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ciência

Variedades

Pesquisadores fazem estudos na área da saúde do trabalhador

Por Gabrielle Pacheco 12/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

Pesquisadores da área da saúde do trabalhador estão realizando uma pesquisa-intervenção que tem como objetivo dar visibilidade às vivências e sentimentos relacionados ao trabalho no contexto da pandemia do novo coronavírus. Estão à frente do projeto os professores Carmem Regina Giongo (Universidade Feevale), Karine Vanessa Perez (Universidade de Santa Cruz do Sul – Unisc) e Bruno Chapadeiro (Universidade Federal de São Paulo – Unifesp).

A pesquisa é voltada às pessoas maiores de 18 anos que estejam desempregadas ou trabalhando durante a pandemia, seja em trabalhos presenciais ou remotos. O grupo está aceitando a participação das pessoas que queiram contribuir com os estudos. Para isso, os voluntários devem responder a um questionário neste link.

As pessoas ainda podem relatar suas vivências e sentimentos durante a pandemia do coronavírus. Os áudios, textos ou fotografias podem ser enviados aos pesquisadores pelo e-mail projethoscovid@gmail.com ou WhatsApp (51) 98138-1752.

O encaminhamento dessas informações está condicionado, no entanto, ao preenchimento do formulário, que também está disponível no perfil da pesquisa no Instagram: @projethoscovid19. A identidade dos participantes não será revelada e os resultados da pesquisa poderão ser publicados em livros, mídias sociais, revistas científicas e congressos.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
12/06/2020 0 Comentários 509 Visualizações
Variedades

Estudante da Uergs idealiza projeto que torna o conhecimento científico mais acessível à população

Por Gabrielle Pacheco 11/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

Neste momento em que resultados de pesquisas científicas são muito importantes para o enfrentamento da pandemia por coronavírus, uma estudante da Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (Uergs) está desenvolvendo uma maneira de aproximar a população das discussões comuns nas universidades e laboratórios, em uma linguagem mais acessível para quem é leigo no assunto. Graduanda do curso de Ciências Biológicas, Thamara Moreira criou o projeto Simplificando a Ciência, em que conversa com pesquisadores de diversas áreas em lives transmitidas pelo Instagram nas terças e quintas-feiras, às 19h.

Além de divulgar para o público em geral as produções realizadas pelos pesquisadores convidados, a iniciativa é mais uma opção de distração para as pessoas que se encontram em isolamento.

A ideia surgiu quando, com a nova rotina decorrente da necessidade de se ficar em casa, Thamara começou a fazer transmissões em sua conta pessoal como modo de divulgar os conhecimentos que ela mesma havia adquirido ao longo de seus estudos e pesquisas. “Pensei em fazer lives que pudessem levar diversos assuntos científicos para a população, pensando que a ciência vem sendo atacada e não valorizada”, explica. Após a segunda transmissão, a professora da Uergs Juçara Bordin soube da atividade e a convidou para fazer do seu projeto uma ação de extensão da universidade.

Na dinâmica dos encontros mediados por Thamara, os convidados apresentam seus projetos de pesquisa para o público e respondem questões apresentadas por ela e pelos demais participantes. Além disso, durante a live são apresentadas referências relacionadas ao tema em pauta, para complementar a discussão.

Os primeiros convidados para as lives foram estudantes de Ciências Biológicas, que apresentaram os trabalhos de conclusão de curso que estão desenvolvendo, e também docentes e acadêmicos do Mestrado em Ambiente e Sustentabilidade da Uergs em São Francisco de Paula. Atualmente, o convite já se estendeu a pessoas de outras instituições, contemplando mais áreas do conhecimento.

Thamara acredita que a não valorização da ciência começa pela falta de conhecimento por parte da população. Ela defende que cada pesquisador deve pensar maneiras de tornar mais acessíveis as produções realizadas nas universidades.

“A ciência em geral precisa ser divulgada, independente de qual plataforma essa divulgação vai acontecer. Acredito que todos tenham direito de acessar os dados publicados em revistas científicas. Todos os cientistas e futuros cientistas têm que pensar na forma que irão divulgar o trabalho após a aprovação na revista, pois as pessoas só saberão da importância dele após conhecer”, afirma Thamara.

