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Coalização

Saúde

Pesquisadores brasileiros iniciam novo estudo sobre tratamentos anticoagulantes em pacientes com Covid-19

Por Gabrielle Pacheco 08/07/2020
Por Gabrielle Pacheco

O grupo Coalizão, grupo que reúne especialistas de instituições e hospitais brasileiros, deu início a um estudo sobre diferentes estratégias de anticoagulação em pacientes hospitalizados com Covid-19. O objetivo é avaliar o impacto do tratamento na mortalidade, tempo de internação hospitalar e tempo de necessidade de suporte de oxigênio ao final de 30 dias de tratamento. “O BCRI (Brazilian Clinical Research Institute) e o Hospital Albert Einstein serão responsáveis pela coordenação operacional do estudo, que é uma iniciativa liderada pelo grupo Coalização”, diz o Dr. Renato Lopes, Professor Livre Docente da Divisão de Cardiologia da Escola Paulista de Medicina (UNIFESP) e da Duke University (EUA).

O estudo clínico randomizado acontece em cerca de 40 centros brasileiros e pretende analisar 600 pacientes divididos em dois grupos para avaliar diferentes estratégias de anticoagulação: a anticoagulação plena, com rivaroxabana 20mg, uma vez ao dia, seguida de heparina em dose terapêutica (quando indicado) e a anticoagulação profilática (heparina ou fondaparinux). “Será o primeiro estudo randomizado a testar uma estratégia de anticoagulação plena com um anticoagulante oral direto, a rivaroxabana, em pacientes com a Covid-19”, conta Dr. Renato.

“Evidências científicas iniciais relacionam o surgimento de microtrombos em pacientes com a Covid-19, que podem levar a piores desfechos clínicos. O estudo, portanto, testará qual é a melhor estratégia de anticoagulação para potencialmente evitar que esse paciente evolua ao óbito ou para um quadro mais grave de insuficiência respiratória em que necessite mais tempo de internação hospitalar”, explica o médico. E completa: “O nosso estudo ACTION diferencia-se de muitas das outras pesquisas por ser um estudo clínico randomizado e com número adequado de participantes para se demonstrar um potencial efeito da anticoagulação plena sobre desfechos clinicos relevantes. Desta forma, o estudo trará respostas mais robustas, com maior nível de evidência e gerando resultados mais precisos sobre uma real forma de tratamento para esses pacientes”.

Testes clínicos de medicamentos

A Coalizão Covid Brasil constitui uma aliança inédita e eficiente entre Hospital Israelita Albert Einstein, HCor, Hospital Sírio Libanês, Hospital Moinhos de Vento, Hospital Alemão Oswaldo Cruz, BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo, o Brazilian Clinical Research Institute (BCRI) e Rede Brasileira de Pesquisa em Terapia Intensiva (BRICNet), em parceria com Ministério da Saúde, para condução de testes clínicos com medicamentos para Covid-19. A Coalizão Covid Brasil conta com o apoio da EMS fornecendo os medicamentos hidroxicloroquina e azitromicina, do Aché fornecendo dexametasona e da Bayer fornecendo rivaroxabana. Por meio dessa colaboração acadêmica é possível acelerar oportunidades de respostas científicas com impacto positivo na saúde no Brasil.

Todas estas pesquisas são lideradas de forma simultânea e colaborativa pelas instituições Hospital Israelita Albert Einstein, HCor, Hospital Sírio Libanês, Hospital Moinhos de Vento, Hospital Alemão Oswaldo Cruz, BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo, Brazilian Clinical Research Institute (BCRI) e Rede Brasileira de Pesquisa em Terapia Intensiva (BRICNet).

Os resultados dos primeiros estudos estarão disponíveis em 30 a 60 dias, e permitirão dar respostas confiáveis e sólidas com alto rigor científico, e, portanto, mais confiáveis sobre tratamentos para pacientes com Covid-19. Desta maneira, a Coalizão Covid-19 Brasil contribui e contribuirá na redução do ônus da Covid-19 no Brasil e, potencialmente, em outras regiões geográficas do mundo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/07/2020 0 Comentários 636 Visualizações
Variedades

Comitê internacional valida estudo liderado pelo Hospital Moinhos para tratamento da Covid-19

Por Gabrielle Pacheco 07/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

O comitê independente de monitoramento de dados de segurança aprovou o estudo Coalizão 1, liderado pelo Hospital Moinhos de Vento, que versa sobre o tratamento do novo coronavírus. É a primeira análise pela qual passou a pesquisa que avalia a eficácia do tratamento com hidroxicloroquina, com ou sem adição de azitromicina, para melhorar o quadro respiratório de pacientes internados em hospitais brasileiros com quadros leves a moderados de Covid-19.

Cientistas australianos e neozelandeses verificaram que a investigação está sendo conduzida de maneira adequada e não detectaram evidências suficientes de riscos ou de benefícios para interromper precocemente a pesquisa. O Hospital Moinhos de Vento lidera este e mais seis estudos da Coalizão COVID Brasil, que congrega os hospitais Albert Einstein, Sírio-Libanês, HCor, Hospital Alemão Osvaldo Cruz e Beneficência Portuguesa de São Paulo. Também fazem parte do grupo a Rede Brasileira de Pesquisa em Terapia Intensiva (BRICNet) e do Brazilian Clinical Research Institute (BCRI).

Segundo Regis Goulart Rosa, médico intensivista e pesquisador do Moinhos de Vento que é membro do comitê diretivo da Coalizão Covid Brasil, os resultados consolidados devem ser divulgados entre o final de maio e o início de junho. “As análises interinas contribuem para garantia da qualidade do estudo e, também, para constatação precoce de benefícios ou riscos das intervenções avaliadas”, destaca.

Avaliação criteriosa

Pelos resultados parciais do estudo, segundo o médico, ainda não é possível dizer se um dos tratamentos avaliados – hidroxicloroquina em monoterapia, ou associação da hidroxicloroquina com a azitromicina, ou o tratamento usual – é melhor do que os outros. “Se em algum desses momentos tivermos uma evidência de efetividade ou se for comprovado risco, podemos ter uma conclusão antes do prazo estimado. Mas tudo passa pela avaliação criteriosa dos órgãos reguladores e entidades científicas”, destaca.

Até o momento, 474 pacientes foram recrutados. São pessoas que necessitaram de internação e alguns que, eventualmente, precisaram de oxigênio. Além de observar se a hidroxicloroquina é eficaz para o tratamento desses casos, os pesquisadores também analisam se a adição do antibiótico azitromicina pode potencializar o efeito do remédio e se traz algum benefício adicional. Até o final, 630 pacientes devem ser avaliados.

A Coalizão

Segundo Regis Goulart Rosa, a iniciativa Coalizão Covid Brasil está com sete protocolos de pesquisa em andamento. “Esses estudos trarão respostas importantes sobre a eficácia e segurança de potenciais tratamentos medicamentosos e, também, sobre o impacto da doença causada pelo novo coronavírus na qualidade de vida das pessoas”, conclui.

A aliança interinstitucional Coalização Covid Brasil conta com o apoio do Ministério da Saúde e de laboratórios farmacêuticos como EMS, Ache e Bayer. Ao todo, mais de 3 mil pacientes serão acompanhados pelo projeto por um ano após a alta hospital. Mais de 80 hospitais do país estão envolvidos no recrutamento e nas pesquisas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/05/2020 0 Comentários 697 Visualizações

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