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casos

Cidades

Novo Hamburgo reduz casos confirmados de dengue em 87,5% no começo de 2026

Por Jonathan da Silva 26/02/2026
Por Jonathan da Silva

Novo Hamburgo registrou redução de 87,5% nos casos confirmados de dengue e de 16,4% nos casos suspeitos em 2026, na comparação com o mesmo período do ano passado, segundo dados divulgados até 23 de fevereiro pela Prefeitura. Foram notificados 127 casos suspeitos neste ano, com 4 confirmações e 123 descartes, enquanto no mesmo período de 2025 haviam sido 152 suspeitas, com 32 casos confirmados e 120 descartados. Apesar da queda, o município permanece em estágio de alerta para infestação do mosquito transmissor.

O comparativo entre os dois períodos indica redução de 16,4% nos casos suspeitos, passando de 152 para 127 notificações. Já os casos confirmados tiveram queda de 87,5%, de 32 para 4 registros.

No último Levantamento Rápido de Índices para o Aedes aegypti (LIRAa), o município apresentou índice 3, classificação correspondente ao estágio de alerta para infestação do mosquito transmissor da dengue.

Ações de enfrentamento

A secretária municipal de Saúde de Novo Hamburgo, Betina Espindula, afirmou que a redução não elimina a necessidade de manter as medidas de prevenção. “Os números mostram uma redução importante em relação ao ano passado, mas não são para comemoração. Precisamos seguir alertas, intensificando as ações e fortalecendo o combate ao mosquito transmissor. A dengue é uma responsabilidade de todos”, ressaltou a titular da pasta.

A Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, mantém ações permanentes de fiscalização, visitas domiciliares, eliminação de focos e atividades educativas em escolas e comunidades.

Mobilização

As ações serão reforçadas nesta sexta-feira, dia 27, com a realização do Dia D de combate à dengue, que contará com mutirões de limpeza, orientações à população e atividades de conscientização em diferentes regiões da cidade.

A orientação da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) é para que a população elimine água parada, revise pátios semanalmente e permita a entrada dos agentes de combate às endemias.

Foto: Ramon Belmonte/PMNH/Divulgação | Fonte: Assessoria
26/02/2026 0 Comentários 88 Visualizações
Saúde

Casos de dengue em Gramado caem em 2025

Por Jonathan da Silva 09/02/2026
Por Jonathan da Silva

A Prefeitura de Gramado informou que o município encerrou 2025 com uma redução de cerca de 73% nos casos autóctones de dengue, passando de 148 registros em 2024 para 40 em 2025. O resultado é atribuído pela administração às ações de prevenção e controle realizadas pela Secretaria da Saúde, por meio da Vigilância em Saúde, na cidade.

Uma das medidas adotadas foi o reforço da equipe de combate às endemias, com a contratação de sete novos agentes no último ano. Os profissionais atuam em vistorias, orientação à população, eliminação de criadouros do mosquito Aedes aegypti e monitoramento de áreas consideradas de risco.

Reconhecimento à equipe

Na última semana, o secretário de Saúde de Gramado, Jeferson Moschen, esteve reunido com os agentes de combate às endemias da cidade. “Essa redução expressiva é resultado de um trabalho incansável da equipe de endemias. Eles estão nas ruas todos os dias, cuidando da nossa saúde. Mas o combate à dengue é uma responsabilidade de todos. Eliminar água parada, receber os agentes e seguir as orientações é fundamental”, afirmou o titular da pasta.

Casos autóctones

Os dados divulgados pela Prefeitura se referem a casos autóctones, quando a infecção é contraída dentro do próprio município. Segundo a Secretaria da Saúde, os números são utilizados para monitorar a circulação do vírus e orientar as estratégias de prevenção e controle da doença.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/02/2026 0 Comentários 116 Visualizações
Saúde

Casos de dengue em Montenegro caem 73%

Por Jonathan da Silva 13/01/2026
Por Jonathan da Silva

O município de Montenegro registrou, em 2025, uma redução de 73% nos casos de dengue em relação a 2024, passando de 280 para 75 ocorrências, de acordo com dados divulgados nesta semana pela administração municipal. A gestão montenegrina atribui o resultado às ações de prevenção e controle do mosquito Aedes aegypti realizadas ao longo do último ano.

