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comércio exterior

Variedades

ABPA participa de evento na China

Por Jonathan da Silva 01/11/2024
Por Jonathan da Silva

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), participará da China International Import Expo (CIIE) 2024, evento realizado pelo governo chinês de 5 a 10 de novembro em Xangai, com o objetivo de fortalecer as relações comerciais entre os dois países no setor de proteína animal.

Durante o evento, a ABPA será representada pela coordenadora de promoção, Nayara Dalmolin, que se reunirá com importadores e stakeholders chineses. A associação também distribuirá materiais promocionais sobre a qualidade, o status sanitário e a sustentabilidade dos produtos da avicultura e suinocultura brasileira, com contatos de empresas exportadoras que atendem o mercado chinês. “Temos boas expectativas quanto à qualificação do público presente, exatamente pelo perfil oficial do evento. Nesta ação, vamos focar no fortalecimento institucional setorial que gerará boas oportunidades de negócios futuros para os exportadores de proteína animal do Brasil”, explica Nayara.

Simultaneamente, o presidente da ABPA, Ricardo Santin, participará por vídeo da 15ª China International Meat Conference 2024, evento paralelo à CIIE, que reúne autoridades governamentais e stakeholders do setor de carne.

A China é o principal destino das exportações brasileiras de carne de frango e suína, tendo importado 408 mil toneladas de carne de frango e 180 mil toneladas de carne suína nos primeiros nove meses de 2024, o que gerou uma receita de US$ 1,3 bilhão no período.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/11/2024 0 Comentários 447 Visualizações
Business

Exportações de tabaco podem chegar a US$ 3 bilhões em 2024

Por Jonathan da Silva 30/10/2024
Por Jonathan da Silva

O setor de tabaco planeja o resultado de até US$ 3 bilhões com as exportações do produto neste ano. Durante a 74ª Reunião da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Tabaco, realizada em formato híbrido nesta quarta-feira (30), representantes do setor debateram temas de interesse da cadeia produtiva e compartilharam projeções otimistas para o fechamento das exportações de tabaco em 2024. O encontro foi promovido pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e contou com a presença de líderes de entidades do setor.

O presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), Valmor Thesing, que assumirá oficialmente a nova diretoria em 8 de novembro, em Santa Cruz do Sul, apresentou dados sobre as exportações e destacou a estimativa de crescimento no valor exportado. “Devemos ter uma exportação acima da média dos últimos anos em dólares e, se a tendência se confirmar, podemos superar a marca dos US$ 3 bilhões. É uma demonstração de que nosso sistema integrado está plenamente ativo, gerando renda, empregos, divisas”, afirmou Thesing, referindo-se à análise da Deloitte, que aponta uma queda no volume exportado entre -15% e -10,1% e um aumento no valor das vendas entre 20,1% e 25%.

Segundo o Ministério de Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC/ComexStat), de janeiro a setembro deste ano, foram exportadas 316 mil toneladas de tabaco, o que representa uma queda de -14% em relação ao mesmo período de 2023. No entanto, o valor exportado foi de US$ 2,03 bilhões, uma variação positiva de 3,44% em comparação ao ano anterior. Bélgica, China, Estados Unidos, Indonésia e Egito figuram entre os maiores compradores até o momento. Em 2023, o Brasil exportou 512 mil toneladas e US$ 2,729 bilhões para 107 países, com destaque para a União Europeia, que respondeu por 42% das compras.

Produção e remuneração incentivam ampliação da área plantada

O presidente da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), Marcílio Drescher, apresentou dados da safra 2023/24 e perspectivas para a safra 2024/25. Segundo Drescher, o cultivo de tabaco na última safra envolveu 133 mil famílias na Região Sul, com um aumento de 6,62% em relação à safra anterior. A área plantada foi de 284.184 hectares, um crescimento de 8,57%. “Nas últimas safras tivemos uma remuneração média mais satisfatória para os produtores, o que acaba estimulando o aumento de área e de produtores que aderem ao cultivo”, explicou Drescher.

