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comércio exterior

Business

Feira de materiais e máquinas em Milão deve gerar mais de US$ 4 milhões para brasileiros

Por Jonathan da Silva 24/09/2024
Por Jonathan da Silva

Mais de US$ 4 milhões devem ser gerados para marcas brasileiras entre negócios efetivados e alinhavados na 104ª edição da Lineapelle, feira realizada em Milão de 17 a 19 de setembro. O Brasil esteve representado por dez empresas de componentes e máquinas para couros e calçados, cuja participação foi promovida pelo Brazilian Materials, programa de apoio às exportações do setor mantido pela Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). A ação teve também o suporte da Associação Brasileira das Indústrias de Máquinas e Equipamentos para os Setores do Couro, Calçados e Afins (Abrameq).

A superintendente da Assintecal, Silvana Dilly, afirma que a participação nacional foi satisfatória, especialmente dadas as circunstâncias do mercado internacional. “O cenário externo está bastante nebuloso, principalmente pelo ciclo econômico desacelerado na Europa. Tivemos uma visitação equilibrada, notamos uma efetividade nos negócios, ou seja, quem foi, foi para fazer negócios”, avalia a executiva.

Silvana ressalta que a Lineapelle é uma das maiores feiras do setor no mundo e participar dela transcende a realização de negócios. “Estar na feira proporciona posicionamento e relacionamento com alguns dos principais mercados do mundo”, conclui a superintendente da entidade.

Presença

Além de participar da Lineapelle, Silvana e a gestora de Relacionamento e Marketing da Assintecal, Aline Santos, participaram do evento Awake, realizado pela ApexBrasil com o objetivo de celebrar a moda brasileira durante a Semana de Moda de Milão. As representantes participaram da abertura do encontro, no dia 18.

Participaram da Lineapelle, com o apoio do Brazilian Materials, as empresas BKS, Master equipamentos, Michelon, NBN, Smart Group, OTB, Pollibox, Boxflex, Moltec Componentes e Systemhaus.

Foto: Assintecal/Divulgação | Fonte: Assessoria
24/09/2024 0 Comentários 465 Visualizações
Business

Indústria de Transformação gaúcha exporta 14,7% a menos em agosto

Por Jonathan da Silva 19/09/2024
Por Jonathan da Silva

As exportações gaúchas da Indústria de Transformação caíram 14,7% em agosto em relação ao mesmo mês do ano passado. Influenciados pelas condições climáticas e por um problema zoosanitário, os embarques geraram US$ 1,3 bilhão, com queda na quantidade vendida e estabilidade nos preços médios. Dos 23 segmentos exportadores, somente nove apresentaram aumento em suas vendas para o mercado externo.

Nossos principais segmentos, de alimentos e tabaco, tiveram fortes reduções nas vendas no último mês, provocando grande impacto nas exportações. Além disso, a demanda externa continua menos aquecida”, avalia o presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), Claudio Bier.

A retração em alimentos, que faturou US$ 390,9 milhões, foi de 24,7% na comparação com agosto de 2023, de acordo com o levantamento realizado pela Fiergs com base nos resultados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. O movimento das quantidades embarcadas, que caiu 36,9%, foi o preponderante para explicar a retração observada, visto que os preços médios se expandiram em 19,3%. Óleos vegetais em bruto (US$ 140,0 milhões, queda de US$ 72,4 milhões) foram enviados principalmente para o Irã. Em segundo lugar, o abate de aves (US$ 77 milhões, diminuição de US$ 57,1 milhões) teve seus produtos comprados majoritariamente pelos Emirados Árabes Unidos.  O caso da doença de Newcastle, ocorrido no final de julho, no município gaúcho de Anta Gorda, afetou frontalmente a produção de frangos no estado, fragilizando os embarques.