O relatório divulgado informa que, em 2025, foram contabilizados 75 casos de dengue no município e não houve registro de óbitos. Em 2024, o número de casos havia sido de 280 pessoas infectadas pelo vírus.

Ações de vigilância

De acordo com a chefe de Vigilância e Saúde Ambiental, Joana dos Santos, o trabalho tem sido focado na eliminação de criadouros do mosquito. “Nosso objetivo é agir antes que a doença se instale, monitorando, eliminando focos e contando com o apoio da comunidade”, afirmou Joana.

Entre as medidas adotadas está o controle e monitoramento mensal de 178 ovitrampas instaladas em diferentes pontos da cidade. No período de dezembro de 2025 a dezembro de 2026, foram coletados e destruídos 18.333 ovos do mosquito. Durante as visitas domiciliares, as equipes identificaram e eliminaram 2.283 focos de criadouros em residências, com a participação dos moradores.

Aplicação de inseticidas

Também foram realizadas aplicações de inseticida do tipo BRI em locais de grande circulação de pessoas. No período de 2024 a 2025, foram feitas 2.842 aplicações, enquanto no período de 2025 a 2026 foram registradas 192, todas em caráter preventivo. Em 2026, até o momento, não há casos confirmados de dengue no município, com dois casos suspeitos em investigação.

Posicionamento da Prefeitura

O prefeito de Montenegro, Gustavo Zanatta (Republicanos), destacou a necessidade de manter as ações de prevenção. “Os números mostram que estamos no caminho certo, mas não podemos relaxar. A participação da população é fundamental para manter Montenegro protegida”, enfatizou o chefe do executivo montenegrino.

Orientações à população

Com o aumento das chuvas neste período do ano, a Vigilância em Saúde reforçou o alerta para a eliminação de recipientes que acumulam água, como vasos, potes e objetos descartados, que podem se tornar criadouros do mosquito Aedes aegypti, além da importância de permitir o acesso dos agentes e seguir as orientações de prevenção e controle.

Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
13/01/2026 0 Comentários 147 Visualizações
Saúde

Campo Bom registra alta em casos de doenças respiratórias

Por Jonathan da Silva 23/05/2025
Por Jonathan da Silva

A Prefeitura de Campo Bom está em alerta devido ao aumento de atendimentos por doenças respiratórias e à baixa procura pela vacina contra a gripe no município. A situação ocorre em meio ao decreto de emergência em saúde pública no Rio Grande do Sul, motivado pela elevação nas internações por síndromes respiratórias.

Segundo a administração campo-bonense, os atendimentos no Pronto Atendimento (PA) subiram mais de 15% nesta semana, passando de 180 para 210 por dia. Na emergência do Hospital Dr. Lauro Reus, o tempo de espera para casos não urgentes pode chegar a 5 horas, enquanto no PA o tempo de espera ultrapassa 3 horas. A ocupação hospitalar está em 70%, com a UTI operando com 90% da capacidade.

Baixa procura pela vacina

A cobertura vacinal contra a gripe em Campo Bom está em 33% entre os grupos prioritários, que incluem idosos, gestantes e crianças. Conforme a Prefeitura, são justamente esses grupos que apresentam maior risco de hospitalização por complicações respiratórias.

Medidas adotadas

Para enfrentar o cenário, a Prefeitura de Campo Bom ampliou desde o início de maio o horário de funcionamento das unidades de saúde dos bairros Operária, Porto Blos e Santa Lúcia, que estão abrindo mais cedo e fechando mais tarde. Além disso, está em andamento um plano para reforçar as equipes médicas do hospital e do Pronto Atendimento, que também depende do envio de recursos do Estado por meio do programa Inverno Gaúcho.

A administração campo-bonense informou ainda que, em breve, o Pronto Atendimento passará a funcionar junto ao Hospital Dr. Lauro Reus, operando 24 horas por dia, sete horas a mais do que atualmente.