A produção total da safra 2023/24 foi de 508.041 toneladas, uma redução de -16,12% em relação à safra anterior, devido ao excesso de chuvas. Essa diminuição de volume resultou em um aumento de 28% no preço médio do tabaco. Drescher também comentou que 8,5% do tabaco da próxima safra já foi colhido e que, em novembro, haverá novas projeções sobre a área plantada e o número de famílias envolvidas.

Próximas reuniões

A Câmara Setorial definiu as datas para os encontros de 2025: 10 de abril, em Cachoeira-BA; 16 de julho e 29 de outubro, ambas em formato híbrido.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/10/2024 0 Comentários 457 Visualizações
Business

Indústria calçadista brasileira busca estreitar relações com mercado angolano

Por Jonathan da Silva 30/10/2024
Por Jonathan da Silva

A indústria calçadista brasileira está fortalecendo relações comerciais com Angola, que se consolidou como um destacado destino de exportação para o setor. Entre janeiro e setembro, as fábricas brasileiras exportaram para o país africano o equivalente a US$ 11 milhões, representando um aumento de 3% em comparação ao mesmo período do ano anterior.

Em um encontro realizado durante o Fórum Brasil de Investimentos, em São Paulo, o presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Haroldo Ferreira, e a gerente de Relacionamento e Negócios da entidade, Letícia Sperb Masselli, reuniram-se com representantes da Agência de Investimento Privado e Promoção das Exportações de Angola (Aipex). Ferreira destacou que o objetivo da reunião foi fortalecer o relacionamento com o mercado angolano, que apresenta um potencial de crescimento para os produtos brasileiros. “Angola é um mercado em crescimento para a indústria brasileira de calçados”, afirmou o dirigente.

Durante o encontro, representantes da Aipex ressaltaram a receptividade do calçado brasileiro em Angola, impulsionada por similaridades culturais, incluindo a língua, que facilitam a integração comercial. Angola, com uma população de mais de 34 milhões de pessoas, depende fortemente da importação de calçados e tem o Brasil como seu segundo maior fornecedor, atrás apenas da China.

Representando a Aipex, participaram do encontro o administrador-executivo Jerônimo Pongolola e o técnico Valter Almeida.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
30/10/2024 0 Comentários 438 Visualizações
Business

Exportações da indústria de transformação gaúcha crescem 23,2%

Por Jonathan da Silva 23/10/2024
Por Jonathan da Silva

As exportações da Indústria de Transformação do Rio Grande do Sul registraram crescimento de 23,2% em setembro de 2024, em comparação ao mesmo mês do ano anterior. O aumento foi impulsionado pelos setores de alimentos, tabaco e máquinas e equipamentos, que apresentaram altas de 13,8%, 50,2% e 61,2%, respectivamente. Esse foi o primeiro crescimento interanual desde abril de 2024 e o mais significativo do ano, segundo dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.

O presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), Claudio Bier, destacou a relevância desse resultado após uma redução nas exportações em agosto. “É uma boa notícia, ainda mais considerando que, em agosto, a redução de nossas exportações havia superado os 14%. A principal razão para este aumento foi a expansão da demanda internacional por produtos da nossa indústria”, afirmou Bier.

O segmento de alimentos faturou US$ 432,3 milhões em exportações, com um aumento de US$ 52,6 milhões em relação a setembro de 2023, impulsionado pelo aumento dos preços médios em 14%, enquanto as quantidades exportadas se mantiveram estáveis. O principal destaque foi o abate de aves, que exportou US$ 125,2 milhões, com destino principal para os Emirados Árabes Unidos.

O setor de tabaco alcançou uma receita de US$ 274,6 milhões, um crescimento de US$ 91,8 milhões, impulsionado por aumentos tanto nos preços (31%) quanto nas quantidades exportadas (14,7%). As principais destinações foram Bélgica, Estados Unidos e Egito.

Máquinas e equipamentos foi outro segmento de destaque, com US$ 255,2 milhões em exportações, um aumento de US$ 96,9 milhões em relação a setembro de 2023. O crescimento foi impulsionado pelo aumento dos preços médios (9,9%) e das quantidades embarcadas (46,7%). O setor de máquinas e equipamentos de uso industrial específico, com destaque para exportações à Coreia do Sul, contribuiu significativamente para o resultado.

