Inaugurado em agosto de 2020, o Parque Náutico de Capão da Canoa é uma atração à parte no município. Com localização privilegiada, às margens da Lagoa dos Quadros, o local é uma ótima opção para quem quer curtir os dias de folga em meio a natureza e com uma paisagem de tirar o fôlego. O pôr do sol, por exemplo, é um espetáculo à parte.
Conforme o secretário de Turismo e Desenvolvimento Econômico, Marcelo Ramos, durante o veraneio o parque recebeu número expressivo de visitantes e com todos os cuidados de prevenção à covid-19, as pessoas puderam usufruir do espaço. “Durante a temporada de verão, estendemos os dias e horários de funcionamento do parque para que as pessoas pudessem visita-lo ao sair da praia. Agora, em março, o parque continuará aberto de terça a domingo, das 13h30 às 19h”, conta.
No local, as pessoas podem utilizar dos espaços com gramado para piquenique, píer com uma bela vista da lagoa e bancos e áreas arborizadas para apreciar um chimarrão ou fazer alguma atividade física ao ar livre. A entrada do Parque Náutico localiza-se no final da Avenida Valdomiro Cândido dos Reis.
O prefeito de Capão da Canoa, Amauri Magnus Germano, avalia que o Parque Náutico agregou na qualidade do turismo do município. “Além da nossa beira-mar, que costuma ser a principal atividade turística da nossa temporada de verão, agora temos o parque. Um novo local de lazer e diversão que pode ser usado em todas as estações do ano, inclusive para realização de outros eventos, como shows culturais”, avalia.


No período entre 31 de agosto de 2021 e 28 de fevereiro de 2022, a Concessionária Rota de Santa Maria registrou um tráfego total na Praça de Pedágio de Venâncio Aires (km 86) de aproximadamente 2,2 milhões de veículos, com média de 12 mil por dia. Já na Praça de Candelária (km 131), o volume de veículos chegou a 1,5 milhão, com média de 8,2 mil por dia. “Em ambas, a taxa de utilização das cabines automáticas fica entre 24 e 29%, índices que devem subir com as reformas e pistas de passagem exclusiva”, destaca Bortoletti. “Neste período, tivemos 184 acidentes, com três vítimas fatais”, frisa o diretor.
De acordo com o Contrato de Concessão, o primeiro ano da operação é focado nos trabalhos iniciais, que incluem revitalização e recuperação emergencial de toda a extensão. “Temos nos empenhado em cumprir o contrato e inclusive antecipar algumas obras. O desgaste do asfalto e as altas temperaturas registradas nos últimos meses foram os principais desafios destes primeiros seis meses”, frisou. A partir do segundo ano, até o quinto, será realizada a etapa de recuperação, com a restauração completa do pavimento. Até o momento, a Rota de Santa Maria já realizou intervenções em 82 quilômetros da rodovia.