Foto: Emerson Santos/PMCB/Divulgação | Fonte: Assessoria
23/05/2025 0 Comentários 347 Visualizações
Saúde

Casos de dengue caem em São Leopoldo em relação ao ano passado

Por Jonathan da Silva 17/04/2025
Por Jonathan da Silva

Até o momento, foram registrados 17 casos de dengue foram confirmados em São Leopoldo em 2025, sem nenhuma morte. No mesmo período do ano passado, o município do Vale do Sinos contabilizava 9 mil casos e 17 óbitos. A secretária da Saúde leopoldense, Kelbe Gonçalves, reuniu-se nesta quarta-feira (16) com a diretora da Vigilância em Saúde, Vanessa Backes, para tratar das ações de enfrentamento à dengue no município.

Diariamente, agentes de combate às endemias percorrem locais estratégicos como floriculturas, ferros-velhos e cemitérios, além de realizarem visitas domiciliares para inspeção de pátios e orientação dos moradores. As ações têm como objetivo localizar e eliminar focos do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika vírus e chikungunya.

A coordenadora da Vigilância Ambiental, Eliane Ocanha, informou que são realizadas ações de bloqueio em regiões com casos suspeitos e confirmados. Além disso, a equipe promove a Borrifação Residual Intradomiciliar (BRI), técnica que aplica inseticida em superfícies internas de Imóveis Especiais, como escolas e unidades básicas de saúde. Segundo Eliane, a medida atua como uma barreira química contra os mosquitos e é considerada eficaz em locais com grande circulação de pessoas durante o dia.

Impacto das enchentes

A Vigilância em Saúde também realiza trimestralmente o Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti (LIRAa), conforme diretriz do Ministério da Saúde. Antes da enchente de maio de 2024, o índice da cidade apontava alto risco para a dengue. O levantamento mais recente, feito em janeiro, indicou risco médio. A hipótese levantada por Eliane é de que a cheia tenha levado ou danificado pontos de acúmulo de água, o que teria contribuído para a redução da presença do mosquito.

Casos em investigação

Atualmente, São Leopoldo tem 143 casos de dengue em investigação. A coleta de amostras é coordenada pela Vigilância em Saúde, que entra em contato com os pacientes para agendar o procedimento. A coleta pode ser feita com uma gota de sangue retirada da ponta do dedo, sendo possível realizar o teste PCR para identificar o tipo de vírus. A Vigilância Epidemiológica municipal destaca que todo caso suspeito deve ser notificado, inclusive os atendidos por clínicas particulares. A identificação dos sorotipos em circulação auxilia no mapeamento e controle da doença.

Apelo à população

A secretária Kelbe Gonçalves, alertou para o risco de transmissão em períodos de clima instável. “Dias de sol, alternado com chuvas, são propícios para a reprodução do mosquito. Por isso estamos fazendo nossa parte no cuidado das ruas, dos pontos estratégicos do município e pedimos que a população também faça a sua lição de casa, cuidando de seu quintal, virando potes, descartando pneus e observando, inclusive plantas, como as bromélias, que podem acumular água”, afirmou a titular da pasta da Saúde.

Durante a visita, a secretária também conheceu a estrutura e os servidores da Vigilância em Saúde, localizada na rua Primeiro de Março.

Foto: Romeu Finato/Divulgação | Fonte: Assessoria
17/04/2025 0 Comentários 312 Visualizações
Saúde

Casos de dengue caem 89,5% em Novo Hamburgo no início de ano

Por Jonathan da Silva 14/01/2025
Por Jonathan da Silva

Novo Hamburgo começou 2025 com uma redução de 89,5% nos casos de dengue de acordo com dados da Vigilância em Saúde do município. A estatística se baseia registros confirmados nos primeiros dez dias do ano, passando de 19 casos em 2024 para apenas dois em 2025. O número de notificações também caiu, de 73 para 26, representando uma redução de 64,3%.