As importações também apresentaram crescimento expressivo em setembro, com alta de 26,6% em comparação ao mesmo período de 2023, totalizando US$ 1,3 bilhão. O setor de químicos foi responsável por 33,3% das importações, com destaque para os produtos dos ramos de intermediários para fertilizantes e adubos e fertilizantes.

Foto: ChandlerVid85/Freepik/Divulgação | Fonte: Assessoria
23/10/2024 0 Comentários 336 Visualizações
Variedades

Empreendedorismo feminino na proteína animal brasileira é destaque na SIAL Paris

Por Jonathan da Silva 17/10/2024
Por Jonathan da Silva

O empreendedorismo feminino no setor de proteína animal do Brasil será um dos destaques da participação da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) na SIAL Paris 2024, uma das maiores feiras de alimentos do mundo, que ocorrerá entre 19 e 23 de outubro em Paris, na França. A ação, organizada pela ABPA em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), contará com a participação de 25 agroindústrias brasileiras do setor de aves, suínos e ovos.

A ABPA terá um espaço de 550 m² dividido em três áreas: comercial, gastronômica e institucional. Na área comercial, 25 empresas como Seara, C.Vale, Frimesa e Vibra estarão presentes para promover seus produtos e expandir negócios. Já na área gastronômica, haverá degustações de pratos brasileiros, como galeto com polenta e estrogonofe de frango, além de outras receitas à base de proteína animal.

No âmbito institucional, a ABPA apresentará uma exposição inédita que homenageará a liderança feminina no setor de proteína animal, com fotos e depoimentos de mulheres que ocupam cargos de destaque na avicultura e suinocultura brasileiras. A exposição visa destacar as histórias e contribuições dessas lideranças para o fortalecimento do Brasil no mercado global.

O presidente da ABPA, Ricardo Santin, afirmou que esta edição da SIAL terá um foco especial na valorização das mulheres que impulsionam o setor. “Voltaremos àquelas que fazem a nossa cadeia produtiva mais forte e competitiva, que são presidentes de empresas, gestoras de áreas, especialistas, enfim, lideranças femininas que transformam diariamente a avicultura e a suinocultura do Brasil”, declarou Santin.

Além disso, a ABPA distribuirá materiais institucionais sobre o setor de proteína animal do Brasil, destacando a diversidade, qualidade e sustentabilidade dos produtos exportados pelo país.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/10/2024 0 Comentários 354 Visualizações
Business

Pacto Calçadista debate reposicionamento do calçado do RS nos EUA

Por Jonathan da Silva 15/10/2024
Por Jonathan da Silva

O reposicionamento do calçado do Rio Grande do Sul no mercado dos Estados Unidos, que importa cerca de 2 bilhões de pares por ano, foi o tema central de um evento promovido pelo Comitê de Internacionalização e o Pacto Calçadista, nesta quinta-feira (10), no auditório da ACI, em Novo Hamburgo. Especialistas destacaram a necessidade de união de todo o setor para aumentar as vendas no mercado norte-americano, que é amplamente dominado por produtos da Ásia.

O integrante do Conselho Estratégico do Pacto Calçadista, Marlos Schmidt, ressaltou que já foram realizados avanços significativos, como a associação à Associação dos Distribuidores e Varejistas de Calçados (FDRA), e anunciou que uma missão da entidade visitará o Rio Grande do Sul em 2025. Schmidt enfatizou a importância do apoio de empresas e entidades empresariais e incentivou a participação de mais integrantes do setor.

Durante o segundo painel, a empresária e professora universitária Ana Cristina Klein abordou a relevância da integração entre cultura exportadora e capacidade de internacionalização para o sucesso em mercados globais. Segundo Ana, “a cultura exportadora cria a mentalidade certa, enquanto a capacidade de internacionalização oferece as ferramentas e estruturas necessárias.” Ela também destacou a qualidade do produto e certificações internacionais como estratégias para exportação ao mercado americano.