Já a diminuição nas vendas de tabaco se deu, segundo a entidade, porque, ainda que tenha ocorrido incremento nos preços médios, a menor quantidade exportada acabou por impactar negativamente a receita do segmento, que totalizou US$ 271,8 milhões. É uma retração de 3,2% frente a agosto de 2023. Os preços médios aumentaram 23,9%, enquanto as quantidades caíram 21,9%. Os embarques foram afetados por causa da redução na safra, resultado do fenômeno El Niño. O principal ramo exportador foi o de rocessamento industrial do tabaco (US$ 260 milhões, redução de US$ 8,9 milhões), que teve seus produtos comercializados principalmente com Bélgica e Vietnã.

Químicos terminou em terceiro lugar, faturando US$ 113,1 milhões com exportações em agosto, queda de 1,9% frente ao mesmo período de 2023, com a maioria dos produtos vendidos com origem no ramo de Resinas termoplásticas (US$ 69,4 milhões, elevação de US$ 9,5 milhões). O principal destino foi a Bélgica.

Importações

Em agosto, o Rio Grande do Sul importou US$ 1,3 bilhão em mercadorias, aumento de 0,9% frente ao mesmo mês de 2023. Nesse período, 26,9% das importações gaúchas se concentraram em bens do segmento de Químicos (US$ 350,1 milhões, mesmo assim, uma redução de 2,4%). Dessas compras, a maior parte foram os pertencentes ao ramo de Intermediários para fertilizantes (US$ 156,7 milhões, aumento de US$ 16,8 milhões), adquiridos em sua maioria do Marrocos.

Foto: Tawatchai07/Divulgação | Fonte: Assessoria
19/09/2024 0 Comentários 347 Visualizações
Business

Feira calçadista italiana gera mais de US$ 26 milhões para marcas brasileiras

Por Jonathan da Silva 18/09/2024
Por Jonathan da Silva

O Brasil encerrou mais uma participação na feira italiana Micam Milano com o saldo de US$ 26,2 milhões em negócios, entre os já fechados e os alinhavados conforme dados da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados). Terceira maior delegação internacional do evento, o país esteve representado por 78 marcas, com participação promovida pelo Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados da entidade em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). Mais de 1,25 mil compradores de todo o mundo investiram nas empresas brasileiras.

Para o presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, a feira superou as expectativas dos expositores. “Apesar da retração de consumo na Europa, os nossos expositores tiveram três dias de bons negócios, que irão auxiliar o crescimento da participação do Brasil no mercado internacional”, destaca Ferreira. O dirigente salienta, ainda, que os resultados confirmam as expectativas positivas para a BFSHOW, que ocorre de 11 a 13 de novembro, em São Paulo.

Em sua primeira participação pelo Brazilian Footwear, a marca Melissa teve resultados considerados positivos. “Foram três dias muito intensos, recebendo clientes e prospects qualificados. Os compradores vieram para conhecer a marca e também para relembrar, pois as pessoas nutrem uma nostalgia pela Melissa, que faz parte da história de muitas meninas”, relata a analista Comercial de Exportação da Melissa, Fernanda de Cassia Krummenauer.

O representante do departamento de Vendas Internacionais da Opananken, Leandro Moscardini, mostrou-se satisfeito com a edição, que diz ter sido a melhor participação da empresa em sete anos. “A Micam Milano foi uma surpresa bastante positiva. Com uma melhor localização, com estande mais aberto, tivemos uma grande visitação e fizemos muitos negócios importantes, com abertura de sete novos mercados no Kuwait, Chipre, Jordânia, Grécia, Filipinas, Argélia e Arábia Saudita, além de outros prospects que podem surgir”, celebra Moscardini.

Para o representante do departamento de Exportação da Piccadilly, Gustavo Zinke Braun, a Micam Milano superou as expectativas iniciais. “Tivemos uma participação positiva, com vários novos contatos e mercados abertos em países como Alemanha, Indonésia, Jordânia e Síria”, pontua Zinke Braun.