As lives ocorrem no perfil do projeto no Instagram, em @simplificando_ciência.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/05/2020 0 Comentários 559 Visualizações
Cidades

Mostratec encerra com recorde de projetos

Por Gabrielle Pacheco 25/10/2019
Por Gabrielle Pacheco

A vontade de transformar o mundo através do conhecimento é o que inspira estudantes a se reunirem na Mostra Internacional de Ciência e Tecnologia (Mostratec), em Novo Hamburgo, para trocar experiências e trabalhar em soluções de problemas locais e globais.

A mostra organizada pela Fundação Escola Técnica Liberato Salzano Vieira da Cunha encerrou nesta quinta-feira (24) a 34ª edição com um recorde de projetos inscritos. Foram 755 trabalhos formulados por cerca de 2,3 mil alunos de 21 países e de todos os Estados do Brasil.

“São alunos do ensino técnico, fundamental e infantil. Eles buscam em 13 áreas do conhecimento aplicar o que aprenderam em aula para descobrir a solução de problemas em projetos de pesquisa”, explica o diretor executivo da fundação, Ramon Fernando Hans. Os projetos expostos estão divididos entre 420 na Mostratec (ensino médio e técnico) e 335 na Mostratec Júnior (fundamental com 263 e infantil com 72).

“Eles buscam em 13 áreas do conhecimento aplicar o que aprenderam em aula para descobrir a solução de problemas em projetos de pesquisa.”

O diretor, que é engenheiro e também foi aluno da Fundação, destaca o comprometimento da instituição com a pesquisa. “A Fundação Liberato acreditou nesta ideia. Antes mesmo da Mostratec existir, já tínhamos a feira interna na escola, que tem 52 anos, sempre entendendo que o ensino bom é aquele em que o aluno descobre o motivo de estar estudando algo. Nós temos disciplinas de projeto e metodologia científica na escola desde o primeiro ano do ensino médio”, afirma.

Nos estandes, idiomas de todo o mundo e sotaques de todo o Brasil deram o tom do evento, que é considerado um dos maiores do segmento na América Latina. Representando a rede estadual do Rio Grande do Sul, alunos de diversas regiões do estado marcaram presença com projetos de todas as áreas.

Para o secretário da Educação, Faisal Karam, a mostra é um exemplo da força da escola pública. “Temos aqui exemplos de projetos inovadores e que são uma esperança para o futuro e o desenvolvimento do Estado. Esse evento é um orgulho, que transforma, renova e nos dá a certeza de que estamos no caminho certo”, disse.

“Temos aqui exemplos de projetos inovadores e que são uma esperança para o futuro e o desenvolvimento do Estado.”

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/10/2019 0 Comentários 539 Visualizações
Cidades

Câmara homenageia alunos de Santa Cruz

Por Gabrielle Pacheco 15/10/2019
Por Gabrielle Pacheco

Desenvolver um produto sustentável alternativo para uso em embalagens. Essa ideia valeu prêmios para alunos da Escola Ernesto Alves e foi reconhecido pelo legislativo de Santa Cruz do Sul. A Câmara de Vereadores realizou uma reunião especial nesta segunda-feira (14), antes da reunião ordinária para efetuar a entrega de condecoração de diploma de Honra ao Mérito como Destaque em Ciência e Tecnologia aos alunos e professores da EEEM Ernesto Alves de Oliveira.

A equipe Cunning Wolff, gerenciadas pelas professoras Sandra Hoffmann e Diócele Virginia Thomas Job, e integrada pelos alunos Bianca Sabrina Bublitz, Agnes Cristina dos Santos, Augusto Castaeira Paranhos, Robinson Luz da Silva e Daniela Ivana Agnes, foram premiados com a proposta de produção de uma embalagem biodegradável. Eles tiveram um ótimo desempenho no Festival Marista de Robótica/2019, realizado na PUC/RS nos dias 3 e 4 de outubro. A homenagem foi proposta pelos vereadores Alberto Heck (PT), que é professor naquela escola e, Mathias Bertram (PTB).