A especialista apresentou ainda os dez mandamentos da exportação de calçados para os Estados Unidos:

  1. Não reclamarás de ter que produzir meio número.
  2. Não tentarás convencer o cliente a aceitar número cheio.
  3. Não farás ‘enjambrações’ e terás equipe técnica com capacidade para desenvolver e produzir meio número.
  4. Responderás e-mails e solicitações de preços e entregas em 24 horas, como fazem os chineses.
  5. Farás amostras e produção 100% de acordo com a ficha técnica detalhada pelo cliente, e sugerirás alterações em tempo hábil, não no último momento.
  6. Respeitarás datas de entrega de amostras e produção, e quando possível, informarás mudanças em tempo hábil.
  7. Terás claro a diferença entre uma desculpa e uma explicação.
  8. Calcularás o preço de forma precisa e não voltarás atrás nas condições de negociação.
  9. Entenderás que, sem compliance, não há negócios com empresas americanas.
  10. Entenderás que precisas entregar produto e serviço excelentes!

No terceiro painel, a gerente comercial do IBTeC, Karin Becker afirmou que a conformidade com normas internacionais é essencial para realizar negócios com grandes marcas internacionais. “Sem isso, não há negócios”, destacou Karin, que também mencionou que o mercado americano é o segundo mais regulamentado do mundo e que a sustentabilidade será um fator indispensável no futuro.

O coordenador do Eixo Pessoas, Processos e Produtos do Pacto Calçadista, Oscar Bortolussi, ressaltou a importância da capacitação de profissionais e da preparação das empresas para garantir o sucesso organizacional, afirmando que “tudo começa e termina nas pessoas”.

Christian Thomas, também do Conselho Estratégico do Pacto Calçadista, defendeu que o calçado brasileiro deve buscar um reposicionamento no mercado norte-americano, focando em um nicho de preço superior ao ocupado por produtos asiáticos. Ele ressaltou que o Brasil pode competir em faixas de preço mais altas, entre US$ 200 e US$ 300, aproveitando diferenciais como lead-time reduzido, transit time eficiente e a participação em feiras internacionais.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/10/2024 0 Comentários 290 Visualizações
Business

Brasil e Cazaquistão discutem ampliação da relação comercial

Por Jonathan da Silva 11/10/2024
Por Jonathan da Silva

Brasil e Cazaquistão discutiram a ampliação de sua relação comercial durante a 3ª Reunião do Comitê Empresarial entre os dois países, realizada nesta quinta-feira (10) na Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), em Porto Alegre. O encontro destacou o potencial de crescimento nas trocas comerciais entre as duas nações, que já possuem parcerias importantes em setores como energia sustentável, transporte, fertilizantes e indústria alimentícia.

O embaixador do Cazaquistão no Brasil, Bolat Nussupov, presente no evento, destacou a posição estratégica de seu país como um importante corredor de exportação entre a Ásia e a Europa, por onde passam 80% do transporte terrestre entre os dois continentes. “Muitos itens exportados da China para a Europa passam pelo nosso país. O Brasil tem grande potencial para explorar essa oportunidade”, afirmou Nussupov, sugerindo que o Cazaquistão pode se tornar um intermediário no comércio entre China, Europa e Brasil.

O evento foi organizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), em parceria com a Fiergs e o Centro de Indústria e Exportação do Cazaquistão (QazIndustry). O vice-presidente executivo da CNI, Gilberto Porcello Petry, enfatizou que a relação comercial com o Cazaquistão é promissora, especialmente para o Rio Grande do Sul. “Nosso intuito é fortalecer a cooperação e ampliar as potencialidades de negócios bilaterais com o Cazaquistão”, pontuou Petry.

O embaixador do Brasil no Cazaquistão, Marcel Biato, que participou de forma online, reforçou a importância do Brasil como parceiro nas novas fronteiras diplomáticas do Cazaquistão. Ele mencionou iniciativas já em andamento, como a produção de soja com tecnologia brasileira, além da atuação de empresas como a WEG, que desenvolve projetos de energias renováveis e hidrogênio verde no país.