Brasil na passarela

A moda brasileira também foi destaque na passarela da Micam Milano. Onze marcas nacionais foram selecionadas para o desfile, iniciativa que foi retomada nesta edição. Para a gerente de Exportação da Santa Lolla, Haide Sehen, essa foi uma oportunidade de reforçar o posicionamento da marca no exterior. “A visibilidade que tivemos no desfile foi muito boa, sentimos que as pessoas já nos reconhecem, nos procuram, param para conhecer melhor os nossos produtos”, destaca Haide, ao frisar que a empresa sai da Micam Milano com pedidos fechados e uma expectativa bastante positiva para a temporada. Além da Santa Lolla, participaram do desfile as marcas Maithë, Satryani, Piccadilly, Modare Ultraconforto, Voices Culture, Arezzo, Guilhermina, Perlatto, Ramarim e Schutz.

Participaram da Micam Milano, com o apoio do Brazilian Footwear, as marcas 365 SOFT, Actvitta, Adrun, Anatomic Prime, Anatomic Shoes, Andacco, Andine, Archetti, Arezzo, Beira Rio, BR Sport, ByCool, Camminare, Campesi, Capelli Rossi, Carrano, Cartago, Cecconello, Comfortflex, Cristófoli, Dakota , Degalls, Democrata, DiBorges, Divalesi, Ferracini, Ferricelli, Grendene, Grendha, Guilhermina, Ipanema, Jorge Bischoff, JotaPe, Killana, Kolosh, Kolway, Levecomfort, Leveterapia, LigthGel, Loucos & Santos, Luiza Barcelos, Luz da Lua, Madeira Brasil, Maithë, Melissa, Mississipi, Modare Ultraconforto, Moema, Moleca, Molekinha, Molekinho, Opananken Antitensor, Pegada, Perlatto, Petite Jolie, Piccadilly, Pink Cats, Ramarim, Rider, Santa Lolla, Santinelli, Satryani, Savelli, Schutz, Solis Brasil, Stéphanie Classic, Tabita, Usaflex, Valentina, Variettá, Verofatto, Vicenza, Villione, Vizzano, Voices Culture, West Coast, Wirth e Zaxy.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
18/09/2024 0 Comentários 362 Visualizações
Business

Assintecal colhe insights em missão realizada na China

Por Jonathan da Silva 17/09/2024
Por Jonathan da Silva

A Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) realizou uma missão na China entre os dias 3 e 12 de setembro. A iniciativa foi promovida pelo Brazilian Materials, programa realizado pela entidade em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). Durante a viagem, a comitiva colheu insights durante visita a uma das maiores feiras internacionais de couros e componentes, a All China Leather Exhibition (Acle), que aconteceu em Xangai de 3 a 5 de setembro.

A ACLE é um evento anual para marcas do setor calçadista e compradores de materiais para calçados, que oferece produtos como couro, cabedais, solas, malhas, flyknit, suprimentos, químicos e máquinas para couro e calçados. Nesta edição, o evento contou com mais de 1,2 mil expositores de 28 países, entre eles seis participantes brasileiros apoiados pelo programa Brazilian Materials: Tanac, Noko, Química Carioca, Seta, SystemHaus e Corium. “Na feira, percebemos grandes avanços dos fornecedores de insumos e calçadistas locais, especialmente no que diz respeito à oferta de insumos sustentáveis”, conta gestor de Mercado Internacional da Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal), Luiz Ribas Júnior.

Avanços

Ribas Júnior afirma que o país asiático chamou a atenção da comitiva pelos avanços tecnológicos, pela inovação em produtos com design diferenciado e pelo foco em qualidade e conforto. “Aquela China dos anos 90 não existe mais. Claro que existem exceções, mas o que vimos foi uma indústria atenta às mudanças no comportamento do mercado, com estratégia planejada e que aprendeu a contar seu storytelling para o mundo com uma estrutura qualificada para exportar”, avalia o gestor.

Precisamos mudar o olhar sobre a China. Claro que existe concorrência desleal praticada por algumas empresas, mas não é a regra dos principais players do mercado. Hoje, a indústria local, fornecedora para marcas internacionais, produz calçados de qualidade, com design e inovação. É preciso parar de enxergar a China como um fantasma para passar a ver uma possibilidade de parceria estratégica”, comenta Ribas Júnior.