O Festival Marista de Robótica acontece todo ano recebeu cerca de 1.500 alunos da rede privada e pública de ensino do Rio Grande do Sul e de outros estados, dividido em quatro diferentes categorias. Os alunos do 3º ano da Ernesto Alves ganharam o 1º lugar na modalidade Processo Empreendedor, o 1º lugar também em Big Winner (o maior na categoria) e o 3º em Pitch Monster, concorrendo com 23 outras equipes.

O projeto desenvolvido pela equipe Cunning Wolff buscou desenvolver um produto alternativo – embalagem biodegradável – ao uso do plástico. Segundo os alunos, o produto começou a ser desenvolvido em junho, sendo que ainda está sendo aprimorado. A embalagem biodegradável se desintegra na natureza em 180 dias. Segundo os alunos Robinson Luz da Silva e Bianca Sabrina Bublitz, a ideia é debater com os colegas o seguimento do projeto e os próximos passos.

“Queremos oferecer a pesquisa e o produto para alguma empresa, mas também sabemos que precisamos fazer o registro da patente”, observa Robinson.

Um dos autores da homenagem, o vereador Alberto Heck destaca que a escola é um ambiente fundamental para novas aprendizagens. “Quero enaltecer o trabalho desenvolvido pelo grupo de alunos da escola pública em levar o nome do município a se destacar entre concorrentes também do ensino privado”, citou.

A professora Sandra Hoffmann disse que se trata de um reconhecimento significativo para o grupo de alunos. “Vocês aprenderam nestes dois dias que não houve uma competição com as outras equipes, mas um compartilhamento de conhecimento. Primeira escola pública a participar deste evento. Estudantes demonstram a importância da busca de um mundo melhor”, observou.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/10/2019 0 Comentários 428 Visualizações
Cidades

Trabalho de alunos da IENH será apresentado em Abu Dhabi

Por Gabrielle Pacheco 10/09/2019
Por Gabrielle Pacheco

Nos dias 23 a 28 de setembro, a IENH será representada na feira internacional Milset ExpoSciences, que ocorrerá em Abu Dhabi. Foi na Mostratec Júnior de 2018, que o projeto “Safeshot: Dispositivo de segurança biométrico para armas de fogo” recebeu o credenciamento para o evento.

Na época, como alunos do 6º ano do Ensino Fundamental da Unidade Pindorama, Bruno Amaral Huf, Bruno Muller de Moraes e Arthur Rysdyk apresentaram o trabalho, conquistando também o Destaque Divulgação Científica para publicação de artigo na Revista Liberato Científica, e o 4º lugar na Categoria 2 (projetos de 4º ao 6º ano do Ensino Fundamental).

“É possível desenvolver um sistema de segurança para armas de fogo que evite disparos por pessoas não previamente autorizadas?” foi o problema que moveu a pesquisa.

A partir do questionamento, os estudantes pesquisaram e validaram a hipótese trabalhada que aponta a possibilidade de se desenvolver um sistema de segurança eletrônico e biométrico para armas de fogo que assegure que pessoas não previamente autorizadas estejam impossibilitadas de efetuarem disparos, sejam eles intencionais ou acidentais.

Na feira em Abu Dhabi representarão a pesquisa os estudantes Bruno Amaral Huf e Bruno Muller. A professora Carolina Müller acompanhará a dupla.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/09/2019 0 Comentários 624 Visualizações
Cidades

Pesquisadora da Feevale é vencedora do 2019 Travel Awards

Por Gabrielle Pacheco 19/07/2019
Por Gabrielle Pacheco

No mês de junho, a professora e pesquisadora da Universidade Feevale, Andréia Henzel, foi escolhida, pelo Comitê Regional das Américas (ARC), do International Council for Laboratory Animal Science (ICLAS), como vencedora do 2019 Travel Awards.