Em 2023, a corrente de comércio entre Brasil e Cazaquistão superou os US$ 121 milhões, embora tenha registrado uma queda de mais de 36% em comparação ao ano anterior. No entanto, a corrente entre o Cazaquistão e o Rio Grande do Sul aumentou 137%, atingindo US$ 9,6 milhões no mesmo período. O secretário de Desenvolvimento Econômico do Rio Grande do Sul, Ernani Polo, afirmou que as localizações estratégicas do estado e do Cazaquistão, assim como as semelhanças econômicas, oferecem grandes oportunidades para avanços, especialmente em tecnologia e inovação.

Além de empresários e autoridades dos dois países, o encontro contou com a participação do vice-presidente do Conselho de Administração JSC da QazIndustry, Alibek Shakimov, e do deputado federal Lucas Redecker (PSDB), presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa da Câmara dos Deputados. Representantes de empresas brasileiras que já atuam no Cazaquistão também compartilharam suas experiências durante o evento.

Ao final da reunião, foram assinados memorandos de cooperação entre empresas brasileiras e cazaques nas áreas de cultivo de soja e processamento de carne de frango. Também foi firmado um acordo de irmandade entre o Rio Grande do Sul e a região de Almaty, além da ata da 3ª Reunião do Comitê Empresarial. Além disso, o embaixador Nussupov participou de uma reunião com o presidente da Fiergs, Claudio Bier.

Reunião entre Nussupov e Bier

Fotos: Dudu Leal/Divulgação | Fonte: Assessoria
11/10/2024 0 Comentários 447 Visualizações
Business

“Invasão chinesa” preocupa setor calçadista brasileiro

Por Jonathan da Silva 03/10/2024
Por Jonathan da Silva

A indústria calçadista brasileira encerrou agosto com saldo positivo de 12,4 mil novos postos de trabalho, totalizando 293 mil empregos no setor, segundo dados da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) baseados em registros do Ministério do Trabalho e Emprego. Apesar do crescimento de mais de 4% na produção até agosto, com 500 milhões de pares de calçados fabricados, o número de empregos ainda é 2,5% menor do que no mesmo período do ano passado. Além disso, uma “invasão chinesa” é vista com alarme pela entidade.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, afirma que o crescimento da renda das famílias brasileiras impulsionou o mercado interno e contribuiu para a recuperação do setor. No entanto, Ferreira alertou para a ameaça representada pelo aumento das importações de calçados asiáticos, especialmente da China. Segundo ele, a prática de dumping, quando produtos são vendidos abaixo do preço de mercado, tem gerado concorrência desleal com a produção nacional. “Esses calçados entram no Brasil com valores subfaturados, o que prejudica a competitividade das empresas brasileiras”, pontua Ferreira.

Outro risco apontado pelo executivo é a possibilidade de um acordo de livre comércio entre o Mercosul e a China, o que poderia agravar a situação. “Seria uma tragédia se a China pudesse enviar seus produtos ao Brasil sem taxa de importação e sem a tarifa antidumping, que hoje é de US$ 10,22 por par. Isso colocaria em risco tanto os empregos quanto a própria existência da indústria calçadista brasileira”, conclui Ferreira.

Em termos regionais, o Rio Grande do Sul, principal empregador do setor, criou 1,6 mil empregos até agosto, somando 85,7 mil postos, uma redução de 4% em relação ao mesmo período de 2023. Já o Ceará foi o primeiro estado a recuperar as perdas de 2023, gerando mais de 3 mil postos até agosto e fechando o período com 68,3 mil empregos, um aumento de 0,7%. Na Bahia, foram criados mil postos até agosto, totalizando 40,8 mil empregos, uma queda de 4,8% em comparação com o ano anterior.