Sustentabilidade como diferencial brasileiro

Como oportunidades e diferenciais brasileiros, Ribas Júnior destaca a vantagem na prática ESG. O mercado chinês está focado em calçados esportivos e para atender a demanda de marcas internacionais. “Não se visualizou, pelo menos no geral, um trabalho para avançar neste tema. Assim, a indústria brasileira de componentes deve aproveitar esta brecha para fortalecer sua participação no mercado internacional”, explica o gestor.

Ao todo, a Missão China realizou mais de 20 visitas na ACLE ,em indústrias, centros de pesquisa e tecnologia, varejos de rua e shoppings nas cidades de Xangai, Quanzhou, Jinjiang, Guangzhon, Foshan, Shenzhen e Dongguan. Participaram da iniciativa diretores de Bertex, Chronos, Cofrag, Cofratec, Cotton Shoes, Crespi do Brasil, FCC, Killing, Martêxtil, Metalização Igrejinha, Sugar Shoes e Assintecal.

Foto: Assintecal/Divulgação | Fonte: Assessoria
17/09/2024 0 Comentários 339 Visualizações
Business

Saldo da balança comercial do setor calçadista brasileiro cai 30% até agosto

Por Jonathan da Silva 10/09/2024
Por Jonathan da Silva

O saldo da balança comercial do setor calçadista brasileiro encarou uma queda de 30% entre janeiro e agosto, conforme dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados). As exportações somaram 63,87 milhões de pares e US$ 654,78 milhões, quedas tanto em volume, de 22,4%, quanto em receita, de 20,4%, em relação ao mesmo período do ano passado. O cenário é o inverso nas importações de calçados, que no mesmo intervalo somaram 23,94 milhões de pares e US$ 300,44 milhões, aumento de 12,1% em volume e queda de 5,1% em receita no comparativo com momento equivalente do ano passado.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca a queda no volume exportado para a Argentina, de 30,8%, que é o segundo principal destino do calçado brasileiro no exterior, e vem puxando as exportações brasileiras de calçados para baixo. “Estamos vivendo um período de baixo consumo internacional. E este consumo menor vem sendo absorvido pelos produtores asiáticos, em especial da China, que depois das rígidas políticas para contenção da Covid-19 voltou ao mercado de forma bastante agressiva”, explica o dirigente.

Principais destinos

Principal destino internacional do calçado brasileiro, os Estados Unidos importaram, entre janeiro e agosto, 6,95 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 147,62 milhões. Os resultados quedas tanto em volume, de 5,3%, quanto em receita, de 8,3%, em relação ao mesmo período de 2023. No segundo posto ainda aparece a Argentina, que nos primeiros oito meses de 2023 importou 6,8 milhões de pares brasileiros por US$ 128,7 milhões, baixas significativas tanto em volume, de 36,7%, quanto em receita, de 23,4%, em relação ao mesmo intervalo do ano passado. Ultrapassando a França no terceiro lugar ranking de destinos apareceu o Paraguai. Entre janeiro e agosto, partiram rumo ao país vizinho 5,47 milhões de pares verde-amarelos, pelos quais foram pagos US$ 28,2 milhões, ainda assim quedas tanto em volume, de 19,2%, quanto em receita, de 12,8%, em relação ao intervalo correspondente de 2023.

RS, maior exportador de calçados

Respondendo por mais de 50% de todo o valor gerado com as exportações de calçados no Brasil, o Rio Grande do Sul segue sendo o principal player internacional do setor no país. Entre janeiro e agosto, partiram das fábricas gaúchas 21,24 milhões de pares por US$ 328,14 milhões, quedas de 13,8% e de 13,3%, respectivamente, ante o mesmo período do ano passado. Na sequência do Rio Grande do Sul apareceram como principais exportadores brasileiros de calçados os estados do Ceará (19,67 milhões de pares e US$ 134,44 milhões, quedas de 21% e de 27,3%, respectivamente, ante 2023) e São Paulo (3,74 milhões de pares e US$ 57,5 milhões, quedas de 29,9% e de 25,3%).