O título concedido pelo comitê patrocinará a viagem dela para Denver, no estado do Colorado, nos Estados Unidos, bem como sua participação na 70ª Reunião Nacional da Associação Americana para Ciência de Animais de Laboratório (AALAS), entre 13 e 17 de outubro. O escopo do evento será One Health – Connections Between Animal, Human and Environmental Health – ou seja, a relação entre animais, humanos e meio ambiente no campo da saúde.

A professora foi escolhida por seu potencial para fazer contribuições significativas para o ensino, a pesquisa e outros aspectos da ciência de animais de laboratório na Feevale e no país após seu retorno.

A participação de Andréia, que é membro do grupo de pesquisa em Virologia e em Virologia Ambiental, é relevante para a Comissão de Ética no Uso de Animais da Feevale – Ceua, e se deu por meio da Federação das Sociedades Sul-Americanas de Ciência Animal de Laboratório.

Além disso, o prêmio carrega consigo a importância da recém-criada Comissão Interna de Biossegurança (CIBio) para a Inovação em Biotério de Experimentação Feevale (Ibex Feevale), do Mestrado Acadêmico em Toxicologia e Análises Toxicológicas, bem como para o Mestrado Acadêmico em Virologia (ambos da Universidade Feevale).

Para a pesquisadora, a oportunidade de participar de um evento internacional dessa magnitude e com o enfoque Connections Between Animal, Human and Environmental Health, além de qualificar as comissões Ceua, CIBio e as pesquisas realizadas no biotério, proporcionará uma difusão do conhecimento para os mestrados em Virologia e Toxicologia e para o Programa de Pós-graduação em Qualidade Ambiental.

Além disso, serão beneficiados os cursos de graduação da área da Saúde: Ciências Biológicas, Biomedicina, Farmácia, Enfermagem, Medicina Veterinária e Odontologia”, afirma. Após o evento, no dia 17 de outubro, Andréia poderá conhecer o biotério da Universidade do Colorado.

Foto: Nadine Funck/Divulgação | Fonte: Assessoria
19/07/2019 0 Comentários 581 Visualizações
Variedades

Pint of Science conquista Bento Gonçalves

Por Gabrielle Pacheco 29/05/2019
Por Gabrielle Pacheco

Aprovado! Esse foi o resultado da estreia do Pint of Science na Capital Nacional do Vinho, Bento Gonçalves (RS). De 20 a 22, cientistas falaram de forma descomplicada sobre diferentes assuntos em bares da cidade.

A fórmula do evento (bons cientistas + organização + bar) conseguiu atrair cerca de 400 pessoas, de todas as faixas etárias, que já se agendaram para participar da edição em 2020, que acontecerá de 11 a 13 de maio em todo o mundo.

Durante as três noites, Rodrigo Monteiro e Fábio Ribeiro, analistas da Embrapa Uva e Vinho, foram os anfitriões e conduziram o evento de forma descontraída e muito animada, contagiando a todos os participantes a brindarem à ciência.

O músico Antônio Lugon, que veio diretamente de Lages (SC) como convidado especial, também conquistou o público ao longo das noites do evento, participando das brincadeiras e também tocando e cantando sucessos que fizeram a diferença no festival de Bento Gonçalves.

O Pint of Science em Bento foi promovido pela Embrapa Uva e Vinho e pelo Instituto Federal do Rio Grande do Sul (Campus Bento Gonçalves) e contou com o patrocínio da Basf e da Família Salton. Também apoiaram o maior festival de ciência a Afavin, a Aprovale, a Aprobelo, a Apromontes, a Asprovinho, a Fenavinho, o Ibravin, a Prefeitura Municipal de Bento Gonçalves (Secretarias de Turismo e Cultura), a Sicredi Serrana, os estabelecimentos Boteco Sports, o Botequim São Bento e o MR. Red, onde o evento foi realizado.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/05/2019 0 Comentários 852 Visualizações
BusinessVariedades

Airbus lança desafio de computação quântica para transformar o ciclo de vida das aeronaves

Por Gabrielle Pacheco 25/01/2019
Por Gabrielle Pacheco

A Airbus lançou uma competição internacional de computação quântica, convidando especialistas para propor e desenvolver soluções para otimização e modelagem complexa do ciclo de vida completo de aeronaves utilizando os mais recentes recursos de computação.