Apesar dos resultados, o município intensificará as ações de combate ao Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue. Nesta segunda-feira (13), teve início o Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa). Cerca de 30 agentes de combate às endemias estão mobilizados para vistoriar pátios de residências e estabelecimentos comerciais.

A gerente de Vigilância em Saúde, Débora Spessatto Bassani, destacou a importância da colaboração da população no processo. “É fundamental que a comunidade colabore, permitindo o acesso dos profissionais para as inspeções. Os agentes estarão devidamente identificados, usando coletes verdes e crachás”, explicou Débora.

O LIRAa permitirá avaliar o grau de proliferação do mosquito na cidade. A gerente reforçou que as ações de combate serão mantidas pelos próximos três meses, uma vez que o pico de casos ocorre historicamente em abril. “A dengue é uma doença prevenível, e os cuidados necessários podem ser adotados de forma simples e rápida”, concluiu Débora.

Foto: PMNH/Divulgação | Fonte: Assessoria
14/01/2025 0 Comentários 308 Visualizações
Saúde

Sociedade de Pediatria faz alerta após aumento de casos de coqueluche no RS

Por Jonathan da Silva 11/11/2024
Por Jonathan da Silva

A Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS) emitiu recentemente um alerta devido ao aumento nos casos de coqueluche no estado, especialmente em Porto Alegre, onde foram registradas 79 notificações suspeitas e 48 confirmações até a 37ª semana de 2024. Segundo dados da SPRS, dois surtos já foram identificados, e outros sete estão em investigação, envolvendo 28 pessoas.

A doença, que pode ser prevenida pela vacinação, está em alta no Brasil, acompanhando uma tendência global, com aumento de casos em regiões como Estados Unidos, Europa e China. O infecto pediatra da SPRS, Dr. Marcelo Scotta, atribui o crescimento ao declínio na cobertura vacinal. “Observamos um aumento expressivo nas doenças evitáveis, com um crescimento superior a 900% em várias regiões do mundo e, agora, também no Brasil. A principal razão para esse cenário é a baixa cobertura vacinal, especialmente entre crianças e gestantes”, afirma o médico, lembrando que as gestantes têm direito à vacina contra tétano, difteria e coqueluche, disponível gratuitamente no SUS como parte do Programa Nacional de Imunizações. “A vacinação continua sendo a medida mais eficaz para controlar esse risco”, acrescenta Scotta.

A SPRS orienta médicos a notificarem imediatamente todos os casos suspeitos de coqueluche, uma doença de notificação obrigatória no país. O diretor da SPRS, Dr. Benjamin Roitman, enfatiza a importância desse procedimento. “É crucial que, durante o atendimento, o profissional de saúde realize a notificação imediata à Vigilância em Saúde pelos telefones 3289-2471 ou 3289-2472. Além disso, o tratamento deve ser estendido a todos os contactantes do paciente, como forma de prevenção”, orienta Roitman.

Para o diagnóstico, o exame padrão é o PCR para Bordetella, realizado por swab de orofaringe. No entanto, este exame não é amplamente acessível e está disponível apenas em algumas unidades do SUS, sem cobertura pela maioria dos convênios. Na presença de tosse prolongada por mais de 10 dias, a SPRS recomenda que os médicos considerem a possibilidade de coqueluche e iniciem o tratamento adequado o quanto antes.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/11/2024 0 Comentários 424 Visualizações
Saúde

São Leopoldo registra mais três óbitos por dengue

Por Jonathan da Silva 10/04/2024
Por Jonathan da Silva

Três moradores de São Leopoldo foram a óbito por dengue conforme dados divulgados pelo Centro de Vigilância em Saúde da Secretaria Estadual de Saúde do Estado do Rio Grande do Sul nesta terça-feira (9). Com isso, o município contabiliza 11 mortes pela doença e o estado, 64. As três vítimas leopoldenses tinham comorbidades.