Ásia puxa aumento das importações de calçados

Entre janeiro e agosto, entraram no Brasil 23,94 milhões de pares por US$ 300,44 milhões, elevação de 12,1% em volume e queda de 5,1% em receita em relação ao mesmo período do ano passado. Respondendo por cerca de 90% dos calçados que entram no Brasil, os países asiáticos seguem puxando as importações para cima.

A China é a principal origem do volume importado. Entre janeiro e agosto, entraram no Brasil 7,75 milhões de pares chineses por US$ 27,32 milhões, quedas de 4,7% e de 24,4%, respectivamente, em relação ao mesmo período de 2023. O preço médio do calçado foi de US$ 3,50 por par.

A segunda origem dos calçados importados em 2024 foi o Vietnã, de onde partiram rumo ao Brasil 7,68 milhões de pares por US$ 141,9 milhões, incremento de 11,2% em volume e queda de 8,2% em receita no comparativo com os oito primeiros meses do ano passado.

Com crescimentos de 21,6% em pares e 3,1% em receita em relação ao ano passado, a Indonésia foi a terceira principal origem do calçado importado. No período, as empresas indonésias enviaram ao Brasil 3,64 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 61,48 milhões.

A Abicalçados tem monitorado o crescimento das importações de outros dois países asiáticos: Camboja e Mianmar.  Conforme a entidade, entre janeiro e agosto, Camboja foi a origem de 655 mil pares de calçados, pelos quais foram pagos US$ 9,73 milhões, incrementos tanto em volume, de 82,1%, quanto em receita, de 62,6%, em relação ao mesmo intervalo de 2023. Atualmente, o Camboja é a quinta principal origem dos calçados importados pelo Brasil.

Já Mianmar, entre janeiro e agosto, exportou para o Brasil 271,46 mil pares de calçados, pelos quais foram pagos US$ 2,85 milhões, impressionantes aumentos de 168,7% em volume e de 156% em receita em relação ao mesmo intervalo de 2023. Mianmar, conforme ranking da Abicalçados, já é a sétima principal origem dos calçados importados pelo Brasil.

Partes de calçados

Em partes de calçados, considerados cabedais, palmilhas, solados, saltos, etc, as importações dos oito meses somaram US$ 23,72 milhões, 26,6% mais do que no mesmo período do ano passado. As principais origens foram China, Paraguai e Colômbia.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
10/09/2024 0 Comentários 441 Visualizações
Business

Arena da Exportação Técnica aborda inovações do programa brasileiro OEA

Por Jonathan da Silva 09/09/2024
Por Jonathan da Silva

A Arena da Exportação Técnica debaterá nesta segunda-feira, 9 de setembro, as mudanças propostas pela Instrução Normativa RFB 2.200, que já estão em vigor e impactam o comércio exterior brasileiro. O evento do Conselho do Prêmio Exportação RS sobre as inovações do programa OEA contará com a presença da Analista Tributária, membro da Equipe Nacional de Operadores Econômicos Autorizados (OEA) da Receita Federal e gerente de Comunicação do programa, Elaine Costa. A palestra, que tem a parceria da Interlink Cargo, será realizada no Instituto Caldeira, a partir das 18h, e contará com transmissão ao vivo no Youtube da ADVB.

De acordo com o CEO do Prêmio Exportação, Edmilson Milan, um dos papeis da premiação e das suas ramificações, como é o caso das Arenas da Exportação, é servir de referência para o setor. “Queremos mais uma vez reafirmar o nosso compromisso de fomentar a cultura exportadora do Estado e de ser uma plataforma de conteúdo global”, destaca Milan.