O Airbus Quantum Computing Challenge (AQCC – Desafio Airbus de Computação Quântica) busca levar a ciência para além dos laboratórios e para dentro das indústrias, por meio da aplicação dos mais recentes recursos de computação a problemas reais enfrentados pelas indústrias.

Estamos cada vez mais próximos de atingir o limite de capacidade dos computadores tradicionais. Por isso, computadores quânticos prometem entregar um novo nível de poder computacional. Como usuária ativa de um Computador de Alta Performance (HPC – High Performance Computing), a Airbus já está ampliando a sua capacidade ao integrar e fazer uso de tecnologias quânticas em áreas como otimização de rotas e imagens de satélite.

Com esse desafio, a Airbus busca explorar soluções que se tornam possíveis por meio da utilização de tecnologias quânticas para o compartilhamento de conhecimento interno e externo, dados e experiências. Foram definidos cinco desafios distintos na área de física de voo, que afetam todas as áreas de negócio da Airbus, desde desenvolvimento e operações até fluxo de receita para companhias aéreas. Os problemas têm diferentes níveis de complexidade, indo desde a simples otimização da ascensão de aeronaves à mais complexa otimização do design da wing-box.

A competição está aberta para alunos de pós-graduação, doutorado, acadêmicos, pesquisadores, startups e profissionais da área de computação quântica, que podem se inscrever individualmente ou em equipes. Os participantes competirão por acesso a equipamentos e pela oportunidade de amadurecer suas ideias para industrialização ao trabalharem junto com especialistas da Airbus. O AQCC será realizado ao longo de 2019.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/01/2019 0 Comentários 549 Visualizações
Saúde

Butantan irá compartilhar tecnologia e conhecimento científico no desenvolvimento da vacina contra dengue

Por Gabrielle Pacheco 13/12/2018
Por Gabrielle Pacheco

O Instituto Butantan, ligado à Secretaria de Estado da Saúde e um dos principais centros de pesquisa do mundo e a farmacêutica americana Merck & Co. Inc., Kenilworth, NJ., USA, (conhecida fora dos EUA e Canadá por MSD) uma das líderes no mercado global, assinam um acordo inédito de colaboração tecnológica e em pesquisa clínica no desenvolvimento de suas vacinas contra a dengue. Com o acordo, o Butantan poderá receber até US$ 101 milhões dólares, que serão investidos em pesquisa e na produção de vacinas pelo Instituto.

O acordo pioneiro fará com que as instituições compartilhem informações sobre suas pesquisas clínicas e fortaleçam seus programas contra a dengue. As vacinas contra a dengue em desenvolvimento pelo Butantan e pela MSD visam proteger contra os quatro tipos da doença. A vacina do Butantan já está no final da fase 3 de ensaios clínicos.

A troca de conhecimentos entre as duas partes deve agilizar e aperfeiçoar o processo de avaliação de eficácia e segurança de ambas as formulações imunobiológicas, uma vez que a prevalência de tipos de dengue é diferente no Brasil e nos EUA e, por isso, os estudos podem ser complementares.

Por estar em um estágio mais adiantado do desenvolvimento de sua vacina, o Instituto Butantan receberá um pagamento antecipado de US$ 26 milhões por parte da MSD e poderá receber ainda mais US$ 75 milhões com a conquista de marcos relacionados ao desenvolvimento e à comercialização da vacina experimental da MSD, além de royalties sobre as vendas. O Instituto Butantan continuará responsável pela fabricação e comercialização de sua vacina no Brasil.

“É uma ótima notícia para o país. Prova que o Butantan atingiu um nível de excelência internacional no desenvolvimento de vacinas de interesse global. Essa é a primeira transferência com esse perfil feita entre um instituto brasileiro e uma empresa farmacêutica global no desenvolvimento de uma vacina. Com os aportes financeiros, poderemos investir ainda mais em produção de vacinas e em pesquisa. Quem ganha é a saúde da população”, afirma Dimas Tadeu Covas, diretor do Instituto Butantan.