Os casos são de um homem de 64 anos, morador do bairro Santos Dumont, que faleceu em 17 de fevereiro; de uma mulher de 56 anos, do bairro Campina, de óbito registrado em 28 de março; e uma mulher de 86 anos, moradora do bairro Scharlau, que morreu em 3 de abril. São Leopoldo registra 4.930 casos de dengue confirmados e 1.152 em investigação.

A Prefeitura de São Leopoldo reforça a importância da população em colaborar com o uso de repelentes e cuidar para não acumular água nos pátios. Os focos do mosquito podem ser denunciados por meio do e-mail ouvidoria@saoleopoldo.rs.gov.br ou pelo telefone 156.

Força-tarefa

A Prefeitura de São Leopoldo iniciou na terça (9) um mutirão com o objetivo de orientar moradores do bairro Santos Dumont sobre os cuidados dentro de casa no combate ao mosquito Aedes aegypti. A iniciativa compõe uma força-tarefa entre diversas secretarias municipais e visa atacar o problema da doença em seu principal foco: a proliferação do mosquito.

Num primeiro momento, um grupo formado por agentes de saúde e servidores da Secretaria do Orçamento Participativo (Semop) passaram nas casas para conversar com moradores e informar sobre o descarte de resíduos que acumulam água. Em seguida, equipes da Secretaria de Mobilidade e Serviços Urbanos (Semurb) e do Semae recolheram os materiais.

Durante essa semana, o mutirão seguirá pela região da Chácara dos Leões e da Vila Progresso, dentro do bairro Santos Dumont.

Também na terça, o secretário Municipal de Orçamento Participativo (Semop), Fernando Menezes, e o superintendente de Comunicação Valentin Thomaz, reuniram-se com o comandante do 19º Batalhão de Infantaria Motorizado de São Leopoldo, Tenente-Coronel Celso Brasil Nascimento, para formalizar o pedido ao Exército Brasileiro nas ações de enfrentamento ao avanço da dengue na cidade.

Por determinação do prefeito Ary Vanazzi (PT), que já havia dialogado com o Comandante Brasil, o pedido reforça a importância dos militares contribuírem com as ações nas comunidades de orientação e combate aos focos do mosquito Aedes aegypti.

Ações de enfrentamento

Para garantir o atendimento à população e evitar grandes filas a prefeitura ampliou o horário de expediente em algumas unidades básicas. As UBSs Paim, Vicentina, Padre Orestes, Cohab Feitoria e Brás, estão atendendo até as 20h, e a UBS Scharlau, próxima a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Zona Norte, até as 22h. Outros três locais têm serviço 24h: Hospital Centenário, UPA e Centro de Saúde da Feitoria.

Foto: Thales Ferreira/Scom/PMSL/Divulgação | Fonte: Assessoria
10/04/2024 0 Comentários 561 Visualizações
Saúde

Santa Maria é recordista em casos de esclerose múltipla

Por Gabrielle Pacheco 18/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

Santa Maria é a cidade brasileira com maior número de diagnósticos de esclerose múltipla (EM) no Brasil. Com uma média nacional entre 15 e 18 casos para cada 100 mil habitantes, o município do Rio Grande do Sul registra 27 casos para a mesma proporção. No total, o país tem cerca de 40 mil casos de EM, uma doença com uma ampla diversidade de sinais e sintomas, o que dificulta seu diagnóstico precoce.

Desde 2006, uma lei federal estabeleceu o dia 30 de agosto como o Dia nacional de Conscientização sobre a Esclerose Múltipla, e o mês todo ganhou o título de “Agosto Laranja” para alertar sobre os sinais e disseminar informações sobre a doença que é mais comum entre mulheres jovens (de 20 a 40 anos).

“Os sintomas mais comuns da esclerose múltipla são a fadiga, problemas de visão (diplopia, neurite óptica, embaçamento), motores (perda de força ou função; perda de equilíbrio) e alterações sensoriais (formigamentos, sensação de queimação) e indicam que muito provavelmente esse indivíduo é portador de EM, uma doença neurológica crônica autoimune, que provoca falhas de conexão entre os neurônios”, explica o neurologista, Juarez Silva Lopes, um dos autores do estudo que aponta Santa Maria como a recordista de casos no Brasil.