Serviço

  • O quê: Arena da Exportação Técnica
  • Quando: 9 de setembro, às 18h
  • Onde: Instituto Caldeira (R. Frederico Mentz, 1606 – Navegantes, Porto Alegre)
  • Quem: Com Elaine Costa, Analista Tributária e membro da Equipe Nacional de OEA da Receita Federal
  • Quanto: Transmissão gratuita ao vivo pelo YouTube da ADVB
Foto: Chandler Vid/Divulgação | Fonte: Assessoria
09/09/2024 0 Comentários 511 Visualizações
Business

Feira calçadista italiana terá participação de 78 marcas brasileiras

Por Jonathan da Silva 04/09/2024
Por Jonathan da Silva

Considerada uma das maiores feiras de calçados do mundo, a Micam Milano, que acontece em Milão entre os dias 15 e 17 de setembro, contará com a participação de 78 marcas brasileiras. A promoção da presença nacional é do Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados mantido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil).

A coordenadora de Negócios da Abicalçados, Paola Pontin, que acompanhará a ação ao lado do presidente-executivo da entidade, Haroldo Ferreira, destaca que o grupo brasleiro, historicamente, está no top 3 das maiores delegações estrangeiras da feira. “A indústria calçadista verde-amarela enxerga, na Micam Milano, não somente uma grande mostra de negócios, mas também uma oportunidade de posicionamento de marca e de prospecção no mercado internacional, principalmente da Europa e Oriente Médio”, avalia Paola. Com mais de mil marcas expositoras, a Micam Milano recebe mais de 40 mil compradores internacionais de cerca de 100 países a cada edição.

A edição 98 da Micam Milano marca o retorno dos desfiles de marcas expositoras no evento, ação de grande sucesso que teve um hiato em função da reorganização da feira após a pandemia de Covid-19. Com uma curadoria de moda, os desfiles acontecem diariamente com algumas das principais marcas expositoras da Micam Milano, entre elas 11 brasileiras: Maithë, Satryani, Piccadilly, Modare Ultraconforto, Voices Culture, Arezzo, Guilhermina, Santa Lolla, Perlatto, Ramarim e Schutz.

Moda e sustentabilidade

A Micam Milano é um grande ponto de encontro do setor calçadista mundial. Aproveitando a estada em Milão, no dia 18 de setembro, Ferreira e Paola participam da ação Moda Sustentável, realizada pela ApexBrasil para destacar a sustentabilidade na indústria da moda verde-amarela.

Participam da Micam Milano, com o apoio do Brazilian Footwear, as marcas 365 SOFT, Actvitta, Adrun, Anatomic Prime, Anatomic Shoes, Andacco, Andine, Archetti, Arezzo, Beira Rio, BR Sport, ByCool, Camminare, Campesi, Capelli Rossi, Carrano, Cartago, Cecconello, Comfortflex, Cristófoli, Dakota , Degalls, Democrata, DiBorges, Divalesi, Ferracini, Ferricelli, Grendene, Grendha, Guilhermina, Ipanema, Jorge Bischoff, JotaPe, Killana, Kolosh, Kolway, Levecomfort, Leveterapia, LigthGel, Loucos & Santos, Luiza Barcelos, Luz da Lua, Madeira Brasil, Maithë, Melissa, Mississipi, Modare Ultraconforto, Moema, Moleca, Molekinha, Molekinho, Opananken Antitensor, Pegada, Perlatto, Petite Jolie, Piccadilly, Pink Cats, Ramarim, Rider, Santa Lolla, Santinelli, Satryani, Savelli, Schutz, Solis Brasil, Stéphanie Classic, Tabita, Usaflex, Valentina, Variettá, Verofatto, Vicenza, Villione, Vizzano, Voices Culture, West Coast, Wirth, Zaxy.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
04/09/2024 0 Comentários 470 Visualizações
Variedades

ABPA celebra Dia do Avicultor com boas projeções para produção e exportações do setor

Por Jonathan da Silva 29/08/2024
Por Jonathan da Silva

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) celebrou o Dia do Avicultor, comemorado em 28 de agosto, com perspectivas positivas para o setor em termos de produção e exportações. Conforme projeções da associação, o segmento deve atingir recordes em 2024, com estimativa de crescimento de até 1,8% no volume produzido, podendo chegar a 15,1 milhões de toneladas neste ano, além da destinação de cerca de 5,25 milhões de toneladas ao mercado internacional no acumulado do ano, o que representa 2,2% de alta em relação a 2023.