“Este acordo fornece à MSD acesso a dados para informar nosso programa de desenvolvimento precoce de vacina contra a dengue e reflete o tremendo progresso que cientistas e médicos do Instituto Butantan fizeram até agora”, disse o Dr. Roger M. Perlmutter, presidente global de pesquisa clínica da MSD. “Nossa colaboração com o Butantan demonstra o compromisso de ambas as partes em fazer o máximo para desenvolver novas vacinas para ajudar a proteger as populações em risco contra a dengue, especialmente aquelas que vivem em países em desenvolvimento em todo o mundo”.

O Instituto Butantan e a MSD licenciaram direitos dos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos (NIH) para o desenvolvimento de vacinas tetravalentes atenuadas vivas (LATV). Com o acordo, o Butantan irá disponibilizar para a farmacêutica o acesso às informações sobre os ensaios clínicos já em curso, pelos quais receberá investimento, até que ambos os parceiros cheguem a um nivelamento de seus ensaios clínicos. Deste ponto em diante a colaboração se dará livremente, ainda que cada um dos parceiros venha a produzir sua própria vacina.

O Instituto Butantan já havia conquistado, em maio deste ano, patente nos Estados Unidos para o processo de produção da vacina da dengue. A conquista garantiu visibilidade internacional ao projeto e à tecnologia desenvolvida no Brasil a partir da cepa dos institutos de saúde (NIH), dos EUA. A patente foi concedida pelo Escritório Americano de Patentes e Marcas (Uspto).

Desde o início, o projeto para a vacina contra a dengue teve investimento total de R$ 224 milhões oriundos do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo), Fundação Butantan e Ministério da Saúde.

A vacina desenvolvida no Instituto Butantan é uma grande aposta da saúde em nível mundial, visto que ela está sendo desenvolvida para prevenir os quatro subtipos do vírus da dengue (1,2,3 e 4), deverá ser indicada para pessoas de 2 a 59 anos e deve funcionar também para aqueles que não tiveram a doença anteriormente. A vacina está na 3ª fase do estudo clínico, na qual é testada em humanos.

Assim que concluída esta fase, haverá um pedido de registro à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Somente após a obtenção do registro, ela poderá ser disponibilizada à população. A fase 3 do estudo clínico começou em 2016 e está sendo realizada em 14 centros de pesquisa clínica, distribuídos em cinco regiões do país e envolverá, até o seu final, 17 mil voluntários.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
13/12/2018 0 Comentários 479 Visualizações
CidadesCultura

Professores e alunos participaram do encerramento do Projeto LER

Por Gabrielle Pacheco 11/12/2018
Por Gabrielle Pacheco

Cerca de 360 alunos e 45 professores de Taquara participaram, 04/12, do encerramento da 16ª edição do projeto “Ler … Literatura e Ciência – 2018”, no Centro de Eventos das Faculdades Integradas de Taquara (FACCAT). O projeto Ler é uma parceria entre o Grupo Editorial Sinos, a FACCAT e a Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS). O evento contou com quase 1300 alunos dos municípios do Vale do Paranhana e do Vale do Rio dos Sinos como Campo Bom, Igrejinha, Parobé, Sapiranga, Três Coroas e Taquara.

A programação contou com a participação especial da escritora Léia Cassol; com apresentação do coral do Programa AABB Comunidade, com regência do professor Israel Gonçalves Moreira (professor Buiu), representando o município de Taquara. Na ocasião também foram sorteados smartphones para alunos e professores.

O evento foi prestigiado pelo secretário de Educação Cultura e Esportes (SMECE), Antônio Edmar Teixeira de Holanda; pelo diretor de Relações com a Comunidade do Grupo Sinos, Miguel Schmitz; pela coordenadora do Projeto Ler, na FACCAT, professora Liane Muller; pelas supervisoras da SMECE e demais professoras do Curso de Letras da FACCAT.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/12/2018 0 Comentários 432 Visualizações
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