Empregos no setor por estado

  • Rio Grande do Sul: + 1,6 mil empregos entre janeiro e agosto / 85,8 mil empregos no total (-4% ante 2023)
  • Ceará: + 3 mil empregos entre janeiro e agosto / 68,3 mil empregos no total (+0,7% ante 2023)
  • Bahia: + 1 mil empregos entre janeiro e agosto / 40,8 mil empregos no total (-4,8% ante 2023)
  • São Paulo: + 4 mil empregos entre janeiro e agosto / 33,8 mil empregos no total (-0,8% ante 2023)
  • Brasil: + 12,4 mil empregos entre janeiro e agosto / 293 mil empregos no total (-2,5% ante 2023)
Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
03/10/2024 0 Comentários 535 Visualizações
Variedades

Presidente da Fiergs defende importância de construir porto de Arroio do Sal

Por Jonathan da Silva 30/09/2024
Por Jonathan da Silva

O presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), Claudio Bier, defendeu nesta sexta-feira (27) a importância da construção do porto de Arroio do Sal, cujo contrato para o início das obras está previsto para ser assinado em outubro. Segundo Bier, o novo porto vai diversificar a oferta de estrutura logística no estado, atualmente concentrada no porto de Rio Grande.

O dirigente da entidade ressaltou que a indústria gaúcha mantém forte conexão com o mercado externo, utilizando principalmente a via marítima para exportações. Em 2023, dos US$ 16,8 bilhões exportados pela Indústria de Transformação do estado, US$ 13,4 bilhões foram escoados por via marítima, representando 80% do total, bem acima do modal rodoviário (16%) e aéreo (4%). “A logística é hoje um dos elementos que mais impactam na competitividade da indústria gaúcha. Contamos com um complexo portuário de excelência e que está entre os portos que mais movimentam cargas no Brasil”, afirmou Bier, destacando que Santa Catarina conta com cinco portos relevantes, o que aumenta a concorrência e a especialização logística.

O investimento inicial na construção do porto de Arroio do Sal será de R$ 1,3 bilhão, com previsão de alcançar mais R$ 4,7 bilhões para estruturas complementares, e deverá gerar cerca de 7 mil empregos diretos e indiretos. “A adição de mais uma alternativa portuária pode fortalecer ainda mais os laços da indústria gaúcha com o mercado internacional e facilitar a importação de insumos essenciais”, concluiu Bier.

Foto: Dudu Leal/Divulgação | Fonte: Assessoria
30/09/2024 0 Comentários 726 Visualizações
Business

Feiras nos EUA devem gerar US$ 3,9 milhões para calçadistas brasileiros

Por Jonathan da Silva 27/09/2024
Por Jonathan da Silva

As feiras Magic Las Vegas e Magic Nova Iorque, realizadas em agosto e setembro nos Estados Unidos, devem gerar mais de US$ 3,9 milhões em negócios para 11 marcas brasileiras de calçados. O valor inclui negócios realizados durante os eventos e acordos alinhavados que serão concretizados posteriormente. A participação das empresas brasileiras foi apoiada pelo Brazilian Footwear, programa de incentivo às exportações do setor, promovido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil).

A responsável pelo departamento de Negócios da Abicalçados, Carla Giordani, comentou sobre a recuperação do mercado norte-americano após um início de ano fraco. “O fato foi refletido nos eventos, que geraram mais de 140 visitas de players do mercado dos Estados Unidos, Canadá, Austrália e países da América Latina. No total, devem ser comercializados mais de 90 mil pares de calçados brasileiros”, afirmou Carla.

Os Estados Unidos, maior mercado consumidor de calçados do mundo em valores, continuam sendo o principal destino dos calçados brasileiros. Segundo dados da Abicalçados, entre janeiro e agosto de 2024, foram exportados cerca de 7 milhões de pares para o mercado norte-americano, um volume 5% menor do que o registrado no mesmo período do ano anterior.

As marcas Carrano, Lavish by Tricia Milaneze e Camu Camu participaram da Magic Las Vegas com o apoio do Brazilian Footwear. Na Magic Nova Iorque, o programa apoiou as marcas Beira Rio, Vizzano, Moleca, Modare Ultraconforto, Molekinha, Molekinho, Actvitta, BRsport e Carrano.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
27/09/2024 0 Comentários 367 Visualizações
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