Para o mercado interno, a projeção é de cerca de 9,85 milhões de toneladas produzidas, número 1,6% maior em relação à oferta total de carne de frango para o mercado brasileiro em 2023. Neste quadro, a oferta interna deverá se manter estável, com o consumo per capita em torno de 45 kg.

A produção e o consumo de ovos também deverão bater recordes em 2024 conforme as projeções da ABPA. A expectativa é de que a produção alcance 56,9 bilhões de unidades no ano, o que seria um crescimento de até 8,5% se comparado ao total de 2023. O consumo deverá superar as 263 unidades por habitante no ano, também com alta de 8,5% em relação ao índice registrado em 2023.

A maior parte absoluta, 99,5%, deverá seguir destinada ao mercado interno. Nas exportações, todavia, as projeções de embarques não superam as 20 mil toneladas para 2024, número que é 20% menor em relação ao total embarcado em 2023. “As famílias avicultoras de aves e de ovos do Brasil encontraram um ano mais positivo em 2024, em comparação com o que vimos no ciclo passado, especialmente entre 2020 e 2022. Por um lado, o mercado internacional tem demandado cada vez mais nossos produtos diante das mudanças do fluxo da demanda de nossos concorrentes internacionais. Por outro, as famílias brasileiras estão consumindo mais proteínas, resultado de um momento econômico positivo para o Brasil”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

As perspectivas positivas seguem para o ano de 2025 de acordo com o projetado pela ABPA. No caso da carne de frango, é esperado um aumento de até 2,3% na produção, o que representaria um total de 15,35 milhões de toneladas. Deste total, 10 milhões de toneladas deverão ficar no mercado interno, volume 1,5% maior em relação ao projetado para 2024, e 5,35 milhões serão destinados às exportações, 1,9% a mais que o esperado para 2024. O consumo de carne de frango deverá ser maior, chegando a 46 kg per capita, índice 2% maior em relação ao esperado para 2024.

Já para o setor de ovos, a produção deverá alcançar 57,5 bilhões de unidades, índice 1% superior ao projetado para 2024. O consumo de ovos deverá avançar ainda mais, chegando a 265 unidades por pessoa, número 1% maior em relação ao ano anterior. Já as exportações deverão registrar retomada, chegando a 22 mil toneladas exportadas, número 10% maior em relação ao projetado para 2024.

A biosseguridade da nossa produção seguirá como grande diferencial para o nosso setor. O trabalho executado pelas famílias avicultoras para blindar a produção contra enfermidades é um case de sucesso internacional. Somos o único grande produtor global a nunca registrar Influenza Aviária na produção industrial e superamos rapidamente a situação ocorrida de Doença de Newcastle. Graças ao trabalho executado nas granjas em termos sanitários e produtivos, juntamente com as ações do Ministério da Agricultura e as Secretarias dos Estados, seguimos como uma das avicultura mais competitivas do planeta”, ressalta Ricardo Santin.

Foto: ABPA/Divulgação | Fonte: Assessoria
29/08/2024 0 Comentários 385 Visualizações
Variedades

Prêmio Exportação RS lança hotsite com novo layout e funcionalidades ampliadas

Por Jonathan da Silva 23/08/2024
Por Jonathan da Silva

Um novo hotsite foi lançado pelo Prêmio Exportação RS, uma das mais tradicionais e respeitadas honrarias do setor de exportação no sul do país. Desenvolvido em parceria com a Brahaus, uma marca da Clarke Alliance Group, o site oferece aos usuários um layout visto como moderno e acessível, com funcionalidades ampliadas, incluindo uma área de blog dedicada a notícias e atualizações sobre o projeto.

De acordo com a Head de Tecnologia da Brahaus, Karine Pacheaco, a autonomia criativa foi fundamental para o desenvolvimento do projeto. “Analisamos todo o site anterior e, a partir de então, começamos a planejar algo mais atual e elegante, que trouxesse o impacto que a premiação representa aos participantes e ao Sul do Brasil”, afirma Karine.