Nas pessoas afetadas pela EM, as células imunológicas invertem seu papel: ao invés de protegerem o sistema de defesa do indivíduo, passam a agredi-lo, produzindo inflamações. As inflamações afetam particularmente a bainha de mielina – uma capa protetora que reveste os prolongamentos dos neurônios, denominados axônios, responsáveis por conduzir os impulsos elétricos do sistema nervoso central para o corpo e vice-versa. O diagnóstico é basicamente clínico, complementado por exames de imagem como, por exemplo, a ressonância magnética.

E por conta da diversidade de sintomas, às vezes leva-se tempo até o diagnóstico, essa demora impacta negativamente, já que a doença é progressiva. “O diagnóstico precoce é o maior aliado do paciente, exatamente por isso, precisamos falar sempre sobre a esclerose múltipla. A doença é incurável, mas sua evolução pode ser controlada, garantindo qualidade de vida”, explica o neurologista.

A EM geralmente surge sob a forma de surtos recorrentes, sintomas neurológicos que duram ao menos um dia, mas isso varia de paciente para paciente. “Por isso, é importante não se comparar com outros pacientes, a doença tem perfis distintos. A progressão, a gravidade e a especificidade dos sintomas são imprevisíveis e mudam de uma pessoa para outra”, finaliza o médico.

Sobre a esclerose múltipla

A esclerose múltipla é uma doença que compromete o sistema nervoso central. É um processo de inflamação crônica de natureza autoimune que pode causar desde problemas momentâneos de visão, falta de equilíbrio até sintomas mais graves, como cegueira e paralisia completa dos membros. A doença está relacionada à destruição da mielina – membrana que envolve as fibras nervosas responsáveis pela condução dos impulsos elétricos no cérebro, medula espinhal e nervos ópticos. A perda da mielina pode dificultar e até mesmo interromper a transmissão de impulsos. A inflamação pode atingir diferentes partes do sistema nervoso, provocando sintomas distintos, que podem ser leves ou severos, sem hora certa para aparecer. A doença geralmente surge sob a forma de surtos recorrentes, sintomas neurológicos que duram ao menos um dia. A maioria dos pacientes diagnosticados são jovens, entre 20 e 40 anos, o que resulta em um impacto pessoal, social e econômico considerável por ser uma fase extremamente ativa do ser humano. A progressão, a gravidade e a especificidade dos sintomas são imprevisíveis e variam de uma pessoa para outra. Algumas são minimamente afetadas, enquanto outras sofrem rápida progressão até a incapacidade total. É uma doença degenerativa, que progride quando não tratada. É senso comum entre a classe médica que para controlar os sintomas e reduzir a progressão da doença, o diagnóstico e o tratamento precoce são essenciais.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/08/2020 0 Comentários 644 Visualizações
mapa preliminar
CidadesSaúde

Campo Bom tem cinco novos casos de Covid-19

Por Gabrielle Pacheco 10/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

Campo Bom confirmou cinco novos casos de coronavírus nesta terça-feira, 9. São duas mulheres de 30 e 71 anos, e três homens com idades de 38, 57 e 64 anos. Ao todo, a cidade contabiliza até hoje 45 casos confirmados de coronavírus, sendo que 28 já tiveram alta, oito estão hospitalizados e nove, em isolamento domiciliar. Há ainda 38 suspeitos e 390 foram descartados. A partir desta terça-feira, por medida de transparência, o boletim passa a ser divulgado pela Prefeitura com o número de casos por bairro.

  • Imigrante Sul: 6
  • Jardim do Sol: 6
  • Santa Lúcia: 5
  • Operária: 5
  • Centro: 4
  • Dona Augusta: 4
  • Paulista: 3
  • Barrinha: 2
  • Firenze: 2
  • Imigrante Norte: 2
  • 25 de Julho: 1
  • Alto Paulista: 1
  • Aurora: 1
  • Mônaco: 1
  • Rio Branco: 1
  • Vila Rica: 1
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/06/2020 0 Comentários 479 Visualizações

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