Hamburgo, Jorge Stoffel, saudou os presentes desejando sucesso na nova empreitada. “Enaltecemos o comprometimento e dedicação de todos os dirigentes que aqui estão e que chegaram até este momento. Vivemos um cenário econômico e político que nos desafia e precisamos ter em mente que são os empreendedores que fazem o Brasil crescer e se desenvolver”, discursou.

O presidente Roque Pelizzaro Junior do SPC Brasil, saudou os presentes parabenizando a todos pelo novo momento para FCDL-RS. “É preciso olhar para o para-brisa e não mais para o espelho retrovisor. Há um imenso mar de oportunidades que temos para serem conquistadas daqui para frente”, disse.

A FCDL-RS é a estrutura estadual que representa o Rio Grande do Sul no movimento lojista nacional capitaneado pela CNDL. Em função da pandemia a solenidade festiva foi postergada para mais adiante, quando se espera que o cenário em relação a crise sanitária esteja controlado.

Nominata
Gestão 2021-2022

Diretoria Federação Varejista do Rio Grande do Sul (nome fantasia FCDL-RS)
Presidente: Ivonei Pioner (Caxias do Sul )
Vice-presidente: Marcos Carbone (Bento Gonçalves)
Diretor Administrativo e Financeiro: Zani da Costa dos Santos (Carazinho)
Diretor de Serviços: Jorge Stoffel (Novo Hamburgo)
Diretor de Crescimento e Expansão: Ricardo Bartz (Santa Cruz do Sul)
Diretora de Relações Institucionais e Governamentais: Clarice Strassburger (Sapiranga)
Diretor de Coordenação Distrital: Sidnei da Silva (Getúlio Vargas)
Diretor de Eventos: Jasser Panizzon (Flores da Cunha)
CDL Jovem – Lucas Magnani (Caxias do Sul)

Conselho Fiscal
Titulares

1) Juliano Tofolo – CDL de Farroupilha
2) Reginaldo Hessler – CDL de Parobé
3) Taylor Hermann – CDL de Gramado

Suplentes

1) Rosano Adam Goulart – São Sebastião do Caí

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/09/2021 0 Comentários 730 Visualizações

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