No endereço advbrs.com/premio-exportacao-rs, os usuários terão acesso a uma plataforma de conteúdo global que busca promover a disseminação do conhecimento e o desenvolvimento do mercado exportador. “Por meio do hotsite queremos simplificar e facilitar o acesso às informações essenciais sobre nossos produtos e processos do projeto, fortalecer nosso compromisso com a transparência e a disseminação de dados e informações, além de endossar o que nos propomos a ser no futuro: uma plataforma de Conteúdo Global”, comenta a gerente executiva da ADVB/RS, Mastrângela Teixeira.

O novo hotsite foi projetado para atender às necessidades dos participantes e dos interessados em acompanhar as atividades e inovações relacionadas ao prêmio. A plataforma conta com uma seção que detalha as diferentes etapas do projeto, além de informações sobre as entregas e as Arenas da Exportação. Os usuários também poderão conhecer mais sobre as 16 entidades que compõem o conselho do prêmio, acessar fotos do evento, conferir os vencedores de cada categoria, entre outras funcionalidades.

Foto: Prêmio Exportação RS/Divulgação | Fonte: Assessoria
23/08/2024 0 Comentários 498 Visualizações
Business

Noko Química recebe Prêmio Exportação RS e mira mercados de Ásia e África

Por Jonathan da Silva 16/08/2024
Por Jonathan da Silva

Líder na fabricação de polímeros para couro no Brasil, a empresa Noko Química foi agraciada com o 52º Prêmio Exportação RS, da Associação dos Dirigentes de Marketing e Vendas do Brasil (ADVB-RS), na categoria ‘Destaque Setorial – Indústria‘. O evento, que ocorreu na noite desta quinta-feira (15), na Casa NTX, em Porto Alegre, reconheceu as principais empresas exportadoras do Rio Grande do Sul. Durante a premiação, a empresa citou o foco em expandir suas atividades para os mercados asiático e africano.

O gerente de exportação da Noko, Evandro Breitenbach, foi o responsável pelo recebimento do troféu. “A Noko Química foi reconhecida com o Prêmio Exportação RS devido ao trabalho sólido de expansão que nos permitiu ampliar nossa presença na Índia e no norte da China e abrir novos mercados na Rússia em 2023. Nosso próximo passo é consolidar essas regiões, ao mesmo tempo em que buscamos novas oportunidades no norte da África e sudeste asiático, além de fortalecer nossa atuação nas Américas Latina e Central”, destacou Breitenbach.

Fundada em 1990, na cidade de Portão, a Noko Química tem se destacado não apenas pelo seu papel no mercado nacional, mas também por sua crescente presença global. Com exportações para mais de 20 países, abrangendo quatro continentes, a empresa está investindo na abertura de novos mercados na Índia e na China, duas das maiores potências econômicas mundiais, e em produtos voltados à sustentabilidade. “A Noko Química está constantemente investindo em novas tecnologias aliadas às principais tendências mundiais. Hoje, o cenário do mercado de exportação de químicos demanda um foco importante em produção e desenvolvimento sustentável, e com produtos que colaboram com a preservação do meio ambiente”, enfatiza a diretora Marina Schüler, que administra a empresa ao lado de Ivo Schüler. A Noko Química, que completará 35 anos em 2025, conta com certificação ISO 9001 e homologação de produtos no Zero Discharge of Hazardous Chemicals (ZDHC).

Representaram a Noko Química na cerimônia de premiação a diretora administrativa Marina Borel Schüler, a gerente de marketing Sandra Borel Schüler, o gerente de exportação Evandro Breitenbach, o agente de exportação Osmar Graff, o técnico Ricardo Peres, o gerente financeiro Nadir Ternus, o gerente de produção Gustavo Martinelli Dalla Rosa e o coordenador de produção Leandro Ricardo da Silva.

Foto: Gustavo Henemann/Agência Akyma/Divulgação | Fonte: Assessoria
16/08/2024 0 Comentários 710 Visualizações
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